IX CURSO DE CIRURGIAS UROLÓGICAS POR VÍDEO Milton TatsuoTanaka REIMPLANTE URETERAL LAPAROSCÓPICO
INTRODUÇÃO Janetschek em 1995 Primeira experiência clínica  Seis meninas  RVU (II e III) - 9 unidades Técnica Gregoir-Lich Não oferecia vantagem em relação  a cirurgia convencional   Ann Urol (Paris);29(2):101-5, 1995
Reimplante Ureteral Laparoscópico - Revisão de Literatura   01- Fugita OE. et al. J Urol; 166: 51-3, 2001.   02- Yohannes P. et al. J Endourol; 17 (10): 891-3, 2003. 03- Dinlene CZ. et al. J Urol; 172 (3): 905, 2004. 04- Kaul S. et al. Minim Invasive Ther Allied Technol; 14 (2): 62-70, 2005. 05- Lima GC. et al. Urology; 66 (6): 1307-9, 2005. 06- Ramalingam M. et al. J Endourol; 19 (10): 1174-6, 2005. 07- Canning DA. J Urol; 174 (3): 1103-4, 2005. 08- Kamat N. et al. J Endourol; 19 (4): 486-90, 2005. 09- Branco A W. et al. Int Braz J  Urol; 31 (1): 51-3, 2005. 10- Kim C. et al. Rev Urol; 7 (4): 215-23, 2005. 11- Kutikov A. et al. J Urol; 176 (5): 2222-5, 2006. 12- Ansari MS. et al. J Urol; 176 (6 Pt 1): 2640-2, 2006. 13- Uberoi J. et al. J Endo Urol, 21 (4): 368-73, 2007. 14- Rassweiler JJ. et al. Eur Urol; 51 (2): 512-22, 2007 . 15- Patel RP.  et al. Minerval Urol Nefrol; 59 (4): 425-30, 2007. 16- Myer EG. et al. J Urol; 178 (6): 2406-10, 2007. 17- De Naeyer G. et al. J Endourol; 21 (6): 618-20, 2007 18- Estrada CR. et al. Arch Esp Urol; 60 (4): 471-9, 2007. 19- Casale P. et al. J Urol; 179 (5): 1987-9, 2008. 20- Ogan K.  et al. JSLS; 12 (1): 13-7, 2008.
INDICAÇÕES Refluxo vesico-ureteral Iatrogenias 2ª cirurgia pélvica: fístula ureteral lesão aguda estenose ureteral Complicações de instrumentação endoscópica Tumor ureter 1/3 inferior Estenoses por outras causas
   Anti-refluxo Gregoir Ureteroneocistostomia Gregoir-Lich Psoas Hitch Cirurgia de Boari Cirurgia de Cohen Assistida por robótica TÉCNICA CIRÚRGICA ABERTA
TÉCNICA CIRÚRGICA Acesso extraperitoneal Acesso  transperitoneal (mais comum) Paciente DDH em Trendelemburg Colocação de 3 a 4 portais (cicatriz umbilical e fossas ilíacas) Técnica laparoscópica visa reproduzir a forma aberta Exige domínio de técnica de suturas
REIMPLANTE URETERAL LAPAROSCÓPICO “  Técnica de Psoas Hitch” Passo a passo    Mulher de 56 anos Estenose ureter pévico á esquerda Histerectomia
Psoas Hitch      Descolamento medial do colon Dissecção ureteral c/ preser- vação da circulação  (evitar isquemia)    Cadarçamento ureteral
Psoas Hitch     Região da obstrução c/ reação fibrótica intensa
Psoas Hitch     Ureter totalmente liberado
Psoas Hitch   Descolamento anterior da bexiga  Exposião do arco púbico
Psoas Hitch     Bexiga totalmente liberada
Psoas Hitch  Exposição do músculo psoas c/ ancoramento da bexiga 2 pontos vicryl 0. Atenção – vasos ilíacos e nervo gênito - femural
Psoas Hitch   Demarcação da bexiga p/ confecção do túnel  Bexiga preenchida com 250 ml de soro fisiológico
Psoas Hitch     Cistotomia p/ confecção do  túnel    Túnel com mínimo de 3x o  diâmetro ureteral    Pontos de reparo bordas da  abertura
Psoas Hitch     Abertura da mucosa no  ângulo inferior
Psoas Hitch     Secção do segmento esteno- sado e espatulação ureteral
Psoas Hitch     Anastomose uretero-vesical -Fio vicryl, pds, 5.0 pontos  separados -Ponto de avanço e estabili- zação ureteral    Passagem de cateter duplo j
Psoas Hitch   Sutura detrusor sobre o ureter - pontos separados -fio 3.0 - hiato ureteral com folga     Recobrimento com epiplon
10 pacients vesicopsoas-hitch 4 with Boari-flap 10 pacients open surgery
Comparison of laparoscopic and open groups Rassweiler et al - 2/10 - Major complications - 4/10 2/10 complications <0.05 4.2 (3-7) 2.3 (2-3) Convalescence (wk) - 8/10 10/10 Success rate <0.05 21.5 (5-45) 4.9 (0-28) Mean analgesic (mg piritramide) <0.05 19.1 (12-27) 9.2 (6-19) Mean hospital stay (d) <0.05 2.9 (2-4) 1.5 (1-2) Mean days to oral intake <0.05 610 (200-900) 370 (170-550) Mean estimated blood loss (cc) >0.05 187 (98-245) 228 (165-345) Mean operative time (min) >0.05 25 (20-30) 28.5 (20-60) Mean stricture length (mm) >0.05 27.45 (22.9-31.6) 28.62 (22.2-43.2) BMI (kg/m 2 ) - 45.3 (29-68) 52.2 (23-78) Mean age (yr) - 8/2 7/3 No of female/male P value Open group Laparoscopic group Criterion
 
Técnica Cohen - vesicoscopia Holger Til –congresso Europeu - Roma 2008
V congresso Urologia SOLCIMI 2008 – RJ
Robotic-Assisted laparoscopic Reimplantation with Psoas Hitch Between august 2004 and july 2006,  twelve pacients  underwent robot-assisted laparoscopic ureteric reimplantation with a psoas hitch: The Ohio State University, Columbus, USA(n=5) Onze-Lieve-Vrouw Ziekenhuis, Belgiun (n=2) Hospital Sultanah Aminah, Malaysia (n=5) Materials and metholds
Robotic-Assisted laparoscopic Reimplantation with Psoas Hitch Results 15.5 Mean follow-up (months) 4.3 (2-8) Mean length stay (days) 48 (45-100) Mean blood loss (ml) 173 (75-300) Mean console time (min) 208 (80-360) Mean operative time (min)
 
   Técnica alternativa a cirurgia aberta com resultado  comparável a forma aberta.    Os princípios técnicos da cirurgia aberta devem ser  respeitadas.    Cirurgião: Sólida experiência laparoscópica por ser uma  cirurgia reconstrutiva complexa. REIMPLANTE URETERAL LAPAROSCÓPICO Mensagem final
MUITO OBRIGADO !

Curso Reimplante Ureteral Laparoscópico

  • 1.
    IX CURSO DECIRURGIAS UROLÓGICAS POR VÍDEO Milton TatsuoTanaka REIMPLANTE URETERAL LAPAROSCÓPICO
  • 2.
    INTRODUÇÃO Janetschek em1995 Primeira experiência clínica Seis meninas RVU (II e III) - 9 unidades Técnica Gregoir-Lich Não oferecia vantagem em relação a cirurgia convencional Ann Urol (Paris);29(2):101-5, 1995
  • 3.
    Reimplante Ureteral Laparoscópico- Revisão de Literatura 01- Fugita OE. et al. J Urol; 166: 51-3, 2001. 02- Yohannes P. et al. J Endourol; 17 (10): 891-3, 2003. 03- Dinlene CZ. et al. J Urol; 172 (3): 905, 2004. 04- Kaul S. et al. Minim Invasive Ther Allied Technol; 14 (2): 62-70, 2005. 05- Lima GC. et al. Urology; 66 (6): 1307-9, 2005. 06- Ramalingam M. et al. J Endourol; 19 (10): 1174-6, 2005. 07- Canning DA. J Urol; 174 (3): 1103-4, 2005. 08- Kamat N. et al. J Endourol; 19 (4): 486-90, 2005. 09- Branco A W. et al. Int Braz J Urol; 31 (1): 51-3, 2005. 10- Kim C. et al. Rev Urol; 7 (4): 215-23, 2005. 11- Kutikov A. et al. J Urol; 176 (5): 2222-5, 2006. 12- Ansari MS. et al. J Urol; 176 (6 Pt 1): 2640-2, 2006. 13- Uberoi J. et al. J Endo Urol, 21 (4): 368-73, 2007. 14- Rassweiler JJ. et al. Eur Urol; 51 (2): 512-22, 2007 . 15- Patel RP. et al. Minerval Urol Nefrol; 59 (4): 425-30, 2007. 16- Myer EG. et al. J Urol; 178 (6): 2406-10, 2007. 17- De Naeyer G. et al. J Endourol; 21 (6): 618-20, 2007 18- Estrada CR. et al. Arch Esp Urol; 60 (4): 471-9, 2007. 19- Casale P. et al. J Urol; 179 (5): 1987-9, 2008. 20- Ogan K. et al. JSLS; 12 (1): 13-7, 2008.
  • 4.
    INDICAÇÕES Refluxo vesico-ureteralIatrogenias 2ª cirurgia pélvica: fístula ureteral lesão aguda estenose ureteral Complicações de instrumentação endoscópica Tumor ureter 1/3 inferior Estenoses por outras causas
  • 5.
    Anti-refluxo Gregoir Ureteroneocistostomia Gregoir-Lich Psoas Hitch Cirurgia de Boari Cirurgia de Cohen Assistida por robótica TÉCNICA CIRÚRGICA ABERTA
  • 6.
    TÉCNICA CIRÚRGICA Acessoextraperitoneal Acesso transperitoneal (mais comum) Paciente DDH em Trendelemburg Colocação de 3 a 4 portais (cicatriz umbilical e fossas ilíacas) Técnica laparoscópica visa reproduzir a forma aberta Exige domínio de técnica de suturas
  • 7.
    REIMPLANTE URETERAL LAPAROSCÓPICO“ Técnica de Psoas Hitch” Passo a passo  Mulher de 56 anos Estenose ureter pévico á esquerda Histerectomia
  • 8.
    Psoas Hitch  Descolamento medial do colon Dissecção ureteral c/ preser- vação da circulação (evitar isquemia)  Cadarçamento ureteral
  • 9.
    Psoas Hitch  Região da obstrução c/ reação fibrótica intensa
  • 10.
    Psoas Hitch  Ureter totalmente liberado
  • 11.
    Psoas Hitch  Descolamento anterior da bexiga  Exposião do arco púbico
  • 12.
    Psoas Hitch  Bexiga totalmente liberada
  • 13.
    Psoas Hitch Exposição do músculo psoas c/ ancoramento da bexiga 2 pontos vicryl 0. Atenção – vasos ilíacos e nervo gênito - femural
  • 14.
    Psoas Hitch  Demarcação da bexiga p/ confecção do túnel  Bexiga preenchida com 250 ml de soro fisiológico
  • 15.
    Psoas Hitch  Cistotomia p/ confecção do túnel  Túnel com mínimo de 3x o diâmetro ureteral  Pontos de reparo bordas da abertura
  • 16.
    Psoas Hitch  Abertura da mucosa no ângulo inferior
  • 17.
    Psoas Hitch  Secção do segmento esteno- sado e espatulação ureteral
  • 18.
    Psoas Hitch  Anastomose uretero-vesical -Fio vicryl, pds, 5.0 pontos separados -Ponto de avanço e estabili- zação ureteral  Passagem de cateter duplo j
  • 19.
    Psoas Hitch  Sutura detrusor sobre o ureter - pontos separados -fio 3.0 - hiato ureteral com folga  Recobrimento com epiplon
  • 20.
    10 pacients vesicopsoas-hitch4 with Boari-flap 10 pacients open surgery
  • 21.
    Comparison of laparoscopicand open groups Rassweiler et al - 2/10 - Major complications - 4/10 2/10 complications <0.05 4.2 (3-7) 2.3 (2-3) Convalescence (wk) - 8/10 10/10 Success rate <0.05 21.5 (5-45) 4.9 (0-28) Mean analgesic (mg piritramide) <0.05 19.1 (12-27) 9.2 (6-19) Mean hospital stay (d) <0.05 2.9 (2-4) 1.5 (1-2) Mean days to oral intake <0.05 610 (200-900) 370 (170-550) Mean estimated blood loss (cc) >0.05 187 (98-245) 228 (165-345) Mean operative time (min) >0.05 25 (20-30) 28.5 (20-60) Mean stricture length (mm) >0.05 27.45 (22.9-31.6) 28.62 (22.2-43.2) BMI (kg/m 2 ) - 45.3 (29-68) 52.2 (23-78) Mean age (yr) - 8/2 7/3 No of female/male P value Open group Laparoscopic group Criterion
  • 22.
  • 23.
    Técnica Cohen -vesicoscopia Holger Til –congresso Europeu - Roma 2008
  • 24.
    V congresso UrologiaSOLCIMI 2008 – RJ
  • 25.
    Robotic-Assisted laparoscopic Reimplantationwith Psoas Hitch Between august 2004 and july 2006, twelve pacients underwent robot-assisted laparoscopic ureteric reimplantation with a psoas hitch: The Ohio State University, Columbus, USA(n=5) Onze-Lieve-Vrouw Ziekenhuis, Belgiun (n=2) Hospital Sultanah Aminah, Malaysia (n=5) Materials and metholds
  • 26.
    Robotic-Assisted laparoscopic Reimplantationwith Psoas Hitch Results 15.5 Mean follow-up (months) 4.3 (2-8) Mean length stay (days) 48 (45-100) Mean blood loss (ml) 173 (75-300) Mean console time (min) 208 (80-360) Mean operative time (min)
  • 27.
  • 28.
    Técnica alternativa a cirurgia aberta com resultado comparável a forma aberta.  Os princípios técnicos da cirurgia aberta devem ser respeitadas.  Cirurgião: Sólida experiência laparoscópica por ser uma cirurgia reconstrutiva complexa. REIMPLANTE URETERAL LAPAROSCÓPICO Mensagem final
  • 29.

Notas do Editor

  • #4 O interesse por esta cirurgia tem aumentado. A literatura já traz um maior número de publicações Artigo do Dr Rassweiler onde faz estudo comparativo entre a técnica laparoscópica com a aberta
  • #6 A cirurgia laparoscópica visa reproduzir a cirurgia aberta , portanto todas as variantes técnicas já conhecidas e consagradas podem ser duplicadas. A robótica está sendo utilizada p/ oferecer uma melhor qualidade.
  • #7 O acesso pode ser retro ou trans mas o mais comum é o transperitoneal.
  • #9 Após descolamento medial do colon o ureter é dissecado cuidadosamente procurando preservar a circulação, evitando com isso a isquemia do órgão. Deve-se também evitar manuseio excessivo e vigoroso do ureter portando o cadarçamento ureteral é recomendada p/ minimizar esta possibilidade. A dissecção ureteral é extendida proximalmente acima dos vasos ilíacos p/ obter um máximo de extenção e distalmente até a região da obstrução.
  • #14 Dissecção p/ exposição do músculo psoas p/ em seguida proceder o ancoramento da bexiga, aplicando 2 a 3 pontos de vicryl 0. Deve ser bastante cuidadoso p/ não lesionar os vasos ilíacos e o nervo gênito-femural.
  • #15 Aqui a bexiga sendo demarcada p/ o início da confecção do túnel submucoso e semi-prenchida com soro fisiológico
  • #16 Musculatura detrusora incisada e sendo descolada lateralmente expondo a mucosa vesical. Lembrando que o túnel deverá ter no mínimo uma extensão de 3x o diâmetro ureteral P/ ajudar nessa disseção recomendamos aplicação de 2 pontos nas bordas com finalidade de uma melhor apresentação, colocados pecutamente como o professoor Mirandolino recomenda nas pieloplastias.
  • #17 Após conclusão da confecção do túnel é feita abertura do mucosa vesical próximo ao angulo inferior da cistotomia.
  • #19 Aqui a anastomose entre o ureter e mucosa vesical que é iniciada do angulo superior da abertura da mucosa com o angulo da espatulação e proseguida em cada borda distalamente, aplicando um total de 6 a 8 pontos separados.
  • #21 Este é o únoco artigo que foi publicado no European Urology 2007 do Dr Rassweiler onde faz um estudo comparativo da técnica de reimplante ureteral entre a laparoscópica com a aberta.
  • #24 Este material foi apresentado no congresso Europeu deste ano em Roma pelo Dr Holger Til que é técnica de Cohen feito laparoscopicamente através da colocação de 3 portais diretamente na bexiga.
  • #27 Pure laparoscopic: Mean operative time- 228 min; Blood loss – 370 ml; Mean ength stay -9.2.
  • #28 Este artigo muito interessante publicado no journal deste ano onde os autores propõe a preservação do plexo nervoso pélvico em reimplante ureteral assistido por robótica p/ evitar a denervação vesical. São resultados preliminares ainda.