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A diferença que faz a diferença.
Ivone
Laudemir
Luzia
Maxwel
Rubem
Tatiana
Wellington
• A escola é o lugar não só de acolhimento das
diferenças humanas e sociais, mas um lugar a
partir do qual se engendra novas diferenças,
se instauram novas demandas e se criam
novas apreensões sobre o mundo já
conhecido.
É a instituição da alteridade, do
estranhamento e da mestiçagem.
A educação implica em encontrar o outro, com
hábitos diferentes, outra língua, outra religião,
porque é com o outro que se aprende.
A instituição escolar é uma potência invejável no que
se refere a premissa de transformabilidade humana, o
que teria acontecido com as práticas escolares para
termos perdido de vista alguns consensos
fundamentais quanto ao valor ético da intervenção
escolar?
Por que se duvida tanto e tão
sistematicamente do papel e função
escolares?
Com índices de repetência e abandono da escola entre os mais elevados da América Latina,
a educação no Brasil ainda corre para alcançar patamares adequados para um País que
demonstra tanto vigor em outras áreas, como a economia. Segundo o Relatório de
Monitoramento de Educação para Todos de 2010, da Organização das Nações Unidas
para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a qualidade da educação no Brasil é baixa,
principalmente no ensino básico.
http://www.portalodm.com.br/qualidade-da-educacao-no-brasil-ainda-e-baixa-segundo-unesco--n--315.html
Da escola atual: Exigências, novos
impasses
Diferentes domínios de análise do universo da escolarização brasileira:
Cunho institucional – cotidiano prático da ação escolar, questões do dia-a-dia,
impasses e enfrentamentos dos profissionais da área.
Caráter ideológico – significados atribuídos à educação contemporânea, seus
preceitos históricos como prática social e humana inserida num mundo em mudança.
Definição legal – regulamentam as práticas educativas na esfera burocrático-
administrativa.
Cunho teórico – conjunto de proposições dos especialistas em educação acerca dos
objetivos, procedimentos e instrumentos desejáveis da ação escolar.
RECORTE INSTITUCIONAL
Recorte Institucional
 De acordo com dados oficiais, de cada cem alunos que
iniciam o processo de escolarização, nem um terço
conseguem concluir o primeiro grau. O que teria acontecido
com mais de setenta delas no meio do caminho?
 Basta olhar em volta, no seu trabalho, sua vizinhança, suas
relações mais próximas, quase todos tem uma historia de
inadequação ou insucesso escolar para contar.
 Diante das dificuldades que se apresentam no dia-a-dia,
professores culpam os alunos, que culpam os professores,
que culpam os pais, que culpam os professores, instaurando
um círculo vicioso e improdutivo.
“O grande ponto positivo do PDE é justamente ele se dispor a combater o
ensino ruim que a Educação Básica oferece. A partir da década de 1990,
tivemos avanços na questão quantitativa. Porém não basta garantir o ingresso.
É preciso também assegurar a conclusão. Até 2007, as políticas desenhadas
para garantir a permanência das crianças deixaram a desejar do ponto de vista
pedagógico, pois se preocupavam apenas em aumentar o número de alunos
que chegavam ao 9º ano (8ª série), sem garantir a aprendizagem.”
Dermeval Saviani, professor da Unicamp, diz em
entrevista à revista NOVA ESCOLA GESTÃO
ESCOLAR sobre o Plano de Desenvolvimento da
Educação, política educacional do atual governo.
O aluno, no final é quem arca com ônus, sendo reprovado e se
tornando um daqueles setenta que ficou no meio do caminho. Uma
realidade cruel e perigosa que se volta contra a própria escola e o
professor , em forma de desesperança e descrédito.
E por que ele acaba sendo reprovado? Ou é problema de
comportamento ou de aprendizagem, ou as duas coisas. Segundo os
professores ,o principal obstáculo, seja na escola pública ou particular, é
o “aluno-problema”.
Mas nessa imagem-conceito de supostos “alunos-problemas” passamos
a ter um problema conceitual e ético: é estranho e contraditório, que
nós profissionais da educação aleguemos que a própria clientela
escolar constitua um impedimento maior da escolarização nos dias de
hoje.
Por que temos nós tanto problema em aceitar que tais
“distúrbios” de aprendizagem ou de comportamento podem ser
um bom momento para exercitarmos nossa competência e
nossa possível excelência profissional?
A escola não pode fazer que o modo de vida da criança mude, ela
pode, no entanto dar a criança a sensação de que esta levando em
consideração a sua pessoa e suas dificuldades. É necessário se
responsabilizar também por aquelas crianças com dificuldades. O
que mais se ouve é que os alunos apresentam uma série quase
incontável de “dificuldades”, que suas carências (cognitivas, morais ,
sociais ) são de certa forma intransponíveis. Argumentos desse porte
são versões pré-diagnósticas para as dificuldades percebidas nos
alunos, que vão desde as de fundo psicológico, passando pelas
familiares até o contexto cultural.
O que fazer então?
Talvez o primeiro passo seja enfrentar, pelo menos
com um pouco de honestidade, nossos
pressupostos. Rever nossos conceitos, valores e
crenças solidificados, ou seja, a maneira com que
temos nos posicionado diante de nossos alunos,
tomando a relação professor-aluno como núcleo e
foco do trabalho pedagógico, pode ser uma boa
forma de redescobrir o prazer e o valor (social e
humano) dessa profissão de certo modo
extraordinário.
O recorte Ideológico
Ética na escola.ppt
Do cidadão do futuro
imediato exige-se que
esteja antenado com o
fluxo ininterrupto e
mutante de conceitos,
idéias e imagens.
Mas que tipo de
informação esse cidadão
tem buscado?
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A educação é o passaporte para
um mundo novo, para um
homem e uma mulher novos
autônomos e acima de tudo
humanistas/dialéticos.
Buscar uma escola
transformadora, humanista e
criativa é o grande desafio da
educação brasileira nesse inicio
de século XXI.
RECORTE LEGAL
EDUCAÇÃO É DIREITO E DEVER
A Constituição do Brasil (artigo 205) garante que a
educação é um trabalho conjunto do Estado e da família
e com objetivo de desenvolvimento do ser, do cidadão e
do operário.
P. 145
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QUEM EDUCA?
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FALHA NO ARTIGO 205
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que seres pensantes.
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URGENTE
• Permitir que a criança entre na escola
e conseguir sua permanência. E com
aprendizado.
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– 1- Crianças cujos pais não têm
dinheiro para as necessidades
básicas.
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domésticos ou psicológicos.
P. 148 e 149
O RECORTE TEÓRICO
Aluno
O aluno é considerado como inserido num
mundo que irá conhecer através de informações
que lhe serão fornecidas. É um receptor passivo
até que, repleto das informações necessárias,
pode repeti-las a outros que ainda não as
possuam, assim como pode ser eficiente em sua
profissão, quando de posse dessas informações e
conteúdos.
Ensino aprendizagem
É uma mudança relativamente permanente de
uma tendência comportamental e ou na vida
mental do indivíduo resultantes de uma prática
educacional.
Metodologia
Inclui tanto a aplicação da tecnologia
educacional e estratégias de ensino, quanto
formas de reforço no relacionamento professor-
aluno.
Avaliação
É o resultado da aprendizagem em seu ritmo
próprio, consiste em constatar se o aluno
aprendeu e atingiu os objetivos proposto.
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outra ordem.
 No contato direto com os professores das diversa
áreas, tem se constatado um elevado grau de
insatisfação docente com relação á indisciplina
escolar, acarretando prejuízos ao trabalho em sala
de aula.
 Tais problemas recaem nas salas das equipes
pedagógicas, com solicitações de intervenção
juntos a esses alunos.
O Ofício Docente:
Poderia ser definido como resultados da articulação de três grandes
dimensões.
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composição de tais conteúdos (o como)
3º E outra de natureza ética, que se refere aos valores de expansão humana
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conhecer. (o para quê)
Os estudos que têm sido realizados colocam em
evidência a necessidade de um professor com
uma prática pedagógica reflexiva.Isto é ele deve
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Ética na escola.ppt

  • 1. A diferença que faz a diferença. Ivone Laudemir Luzia Maxwel Rubem Tatiana Wellington
  • 2. • A escola é o lugar não só de acolhimento das diferenças humanas e sociais, mas um lugar a partir do qual se engendra novas diferenças, se instauram novas demandas e se criam novas apreensões sobre o mundo já conhecido.
  • 3. É a instituição da alteridade, do estranhamento e da mestiçagem.
  • 4. A educação implica em encontrar o outro, com hábitos diferentes, outra língua, outra religião, porque é com o outro que se aprende.
  • 5. A instituição escolar é uma potência invejável no que se refere a premissa de transformabilidade humana, o que teria acontecido com as práticas escolares para termos perdido de vista alguns consensos fundamentais quanto ao valor ético da intervenção escolar? Por que se duvida tanto e tão sistematicamente do papel e função escolares?
  • 6. Com índices de repetência e abandono da escola entre os mais elevados da América Latina, a educação no Brasil ainda corre para alcançar patamares adequados para um País que demonstra tanto vigor em outras áreas, como a economia. Segundo o Relatório de Monitoramento de Educação para Todos de 2010, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a qualidade da educação no Brasil é baixa, principalmente no ensino básico. http://www.portalodm.com.br/qualidade-da-educacao-no-brasil-ainda-e-baixa-segundo-unesco--n--315.html
  • 7. Da escola atual: Exigências, novos impasses Diferentes domínios de análise do universo da escolarização brasileira: Cunho institucional – cotidiano prático da ação escolar, questões do dia-a-dia, impasses e enfrentamentos dos profissionais da área. Caráter ideológico – significados atribuídos à educação contemporânea, seus preceitos históricos como prática social e humana inserida num mundo em mudança. Definição legal – regulamentam as práticas educativas na esfera burocrático- administrativa. Cunho teórico – conjunto de proposições dos especialistas em educação acerca dos objetivos, procedimentos e instrumentos desejáveis da ação escolar.
  • 9. Recorte Institucional  De acordo com dados oficiais, de cada cem alunos que iniciam o processo de escolarização, nem um terço conseguem concluir o primeiro grau. O que teria acontecido com mais de setenta delas no meio do caminho?  Basta olhar em volta, no seu trabalho, sua vizinhança, suas relações mais próximas, quase todos tem uma historia de inadequação ou insucesso escolar para contar.  Diante das dificuldades que se apresentam no dia-a-dia, professores culpam os alunos, que culpam os professores, que culpam os pais, que culpam os professores, instaurando um círculo vicioso e improdutivo.
  • 10. “O grande ponto positivo do PDE é justamente ele se dispor a combater o ensino ruim que a Educação Básica oferece. A partir da década de 1990, tivemos avanços na questão quantitativa. Porém não basta garantir o ingresso. É preciso também assegurar a conclusão. Até 2007, as políticas desenhadas para garantir a permanência das crianças deixaram a desejar do ponto de vista pedagógico, pois se preocupavam apenas em aumentar o número de alunos que chegavam ao 9º ano (8ª série), sem garantir a aprendizagem.” Dermeval Saviani, professor da Unicamp, diz em entrevista à revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR sobre o Plano de Desenvolvimento da Educação, política educacional do atual governo.
  • 11. O aluno, no final é quem arca com ônus, sendo reprovado e se tornando um daqueles setenta que ficou no meio do caminho. Uma realidade cruel e perigosa que se volta contra a própria escola e o professor , em forma de desesperança e descrédito. E por que ele acaba sendo reprovado? Ou é problema de comportamento ou de aprendizagem, ou as duas coisas. Segundo os professores ,o principal obstáculo, seja na escola pública ou particular, é o “aluno-problema”. Mas nessa imagem-conceito de supostos “alunos-problemas” passamos a ter um problema conceitual e ético: é estranho e contraditório, que nós profissionais da educação aleguemos que a própria clientela escolar constitua um impedimento maior da escolarização nos dias de hoje.
  • 12. Por que temos nós tanto problema em aceitar que tais “distúrbios” de aprendizagem ou de comportamento podem ser um bom momento para exercitarmos nossa competência e nossa possível excelência profissional? A escola não pode fazer que o modo de vida da criança mude, ela pode, no entanto dar a criança a sensação de que esta levando em consideração a sua pessoa e suas dificuldades. É necessário se responsabilizar também por aquelas crianças com dificuldades. O que mais se ouve é que os alunos apresentam uma série quase incontável de “dificuldades”, que suas carências (cognitivas, morais , sociais ) são de certa forma intransponíveis. Argumentos desse porte são versões pré-diagnósticas para as dificuldades percebidas nos alunos, que vão desde as de fundo psicológico, passando pelas familiares até o contexto cultural.
  • 13. O que fazer então? Talvez o primeiro passo seja enfrentar, pelo menos com um pouco de honestidade, nossos pressupostos. Rever nossos conceitos, valores e crenças solidificados, ou seja, a maneira com que temos nos posicionado diante de nossos alunos, tomando a relação professor-aluno como núcleo e foco do trabalho pedagógico, pode ser uma boa forma de redescobrir o prazer e o valor (social e humano) dessa profissão de certo modo extraordinário.
  • 16. Do cidadão do futuro imediato exige-se que esteja antenado com o fluxo ininterrupto e mutante de conceitos, idéias e imagens. Mas que tipo de informação esse cidadão tem buscado? Será um consumidor descartável de informações também descartáveis, num mundo igualmente descartável?
  • 19. A educação é o passaporte para um mundo novo, para um homem e uma mulher novos autônomos e acima de tudo humanistas/dialéticos. Buscar uma escola transformadora, humanista e criativa é o grande desafio da educação brasileira nesse inicio de século XXI.
  • 20. RECORTE LEGAL EDUCAÇÃO É DIREITO E DEVER A Constituição do Brasil (artigo 205) garante que a educação é um trabalho conjunto do Estado e da família e com objetivo de desenvolvimento do ser, do cidadão e do operário. P. 145
  • 21. O RECORTE LEGAL QUEM EDUCA? • Repassar a moral e ensinar a se comportar gerando assim a formar um ser social; Pais • Sistematizar conhecimentos sobre assuntos diversos. Professores P. 146
  • 23. O RECORTE LEGAL O QUE É ESCOLA? O meio de transição entre a família (privacidade doméstica) e a sociedade (mundo). P. 146
  • 24. O RECORTE LEGAL FALHA NO ARTIGO 205 A educação forma mais operários que seres pensantes. P. 147 e 148
  • 25. O RECORTE LEGAL URGENTE • Permitir que a criança entre na escola e conseguir sua permanência. E com aprendizado. • Quem sai? – 1- Crianças cujos pais não têm dinheiro para as necessidades básicas. – 2- Crianças com distúrbios domésticos ou psicológicos. P. 148 e 149
  • 27. Aluno O aluno é considerado como inserido num mundo que irá conhecer através de informações que lhe serão fornecidas. É um receptor passivo até que, repleto das informações necessárias, pode repeti-las a outros que ainda não as possuam, assim como pode ser eficiente em sua profissão, quando de posse dessas informações e conteúdos.
  • 28. Ensino aprendizagem É uma mudança relativamente permanente de uma tendência comportamental e ou na vida mental do indivíduo resultantes de uma prática educacional.
  • 29. Metodologia Inclui tanto a aplicação da tecnologia educacional e estratégias de ensino, quanto formas de reforço no relacionamento professor- aluno.
  • 30. Avaliação É o resultado da aprendizagem em seu ritmo próprio, consiste em constatar se o aluno aprendeu e atingiu os objetivos proposto.
  • 31.  Possibilidade de um enfrentamento teórico de outra ordem.  No contato direto com os professores das diversa áreas, tem se constatado um elevado grau de insatisfação docente com relação á indisciplina escolar, acarretando prejuízos ao trabalho em sala de aula.  Tais problemas recaem nas salas das equipes pedagógicas, com solicitações de intervenção juntos a esses alunos.
  • 32. O Ofício Docente: Poderia ser definido como resultados da articulação de três grandes dimensões. 1º Uma da especialidade, dos conteúdos específicos em foco. (o quê) 2º Outra de cunho didático-metodológico dos procedimentos relativos a composição de tais conteúdos (o como) 3º E outra de natureza ética, que se refere aos valores de expansão humana e democratização social intrínsecos ao conhecimento e ao próprio ato de conhecer. (o para quê)
  • 33. Os estudos que têm sido realizados colocam em evidência a necessidade de um professor com uma prática pedagógica reflexiva.Isto é ele deve estar sempre atento às mudanças diante da sua inquietação e reflexão de sua própria prática, usando o novo.