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Julho - 2010
JUSTIFICATIVA
Anos 80, a demanda por trabalhos
na área da sexualidade nas escolas aumentou ...
Acreditava-se que as famílias apresentavam
resistência à abordagem dessas questões no âmbito
escolar.
Ignorar, ocultar ou reprimir eram respostas habituais
dadas por profissionais da escola, baseados na idéia
de que a sexualidade é assunto para ser lidado
apenas pela família.
JUSTIFICATIVA
Na escola
curiosidade que a gravidez de
uma professora desperta
Queira ou não, a escola intervém de várias
formas:
- Seja no cotidiano da sala de aula, quando
proíbe certas manifestações e permite
outras,
- Seja quando opta por informar os pais sobre
manifestações de seu filho
JUSTIFICATIVA
Respeitar o próprio corpo e o dos outros,
tratar com objetividade os assuntos íntimos e
ter informação para planejar uma vida sexual
saudável são pontos importantes para
trabalhar a orientação sexual na escola – e
em casa. Os primeiros sinais de sexualidade,
ao contrário do que muitos pensam,
começam a ser manifestados já na primeira
infância, com a exploração de objetos pela
boca e, depois, do próprio corpo, quando a
criança começa a descobrir diferentes
sensações.
JUSTIFICATIVA
A família
 “cuidados” recomendados,
expressões, gestos e proibições -
carregado dos valores associados
à sexualidade.
A mídia
 imagens eróticas, campanhas
educativas, que nem sempre são
dirigidas e adequadas as crianças.
 essa mescla de mensagens pode
acabar produzindo conceitos e
explicações tanto errôneos quanto
fantasiosos.
JUSTIFICATIVA
O trabalho de Orientação Sexual contribui
para a prevenção de problemas graves, como:
- Abuso sexual
- Gravidez indesejada, doenças ...
Discussão de questões polêmicas e delicadas, como:
- masturbação, iniciação sexual, o “ficar” e o namoro,
homossexualidade, aborto, disfunções sexuais,
prostituição e pornografia.
...contribui para o bem-estar das crianças,
dos adolescentes e dos jovens na vivência
de sua sexualidade atual e futura.
O TRABALHO DE
ORIENTAÇÃO SEXUAL NA
ESCOLA
Incluir no seu projeto educativo
Abordar os diversos pontos de vista, valores e
crenças existentes na sociedade
Auxiliar o aluno a construir um ponto de auto-
referência por meio da reflexão
Orientação Sexual, não substitui nem concorre com
a função da família, mas a complementa
No trabalho com crianças, os conteúdos devem
também favorecer a compreensão de que o ato sexual
é manifestação pertinente à sexualidade de jovens e de
adultos, não de crianças.
Os jogos sexuais
infantis têm caráter
exploratório.
RELAÇÃO ESCOLA -
FAMÍLIAS
Um aliado importante para o êxito da Orientação
Sexual na escola.
Diferentes famílias constroem suas histórias e
desenvolvem crenças e valores muito diversos.
Não compete à escola, em nenhuma situação,
julgar como certa ou errada a educação que
cada família oferece
RELAÇÃO ESCOLA -
FAMÍLIAS
Situações em que haja violação dos direitos das
crianças e dos jovens - violência sexual contra
crianças por parte de familiares devem ser
comunicadas ao Conselho Tutelar ou autoridade
correspondente.
A única exceção:
ORIENTAÇÃO SEXUAL COMO
TEMA TRANSVERSAL
A abordagem da sexualidade no âmbito da educação
precisa:
-ser clara; para que seja tratada de forma
simples e direta;
-Ampla; para não reduzir sua complexidade;
- flexível; para permitir o atendimento a
conteúdos e situações diversas;
-Sistemática; para possibilitar aprendizagem
e desenvolvimento crescentes.
OBJETIVOS GERAIS
A finalidade do trabalho de Orientação Sexual é
contribuir para que os alunos possam desenvolver
e exercer sua sexualidade com prazer e
responsabilidade
CONTEÚDOS DE
ORIENTAÇÃO SEXUAL
PARA
6º ao 9º ano
Curiosidades
O que é um relacionamento sexual?
Como ele ocorre?
Transformações corporais
Mecanismos de concepção
Gravidez
Parto
A partir da 6º ano:
Masturbação
Início da atividade sexual
Homossexualidade
Aborto
Prostituição
Erotismo
Disfunções sexuais
DST’s
Orientação Sexual
Assuntos mais importantes para o
grupo devem ser priorizados.
Eixos básicos devem permanecer:
 Corpo
 Relações de Gênero
 DST’s
 AIDS
Blocos de conteúdos
Ou eixos norteadores:
• Corpo: matriz da sexualidade
• Relações de Gênero
• Prevenção das Doenças Sexualmente
Transmissíveis/Aids
 Primeiras distinções:
O organismoorganismo refere-se ao aparato
herdado e constitucional, à infra-
estrutura biológica dos seres humanos.
O corpocorpo diz respeito às possibilidades
de apropriação subjetiva de toda a
experiência na interação com o meio.
Corpo: matriz da sexualidade
Do ponto de vista dos alunos
Construção de noções
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Conceitos
Valores
Visão da sexualidade como algo
necessário e fonte de prazer na vida
humana.
Dessa forma:
 Podem ser trabalhadas questões
fundamentais ligadas à sexualidade:
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Respeitá-lo tanto no aspecto físico
como psicológico.
Os padrões de beleza
Questionamento da imposição de
alguns padrões de beleza.
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estima das crianças e dos jovens.
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de uma postura crítica ante os padrões
de beleza idealizados.
Devem ser abordados também:
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ocorrem na puberdade.
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gravidez e parto.
Os diferentes métodos contraceptivos
e sua ação no corpo do homem
e da mulher.
Com crianças menores: 1º - 5º ANO
Uma vida sexual saudável começa pela
maneira que as crianças recebem as
informações sobre sexo.
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Órgãos envolvidos na reprodução.
Relações existentes entre sentimentos e
expressões corporais.
Participação diferenciada do homem e da
mulher no processo da fecundação.
1º ao 5º ANO
O mais comum são as brincadeiras
exploratórias, os risos e as piadas
sobre partes íntimas, além de palavrões
e comentários depreciativos ou
agressivos sobre características físicas
dos outros. Quando meninos e meninas
brincam de médico, por exemplo, eles
só querem explorar o corpo.
Vocabulário e sexualidade
Palavrões são comuns nas conversas infantis e
podem ser usados para fazer graça ou para agredir.
Mas eles perdem rapidamente o impacto quando
você os escreve no quadro. Explique o significado de
cada um, deixe claro que todos podem ser ofensivos
e, por isso, não devem ser usados – principalmente
em público. Caso as palavras façam referência aos
órgãos sexuais, levante as outras que a turma
conheça para pênis e vagina. Escreva no quadro os
termos corretos e utilize-os nas conversas sobre o
tema.
Padrões de beleza
Ao perceber que os alunos debocham
da aparência de um colega, um bom
caminho é promover um debate sobre
padrões de beleza. Que tal passar o
filme Shrek?
Do 6º ao 9º ANO
O trabalho com esse bloco inclui e
tematiza a potencialidade erótica do
corpo.
A partir da puberdade e das
transformações hormonais ocorridas no
corpo de meninos e meninas, é comum
a curiosidade e o desejo da
experimentação erótica ou amorosa a
dois.
A invenção do “ficar”
É a mais genuína expressão dessa
necessidade, vivida na adolescência.
Tal expressão indica o desejo da
experimentação na busca do prazer
com um parceiro, desvinculada agora
do compromisso entre ambos.
Trata-se de uma experimentação de
relativo avanço social em relação às
adolescentes do sexo feminino.
Discutir as diferenças entre métodos
de esterilização e métodos
contraceptivos.
Salientar o “quando e por que ter ou
não filhos” e quantos, o que
posteriormente leva às
responsabilidades correspondentes à
maternidade e à paternidade.
Os métodos contraceptivos
É sempre importante:
Investigar o conhecimento prévio que
os alunos têm sobre o assunto a ser
tratado.
Em geral, mesmo quando não têm
informações objetivas, eles imaginam
algo a respeito, pois são questões
muito significativas, que mobilizam
neles grande curiosidade e ansiedade.
O conceito de gênero diz respeito ao
conjunto das representações sociais e
culturais construídas a partir da
diferença biológica dos sexos.
Noções de “masculino” e “feminino”
como construção social
Relações de Gênero
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Há maior entrosamento.
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Puberdade - Coloque no quadro desenhos
de corpos femininos e masculinos em
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puberdade. Explique as transformações
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acontecem. As questões podem ser feitas
oralmente ou por escrito (se você não quiser
expor ninguém).
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assuntos trabalhados pela escola.
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Fases do desenvolvimento sexual, segundo
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Fase oral: Até os 2 anos, o órgão que concentra o
prazer é a boca. É por meio dela que o bebê
descobre o mundo, explorando objetos e partes do
corpo. Os cuidados com segurança e limpeza são
essenciais para que a curiosidade seja saciada sem
afetar a saúde.
Fase anal: Aprendendo a controlar o esfíncter, a
criança de 3 e 4 anos sente prazer na eliminação e
na retenção das fezes e da urina. Por isso,
pressionar para que ela largue as fraldas gera
ansiedade e angústia. O ideal é elogiá-la quando
pede para ir ao banheiro ou toma sozinha a iniciativa.
Fases do desenvolvimento sexual, segundo
Freud
Fase fálica ou genital: Entre os 3 e 5 anos, a
atenção se volta para o próprio órgão sexual e nasce
o prazer em manipulá-lo. Essa atitude é também
uma busca pelo auto-conhecimento. Meninos e
meninas percebem que têm (ou não) pênis. A vagina
ainda é ignorada.
Latência: A curiosidade sexual existe, mas é
canalizada em grande parte para o desenvolvimento
intelectual e social. Apesar desse desvio da libido,
dos 5 aos 11 anos a criança continua explorando as
diferenças para descobrir o que é ser menino ou
menina.
Fases do desenvolvimento sexual, segundo
Freud
Puberdade: Dos 12 aos 18 anos, o
adolescente volta à fase genital, mas dessa
vez o desejo vira vontade de fazer sexo. Os
fatores sociais e emocionais que se ligam ao
prazer ganham importância. A ação dos
hormônios se intensifica, e o corpo
amadurece. É comum o jovem se masturbar,
ter sonhos eróticos e fantasias. Nas meninas,
é tempo da primeira menstruação.
Prevenção das Doenças
Sexualmente
Transmissíveis/Aids
De uma maneira geral:
 O trabalho de Orientação Sexual visa a
desvincular a sexualidade dos tabus e
preconceitos, afirmando-a como algo
ligado ao prazer e à vida
No enfoque das DST’s:
Ter coerência no sentido de não
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doença ou morte.
As informações sobre as doenças
devem ter sempre como foco a
promoção da saúde e de condutas
preventivas.
Informações atualizadas sobre as vias
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sexuais, sangue e leite materno
contaminados).
O histórico da doença, a distinção
entre portador do vírus e doente de
Aids e o tratamento.
Ao trabalhar prevenção da
Aids:
Informações sobre a existência de
doenças sexualmente transmissíveis.
Salientar a AIDS.
Esclarecimentos sobre os fatos e os
preconceitos a ela associados.
Do 1º ao 5º ANO
Abordar cada uma das principais
doenças sexualmente transmissíveis.
Seus sintomas no homem e na mulher
Enfatizar as condutas necessárias
para sua prevenção.
Do 6º ao 9º ANO
“Aids mata”.
Essa mensagem contribui para o
aumento do medo e da angústia,
desencadeando reações defensivas.
A mensagem fundamental a ser
trabalhada é: a Aids pode sera Aids pode ser
prevenida.prevenida.
AIDS - primeiras campanhas :
Há resistências, por parte de muitos
adolescentes, em procurar os serviços
de saúde e orientação médica.
A escola pode interferir, criando uma
ligação mais estreita com a unidade de
saúde mais próxima.
Isso favorece a diminuição dos receios
dosadolescentes em buscar orientação
clínica, preventiva ou terapêutica.
Orientação:
A discriminação social e o preconceito
de que são vítimas os portadores do
HIV e os doentes de Aids.
O respeito ao outro e a participação de
todos no combate aos preconceitos.
É preciso discutir com os
alunos:
Não se pode desperdiçar o tema:
 Quando algo a ele referente é trazido
pelos próprios alunos.
 Quando de certa forma é vivido pela
comunidade escolar.
Estar atento, pois:
Deve-se trabalhar o aspecto informativo da
ausência do perigo da contaminação no
contato social.
Promover o convívio e a solidariedade.
 Não pode ser exigida a realização de teste
sorológico.
 Não são obrigados a informar sua condição
à direção ou a qualquer membro da
comunidade escolar.
Quando a escola tem um
portador do HIV/doente de
Aids:
 A divulgação de diagnóstico de infecção
pelo HIV não deve ser feita, sob pena de
despertar preconceito e discriminação.
 Não deve ser permitida a existência de
classes especiais, ou de escolas específicas
para infectados pelo HIV.
 Constitui violação de direito a exclusão de
profissional ou aluno da escola.
Quando a escola tem um
portador do HIV/doente de
Aids:
Temáticas como:
 Gravidez na adolescência, masturbação,
homossexualidade, iniciação sexual, pornografia e
erotismo, aborto, violência sexual e outras;
 Demandam espaço próprio para serem refletidas e
discutidas.
 Carecem de ampla participação dos alunos, além de
exigirem maior preparo do educador.
O TRABALHO COM
ORIENTAÇÃO SEXUAL EM
ESPAÇO ESPECÍFICO
O profissional que se responsabiliza por esse trabalho :
• pode ser um professor de qualquer matéria ou
educador com outra função na escola;
• Deve ser alguém que tenha bom contato com os alunos
e, portanto, um interlocutor confiável e significativo para
acolher as expectativas, opiniões e dúvidas;
• Deve ser capaz de conduzir debates sem impor suas
opiniões.
O TRABALHO COM
ORIENTAÇÃO SEXUAL EM
ESPAÇO ESPECÍFICO
Discussão por parte do corpo de
profissionais da escola;
Comunicação aos familiares;
Promover a montagem das turmas
respeitando o critério de agrupamento
por proximidade da faixa etária.
Antes de se iniciar o processo:
Quanto às abordagens:
Nenhum aluno deve ter exposta sua
intimidade no grupo.
O coordenador deve garantir a não
exposição de posições pessoais ou
argumentos de nenhum aluno junto a
seus familiares.
Não deve haver programas “prontos” a
serem apresentados aos alunos.
Eles devem ser convidados a trazer
suas demandas e interesses ao
educador.
Para facilitar a explicitação dessas
questões, introduzir uma “caixa” de
perguntas anônimas.
Por fim:
Sistema Reprodutor Masculino
O sistema reprodutor
masculino é composto por:
Testículos (Cada testículo é
composto por tubos, “os ductos
seminíferos” ocorrerá a formação
dos espermatozóides).
Escroto (envolver os testículos).
(temperatura <36,5°C)
Epidídimo (onde os
espermatozóides são armazenados).
Canal deferente (dois tubos que
partem dos testículos e unem-se ao
ducto ejaculatório).
Vesículas seminais (líquido, que
será liberado junto c/ os
espermatozóides) age como fonte de
energia para os
espermatozóides(frutose)
Sistema Reprodutor Masculino
Próstata (Secreta substâncias
que neutralizam a acidez da urina
e ativa os espermatozóides. 
Pênis (dois corpos cavernosos e
um corpo esponjoso).
Sistema Reprodutor Feminino
O sistema reprodutor feminino é composto por:
Ovários ( cada ovário contém os folículos ovarianos  óvulo em
formação).
Trompa de Falópio ou Tuba Uterina (são dois ductos que
unem o ovário ao útero).
Útero ( revestido pelo endométrio  ocorre a gestação ).
Vulva( G.lábios, P.lábios, Uretra, Canal vaginal, Clitóris ).
Métodos Anticoncepcionais
Coito interrompido: retirar o
pênis da vagina antes de
ejacular. Tem baixa
efetividade protege contra
doenças.
Método do Muco Cervical
(Billing): identificar o período
fértil através das modificações
cíclicas do muco cervical.
Antes da ovulação, o muco
atinge o "ápice“ e fica bem
grudento. 
Aborto - No Brasil, a
interrupção intencional da
gravidez é crime, exceto
quando a mãe foi estuprada
ou corre risco de morte.
Antes do debate, ofereça
textos sobre o tema e forme
dois grupos para uma
dramatização.
Métodos Anticoncepcionais
Método da Tabelinha (p/ ciclo de 28 dias).
Identificação do período fértil da mulher.
Início do ciclo: 22 de junho
Término do ciclo: 19 de julho
22    23     24     25     26     27     28     29     30       
[01   02     03     04     05     06     07     08     09]
10    11     12     13     14     15     16     17     18     19
Métodos Anticoncepcionais
Método da Tabelinha (p/ ciclo não regular)
Ciclo curto: 28 dias.
Ciclo longo: 32 dias.
Fórmula: 28 –(14)= 14
(-4 segurança)  10º do ciclo
32 – (14) = 18
(+4 segurança)  22º do ciclo
período fértil da mulher: a partir
do 10º dia até o 22º dia
de cada ciclo.
Métodos Anticoncepcionais
Camisinha ou
Preservativo: Estes métodos
impedem a ascensão dos
espermatozóides ao útero.
Também preveni as DST.
Métodos Anticoncepcionais
Camisinha Feminina:
Estes métodos impedem a
ascensão dos espermatozóides
ao útero. Também preveni as
DST.
Métodos Anticoncepcionais
Pílulas:
consiste na utilização de estrogênio
associado ao progesterona  inibir a
ovulação, pelo bloqueio da liberação de
gonadotrofinas pela hipófise.
Pílulas monofásicas: toma-se uma
pílula por dia, e todas tem a mesma
dosagem de hormônios (estrógeno e
progesterona).
Pílulas multifásicas: toma-se uma
pílula por dia, mas existem pílulas com
diferentes dosagens, conforme a fase do
ciclo.
Métodos Anticoncepcionais
Adesivo:
Deve ser colado na pele em diversos
locais do corpo, permanecendo na
mesma posição por uma semana.
Vantagem: Os hormônios
serão absorvidos diretamente
pela circulação evitando alguns
efeitos colaterais.
Método Definitivo Feminino
Laqueadura tubária: Consiste
em um corte nas trompas de
Falópio impedindo assim, o
encontro dos gameta.
Método Definitivo Masculino
Vasectomia: Consiste no
corte dos canais deferentes,
para impedir a passagem dos
espermatozóides.
DST
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são doenças
causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas,
principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha,
com uma pessoa que esteja infectada e, geralmente, se
manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou
verrugas.
Algumas DST também podem ser transmitidas da mãe infectada
para o bebê durante a gravidez ou durante o parto. Podem
provocar, assim, a interrupção espontânea da gravidez ou
causar graves lesões ao feto.
DST
Herpes Genital
Cancro Mole
Linfogranuloma venéreo
Sífilis
Gonorréia e Clamídia
Tricomoníase
Vaginose Bacteriana
Condiloma Acuminado
Hepatite B
AIDS
O Brasil Já é o Segundo em casos de AIDS
A doença atinge mais heterossexuais.
1988 – Morre Henfil
1989 – Morre Lauro
Corona
1990 – Morre Cazuza
1996 – Morre Renato
Russo
1997 – Morre Betinho
Magic Johnson revela que tem o HIV.
1993 - O Brasil produz o primeiro medicamento contra a
AIDS
1995 - O Papa condena o uso de preservativos
1996 - O governo começa a distribuir para a rede pública
as sete drogas do coquetel.
2001 – 142 países acolhem a posição do Brasil, que
permite a quebra de patente de remédios em caso de
proteção à saúde pública.
Sexo Seguro
Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser
contaminado ou contaminar o(a) seu(sua)
parceiro(a) com doenças sexualmente
transmissíveis.
Considerações gerais
Na condução do tratamento de uma DST é
importante o controle de cura, isto é, a
reavaliação clínica e laboratorial após o término
do tratamento. Algumas doenças podem persistir
apesar da sensação de melhora relatada pelo
paciente.
As mulheres são mais susceptíveis a infecção e
desenvolvem complicações com maior
freqüência do que os homens, sendo portanto a
morbidade das DST maior nas mulheres.
Referências
Parâmetros Curriculares Nacionais
DST disponível em: <http://www.dst.com.br/> acesso dia 22/06/2009.
OLIVEIRA, Jarbas. Orientação Sexual sem segredos; Educar para
crescer. Disponível
em:http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/orientacao-
sexual-426475.shtml> acesso dia 22/06/2009.

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Orientacao sexual

  • 2. JUSTIFICATIVA Anos 80, a demanda por trabalhos na área da sexualidade nas escolas aumentou ... Acreditava-se que as famílias apresentavam resistência à abordagem dessas questões no âmbito escolar. Ignorar, ocultar ou reprimir eram respostas habituais dadas por profissionais da escola, baseados na idéia de que a sexualidade é assunto para ser lidado apenas pela família.
  • 3. JUSTIFICATIVA Na escola curiosidade que a gravidez de uma professora desperta Queira ou não, a escola intervém de várias formas: - Seja no cotidiano da sala de aula, quando proíbe certas manifestações e permite outras, - Seja quando opta por informar os pais sobre manifestações de seu filho
  • 4. JUSTIFICATIVA Respeitar o próprio corpo e o dos outros, tratar com objetividade os assuntos íntimos e ter informação para planejar uma vida sexual saudável são pontos importantes para trabalhar a orientação sexual na escola – e em casa. Os primeiros sinais de sexualidade, ao contrário do que muitos pensam, começam a ser manifestados já na primeira infância, com a exploração de objetos pela boca e, depois, do próprio corpo, quando a criança começa a descobrir diferentes sensações.
  • 5. JUSTIFICATIVA A família  “cuidados” recomendados, expressões, gestos e proibições - carregado dos valores associados à sexualidade. A mídia  imagens eróticas, campanhas educativas, que nem sempre são dirigidas e adequadas as crianças.  essa mescla de mensagens pode acabar produzindo conceitos e explicações tanto errôneos quanto fantasiosos.
  • 6. JUSTIFICATIVA O trabalho de Orientação Sexual contribui para a prevenção de problemas graves, como: - Abuso sexual - Gravidez indesejada, doenças ... Discussão de questões polêmicas e delicadas, como: - masturbação, iniciação sexual, o “ficar” e o namoro, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia. ...contribui para o bem-estar das crianças, dos adolescentes e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.
  • 7. O TRABALHO DE ORIENTAÇÃO SEXUAL NA ESCOLA Incluir no seu projeto educativo Abordar os diversos pontos de vista, valores e crenças existentes na sociedade Auxiliar o aluno a construir um ponto de auto- referência por meio da reflexão Orientação Sexual, não substitui nem concorre com a função da família, mas a complementa
  • 8. No trabalho com crianças, os conteúdos devem também favorecer a compreensão de que o ato sexual é manifestação pertinente à sexualidade de jovens e de adultos, não de crianças. Os jogos sexuais infantis têm caráter exploratório.
  • 9. RELAÇÃO ESCOLA - FAMÍLIAS Um aliado importante para o êxito da Orientação Sexual na escola. Diferentes famílias constroem suas histórias e desenvolvem crenças e valores muito diversos. Não compete à escola, em nenhuma situação, julgar como certa ou errada a educação que cada família oferece
  • 10. RELAÇÃO ESCOLA - FAMÍLIAS Situações em que haja violação dos direitos das crianças e dos jovens - violência sexual contra crianças por parte de familiares devem ser comunicadas ao Conselho Tutelar ou autoridade correspondente. A única exceção:
  • 11. ORIENTAÇÃO SEXUAL COMO TEMA TRANSVERSAL A abordagem da sexualidade no âmbito da educação precisa: -ser clara; para que seja tratada de forma simples e direta; -Ampla; para não reduzir sua complexidade; - flexível; para permitir o atendimento a conteúdos e situações diversas; -Sistemática; para possibilitar aprendizagem e desenvolvimento crescentes.
  • 12. OBJETIVOS GERAIS A finalidade do trabalho de Orientação Sexual é contribuir para que os alunos possam desenvolver e exercer sua sexualidade com prazer e responsabilidade
  • 14. Curiosidades O que é um relacionamento sexual? Como ele ocorre? Transformações corporais Mecanismos de concepção Gravidez Parto
  • 15. A partir da 6º ano: Masturbação Início da atividade sexual Homossexualidade Aborto Prostituição Erotismo Disfunções sexuais DST’s
  • 16. Orientação Sexual Assuntos mais importantes para o grupo devem ser priorizados. Eixos básicos devem permanecer:  Corpo  Relações de Gênero  DST’s  AIDS
  • 17. Blocos de conteúdos Ou eixos norteadores: • Corpo: matriz da sexualidade • Relações de Gênero • Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids
  • 18.  Primeiras distinções: O organismoorganismo refere-se ao aparato herdado e constitucional, à infra- estrutura biológica dos seres humanos. O corpocorpo diz respeito às possibilidades de apropriação subjetiva de toda a experiência na interação com o meio. Corpo: matriz da sexualidade
  • 19. Do ponto de vista dos alunos Construção de noções Imagens Conceitos Valores Visão da sexualidade como algo necessário e fonte de prazer na vida humana.
  • 20. Dessa forma:  Podem ser trabalhadas questões fundamentais ligadas à sexualidade: Como gostar e cuidar do próprio corpo. Respeitá-lo tanto no aspecto físico como psicológico.
  • 21. Os padrões de beleza Questionamento da imposição de alguns padrões de beleza. Veiculação dos mesmos pela mídia. Interferência na auto-imagem e auto- estima das crianças e dos jovens. Auxílio aos alunos para a construção de uma postura crítica ante os padrões de beleza idealizados.
  • 22. Devem ser abordados também: As transformações do corpo que ocorrem na puberdade. Os mecanismos da concepção, gravidez e parto. Os diferentes métodos contraceptivos e sua ação no corpo do homem e da mulher.
  • 23. Com crianças menores: 1º - 5º ANO Uma vida sexual saudável começa pela maneira que as crianças recebem as informações sobre sexo. O estudo do corpo da criança e do adulto. Órgãos envolvidos na reprodução. Relações existentes entre sentimentos e expressões corporais. Participação diferenciada do homem e da mulher no processo da fecundação.
  • 24. 1º ao 5º ANO O mais comum são as brincadeiras exploratórias, os risos e as piadas sobre partes íntimas, além de palavrões e comentários depreciativos ou agressivos sobre características físicas dos outros. Quando meninos e meninas brincam de médico, por exemplo, eles só querem explorar o corpo.
  • 25. Vocabulário e sexualidade Palavrões são comuns nas conversas infantis e podem ser usados para fazer graça ou para agredir. Mas eles perdem rapidamente o impacto quando você os escreve no quadro. Explique o significado de cada um, deixe claro que todos podem ser ofensivos e, por isso, não devem ser usados – principalmente em público. Caso as palavras façam referência aos órgãos sexuais, levante as outras que a turma conheça para pênis e vagina. Escreva no quadro os termos corretos e utilize-os nas conversas sobre o tema.
  • 26. Padrões de beleza Ao perceber que os alunos debocham da aparência de um colega, um bom caminho é promover um debate sobre padrões de beleza. Que tal passar o filme Shrek?
  • 27. Do 6º ao 9º ANO O trabalho com esse bloco inclui e tematiza a potencialidade erótica do corpo. A partir da puberdade e das transformações hormonais ocorridas no corpo de meninos e meninas, é comum a curiosidade e o desejo da experimentação erótica ou amorosa a dois.
  • 28. A invenção do “ficar” É a mais genuína expressão dessa necessidade, vivida na adolescência. Tal expressão indica o desejo da experimentação na busca do prazer com um parceiro, desvinculada agora do compromisso entre ambos. Trata-se de uma experimentação de relativo avanço social em relação às adolescentes do sexo feminino.
  • 29. Discutir as diferenças entre métodos de esterilização e métodos contraceptivos. Salientar o “quando e por que ter ou não filhos” e quantos, o que posteriormente leva às responsabilidades correspondentes à maternidade e à paternidade. Os métodos contraceptivos
  • 30. É sempre importante: Investigar o conhecimento prévio que os alunos têm sobre o assunto a ser tratado. Em geral, mesmo quando não têm informações objetivas, eles imaginam algo a respeito, pois são questões muito significativas, que mobilizam neles grande curiosidade e ansiedade.
  • 31. O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos. Noções de “masculino” e “feminino” como construção social Relações de Gênero
  • 32. Com a chegada da puberdade Há maior entrosamento. Atração. Aproximação com conflitos. Medos. Agressões de diferentes intensidades.
  • 33. Puberdade - Coloque no quadro desenhos de corpos femininos e masculinos em diferentes fases do crescimento. Pergunte aos alunos o que eles entendem por puberdade. Explique as transformações físicas e emocionais e por que elas acontecem. As questões podem ser feitas oralmente ou por escrito (se você não quiser expor ninguém).
  • 34. Coloca em praticamente todos os assuntos trabalhados pela escola. Construção de relações de gênero com eqüidade. Respeito pelas diferenças. Compreender o outro. Jogos de sedução. A questão do gênero:
  • 35. Fases do desenvolvimento sexual, segundo Freud Fase oral: Até os 2 anos, o órgão que concentra o prazer é a boca. É por meio dela que o bebê descobre o mundo, explorando objetos e partes do corpo. Os cuidados com segurança e limpeza são essenciais para que a curiosidade seja saciada sem afetar a saúde. Fase anal: Aprendendo a controlar o esfíncter, a criança de 3 e 4 anos sente prazer na eliminação e na retenção das fezes e da urina. Por isso, pressionar para que ela largue as fraldas gera ansiedade e angústia. O ideal é elogiá-la quando pede para ir ao banheiro ou toma sozinha a iniciativa.
  • 36. Fases do desenvolvimento sexual, segundo Freud Fase fálica ou genital: Entre os 3 e 5 anos, a atenção se volta para o próprio órgão sexual e nasce o prazer em manipulá-lo. Essa atitude é também uma busca pelo auto-conhecimento. Meninos e meninas percebem que têm (ou não) pênis. A vagina ainda é ignorada. Latência: A curiosidade sexual existe, mas é canalizada em grande parte para o desenvolvimento intelectual e social. Apesar desse desvio da libido, dos 5 aos 11 anos a criança continua explorando as diferenças para descobrir o que é ser menino ou menina.
  • 37. Fases do desenvolvimento sexual, segundo Freud Puberdade: Dos 12 aos 18 anos, o adolescente volta à fase genital, mas dessa vez o desejo vira vontade de fazer sexo. Os fatores sociais e emocionais que se ligam ao prazer ganham importância. A ação dos hormônios se intensifica, e o corpo amadurece. É comum o jovem se masturbar, ter sonhos eróticos e fantasias. Nas meninas, é tempo da primeira menstruação.
  • 38. Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids De uma maneira geral:  O trabalho de Orientação Sexual visa a desvincular a sexualidade dos tabus e preconceitos, afirmando-a como algo ligado ao prazer e à vida
  • 39. No enfoque das DST’s: Ter coerência no sentido de não acentuar a ligação entre sexualidade e doença ou morte. As informações sobre as doenças devem ter sempre como foco a promoção da saúde e de condutas preventivas.
  • 40. Informações atualizadas sobre as vias de transmissão do vírus HIV (fluidos sexuais, sangue e leite materno contaminados). O histórico da doença, a distinção entre portador do vírus e doente de Aids e o tratamento. Ao trabalhar prevenção da Aids:
  • 41. Informações sobre a existência de doenças sexualmente transmissíveis. Salientar a AIDS. Esclarecimentos sobre os fatos e os preconceitos a ela associados. Do 1º ao 5º ANO
  • 42. Abordar cada uma das principais doenças sexualmente transmissíveis. Seus sintomas no homem e na mulher Enfatizar as condutas necessárias para sua prevenção. Do 6º ao 9º ANO
  • 43. “Aids mata”. Essa mensagem contribui para o aumento do medo e da angústia, desencadeando reações defensivas. A mensagem fundamental a ser trabalhada é: a Aids pode sera Aids pode ser prevenida.prevenida. AIDS - primeiras campanhas :
  • 44. Há resistências, por parte de muitos adolescentes, em procurar os serviços de saúde e orientação médica. A escola pode interferir, criando uma ligação mais estreita com a unidade de saúde mais próxima. Isso favorece a diminuição dos receios dosadolescentes em buscar orientação clínica, preventiva ou terapêutica. Orientação:
  • 45. A discriminação social e o preconceito de que são vítimas os portadores do HIV e os doentes de Aids. O respeito ao outro e a participação de todos no combate aos preconceitos. É preciso discutir com os alunos:
  • 46. Não se pode desperdiçar o tema:  Quando algo a ele referente é trazido pelos próprios alunos.  Quando de certa forma é vivido pela comunidade escolar. Estar atento, pois:
  • 47. Deve-se trabalhar o aspecto informativo da ausência do perigo da contaminação no contato social. Promover o convívio e a solidariedade.  Não pode ser exigida a realização de teste sorológico.  Não são obrigados a informar sua condição à direção ou a qualquer membro da comunidade escolar. Quando a escola tem um portador do HIV/doente de Aids:
  • 48.  A divulgação de diagnóstico de infecção pelo HIV não deve ser feita, sob pena de despertar preconceito e discriminação.  Não deve ser permitida a existência de classes especiais, ou de escolas específicas para infectados pelo HIV.  Constitui violação de direito a exclusão de profissional ou aluno da escola. Quando a escola tem um portador do HIV/doente de Aids:
  • 49. Temáticas como:  Gravidez na adolescência, masturbação, homossexualidade, iniciação sexual, pornografia e erotismo, aborto, violência sexual e outras;  Demandam espaço próprio para serem refletidas e discutidas.  Carecem de ampla participação dos alunos, além de exigirem maior preparo do educador. O TRABALHO COM ORIENTAÇÃO SEXUAL EM ESPAÇO ESPECÍFICO
  • 50. O profissional que se responsabiliza por esse trabalho : • pode ser um professor de qualquer matéria ou educador com outra função na escola; • Deve ser alguém que tenha bom contato com os alunos e, portanto, um interlocutor confiável e significativo para acolher as expectativas, opiniões e dúvidas; • Deve ser capaz de conduzir debates sem impor suas opiniões. O TRABALHO COM ORIENTAÇÃO SEXUAL EM ESPAÇO ESPECÍFICO
  • 51. Discussão por parte do corpo de profissionais da escola; Comunicação aos familiares; Promover a montagem das turmas respeitando o critério de agrupamento por proximidade da faixa etária. Antes de se iniciar o processo:
  • 52. Quanto às abordagens: Nenhum aluno deve ter exposta sua intimidade no grupo. O coordenador deve garantir a não exposição de posições pessoais ou argumentos de nenhum aluno junto a seus familiares.
  • 53. Não deve haver programas “prontos” a serem apresentados aos alunos. Eles devem ser convidados a trazer suas demandas e interesses ao educador. Para facilitar a explicitação dessas questões, introduzir uma “caixa” de perguntas anônimas. Por fim:
  • 54. Sistema Reprodutor Masculino O sistema reprodutor masculino é composto por: Testículos (Cada testículo é composto por tubos, “os ductos seminíferos” ocorrerá a formação dos espermatozóides). Escroto (envolver os testículos). (temperatura <36,5°C) Epidídimo (onde os espermatozóides são armazenados). Canal deferente (dois tubos que partem dos testículos e unem-se ao ducto ejaculatório). Vesículas seminais (líquido, que será liberado junto c/ os espermatozóides) age como fonte de energia para os espermatozóides(frutose)
  • 55. Sistema Reprodutor Masculino Próstata (Secreta substâncias que neutralizam a acidez da urina e ativa os espermatozóides.  Pênis (dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso).
  • 56. Sistema Reprodutor Feminino O sistema reprodutor feminino é composto por: Ovários ( cada ovário contém os folículos ovarianos  óvulo em formação). Trompa de Falópio ou Tuba Uterina (são dois ductos que unem o ovário ao útero). Útero ( revestido pelo endométrio  ocorre a gestação ). Vulva( G.lábios, P.lábios, Uretra, Canal vaginal, Clitóris ).
  • 57. Métodos Anticoncepcionais Coito interrompido: retirar o pênis da vagina antes de ejacular. Tem baixa efetividade protege contra doenças. Método do Muco Cervical (Billing): identificar o período fértil através das modificações cíclicas do muco cervical. Antes da ovulação, o muco atinge o "ápice“ e fica bem grudento.  Aborto - No Brasil, a interrupção intencional da gravidez é crime, exceto quando a mãe foi estuprada ou corre risco de morte. Antes do debate, ofereça textos sobre o tema e forme dois grupos para uma dramatização.
  • 58. Métodos Anticoncepcionais Método da Tabelinha (p/ ciclo de 28 dias). Identificação do período fértil da mulher. Início do ciclo: 22 de junho Término do ciclo: 19 de julho 22    23     24     25     26     27     28     29     30        [01   02     03     04     05     06     07     08     09] 10    11     12     13     14     15     16     17     18     19
  • 59. Métodos Anticoncepcionais Método da Tabelinha (p/ ciclo não regular) Ciclo curto: 28 dias. Ciclo longo: 32 dias. Fórmula: 28 –(14)= 14 (-4 segurança)  10º do ciclo 32 – (14) = 18 (+4 segurança)  22º do ciclo período fértil da mulher: a partir do 10º dia até o 22º dia de cada ciclo.
  • 60. Métodos Anticoncepcionais Camisinha ou Preservativo: Estes métodos impedem a ascensão dos espermatozóides ao útero. Também preveni as DST.
  • 61. Métodos Anticoncepcionais Camisinha Feminina: Estes métodos impedem a ascensão dos espermatozóides ao útero. Também preveni as DST.
  • 62. Métodos Anticoncepcionais Pílulas: consiste na utilização de estrogênio associado ao progesterona  inibir a ovulação, pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Pílulas monofásicas: toma-se uma pílula por dia, e todas tem a mesma dosagem de hormônios (estrógeno e progesterona). Pílulas multifásicas: toma-se uma pílula por dia, mas existem pílulas com diferentes dosagens, conforme a fase do ciclo.
  • 63. Métodos Anticoncepcionais Adesivo: Deve ser colado na pele em diversos locais do corpo, permanecendo na mesma posição por uma semana. Vantagem: Os hormônios serão absorvidos diretamente pela circulação evitando alguns efeitos colaterais.
  • 64. Método Definitivo Feminino Laqueadura tubária: Consiste em um corte nas trompas de Falópio impedindo assim, o encontro dos gameta.
  • 65. Método Definitivo Masculino Vasectomia: Consiste no corte dos canais deferentes, para impedir a passagem dos espermatozóides.
  • 66. DST As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são doenças causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha, com uma pessoa que esteja infectada e, geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Algumas DST também podem ser transmitidas da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou durante o parto. Podem provocar, assim, a interrupção espontânea da gravidez ou causar graves lesões ao feto.
  • 67. DST Herpes Genital Cancro Mole Linfogranuloma venéreo Sífilis Gonorréia e Clamídia Tricomoníase Vaginose Bacteriana Condiloma Acuminado Hepatite B AIDS
  • 68. O Brasil Já é o Segundo em casos de AIDS
  • 69. A doença atinge mais heterossexuais.
  • 70. 1988 – Morre Henfil 1989 – Morre Lauro Corona 1990 – Morre Cazuza 1996 – Morre Renato Russo 1997 – Morre Betinho Magic Johnson revela que tem o HIV. 1993 - O Brasil produz o primeiro medicamento contra a AIDS 1995 - O Papa condena o uso de preservativos 1996 - O governo começa a distribuir para a rede pública as sete drogas do coquetel.
  • 71. 2001 – 142 países acolhem a posição do Brasil, que permite a quebra de patente de remédios em caso de proteção à saúde pública.
  • 72. Sexo Seguro Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser contaminado ou contaminar o(a) seu(sua) parceiro(a) com doenças sexualmente transmissíveis.
  • 73. Considerações gerais Na condução do tratamento de uma DST é importante o controle de cura, isto é, a reavaliação clínica e laboratorial após o término do tratamento. Algumas doenças podem persistir apesar da sensação de melhora relatada pelo paciente. As mulheres são mais susceptíveis a infecção e desenvolvem complicações com maior freqüência do que os homens, sendo portanto a morbidade das DST maior nas mulheres.
  • 74. Referências Parâmetros Curriculares Nacionais DST disponível em: <http://www.dst.com.br/> acesso dia 22/06/2009. OLIVEIRA, Jarbas. Orientação Sexual sem segredos; Educar para crescer. Disponível em:http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/orientacao- sexual-426475.shtml> acesso dia 22/06/2009.