ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOS CIÊNTIFICOS
DEDUÇÃO E INDUÇÃO
Presidente Prudente
Outubro de 2015
Discentes: Lucas Jamiro Barbosa Docente: João Fernando Custódio da Silva
Dicionários
• AURÉLIO
• Dedução:
1. Ato de deduzir;
2. Desconto;
3. Resultado, consequência, ilação;
4. Raciocínio ascendente (da causa para os efeitos ); e
5. Exposição que fundamenta pedido ou impugnação.
• Indução:
1. Ato ou efeito de induzir;
2. Sugestão;
3. Conclusão;
4. Consequência tirada dos fatos que se examinam;
5. Estabelecimento de uma corrente elétrica (com produção de corrente
inversa próxima); e
6. Interrupção de uma corrente elétrica (produzindo corrente semelhante
próxima).
Dicionários
• AURÉLIO
• Dedução:
1. Ato de deduzir;
2. Desconto;
3. Resultado, consequência, ilação;
4. Raciocínio ascendente (da causa para os efeitos ); e
5. Exposição que fundamenta pedido ou impugnação.
• Indução:
1. Ato ou efeito de induzir;
2. Sugestão;
3. Conclusão;
4. Consequência tirada dos fatos que se examinam;
5. Estabelecimento de uma corrente elétrica (com produção de corrente
inversa próxima); e
6. Interrupção de uma corrente elétrica (produzindo corrente semelhante
próxima).
Dicionários
• MICHAELIS
• Dedução:
1. Ação de deduzir;
2. Consequência tirada de um princípio;
3. Modo ou processo de raciocinar, partindo da causa para os efeitos, do
princípio para as consequências, do geral para o particular (Filosofia).
• Indução:
1. Ato ou efeito de induzir;
2. Raciocínio em que de fatos particulares se tira uma conclusão genérica.
Dicionários
• MICHAELIS
• Dedução:
1. Ação de deduzir;
2. Consequência tirada de um princípio;
3. Modo ou processo de raciocinar, partindo da causa para os efeitos, do
princípio para as consequências, do geral para o particular (Filosofia).
• Indução:
1. Ato ou efeito de induzir;
2. Raciocínio em que de fatos particulares se tira uma conclusão
genérica.
Henri Lefebvre
• A indução vai dos fatos à lei, ou seja, dos fatos
particulares à uma conclusão geral. Já a
dedução é o oposto, uma vez que a mesma parte
de uma ideia geral e busca os fatos particulares.
Henri Lefebvre
• A indução pode ser dividida em:
• Indução rigorosa (aristotélica); e
• Uma lei resume numa fórmula todos os casos particulares estudados.
• Indução amplificadora (baconiana).
• Utiliza-se um numero finito de fatos estudados e a partir destes
projeta-se, também um numero finito, fatos num futuro
• A indução rigorosa pode ser assemelhada à uma forma de
dedução, uma vez que utiliza do rigor para modelar todos os
fatos particulares em uma única lei.
Henri Lefebvre
• A dedução pode ser exemplificada pela ideia silogística,
defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação
lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se
conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas,
tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão.
Como apresentado pela frase abaixo:
“Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
Henri Lefebvre
• A dedução pode ser exemplificada pela ideia silogística,
defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação
lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se
conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas,
tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão.
Como apresentado pela frase abaixo:
“Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
Henri Lefebvre
• A dedução pode ser exemplificada pela ideia silogística,
defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação
lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se
conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas,
tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão.
Como apresentado pela frase abaixo:
“Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
Henri Lefebvre
• A dedução pode ser exemplificada pela ideia silogística,
defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação
lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se
conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas,
tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão.
Como apresentado pela frase abaixo:
“Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
Henri Lefebvre
• Henri Lefebvre critica o silogismo, quando expressa a ideia de
que não seria possível saber se todos os homens são mortais
sem que se conteste, preliminarmente, a morte de Sócrates.
Ainda segundo o autor; Rigoroso, o silogismo apresenta-se
como uma repetição estéril, em um circulo vicioso. Para que o
pensamento torne-se fecundo, ou seja, indutivo, é necessário
que se quebre este circulo vicioso
Henri Lefebvre
• O pensamento mentem-se lógico enquanto o circulo vicioso se
mantém tautológico, ou seja, apresentando resultados
verdadeiros a quaisquer situações. Porém, toda e qualquer
constatação factual introduz no pensamento um novo elemento,
exterior ao circulo vicioso contingente do ponto de vista lógico.
Tal conteúdo faz explodir a forma, destruindo-a pura e
simplesmente.
Nicola Abbagnano
• Segundo o autor; Dedução é a relação pela qual
uma conclusão deriva em uma ou mais premissas.
Na história da filosofia, essa relação foi
interpretada e fundamentada de várias maneiras.
Podem-se distinguir três interpretações principais:
• 1ª A que a considera fundada na essência necessária ou substância dos
objetos a que se referem as proposições;
• 2ª A que a considera fundada na evidência sensível que tais objetos
apresentam;
3ª A que nega que essa relação tenha um único fundamento e a considera
decorrente de regras cujo uso pode ser objeto de acordo
Nicola Abbagnano
• O autor, em sua obra, introduz diversas definições apresentada
por diversos autores ao longo do tempo, dentre eles, destaca-se:
• 1ª FASE
• Aristóteles, que defendia a doutrina silogistica, onde as premissas
fluem de forma natural a fim de gerar uma conclusão;
Nicola Abbagnano
• 2ª FASE
• Teofrasto e Eudemo Assumem a doutrina estóica, que apresentada a
dedução baseada no raciocínio anapoditicos;
• Locke baseou a dedução na relação de concordância ou de discordância
entre as ideias, percebida imediatamente na experiência;
• Stuart Mill interpretou a dedução de modo análogo, como a aplicação
de regras gerais obtidas por indução a casos particulares. E admitiu, por
isso, a possibilidade de raciocinar mesmo sem o uso de proposições
gerais.
Nicola Abbagnano
• 3ª FASE
• Carnap Conhecida como convencionalista, diferente das demais
apresentadas, a prova da conclusão se dá por meio da coleta de
premissas arbitrarias, porém, de forma oportuna;
• Copi introduz o conceito de argumento dedutivo, onde os mesmos
devem fornecer provas suficientes para embasar tal conclusão;
Nicola Abbagnano
• Aristóteles define a Indução como “o procedimento que leva
do particular para o universal”, ou seja, utiliza das premissas
para construção de uma lei, objeto ou ideia.
• Segundo Abbagnano, a indução não possui valor
demonstrativo, sendo mais claro que a dedução, tendo sua
validade ligada aos fatos. Desta forma, o autor afirma que a
indução deve ser utilizada como exercício, em dialética, mas
não como ciência.
Nicola Abbagnano
• Semelhante à dedução, a indução sofreu diversas modificações
no seu entendimento ao passar do tempo.
• Os estoicos defendiam que dizer que os homens que os
rodeavam eram mortais não era o suficiente para concluir que
qualquer homem em outro lugar não seria.
• Já os epicuaristas defendiam que enquanto a hipótese não fosse
negada, ou seja, enquanto algum homem não fosse considerado
mortal, todos seriam considerados mortais
Nicola Abbagnano
• Sexto Empírico reexpõe a indução destingindo-a em duas
• Indução completa;e
• Indução incompleta.
• Bacon defendia a indução incompleta, uma vez que
considerava a completa um ciclo de premissas que diriam a
mesma ideia sem um fim. Além disso, ele defendia que a
indução deveria ser realizada em etapas, para que as exclusões
de falsas premissas pudessem ser realizadas.
Nicola Abbagnano
• A solução objetivista, sustentada por Filodemo, considera uma
uniformidade da natureza, o que permite a generalização das
experiências uniformes.
• A solução subjetivista, ou critica, defendida por Kant, admite uma
uniformidade da estrutura categorial do intelecto, e por
consequência, da forma geral que dele depende;
• A solução pragmática fora proposta pela filosofia contemporânea
quando se reconheceu a impossibilidade de uma justificativa
teorética; a solução foi buscada na interpretação probabilística da
indução,
Conclusão
• O processo de dedução parte de uma ideia ou objeto geral e é fragmentando
em diversas premissas para que estas possam ser aplicada em outros objetos,
possibilitando assim, explicar ou prever fatos.
• O processo de indução utiliza diversas premissas para construir um objeto
de estudo ao final do qual possa se obter uma conclusão lógica e estrutural,
uma lei que seja capaz de modelar o fenômeno/ideia/fato.
Obrigado!
Lucas Jamiro Barbosa – eng.lucasjb@gmail.com

dedução e indução

  • 1.
    ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOSCIÊNTIFICOS DEDUÇÃO E INDUÇÃO Presidente Prudente Outubro de 2015 Discentes: Lucas Jamiro Barbosa Docente: João Fernando Custódio da Silva
  • 2.
    Dicionários • AURÉLIO • Dedução: 1.Ato de deduzir; 2. Desconto; 3. Resultado, consequência, ilação; 4. Raciocínio ascendente (da causa para os efeitos ); e 5. Exposição que fundamenta pedido ou impugnação. • Indução: 1. Ato ou efeito de induzir; 2. Sugestão; 3. Conclusão; 4. Consequência tirada dos fatos que se examinam; 5. Estabelecimento de uma corrente elétrica (com produção de corrente inversa próxima); e 6. Interrupção de uma corrente elétrica (produzindo corrente semelhante próxima).
  • 3.
    Dicionários • AURÉLIO • Dedução: 1.Ato de deduzir; 2. Desconto; 3. Resultado, consequência, ilação; 4. Raciocínio ascendente (da causa para os efeitos ); e 5. Exposição que fundamenta pedido ou impugnação. • Indução: 1. Ato ou efeito de induzir; 2. Sugestão; 3. Conclusão; 4. Consequência tirada dos fatos que se examinam; 5. Estabelecimento de uma corrente elétrica (com produção de corrente inversa próxima); e 6. Interrupção de uma corrente elétrica (produzindo corrente semelhante próxima).
  • 4.
    Dicionários • MICHAELIS • Dedução: 1.Ação de deduzir; 2. Consequência tirada de um princípio; 3. Modo ou processo de raciocinar, partindo da causa para os efeitos, do princípio para as consequências, do geral para o particular (Filosofia). • Indução: 1. Ato ou efeito de induzir; 2. Raciocínio em que de fatos particulares se tira uma conclusão genérica.
  • 5.
    Dicionários • MICHAELIS • Dedução: 1.Ação de deduzir; 2. Consequência tirada de um princípio; 3. Modo ou processo de raciocinar, partindo da causa para os efeitos, do princípio para as consequências, do geral para o particular (Filosofia). • Indução: 1. Ato ou efeito de induzir; 2. Raciocínio em que de fatos particulares se tira uma conclusão genérica.
  • 6.
    Henri Lefebvre • Aindução vai dos fatos à lei, ou seja, dos fatos particulares à uma conclusão geral. Já a dedução é o oposto, uma vez que a mesma parte de uma ideia geral e busca os fatos particulares.
  • 7.
    Henri Lefebvre • Aindução pode ser dividida em: • Indução rigorosa (aristotélica); e • Uma lei resume numa fórmula todos os casos particulares estudados. • Indução amplificadora (baconiana). • Utiliza-se um numero finito de fatos estudados e a partir destes projeta-se, também um numero finito, fatos num futuro • A indução rigorosa pode ser assemelhada à uma forma de dedução, uma vez que utiliza do rigor para modelar todos os fatos particulares em uma única lei.
  • 8.
    Henri Lefebvre • Adedução pode ser exemplificada pela ideia silogística, defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas, tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão. Como apresentado pela frase abaixo: “Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
  • 9.
    Henri Lefebvre • Adedução pode ser exemplificada pela ideia silogística, defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas, tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão. Como apresentado pela frase abaixo: “Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
  • 10.
    Henri Lefebvre • Adedução pode ser exemplificada pela ideia silogística, defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas, tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão. Como apresentado pela frase abaixo: “Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
  • 11.
    Henri Lefebvre • Adedução pode ser exemplificada pela ideia silogística, defendida por Aristóteles, que designa uma argumentação lógica perfeita, divida em três proposições declarativas que se conectam de tal forma a que as duas primeiras, ditas premissas, tornam possível, ao interprete, a dedução de uma conclusão. Como apresentado pela frase abaixo: “Todo homem é mortal; ora, Sócrates é homem; logo, é mortal”
  • 12.
    Henri Lefebvre • HenriLefebvre critica o silogismo, quando expressa a ideia de que não seria possível saber se todos os homens são mortais sem que se conteste, preliminarmente, a morte de Sócrates. Ainda segundo o autor; Rigoroso, o silogismo apresenta-se como uma repetição estéril, em um circulo vicioso. Para que o pensamento torne-se fecundo, ou seja, indutivo, é necessário que se quebre este circulo vicioso
  • 13.
    Henri Lefebvre • Opensamento mentem-se lógico enquanto o circulo vicioso se mantém tautológico, ou seja, apresentando resultados verdadeiros a quaisquer situações. Porém, toda e qualquer constatação factual introduz no pensamento um novo elemento, exterior ao circulo vicioso contingente do ponto de vista lógico. Tal conteúdo faz explodir a forma, destruindo-a pura e simplesmente.
  • 14.
    Nicola Abbagnano • Segundoo autor; Dedução é a relação pela qual uma conclusão deriva em uma ou mais premissas. Na história da filosofia, essa relação foi interpretada e fundamentada de várias maneiras. Podem-se distinguir três interpretações principais: • 1ª A que a considera fundada na essência necessária ou substância dos objetos a que se referem as proposições; • 2ª A que a considera fundada na evidência sensível que tais objetos apresentam; 3ª A que nega que essa relação tenha um único fundamento e a considera decorrente de regras cujo uso pode ser objeto de acordo
  • 15.
    Nicola Abbagnano • Oautor, em sua obra, introduz diversas definições apresentada por diversos autores ao longo do tempo, dentre eles, destaca-se: • 1ª FASE • Aristóteles, que defendia a doutrina silogistica, onde as premissas fluem de forma natural a fim de gerar uma conclusão;
  • 16.
    Nicola Abbagnano • 2ªFASE • Teofrasto e Eudemo Assumem a doutrina estóica, que apresentada a dedução baseada no raciocínio anapoditicos; • Locke baseou a dedução na relação de concordância ou de discordância entre as ideias, percebida imediatamente na experiência; • Stuart Mill interpretou a dedução de modo análogo, como a aplicação de regras gerais obtidas por indução a casos particulares. E admitiu, por isso, a possibilidade de raciocinar mesmo sem o uso de proposições gerais.
  • 17.
    Nicola Abbagnano • 3ªFASE • Carnap Conhecida como convencionalista, diferente das demais apresentadas, a prova da conclusão se dá por meio da coleta de premissas arbitrarias, porém, de forma oportuna; • Copi introduz o conceito de argumento dedutivo, onde os mesmos devem fornecer provas suficientes para embasar tal conclusão;
  • 18.
    Nicola Abbagnano • Aristótelesdefine a Indução como “o procedimento que leva do particular para o universal”, ou seja, utiliza das premissas para construção de uma lei, objeto ou ideia. • Segundo Abbagnano, a indução não possui valor demonstrativo, sendo mais claro que a dedução, tendo sua validade ligada aos fatos. Desta forma, o autor afirma que a indução deve ser utilizada como exercício, em dialética, mas não como ciência.
  • 19.
    Nicola Abbagnano • Semelhanteà dedução, a indução sofreu diversas modificações no seu entendimento ao passar do tempo. • Os estoicos defendiam que dizer que os homens que os rodeavam eram mortais não era o suficiente para concluir que qualquer homem em outro lugar não seria. • Já os epicuaristas defendiam que enquanto a hipótese não fosse negada, ou seja, enquanto algum homem não fosse considerado mortal, todos seriam considerados mortais
  • 20.
    Nicola Abbagnano • SextoEmpírico reexpõe a indução destingindo-a em duas • Indução completa;e • Indução incompleta. • Bacon defendia a indução incompleta, uma vez que considerava a completa um ciclo de premissas que diriam a mesma ideia sem um fim. Além disso, ele defendia que a indução deveria ser realizada em etapas, para que as exclusões de falsas premissas pudessem ser realizadas.
  • 21.
    Nicola Abbagnano • Asolução objetivista, sustentada por Filodemo, considera uma uniformidade da natureza, o que permite a generalização das experiências uniformes. • A solução subjetivista, ou critica, defendida por Kant, admite uma uniformidade da estrutura categorial do intelecto, e por consequência, da forma geral que dele depende; • A solução pragmática fora proposta pela filosofia contemporânea quando se reconheceu a impossibilidade de uma justificativa teorética; a solução foi buscada na interpretação probabilística da indução,
  • 22.
    Conclusão • O processode dedução parte de uma ideia ou objeto geral e é fragmentando em diversas premissas para que estas possam ser aplicada em outros objetos, possibilitando assim, explicar ou prever fatos. • O processo de indução utiliza diversas premissas para construir um objeto de estudo ao final do qual possa se obter uma conclusão lógica e estrutural, uma lei que seja capaz de modelar o fenômeno/ideia/fato.
  • 23.
    Obrigado! Lucas Jamiro Barbosa– eng.lucasjb@gmail.com