Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
CLIPPING – 18/08/2015
Acesse: www.cncafe.com.br
Cocapec abre inscrições para o 12º Concurso de Qualidade Seleção Senhor Café
Setor de Comunicação Cocapec
18/08/2015
Um dos mais tradicionais concursos de cafés do
Brasil dá a largada para a escolha dos melhores
cafés da Alta Mogiana. Organizado pela Cocapec, a
Seleção Senhor Café chega a sua 12ª edição e
novamente valorizará o empenho e o trabalho dos
cooperados.
Serão aceitos apenas lotes da espécie arábica das
categorias natural (via seca) e/ou cereja descascado
ou despolpado (via úmida), tipo 4 para melhor, de
acordo com a tabela oficial brasileira de classificação
de bebida dura para melhor, nas peneiras 16 e acima, com vazamento de no máximo 2% da
peneira 16 e teor de umidade de no máximo, 11,5%.
As primeiras 5 amostras de cada categoria, produzidas em propriedades dos Estados de São
Paulo e Minas Gerais, serão encaminhadas, respectivamente, ao 14º Concurso Estadual de
Qualidade do Café de São Paulo e ao 12º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas
(Emater), tendo a chance de ser tornar o melhor café do país.
Os vencedores serão conhecidos no dia 29 de setembro através dos meios de comunicação da
Cocapec. Mais informações no site www.cocapec.com.br.
Valorização real da produção – Em 2014, a Cocapec conseguiu comercializar os cafés
vencedores (cafés especiais) por até 25% a mais do que estava sendo pago pelo mercado.
Com isso, possibilitou uma real premiação aos produtores que primaram pela qualidade,
diferenciando realmente os cafés especiais, capturando mais valor as torrefadoras
compradoras. Para este ano, o compromisso da Cocapec permanece, valorizando cada vez
mais os cafés especiais dos seus cooperados.
Cafeicultores de Minas Gerais querem certificar produção
Canal Rural
18/08/2015
Henrique Bighetti
Produtores de café de Minas Gerais estão certificando a produção
para melhorar a qualidade do produto e atender as exigências do
mercado internacional. Atualmente, o estado tem 1,5 mil
propriedades cadastradas no Programa Certifica Minas Café.
Para participar do projeto, é preciso atender pelo menos, 80% de
uma lista com mais de 100 itens.
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Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
– O processo de certificação é dinâmico e gradativo. O produtor vai se adequando ao longo
dos anos. As adequações geram determinado custo ao produtor. Se ele [produtor] programa
para conseguir atingir próximo dos 100% dos itens no prazo de três a quatro anos, fica mais
viável o processo de certificação da propriedade – diz o engenheiro agrônomo da Emater-MG,
André Alves Leite.
Além de cumprir um papel ambiental, o programa também agrega valor à produção. Uma saca
de café de 60 quilos certificada pode ser comercializada por até R$ 15 a mais.
Os produtores cadastrados no programa também podem obter o 4C, o código comum para a
comunidade cafeeira, e o selo da certificadora UTZ. Após ingressar no projeto, a propriedade é
anualmente auditada pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), para avaliar se as
exigências estão sendo cumpridas.
– Se encontrarmos não conformidade, nós vamos negociar com o produtor um prazo para ele
corrigir isso. Tem produtores que conseguem em um mês, outros em uma semana, mas ele
precisa estar dentro das conformidades. Depois que ele corrigir, nós vamos verificar e vamos
dar o certificado para ele – diz o gerente de certificação do IMA, Marco Antonio Vale.
Além do café, ele explica que outros produtos também vão poder participar do programa de
certificação.
– Para qualquer tipo de produto o produtor pode buscar certificação. Nós precisamos só
desenvolver padrões definidos e reconhecidos pelo mercado internacional e mercado nacional
e buscar atender [as exigências]. Nós temos hoje demanda por mel, frango caipira, leite, uma
série de outros produtos que estão interessados nesse programa de certificação – afirma Vale.
Entidades validam dados sobre custos de produção e rentabilidade da cafeicultura 2015
Assessoria de Comunicação CNA
18/08/2015
A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), junto com o Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (EMBRAPA Café) e a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB)
validaram os dados do projeto Campo Futuro na cultura de café, ano 2015. As informações
foram apresentadas na semana passada, na sede da CNA, pelo coordenador de projeto do
Centro de Inteligência em Mercados da Universidade Federal de Larvas (UFLA/MG), Fabrício
Andrade. A reunião de validação contou com a presença do secretário de Política Agrícola do
MAPA, André Nassar.
Segundo Fernando Rati (foto: divulgação), assessor técnico
da CNA, a UFLA e as Federações de Agricultura e Pecuária
dos estados produtores de café têm um papel fundamental
nestes levantamentos. “Os painéis do ano de 2105 foram
finalizados em abril e ocorreram em 12 praças espalhadas
pelos principais estados produtores no país: Rondônia,
Espírito Santo, Minas Gerias, Paraná, São Paulo e Bahia”,
observa.
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O assessor acrescenta que mais de 160 pessoas, entre cafeicultores, técnicos e diversas
lideranças do setor de café participaram dos painéis em 2015. “O levantamento de custos é
anual e os números levantados são utilizados pela CNA na elaboração de materiais para
auxiliar o cafeicultor na gestão e tomada de decisão”, finaliza Rati.
O Campo Futuro disponibiliza informações estratégicas para facilitar a tomada de decisões do
produtor rural, mediante o acesso a um completo banco de dados do setor agropecuário, com a
evolução sistemática dos custos de produção e da rentabilidade das principais atividades
agrícolas e pecuárias e da publicação Ativos do Campo.
A geração de informações compreende o desenvolvimento de quatro ações: Realização de
Painéis: instrumentos metodológicos para identificar os sistemas e coeficientes de produção de
cada atividade rural em uma região específica; Desenvolvimento de Indicadores: informações
de custo de produção e rentabilidade das culturas agrícolas e da pecuária nos estados; Criação
de um Sistema de Informação: consolidação das informações geradas pelo projeto de forma
acessível ao produtor rural e ao público em geral e divulgação de Publicações: análises e
relatórios setoriais de desempenho da agropecuária brasileira.
Acesse a íntegra do documento: http://canaldoprodutor.com.br/sites/default/files/Ativos-Cafe-
21.pdf
Deral: colheita da safra 2015 de café do Paraná alcança 81% da área
Agência SAFRAS
18/08/2015
Arno Baasch
O Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de
Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, acompanha a colheita
da safra 2015 de café.
Segundo levantamento semanal do Deral, o índice de produção de café já
colhido no estado alcançava 81% até 17 de agosto, contra 71% na semana anterior.
As lavouras de café paranaenses estão com condições consideradas boas em maioria, com um
índice de 80%, com os 20% restantes em condições médias. A totalidade das lavouras está na
fase de maturação.
O Deral indica que serão colhidas 71.928 toneladas (1,2 milhão de sacas de 60 quilos) de café
em 2015, alta de 113% ante as 33.768 toneladas (563 mil sacas) colhidas na safra passada.
A produtividade dos cafezais está estimada em 1.616 quilos de por hectare cultivado,
superando em 60% os 1.008 quilos por hectare registrados na última temporada.
A área a ser colhida deve ser de 44.499 hectares, subindo 33% ante os 33.499 hectares da
safra passada.
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
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Café pode evitar volta do câncer de cólon, diz estudo
AFP via EXAME.com
18/08/2015
Jean-Louis Santini, da AFP
Consumir café diariamente reduziria fortemente a recorrência do câncer de cólon aumentando,
assim, as chances de cura, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira.
Todos os pacientes acompanhados neste estudo clínico foram tratados com cirurgia e
quimioterapia de câncer colo-retal de grau III.
Isto significa que as células cancerosas tinham invadido os gânglios próximos do tumor, mas
não avançaram mais.
Pesquisadores do Centro para o Câncer Dana-Farber de Boston (Massachusetts, nordeste)
encontraram os maiores benefícios entre os pacientes que ingeriram quatro ou mais xícaras de
café todos os dias (cerca de 460 miligramas de cafeína). "Estes pacientes tiveram 42% menos
probabilidade de volta do câncer do que aqueles que não tomaram café e apresentaram 33%
menos riscos de morrer de câncer ou de qualquer outra causa", indicou o estudo, publicado no
Journal of Clinical Oncology.
Consumir duas a três xícaras de café por dia teve um efeito protetor considerado modesto. O
efeito foi praticamente nulo quando a ingestão foi de uma xícara ou menos por dia, explicaram
os cientistas.
O estudo foi feito com quase mil participantes, que responderam um questionário sobre sua
dieta no começo do estudo, durante a quimioterapia e novamente um ano depois.
A maioria dos casos em que o câncer de cólon voltou ocorreu nos primeiros cinco anos depois
do tratamento e é rara a recorrência depois deste período, informou o médico Charles Fuchs,
diretor do centro de câncer gastro-intestinal do Dana-Farber, que chefiou o estudo.
Para os pacientes com um tumor de cólon grau III, o risco de recorrência é de 35%, sem levar
em conta os efeitos da cafeína.
Segundo Fuchs, trata-se do primeiro estudo sobre os efeitos do café no risco de recorrência de
um câncer colo-retal.
Ele lembrou que vários estudos recentes sugerem que o café poderia ter efeitos protetores
contra várias formas de câncer, entre os quais o de fígado, mama e o melanoma, um agressivo
tumor da pele.
Tomar café regularmente parece também reduzir o risco de se desenvolver diabetes na idade
adulta (tipo 2).
Os pesquisadores deste estudo informaram que a análise mostra claramente que os efeitos
protetores do café se devem completamente à cafeína e não a outros componentes, embora
não tenham sabido explicar o mecanismo. São, assim, necessários outros estudos para
compreender como a cafeína atua nestes casos.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 18/08/2015 Acesse: www.cncafe.com.br Cocapec abre inscrições para o 12º Concurso de Qualidade Seleção Senhor Café Setor de Comunicação Cocapec 18/08/2015 Um dos mais tradicionais concursos de cafés do Brasil dá a largada para a escolha dos melhores cafés da Alta Mogiana. Organizado pela Cocapec, a Seleção Senhor Café chega a sua 12ª edição e novamente valorizará o empenho e o trabalho dos cooperados. Serão aceitos apenas lotes da espécie arábica das categorias natural (via seca) e/ou cereja descascado ou despolpado (via úmida), tipo 4 para melhor, de acordo com a tabela oficial brasileira de classificação de bebida dura para melhor, nas peneiras 16 e acima, com vazamento de no máximo 2% da peneira 16 e teor de umidade de no máximo, 11,5%. As primeiras 5 amostras de cada categoria, produzidas em propriedades dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, serão encaminhadas, respectivamente, ao 14º Concurso Estadual de Qualidade do Café de São Paulo e ao 12º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas (Emater), tendo a chance de ser tornar o melhor café do país. Os vencedores serão conhecidos no dia 29 de setembro através dos meios de comunicação da Cocapec. Mais informações no site www.cocapec.com.br. Valorização real da produção – Em 2014, a Cocapec conseguiu comercializar os cafés vencedores (cafés especiais) por até 25% a mais do que estava sendo pago pelo mercado. Com isso, possibilitou uma real premiação aos produtores que primaram pela qualidade, diferenciando realmente os cafés especiais, capturando mais valor as torrefadoras compradoras. Para este ano, o compromisso da Cocapec permanece, valorizando cada vez mais os cafés especiais dos seus cooperados. Cafeicultores de Minas Gerais querem certificar produção Canal Rural 18/08/2015 Henrique Bighetti Produtores de café de Minas Gerais estão certificando a produção para melhorar a qualidade do produto e atender as exigências do mercado internacional. Atualmente, o estado tem 1,5 mil propriedades cadastradas no Programa Certifica Minas Café. Para participar do projeto, é preciso atender pelo menos, 80% de uma lista com mais de 100 itens.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck – O processo de certificação é dinâmico e gradativo. O produtor vai se adequando ao longo dos anos. As adequações geram determinado custo ao produtor. Se ele [produtor] programa para conseguir atingir próximo dos 100% dos itens no prazo de três a quatro anos, fica mais viável o processo de certificação da propriedade – diz o engenheiro agrônomo da Emater-MG, André Alves Leite. Além de cumprir um papel ambiental, o programa também agrega valor à produção. Uma saca de café de 60 quilos certificada pode ser comercializada por até R$ 15 a mais. Os produtores cadastrados no programa também podem obter o 4C, o código comum para a comunidade cafeeira, e o selo da certificadora UTZ. Após ingressar no projeto, a propriedade é anualmente auditada pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), para avaliar se as exigências estão sendo cumpridas. – Se encontrarmos não conformidade, nós vamos negociar com o produtor um prazo para ele corrigir isso. Tem produtores que conseguem em um mês, outros em uma semana, mas ele precisa estar dentro das conformidades. Depois que ele corrigir, nós vamos verificar e vamos dar o certificado para ele – diz o gerente de certificação do IMA, Marco Antonio Vale. Além do café, ele explica que outros produtos também vão poder participar do programa de certificação. – Para qualquer tipo de produto o produtor pode buscar certificação. Nós precisamos só desenvolver padrões definidos e reconhecidos pelo mercado internacional e mercado nacional e buscar atender [as exigências]. Nós temos hoje demanda por mel, frango caipira, leite, uma série de outros produtos que estão interessados nesse programa de certificação – afirma Vale. Entidades validam dados sobre custos de produção e rentabilidade da cafeicultura 2015 Assessoria de Comunicação CNA 18/08/2015 A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), junto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA Café) e a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) validaram os dados do projeto Campo Futuro na cultura de café, ano 2015. As informações foram apresentadas na semana passada, na sede da CNA, pelo coordenador de projeto do Centro de Inteligência em Mercados da Universidade Federal de Larvas (UFLA/MG), Fabrício Andrade. A reunião de validação contou com a presença do secretário de Política Agrícola do MAPA, André Nassar. Segundo Fernando Rati (foto: divulgação), assessor técnico da CNA, a UFLA e as Federações de Agricultura e Pecuária dos estados produtores de café têm um papel fundamental nestes levantamentos. “Os painéis do ano de 2105 foram finalizados em abril e ocorreram em 12 praças espalhadas pelos principais estados produtores no país: Rondônia, Espírito Santo, Minas Gerias, Paraná, São Paulo e Bahia”, observa.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck O assessor acrescenta que mais de 160 pessoas, entre cafeicultores, técnicos e diversas lideranças do setor de café participaram dos painéis em 2015. “O levantamento de custos é anual e os números levantados são utilizados pela CNA na elaboração de materiais para auxiliar o cafeicultor na gestão e tomada de decisão”, finaliza Rati. O Campo Futuro disponibiliza informações estratégicas para facilitar a tomada de decisões do produtor rural, mediante o acesso a um completo banco de dados do setor agropecuário, com a evolução sistemática dos custos de produção e da rentabilidade das principais atividades agrícolas e pecuárias e da publicação Ativos do Campo. A geração de informações compreende o desenvolvimento de quatro ações: Realização de Painéis: instrumentos metodológicos para identificar os sistemas e coeficientes de produção de cada atividade rural em uma região específica; Desenvolvimento de Indicadores: informações de custo de produção e rentabilidade das culturas agrícolas e da pecuária nos estados; Criação de um Sistema de Informação: consolidação das informações geradas pelo projeto de forma acessível ao produtor rural e ao público em geral e divulgação de Publicações: análises e relatórios setoriais de desempenho da agropecuária brasileira. Acesse a íntegra do documento: http://canaldoprodutor.com.br/sites/default/files/Ativos-Cafe- 21.pdf Deral: colheita da safra 2015 de café do Paraná alcança 81% da área Agência SAFRAS 18/08/2015 Arno Baasch O Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, acompanha a colheita da safra 2015 de café. Segundo levantamento semanal do Deral, o índice de produção de café já colhido no estado alcançava 81% até 17 de agosto, contra 71% na semana anterior. As lavouras de café paranaenses estão com condições consideradas boas em maioria, com um índice de 80%, com os 20% restantes em condições médias. A totalidade das lavouras está na fase de maturação. O Deral indica que serão colhidas 71.928 toneladas (1,2 milhão de sacas de 60 quilos) de café em 2015, alta de 113% ante as 33.768 toneladas (563 mil sacas) colhidas na safra passada. A produtividade dos cafezais está estimada em 1.616 quilos de por hectare cultivado, superando em 60% os 1.008 quilos por hectare registrados na última temporada. A área a ser colhida deve ser de 44.499 hectares, subindo 33% ante os 33.499 hectares da safra passada.
  • 4.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Café pode evitar volta do câncer de cólon, diz estudo AFP via EXAME.com 18/08/2015 Jean-Louis Santini, da AFP Consumir café diariamente reduziria fortemente a recorrência do câncer de cólon aumentando, assim, as chances de cura, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira. Todos os pacientes acompanhados neste estudo clínico foram tratados com cirurgia e quimioterapia de câncer colo-retal de grau III. Isto significa que as células cancerosas tinham invadido os gânglios próximos do tumor, mas não avançaram mais. Pesquisadores do Centro para o Câncer Dana-Farber de Boston (Massachusetts, nordeste) encontraram os maiores benefícios entre os pacientes que ingeriram quatro ou mais xícaras de café todos os dias (cerca de 460 miligramas de cafeína). "Estes pacientes tiveram 42% menos probabilidade de volta do câncer do que aqueles que não tomaram café e apresentaram 33% menos riscos de morrer de câncer ou de qualquer outra causa", indicou o estudo, publicado no Journal of Clinical Oncology. Consumir duas a três xícaras de café por dia teve um efeito protetor considerado modesto. O efeito foi praticamente nulo quando a ingestão foi de uma xícara ou menos por dia, explicaram os cientistas. O estudo foi feito com quase mil participantes, que responderam um questionário sobre sua dieta no começo do estudo, durante a quimioterapia e novamente um ano depois. A maioria dos casos em que o câncer de cólon voltou ocorreu nos primeiros cinco anos depois do tratamento e é rara a recorrência depois deste período, informou o médico Charles Fuchs, diretor do centro de câncer gastro-intestinal do Dana-Farber, que chefiou o estudo. Para os pacientes com um tumor de cólon grau III, o risco de recorrência é de 35%, sem levar em conta os efeitos da cafeína. Segundo Fuchs, trata-se do primeiro estudo sobre os efeitos do café no risco de recorrência de um câncer colo-retal. Ele lembrou que vários estudos recentes sugerem que o café poderia ter efeitos protetores contra várias formas de câncer, entre os quais o de fígado, mama e o melanoma, um agressivo tumor da pele. Tomar café regularmente parece também reduzir o risco de se desenvolver diabetes na idade adulta (tipo 2). Os pesquisadores deste estudo informaram que a análise mostra claramente que os efeitos protetores do café se devem completamente à cafeína e não a outros componentes, embora não tenham sabido explicar o mecanismo. São, assim, necessários outros estudos para compreender como a cafeína atua nestes casos.