SlideShare uma empresa Scribd logo
História DA EDUCAÇÃO DE SURDOS E EDUCAÇÃO DE SURDOS NO BRASILProfessor: Carlos Roberto MartinsAcadêmicas: Maísa Rabello e TainaraAtividade Acadêmica:  Introdução a Língua Brasileira de Sinais
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE SURDOSNo passado os surdos eram considerados incapazes de serem ensinados, por isso, não frequentavam escolas. Eram excluídos da sociedade, privados de seus direitos básicos (como casar, herdar bens), ficando com a própria sobrevivência comprometida. Já no final do século XV, surge o italiano GiralamoCardamo que utilizava sinais e linguagem escrita; após surge também um monge espanhol que utilizava sinais, treinamento da voz e leitura dos lábios.A partir de então, surgiram outros professores que se dedicaram à educação de surdos, tais como:
OvideDecrolyAlexandre Gran Bell 	         Samuel Heinicke       (Bélgica)	         (Canadá e EUA)		                      (Alemanha)Abbé Charles Michel de I'Epée		        Ivan Pablo Bonet 		         (França)                   (Espanha)
Quanto a educação, estes professores se divergiram quanto ao método de ensinar surdos. Alguns davam primazia ao método oral puro (língua falada), outros a língua de sinais, e ainda outros ao método combinado (ensino da fala).Porém em 1880 ocorreu em Milão o Congresso Mundial de Professores Surdos, ao qual, votaram pelo ensino para os surdos através do Método Oral Puro.Um pouco antes, em 1857 chega ao Brasil a pedido de D. Pedro II, o professor Hernest Huet (surdo e que usava o Método Combinado), para fundar a 1ª escola especializada para surdos hoje conhecida como: Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).A partir de então os surdos passaram a contar com esta escola, tendo a oportunidade de criar a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
História da educação DE SURDOS NO BrasilPosteriormente surgiram muitas outras escolas, que se expandiram principalmente no século XX aqui no Brasil, entre as quais estão: Instituto Santa Terezinha para meninas surdas (SP), a Escola Concórdia (POA-RS), a Escola de Surdos de Vitória, o Centro de Audição e Linguagem “Ludovico Pavoni” - CEAL/LP - Brasília-DF e várias outras que, assim como a INES e a maioria das escolas de surdos do mundo, passaram a adotar o Método Oral.No Brasil, as Secretarias de Educação Estadual e Municipal passaram a coordenar o ensino das crianças denominadas até então portadoras de deficiências. Assim, surgiram as Sala de Recursos e Classes Especiais para surdos, como também as escolas especializadas.Por conquistarem seus direitos como cidadãos as pessoas portadoras de necessidades especiais passaram a reivindicar seus direitos, sendo os dos surdos: respeito à língua de sinais, a um ensino de qualidade, acesso aos meios de comunicação (legendas e uso do TDD) e serviços de intérpretes, entre outras; com os estudos sobre surdez, linguagem e educação.
Na década de 70, com a visita de Ivete Vasconcelos, educadora de surdos da - GallaudetUniversity Library - Washington – EUA, chegou ao Brasil a filosofia da Comunicação Total. Na década seguinte, a partir das pesquisas da Professora Linguista Lucinda Ferreira Brito sobre a Língua Brasileira de Sinais e da Professora Eulalia Fernandes, sobre a educação dos surdos, o Bilinguísmopassou a ser difundido. Atualmente, estas três filosofias educacionais ainda persistem paralelamente no Brasil. Em 1994, passa-se a utilizar a Língua Brasileira  de Sinais (LIBRAS), como legal de comunicação e expressão; criada pela ´própria comunidade surda.Em 4 de Abril de 2002, cria-se a Lei nº 10.436 que reconhece a Língua Brasileira de Sinais.Com isto, surge após o reconhecimento do uso da LIBRAS, as seguintes leis:* 22 de dezembro de 2005, a lei Nº 5.626: Lei que obriga o uso da LIBRAS em lugares educacionais, entre outros. * 03 de setembro de 2010, a lei Nº 12.319: Lei que oficializa o interprete.
Curiosidades sobre o ensino da libras no brasil- A oficialização em lei da LIBRAS só ocorreu um século e meio depois do conde ter desembarcado, em abril de 2002 - nesse período, o Brasil trocou a monarquia pela república, teve seis Constituições e viveu a ditadura militar. - A Libras só voltou a vigorar em 1991, no Estado de Minas Gerais, com uma lei estadual. Só em agosto de 2001, com o Programa Nacional de Apoio à Educação do Surdo, os primeiros 80 professores foram preparados para lecionar a Língua Brasileira de Sinais. - O Alfabeto de Libras (Língua Brasileira de Sinais) teve sua origem ainda no Império. Em 1856, o conde francês Ernest Huet desembarcou no Rio de Janeiro com o alfabeto manual francês e alguns sinais. O material trazido pelo conde, que era surdo, foi adaptado e deu origem à LIBRAS.
REFERÊNCIAS*http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_brasileira_de_sinais* http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/alfabeto-libras/alfabeto-libras.php * http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ees_a.php?t=001 * http://www.vs5energia.com.br/educacao1.htm * http://ensinodelibras.blogspot.com/2009/01/historia-do-ensino-de-libras-no-brasil.html * http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/lingua-brasileira-sinais.htm http://www.libras.org.br/leilibras.php * http://educacaodesurdosnobrasil.blogspot.com/

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

História dos Surdos
História dos Surdos História dos Surdos
História dos Surdos
Cristiane Ribeiro da Rocha
 
Educação dos surdos
Educação dos surdosEducação dos surdos
Educação dos surdos
Lílian Reis
 
LIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os Surdos
LIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os SurdosLIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os Surdos
LIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os Surdos
profamiriamnavarro
 
A educação de surdos no mundo
A educação de surdos no mundoA educação de surdos no mundo
A educação de surdos no mundo
Maryanne Monteiro
 
História dos surdos e oralismo
História dos surdos e oralismoHistória dos surdos e oralismo
História dos surdos e oralismo
Colégio Estadual Padre Fernando Gomes de Melo
 
LIBRAS - AULA 1 e 2
LIBRAS - AULA 1 e 2LIBRAS - AULA 1 e 2
LIBRAS - AULA 1 e 2
Ana Lúcia Lemes Nunes Silva
 
1ª Oficina Para Professores Cap V&L
1ª Oficina Para Professores Cap V&L1ª Oficina Para Professores Cap V&L
1ª Oficina Para Professores Cap V&L
Vanessa Dagostim
 
Arquivo 1
Arquivo 1Arquivo 1
Arquivo 1
Fernanda Câmara
 
Cultura e identidade surda
Cultura e identidade surdaCultura e identidade surda
Cultura e identidade surda
Valdemar Júnior
 
Classificadores em Libras
Classificadores em LibrasClassificadores em Libras
Classificadores em Libras
Joseane Maciel Viana
 
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos Linguísticos
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos LinguísticosLíngua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos Linguísticos
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos Linguísticos
Universidade Estadual de Londrina - UEL
 
LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia
LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia
LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia
profamiriamnavarro
 
Brincando com-a-libras (1)
Brincando com-a-libras (1)Brincando com-a-libras (1)
Brincando com-a-libras (1)
Domingas Rodrigues
 
Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.
Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.
Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.
dilaina maria araujo maria
 
Slide libras (1)
Slide libras (1)Slide libras (1)
Slide libras (1)
Gisele Monteiro
 
LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo
LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo
LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo
profamiriamnavarro
 
Libras em Contexto
Libras em ContextoLibras em Contexto
Libras em Contexto
Jorge Santos
 
OS PRONOMES EM LIBRAS
OS PRONOMES EM LIBRAS OS PRONOMES EM LIBRAS
OS PRONOMES EM LIBRAS
João Monteiro
 
5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da libras5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da libras
Nelinha Soares
 
LIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicos
LIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicosLIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicos
LIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicos
profamiriamnavarro
 

Mais procurados (20)

História dos Surdos
História dos Surdos História dos Surdos
História dos Surdos
 
Educação dos surdos
Educação dos surdosEducação dos surdos
Educação dos surdos
 
LIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os Surdos
LIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os SurdosLIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os Surdos
LIBRAS AULA 2: As línguas de sinais: sua importância para os Surdos
 
A educação de surdos no mundo
A educação de surdos no mundoA educação de surdos no mundo
A educação de surdos no mundo
 
História dos surdos e oralismo
História dos surdos e oralismoHistória dos surdos e oralismo
História dos surdos e oralismo
 
LIBRAS - AULA 1 e 2
LIBRAS - AULA 1 e 2LIBRAS - AULA 1 e 2
LIBRAS - AULA 1 e 2
 
1ª Oficina Para Professores Cap V&L
1ª Oficina Para Professores Cap V&L1ª Oficina Para Professores Cap V&L
1ª Oficina Para Professores Cap V&L
 
Arquivo 1
Arquivo 1Arquivo 1
Arquivo 1
 
Cultura e identidade surda
Cultura e identidade surdaCultura e identidade surda
Cultura e identidade surda
 
Classificadores em Libras
Classificadores em LibrasClassificadores em Libras
Classificadores em Libras
 
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos Linguísticos
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos LinguísticosLíngua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos Linguísticos
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - Aspectos Linguísticos
 
LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia
LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia
LIBRAS AULA 12: Aspectos Linguísticos da língua de sinais – Morfologia
 
Brincando com-a-libras (1)
Brincando com-a-libras (1)Brincando com-a-libras (1)
Brincando com-a-libras (1)
 
Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.
Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.
Mitos e verdades em relação a Libras e seu usuário surdo.
 
Slide libras (1)
Slide libras (1)Slide libras (1)
Slide libras (1)
 
LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo
LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo
LIBRAS AULA 6: A interação do surdo com o mundo
 
Libras em Contexto
Libras em ContextoLibras em Contexto
Libras em Contexto
 
OS PRONOMES EM LIBRAS
OS PRONOMES EM LIBRAS OS PRONOMES EM LIBRAS
OS PRONOMES EM LIBRAS
 
5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da libras5 Parâmetros da libras
5 Parâmetros da libras
 
LIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicos
LIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicosLIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicos
LIBRAS AULA 11: Aspectos Linguísticos da língua de sinais - Aspectos fonológicos
 

Destaque

Slides. libras.
Slides. libras.Slides. libras.
Slides. libras.
Janaina Martins
 
Oralismo bilinguismo e comunicação
Oralismo bilinguismo e comunicaçãoOralismo bilinguismo e comunicação
Oralismo bilinguismo e comunicação
Michelli Assis
 
Apostila libras reformulada completa
Apostila libras reformulada  completaApostila libras reformulada  completa
Apostila libras reformulada completa
LiseteLima
 
Legislação acerca da Libras
Legislação acerca da LibrasLegislação acerca da Libras
Legislação acerca da Libras
Valdemar Júnior
 
A linha do tempo aula 01
A linha do tempo aula 01A linha do tempo aula 01
A linha do tempo aula 01
Andréa Carla Lima Coelho
 
História dos Surdos
História dos SurdosHistória dos Surdos
História dos Surdos
joaoribau
 
Libras
LibrasLibras
Libras
Alice Sodré
 
Legislaçao3 lei 10436
Legislaçao3 lei 10436Legislaçao3 lei 10436
Legislaçao3 lei 10436
hsurdez
 
Curso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 AulaCurso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 Aula
Ana Lúcia Lemes Nunes Silva
 
Power Point
Power PointPower Point
Power Point
Lessandra de Souza
 
Apostila libras
Apostila librasApostila libras
Apostila libras
Jana Bento
 

Destaque (11)

Slides. libras.
Slides. libras.Slides. libras.
Slides. libras.
 
Oralismo bilinguismo e comunicação
Oralismo bilinguismo e comunicaçãoOralismo bilinguismo e comunicação
Oralismo bilinguismo e comunicação
 
Apostila libras reformulada completa
Apostila libras reformulada  completaApostila libras reformulada  completa
Apostila libras reformulada completa
 
Legislação acerca da Libras
Legislação acerca da LibrasLegislação acerca da Libras
Legislação acerca da Libras
 
A linha do tempo aula 01
A linha do tempo aula 01A linha do tempo aula 01
A linha do tempo aula 01
 
História dos Surdos
História dos SurdosHistória dos Surdos
História dos Surdos
 
Libras
LibrasLibras
Libras
 
Legislaçao3 lei 10436
Legislaçao3 lei 10436Legislaçao3 lei 10436
Legislaçao3 lei 10436
 
Curso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 AulaCurso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 Aula
 
Power Point
Power PointPower Point
Power Point
 
Apostila libras
Apostila librasApostila libras
Apostila libras
 

Semelhante a História da educação de surdos e educação de

Historia educação surdos 2
Historia educação surdos 2Historia educação surdos 2
Historia educação surdos 2
ROBSON GOMES
 
Bilinguismo - LIBRAS
Bilinguismo - LIBRASBilinguismo - LIBRAS
Bilinguismo - LIBRAS
Júnior Maidana
 
LIBRAS
LIBRAS LIBRAS
História dos surdos no Brasil.PDF
História dos surdos no Brasil.PDFHistória dos surdos no Brasil.PDF
História dos surdos no Brasil.PDF
FernandaDoMateus
 
Apresentação 1 Linguistica .pdf
Apresentação 1 Linguistica .pdfApresentação 1 Linguistica .pdf
Apresentação 1 Linguistica .pdf
AGATHASOFIADEABINTES
 
Quer aprender mais sobre a língua de sinais
Quer aprender mais sobre a língua de sinaisQuer aprender mais sobre a língua de sinais
Quer aprender mais sobre a língua de sinais
edsonsantos591
 
Hes2
Hes2Hes2
Hes2
Hes2Hes2
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
profbrunogeo95
 
LIBRAS.pptx
LIBRAS.pptxLIBRAS.pptx
LIBRAS.pptx
AdriellyWannessa
 
Apostila Victor libras 2023 curso básico
Apostila Victor libras 2023 curso básicoApostila Victor libras 2023 curso básico
Apostila Victor libras 2023 curso básico
RobernelyReis
 
FENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOS
FENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOSFENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOS
FENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOS
EDITORA ARARA AZUL
 
Aula 1 - Libras.pptx
Aula 1 - Libras.pptxAula 1 - Libras.pptx
Aula 1 - Libras.pptx
JulioCesar168683
 
A língua de sinais e seu surgimento
A língua de sinais e seu surgimentoA língua de sinais e seu surgimento
A língua de sinais e seu surgimento
Jadson Hilario
 
Faculdade Evangélica do Meio Norte-FAEME
Faculdade Evangélica do Meio Norte-FAEMEFaculdade Evangélica do Meio Norte-FAEME
Faculdade Evangélica do Meio Norte-FAEME
UFMA e UEMA
 
Processo histórico e cultural da LIBRAS
Processo histórico e cultural da LIBRASProcesso histórico e cultural da LIBRAS
Processo histórico e cultural da LIBRAS
Leandro Oliveira
 
Linha do tempo Benhur e Leonardo.pptx
Linha do tempo Benhur e Leonardo.pptxLinha do tempo Benhur e Leonardo.pptx
Linha do tempo Benhur e Leonardo.pptx
BrunaCristina692263
 
Libras 01
Libras 01Libras 01
Libras 01
Thiagoak2013
 
Act 7
Act 7Act 7
Act 7
Marisa
 
Act 6
Act 6Act 6
Act 6
Marisa
 

Semelhante a História da educação de surdos e educação de (20)

Historia educação surdos 2
Historia educação surdos 2Historia educação surdos 2
Historia educação surdos 2
 
Bilinguismo - LIBRAS
Bilinguismo - LIBRASBilinguismo - LIBRAS
Bilinguismo - LIBRAS
 
LIBRAS
LIBRAS LIBRAS
LIBRAS
 
História dos surdos no Brasil.PDF
História dos surdos no Brasil.PDFHistória dos surdos no Brasil.PDF
História dos surdos no Brasil.PDF
 
Apresentação 1 Linguistica .pdf
Apresentação 1 Linguistica .pdfApresentação 1 Linguistica .pdf
Apresentação 1 Linguistica .pdf
 
Quer aprender mais sobre a língua de sinais
Quer aprender mais sobre a língua de sinaisQuer aprender mais sobre a língua de sinais
Quer aprender mais sobre a língua de sinais
 
Hes2
Hes2Hes2
Hes2
 
Hes2
Hes2Hes2
Hes2
 
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
 
LIBRAS.pptx
LIBRAS.pptxLIBRAS.pptx
LIBRAS.pptx
 
Apostila Victor libras 2023 curso básico
Apostila Victor libras 2023 curso básicoApostila Victor libras 2023 curso básico
Apostila Victor libras 2023 curso básico
 
FENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOS
FENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOSFENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOS
FENEIS: FUNDAÇÃO E PRIMEIROS ANOS
 
Aula 1 - Libras.pptx
Aula 1 - Libras.pptxAula 1 - Libras.pptx
Aula 1 - Libras.pptx
 
A língua de sinais e seu surgimento
A língua de sinais e seu surgimentoA língua de sinais e seu surgimento
A língua de sinais e seu surgimento
 
Faculdade Evangélica do Meio Norte-FAEME
Faculdade Evangélica do Meio Norte-FAEMEFaculdade Evangélica do Meio Norte-FAEME
Faculdade Evangélica do Meio Norte-FAEME
 
Processo histórico e cultural da LIBRAS
Processo histórico e cultural da LIBRASProcesso histórico e cultural da LIBRAS
Processo histórico e cultural da LIBRAS
 
Linha do tempo Benhur e Leonardo.pptx
Linha do tempo Benhur e Leonardo.pptxLinha do tempo Benhur e Leonardo.pptx
Linha do tempo Benhur e Leonardo.pptx
 
Libras 01
Libras 01Libras 01
Libras 01
 
Act 7
Act 7Act 7
Act 7
 
Act 6
Act 6Act 6
Act 6
 

Último

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
Marcelo Botura
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Falcão Brasil
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Falcão Brasil
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
ProfessoraSilmaraArg
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Falcão Brasil
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 

Último (20)

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 

História da educação de surdos e educação de

  • 1. História DA EDUCAÇÃO DE SURDOS E EDUCAÇÃO DE SURDOS NO BRASILProfessor: Carlos Roberto MartinsAcadêmicas: Maísa Rabello e TainaraAtividade Acadêmica: Introdução a Língua Brasileira de Sinais
  • 2. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE SURDOSNo passado os surdos eram considerados incapazes de serem ensinados, por isso, não frequentavam escolas. Eram excluídos da sociedade, privados de seus direitos básicos (como casar, herdar bens), ficando com a própria sobrevivência comprometida. Já no final do século XV, surge o italiano GiralamoCardamo que utilizava sinais e linguagem escrita; após surge também um monge espanhol que utilizava sinais, treinamento da voz e leitura dos lábios.A partir de então, surgiram outros professores que se dedicaram à educação de surdos, tais como:
  • 3. OvideDecrolyAlexandre Gran Bell Samuel Heinicke (Bélgica) (Canadá e EUA) (Alemanha)Abbé Charles Michel de I'Epée Ivan Pablo Bonet (França) (Espanha)
  • 4. Quanto a educação, estes professores se divergiram quanto ao método de ensinar surdos. Alguns davam primazia ao método oral puro (língua falada), outros a língua de sinais, e ainda outros ao método combinado (ensino da fala).Porém em 1880 ocorreu em Milão o Congresso Mundial de Professores Surdos, ao qual, votaram pelo ensino para os surdos através do Método Oral Puro.Um pouco antes, em 1857 chega ao Brasil a pedido de D. Pedro II, o professor Hernest Huet (surdo e que usava o Método Combinado), para fundar a 1ª escola especializada para surdos hoje conhecida como: Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).A partir de então os surdos passaram a contar com esta escola, tendo a oportunidade de criar a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
  • 5. História da educação DE SURDOS NO BrasilPosteriormente surgiram muitas outras escolas, que se expandiram principalmente no século XX aqui no Brasil, entre as quais estão: Instituto Santa Terezinha para meninas surdas (SP), a Escola Concórdia (POA-RS), a Escola de Surdos de Vitória, o Centro de Audição e Linguagem “Ludovico Pavoni” - CEAL/LP - Brasília-DF e várias outras que, assim como a INES e a maioria das escolas de surdos do mundo, passaram a adotar o Método Oral.No Brasil, as Secretarias de Educação Estadual e Municipal passaram a coordenar o ensino das crianças denominadas até então portadoras de deficiências. Assim, surgiram as Sala de Recursos e Classes Especiais para surdos, como também as escolas especializadas.Por conquistarem seus direitos como cidadãos as pessoas portadoras de necessidades especiais passaram a reivindicar seus direitos, sendo os dos surdos: respeito à língua de sinais, a um ensino de qualidade, acesso aos meios de comunicação (legendas e uso do TDD) e serviços de intérpretes, entre outras; com os estudos sobre surdez, linguagem e educação.
  • 6. Na década de 70, com a visita de Ivete Vasconcelos, educadora de surdos da - GallaudetUniversity Library - Washington – EUA, chegou ao Brasil a filosofia da Comunicação Total. Na década seguinte, a partir das pesquisas da Professora Linguista Lucinda Ferreira Brito sobre a Língua Brasileira de Sinais e da Professora Eulalia Fernandes, sobre a educação dos surdos, o Bilinguísmopassou a ser difundido. Atualmente, estas três filosofias educacionais ainda persistem paralelamente no Brasil. Em 1994, passa-se a utilizar a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), como legal de comunicação e expressão; criada pela ´própria comunidade surda.Em 4 de Abril de 2002, cria-se a Lei nº 10.436 que reconhece a Língua Brasileira de Sinais.Com isto, surge após o reconhecimento do uso da LIBRAS, as seguintes leis:* 22 de dezembro de 2005, a lei Nº 5.626: Lei que obriga o uso da LIBRAS em lugares educacionais, entre outros. * 03 de setembro de 2010, a lei Nº 12.319: Lei que oficializa o interprete.
  • 7. Curiosidades sobre o ensino da libras no brasil- A oficialização em lei da LIBRAS só ocorreu um século e meio depois do conde ter desembarcado, em abril de 2002 - nesse período, o Brasil trocou a monarquia pela república, teve seis Constituições e viveu a ditadura militar. - A Libras só voltou a vigorar em 1991, no Estado de Minas Gerais, com uma lei estadual. Só em agosto de 2001, com o Programa Nacional de Apoio à Educação do Surdo, os primeiros 80 professores foram preparados para lecionar a Língua Brasileira de Sinais. - O Alfabeto de Libras (Língua Brasileira de Sinais) teve sua origem ainda no Império. Em 1856, o conde francês Ernest Huet desembarcou no Rio de Janeiro com o alfabeto manual francês e alguns sinais. O material trazido pelo conde, que era surdo, foi adaptado e deu origem à LIBRAS.
  • 8. REFERÊNCIAS*http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_brasileira_de_sinais* http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/alfabeto-libras/alfabeto-libras.php * http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ees_a.php?t=001 * http://www.vs5energia.com.br/educacao1.htm * http://ensinodelibras.blogspot.com/2009/01/historia-do-ensino-de-libras-no-brasil.html * http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/lingua-brasileira-sinais.htm http://www.libras.org.br/leilibras.php * http://educacaodesurdosnobrasil.blogspot.com/