O documento discute a alienação e coisificação do professor brasileiro, destacando a insatisfação crescente na profissão e a necessidade de uma nova ética e filosofia educacional. Apresenta a busca por um trabalho consciente e transformador, enfatizando a importância da formação contínua e da resistência contra a mercantilização da educação. Propõe que a transformação da educação exige um compromisso político dos educadores e uma crítica ao sistema atual que desconsidera o papel social do professor.