SlideShare uma empresa Scribd logo
CONCEITO
                       E
                     BREVE
                  HISTÓRICO
                    SOBRE
                A SEXUALIDADE




Autora da Apostila: Simone Helen Drumond
    http://simonehelendrumond.blogspot.com
         simone_drumond@hotmail.com
            (92) 8808-2372 / 8813-9525
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
            Atualmente, têm-se realizado muitos estudos a respeito da
      sexualidade humana, pois essa é extremamente importante em todas
          as fases do nosso desenvolvimento. A sexualidade tem grande
       relevância no desenvolvimento e na vida psíquica das pessoas, pois
        relaciona-se com a busca do prazer, necessidade fundamental dos
                   seres humanos. Segundo Freud (1856-1939),
         A sexualidade "é algo inerente, que se
            manifesta desde o momento do
           nascimento até a morte, de formas
              diferentes a cada etapa do
                   desenvolvimento."
              (FREUD apud GUIA DE ORIENTAÇÃO, 1994, p.22).

         Freud foi o primeiro a descrever o impacto das experiências da
        infância sobre o caráter do adulto, reconhecendo a atividade e o
                        aprendizado sexual das crianças.

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
        A dimensão da sexualidade não está vinculada
       apenas ao aspecto corporal. Ela tem a ver com o
       mais profundo do nosso ser, com a nossa razão e
                     com os sentimentos.

        A sexualidade não se refere apenas à questão
      biológica, ao conjunto de características funcionais
        e anatômicas do corpo humano, ao ato sexual.

       A concepção de sexualidade é, porém, muito mais
       ampla, pois refere-se às questões da razão e dos
       sentimentos, sendo também uma questão cultural.
       Cada sociedade cria parâmetros e padrões para o
             comportamento sexual dos indivíduos.

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE

          Na Idade Média, acreditava-se que as crianças
        eram seres "puros" e "inocentes" que não tinham
         sexualidade a expressar; e as manifestações da
       sexualidade infantil possuíam a conotação de algo
        feio, sujo, pecaminoso, cuja existência se devia à
                      má influência de adultos.

          As formulações conceituais sobre sexualidade
        infantil ainda hoje não são conhecidas ou aceitas
        por toda a sociedade e até mesmo por parte dos
       profissionais que se ocupam de crianças, inclusive
         educadores, que se recusam a tratá-la como um
              tema a ser trabalhado em sala de aula.

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
          O psicanalista Freud, fez um amplo estudo a respeito da
          sexualidade humana e foi o primeiro a descrever sobre a
                       sexualidade infantil. Para ele,
             "todos os impulsos e atividades
                prazerosas são sexuais."
        Freud acreditava que fatores sexuais podem ter sua parte na
       etiologia das neuroses, sendo muito freqüente a descoberta de
      fatores patogênicos na vida sexual de pacientes com transtornos
                                  mentais.

      Freud tinha formação humanista muito forte, tinha
         uma produção intelectual intensa e por sua
      erudição, conseguia pensar em metáforas para as
                    referidas explicações.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
     Através da mitologia, da arqueologia, foi buscando vestígios do passado na história
     das pessoas. Freud mostra que "a sexualidade humana não se liga à genitalidade
                     e que se organiza a partir de operações psíquicas.“

                    (FREUD apud GUIA DE ORIENTAÇÃO, 1994, p.14).

         Propôs que as crianças já apresentam uma sexualidade muito diferente das
     outras espécies e que, na infância, não está comprometida ao órgão sexual, mas a
      sensações ligadas à sexualidade. Isso foi revolucionário para a época, quando se
                       achava que a sexualidade ficava adormecida.

        A sexualidade humana tem basicamente uma
        questão que a torna diferente; é a questão da
      pulsão, pois nós não somos, tal como os animais,
        movidos por instinto, mas por pulsão, termo
       proposto por Freud para dar a idéia de algo que
          fica exatamente no limite entre o orgânico
                        e o psíquico.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
       Atualmente,sabe-se que os contatos de uma mãe com
      seu filho despertam nele as primeiras vivências de prazer.

     Essas primeiras experiências sensuais de vida e de prazer
     não são essencialmente biológicas, mas se constituirão no
       acervo psíquico do indivíduo; serão o embrião da vida
                         mental no bebê.

      A sexualidade infantil se desenvolve desde os primeiros
      dias de vida e segue se manifestando de forma diferente
                   em cada momento da infância.

      A sua vivência saudável é fundamental na medida
          em que é um dos aspectos essenciais de
        desenvolvimento global dos seres humanos.

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE

      A sexualidade, assim como a inteligência,
      será construída a partir das possibilidades
     individuais e de sua interação com o meio e
                       a cultura.

       Os adultos reagem de uma forma ou de outra, aos
      primeiros movimentos exploratórios que a criança faz
     em seu corpo e aos jogos sexuais com outras crianças.

       As crianças recebem então, desde muito cedo, uma
      qualificação ou "julgamento" do mundo adulto em que
      está imersa, permeado de valores e crenças que são
     atribuídos à sua busca de prazer, o que comporá a sua
                           vida psíquica.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
    Nessa exploração do próprio corpo, na observação do corpo
    de outros, e a partir das relações familiares é que a criança
      se descobre num corpo sexuado de menino ou menina.

      Preocupa-se então mais intensamente com as diferenças
      entre os sexos, não só as anatômicas, mas também com
    todas as expressões que caracterizam o homem e a mulher.

       A construção do que é pertencer a um ou
            outro sexo se dá pelo tratamento
         diferenciado para meninos e meninas,
         inclusive nas expressões diretamente
        ligadas à sexualidade, e pelos padrões
       socialmente estabelecidos de feminino e
                       masculino.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE

        Esses padrões são oriundos das
       representações sociais e culturais
       construídas a partir das diferenças
      biológicas dos sexos e transmitidas
    através da educação, o que atualmente
     recebe a denominação de relações de
         gênero. Essas representações
           absorvidas são referências
      fundamentais para a constituição da
             identidade da criança.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE

        A sexualidade das crianças e particularmente dos
      adolescentes, é preocupação escolar desde o século
       XVIII, quando esta questão tornou-se um problema
        público. Assim, a instituição pedagógica da época
       não impôs um silêncio geral ao sexo das crianças e
         dos adolescentes. Pelo contrário, concentrou as
       formas de discurso neste tema, estabeleceu pontos
      de implantação diferentes, codificou os conteúdos e
                     qualificou os locutores.

             Tudo isso permitiu vincular a
      intensificação dos poderes à multiplicação
                     do discurso.

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
      No Brasil, a inserção da educação sexual na escola
       operou-se a partir de um deslocamento no campo
         discursivo sobre a sexualidade de crianças e
                          adolescentes.

      Nos anos 1920 e 1930, os problemas de "desvios
    sexuais" deixaram de ser percebidos como crime para
              serem concebidos como doenças.

    A escola passou a ser tida como um espaço de
    intervenção preventiva da medicina higiênica,
     devendo cuidar da sexualidade de crianças e
            adolescentes a fim de produzir
              comportamentos normais.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
        Durante as décadas de 1960 e 1970, a penetração da
        educação sexual formal na escola enfrentou fluxos e
                             refluxos.

    Na segunda metade dos anos 60, algumas escolas públicas
     desenvolveram experiências de educação sexual. Todavia,
    elas deixam de existir em 1970, após um pronunciamento da
        Comissão Nacional de Moral e Civismo dando parecer
         contrário a um projeto de lei de 1968 que propunha a
       inclusão obrigatória da Educação Sexual nos currículos
                               escolares.

      Em 1976, a posição oficial brasileira afirmou ser a família a
       principal responsável pela educação sexual, podendo as
         escolas, porém, inserir ou não a educação sexual em
                         programas de saúde.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE

               Durante os anos 1980, a polêmica continuou.

     A preocupação dos educadores intensificou-se, devido ao elevado
        índice de contaminação dos jovens com doenças sexualmente
     transmissíveis e gravidezes indesejadas. Todavia, as modificações
          ocorreram quase que exclusivamente em nível de discurso.

      Já na década de 1990, a preocupação dos educadores quanto à
         inserção de um programa de Orientação Sexual no currículo
        escolar se intensificou. Em 1996, é lançado pelo Ministério do
     Desporto e Educação, um documento sobre a Orientação Sexual,
        nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN´s, como tema
       transversal, visando ser um referencial fomentador da reflexão
     sobre os currículos escolares, uma proposta aberta e flexível, que
       pode ou não ser utilizada pelas escolas na elaboração de suas
                              propostas escolares.


Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
           De acordo com os PCN´s, o tema
        transversal de Orientação Sexual deve
      impregnar toda a área educativa do ensino
        fundamental e ser tratado por diversas
               áreas do conhecimento.

        O trabalho de Orientação Sexual deve,
     portanto, ocorrer de duas formas: dentro da
          programação, através de conteúdos
      transversalizados nas diferentes áreas do
         currículo, e como extra programação,
            sempre que surgirem questões
                 relacionadas ao tema.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
      Nos anos 30 a discussão sobre educação sexual eclodiu na escola num
          momento em que a sífilis fazia numerosas vítimas, atualmente a
     intensificação das preocupações com a orientação sexual na escola está
    vinculada à proliferação de casos de AIDS/DST e ao aumento de casos de
                           gravidez entre adolescentes.

   Vinte anos depois do primeiro relato público de caso de Aids, estima-se que
    as mortes causadas pela doença já chegam a 22 milhões. A incidência de
    adolescentes entre 10 e 14 anos grávidas no Brasil aumentou 7,1% entre
   1980 e 1995. Atribui-se à escola a função de contribuir na prevenção dessa
                    doença e dos casos de gravidez precoce.

             Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo lê-se:
        "o melhor método anticoncepcional para as
   adolescentes é a escola: quanto maior a escolaridade,
      menor a fecundidade e maior a proteção contra
          doenças sexualmente transmissíveis."
                     (FOLHA DE SÃO PAULO, 2001, p.07)

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE

      A Orientação Sexual nas
         escolas é de suma
      importância para o bem
      estar das crianças e dos
       jovens, na vivência de
          sua sexualidade
            atual e futura.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
        Nunca a sexualidade esteve tão presente nos meios de comunicação.

      Atualmente, a geração que fez a revolução sexual nas décadas de 1960 e
       1970, está pasma com a precocidade e a liberalidade da vida sexual dos
      jovens. Esses, muitas vezes ingressam-se na mesma, expondo-se a uma
         gravidez indesejada, ao abuso sexual, à contaminação por doenças
           sexualmente transmissíveis, por falta de uma devida orientação.

      O que ocorre em nossos dias é o domínio da fala da sexualidade, mas esta
      ainda é reprimida, preconceituosa, repassada à nova geração de maneira
                     fragmentada, como nas décadas passadas.

       A mídia, que veicula programas extremamente erotizados e campanhas
     preventivas, quanto a DST/AIDS, muitas vezes gera ansiedade e tensão nas
                                  crianças e jovens.

         Os mesmos não podem compreender por completo o significado das
     mensagens transmitidas e muitas vezes constroem conceitos e explicações
     errôneas e fantasiosas sobre a sexualidade. Assim, percebe-se a relevância
          de esclarecimento do tema, através da orientação da infância e da
         juventude, que deve ser realizada pela família, escola e sociedade.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE
      A família possui o direito e o dever de educar sexualmente os filhos.

     A sexualidade é primeiramente abordada no espaço privado, através
      das relações familiares. Assim, de forma explícita ou implícita, são
     transmitidos os valores que cada família adota como seus e espera
     que as crianças assumam. Mas o conservadorismo, ainda existente
         no espaço privado, impede o estabelecimento de diálogos e
                esclarecimento de dúvidas no âmbito familiar.

         Assim, as crianças e jovens levam consigo todos os anseios e
         curiosidades para a escola, onde são manifestados através de
        atitudes ou questionamentos. Cabe a ela desenvolver uma ação
      crítica, reflexiva e educativa. Sendo assim, os educadores vêem-se
       no dever de orientar seus alunos. Devem contribuir para que eles
                             sejam melhor informados.

         Devem orientá-los, complementando a
           educação oferecida pela família.
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE

     O trabalho sistematizado de Orientação Sexual dentro da escola
    articula-se, portanto, com a promoção da saúde das crianças e dos
                                adolescentes.

      A existência desse trabalho possibilita também a realização de
      ações preventivas das doenças sexualmente transmissíveis, de
        forma mais eficaz, além de contribuir para a prevenção de
     problemas graves como o abuso sexual e a gravidez indesejada.

         As informações corretas, aliadas ao
    trabalho de auto-conhecimento e de reflexão
       sobre a própria sexualidade ampliam a
     consciência sobre os cuidados necessários
        para a prevenção desses problemas.

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
Agradeço ao meu marido
     Sandro Ischkanian por acreditar no meu potencial
         de construir e reconstruir a educação na
      simplicidade do meu contexto social e cultural e
     ao meu sobrinho amado (filho de coração) Gabriel
            Carvalho, que diariamente dar-me a
         oportunidade de repensar sua educação.




Outras dicas para ajudar seus
filhos ou alunos em diversos
  aspectos do seu cotidiano
       social e escolar,
   você pode encontrar em...
http://simonehelendrumond.blogspot.com

Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e AprendizagemSexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e Aprendizagem
Márcia Cafeland
 
Slides infanto completo
Slides infanto completoSlides infanto completo
Slides infanto completo
Alinebrauna Brauna
 
faça bonito 18 de maio - Copia.pptx
faça bonito 18 de maio - Copia.pptxfaça bonito 18 de maio - Copia.pptx
faça bonito 18 de maio - Copia.pptx
FernandoPimenta19
 
Violência infantil
Violência infantilViolência infantil
Violência infantil
Beatriz Miranda
 
Educação sexual e prevenção slides
Educação sexual e prevenção   slidesEducação sexual e prevenção   slides
Educação sexual e prevenção slides
Valentinacarvalho
 
Violência na adolescência aula 4
Violência na adolescência aula 4Violência na adolescência aula 4
Violência na adolescência aula 4
ariadnemonitoria
 
AGOSTO LILÁS 2022 (1).pptx
AGOSTO LILÁS 2022 (1).pptxAGOSTO LILÁS 2022 (1).pptx
AGOSTO LILÁS 2022 (1).pptx
DamsioCear
 
Adolescencia e sexualidade (1)
Adolescencia e sexualidade (1)Adolescencia e sexualidade (1)
Adolescencia e sexualidade (1)
Lulusinhah
 
Educaçao sexual
Educaçao sexualEducaçao sexual
Educaçao sexual
Felipe Spessatto
 
Sexualidade na educação infantil
Sexualidade na educação infantilSexualidade na educação infantil
Sexualidade na educação infantil
Mary Lopes
 
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Alinebrauna Brauna
 
Palestra sobre bullying
Palestra sobre bullyingPalestra sobre bullying
Violência contra a mulher
Violência contra a mulherViolência contra a mulher
Violência contra a mulher
Mônica Alves Silva
 
Adolescencia
AdolescenciaAdolescencia
Adolescencia
WAGNER OLIVEIRA
 
Violência nas escolas palestra para crianças
Violência nas escolas palestra para criançasViolência nas escolas palestra para crianças
Violência nas escolas palestra para crianças
laboratório de informática cef15
 
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIASEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
Jose Camara
 
Adolescência e desafios
Adolescência e desafiosAdolescência e desafios
Adolescência e desafios
Bruno Carrasco
 
18 de maio
18 de maio18 de maio
18 de maio
Ivanílson Santos
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescênciaSexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
Camila Oliveira
 
Diversidade Sexual Gênero e Homofobia
Diversidade Sexual Gênero e HomofobiaDiversidade Sexual Gênero e Homofobia
Diversidade Sexual Gênero e Homofobia
Glauber Eduardo Aragon Pereira
 

Mais procurados (20)

Sexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e AprendizagemSexualidade e Aprendizagem
Sexualidade e Aprendizagem
 
Slides infanto completo
Slides infanto completoSlides infanto completo
Slides infanto completo
 
faça bonito 18 de maio - Copia.pptx
faça bonito 18 de maio - Copia.pptxfaça bonito 18 de maio - Copia.pptx
faça bonito 18 de maio - Copia.pptx
 
Violência infantil
Violência infantilViolência infantil
Violência infantil
 
Educação sexual e prevenção slides
Educação sexual e prevenção   slidesEducação sexual e prevenção   slides
Educação sexual e prevenção slides
 
Violência na adolescência aula 4
Violência na adolescência aula 4Violência na adolescência aula 4
Violência na adolescência aula 4
 
AGOSTO LILÁS 2022 (1).pptx
AGOSTO LILÁS 2022 (1).pptxAGOSTO LILÁS 2022 (1).pptx
AGOSTO LILÁS 2022 (1).pptx
 
Adolescencia e sexualidade (1)
Adolescencia e sexualidade (1)Adolescencia e sexualidade (1)
Adolescencia e sexualidade (1)
 
Educaçao sexual
Educaçao sexualEducaçao sexual
Educaçao sexual
 
Sexualidade na educação infantil
Sexualidade na educação infantilSexualidade na educação infantil
Sexualidade na educação infantil
 
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
Slides sexualidade na adolescência (palestra infanto)
 
Palestra sobre bullying
Palestra sobre bullyingPalestra sobre bullying
Palestra sobre bullying
 
Violência contra a mulher
Violência contra a mulherViolência contra a mulher
Violência contra a mulher
 
Adolescencia
AdolescenciaAdolescencia
Adolescencia
 
Violência nas escolas palestra para crianças
Violência nas escolas palestra para criançasViolência nas escolas palestra para crianças
Violência nas escolas palestra para crianças
 
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIASEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
 
Adolescência e desafios
Adolescência e desafiosAdolescência e desafios
Adolescência e desafios
 
18 de maio
18 de maio18 de maio
18 de maio
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescênciaSexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
 
Diversidade Sexual Gênero e Homofobia
Diversidade Sexual Gênero e HomofobiaDiversidade Sexual Gênero e Homofobia
Diversidade Sexual Gênero e Homofobia
 

Destaque

A sexualidade no tempo
A sexualidade no tempoA sexualidade no tempo
A sexualidade no tempo
cresac
 
A sexualidade humana
A sexualidade humanaA sexualidade humana
A sexualidade humana
professoraludmila
 
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de géneroDimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
José António Farias
 
Dimensões da sexualidade
Dimensões da sexualidadeDimensões da sexualidade
Dimensões da sexualidade
José António Farias
 
Sexo E Sexualidade
Sexo E SexualidadeSexo E Sexualidade
Sexo E Sexualidade
veronicasilva
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
40071442
 
Historia da sexualidade I - A vontade de saber
Historia da sexualidade I - A vontade de saberHistoria da sexualidade I - A vontade de saber
Historia da sexualidade I - A vontade de saber
Rodrigo Bastos
 
Sexualidade poder
Sexualidade poderSexualidade poder
A sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescênciaA sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescência
Lilia Braga
 
Slide sexualidade
Slide sexualidadeSlide sexualidade
Slide sexualidade
Hannah Dantas
 
Trabalho sobre Sexualidade
Trabalho sobre SexualidadeTrabalho sobre Sexualidade
Trabalho sobre Sexualidade
Cocax8
 
Freud e o Desenvolvimento Psicossexual
Freud e o Desenvolvimento PsicossexualFreud e o Desenvolvimento Psicossexual
Freud e o Desenvolvimento Psicossexual
Jorge Barbosa
 
Evasao escolar
Evasao escolarEvasao escolar
Evasao escolar
suelimediadora
 
Slides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto Kaplan
Slides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto KaplanSlides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto Kaplan
Slides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto Kaplan
Projeto Ações Preventivas na Escola
 
SEXUALIDADE E ENVELHECIMENTO
SEXUALIDADE E ENVELHECIMENTOSEXUALIDADE E ENVELHECIMENTO
SEXUALIDADE E ENVELHECIMENTO
Rubens De Fraga Junior
 
Sexualidade na Escola
Sexualidade na EscolaSexualidade na Escola
Sexualidade na Escola
LeandroFuzaro
 
O sexo que os cristãos praticam
O sexo que os cristãos praticamO sexo que os cristãos praticam
O sexo que os cristãos praticam
Pr Ismael Carvalho
 
Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade
Ilana Fernandes
 
Sexualidade simone helen drumond
Sexualidade simone helen  drumondSexualidade simone helen  drumond
Sexualidade simone helen drumond
SimoneHelenDrumond
 
Sexualidade simone helen drumond
Sexualidade simone helen  drumondSexualidade simone helen  drumond
Sexualidade simone helen drumond
SimoneHelenDrumond
 

Destaque (20)

A sexualidade no tempo
A sexualidade no tempoA sexualidade no tempo
A sexualidade no tempo
 
A sexualidade humana
A sexualidade humanaA sexualidade humana
A sexualidade humana
 
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de géneroDimensões da sexulidade estereotipos de género
Dimensões da sexulidade estereotipos de género
 
Dimensões da sexualidade
Dimensões da sexualidadeDimensões da sexualidade
Dimensões da sexualidade
 
Sexo E Sexualidade
Sexo E SexualidadeSexo E Sexualidade
Sexo E Sexualidade
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
 
Historia da sexualidade I - A vontade de saber
Historia da sexualidade I - A vontade de saberHistoria da sexualidade I - A vontade de saber
Historia da sexualidade I - A vontade de saber
 
Sexualidade poder
Sexualidade poderSexualidade poder
Sexualidade poder
 
A sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescênciaA sexualidade na adolescência
A sexualidade na adolescência
 
Slide sexualidade
Slide sexualidadeSlide sexualidade
Slide sexualidade
 
Trabalho sobre Sexualidade
Trabalho sobre SexualidadeTrabalho sobre Sexualidade
Trabalho sobre Sexualidade
 
Freud e o Desenvolvimento Psicossexual
Freud e o Desenvolvimento PsicossexualFreud e o Desenvolvimento Psicossexual
Freud e o Desenvolvimento Psicossexual
 
Evasao escolar
Evasao escolarEvasao escolar
Evasao escolar
 
Slides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto Kaplan
Slides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto KaplanSlides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto Kaplan
Slides da Palestra sobre Sexualidade - Instituto Kaplan
 
SEXUALIDADE E ENVELHECIMENTO
SEXUALIDADE E ENVELHECIMENTOSEXUALIDADE E ENVELHECIMENTO
SEXUALIDADE E ENVELHECIMENTO
 
Sexualidade na Escola
Sexualidade na EscolaSexualidade na Escola
Sexualidade na Escola
 
O sexo que os cristãos praticam
O sexo que os cristãos praticamO sexo que os cristãos praticam
O sexo que os cristãos praticam
 
Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade
 
Sexualidade simone helen drumond
Sexualidade simone helen  drumondSexualidade simone helen  drumond
Sexualidade simone helen drumond
 
Sexualidade simone helen drumond
Sexualidade simone helen  drumondSexualidade simone helen  drumond
Sexualidade simone helen drumond
 

Semelhante a Conceito e breve histórico sobre a sexualidade

Sexualidade infantil
Sexualidade infantil Sexualidade infantil
Sexualidade infantil
Dhilma Freitas
 
Aula de Sexualidade
Aula de Sexualidade Aula de Sexualidade
Aula de Sexualidade
jakelyne Alvez
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
Gisele Da Fonseca
 
Bicastiradentes orientaçãosexual
Bicastiradentes orientaçãosexualBicastiradentes orientaçãosexual
Bicastiradentes orientaçãosexual
temastransversais
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescênciaSexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
Leonardo Alves
 
Bicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescencia
Bicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescenciaBicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescencia
Bicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescencia
temastransversais
 
sexualidade
sexualidadesexualidade
sexualidade
Vithória Almeida
 
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
jornadaeducacaoinfantil
 
Paper beibiane
Paper beibianePaper beibiane
Paper beibiane
Beibiane Berger
 
Além do sentido e do significado
Além do sentido e do significadoAlém do sentido e do significado
Além do sentido e do significado
guestf01653
 
3 março
3 março3 março
3 março
LugaraoAfecto
 
Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15
Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15
Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15
Laura Reis
 
CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdf
CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdfCONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdf
CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdf
Larissa Veneno
 
2ºc
2ºc2ºc
30 abril
30 abril30 abril
30 abril
LugaraoAfecto
 
Afinal, quem é mesmo pedófilo
Afinal, quem é mesmo pedófiloAfinal, quem é mesmo pedófilo
Afinal, quem é mesmo pedófilo
Jack Ramos
 
Artigo orientação sexual
Artigo orientação sexualArtigo orientação sexual
Artigo orientação sexual
Blog da Criançada
 
Crescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adulto
Crescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adultoCrescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adulto
Crescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adulto
Van Der Häägen Brazil
 
PSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptx
PSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptxPSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptx
PSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptx
MaysaCarlaDaConceioS
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
Adalila Leitão
 

Semelhante a Conceito e breve histórico sobre a sexualidade (20)

Sexualidade infantil
Sexualidade infantil Sexualidade infantil
Sexualidade infantil
 
Aula de Sexualidade
Aula de Sexualidade Aula de Sexualidade
Aula de Sexualidade
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
 
Bicastiradentes orientaçãosexual
Bicastiradentes orientaçãosexualBicastiradentes orientaçãosexual
Bicastiradentes orientaçãosexual
 
Sexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescênciaSexualidade na adolescência
Sexualidade na adolescência
 
Bicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescencia
Bicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescenciaBicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescencia
Bicastiradentes orientacaosexual sexualidadenaadolescencia
 
sexualidade
sexualidadesexualidade
sexualidade
 
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
Gênero e sexualidade na Educação Infantil (Jonas Alves da Silva Junior)
 
Paper beibiane
Paper beibianePaper beibiane
Paper beibiane
 
Além do sentido e do significado
Além do sentido e do significadoAlém do sentido e do significado
Além do sentido e do significado
 
3 março
3 março3 março
3 março
 
Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15
Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15
Diário de leitura a descoberta da sexualidade infantil 08.12.15
 
CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdf
CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdfCONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdf
CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA E EDUCAÇÃO INFANTIL.pdf
 
2ºc
2ºc2ºc
2ºc
 
30 abril
30 abril30 abril
30 abril
 
Afinal, quem é mesmo pedófilo
Afinal, quem é mesmo pedófiloAfinal, quem é mesmo pedófilo
Afinal, quem é mesmo pedófilo
 
Artigo orientação sexual
Artigo orientação sexualArtigo orientação sexual
Artigo orientação sexual
 
Crescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adulto
Crescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adultoCrescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adulto
Crescer linear criança e desenvolvimento, criança não é apenas versão do adulto
 
PSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptx
PSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptxPSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptx
PSICOLOGIA DA EDUCACAO - SEXUALIZACAO.pptx
 
Sexualidade
SexualidadeSexualidade
Sexualidade
 

Mais de SimoneHelenDrumond

BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdfBLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdfATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdfARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdfARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdfARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
SimoneHelenDrumond
 
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdfARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdfARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
SimoneHelenDrumond
 
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdfArtigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdfARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO TDAH.pdf
ARTIGO TDAH.pdfARTIGO TDAH.pdf
ARTIGO TDAH.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdfARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
SimoneHelenDrumond
 
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdfArtigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdfARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 TDAH .pdf
ARTIGO 1 TDAH .pdfARTIGO 1 TDAH .pdf
ARTIGO 1 TDAH .pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdfARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdfARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdfARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdfARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
SimoneHelenDrumond
 

Mais de SimoneHelenDrumond (20)

BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdfBLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
 
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdfATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
 
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdfARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
 
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdfARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
 
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdfARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
 
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
 
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdfARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
 
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdfARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
 
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdfArtigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
 
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdfARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
 
ARTIGO TDAH.pdf
ARTIGO TDAH.pdfARTIGO TDAH.pdf
ARTIGO TDAH.pdf
 
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdfARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
 
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdfArtigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdf
 
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdfARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
 
ARTIGO 1 TDAH .pdf
ARTIGO 1 TDAH .pdfARTIGO 1 TDAH .pdf
ARTIGO 1 TDAH .pdf
 
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdfARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
 
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
 
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdfARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
 
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdfARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
 
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdfARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
 

Último

A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
SidneySilva523387
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
MatheusSousa716350
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
alphabarros2
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 

Último (20)

A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
7 ano - Rede e hierarquia urbana - Geografia - Alpha.pptx
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 

Conceito e breve histórico sobre a sexualidade

  • 1. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Autora da Apostila: Simone Helen Drumond http://simonehelendrumond.blogspot.com simone_drumond@hotmail.com (92) 8808-2372 / 8813-9525
  • 2. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Atualmente, têm-se realizado muitos estudos a respeito da sexualidade humana, pois essa é extremamente importante em todas as fases do nosso desenvolvimento. A sexualidade tem grande relevância no desenvolvimento e na vida psíquica das pessoas, pois relaciona-se com a busca do prazer, necessidade fundamental dos seres humanos. Segundo Freud (1856-1939), A sexualidade "é algo inerente, que se manifesta desde o momento do nascimento até a morte, de formas diferentes a cada etapa do desenvolvimento." (FREUD apud GUIA DE ORIENTAÇÃO, 1994, p.22). Freud foi o primeiro a descrever o impacto das experiências da infância sobre o caráter do adulto, reconhecendo a atividade e o aprendizado sexual das crianças. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 3. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE A dimensão da sexualidade não está vinculada apenas ao aspecto corporal. Ela tem a ver com o mais profundo do nosso ser, com a nossa razão e com os sentimentos. A sexualidade não se refere apenas à questão biológica, ao conjunto de características funcionais e anatômicas do corpo humano, ao ato sexual. A concepção de sexualidade é, porém, muito mais ampla, pois refere-se às questões da razão e dos sentimentos, sendo também uma questão cultural. Cada sociedade cria parâmetros e padrões para o comportamento sexual dos indivíduos. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 4. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Na Idade Média, acreditava-se que as crianças eram seres "puros" e "inocentes" que não tinham sexualidade a expressar; e as manifestações da sexualidade infantil possuíam a conotação de algo feio, sujo, pecaminoso, cuja existência se devia à má influência de adultos. As formulações conceituais sobre sexualidade infantil ainda hoje não são conhecidas ou aceitas por toda a sociedade e até mesmo por parte dos profissionais que se ocupam de crianças, inclusive educadores, que se recusam a tratá-la como um tema a ser trabalhado em sala de aula. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 5. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE O psicanalista Freud, fez um amplo estudo a respeito da sexualidade humana e foi o primeiro a descrever sobre a sexualidade infantil. Para ele, "todos os impulsos e atividades prazerosas são sexuais." Freud acreditava que fatores sexuais podem ter sua parte na etiologia das neuroses, sendo muito freqüente a descoberta de fatores patogênicos na vida sexual de pacientes com transtornos mentais. Freud tinha formação humanista muito forte, tinha uma produção intelectual intensa e por sua erudição, conseguia pensar em metáforas para as referidas explicações. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 6. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Através da mitologia, da arqueologia, foi buscando vestígios do passado na história das pessoas. Freud mostra que "a sexualidade humana não se liga à genitalidade e que se organiza a partir de operações psíquicas.“ (FREUD apud GUIA DE ORIENTAÇÃO, 1994, p.14). Propôs que as crianças já apresentam uma sexualidade muito diferente das outras espécies e que, na infância, não está comprometida ao órgão sexual, mas a sensações ligadas à sexualidade. Isso foi revolucionário para a época, quando se achava que a sexualidade ficava adormecida. A sexualidade humana tem basicamente uma questão que a torna diferente; é a questão da pulsão, pois nós não somos, tal como os animais, movidos por instinto, mas por pulsão, termo proposto por Freud para dar a idéia de algo que fica exatamente no limite entre o orgânico e o psíquico. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 7. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Atualmente,sabe-se que os contatos de uma mãe com seu filho despertam nele as primeiras vivências de prazer. Essas primeiras experiências sensuais de vida e de prazer não são essencialmente biológicas, mas se constituirão no acervo psíquico do indivíduo; serão o embrião da vida mental no bebê. A sexualidade infantil se desenvolve desde os primeiros dias de vida e segue se manifestando de forma diferente em cada momento da infância. A sua vivência saudável é fundamental na medida em que é um dos aspectos essenciais de desenvolvimento global dos seres humanos. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 8. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE A sexualidade, assim como a inteligência, será construída a partir das possibilidades individuais e de sua interação com o meio e a cultura. Os adultos reagem de uma forma ou de outra, aos primeiros movimentos exploratórios que a criança faz em seu corpo e aos jogos sexuais com outras crianças. As crianças recebem então, desde muito cedo, uma qualificação ou "julgamento" do mundo adulto em que está imersa, permeado de valores e crenças que são atribuídos à sua busca de prazer, o que comporá a sua vida psíquica. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 9. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Nessa exploração do próprio corpo, na observação do corpo de outros, e a partir das relações familiares é que a criança se descobre num corpo sexuado de menino ou menina. Preocupa-se então mais intensamente com as diferenças entre os sexos, não só as anatômicas, mas também com todas as expressões que caracterizam o homem e a mulher. A construção do que é pertencer a um ou outro sexo se dá pelo tratamento diferenciado para meninos e meninas, inclusive nas expressões diretamente ligadas à sexualidade, e pelos padrões socialmente estabelecidos de feminino e masculino. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 10. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Esses padrões são oriundos das representações sociais e culturais construídas a partir das diferenças biológicas dos sexos e transmitidas através da educação, o que atualmente recebe a denominação de relações de gênero. Essas representações absorvidas são referências fundamentais para a constituição da identidade da criança. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 11. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE A sexualidade das crianças e particularmente dos adolescentes, é preocupação escolar desde o século XVIII, quando esta questão tornou-se um problema público. Assim, a instituição pedagógica da época não impôs um silêncio geral ao sexo das crianças e dos adolescentes. Pelo contrário, concentrou as formas de discurso neste tema, estabeleceu pontos de implantação diferentes, codificou os conteúdos e qualificou os locutores. Tudo isso permitiu vincular a intensificação dos poderes à multiplicação do discurso. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 12. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE No Brasil, a inserção da educação sexual na escola operou-se a partir de um deslocamento no campo discursivo sobre a sexualidade de crianças e adolescentes. Nos anos 1920 e 1930, os problemas de "desvios sexuais" deixaram de ser percebidos como crime para serem concebidos como doenças. A escola passou a ser tida como um espaço de intervenção preventiva da medicina higiênica, devendo cuidar da sexualidade de crianças e adolescentes a fim de produzir comportamentos normais. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 13. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Durante as décadas de 1960 e 1970, a penetração da educação sexual formal na escola enfrentou fluxos e refluxos. Na segunda metade dos anos 60, algumas escolas públicas desenvolveram experiências de educação sexual. Todavia, elas deixam de existir em 1970, após um pronunciamento da Comissão Nacional de Moral e Civismo dando parecer contrário a um projeto de lei de 1968 que propunha a inclusão obrigatória da Educação Sexual nos currículos escolares. Em 1976, a posição oficial brasileira afirmou ser a família a principal responsável pela educação sexual, podendo as escolas, porém, inserir ou não a educação sexual em programas de saúde. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 14. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Durante os anos 1980, a polêmica continuou. A preocupação dos educadores intensificou-se, devido ao elevado índice de contaminação dos jovens com doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes indesejadas. Todavia, as modificações ocorreram quase que exclusivamente em nível de discurso. Já na década de 1990, a preocupação dos educadores quanto à inserção de um programa de Orientação Sexual no currículo escolar se intensificou. Em 1996, é lançado pelo Ministério do Desporto e Educação, um documento sobre a Orientação Sexual, nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN´s, como tema transversal, visando ser um referencial fomentador da reflexão sobre os currículos escolares, uma proposta aberta e flexível, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na elaboração de suas propostas escolares. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 15. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE De acordo com os PCN´s, o tema transversal de Orientação Sexual deve impregnar toda a área educativa do ensino fundamental e ser tratado por diversas áreas do conhecimento. O trabalho de Orientação Sexual deve, portanto, ocorrer de duas formas: dentro da programação, através de conteúdos transversalizados nas diferentes áreas do currículo, e como extra programação, sempre que surgirem questões relacionadas ao tema. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 16. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Nos anos 30 a discussão sobre educação sexual eclodiu na escola num momento em que a sífilis fazia numerosas vítimas, atualmente a intensificação das preocupações com a orientação sexual na escola está vinculada à proliferação de casos de AIDS/DST e ao aumento de casos de gravidez entre adolescentes. Vinte anos depois do primeiro relato público de caso de Aids, estima-se que as mortes causadas pela doença já chegam a 22 milhões. A incidência de adolescentes entre 10 e 14 anos grávidas no Brasil aumentou 7,1% entre 1980 e 1995. Atribui-se à escola a função de contribuir na prevenção dessa doença e dos casos de gravidez precoce. Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo lê-se: "o melhor método anticoncepcional para as adolescentes é a escola: quanto maior a escolaridade, menor a fecundidade e maior a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis." (FOLHA DE SÃO PAULO, 2001, p.07) Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 17. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE A Orientação Sexual nas escolas é de suma importância para o bem estar das crianças e dos jovens, na vivência de sua sexualidade atual e futura. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 18. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE Nunca a sexualidade esteve tão presente nos meios de comunicação. Atualmente, a geração que fez a revolução sexual nas décadas de 1960 e 1970, está pasma com a precocidade e a liberalidade da vida sexual dos jovens. Esses, muitas vezes ingressam-se na mesma, expondo-se a uma gravidez indesejada, ao abuso sexual, à contaminação por doenças sexualmente transmissíveis, por falta de uma devida orientação. O que ocorre em nossos dias é o domínio da fala da sexualidade, mas esta ainda é reprimida, preconceituosa, repassada à nova geração de maneira fragmentada, como nas décadas passadas. A mídia, que veicula programas extremamente erotizados e campanhas preventivas, quanto a DST/AIDS, muitas vezes gera ansiedade e tensão nas crianças e jovens. Os mesmos não podem compreender por completo o significado das mensagens transmitidas e muitas vezes constroem conceitos e explicações errôneas e fantasiosas sobre a sexualidade. Assim, percebe-se a relevância de esclarecimento do tema, através da orientação da infância e da juventude, que deve ser realizada pela família, escola e sociedade. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 19. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE A família possui o direito e o dever de educar sexualmente os filhos. A sexualidade é primeiramente abordada no espaço privado, através das relações familiares. Assim, de forma explícita ou implícita, são transmitidos os valores que cada família adota como seus e espera que as crianças assumam. Mas o conservadorismo, ainda existente no espaço privado, impede o estabelecimento de diálogos e esclarecimento de dúvidas no âmbito familiar. Assim, as crianças e jovens levam consigo todos os anseios e curiosidades para a escola, onde são manifestados através de atitudes ou questionamentos. Cabe a ela desenvolver uma ação crítica, reflexiva e educativa. Sendo assim, os educadores vêem-se no dever de orientar seus alunos. Devem contribuir para que eles sejam melhor informados. Devem orientá-los, complementando a educação oferecida pela família. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 20. CONCEITO E BREVE HISTÓRICO SOBRE A SEXUALIDADE O trabalho sistematizado de Orientação Sexual dentro da escola articula-se, portanto, com a promoção da saúde das crianças e dos adolescentes. A existência desse trabalho possibilita também a realização de ações preventivas das doenças sexualmente transmissíveis, de forma mais eficaz, além de contribuir para a prevenção de problemas graves como o abuso sexual e a gravidez indesejada. As informações corretas, aliadas ao trabalho de auto-conhecimento e de reflexão sobre a própria sexualidade ampliam a consciência sobre os cuidados necessários para a prevenção desses problemas. Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
  • 21. Agradeço ao meu marido Sandro Ischkanian por acreditar no meu potencial de construir e reconstruir a educação na simplicidade do meu contexto social e cultural e ao meu sobrinho amado (filho de coração) Gabriel Carvalho, que diariamente dar-me a oportunidade de repensar sua educação. Outras dicas para ajudar seus filhos ou alunos em diversos aspectos do seu cotidiano social e escolar, você pode encontrar em... http://simonehelendrumond.blogspot.com Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com