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ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO
DOS SURDOS.
• Na antiguidade o surdo era considerado:
• ser imperfeito;
• sem direito a pertencer à sociedade;
• diferente;
• ineducável;
• sendo alvo de discriminação e preconceito;
• inútil a coletividade e sofrendo inclusive tratamento desumano.
• Por volta de 4.000 a.C. até 476 d.C., alguns povos abandonavam as pessoas com
deficiência por acreditar que as mesmas eram um peso, estorvo ou uma vergonha
para família. Eram lançados ao mar ou do alto dos rochedos, rejeitados e
abandonados em praças públicas ou nos campos, vivendo miseravelmente como
escravos ou abandonados
• Roma: os romanos eram autorizados a matar os filhos que nasciam com deficiência
ao rio Tibre;
• Esparta, os pais lançavam os filhos deficientes do alto dos rochedos, um abismo,
despenhadeiro com mais de 2.400 metros
• Grécia Antiga, sem fala, não havia linguagem e nem conhecimento, por isso os
surdos eram abertamente marginalizados.
• Os chineses lançavam os surdos ao mar; os gauleses os sacrificavam ao Deus
Teutates.
• Fonte:https://br.linkedin.com/posts/dpuoficial_inclus%C3%A3o-acessibilidade-surdos-activity-6980156058761592832-6Qbq?trk=public_profile_like_view
• No Egito Antigo acreditava-se que pessoas surdas eram capazes de
se comunicar com divindades. Elas eram vistas como mediadoras
entre deuses e faraós. Isso fez com que elas fossem adoradas, mas
também temidas pela população.
No entanto, no decurso da História, nota-se inquietação de pessoas sensibilizadas
diante das atrocidades e buscavam meios de amenizar a cruel realidade,
principalmente das pessoas surdas. Assim, em 360 a.C., Sócrates, filósofo grego,
declarou que era aceitável que os surdos se comunicassem com as mãos e o corpo.
Acreditava que o surdo deveria usar sinais para se comunicar. O mais antigo registro
que menciona sobre Língua de Sinais é de 368 a.C, escrito pelo Sócrates, quando
perguntou ao seu discípulo: "Suponha que nós, os seres humanos, quando não
falávamos e queríamos indicar objetos, uns para os outros, nós o fazíamos, como
fazem os surdos mudos sinais com as mãos, cabeça, e demais membros do corpo?"
Fonte: https://vegazeta.com.br/socrates-a-carne-como-simbolo-da-injustica/
• . O filósofo grego Aristóteles, 384-322 a.C, difundia que as pessoas surdas
não podiam expressar nenhuma palavra e que, para atingir a consciência
humana, que os surdos eram incapazes de raciocinar, a audição era o canal
mais importante para o aprendizado. Seu veredito era de que os surdos não
eram treináveis. E esse conceito perdurou mais de um milênio, sem
questionamentos, como se fosse uma verdade absoluta.
• Fonte: https://www.mundociencia.com.br/filosofia/aristoteles/
• A comunicação por sinais foi a solução encontrada também pelos
monges beneditinos da Itália, cerca de 530 d.C, para manter o voto
do silêncio. Mas pouco foi registrado sobre esse sistema ou sobre os
sistemas usados por surdos até a Renascença, mil anos depois.
Idade Média, em 476 d.C, para a Igreja Católica, os surdos eram
como seres com “almas imortais”, por não conseguir verbalizar os
sacramentos.
John Beverley, em 700 d.C., ensinou um Surdo a falar, por essa razão,
ele foi considerado por muitos como o primeiro educador de Surdos.
Mesmo diante do inédito acontecimento:
ainda não eram considerados humanos
privados dos direitos legais
considerados incapazes
não fazendo parte nem mesmo das famílias
tinham que viver em campos ou enclausurados,
tinham que viver em campos ou enclausurados,
sem direito à herança
• Na Idade Média, com o feudalismo, os surdos começaram a ter
atenção diferenciada, devido à frequência dos casamentos
consanguíneos, comuns na época, visto que a nobreza não queria
dividir sua herança com outras famílias e acabavam casando-se entre
primos, sobrinhas, tios e até irmãos.
• Como nos mosteiros da igreja havia padres, monges e frades que
utilizavam de uma língua gestual rudimentar, porque nesses
ambientes existia o voto do silêncio, esses religiosos foram
deslocados para esses castelos com a missão de educar os filhos
surdos dos nobres em troca de grandes fortunas.
• Passado esse período de exclusão, surgem os primeiros movimentos
a favor da inclusão de pessoas com deficiências, mais precisamente
no século XVI
• Girolano Cardano realizou, em 1500, um estudo que demonstrou que
os surdos eram capazes de raciocinar, que prometia uma ajuda
educacional e social para os surdos, desenvolveu, como pedagogo e
logopedista, um método sistemático para ensinar pessoas com
deficiência auditiva e um alfabeto manual, dando-lhe o nome de
Língua de Sinais Francesa, era muito difundida naquela época entre
os estudantes, que foi adaptado para a Língua de Sinais Americana
décadas depois de sua morte.
• No ano de 1584, Pedro Ponce de León, monge beneditino Espanhol,
o primeiro professor de surdos, usando como metodologia a
datilologia, a oralização e a escrita, ensinava a falar, ler e escrever
para que os alunos pudessem garantir suas heranças e afirmando
que os surdos eram capazes de aprender. Criou uma escola para
professores de surdos e para os próprios surdos na Espanha e um
manual que ensinava escrita e técnicas de oralização, sendo capaz
de ensinar surdos a falar diferentes idiomas.
• Juan Pablo Bonet, 1620, iniciou seu trabalho com surdo através de sinais,
treinamento da fala e o uso de alfabeto datilológico. Publicou o primeiro livro
sobre a educação de surdos em que expunha o seu método oral, e defendia
o ensino precoce do alfabeto manual aos surdos.
Fonte: https://www.timetoast.com/timelines/historia-de-la-discapacidad-auditiva
• Charles Michel L´Epée, em 1759, “pai da educação pública para dos surdos” o primeiro a
criar um alfabeto de sinais para alfabetizar surdos. Instruía os surdos em sua própria casa
com as combinações de língua de sinais e gramática francesa sinalizada, denominados
sinais metódicos; método criticado pelos oralistas
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles-Michel_de_l%27%C3%89p%C3%A9e
• Fundou a primeira escola de Surdos do mundo, o Instituto Nacional
de Surdos-Mudos, na capital francesa, enchendo suas salas de aula
com menores surdos que ele mesmo recrutava por toda a cidade.
Com o reconhecimento do surdo como ser humano, mesmo não
possuindo deficiência auditiva, contribuiu decisivamente para o
acesso dos surdos à educação pública e gratuita através do uso da
língua de sinais.
PERÍODO CALIGINOSO NA HISTÓRIA DA
LÍNGUA DE SINAIS
• Em 1880, momento obscuro na História dos surdos, a decadência, a Língua
de Sinais foi oficialmente abolida, proibida de ser utilizada na educação de
surdos.
• Congresso Internacional de Educadores de Surdos, em Milão, na Itália,
durou 3 dias, não contou com a participação, nem a opinião dos surdos, ao
contrário, um grupo de educadores ouvintes impôs a superioridade da
língua oral sobre a língua de sinais, sendo, então, decretado a depreciação
do uso da língua de sinais, e definiu que o Método Oralista era o melhor na
Educação de Surdos; vetada o uso da língua de sinais a partir desta data.
• Tal opressão perdurou por mais de um século, trazendo uma série de
consequências sociais e educacionais negativas. Após muitos
estudos, outras filosofias foram surgindo: Comunicação Total e
Bilinguismo, modificando as abordagens educacionais e o tratamento
com o surdo na busca de melhor desempenho de seu cognitivo.
• Muitos pensadores da educação na virada do século XIX para o XX,
contestaram esses métodos: o mais combatido foi o neurologista
Belga, Ovide Decroly, 1900, médico e educador, da Bélgica e
Alemanha, com atenção voltada para as crianças deficientes.
Defendia que não só a palavra é meio de expressão, mais o corpo, o
desenho, a construção e a arte.
• A comunidade surda lutou muito para que a leis fossem aprovadas e
para que pudessem ter os mesmos direitos de pessoas ouvintes. Foi
na década de 1960 que as línguas de sinais foram estudadas e
analisadas, passando então a ocupar um status de língua. É uma
língua viva e autônoma, reconhecida pela linguística.
• Diversas mudanças aconteceram até chegar aos dias atuais,
principalmente porque a medicina avançou e mostrou para muitas
pessoas que necessidades educacionais especiais são problemas
devido à natureza orgânica, problemas causados devido a erro nos
cromossomos ou de formação fetal, ou diversos motivos, como a
sífilis, o alcoolismo durante a gestação, o fumo, o casamento de
parentes próximos, diabetes, pressão alta, epilepsia ou uma gravidez
precoce ou muito tardia, e não mutações ou até mesmo problemas
sobrenaturais como eram considerados na antiguidade
A HISTORICIDADE NO BRASIL
• No Brasil a Educação dos surdos e o desenvolvimento da Língua
Brasileira dos Sinais – Libras tem sua origem na vinda ao Brasil em
1855, de um discípulo do Abade Charles Michel de l`Épée, o
professor surdo francês Hernest Eduard Huet, convidado pelo
Imperador Dom Pedro II, para abertura de uma escola e iniciar a
educação de surdos
• Em 26 de setembro de 1857 fundou-se, no Rio de Janeiro, a primeira
instituição de ensino especializado em surdez no Brasil, o Imperial
Instituto de Surdos-Mudos – IISM que posteriormente recebeu o
nome de Instituto Nacional de Surdos-Mudos e posteriormente, com
os progressos alcançados na recuperação de surdos, transformou-se
no Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES.
Fonte: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/26-de-setembro-dia-nacional-do-surdo-instituto-nacional-de-surdos/
• O Instituto, que foi criado por meio da Lei nº 839, de 26 de setembro de
1857, e recebia, em regime de internato, apenas alunos, sexo
masculino, utilizando a Língua de Sinais
• O Imperial Instituto de Surdos-Mudos – IISM, adota a determinação do
Congresso de Milão, o oralismo puro como a única forma de educação
dos surdos no Brasil
• Na década de 1970 chega ao Brasil a Filosofia da Comunicação Total,
utilizado um método chamado Conhecimento Total, caracterizado pela
utilização da língua de sinais, linguagem oral e outros meios utilizados
na educação de surdos e entendidos como métodos que facilitavam a
comunicação
• O Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo são as três
abordagens utilizadas no Brasil, todas com relevância e
representatividade no trabalho com os surdos.
• O Instituto de Charles Michel L´Epée contribuiu para o
desenvolvimento da Libras porque, em 1896, houve nesta escola um
encontro internacional que avaliou a decisão do Congresso Mundial
de Professores de surdos, em 1880, em Milão. Assim, Moura e Silva
concluiu em seu relatório que este método não podia servir a todos
os surdos
• Assim, o antigo Instituto continuou como um centro de integração
para o fortalecimento do desenvolvimento da Libras, pois segundo
Relatório do Diretor Dr. Tobias Rabello Leite, de 1871, esta escola já
possuía alunos vindos de várias partes do país e após dezoito (18)
anos retornavam as cidades de origem levando com eles a Libras.
BILINGÜISMO
• A abordagem educacional por meio do bilingüismo visa capacitar a
pessoa com surdez para a utilização de duas línguas: A língua de
sinais e a língua da comunidade ouvinte. As propostas educacionais
começam a estruturar-se a partir do Decreto 5 626/05 que
regulamentou a Lei de Libras (Língua Brasileira de Sinais). Dessa
forma, os surdos passaram a ter direito ao conhecimento a partir
desta língua. O português é utilizado na modalidade escrita, sendo a
segunda língua, e a educação dos surdos passa a ser bilíngüe.
• Em prol da sociedade surda na defesa de políticas linguísticas,
educação, cultura, saúde e assistência social, assim como seus
direitos, garantindo maior inclusão da Comunidade Surda na
sociedade foi fundada, em 1977 no Brasil uma entidade
organizacional filantrópica sem fins lucrativos de apoio à Comunidade
Surda, filiada à Federação Mundial dos Surdos, a Federação
Nacional de Educação e Integração dos Surdos – Feneis, para
representar nacionalmente os interesses de todas as pessoas surdas
do país, propagando a importância da Língua Brasileira de Sinais –
Libras, como meio natural de comunicação das pessoas surdas.
Nas décadas de 1980 e 1990, a língua de sinais inexistia
nacionalmente como uma língua. A mobilização em torno da ampliação
dos direitos dos surdos no Brasil resultou na primeira grande conquista
com a Constituição de 1988, na garantia da educação como direito de
todos e com direito a atendimento educacional especializado na rede
regular de ensino.
• No Brasil, mudanças significativas ocorreram graças a luta sistemática e
persistente das comunidades surdas; reconhecida como a Língua Oficial da
Pessoa Surda, considerado o grande avanço na Educação dos Surdos, no
Brasil, data 24 de Abril de 2002, que entrou em vigor a Lei de aprovação da
Língua - Lei no.10.436,
• Lei no.10.436, em que a LIBRAS é reconhecida como meio legal de
comunicação e expressão, e com a Lei incluiu-se a LIBRAS em cursos de
formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério e
outros cursos diversos espalhados pelo Brasil, em seus níveis médio e
superior, assim como sua integração nos PCN’s - Parâmetros Curriculares
Nacionais, norteia a Educação Básica no Brasil, proporcionando abertura
para utilização da LIBRAS nos Estados Brasileiros.
• A lei foi regulamentada posteriormente por meio do Decreto nº 5.626, de 22
de dezembro de 2005, com a assinatura do Presidente da República Luís
Inácio Lula da Silva e do Ministro da Educação, Fernando Haddad. O
reconhecimento como língua da citada Lei nº 10.436, que determinou o
seguinte:
• Art. 1º É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a
Língua Brasileira de Sinais – Libras e outros recursos de expressão a ela
associados.
• Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais – Libras a
forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de
natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um
sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de
comunidades de pessoas surdas do Brasil.
O conjunto dessas leis garantiu grandes avanços para o Brasil na inclusão da
comunidade surda, que estabelece o ensino de Libras como parte da
formação de professores no país, e acesso a profissionais especializados
para atender esse público entre outros. E o Decreto 12.319 de 01/09/2010 -
Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de
Sinais - Libras.
• Orientações e Normativas - Dispõe sobre procedimentos acadêmicos para
alunos matriculados nos cursos do Programa de Libras.
• Decreto 5.626 de 22/12/2005 - Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril
de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18
da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
• Lei 10.436 de 24/04/2002 - Inclui a Língua Brasileira de Sinais no ensino
público e particular do País.
• Lei 10.098 de 19/12/2000 - Estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras
de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
• Decreto 3.298 de 20/12/1999 - Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de
outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração
da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de
proteção, e dá outras providências
REVISÃO
• A educação de surdos iniciou-se com Pedro Ponce De Leon, no
século XVI, na Europa, ainda dirigida à educação de filhos de nobres.
Pedro Leon era da Ordem Beneditina e, em um mosteiro, tinha muitos
alunos surdos, onde se dedicava ao ensino da fala, leitura e escrita.
Tiveram acesso a uma educação adequada a partir do ano de 1760,
através da figura de Charles Michel de l'Épée, considerado o criador
das línguas de sinais.
• Educou, instruiu e formou uma população abandonada que ninguém
sabia como entender e ninguém queria atender. Mas no Congresso
de Milão, em 1880, determinou a proibição de uso de sinais e a
educação de surdos deveria acontecer apenas por meio da
oralização, e o Imperial Instituto dos Surdos Mudos – IISM, aderiu a
tendência mundial e estabeleceu o oralismo puro, como filosofia de
educação.
•
• Viveu a exclusão até o surgimento dos primeiros movimentos a favor
da inclusão de pessoas com deficiências, criados os primeiros
institutos especializados em atendimentos a pessoas com
necessidades especiais.
• A Língua de Sinais ocupa espaço na sociedade por luta de muitos
anos e movimentos surdos em prol de seus direitos, sinal
característico surdo como um povo com cultura e língua própria,
oprimido pela sociedade majoritária impondo um padrão de cidadão
desconsiderando as especificidades linguísticas, sociais e culturais
dos surdos.
• Trajetória repleta de dificuldades e proibição até a legitimação da
língua de sinais, mas felizmente com contribuições de atitudes
altruístas, piedosas e auxílios de notórios cidadãos que provocaram
mudanças marcadas por lutas premiadas de conquistas e vitórias, em
nome do direito de se comunicar e ser ouvido.
• As conquistas aos direitos têm significados na vida pessoal, social,
cultura e política do povo surdo e suas comunidades. Novas
oportunidades para o surdo integrar-se à luta pelo seu
desenvolvimento, valorização e inserção cidadã.
REFERENCIAS:
• BRASIL. Constituição (2005). Regulamenta a Lei n° 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais- Libras, e o art. 18 da Lei n° 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Decreto N° 5.626, de 22 de
dezembro de 2005, Brasília, DF.
• BRASIL, Secretaria de Educação Especial. A educação dos surdos. Organizado por Giuseppe Rinaldi et al.
Brasília: MEC/SEESP, 1997. V. II. – (série Atualidades Pedagógicas; n. 4) 361 p
• BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Língua Brasileira de Sinais/organizado por Lucinda F. Brito et. al. –
Brasília: SEESP, 1997. V. III. – (série Atualidades Pedagógicas, n. 4) 127p.
• BRASIL. Secretaria de Educação Especial. O aluno surdo na educação básica e superior. Organizado por
Giuseppe Rinaldi, G. Brasília: MEC/SEESP, 1998.
•
• CAPOVILLA, Fennando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira – O
mundo do surdo em Libras. Vol III 1 ed. São Paulo: EDUSP, 2005.
•
• QUADROS, R.M.. O contexto escolar do aluno surdo e o papel das línguas.
2006.virtual.udesc.br/Midiateca/PublicacoesEducacao_de_Surdos/artigo08.htm
•
•
• FENEIS, Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos Endereço eletrônico : www.feneis.com.br.
Acessado em: 27/11/2020.
• FENEIS, Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos Endereço eletrônico : www.feneis.com.br.
Acessado em: 27/04/2023.
• https://www.arquidiocesepoa.org.br/post/2019/09/26/em-entrevista-entenda-como-nasceu-e-o-que-faz-a-pastoral-do-
surdo
• libras.com.br
• https://www.scielo.br/pdf/rbedu/v16n48/v16n48a06.pdf 25 a 30 de novembro
• http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/20Hist%C3%B3rico%20da%20educa%C3%A7%C3
%A3o%20dos%20surdos.pdf
• https://www.facebook.com/1490576651177678/posts/1493069400928403/https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/24/cult
ura/1543042279_562860.html
• https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronice_M%C3%BCller_de_Quadros
• LIBRAS%20autores%20do%20processo%20COMPLEMENTAR.pdf
• http://www.porsinal.pt/index.php?ps=artigos&idt=artc&cat=13&idart=168
• http://www.helb.org.br/index.php/revista-helb/ano-1-no-1-12007/92-a-evolucao-da-comunicacao-entre-e-com-surdos-no-
brasil
• https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010440602014000600006&script=sci_arttext&tlng=es
• https://www.google.com/search?rlz=1C1SQJL_pt- aoBB2d3cy13aXrAAQE&sclient=psy-ab

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  • 1. ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO DOS SURDOS. • Na antiguidade o surdo era considerado: • ser imperfeito; • sem direito a pertencer à sociedade; • diferente; • ineducável; • sendo alvo de discriminação e preconceito; • inútil a coletividade e sofrendo inclusive tratamento desumano.
  • 2. • Por volta de 4.000 a.C. até 476 d.C., alguns povos abandonavam as pessoas com deficiência por acreditar que as mesmas eram um peso, estorvo ou uma vergonha para família. Eram lançados ao mar ou do alto dos rochedos, rejeitados e abandonados em praças públicas ou nos campos, vivendo miseravelmente como escravos ou abandonados • Roma: os romanos eram autorizados a matar os filhos que nasciam com deficiência ao rio Tibre; • Esparta, os pais lançavam os filhos deficientes do alto dos rochedos, um abismo, despenhadeiro com mais de 2.400 metros • Grécia Antiga, sem fala, não havia linguagem e nem conhecimento, por isso os surdos eram abertamente marginalizados. • Os chineses lançavam os surdos ao mar; os gauleses os sacrificavam ao Deus Teutates.
  • 4. • No Egito Antigo acreditava-se que pessoas surdas eram capazes de se comunicar com divindades. Elas eram vistas como mediadoras entre deuses e faraós. Isso fez com que elas fossem adoradas, mas também temidas pela população.
  • 5. No entanto, no decurso da História, nota-se inquietação de pessoas sensibilizadas diante das atrocidades e buscavam meios de amenizar a cruel realidade, principalmente das pessoas surdas. Assim, em 360 a.C., Sócrates, filósofo grego, declarou que era aceitável que os surdos se comunicassem com as mãos e o corpo. Acreditava que o surdo deveria usar sinais para se comunicar. O mais antigo registro que menciona sobre Língua de Sinais é de 368 a.C, escrito pelo Sócrates, quando perguntou ao seu discípulo: "Suponha que nós, os seres humanos, quando não falávamos e queríamos indicar objetos, uns para os outros, nós o fazíamos, como fazem os surdos mudos sinais com as mãos, cabeça, e demais membros do corpo?" Fonte: https://vegazeta.com.br/socrates-a-carne-como-simbolo-da-injustica/
  • 6. • . O filósofo grego Aristóteles, 384-322 a.C, difundia que as pessoas surdas não podiam expressar nenhuma palavra e que, para atingir a consciência humana, que os surdos eram incapazes de raciocinar, a audição era o canal mais importante para o aprendizado. Seu veredito era de que os surdos não eram treináveis. E esse conceito perdurou mais de um milênio, sem questionamentos, como se fosse uma verdade absoluta. • Fonte: https://www.mundociencia.com.br/filosofia/aristoteles/
  • 7. • A comunicação por sinais foi a solução encontrada também pelos monges beneditinos da Itália, cerca de 530 d.C, para manter o voto do silêncio. Mas pouco foi registrado sobre esse sistema ou sobre os sistemas usados por surdos até a Renascença, mil anos depois. Idade Média, em 476 d.C, para a Igreja Católica, os surdos eram como seres com “almas imortais”, por não conseguir verbalizar os sacramentos.
  • 8. John Beverley, em 700 d.C., ensinou um Surdo a falar, por essa razão, ele foi considerado por muitos como o primeiro educador de Surdos. Mesmo diante do inédito acontecimento: ainda não eram considerados humanos privados dos direitos legais considerados incapazes não fazendo parte nem mesmo das famílias tinham que viver em campos ou enclausurados, tinham que viver em campos ou enclausurados, sem direito à herança
  • 9. • Na Idade Média, com o feudalismo, os surdos começaram a ter atenção diferenciada, devido à frequência dos casamentos consanguíneos, comuns na época, visto que a nobreza não queria dividir sua herança com outras famílias e acabavam casando-se entre primos, sobrinhas, tios e até irmãos. • Como nos mosteiros da igreja havia padres, monges e frades que utilizavam de uma língua gestual rudimentar, porque nesses ambientes existia o voto do silêncio, esses religiosos foram deslocados para esses castelos com a missão de educar os filhos surdos dos nobres em troca de grandes fortunas.
  • 10. • Passado esse período de exclusão, surgem os primeiros movimentos a favor da inclusão de pessoas com deficiências, mais precisamente no século XVI • Girolano Cardano realizou, em 1500, um estudo que demonstrou que os surdos eram capazes de raciocinar, que prometia uma ajuda educacional e social para os surdos, desenvolveu, como pedagogo e logopedista, um método sistemático para ensinar pessoas com deficiência auditiva e um alfabeto manual, dando-lhe o nome de Língua de Sinais Francesa, era muito difundida naquela época entre os estudantes, que foi adaptado para a Língua de Sinais Americana décadas depois de sua morte.
  • 11. • No ano de 1584, Pedro Ponce de León, monge beneditino Espanhol, o primeiro professor de surdos, usando como metodologia a datilologia, a oralização e a escrita, ensinava a falar, ler e escrever para que os alunos pudessem garantir suas heranças e afirmando que os surdos eram capazes de aprender. Criou uma escola para professores de surdos e para os próprios surdos na Espanha e um manual que ensinava escrita e técnicas de oralização, sendo capaz de ensinar surdos a falar diferentes idiomas.
  • 12. • Juan Pablo Bonet, 1620, iniciou seu trabalho com surdo através de sinais, treinamento da fala e o uso de alfabeto datilológico. Publicou o primeiro livro sobre a educação de surdos em que expunha o seu método oral, e defendia o ensino precoce do alfabeto manual aos surdos. Fonte: https://www.timetoast.com/timelines/historia-de-la-discapacidad-auditiva
  • 13.
  • 14. • Charles Michel L´Epée, em 1759, “pai da educação pública para dos surdos” o primeiro a criar um alfabeto de sinais para alfabetizar surdos. Instruía os surdos em sua própria casa com as combinações de língua de sinais e gramática francesa sinalizada, denominados sinais metódicos; método criticado pelos oralistas Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles-Michel_de_l%27%C3%89p%C3%A9e
  • 15. • Fundou a primeira escola de Surdos do mundo, o Instituto Nacional de Surdos-Mudos, na capital francesa, enchendo suas salas de aula com menores surdos que ele mesmo recrutava por toda a cidade. Com o reconhecimento do surdo como ser humano, mesmo não possuindo deficiência auditiva, contribuiu decisivamente para o acesso dos surdos à educação pública e gratuita através do uso da língua de sinais.
  • 16. PERÍODO CALIGINOSO NA HISTÓRIA DA LÍNGUA DE SINAIS • Em 1880, momento obscuro na História dos surdos, a decadência, a Língua de Sinais foi oficialmente abolida, proibida de ser utilizada na educação de surdos. • Congresso Internacional de Educadores de Surdos, em Milão, na Itália, durou 3 dias, não contou com a participação, nem a opinião dos surdos, ao contrário, um grupo de educadores ouvintes impôs a superioridade da língua oral sobre a língua de sinais, sendo, então, decretado a depreciação do uso da língua de sinais, e definiu que o Método Oralista era o melhor na Educação de Surdos; vetada o uso da língua de sinais a partir desta data.
  • 17. • Tal opressão perdurou por mais de um século, trazendo uma série de consequências sociais e educacionais negativas. Após muitos estudos, outras filosofias foram surgindo: Comunicação Total e Bilinguismo, modificando as abordagens educacionais e o tratamento com o surdo na busca de melhor desempenho de seu cognitivo. • Muitos pensadores da educação na virada do século XIX para o XX, contestaram esses métodos: o mais combatido foi o neurologista Belga, Ovide Decroly, 1900, médico e educador, da Bélgica e Alemanha, com atenção voltada para as crianças deficientes. Defendia que não só a palavra é meio de expressão, mais o corpo, o desenho, a construção e a arte.
  • 18. • A comunidade surda lutou muito para que a leis fossem aprovadas e para que pudessem ter os mesmos direitos de pessoas ouvintes. Foi na década de 1960 que as línguas de sinais foram estudadas e analisadas, passando então a ocupar um status de língua. É uma língua viva e autônoma, reconhecida pela linguística. • Diversas mudanças aconteceram até chegar aos dias atuais, principalmente porque a medicina avançou e mostrou para muitas pessoas que necessidades educacionais especiais são problemas devido à natureza orgânica, problemas causados devido a erro nos cromossomos ou de formação fetal, ou diversos motivos, como a sífilis, o alcoolismo durante a gestação, o fumo, o casamento de parentes próximos, diabetes, pressão alta, epilepsia ou uma gravidez precoce ou muito tardia, e não mutações ou até mesmo problemas sobrenaturais como eram considerados na antiguidade
  • 19. A HISTORICIDADE NO BRASIL • No Brasil a Educação dos surdos e o desenvolvimento da Língua Brasileira dos Sinais – Libras tem sua origem na vinda ao Brasil em 1855, de um discípulo do Abade Charles Michel de l`Épée, o professor surdo francês Hernest Eduard Huet, convidado pelo Imperador Dom Pedro II, para abertura de uma escola e iniciar a educação de surdos
  • 20. • Em 26 de setembro de 1857 fundou-se, no Rio de Janeiro, a primeira instituição de ensino especializado em surdez no Brasil, o Imperial Instituto de Surdos-Mudos – IISM que posteriormente recebeu o nome de Instituto Nacional de Surdos-Mudos e posteriormente, com os progressos alcançados na recuperação de surdos, transformou-se no Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES. Fonte: http://bndigital.bn.gov.br/artigos/26-de-setembro-dia-nacional-do-surdo-instituto-nacional-de-surdos/
  • 21. • O Instituto, que foi criado por meio da Lei nº 839, de 26 de setembro de 1857, e recebia, em regime de internato, apenas alunos, sexo masculino, utilizando a Língua de Sinais • O Imperial Instituto de Surdos-Mudos – IISM, adota a determinação do Congresso de Milão, o oralismo puro como a única forma de educação dos surdos no Brasil • Na década de 1970 chega ao Brasil a Filosofia da Comunicação Total, utilizado um método chamado Conhecimento Total, caracterizado pela utilização da língua de sinais, linguagem oral e outros meios utilizados na educação de surdos e entendidos como métodos que facilitavam a comunicação
  • 22. • O Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo são as três abordagens utilizadas no Brasil, todas com relevância e representatividade no trabalho com os surdos. • O Instituto de Charles Michel L´Epée contribuiu para o desenvolvimento da Libras porque, em 1896, houve nesta escola um encontro internacional que avaliou a decisão do Congresso Mundial de Professores de surdos, em 1880, em Milão. Assim, Moura e Silva concluiu em seu relatório que este método não podia servir a todos os surdos • Assim, o antigo Instituto continuou como um centro de integração para o fortalecimento do desenvolvimento da Libras, pois segundo Relatório do Diretor Dr. Tobias Rabello Leite, de 1871, esta escola já possuía alunos vindos de várias partes do país e após dezoito (18) anos retornavam as cidades de origem levando com eles a Libras.
  • 23. BILINGÜISMO • A abordagem educacional por meio do bilingüismo visa capacitar a pessoa com surdez para a utilização de duas línguas: A língua de sinais e a língua da comunidade ouvinte. As propostas educacionais começam a estruturar-se a partir do Decreto 5 626/05 que regulamentou a Lei de Libras (Língua Brasileira de Sinais). Dessa forma, os surdos passaram a ter direito ao conhecimento a partir desta língua. O português é utilizado na modalidade escrita, sendo a segunda língua, e a educação dos surdos passa a ser bilíngüe.
  • 24. • Em prol da sociedade surda na defesa de políticas linguísticas, educação, cultura, saúde e assistência social, assim como seus direitos, garantindo maior inclusão da Comunidade Surda na sociedade foi fundada, em 1977 no Brasil uma entidade organizacional filantrópica sem fins lucrativos de apoio à Comunidade Surda, filiada à Federação Mundial dos Surdos, a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – Feneis, para representar nacionalmente os interesses de todas as pessoas surdas do país, propagando a importância da Língua Brasileira de Sinais – Libras, como meio natural de comunicação das pessoas surdas.
  • 25. Nas décadas de 1980 e 1990, a língua de sinais inexistia nacionalmente como uma língua. A mobilização em torno da ampliação dos direitos dos surdos no Brasil resultou na primeira grande conquista com a Constituição de 1988, na garantia da educação como direito de todos e com direito a atendimento educacional especializado na rede regular de ensino.
  • 26. • No Brasil, mudanças significativas ocorreram graças a luta sistemática e persistente das comunidades surdas; reconhecida como a Língua Oficial da Pessoa Surda, considerado o grande avanço na Educação dos Surdos, no Brasil, data 24 de Abril de 2002, que entrou em vigor a Lei de aprovação da Língua - Lei no.10.436, • Lei no.10.436, em que a LIBRAS é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão, e com a Lei incluiu-se a LIBRAS em cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério e outros cursos diversos espalhados pelo Brasil, em seus níveis médio e superior, assim como sua integração nos PCN’s - Parâmetros Curriculares Nacionais, norteia a Educação Básica no Brasil, proporcionando abertura para utilização da LIBRAS nos Estados Brasileiros.
  • 27. • A lei foi regulamentada posteriormente por meio do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, com a assinatura do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva e do Ministro da Educação, Fernando Haddad. O reconhecimento como língua da citada Lei nº 10.436, que determinou o seguinte: • Art. 1º É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais – Libras e outros recursos de expressão a ela associados. • Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais – Libras a forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
  • 28. O conjunto dessas leis garantiu grandes avanços para o Brasil na inclusão da comunidade surda, que estabelece o ensino de Libras como parte da formação de professores no país, e acesso a profissionais especializados para atender esse público entre outros. E o Decreto 12.319 de 01/09/2010 - Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras. • Orientações e Normativas - Dispõe sobre procedimentos acadêmicos para alunos matriculados nos cursos do Programa de Libras. • Decreto 5.626 de 22/12/2005 - Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. • Lei 10.436 de 24/04/2002 - Inclui a Língua Brasileira de Sinais no ensino público e particular do País.
  • 29. • Lei 10.098 de 19/12/2000 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. • Decreto 3.298 de 20/12/1999 - Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências
  • 30. REVISÃO • A educação de surdos iniciou-se com Pedro Ponce De Leon, no século XVI, na Europa, ainda dirigida à educação de filhos de nobres. Pedro Leon era da Ordem Beneditina e, em um mosteiro, tinha muitos alunos surdos, onde se dedicava ao ensino da fala, leitura e escrita. Tiveram acesso a uma educação adequada a partir do ano de 1760, através da figura de Charles Michel de l'Épée, considerado o criador das línguas de sinais.
  • 31. • Educou, instruiu e formou uma população abandonada que ninguém sabia como entender e ninguém queria atender. Mas no Congresso de Milão, em 1880, determinou a proibição de uso de sinais e a educação de surdos deveria acontecer apenas por meio da oralização, e o Imperial Instituto dos Surdos Mudos – IISM, aderiu a tendência mundial e estabeleceu o oralismo puro, como filosofia de educação.
  • 32. • • Viveu a exclusão até o surgimento dos primeiros movimentos a favor da inclusão de pessoas com deficiências, criados os primeiros institutos especializados em atendimentos a pessoas com necessidades especiais. • A Língua de Sinais ocupa espaço na sociedade por luta de muitos anos e movimentos surdos em prol de seus direitos, sinal característico surdo como um povo com cultura e língua própria, oprimido pela sociedade majoritária impondo um padrão de cidadão desconsiderando as especificidades linguísticas, sociais e culturais dos surdos.
  • 33. • Trajetória repleta de dificuldades e proibição até a legitimação da língua de sinais, mas felizmente com contribuições de atitudes altruístas, piedosas e auxílios de notórios cidadãos que provocaram mudanças marcadas por lutas premiadas de conquistas e vitórias, em nome do direito de se comunicar e ser ouvido. • As conquistas aos direitos têm significados na vida pessoal, social, cultura e política do povo surdo e suas comunidades. Novas oportunidades para o surdo integrar-se à luta pelo seu desenvolvimento, valorização e inserção cidadã.
  • 34. REFERENCIAS: • BRASIL. Constituição (2005). Regulamenta a Lei n° 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais- Libras, e o art. 18 da Lei n° 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Decreto N° 5.626, de 22 de dezembro de 2005, Brasília, DF. • BRASIL, Secretaria de Educação Especial. A educação dos surdos. Organizado por Giuseppe Rinaldi et al. Brasília: MEC/SEESP, 1997. V. II. – (série Atualidades Pedagógicas; n. 4) 361 p • BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Língua Brasileira de Sinais/organizado por Lucinda F. Brito et. al. – Brasília: SEESP, 1997. V. III. – (série Atualidades Pedagógicas, n. 4) 127p. • BRASIL. Secretaria de Educação Especial. O aluno surdo na educação básica e superior. Organizado por Giuseppe Rinaldi, G. Brasília: MEC/SEESP, 1998. • • CAPOVILLA, Fennando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira – O mundo do surdo em Libras. Vol III 1 ed. São Paulo: EDUSP, 2005. • • QUADROS, R.M.. O contexto escolar do aluno surdo e o papel das línguas. 2006.virtual.udesc.br/Midiateca/PublicacoesEducacao_de_Surdos/artigo08.htm • • • FENEIS, Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos Endereço eletrônico : www.feneis.com.br. Acessado em: 27/11/2020.
  • 35. • FENEIS, Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos Endereço eletrônico : www.feneis.com.br. Acessado em: 27/04/2023. • https://www.arquidiocesepoa.org.br/post/2019/09/26/em-entrevista-entenda-como-nasceu-e-o-que-faz-a-pastoral-do- surdo • libras.com.br • https://www.scielo.br/pdf/rbedu/v16n48/v16n48a06.pdf 25 a 30 de novembro • http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/20Hist%C3%B3rico%20da%20educa%C3%A7%C3 %A3o%20dos%20surdos.pdf • https://www.facebook.com/1490576651177678/posts/1493069400928403/https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/24/cult ura/1543042279_562860.html • https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronice_M%C3%BCller_de_Quadros • LIBRAS%20autores%20do%20processo%20COMPLEMENTAR.pdf • http://www.porsinal.pt/index.php?ps=artigos&idt=artc&cat=13&idart=168 • http://www.helb.org.br/index.php/revista-helb/ano-1-no-1-12007/92-a-evolucao-da-comunicacao-entre-e-com-surdos-no- brasil • https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010440602014000600006&script=sci_arttext&tlng=es • https://www.google.com/search?rlz=1C1SQJL_pt- aoBB2d3cy13aXrAAQE&sclient=psy-ab