SlideShare uma empresa Scribd logo
CLUBE DE FILOSOFIA – ESMGA, 2010
A sexualidade é uma energia
        que encontra a sua expressão física,
     psicológica e social no desejo de contacto,
              ternura e às vezes amor.




                 Sexualidade


                  Indivíduo como um todo



Conhecimentos                                    Vertente
 anatómicos e                                 psico-afectiva
  fisiológicos                                 e emocional

                                                               2
                   Clube de Filosofia, 2010
Clube de Filosofia, 2010




  Desdeo nascimento, as
 relações entre as pessoas são
 marcadas pela identidade
 sexual:
    Os pais não lidam com os rapazes do mesmo
     modo com que lidam com as raparigas;
    Os próprios rapazes e raparigas têm
     comportamentos diferentes consoante estão
     num grupo de rapazes, ou de raparigas, ou
     mistos.

                                                     3
Clube de Filosofia, 2010




  Mas
     as diferenças começam
 muito antes do nascimento:
    Aosdois meses de gestação, já
    há diferenças hormonais entre
    os futuros rapazes e as futuras
    raparigas:
       Os  fetos masculinos produzem
         uma hormona específica em
         grande quantidade: a
         testosterona.

                                                           4
Clube de Filosofia, 2010




  Como se forma, então, a
 Identidade Sexual?
    Desenvolvimento    de
     características físicas e
     químicas do organismo;
    História de vida e das
     relações entre as pessoas.

 Características orgânicas e História de vida
 relacionam-se entre si.

                                                                       5
Clube de Filosofia, 2010




  Danossa História de Vida
  fazem parte:
    As experiências concretas
     de cada um;
    As expectativas dos outros;

    Os projectos de futuro
     (expectativas) de cada um.
 Os projectos para o futuro fazem sempre
 parte da nossa experiência:
 • Ou porque se concretizaram;
 • Ou porque não se concretizaram.
                                                                      6
Clube de Filosofia, 2010




  Danossa História de Vida
  fazem parte ainda:
    Os relatos ou narrativas
     que fazemos a nosso
     respeito.
 As histórias que contamos a nosso
 respeito podem ser verdade ou
 mentira, mas se acreditarmos nelas
 fazem parte de nós e da nossa História
 de Vida:
     • São crenças a respeito de nós
     mesmos.
                                                                 7
Clube de Filosofia, 2010




                                                 A vinculação é uma ligação muito
                                                 estreita e recíproca entre o bebé e
  Vinculação:                                   uma ou mais pessoas do seu
                                                 ambiente, normalmente a mãe e o pai
    Todos      os bebés nascem com
     uma necessidade básica de
     ternura e de contacto físico.
     (lembrar conceito de sexualidade).

    A satisfação dessa
     necessidade é tão
     importante ou mais
     importante do que a de
     comer ou de beber.                 De entre as figuras de vinculação, o bebé
                                       elege uma que é a principal, muitas vezes a
                                       mãe, mas, por vezes também, o pai.
                                       Esta escolha não é determinada pelas
                                       características sexuais.                      8
Clube de Filosofia, 2010




                                        Nos primeiros tempos de vida, o
  Vinculação:                          bebé ainda não é um rapaz ou uma
                                        rapariga: é uma criança.
    É a primeira manifestação da
     necessidade de carinho,
     ternura, afectos recíprocos
     (entre duas pessoas), isto é,
     de uma vida sexual
     satisfatória.
    No entanto, o bebé ainda
     NÃO CONSTRUIU uma
     identidade sexual, do ponto
     de vista das relações
     interpessoais.


                                                                       9
Clube de Filosofia, 2010




                                             Nos primeiros tempos de vida, o
  Relações     com os Pais:                 bebé ainda não é um rapaz ou uma
                                             rapariga: é uma criança.
    Obebé já possui
    características próprias:
       Essas    características
          influenciam a forma como os
          seus pais vão lidar com ele.
    Ospais têm as sua próprias
    características e formas de
    reagir:
       Estas   características
          influenciam o comportamento
          da criança.

                                                                           10
Clube de Filosofia, 2010




                                            Nos primeiros tempos de vida, o
  Relações     com os Pais:                bebé ainda não é um rapaz ou uma
                                            rapariga: é uma criança.
    Obebé já tem características
    orgânicas masculinas ou
    femininas:
       Essas   características
         influenciam a forma como os
         seus pais vão lidar com ele.
    Opai e a mãe têm
    identidades sexuais
    distintas:
       Estas  características
         influenciam o comportamento
         da criança.


                                                                          11
Clube de Filosofia, 2010




  Relações   com os Pais:
    O bebé masculino, por acção
     dos pais e das suas
     características pessoais, vai
     identificar-se com as
     características masculinas
     do pai.
    O bebé feminino, por acção
     dos pais e das suas
     características pessoais, vai
     identificar-se com as
     características femininas da
     mãe.

                                                          12
Clube de Filosofia, 2010




  Relações   com os Pais:
    Das  características
     masculinas (idealizadas
     pela criança) faz parte o
     facto de o pai gostar da
     mãe.
    Das características
     femininas (idealizadas pela
     criança) faz parte o facto
     de a mãe gostar do pai.


                                                        13
Clube de Filosofia, 2010




                                                A procura do afecto privilegiado da
  Identidade       Sexual:                     mãe ou do pai faz parte da
                                                construção da identidade sexual com
                                                a figura masculina ou feminina.
    O rapaz vai, então,
     procurar o afecto
     privilegiado da mãe.
    A rapariga vai procurar o
     afecto privilegiado do pai.

   Nem os rapazes, nem as raparigas
   procuram afecto em crianças da mesma
   idade, durante a infância.
   Podem fazer jogos simbólicos
   (casamentos, namoros, etc.), mas o afecto
   procuram-no em pessoas mais velhas.
                                                                                 14
Clube de Filosofia, 2010




                                    Numa fase inicial, um grande
                                    número de adolescentes continua a
  Identidade
            Sexual na               ser atraído por pessoas mais
                                    velhas do que eles, mas mais
  Adolescência:                     jovens do que os seus pais.
    Noinício da adolescência
    (12, 13 anos +/-), os
    rapazes e as raparigas
    começam a descobrir a
    possibilidade de obter e
    dar afecto a pessoas de
    idades mais próximas das
                                    Os pedófilos tiram, normalmente,
    suas.                           proveito deste período de
                                    construção da identidade sexual
                                    das crianças e dos adolescentes.
                                                                       15
Clube de Filosofia, 2010




  Afectividade   é:
    Um processo mental
    responsável pela gestão das
    nossas emoções e
    sentimentos
  Afectividade   implica:
    Compreensão    correcta das
     situações (inteligência)
    Controlo das emoções
    Adequação dos
     comportamentos


                                                          16
Clube de Filosofia, 2010




  Durantea infância e a
 adolescência, a gestão da
 afectividade é apoiada:
    Pela interiorização de
     regras e normas sociais
    Por modelos sociais

    Por moldagem educativa




                                                      17
Clube de Filosofia, 2010




    Comportamentos afectuosos
     (ternura, carinho):
       São experiências fundamentais
        na construção de uma vida
        sexual equilibrada e
        satisfatória.
       Ajudam a desenvolver
        competências na gestão das
        emoções, e
       Constituem a parte mais
        significativa das relações
        sexuais na idade adulta.

                                                             18
Clube de Filosofia, 2010




CLUBE DE FILOSOFIA, 2010
                                                      19

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Adolescência e sexualidade
Adolescência e sexualidadeAdolescência e sexualidade
Adolescência e sexualidade
Bio Sem Limites
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
guestbacc08
 
Motivação
MotivaçãoMotivação
Violencia Doméstica
Violencia DomésticaViolencia Doméstica
Violencia Doméstica
AP6Dmundao
 
Adolescencia
AdolescenciaAdolescencia
Adolescencia
Roberto Moreira Silva
 
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIASEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
Jose Camara
 
Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...
Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...
Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...
Paulo Milreu
 
Violência infantil
Violência infantilViolência infantil
Violência infantil
Lidiane Lima
 
Quais os perigos da tecnologia na infância?
Quais os perigos da tecnologia na infância?Quais os perigos da tecnologia na infância?
Quais os perigos da tecnologia na infância?
diogofranciscorocha
 
Tudo sobre Sexualidade
Tudo sobre SexualidadeTudo sobre Sexualidade
Tudo sobre Sexualidade
Ana Luzia
 
O que é violência sexual
O que é violência sexualO que é violência sexual
O que é violência sexual
Alinebrauna Brauna
 
Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...
Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...
Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...
Marilene dos Santos
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
Isabel Aguiar
 
Educaçao sexual
Educaçao sexualEducaçao sexual
Educaçao sexual
Felipe Spessatto
 
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Alinebrauna Brauna
 
A Baixa Auto Estima No Cotidiano
A Baixa Auto Estima No CotidianoA Baixa Auto Estima No Cotidiano
A Baixa Auto Estima No Cotidiano
Thiago de Almeida
 
18 de maio
18 de maio18 de maio
18 de maio
Ivanílson Santos
 
Adolescência significado evolutivo
Adolescência significado evolutivo Adolescência significado evolutivo
Adolescência significado evolutivo
Psicologia_2015
 
18 de Maio
18 de Maio 18 de Maio
18 de Maio
Patrícia Brasil
 
Sexualidade e afetividade 1
Sexualidade e afetividade 1Sexualidade e afetividade 1
Sexualidade e afetividade 1
Patrícia Alvarenga Sá
 

Mais procurados (20)

Adolescência e sexualidade
Adolescência e sexualidadeAdolescência e sexualidade
Adolescência e sexualidade
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
 
Motivação
MotivaçãoMotivação
Motivação
 
Violencia Doméstica
Violencia DomésticaViolencia Doméstica
Violencia Doméstica
 
Adolescencia
AdolescenciaAdolescencia
Adolescencia
 
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIASEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
 
Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...
Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...
Palestra: Internet, Tecnologia, Pais e Filhos - Colégio São José - Bauru (Red...
 
Violência infantil
Violência infantilViolência infantil
Violência infantil
 
Quais os perigos da tecnologia na infância?
Quais os perigos da tecnologia na infância?Quais os perigos da tecnologia na infância?
Quais os perigos da tecnologia na infância?
 
Tudo sobre Sexualidade
Tudo sobre SexualidadeTudo sobre Sexualidade
Tudo sobre Sexualidade
 
O que é violência sexual
O que é violência sexualO que é violência sexual
O que é violência sexual
 
Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...
Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...
Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolesce...
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
 
Educaçao sexual
Educaçao sexualEducaçao sexual
Educaçao sexual
 
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
 
A Baixa Auto Estima No Cotidiano
A Baixa Auto Estima No CotidianoA Baixa Auto Estima No Cotidiano
A Baixa Auto Estima No Cotidiano
 
18 de maio
18 de maio18 de maio
18 de maio
 
Adolescência significado evolutivo
Adolescência significado evolutivo Adolescência significado evolutivo
Adolescência significado evolutivo
 
18 de Maio
18 de Maio 18 de Maio
18 de Maio
 
Sexualidade e afetividade 1
Sexualidade e afetividade 1Sexualidade e afetividade 1
Sexualidade e afetividade 1
 

Destaque

Jogo de afetos
Jogo de afetosJogo de afetos
Jogo de afetos
mauroangelo
 
Power point educação para os afectos -e.sexual
Power point educação para os afectos -e.sexualPower point educação para os afectos -e.sexual
Power point educação para os afectos -e.sexual
Teresa Ramos
 
Jardim dos afectos
Jardim dos afectosJardim dos afectos
Jardim dos afectos
Acilu
 
A história do pedrinho e da joana
A história do pedrinho e da joanaA história do pedrinho e da joana
A história do pedrinho e da joana
Teresa Ramos
 
Educação para os afetos educação sexual
Educação para os afetos    educação sexualEducação para os afetos    educação sexual
Educação para os afetos educação sexual
Teresa Ramos
 
Oficina do afeto
Oficina do afetoOficina do afeto
Oficina do afeto
kadiamaria
 
Meninos e meninas do mundo
Meninos e meninas do mundoMeninos e meninas do mundo
Meninos e meninas do mundo
Blog da Criançada
 
Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?
Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?
Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?
Thiago de Almeida
 
O que acontece com o seu corpo
O que acontece com o seu corpoO que acontece com o seu corpo
O que acontece com o seu corpo
VaMartins
 
Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02
Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02
Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02
Pelo Siro
 
O Meu Corpo 1º E 2º Anoscomp
O Meu Corpo  1º E 2º AnoscompO Meu Corpo  1º E 2º Anoscomp
O Meu Corpo 1º E 2º Anoscomp
educarasaude
 
A sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescênciaA sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescência
Lilia Braga
 
Educação sexual para crianças
Educação sexual para criançasEducação sexual para crianças
Educação sexual para crianças
maria25
 
Sexualidade na Escola
Sexualidade na EscolaSexualidade na Escola
Sexualidade na Escola
LeandroFuzaro
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescênciaSexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
Camila Oliveira
 
A educação sexual no pré escolar
A educação sexual no pré escolarA educação sexual no pré escolar
A educação sexual no pré escolar
Maria Amaral
 
46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo
46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo
46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo
Pelo Siro
 
Chegou a adolescência
Chegou a adolescênciaChegou a adolescência
Chegou a adolescência
Camila Oliveira
 
ADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPO
ADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPOADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPO
ADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPO
veronicasilva
 
Adolescência
AdolescênciaAdolescência
Adolescência
Moderadora
 

Destaque (20)

Jogo de afetos
Jogo de afetosJogo de afetos
Jogo de afetos
 
Power point educação para os afectos -e.sexual
Power point educação para os afectos -e.sexualPower point educação para os afectos -e.sexual
Power point educação para os afectos -e.sexual
 
Jardim dos afectos
Jardim dos afectosJardim dos afectos
Jardim dos afectos
 
A história do pedrinho e da joana
A história do pedrinho e da joanaA história do pedrinho e da joana
A história do pedrinho e da joana
 
Educação para os afetos educação sexual
Educação para os afetos    educação sexualEducação para os afetos    educação sexual
Educação para os afetos educação sexual
 
Oficina do afeto
Oficina do afetoOficina do afeto
Oficina do afeto
 
Meninos e meninas do mundo
Meninos e meninas do mundoMeninos e meninas do mundo
Meninos e meninas do mundo
 
Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?
Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?
Como ensinar os conceitos de Sexo e de Sexualidade na escola?
 
O que acontece com o seu corpo
O que acontece com o seu corpoO que acontece com o seu corpo
O que acontece com o seu corpo
 
Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02
Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02
Sexualidade na-adolescncia1-1232369927059987-2-110129142016-phpapp02
 
O Meu Corpo 1º E 2º Anoscomp
O Meu Corpo  1º E 2º AnoscompO Meu Corpo  1º E 2º Anoscomp
O Meu Corpo 1º E 2º Anoscomp
 
A sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescênciaA sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescência
 
Educação sexual para crianças
Educação sexual para criançasEducação sexual para crianças
Educação sexual para crianças
 
Sexualidade na Escola
Sexualidade na EscolaSexualidade na Escola
Sexualidade na Escola
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescênciaSexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
 
A educação sexual no pré escolar
A educação sexual no pré escolarA educação sexual no pré escolar
A educação sexual no pré escolar
 
46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo
46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo
46178129 powerpoint-para-a-educacao-sexual-no-1ºciclo
 
Chegou a adolescência
Chegou a adolescênciaChegou a adolescência
Chegou a adolescência
 
ADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPO
ADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPOADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPO
ADOLESCÊNCIA E AS TRANSFORMAÇÕES DO CORPO
 
Adolescência
AdolescênciaAdolescência
Adolescência
 

Semelhante a Educação Sexual - 2º Ciclo

106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
Pelo Siro
 
106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
Pelo Siro
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
Aluisio Èvora
 
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de géneroDimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
José António Farias
 
sexualidade
sexualidadesexualidade
sexualidade
Vithória Almeida
 
Orientacao sexual
Orientacao sexualOrientacao sexual
Orientacao sexual
Placido Esporte Clube
 
Sexualidade infantil
Sexualidade infantil Sexualidade infantil
Sexualidade infantil
Dhilma Freitas
 
Sexualidade powerpoint
Sexualidade powerpointSexualidade powerpoint
Sexualidade powerpoint
georgiamfc
 
Sexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e AprendizagemSexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e Aprendizagem
Marcia Nakamura
 
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
jornadaeducacaoinfantil
 
Freud e o inconsciente
Freud e o inconscienteFreud e o inconsciente
Freud e o inconsciente
psicologiaazambuja
 
A sexualidade dos 2 aos 10 ano snovo
A sexualidade dos 2 aos 10 ano snovoA sexualidade dos 2 aos 10 ano snovo
A sexualidade dos 2 aos 10 ano snovo
Vera Gama
 
Freud e o desenvolvimento
Freud e o desenvolvimentoFreud e o desenvolvimento
Freud e o desenvolvimento
psicologiaazambuja
 
Orientação sexual
Orientação sexualOrientação sexual
Orientação sexual
jt7_9
 
Gravidez
GravidezGravidez
1203276436 freud
1203276436 freud1203276436 freud
1203276436 freud
catia
 
Desenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessa
Desenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessaDesenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessa
Desenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessa
ADELAYNE EDITE MENDE MENDES
 
Relações precoces
Relações precocesRelações precoces
Relações precoces
norberto faria
 
Se és Rapaz
Se és RapazSe és Rapaz
Se és Rapaz
Sandra Freitas
 
Gravidez Precoce e Discriminação Sexual
Gravidez Precoce e Discriminação SexualGravidez Precoce e Discriminação Sexual
Gravidez Precoce e Discriminação Sexual
lucia_nunes
 

Semelhante a Educação Sexual - 2º Ciclo (20)

106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106236962 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
 
106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
106238433 educasexual2cicl-100211094855-phpapp01
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
 
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de géneroDimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
 
sexualidade
sexualidadesexualidade
sexualidade
 
Orientacao sexual
Orientacao sexualOrientacao sexual
Orientacao sexual
 
Sexualidade infantil
Sexualidade infantil Sexualidade infantil
Sexualidade infantil
 
Sexualidade powerpoint
Sexualidade powerpointSexualidade powerpoint
Sexualidade powerpoint
 
Sexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e AprendizagemSexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e Aprendizagem
 
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
 
Freud e o inconsciente
Freud e o inconscienteFreud e o inconsciente
Freud e o inconsciente
 
A sexualidade dos 2 aos 10 ano snovo
A sexualidade dos 2 aos 10 ano snovoA sexualidade dos 2 aos 10 ano snovo
A sexualidade dos 2 aos 10 ano snovo
 
Freud e o desenvolvimento
Freud e o desenvolvimentoFreud e o desenvolvimento
Freud e o desenvolvimento
 
Orientação sexual
Orientação sexualOrientação sexual
Orientação sexual
 
Gravidez
GravidezGravidez
Gravidez
 
1203276436 freud
1203276436 freud1203276436 freud
1203276436 freud
 
Desenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessa
Desenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessaDesenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessa
Desenvolvimento da-criana-6 a 12anos vanessa
 
Relações precoces
Relações precocesRelações precoces
Relações precoces
 
Se és Rapaz
Se és RapazSe és Rapaz
Se és Rapaz
 
Gravidez Precoce e Discriminação Sexual
Gravidez Precoce e Discriminação SexualGravidez Precoce e Discriminação Sexual
Gravidez Precoce e Discriminação Sexual
 

Mais de Jorge Barbosa

Ideias em Debate sobre Educação Prioritária
Ideias em Debate sobre Educação PrioritáriaIdeias em Debate sobre Educação Prioritária
Ideias em Debate sobre Educação Prioritária
Jorge Barbosa
 
Assuntos para Debate na Educação
Assuntos para Debate na EducaçãoAssuntos para Debate na Educação
Assuntos para Debate na Educação
Jorge Barbosa
 
Rapport cn num_education_oct14
Rapport cn num_education_oct14Rapport cn num_education_oct14
Rapport cn num_education_oct14
Jorge Barbosa
 
Proposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida Portuguesa
Proposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida PortuguesaProposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida Portuguesa
Proposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida Portuguesa
Jorge Barbosa
 
Organização do Ano Letivo 2014/2015
Organização do Ano Letivo 2014/2015Organização do Ano Letivo 2014/2015
Organização do Ano Letivo 2014/2015
Jorge Barbosa
 
Relatorio Educacao Especial
Relatorio Educacao EspecialRelatorio Educacao Especial
Relatorio Educacao Especial
Jorge Barbosa
 
Sentimentos Acráticos, Empatia e Autoconsciência
Sentimentos Acráticos, Empatia e AutoconsciênciaSentimentos Acráticos, Empatia e Autoconsciência
Sentimentos Acráticos, Empatia e Autoconsciência
Jorge Barbosa
 
Afetos, Emoções e Conceitos Aparentados
Afetos, Emoções e Conceitos AparentadosAfetos, Emoções e Conceitos Aparentados
Afetos, Emoções e Conceitos Aparentados
Jorge Barbosa
 
regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...
regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...
regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...
Jorge Barbosa
 
Despacho Normativo 6/2014
Despacho Normativo 6/2014Despacho Normativo 6/2014
Despacho Normativo 6/2014
Jorge Barbosa
 
guião reforma estado
guião reforma estadoguião reforma estado
guião reforma estado
Jorge Barbosa
 
A Ética - Espinosa
A Ética - EspinosaA Ética - Espinosa
A Ética - Espinosa
Jorge Barbosa
 
A Cidade
A CidadeA Cidade
A Cidade
Jorge Barbosa
 
Velha do Postigo
Velha do PostigoVelha do Postigo
Velha do Postigo
Jorge Barbosa
 
Revolução kantiana
Revolução kantianaRevolução kantiana
Revolução kantiana
Jorge Barbosa
 
O Teeteto de Platão e a Apologia de Sócrates
O Teeteto de Platão e a Apologia de SócratesO Teeteto de Platão e a Apologia de Sócrates
O Teeteto de Platão e a Apologia de Sócrates
Jorge Barbosa
 
Estado Crítico da Democracia - Publicação recente
Estado Crítico da Democracia - Publicação recenteEstado Crítico da Democracia - Publicação recente
Estado Crítico da Democracia - Publicação recente
Jorge Barbosa
 
Comunicacão associacões CSH ao MEC
Comunicacão associacões CSH ao MECComunicacão associacões CSH ao MEC
Comunicacão associacões CSH ao MEC
Jorge Barbosa
 
Introdução a Espinosa
Introdução a EspinosaIntrodução a Espinosa
Introdução a Espinosa
Jorge Barbosa
 
Comunicacão do Presidente
Comunicacão do PresidenteComunicacão do Presidente
Comunicacão do Presidente
Jorge Barbosa
 

Mais de Jorge Barbosa (20)

Ideias em Debate sobre Educação Prioritária
Ideias em Debate sobre Educação PrioritáriaIdeias em Debate sobre Educação Prioritária
Ideias em Debate sobre Educação Prioritária
 
Assuntos para Debate na Educação
Assuntos para Debate na EducaçãoAssuntos para Debate na Educação
Assuntos para Debate na Educação
 
Rapport cn num_education_oct14
Rapport cn num_education_oct14Rapport cn num_education_oct14
Rapport cn num_education_oct14
 
Proposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida Portuguesa
Proposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida PortuguesaProposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida Portuguesa
Proposta Honesta e Concreta de Reestruturação da Dívida Portuguesa
 
Organização do Ano Letivo 2014/2015
Organização do Ano Letivo 2014/2015Organização do Ano Letivo 2014/2015
Organização do Ano Letivo 2014/2015
 
Relatorio Educacao Especial
Relatorio Educacao EspecialRelatorio Educacao Especial
Relatorio Educacao Especial
 
Sentimentos Acráticos, Empatia e Autoconsciência
Sentimentos Acráticos, Empatia e AutoconsciênciaSentimentos Acráticos, Empatia e Autoconsciência
Sentimentos Acráticos, Empatia e Autoconsciência
 
Afetos, Emoções e Conceitos Aparentados
Afetos, Emoções e Conceitos AparentadosAfetos, Emoções e Conceitos Aparentados
Afetos, Emoções e Conceitos Aparentados
 
regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...
regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...
regime de seleção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos b...
 
Despacho Normativo 6/2014
Despacho Normativo 6/2014Despacho Normativo 6/2014
Despacho Normativo 6/2014
 
guião reforma estado
guião reforma estadoguião reforma estado
guião reforma estado
 
A Ética - Espinosa
A Ética - EspinosaA Ética - Espinosa
A Ética - Espinosa
 
A Cidade
A CidadeA Cidade
A Cidade
 
Velha do Postigo
Velha do PostigoVelha do Postigo
Velha do Postigo
 
Revolução kantiana
Revolução kantianaRevolução kantiana
Revolução kantiana
 
O Teeteto de Platão e a Apologia de Sócrates
O Teeteto de Platão e a Apologia de SócratesO Teeteto de Platão e a Apologia de Sócrates
O Teeteto de Platão e a Apologia de Sócrates
 
Estado Crítico da Democracia - Publicação recente
Estado Crítico da Democracia - Publicação recenteEstado Crítico da Democracia - Publicação recente
Estado Crítico da Democracia - Publicação recente
 
Comunicacão associacões CSH ao MEC
Comunicacão associacões CSH ao MECComunicacão associacões CSH ao MEC
Comunicacão associacões CSH ao MEC
 
Introdução a Espinosa
Introdução a EspinosaIntrodução a Espinosa
Introdução a Espinosa
 
Comunicacão do Presidente
Comunicacão do PresidenteComunicacão do Presidente
Comunicacão do Presidente
 

Último

O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
SthafaniHussin1
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 

Educação Sexual - 2º Ciclo

  • 1. CLUBE DE FILOSOFIA – ESMGA, 2010
  • 2. A sexualidade é uma energia que encontra a sua expressão física, psicológica e social no desejo de contacto, ternura e às vezes amor. Sexualidade Indivíduo como um todo Conhecimentos Vertente anatómicos e psico-afectiva fisiológicos e emocional 2 Clube de Filosofia, 2010
  • 3. Clube de Filosofia, 2010   Desdeo nascimento, as relações entre as pessoas são marcadas pela identidade sexual:   Os pais não lidam com os rapazes do mesmo modo com que lidam com as raparigas;   Os próprios rapazes e raparigas têm comportamentos diferentes consoante estão num grupo de rapazes, ou de raparigas, ou mistos. 3
  • 4. Clube de Filosofia, 2010   Mas as diferenças começam muito antes do nascimento:   Aosdois meses de gestação, já há diferenças hormonais entre os futuros rapazes e as futuras raparigas:   Os fetos masculinos produzem uma hormona específica em grande quantidade: a testosterona. 4
  • 5. Clube de Filosofia, 2010   Como se forma, então, a Identidade Sexual?   Desenvolvimento de características físicas e químicas do organismo;   História de vida e das relações entre as pessoas. Características orgânicas e História de vida relacionam-se entre si. 5
  • 6. Clube de Filosofia, 2010   Danossa História de Vida fazem parte:   As experiências concretas de cada um;   As expectativas dos outros;   Os projectos de futuro (expectativas) de cada um. Os projectos para o futuro fazem sempre parte da nossa experiência: • Ou porque se concretizaram; • Ou porque não se concretizaram. 6
  • 7. Clube de Filosofia, 2010   Danossa História de Vida fazem parte ainda:   Os relatos ou narrativas que fazemos a nosso respeito. As histórias que contamos a nosso respeito podem ser verdade ou mentira, mas se acreditarmos nelas fazem parte de nós e da nossa História de Vida: • São crenças a respeito de nós mesmos. 7
  • 8. Clube de Filosofia, 2010 A vinculação é uma ligação muito estreita e recíproca entre o bebé e   Vinculação: uma ou mais pessoas do seu ambiente, normalmente a mãe e o pai   Todos os bebés nascem com uma necessidade básica de ternura e de contacto físico. (lembrar conceito de sexualidade).   A satisfação dessa necessidade é tão importante ou mais importante do que a de comer ou de beber. De entre as figuras de vinculação, o bebé elege uma que é a principal, muitas vezes a mãe, mas, por vezes também, o pai. Esta escolha não é determinada pelas características sexuais. 8
  • 9. Clube de Filosofia, 2010 Nos primeiros tempos de vida, o   Vinculação: bebé ainda não é um rapaz ou uma rapariga: é uma criança.   É a primeira manifestação da necessidade de carinho, ternura, afectos recíprocos (entre duas pessoas), isto é, de uma vida sexual satisfatória.   No entanto, o bebé ainda NÃO CONSTRUIU uma identidade sexual, do ponto de vista das relações interpessoais. 9
  • 10. Clube de Filosofia, 2010 Nos primeiros tempos de vida, o   Relações com os Pais: bebé ainda não é um rapaz ou uma rapariga: é uma criança.   Obebé já possui características próprias:   Essas características influenciam a forma como os seus pais vão lidar com ele.   Ospais têm as sua próprias características e formas de reagir:   Estas características influenciam o comportamento da criança. 10
  • 11. Clube de Filosofia, 2010 Nos primeiros tempos de vida, o   Relações com os Pais: bebé ainda não é um rapaz ou uma rapariga: é uma criança.   Obebé já tem características orgânicas masculinas ou femininas:   Essas características influenciam a forma como os seus pais vão lidar com ele.   Opai e a mãe têm identidades sexuais distintas:   Estas características influenciam o comportamento da criança. 11
  • 12. Clube de Filosofia, 2010   Relações com os Pais:   O bebé masculino, por acção dos pais e das suas características pessoais, vai identificar-se com as características masculinas do pai.   O bebé feminino, por acção dos pais e das suas características pessoais, vai identificar-se com as características femininas da mãe. 12
  • 13. Clube de Filosofia, 2010   Relações com os Pais:   Das características masculinas (idealizadas pela criança) faz parte o facto de o pai gostar da mãe.   Das características femininas (idealizadas pela criança) faz parte o facto de a mãe gostar do pai. 13
  • 14. Clube de Filosofia, 2010 A procura do afecto privilegiado da   Identidade Sexual: mãe ou do pai faz parte da construção da identidade sexual com a figura masculina ou feminina.   O rapaz vai, então, procurar o afecto privilegiado da mãe.   A rapariga vai procurar o afecto privilegiado do pai. Nem os rapazes, nem as raparigas procuram afecto em crianças da mesma idade, durante a infância. Podem fazer jogos simbólicos (casamentos, namoros, etc.), mas o afecto procuram-no em pessoas mais velhas. 14
  • 15. Clube de Filosofia, 2010 Numa fase inicial, um grande número de adolescentes continua a   Identidade Sexual na ser atraído por pessoas mais velhas do que eles, mas mais Adolescência: jovens do que os seus pais.   Noinício da adolescência (12, 13 anos +/-), os rapazes e as raparigas começam a descobrir a possibilidade de obter e dar afecto a pessoas de idades mais próximas das Os pedófilos tiram, normalmente, suas. proveito deste período de construção da identidade sexual das crianças e dos adolescentes. 15
  • 16. Clube de Filosofia, 2010   Afectividade é:   Um processo mental responsável pela gestão das nossas emoções e sentimentos   Afectividade implica:   Compreensão correcta das situações (inteligência)   Controlo das emoções   Adequação dos comportamentos 16
  • 17. Clube de Filosofia, 2010   Durantea infância e a adolescência, a gestão da afectividade é apoiada:   Pela interiorização de regras e normas sociais   Por modelos sociais   Por moldagem educativa 17
  • 18. Clube de Filosofia, 2010   Comportamentos afectuosos (ternura, carinho):   São experiências fundamentais na construção de uma vida sexual equilibrada e satisfatória.   Ajudam a desenvolver competências na gestão das emoções, e   Constituem a parte mais significativa das relações sexuais na idade adulta. 18
  • 19. Clube de Filosofia, 2010 CLUBE DE FILOSOFIA, 2010 19