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FÓRUM DE VAREJO 
Relacionamento da Indústria x Varejo 
– trade marketing e negociações
2 
Dois grandes marcos históricos 
• Código de Defesa do 
Consumidor (CDC) - 
LEI Nº 8.078, de 11 de 
setembro de 1990 
• O programa brasileiro 
de estabilização 
econômica - Plano 
Real iniciado em julho 
de 1994
3 
Grande evolução desde então no 
PDV 
• Atendimento ao 
cliente 
• Área de venda das 
lojas 
• Apresentação de 
mercadorias 
• Marketing 
• Tecnologia da 
Informação
4 
... Mais evolução 
• Eficiência logística 
• Novos métodos de gestão 
– ECR e GS1 
• Posicionamento 
estratégico 
• Pesquisa sobre o 
comportamento do 
consumidor 
• Formação profissional e 
executiva
5 
Carências... 
• Utilização gerencial da T 
I 
• Gestão empresarial 
• Fator humano 
• Posicionamento 
estratégico 
• Modelo de comunicação 
• Liderar tendências x ser 
liderado... 
• Ousadia e inovação
6 
Cenário 
• Internacionalização 
• Concentração 
• Fortalecimento dos 
regionais 
• Organização dos 
pequenos e 
independentes 
 AUMENTO DO PODER DO VAREJO!
7 
Tendências 
• Impacto da t.i. na 
comunicação 
• Mudanças no 
comportamento dos 
consumidores 
• O novo marketing 
PDR x PDV 
• Influências das marcas 
• Crescimento do mercado 
popular...
8 
Mudanças no comportamento do 
consumidor 
• Filtros da informação 
• Propaganda boca-a-boca 
• Consumo da 
expectativa 
• Contra-cultura 
• O consumidor é o 
conteúdo
9 
Mudanças no comportamento do 
consumidor 
• Nomadismo 
• Mente global - alma 
local 
• Fuga da loucura x 
pequenas 
compensações 
• Menos é mais.
Consumidor Nômade! 
2000 2005 
61% 77% 
CONCENTRAÇÃO DE COMPAS EM 3 OU MAIS FORMATOS 
FONTE: LATIN PANEL:
11 
Novos perfis I 
• O co-criador da 
experiência de 
compras 
“eu estou aqui”
12 
Novos perfis II 
• Perceber 
distinção 
• Ser reconhecido 
como indivíduo 
“eu sou eu”
13 
Novos perfis III 
• Demonstrar 
competência 
• Ter a capacidade de 
comprar, de decidir 
“eu estou no controle”
14 
Novos perfis IV 
• ser percebido 
como um igual 
“eu pertenço”
15 
Estamos diante de um momento 
de ruptura de modelos! 
• Comunicação 
personalizada 
• Veículos mais 
segmentados 
• Comunicação interativa e 
bidirecional 
• Categorias ganham força 
• Preços já não atraem tanto 
- o foco está na 
experiência
16 
Estamos diante de um momento 
de ruptura de modelos! 
• O valor = marca + canal 
• A loja = relacionamento 
• As informações geradas no 
PDV valem $$$ 
• As indústrias destinam sua 
verbas, mas exigem valor
17 
Uma luz para o relacionamento 
entre indústria e varejo 
• Investir na parceria com cada 
um dos varejistas 
• Promover geração de novos 
conhecimentos para a própria 
organização, para o cliente e 
para o consumidor 
• Investir nas informações 
geradas no PDV 
• Decifrar o cenário de mudanças 
radicais e rápidas que chegam 
sem que estejam sendo 
percebidas
• Como a indústria deve se relacionar com 
este o varejo? 
• Como ajudar o novo varejo a satisfazer 
seus clientes e trasformá-los em clientes 
fiéis? 
• O que pode diferenciar nossa empresa 
diante de tantas? 
• Qual o nosso diferencial mais importante? 
18
PERFIL DAS GRANDES 
ORGANIZAÇÕES DE VAREJO 
 EFICAZES ORGANIZAÇÕES 
DE MARKETING 
CONTROLE PROGRESSIVO 
DOS FATORES DE DECISÃO 
DE COMPRAS 
DEMANDA PARA NOVOS 
LANÇAMENTOS DE 
PRODUTOS 
RECONHECE O VALOR DA 
PARCERIA COLABORATIVA 
BUSCA DE FORMA 
CONTÍNUA E AGRESSIVA 
REDUÇÃO DE CUSTO
PERFIL DAS GRANDES 
ORGANIZAÇÕES DE VAREJO 
•AUMENTO DA CONCENTRAÇÃO 
E DA COMPLEXIDADE NO 
GERENCIAMENTO DE CLIENTES 
•ABASTECIMENTO CONTÍNUO 
(PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS X 
NORMAS) 
•GERENCIAMENTO DE 
CATEGORIAS E E.C.R. COMO 
VANTAGENS COMPETITIVAS 
•TROCA DE INFORMAÇÃO PARA 
GERENCIAR ESTOQUES E 
MERCADO
PERFIL DAS GRANDES 
ORGANIZAÇÕES DE VAREJO 
• CARACTERÍSTICAS E 
CUSTOS DE 
COMERCIALIZAÇÃO DEVEM 
SER ENTENDIDOS E 
GERENCIADOS 
• CRESCENTE AUTOMAÇÃO 
COMERCIAL 
• INTERNACIONALIZAÇÃO DAS 
GRANDES REDES 
• O MARKETING DE MASSA 
PROGRESSIVAMENTE 
PERDERÁ IMPORTÂNCIA
Palavra de ordem
23 
Início nos anos 90 
• A procura passou a 
ser MENOR que a 
oferta 
• Hoje a oferta 
excede em muito a 
procura 
• Cresce a 
importância de 
varejistas e 
atacadistas
24 
Trade marketing 
• Otimização da 
relação entre 
indústria e seus 
distribuidores
25 
Definição: 
• Elo de comunicação 
entre Marketing e 
Vendas 
• Adapta produtos, 
políticas e estratégias, 
satisfazendo 
necessidades do 
varejo.
Missão do Trade 
• Fazer com que 
ambos ganhem: 
varejo e indústria 
• Não alimentar 
barganhas 
• Visar o consumidor 
final - “shopper”
27 
Incrementar a cadeia de valor 
cliente / consumidor e ajudar a 
força de vendas a atingir os 
objetivos de volume, lucro e 
serviços ao cliente. 
INTERFACE: entre Vendas 
e o Marketing para o 
Consumidor 
- SUPORTE: 
Planejamento, Comunicação 
e Treinamento 
- CONTROLE: Volume, 
Condições de Vendas e 
Prazos de Pagamento
- Ger. Marcas 
- Propaganda 
- Promoções 
- Desenvolv.do 
Merchandising 
- Produto 
- Desenv. Canais 
- Cobertura 
- Monitorar 
Performance de 
Vendas 
- Negociar metas 
e oportunidades 
com MKT 
- Gerência de 
Contas Chaves 
- Vendas 
- Merchandising 
- Entrega 
- Cobrança 
MARKETING 
PARA O 
CONSUMIDOR 
TRADE 
MARKETING 
(Planejamento) 
VENDAS E 
DISTRIBUIÇÃO 
(Execução) 
CLIENTE 
B2B 
TRADE MARKETING
• Disponibilidade contínua de produto 
• Preços competitivos 
• Displays vendedores e eficazes 
• Estratégia de preço para o PDV 
• Gerenciamento financeiro da relação com 
o cliente (política de crédito e sistema de 
cobrança). 
29 
Assegurar a garantia de:
TRADE MARKETING 
SEU PAPEL E SUAS RESPONSABILIDADES 
PLANEJAR 
E CONTROLAR 
O ORÇAMENTO 
DE TRADE MARKETING 
ASSEGURAR 
“A VOZ DO CLIENTE” 
NO PROCESSO 
DE PLANEJAMENTO 
INCREMENTAR A 
PRESENÇA E LUCRATIVI-DADE 
NOS DIFERENTES 
CANAIS 
MONITORAR E SUPORTAR 
A ÁREA DE VENDAS 
EM DIREÇAO ÀS 
ESTRATÉGIAS DE CANAL 
DESENVOLVER CENTROS 
DE EXPERTISE SOBRE 
CADA CANAL E 
SOBRE A CONCORRÊNCIA
PLANEJAR 
E CONTROLAR 
O ORÇAMENTO 
DE TRADE MARKETING 
- NEGOCIAR OS OBJETIVOS POR CANAL, CONTAS CHAVES E / 
OU ÁREAS GEOGRÁFICAS. 
- PREPARAR E CONTROLAR O PLANO ANUAL DE INVESTIMENTOS 
EM MERCHANDISING. 
- ASSEGURAR O CORRETO NÍVEL DE INVESTIMENTO PARA CADA 
PLANO PROMOCIONAL.
MONITORAR E SUPORTAR 
A ÁREA DE VENDAS 
EM DIREÇAO ÀS 
ESTRATÉGIAS DE CANAL 
- ANALISAR A PERFORMANCE DE VENDAS POR CANAL E CONTAS CHAVES. 
- ASSEGURAR O FOCO NOS DIFERENTES CANAIS E NEGÓCIOS. 
- ANALISAR O CRESCIMENTO E RENTABILIDADE POR CANAL. 
- ANALISAR OS RESULTADOS DOS PROGRAMAS PROMOCIONAIS. 
- SUPORTAR A FORÇA DE VENDAS COM INFORMAÇÕES SOBRE AS TENDÊNCIAS 
DE MERCADO E AÇÕES DOS CONCORRENTES, PARA AUXILIAR NO ATINGIMENTO 
DOS OBJETIVOS DE VOLUME E SERVIÇOS. 
- SUPORTAR A FORÇA DE VENDAS COM PROGRAMAS DE COMUNICAÇÃO COM 
OS CANAIS E AS CONTAS CHAVE.
DESENVOLVER CENTROS 
DE EXPERTISE SOBRE 
CADA CANAL E 
SOBRE A CONCORRÊNCIA 
-IDENTIFICAR AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE CADA CANAL: 
PRINCIPAIS FORNECEDORES; VOLUMES; PRINCIPAIS TENDÊNCIAS. 
- COORDENAR O FLUXO DE INFORMAÇÕES ENTRE OS CANAIS E O PLANEJAMENTO 
INTERNO. 
- SUPORTAR A ÁREA DE MARKETING PARA O CONSUMIDOR NOS PROCESSOS DE 
LANÇAMENTO DE NOVOS PRODUTOS. 
- MONITORAR A ESTRATÉGIA DOS PRINCIPAIS CONCORRENTES.
INCREMENTAR A PRESENÇA 
E LUCRATIVIDADE NOS 
DIFERENTES 
CANAIS 
- DEFINIR EM QUAIS LOJAS E CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CADA PRODUTO, TENDO 
COMO BASE SUA CATEGORIA, DEVERÁ ESTAR PRESENTE, EVITANDO PERDA DE 
ESFORÇOS DESNECESSÁRIOS. 
• FAZER O ACOMPANHAMENTO POR DISTRIBUIÇÃO INTERNA E PELOS DADOS 
NIELSEN – PONDERADA E NUMÉRICA 
• DEFINIR COMPOSIÇÕES DE MIX COM PREVISÃO DE VENDAS BASEADAS EM 
HISTÓRICOS E TENDÊNCIAS E RESPECTIVAS MARGENS DE CONTRIBUIÇÃO DO 
CLIENTE A FIM DE DEMONSTRAR RENTABILIDADE A SER OBTIDA CASO O CLIENTE 
CONCORDE COM SUA PROPOSTA
ASSEGURAR 
“A VOZ DO CLIENTE” 
NO PROCESSO 
DE PLANEJAMENTO 
• CRIAR AGENDA COM REUNIÕES DE ROTINA COM OS CLIENTES A FIM DE FAZER 
AS DEVIDAS REVISÕES SOBRE O ANDAMENTO DOS RESULTADOS. 
• CONHECER OS OBJETIVOS PARTICULARES DOS CLIENTES E INCLUI-LOS NO 
PLANEJAMENTO DE VENDAS DA EMPRESA 
• DAR FEEDBACK SOBRE SUAS AÇÕES E RESULTADOS OBTIDOS 
• ATUALIZAR PLANOS
Melhores práticas 
• Criação de 
parcerias de longo 
prazo 
• Trocas de 
informações 
• Compartilhamento 
de esforços 
• Planejamento 
conjunto
Em resumo, trade marketing é ... 
• É o marketing 
aplicado ao cliente 
(varejo) que ficará 
satisfeito se seu o 
cliente (“shopper”) 
também ficar 
satisfeito com a 
“SOLUÇÃO” 
apresentada por 
sua empresa.
O que trade marketing não é? 
MARKETING 
POR QUÊ? 
É FOCADO NO 
CONSUMIDOR 
COMUNICAÇÃO 
NO PDV 
É FOCADO NO 
MERCHANDISING 
VENDAS É FOCADO NO 
FECHAMENTO DO MÊS
Os pilares de Trade Marketing 
Gerenciamentodecategoria; 
Treinamento de brigada; 
Gerenciamento de espaço; 
Aplicação de tecnologia: EDI, 
etc... 
Estudo do comportamento do 
shopper; 
Apoios específicos para o 
canal; 
Serviços básicos (pedidos 
entregas, etc...);
O dia a dia do homem de TM 
Preparação /planejamento; 
Abordagem/Coleta de dados 
internos e externos – vizinhança, 
consumidores, mix da loja, etc; 
Controles de estoque e 
concorrência; 
Acordar os objetivos (vendas, 
promocionais, etc.) com o cliente; 
Merchandising – Definição materiais 
/ localização; 
Administração das informações – 
inputs , análise dos dados, 
recomendações; 
Avaliação dos resultados;
PREPARAÇÃO EXECUÇÃO 
TRADE MARKETING 
VENDAS
DESEJOS DOS CONSUMIDORES
As funções de cada área 
Marketing 
Especialista: Marca / 
Consumidor 
Objetivos: Maximizar 
Share e Lucro das 
Marcas 
Áreas de 
Responsabilidade: 
• Definir objetivos de 
faturamento, volume 
e lucro por Marca 
• Definir 
posicionamento e 
estratégias por 
Marca 
• Definir e controlar 
investimentos por 
Marca 
• Participação Mercado 
da Marca 
• Planejar e controlar 
Budget 
• Promoções ao 
Consumidor 
• Lançamento de 
Produtos 
• Gestão da 
Comunicação 
• Pesquisa ao 
Consumidor 
Trade Marketing 
Especialista: Canal / 
Categoria 
Objetivo: Suportar 
atingimento dos resultados e 
maximizar performance das 
categorias 
Áreas de Responsabilidade: 
•Recomendar Estratégias e 
Táticas de Marketing 
•Gerenciar investimentos nos 
canais 
•Desenvolver Calendários de 
Atividades nos clientes 
•Avaliar resultados das 
Atividades Promocionais 
•Recomendar e analisar 
performance de Vendas 
•Recomendar preços/descontos 
•Coordenar pesquisas de 
Consumidores nas lojas 
•Apresentar análises de 
mercado para os Clientes 
•Desenvolver eventos 
Vendas 
Especialista: Cliente 
Objetivo: Alcançar 
Objetivos definidos 
para cada Conta 
Áreas de 
Responsabilidade: 
• Volume e Lucro da 
Conta 
• Negociação com 
Clientes 
• Implementação do 
Plano de Negócios 
da Conta 
• Implementação do 
plano de 
distribuição 
• Controle de verbas 
da Conta 
• Coordenação Força de 
Vendas 
• Análise de 
Performance da Conta
Estudos sobre os consumidor
VARIÁVEIS DECISÕES 
Mix de Produtos Variedade da linha, qualidade, serviços 
Preços Preços, crédito, benefício/custo 
Promoção Propaganda, oferta, sinalização 
Apresentação Loja, departamentalização, planograma 
Pessoal Atendimento, rapidez, serviços 
Ponto Localização, acesso, visibilidade 
6 
P´s 
do 
VAREJO
Os 6 P´s do Varejo 
Mix de Produtos: 
•Variedade – Amplitude e profundidade; 
•Qualidade dos produtos; 
•Exclusividade; 
APresentação: 
•Layout; 
•Decoração; 
•Conforto; 
Preço: 
•Preço dos produtos; 
•Custo / Benefício dos produtos; 
•Prazos e formas de pagamento; 
Promoção: 
•Propaganda 
•Promoções no ponto-de-venda; 
•Programas de fidelização; 
Pessoal: 
•Velocidade de atendimento; 
•Interesse e cortesia; 
•Serviços oferecidos; 
Ponto e Localização: 
•Proximidade; 
•Facilidade de acesso; 
•Complementariedade com outros 
serviços;
Trade Mkt na Área de Vendas 
Diretor de Vendas 
Gerente Vendas 
Varejo 
Gerente Vendas 
Atacado 
Gerente Vendas 
Outros canais 
(especializados) 
Trade Mkt Varejo Trade Mkt Atacado 
Trade Mkt 
Outros Canais 
ou
Trade Mkt na Área de Vendas 
Diretor de Vendas 
Gerente Vendas 
Varejo 
Gerente Vendas 
Atacado 
Gerente Vendas 
Outros canais 
(especializados) 
Gerente Trade Mkt
Trade Mkt na Área de Marketing 
Diretor de Marketing 
Gerente Produtos Gerente Produtos Gerente Trade Mkt
O QUE É VENDA ? 
“PROCESSO PESSOAL OU 
IMPESSOAL DE ASSISTIR 
E/OU PERSUADIR UM 
COMPRADOR POTENCIAL A 
ADQUIRIR UM BEM OU 
SERVIÇO OU REAGIR 
FAVORAVELMENTE A UMA 
IDÉIA”
Perfil do atendimento 
• O executivo de 
vendas passa a ser 
um gestor de 
contas, 
especializado em 
um cliente ou grupo 
• É responsável por 
resultados – P&L 
• Conhece o seu 
negócio e o 
negócio do cliente
Sistemática de vendas 
• Não dá mais para 
atender ao mesmo 
tempo o pequeno 
varejo, lojas de 
conveniência, 
supermercados, 
redes associativistas, 
hipermercados, lojas 
de descontos.
Um hábil negociador 
• Espaço de gôndola 
• Orçamento de 
despesas e 
investimentos 
• “share” de mercado 
• Objetivos de 
margens 
• Manutenção e 
renovação do 
contrato de
54 
Varejo: 
São todas as 
atividades 
relativas à venda 
de produtos ou 
serviços 
diretamente aos 
consumidores 
finais, para uso 
pessoal e não 
comercial
55 
Varejo: 
Qualquer 
organização que 
venda para 
consumidores finais - 
seja ela um 
fabricante, atacadista 
ou varejista - está 
fazendo varejo.
56 
Varejo: 
A maneira como os 
produtos ou serviços 
são vendidos 
(pessoalmente, pelo 
correio, por telefone, 
por máquinas de 
vendas ou pela 
Internet) ou onde eles 
são vendidos (em 
uma loja, na rua, na 
casa do consumidor) 
não é importante.
Valor percebido pelo “shopper” 
✔(+) produto 
✔(+) marca do 
produto 
✔(+) canal 
✔(+) marca do canal
Fatores de sucesso 
• Produto para o varejista não é produto é 
mercadoria 
• O consumidor para o varejista é o cliente 
que para a indústria chama-se “shopper” 
• Garanta o giro da mercadoriapara o 
varejista 
• Aposte na categoria como diferencial deste 
varejista com outros concorrentes 
• Invista em tecnologia da informação 
• Trabalhe as informações geradas nos 
checkout 
• O varejista ainda gosta de ter imagem de 
preço baixo 
• Invista na formação e capacitação do 
varejista
TÉCNICAS COMERCIAIS 
• Acordos Comerciais 
• Category Management 
• Trade Marketing 
• Custo de Servir 
• E.C.R.
Acordos comerciais 
• PRESERVAR A COOPERAÇÃO DO COMÉRCIO 
• INFLUENCIAR A ATITUDE DAS ORGANIZAÇÕES LÍDERES DO COMÉRCIO 
• MINIMIZAR DISTORÇÕES E RISCOS EM RELAÇÃO AO ATINGIMENTO 
DOS OBJETIVOS DA EMPRESA 
• DIFERENCIAR DA CONCORRÊNCIA 
• NÃO PERMITIR OUTRAS EXCEÇÕES 
• DIMINUIR / ATENUAR PRESSÕES SOBRE CONDIÇÕES BÁSICAS 
• NÃO INVESTIR RECURSOS MAIS DO QUE O ESTRITAMENTE 
NECESSÁRIO
ACORDOS COMERCIAIS - 
CONTRATOS 
CENTRALIZAÇÃO-CD 1,0 a 
4,0 
CARGA FECHADA 0,5 a 1,0 NÃO 
DEVOLUÇÃO 0,5 a 1,0 
PUBLICIDADE 1,0 a 2,0 
ESPAÇO LOJA 1,0 a 3,0 
PAGAMENTO A VISTA 1,0 a 2,0 
FIDELIDADE 0,5 a 5,0 
DESCONTO DUPLICATA 3,0 a 5,0 
BONIFICAÇÃO LOJA 3,0 a 
5,0 
BÔNUS ANIVERSÁRIO 1,0 a 2,0 
FIXO 2,0 a 
16,0 
INAUGURAÇÕES 1,0 a 2,0 
AQUISIÇÃO DE LOJAS 1,0 a 1,5 
INTROD. ITENS 1,0 a 3,0 
ANIVERSÁRIOS 1,0 a 2,0 
CRESCIMENTO 1,0 a 5,0 
VARIÁVEL 1,0 a 10,0 
TOTAL 2,0 a 18,0 
CARREFOUR 
WAL-MART 
C.B.D 
ZAFFARI 
OUTROS 
ABERTURA / REINAGURAÇÃO LOJAS 
VERBA 6.000/10.000 
DESCONTO ADICIONAL 3 A 5% 
ENXOVAL 3 A 5 CAIXAS ITENS 
PRAZO ADICIONAL PAGTO 10 A 20 DIAS 
CONTRAPARTIDA???
Proposta - Cronograma de Folhetos Exclusivos, Degustação/ Abordagem 
Promoções Exclusivas/ Mega Ações, Animadores 
Cliente Jan Fev Mar Abr Mai Jun 
Carrefour 
Champion 
Extra 
Pão de Açucar 
Comprebem 
SONDA 
Sendas 
Zonasul 
 
 
  
Total Ações 2 3 3 1 3 4 
Jul Ago Set Out Nov Dez 
 
1 2 3 2 3 
Total de ações exclusivos 27 
Prezunic 
Bergamini 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Despesas de servir 
Informações Geradas : 
• Despesas - Todos os custos no 
pré e pós atendimento de vendas 
Ex. 
-Visitas de vendas e de promoções 
-Processamento de pedidos 
-Crédito/ cobrança, frete, 
logística e adm.de vendas
Despesas de servir 
Concessões : 
• Todos os custos econômicos e 
financeiros que fazem parte da 
comercialização 
Ex: 
• Descontos, bonificações, acordos 
comerciais, contratos, verbas, 
prazo de pagamento
Despesas de servir 
Informações Geradas : 
• Histórico de Vendas dos Clientes 
• Rentabilidade por segmento 
• Rentabilidade da força de Vendas 
• Base de dados por cliente 
• Despesas e concessões
ECR – visão geral 
• Efficient Consumer Response 
• Estratégia em que o varejista, o 
distribuidor, e o fornecedor trabalham 
muito próximos para eliminar custos 
excedentes da cadeia de abastecimento 
e melhor servir o consumidor.
ECR – visão geral 
• O foco é integrar processos 
logísticos e comerciais ao longo de 
toda a cadeia de abastecimento; 
• Não se busca apenas a eficiência 
das partes; 
• Grandes benefícios na redução dos 
custos operacionais, de estoques, 
incremento das vendas, otimização 
da produção, 
relação indústria x varejo.
Objetivo: 
• Criação de um sistema eficaz, no 
qual distribuidores e fornecedores 
trabalhem em conjunto como aliados 
comerciais a fim de maximizar a 
satisfação do consumidor e 
minimizar custos. 
• O ECR preocupa-se em redesenhar 
processos comerciais a automatizá-los 
tornando-os mais eficientes. 
• Informações fluem dos checkouts à 
linha de produção. 
• Evita-se o “push”
DE PARA 
> Visitas Vendedor-Cliente: 7 dias 14 dias 
> 
> Pedidos com erros: 0,08 0 
>Espera para descarga: 52 min. 12 min. 
>Tempo de Conferência: 18 min 6 min.
ECR & GERENCIAMENTO DE 
CATEGORIAS 
ALGUMAS FERRAMENTAS DO ECR 
1 - CATEGORY MANAGEMENT 
GERENCIAMENTO POR CATEGORIA 
2 - EDI - ELETRONIC DATA INTERCHANGE 
INTERCÂMBIO ELETRÔNICO DE DADOS 
3 - CONTINUOS REPLENISHMENT 
REPOSIÇÃO CONTÍNUA - INFORMAÇÃO DO PDV 
4 - ABC - ACTIVITY BASED COSTING 
CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADE
As 4 estratégias 
principais: 
Reposição: Falta, níveis de estoque. Indústria 
com acesso à base de dados do varejista; 
Sortimento: Estoques e espaços da loja. Mix 
ideal de acordo com as necessidades do 
consumidor; 
Promoção: Duração, produtos anunciados, lojas 
vinculadas; 
Introdução eficiente: Lançamento conjunto e 
planejado;
Princípios: 
• Informação integrada; 
• Trading partnership 
• Filosofia just-in-time.
ECR 
Informação Integrada 
Parceria 
Filosofia Just-in-Time 
Reposição Eficiente 
de Produtos 
Sortimento 
Eficiente de 
Produtos 
Promoção Eficiente 
de Produtos 
Introdução Eficiente 
de Produtos 
• Reposição Contínua 
• Gerenciamento por Categorias 
• Sistema de Recepção Eletrônica 
• Cross Docking 
• EDI Eletronic Interchange Data 
• DSD – Direct Store Delivery 
• ABC – Activity Based Management 
• VMI – Vendor Maneged Inventory 
• CAO – Computer Assisted Ordering 
• RFID – Radio Frequency IDentification 
Ferramentas 
Estratégias 
Princípios
Consultem 
www.ecrbrasil.com.br www.gs1brasil.com.br
PARCERIAS E ALIANÇAS: VAREJISTA & FORNECEDOR 
• COOPERAÇÃO NA CADEIA DE DISTRIBUIÇÃO 
DISTRIBUIDOR/A 
FORNECEDOR VAREJISTA CONSUMIDOR 
TACADISTA 
• CADEIA DE DISTRIBUIÇÃO INTERLIGADA 
FORNECEDOR DISTRIBUIDOR/ATACADISTA VAREJISTA CONSUMIDOR 
• COOPERAÇÃO E PARCERIA  AGREGA VALOR PARA CONSUMIDOR 
• PODER DO CANAL: DO FABRICANTE  PARA VAREJISTA
PARCERIAS E ALIANÇAS 
RELACIONAMENTO TRADICIONAL 
FORNECEDOR VAREJISTA 
VENDAS COMPRA
PARCERIAS E ALIANÇAS 
RELACIONAMENTO DESEJADO 
FORNECEDOR VAREJISTA 
VENDAS 
ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR 
MARKETING 
SISTEMAS 
RECURSOS HUMANOS 
FLUXO DE CAIXA 
LOGÍSTICA 
CONTRATOS 
ESTOQUES 
ETC. 
COMPRAS 
ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR 
MARKETING 
SISTEMAS 
RECURSOS HUMANOS 
FLUXO DE CAIXA 
LOGÍSTICA 
CONTRATOS 
ESTOQUES 
ETC.
“ESTUDO DE CASO” 
• Modelo de decisões sobre so P´s do 
varejo e como são comunicadas à 
Força de Vendas. 
• Obs.: os dados são meras ilustrações 
e não representam a realidade sobre 
marcas, imagens e outras 
informações. 
• Tem apenas fins didáticos e não se 
refere a nenhuma empresa ou
Fotos feitas pelo apresentador