(1) O documento discute inovações no investimento social privado no Brasil, como o crescimento do terceiro setor e maior envolvimento das empresas; (2) Apresenta novos modelos como o "venture philanthropy" que envolve apoio financeiro e gerencial contínuo e a avaliação de resultados, e fundações comunitárias com foco local e transparência; (3) Argumenta que o investimento social deve ser estratégico, catalisador, alavancador e provocador de mudanças para ter maior impacto.