O documento discute a cultura corporal na educação infantil, definindo-a como atividades que expressam uma relação não utilitária do corpo através do movimento. Ele argumenta que a liberdade de movimento na escola deve ser resultado de uma ação pedagógica que ensine técnicas e objetivos, e não mera expressão livre. Também discute como o trabalho pedagógico com cultura corporal pode desenvolver a consciência das crianças sobre seus movimentos.