O documento discute como as políticas educacionais liberais ocultam as desigualdades sociais e a má qualidade do ensino. A meritocracia limita a melhoria da qualidade ao atribuir o sucesso ao esforço individual, em vez de considerar fatores como nível socioeconômico. O autor defende uma avaliação negociada entre escola e sistema, baseada no projeto político-pedagógico da escola.