 O preconceito racial abrange todo o mundo, pessoas
julgam as demais por causa da sua cor, cultura ou raça.
 Mais o que é preconceito?
 Segundo o Aurélio significa, idéia preconcebida,
suspeita, intolerância, aversão a outras raças, credor,
religiões e etc..
 Quantidade de indivíduos segundo a cor/raça, ao
longo dos diferentes censos demográficos – Brasil –
1872-2010. (Fonte: PETRUCCELLI, 2012; IBGE, 2010)
 Como educadores somos desafiados a mudar o quadro
dessa história.
 O currículo em nossas escolas precisa ser diversificado
inserindo o pluralismo cultural, levando nossas crianças a
reconhecer sua identidade cultural.
 O multiculturalismo existente em nosso Brasil, não é
conhecido em nossas escolas.
 Nossos alunos precisam obter este conhecimento para
construir a sua própria ideologia em meio a sociedade em
que está inserida.
 Os educadores devem explorar as pesquisas antropológicas,
buscando estratégias para passar conhecimentos a seus
alunos.
 Em 13 de setembro de 1996, foi sancionada a lei N°1187
a nível de 1° 2° graus,dispõe a introdução do ”Estudo da
raça negra”, Cristovão Buarque à sancionou.
 No inciso 1° inclui no currículo o estudo da raça negra
valorizando os aspectos social, cultural e políticos da
participação do negro na formação do país.
 A lei 1.639, de janeiro de 2003 a nível nacional. Valendo
a partir de 2005, pedindo a qualificação de
profissionais da área da educação sejam qualificados
para ministrarem disciplinas sobre História e cultura
afro-brasileira e africana.
 Os homens e mulheres, por meio da sua cultura,
estipulam regras, convencionam valores e significações
que possibilitam a comunicação dos indivíduos e dos
grupos. Por meio da cultura eles podem se adaptar ao
meio, mas também o adaptam a si mesmo e , mais do
que isso,pode transformá-lo. La raia (2001,p.67).
 Se o homem é fruto do meio, então nossas escolas
precisam está preparada para fazer parte deste centro
nervoso, transformando e criando cidadão com uma
mente autônoma e crítica.
 A nossa sociedade é racista.
 Pensar na questão ser negro, é assumir a nossa
identidade, mas não pode mos nos assumir se não
sabemos quem somos.
 A escola serve como ponte, pra problematizar a
realidade e elaborar currículo com uma proposta
multicultural, (A escola sendo usada como espaço de
integração cultural)
 O professor mediador do conhecimento está diante de
um grande desafio,(trabalhar as diferenças) seja ela
qual for.
 A escola é reprodutora da classe dominante,mas o
professor como facilitador do conhecimento explora a
diversidade para discutir com seus alunos um visão
crítica,extraindo valores universais.
 Enquanto a cor da pela for mais importante que a cor
dos olhos haverá guerra (Bob Marley)
 O cabelo crespo também é uma identidade, o seu
estilo de usar o cabelo penteado, o tipo de corte, revela
um pouco da nossa identidade.
 Tenho orgulho do que somos e do quanto
contribuímos para o desenvolvimento desse país no
decorrer dos anos, isso é importante para todos nós.

Diversidade racial

  • 2.
     O preconceitoracial abrange todo o mundo, pessoas julgam as demais por causa da sua cor, cultura ou raça.  Mais o que é preconceito?  Segundo o Aurélio significa, idéia preconcebida, suspeita, intolerância, aversão a outras raças, credor, religiões e etc..
  • 3.
     Quantidade deindivíduos segundo a cor/raça, ao longo dos diferentes censos demográficos – Brasil – 1872-2010. (Fonte: PETRUCCELLI, 2012; IBGE, 2010)
  • 4.
     Como educadoressomos desafiados a mudar o quadro dessa história.  O currículo em nossas escolas precisa ser diversificado inserindo o pluralismo cultural, levando nossas crianças a reconhecer sua identidade cultural.  O multiculturalismo existente em nosso Brasil, não é conhecido em nossas escolas.  Nossos alunos precisam obter este conhecimento para construir a sua própria ideologia em meio a sociedade em que está inserida.  Os educadores devem explorar as pesquisas antropológicas, buscando estratégias para passar conhecimentos a seus alunos.
  • 5.
     Em 13de setembro de 1996, foi sancionada a lei N°1187 a nível de 1° 2° graus,dispõe a introdução do ”Estudo da raça negra”, Cristovão Buarque à sancionou.  No inciso 1° inclui no currículo o estudo da raça negra valorizando os aspectos social, cultural e políticos da participação do negro na formação do país.
  • 6.
     A lei1.639, de janeiro de 2003 a nível nacional. Valendo a partir de 2005, pedindo a qualificação de profissionais da área da educação sejam qualificados para ministrarem disciplinas sobre História e cultura afro-brasileira e africana.
  • 7.
     Os homense mulheres, por meio da sua cultura, estipulam regras, convencionam valores e significações que possibilitam a comunicação dos indivíduos e dos grupos. Por meio da cultura eles podem se adaptar ao meio, mas também o adaptam a si mesmo e , mais do que isso,pode transformá-lo. La raia (2001,p.67).
  • 8.
     Se ohomem é fruto do meio, então nossas escolas precisam está preparada para fazer parte deste centro nervoso, transformando e criando cidadão com uma mente autônoma e crítica.  A nossa sociedade é racista.  Pensar na questão ser negro, é assumir a nossa identidade, mas não pode mos nos assumir se não sabemos quem somos.
  • 9.
     A escolaserve como ponte, pra problematizar a realidade e elaborar currículo com uma proposta multicultural, (A escola sendo usada como espaço de integração cultural)  O professor mediador do conhecimento está diante de um grande desafio,(trabalhar as diferenças) seja ela qual for.
  • 10.
     A escolaé reprodutora da classe dominante,mas o professor como facilitador do conhecimento explora a diversidade para discutir com seus alunos um visão crítica,extraindo valores universais.  Enquanto a cor da pela for mais importante que a cor dos olhos haverá guerra (Bob Marley)
  • 11.
     O cabelocrespo também é uma identidade, o seu estilo de usar o cabelo penteado, o tipo de corte, revela um pouco da nossa identidade.  Tenho orgulho do que somos e do quanto contribuímos para o desenvolvimento desse país no decorrer dos anos, isso é importante para todos nós.