“Se um lugar se pode definir como identitário, relacional e histórico, um espaço que não pode definir-se nem como
identitário, nem como relacional, nem como histórico definirá um não-lugar. (...) Na realidade concreta do mundo de hoje,
os lugares e os espaços, os lugares e os não-lugares, emaranham-se, interpenetram-se. A possibilidade do não-lugar
nunca está ausente seja de que lugar for. O regresso ao lugar é o recurso de quem frequenta os não-lugares (e sonha, por
exemplo, com uma residência secundaria enraizada nas profundidades de um solo natal)”.
Marc Augé, Não-Lugares | Introdução a uma Antropologia da Sobremodernidade




workshop // lisboa // não-lugares // 23.03.2013 © // vítor.tavares@nao-lugares.com
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Lugares e Não-Lugares - Vítor Tavares

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    “Se um lugarse pode definir como identitário, relacional e histórico, um espaço que não pode definir-se nem como identitário, nem como relacional, nem como histórico definirá um não-lugar. (...) Na realidade concreta do mundo de hoje, os lugares e os espaços, os lugares e os não-lugares, emaranham-se, interpenetram-se. A possibilidade do não-lugar nunca está ausente seja de que lugar for. O regresso ao lugar é o recurso de quem frequenta os não-lugares (e sonha, por exemplo, com uma residência secundaria enraizada nas profundidades de um solo natal)”. Marc Augé, Não-Lugares | Introdução a uma Antropologia da Sobremodernidade workshop // lisboa // não-lugares // 23.03.2013 © // vítor.tavares@nao-lugares.com
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    workshop // lisboa// não-lugares // 23.03.2013 © // vítor.tavares@nao-lugares.com