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CONCEPÇÃO INTERACIONISTA
Componentes: Antônio Mozar Alves Cristina Martins de Melo Gustavo Henrique Goulart Rildo Nascimento de Oliveira Professora : Cleusa  Maria Gontijo
Conjunto de objetos com os quais interagimos, ocorrendo essa interação pelas possíveis interpretações que deles fazemos em um dado momento. Isso inclui, entre outros, seus aspectos físicos, socioculturais e afetivos.
PRESSUPOSTOS HISTÓRICOS O surgimento das teorias interacionistas deu-se no início do séc. XX Veio para superar abordagens como:  Empirismo Racionalismo
Idéia central  O foco dessa  concepção de aprendizagem  está centrado no aluno. O professor assume o papel de orientador do processo de ensino-aprendizagem. o erro do aluno deixa de ser motivo de punição A análise do erro constitui um novo ponto de partida para que o professor possa saber até que ponto o aluno aprendeu a matéria e assim, possa replanejar suas aulas de modo a abordar o mesmo conteúdo de uma forma mais criativa e dinâmica.
Interpretações segundo: -  Piaget  -  Vygotsky  -  Wallon
Jean Piaget A essência do processo cognitivo, para Piaget, é a equilibração entre os processos de  assimilação  e  acomodação . Assimilação e Acomodação são os processos que regulam as trocas do sujeito com o meio. A compreensão do processo de construção do conhecimento, tal como desvendado por Piaget, podem propiciar a criação de projetos pedagógicos voltados não só para a aprendizagem como também para o desenvolvimento da inteligência dos alunos.
No caso do SE, pelas possibilidades interativas e de mediação que pode propiciar, a cada esquema de assimilação e acomodação do aluno, dependendo de como seja tratada a resposta do aluno, em muito poderá favorecer àquela experiência educacional.
Lev Semenovich Vygotsky  Inspirado na dialética de Karl Marx, reafirma a idéia de que o homem, ao mesmo tempo que age na natureza transformando-a, sofre os efeitos dessa transformação que ele mesmo promove. Essa forma de atividade que retrata a relação homem-mundo é intencional, planejada, movida por motivos sociais e mediada pelo uso de instrumentos, ultrapassando assim a sua dimensão estritamente biológico
Pretende-se que o SE seja um instrumento efetivo capaz de ampliar as possibilidades de conhecimento do aluno, à medida que se considere a necessária articulação dos conceitos espontâneos (conhecimentos prévios) com os conhecimentos que se deseja levar o aluno a construir (conhecimentos científicos), e que explore as possibilidades de interação intra e intergrupos visando a um trabalho didático capaz de privilegiar as diferentes ZDPs dos alunos.
Henri Wallon A visão construtivista e interacionista desse grande psicólogo marxista está expressa na sua concepção de homem:  “ o homem é um ser social desde o momento em que nasce, já que a sua própria sobrevivência fica condicionada aos cuidados de outrem”. O uso, do computador na sala de aula, quando privilegia a integração grupal, favorece de modo especial o desenvolvimento e a aprendizagem socioafetivas e cognitivas do aluno.
Proposta do grupo  Público alvo:  Alunos 8° ano do ensino fundamental. Pré-requisitos:  Reconhecer figuras planas. Reconhecer os ângulos internos das figuras planas. Objetivos  Mostrar ao aluno que a soma dos ângulos internos de qualquer triângulo é sempre 180° (ângulo raso).
Material a ser utilizado Régua; papel; tesoura; transferidor. Desenvolvimento Propor aos alunos que desenhem três triângulos quaisquer e identifique os seus ângulos internos. Após recortar os triângulos, separar os ângulos de cada triângulo, usando a tesoura, sem deformá-los, a única figura a ser deformada será o triângulo, em seguida agrupar os ângulos consecutivamente, e então tirar as próprias conclusões.
Referencias Bibliográficas OLIVEIRA,Celina Couto de. Ambientes informatizados de aprendizagem: Produção e avaliação de software educativo/Celina Couto de oliveira, Jose Wilson da Costa, Mercia Moreira._ Campinas,SP: Papirus.2001- (Serie Prática Pedagógica). FILHO, José Aires de, MACÊDO, Ana Angélica Mathias, MACÊDO, Laécio Nobre de. Avaliação de um Objeto de Aprendizagem com Base nas Teorias Cognitivas. Anais do XXVII Congresso da SBC. RJ.Rio de Janeiro,2007. NEVES,Rita de Araújo, DAMIANI,Magda Floriana. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. UNIrevista - Vol. 1, n° 2 :abril, 2006.

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  • 2. Componentes: Antônio Mozar Alves Cristina Martins de Melo Gustavo Henrique Goulart Rildo Nascimento de Oliveira Professora : Cleusa Maria Gontijo
  • 3. Conjunto de objetos com os quais interagimos, ocorrendo essa interação pelas possíveis interpretações que deles fazemos em um dado momento. Isso inclui, entre outros, seus aspectos físicos, socioculturais e afetivos.
  • 4. PRESSUPOSTOS HISTÓRICOS O surgimento das teorias interacionistas deu-se no início do séc. XX Veio para superar abordagens como: Empirismo Racionalismo
  • 5. Idéia central O foco dessa concepção de aprendizagem está centrado no aluno. O professor assume o papel de orientador do processo de ensino-aprendizagem. o erro do aluno deixa de ser motivo de punição A análise do erro constitui um novo ponto de partida para que o professor possa saber até que ponto o aluno aprendeu a matéria e assim, possa replanejar suas aulas de modo a abordar o mesmo conteúdo de uma forma mais criativa e dinâmica.
  • 6. Interpretações segundo: - Piaget - Vygotsky - Wallon
  • 7. Jean Piaget A essência do processo cognitivo, para Piaget, é a equilibração entre os processos de assimilação e acomodação . Assimilação e Acomodação são os processos que regulam as trocas do sujeito com o meio. A compreensão do processo de construção do conhecimento, tal como desvendado por Piaget, podem propiciar a criação de projetos pedagógicos voltados não só para a aprendizagem como também para o desenvolvimento da inteligência dos alunos.
  • 8. No caso do SE, pelas possibilidades interativas e de mediação que pode propiciar, a cada esquema de assimilação e acomodação do aluno, dependendo de como seja tratada a resposta do aluno, em muito poderá favorecer àquela experiência educacional.
  • 9. Lev Semenovich Vygotsky Inspirado na dialética de Karl Marx, reafirma a idéia de que o homem, ao mesmo tempo que age na natureza transformando-a, sofre os efeitos dessa transformação que ele mesmo promove. Essa forma de atividade que retrata a relação homem-mundo é intencional, planejada, movida por motivos sociais e mediada pelo uso de instrumentos, ultrapassando assim a sua dimensão estritamente biológico
  • 10. Pretende-se que o SE seja um instrumento efetivo capaz de ampliar as possibilidades de conhecimento do aluno, à medida que se considere a necessária articulação dos conceitos espontâneos (conhecimentos prévios) com os conhecimentos que se deseja levar o aluno a construir (conhecimentos científicos), e que explore as possibilidades de interação intra e intergrupos visando a um trabalho didático capaz de privilegiar as diferentes ZDPs dos alunos.
  • 11. Henri Wallon A visão construtivista e interacionista desse grande psicólogo marxista está expressa na sua concepção de homem: “ o homem é um ser social desde o momento em que nasce, já que a sua própria sobrevivência fica condicionada aos cuidados de outrem”. O uso, do computador na sala de aula, quando privilegia a integração grupal, favorece de modo especial o desenvolvimento e a aprendizagem socioafetivas e cognitivas do aluno.
  • 12. Proposta do grupo Público alvo: Alunos 8° ano do ensino fundamental. Pré-requisitos: Reconhecer figuras planas. Reconhecer os ângulos internos das figuras planas. Objetivos Mostrar ao aluno que a soma dos ângulos internos de qualquer triângulo é sempre 180° (ângulo raso).
  • 13. Material a ser utilizado Régua; papel; tesoura; transferidor. Desenvolvimento Propor aos alunos que desenhem três triângulos quaisquer e identifique os seus ângulos internos. Após recortar os triângulos, separar os ângulos de cada triângulo, usando a tesoura, sem deformá-los, a única figura a ser deformada será o triângulo, em seguida agrupar os ângulos consecutivamente, e então tirar as próprias conclusões.
  • 14. Referencias Bibliográficas OLIVEIRA,Celina Couto de. Ambientes informatizados de aprendizagem: Produção e avaliação de software educativo/Celina Couto de oliveira, Jose Wilson da Costa, Mercia Moreira._ Campinas,SP: Papirus.2001- (Serie Prática Pedagógica). FILHO, José Aires de, MACÊDO, Ana Angélica Mathias, MACÊDO, Laécio Nobre de. Avaliação de um Objeto de Aprendizagem com Base nas Teorias Cognitivas. Anais do XXVII Congresso da SBC. RJ.Rio de Janeiro,2007. NEVES,Rita de Araújo, DAMIANI,Magda Floriana. Vygotsky e as teorias da aprendizagem. UNIrevista - Vol. 1, n° 2 :abril, 2006.