O documento discute a evolução do estado democrático, destacando a transição do absolutismo do século XVIII para as aspirações por uma democracia do século XX, enfrentando desafios como a representação das massas operárias e o equilíbrio entre liberdade e igualdade. Também critica a falência de estados que se disfarçam de democráticos enquanto mantêm centralização de poder, propondo a necessidade de uma democracia que se adapte às exigências da sociedade e respeite os direitos fundamentais. Conclui que a democracia pode ser uma realidade concreta e não apenas uma utopia, sendo responsabilidade dos cidadãos garantir sua efetividade.