O documento descreve a perspectiva histórica sobre surdez em diferentes culturas e épocas. Os egípcios viam os surdos como mediadores sagrados, enquanto gregos e romanos os consideravam seres imperfeitos. A lei judaica e o Código Justiniano distinguiam direitos de surdos de acordo com sua capacidade de fala. Ao longo da história, surdos frequentemente enfrentaram marginalização e privação de direitos.