Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 31/03/2015
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Conab divulga comunicado suspendendo leilão de estoques públicos de café
P1 / Ascom CNC
31/03/2015
Paulo A. C. Kawasaki
Atendendo a um pedido do setor produtor da cafeicultura brasileira, encabeçado
pelo Conselho Nacional do Café (CNC) e pela Comissão Nacional do Café da
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a ministra da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, senadora Kátia Abreu, contatou a Companhia Nacional
de Abastecimento (Conab) e solicitou o cancelamento do leilão dos estoques
públicos de café, previsto para ocorrer amanhã, dia 1º de abril.
Como efeito, a estatal publicou, nesta terça-feira, 31 de março, o
COMUNICADO/DIRAB/SUOPE/GECOM Nº 052, de 30/03/2015, com referência ao
AVISO DE VENDA DE CAFÉ EM GRÃOS Nº 041, de 1º/04/2015, no qual informa “O
CANCELAMENTO DO AVISO Nº 041/15”.
O CNC, na figura de seu presidente executivo, deputado federal Silas Brasileiro (foto: Ruy
Baron/Valor), agradece à ministra Kátia Abreu por essa atitude coerente com a realidade do setor,
haja vista que estamos na iminência da entrada de uma nova safra. Além disso, também ressalta a
importância de termos uma titular na Pasta que não se omita mediante a necessidade de decisões
que precisam ser tomadas em tempo hábil, sem que haja prejuízos aos segmentos da agropecuária
brasileira.
Federação do Cerrado e parceiros fazem gestões na área de Meio Ambiente
Ascom Federação dos Cafeicultores do Cerrado
31/03/2015
Sônia Lopes
No último dia 24 de fevereiro, o presidente da Federação dos Cafeicultores do
Cerrado, Francisco Sérgio de Assis (foto: Carol Carquejo/Valor), acompanhado
de diretores do Sistema Região do Cerrado Mineiro e de representantes de
outras entidades, como João Clovis Scheer, da Assobag - Associação Regional
dos Usuários da Bacia do Rio Bagagem e seus Afluentes; Acácio Dianin da
AUA - Associação dos Usuários das Águas da Região de Monte Carmelo;
Carlos Paulino, da Cooxupé - Cooperativa Regional de Cafeicultores em
Guaxupé Ltda, e Fernando Faria, gestor de Recursos Hídricos da Região do
Cerrado Mineiro, estiveram reunidos com o Secretário de Estado de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, Dr. Luiz Sávio de Souza Cruz, em Belo
Horizonte, para tratar de três assuntos importantes para todo o agronegócio. São eles:
- Revisão da Resolução Conjunta SEMAD IGAM nº 2.249, de 30 de dezembro de 2014, que
determina a necessidade de implantação de hidrômetros para medição de vazão da água captada.
Segundo o apurado, esses equipamentos apresentam baixa eficiência, baixa durabilidade e trarão
ônus aos produtores se implantados;
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- Agilização nos processos de pedido de construção de barramento, visto que o código ambiental
mineiro já autoriza a construção e está havendo demora nas liberações; e
- Necessidade de que as fiscalizações ambientais tenham um caráter educativo e não apenas
punitivo, dando ao produtor a chance de se adequar.
As entidades esperam, agora, que os pleitos sejam atendidos, dando melhores condições de trabalho
para o produtor rural.
Sustentabilidade: ES promoveu lançamento do Currículo de Sustentabilidade do Café
Embrapa Café
31/03/2015
Juliana Esteves e Luciana Silvestre
A sustentabilidade é uma tendência e uma demanda para a sociedade do século XXI. No âmbito da
agricultura, é crescente a necessidade de aliar a produção a aspectos sociais e ambientais. Diante
desse cenário, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper,
instituição participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, promoveu, no
dia 19 de março, o Lançamento do Currículo de Sustentabilidade do Café - CSC, que apresenta
diretrizes para a produção de cafés sustentáveis em todo o País.
O diretor-técnico do Incaper, Lúcio Herzog De Muner, afirmou que a agenda da sustentabilidade da
cafeicultura é de grande importância no cenário mundial. "Todas as regiões cafeeiras do Brasil
possuem grandes desafios a serem enfrentados, que passam certamente pela produção com mais
sustentabilidade, não só do ponto de vista econômico, mas também ambiental e social. O binômio
produzir preservando e preservar produzindo, com responsabilidade social, está na agenda do café
em âmbito mundial, e o Espírito Santo deseja se adequar a essa plataforma. Para que isso se efetive,
é necessário planejamento, pesquisa científica e adoção de tecnologias, ações de assistência técnica
e extensão rural e capacitações, fomento, gestão da propriedade e parcerias", falou De Muner.
De acordo com o diretor do grupo empresarial P&A, Carlos Brando, que integra a coordenação do
Programa Café Sustentável, o lançamento do CSC ocorreu no Espírito Santo devido à importância
desse Estado para a cafeicultura nacional e mundial. "O lançamento ocorreu no Incaper, por ser uma
instituição integrada de pesquisa, assistência técnica e extensão rural. Para que a sustentabilidade
alcance os pequenos produtores, é necessário um contínuo trabalho extensionista", avaliou Carlos
Brando. Atualmente, mais de 80% de todo o café produzido no mundo vem de pequenos produtores.
Por isso, é essencial que eles adotem boas práticas agrícolas.
Conforme o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag),
Octaciano Neto, o tema da sustentabilidade e a conservação de recursos hídricos é de vital
importância na atualidade. "As propriedades, antes de produzirem café, precisam produzir água. A
reservação de água e o uso de técnicas mais eficientes de irrigação passam a ser prioritários no
nosso tempo. A segurança na produção de café passa pela segurança hídrica", disse Octaciano.
Durante o evento, participaram representantes de diversas instituições do País, como a Embrapa
Café, Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA, as Empresas de Assistência Técnica e Extensão
Rural - Emater de Minas Gerais, Paraná, Rondônia e a Coordenadoria de Assistência Técnica
Integral - CATI. Também estiveram presentes mais de dez instituições estaduais ligadas ao segmento
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da cafeicultura, como cooperativas, sindicatos, bancos e empresas do ramo cafeeiro, entre os quais
destacam-se a Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel - Cooabriel, Organização das
Cooperativas Brasileiras - OCB, Cooperativa Agropecuária Centro Serrana - Coopeavi, Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae, Sindicato da Indústria de Torrefação e
Moagem de Café do Estado do Espírito Santo - Sincafé, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural -
Faes/Senar, Centro do Comércio de Café de Vitória - CCCV, Conselho dos Exportadores de Café do
Brasil - Cecafé, Fundação de Desenvolvimento Agropecuário do Espírito Santo - Fundagres, Banco
de Desenvolvimento do Espírito Santo - Bandes, entre outras.
Currículo Mínimo de Sustentabilidade – O Currículo Mínimo de Sustentabilidade consiste em um
conjunto de normas e pontos comuns para produzir café com qualidade e sustentabilidade no Brasil e
no mundo. São procedimentos para a produção de café economicamente viável, socialmente justa e
ambientalmente correta, ou seja, uma produção que não impacte as pessoas e o meio ambiente.
Entre os principais temas contidos no Currículo Mínimo, destacaram-se: a conservação da água na
propriedade; gestão ambiental; gestão da propriedade; registro de informações e rastreabilidade;
conservação do solo; destinação de resíduos e cuidados com a poluição e contaminação de água e
solo; adequação à legislação trabalhista, com a garantia de segurança e saúde para o trabalhador;
manejo agronômico produtivo; e procedimentos corretos de colheita.
O Currículo de Sustentabilidade de Café foi construído baseado em diversos protocolos/plataformas
de sustentabilidade cafeeira de distintas instituições e na Instrução Normativa 49/2013, do Ministério
da Agricultura e Pecuária – MAPA, sobre boas práticas agrícolas e gestão da atividade cafeeira.
Programa Café Sustentável – O Currículo Mínimo de Sustentabilidade é uma das ações do
Programa Café Sustentável, uma iniciativa público-privada pré-competitiva global que envolve
parceiros da indústria e do comércio, governos, ONGs e instituições verificadoras e certificadoras de
sustentabilidade.
O objetivo do Programa é aumentar o volume de café sustentável produzido e comercializado por
meio do alinhamento de investimentos das partes interessadas em programas de apoio aos
produtores para melhorar a qualidade de vida, permitir que sejam mais resilientes em um mercado
mundial em constante mudança e aumentar a produtividade para satisfazer a demanda crescente de
maneira sustentável.
As metas do Programa para 2015 em relação ao número de produtores treinados em sustentabilidade
no mundo são de 500 mil. Além disso, espera-se que 25% do café vendido no mundo seja
sustentável e 40% do café produzido seja certificado.
O Programa foi fundado pela Mondelez International, Nestlé, D.E Master Blenders 1753, Tchibo,
Federação Europeia de Café e a Iniciativa de Comércio Sustentável (IDH, em holandês).
No Espírito Santo, em 2014, foi lançado o Programa de Produção de Cafés Especiais Sustentáveis,
coordenado pelo Sebrae e integrado por um conjunto de instituições, inclusive o Incaper. De acordo
com esse programa, a meta é atingir 2 mil produtores e 500 propriedades de café arábica e conilon
no Estado. A aplicação do Currículo de Sustentabilidade para os cafés do Espírito Santo poderá ser
muito importante para a operacionalização desse programa estadual, pois poderá acelerar a
implantação das boas práticas agrícolas e auxiliar a preparação das propriedades cafeeiras
capixabas para a produção de cafés superiores e até especiais, bem como para sua certificação.
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IX SPCB: prorrogado prazo para envio dos trabalhos técnico-científicos até 8 de abril
Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café
31/03/2015
Flávia Bessa
A comissão organizadora do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés
do Brasil, realizado pelo Consórcio Pesquisa Café sob a
coordenação da Embrapa Café, prorroga o prazo-limite para
recebimento dos resumos dos trabalhos técnico-científicos: até 8 de
abril. Os resumos devem ser encaminhados por meio da página do
IX Simpósio (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br) e serão
analisados e selecionados pela comissão científica de 9 a 12 de
abril. A divulgação do resultado será feita até 24 de abril. Espera-se
a apresentação de cerca de 400 trabalhos técnico-científicos.
Inscrições gratuitas – O evento será realizado de 24 a 26 de
junho no Centro de Convenções de Curitiba, Paraná, e o Instituto
Agronômico do Paraná – IAPAR será o anfitrião, com apoio do
Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural -
Emater-PR. As inscrições para os participantes do evento são
gratuitas e devem ser feitas por meio do site http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br.
O gerente geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, lembra que o objetivo principal do Simpósio é
apresentar resultados das pesquisas realizadas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café e ainda
promover ampla discussão da comunidade científica com os diversos setores da cadeia produtiva do
café para garantir aumento da competitividade, melhoria da qualidade do produto e sustentabilidade
do setor. "É uma oportunidade de promovermos amplo diálogo da comunidade científica com o setor
produtivo e também de avaliarmos as pesquisas e as tecnologias que vêm sendo desenvolvidas pelo
Consórcio, em sintonia com as demandas do agronegócio café", completa.
Temas em debate – Alguns temas da programação do IX Simpósio já estão definidos e serão
apresentados na conferência de abertura, em palestras, mesas-redondas, apresentações orais de
trabalhos e sessões de pôsteres: uso racional de água, mudanças climáticas, café sombreado e
agroecológico, cafeicultura de montanha, biotecnologia, tolerância à seca, manejo de pragas e
doenças, fertilidade dos solos e nutrição do cafeeiro, café e saúde (propriedades funcionais e
nutracêuticas), mercado e novas tendências de hábito de consumo, novos produtos e agregação de
qualidade, transferência de tecnologia etc.
Público esperado – Os Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil é uma realização bienal do
Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, e faz parte da agenda nacional de
desenvolvimento científico e tecnológico. Desde 2000, foram realizadas oito edições do evento. Os
anais dessas edições estão disponíveis aqui.
Nesta IX edição, espera-se reunir aproximadamente 1000 participantes entre os diversos
representantes dos setores que compõem o agronegócio café, como pesquisadores, técnicos da
extensão rural, professores, estudantes universitários, lideranças dos diversos segmentos da
cafeicultura, produtores de café, empresários do setor, imprensa especializada e demais interessados
nos avanços da ciência e da tecnologia cafeeira.
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Mais informações do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil pelo site
http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br.
Kátia Abreu: classe média rural não precisa de benesse, mas de oportunidade
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
31/03/2015
Priscilla Mendes
A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou, nesta segunda-feira (30), que
a classe média rural não precisa de benesses, mas de oportunidades. Ela deu detalhes sobre o
programa que está sendo elaborado pelo Mapa para aumentar a renda das pequenas propriedades
por meio de assistência técnica e extensão.
“Nossos produtores têm toda a condição de subir na vida. O que está faltando a eles não é nenhuma
benesse, mas um pacote de oportunidades. Não se trata de caridade. O que queremos é deixá-los
fortes e independentes, que eles aprendam a se agrupar para aumentar a renda”, afirmou a ministra.
Kátia Abreu fez a declaração após assinar um Termo de Cooperação Técnica com o Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O objetivo da parceria é agregar valor a
seus produtos e serviços e ampliar a renda dos pequenos agropecuaristas.
Melhorar a produtividade – A ministra afirmou que, diferentemente das cidades - que contam com
50% de sua população na classe média - o campo tem apenas 16% de produtores nesta faixa de
renda. Os 6% agropecuaristas mais ricos são responsáveis por 70% de toda a produção nacional,
enquanto os 78% das faixas D e E produzem apenas 9%. “Essa distorção é inaceitável”, comentou.
O novo programa visa a aumentar a produtividade dos pequenos agricultores, que geralmente não
têm competitividade porque pagam caro pelos insumos e vendem a preços baixos seus produtos. A
melhora na performance dessas propriedades, porém, ocorrerá sem aumento do desmatamento,
garantiu Kátia Abreu.
“Nós não queremos, não podemos e não devemos desmatar mais”, afirmou. “Se melhorarmos a
performance desses produtores, teremos condições de aumentar a produtividade sem desmatar, mas
com assistência técnica e extensão rural”.
Mapa e Sebrae assinam Termo de Cooperação para capacitação de pequenos produtores
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
31/03/2015
Priscilla Mendes
A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o presidente do Serviço Brasileiro
de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Barretto, assinaram nesta segunda-feira (30)
acordo de cooperação técnica com o objetivo de disseminar tecnologias que aumentem a
competitividade dos pequenos negócios rurais contribuindo para a ascensão à classe média de
produtores das classes D e E.
Conselho Nacional do Café – CNC
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O país tem mais de 5 milhões de propriedades rurais, que geram 16,6 milhões de postos de trabalho
no campo, sendo 12 milhões nos pequenos negócios rurais. “Contem comigo para buscar o
diagnóstico correto das dificuldades que devemos superar, e também para procurar novas
oportunidades, novos negócios e novos mercados. Nossa Agricultura tem solidez e consistência”,
disse a ministra Kátia Abreu.
"A partir desse acordo, buscamos o fortalecimento da parcela intermediária desse universo, a
chamada classe média rural, que representa cerca de 800 mil estabelecimentos agropecuários”,
afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
Indicações Geográficas e Agricultura de Baixo Carbono – Com o acordo, Mapa e Sebrae
pretendem ampliar a renda e agregar valor a produtos e serviços do agronegócio. O Termo de
Cooperação prevê, por exemplo, a ampliação do uso de Indicações Geográficas e de marcas
coletivas, além da difusão de técnicas de Agricultura de Baixo Carbono.
A fim de fomentar a parceria sustentável e melhorar a competitividade, as micro e pequenas
empresas rurais deverão ser inseridas em cadeias de produção capitaneadas por grandes empresas,
alinhadas à perspectiva de encadeamento produtivo.
Para isso, o Sebrae desenvolve uma metodologia de trabalho que passa por cinco etapas:
mapeamento da demanda de bens e serviços e requisitos; diagnóstico da situação atual da pequena
empresa; plano de ação; consultoria e capacitação e avaliação da evolução das pequenas empresas.
Essas etapas são desenvolvidas após a grande empresa assumir compromisso junto ao Sebrae para
a estruturação da cadeia produtiva.
Mapa e Sebrae pretendem ainda capacitar pequenos produtores rurais e empresários
disponibilizando consultorias tecnológicas e de gestão. O objetivo é elevar o nível de competitividade,
promovendo ascensão à classe média rural.
A cooperação entre os dois órgãos também visa a preparar os pequenos produtores para acesso a
mercados diferenciados e a oportunidades em grandes eventos, como as Olimpíadas de 2016. Para
isso, serão traçadas estratégias de mercado a fim de promover acesso ao comércio exterior e à
internacionalização dos pequenos negócios rurais.
Mapa fará busca ativa de produtores que podem ascender à classe média
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
31/03/2015
Priscilla Mendes
A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta segunda-feira (30) que
o governo fará uma busca ativa dos produtores rurais que têm potencial de ascender à classe média.
Esses agricultores serão atendidos por um programa que está em elaboração no Mapa. O objetivo é
aumentar a renda das pequenas propriedades por meio de assistência técnica e extensão.
O Termo de Cooperação Técnica entre o Sebrae e o Mapa foi assinado, nesta segunda-feira (30),
pela ministra e pelo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
(Sebrae), Luiz Barretto. Para Kátia Abreu, este é o primeiro passo para o programa de mobilidade
social no campo anunciado em seu discurso de posse.
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Pesquisa e inovação democratizadas – O Ministério, em parceria com a Fundação Cesgranrio, está
mapeando as 557 microrregiões do país para encontrar, inicialmente, 100 mil produtores rurais aptos
a receberem assistência do programa.
“Com ajuda das entidades de classe, das cooperativas e das associações, não teremos dificuldade
para encontrar aquele que está com faturamento baixo e precisa melhorar sua renda”, afirmou a
ministra.
“Vamos começar com aqueles que já estão próximos desse alcance de renda média para darmos um
empurrão com os instrumentos e oportunidades que estão no mercado, democratizando a pesquisa e
a inovação. Essas técnicas já são utilizadas pelos grandes, mas ainda não chegaram aos pequenos”,
disse.
O presidente do Sebrae disse que a agropecuária é um dos setores mais pujantes da economia, mas
ainda apresenta lacunas. “Pequenos produtores precisam de apoio para entrarem no mercado, o que
podemos e temos obrigação de oferecer”, afirmou Luiz Barretto. “Este é o início de um processo que
terá grandes resultados concretos”, concluiu.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck - Agilização nos processos de pedido de construção de barramento, visto que o código ambiental mineiro já autoriza a construção e está havendo demora nas liberações; e - Necessidade de que as fiscalizações ambientais tenham um caráter educativo e não apenas punitivo, dando ao produtor a chance de se adequar. As entidades esperam, agora, que os pleitos sejam atendidos, dando melhores condições de trabalho para o produtor rural. Sustentabilidade: ES promoveu lançamento do Currículo de Sustentabilidade do Café Embrapa Café 31/03/2015 Juliana Esteves e Luciana Silvestre A sustentabilidade é uma tendência e uma demanda para a sociedade do século XXI. No âmbito da agricultura, é crescente a necessidade de aliar a produção a aspectos sociais e ambientais. Diante desse cenário, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper, instituição participante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, promoveu, no dia 19 de março, o Lançamento do Currículo de Sustentabilidade do Café - CSC, que apresenta diretrizes para a produção de cafés sustentáveis em todo o País. O diretor-técnico do Incaper, Lúcio Herzog De Muner, afirmou que a agenda da sustentabilidade da cafeicultura é de grande importância no cenário mundial. "Todas as regiões cafeeiras do Brasil possuem grandes desafios a serem enfrentados, que passam certamente pela produção com mais sustentabilidade, não só do ponto de vista econômico, mas também ambiental e social. O binômio produzir preservando e preservar produzindo, com responsabilidade social, está na agenda do café em âmbito mundial, e o Espírito Santo deseja se adequar a essa plataforma. Para que isso se efetive, é necessário planejamento, pesquisa científica e adoção de tecnologias, ações de assistência técnica e extensão rural e capacitações, fomento, gestão da propriedade e parcerias", falou De Muner. De acordo com o diretor do grupo empresarial P&A, Carlos Brando, que integra a coordenação do Programa Café Sustentável, o lançamento do CSC ocorreu no Espírito Santo devido à importância desse Estado para a cafeicultura nacional e mundial. "O lançamento ocorreu no Incaper, por ser uma instituição integrada de pesquisa, assistência técnica e extensão rural. Para que a sustentabilidade alcance os pequenos produtores, é necessário um contínuo trabalho extensionista", avaliou Carlos Brando. Atualmente, mais de 80% de todo o café produzido no mundo vem de pequenos produtores. Por isso, é essencial que eles adotem boas práticas agrícolas. Conforme o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Octaciano Neto, o tema da sustentabilidade e a conservação de recursos hídricos é de vital importância na atualidade. "As propriedades, antes de produzirem café, precisam produzir água. A reservação de água e o uso de técnicas mais eficientes de irrigação passam a ser prioritários no nosso tempo. A segurança na produção de café passa pela segurança hídrica", disse Octaciano. Durante o evento, participaram representantes de diversas instituições do País, como a Embrapa Café, Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA, as Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural - Emater de Minas Gerais, Paraná, Rondônia e a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral - CATI. Também estiveram presentes mais de dez instituições estaduais ligadas ao segmento
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck da cafeicultura, como cooperativas, sindicatos, bancos e empresas do ramo cafeeiro, entre os quais destacam-se a Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel - Cooabriel, Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB, Cooperativa Agropecuária Centro Serrana - Coopeavi, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae, Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado do Espírito Santo - Sincafé, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Faes/Senar, Centro do Comércio de Café de Vitória - CCCV, Conselho dos Exportadores de Café do Brasil - Cecafé, Fundação de Desenvolvimento Agropecuário do Espírito Santo - Fundagres, Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo - Bandes, entre outras. Currículo Mínimo de Sustentabilidade – O Currículo Mínimo de Sustentabilidade consiste em um conjunto de normas e pontos comuns para produzir café com qualidade e sustentabilidade no Brasil e no mundo. São procedimentos para a produção de café economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta, ou seja, uma produção que não impacte as pessoas e o meio ambiente. Entre os principais temas contidos no Currículo Mínimo, destacaram-se: a conservação da água na propriedade; gestão ambiental; gestão da propriedade; registro de informações e rastreabilidade; conservação do solo; destinação de resíduos e cuidados com a poluição e contaminação de água e solo; adequação à legislação trabalhista, com a garantia de segurança e saúde para o trabalhador; manejo agronômico produtivo; e procedimentos corretos de colheita. O Currículo de Sustentabilidade de Café foi construído baseado em diversos protocolos/plataformas de sustentabilidade cafeeira de distintas instituições e na Instrução Normativa 49/2013, do Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA, sobre boas práticas agrícolas e gestão da atividade cafeeira. Programa Café Sustentável – O Currículo Mínimo de Sustentabilidade é uma das ações do Programa Café Sustentável, uma iniciativa público-privada pré-competitiva global que envolve parceiros da indústria e do comércio, governos, ONGs e instituições verificadoras e certificadoras de sustentabilidade. O objetivo do Programa é aumentar o volume de café sustentável produzido e comercializado por meio do alinhamento de investimentos das partes interessadas em programas de apoio aos produtores para melhorar a qualidade de vida, permitir que sejam mais resilientes em um mercado mundial em constante mudança e aumentar a produtividade para satisfazer a demanda crescente de maneira sustentável. As metas do Programa para 2015 em relação ao número de produtores treinados em sustentabilidade no mundo são de 500 mil. Além disso, espera-se que 25% do café vendido no mundo seja sustentável e 40% do café produzido seja certificado. O Programa foi fundado pela Mondelez International, Nestlé, D.E Master Blenders 1753, Tchibo, Federação Europeia de Café e a Iniciativa de Comércio Sustentável (IDH, em holandês). No Espírito Santo, em 2014, foi lançado o Programa de Produção de Cafés Especiais Sustentáveis, coordenado pelo Sebrae e integrado por um conjunto de instituições, inclusive o Incaper. De acordo com esse programa, a meta é atingir 2 mil produtores e 500 propriedades de café arábica e conilon no Estado. A aplicação do Currículo de Sustentabilidade para os cafés do Espírito Santo poderá ser muito importante para a operacionalização desse programa estadual, pois poderá acelerar a implantação das boas práticas agrícolas e auxiliar a preparação das propriedades cafeeiras capixabas para a produção de cafés superiores e até especiais, bem como para sua certificação.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck IX SPCB: prorrogado prazo para envio dos trabalhos técnico-científicos até 8 de abril Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café 31/03/2015 Flávia Bessa A comissão organizadora do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizado pelo Consórcio Pesquisa Café sob a coordenação da Embrapa Café, prorroga o prazo-limite para recebimento dos resumos dos trabalhos técnico-científicos: até 8 de abril. Os resumos devem ser encaminhados por meio da página do IX Simpósio (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br) e serão analisados e selecionados pela comissão científica de 9 a 12 de abril. A divulgação do resultado será feita até 24 de abril. Espera-se a apresentação de cerca de 400 trabalhos técnico-científicos. Inscrições gratuitas – O evento será realizado de 24 a 26 de junho no Centro de Convenções de Curitiba, Paraná, e o Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR será o anfitrião, com apoio do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - Emater-PR. As inscrições para os participantes do evento são gratuitas e devem ser feitas por meio do site http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br. O gerente geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, lembra que o objetivo principal do Simpósio é apresentar resultados das pesquisas realizadas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café e ainda promover ampla discussão da comunidade científica com os diversos setores da cadeia produtiva do café para garantir aumento da competitividade, melhoria da qualidade do produto e sustentabilidade do setor. "É uma oportunidade de promovermos amplo diálogo da comunidade científica com o setor produtivo e também de avaliarmos as pesquisas e as tecnologias que vêm sendo desenvolvidas pelo Consórcio, em sintonia com as demandas do agronegócio café", completa. Temas em debate – Alguns temas da programação do IX Simpósio já estão definidos e serão apresentados na conferência de abertura, em palestras, mesas-redondas, apresentações orais de trabalhos e sessões de pôsteres: uso racional de água, mudanças climáticas, café sombreado e agroecológico, cafeicultura de montanha, biotecnologia, tolerância à seca, manejo de pragas e doenças, fertilidade dos solos e nutrição do cafeeiro, café e saúde (propriedades funcionais e nutracêuticas), mercado e novas tendências de hábito de consumo, novos produtos e agregação de qualidade, transferência de tecnologia etc. Público esperado – Os Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil é uma realização bienal do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, e faz parte da agenda nacional de desenvolvimento científico e tecnológico. Desde 2000, foram realizadas oito edições do evento. Os anais dessas edições estão disponíveis aqui. Nesta IX edição, espera-se reunir aproximadamente 1000 participantes entre os diversos representantes dos setores que compõem o agronegócio café, como pesquisadores, técnicos da extensão rural, professores, estudantes universitários, lideranças dos diversos segmentos da cafeicultura, produtores de café, empresários do setor, imprensa especializada e demais interessados nos avanços da ciência e da tecnologia cafeeira.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Mais informações do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil pelo site http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br. Kátia Abreu: classe média rural não precisa de benesse, mas de oportunidade Assessoria de Comunicação Social do Mapa 31/03/2015 Priscilla Mendes A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou, nesta segunda-feira (30), que a classe média rural não precisa de benesses, mas de oportunidades. Ela deu detalhes sobre o programa que está sendo elaborado pelo Mapa para aumentar a renda das pequenas propriedades por meio de assistência técnica e extensão. “Nossos produtores têm toda a condição de subir na vida. O que está faltando a eles não é nenhuma benesse, mas um pacote de oportunidades. Não se trata de caridade. O que queremos é deixá-los fortes e independentes, que eles aprendam a se agrupar para aumentar a renda”, afirmou a ministra. Kátia Abreu fez a declaração após assinar um Termo de Cooperação Técnica com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O objetivo da parceria é agregar valor a seus produtos e serviços e ampliar a renda dos pequenos agropecuaristas. Melhorar a produtividade – A ministra afirmou que, diferentemente das cidades - que contam com 50% de sua população na classe média - o campo tem apenas 16% de produtores nesta faixa de renda. Os 6% agropecuaristas mais ricos são responsáveis por 70% de toda a produção nacional, enquanto os 78% das faixas D e E produzem apenas 9%. “Essa distorção é inaceitável”, comentou. O novo programa visa a aumentar a produtividade dos pequenos agricultores, que geralmente não têm competitividade porque pagam caro pelos insumos e vendem a preços baixos seus produtos. A melhora na performance dessas propriedades, porém, ocorrerá sem aumento do desmatamento, garantiu Kátia Abreu. “Nós não queremos, não podemos e não devemos desmatar mais”, afirmou. “Se melhorarmos a performance desses produtores, teremos condições de aumentar a produtividade sem desmatar, mas com assistência técnica e extensão rural”. Mapa e Sebrae assinam Termo de Cooperação para capacitação de pequenos produtores Assessoria de Comunicação Social do Mapa 31/03/2015 Priscilla Mendes A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Barretto, assinaram nesta segunda-feira (30) acordo de cooperação técnica com o objetivo de disseminar tecnologias que aumentem a competitividade dos pequenos negócios rurais contribuindo para a ascensão à classe média de produtores das classes D e E.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck O país tem mais de 5 milhões de propriedades rurais, que geram 16,6 milhões de postos de trabalho no campo, sendo 12 milhões nos pequenos negócios rurais. “Contem comigo para buscar o diagnóstico correto das dificuldades que devemos superar, e também para procurar novas oportunidades, novos negócios e novos mercados. Nossa Agricultura tem solidez e consistência”, disse a ministra Kátia Abreu. "A partir desse acordo, buscamos o fortalecimento da parcela intermediária desse universo, a chamada classe média rural, que representa cerca de 800 mil estabelecimentos agropecuários”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. Indicações Geográficas e Agricultura de Baixo Carbono – Com o acordo, Mapa e Sebrae pretendem ampliar a renda e agregar valor a produtos e serviços do agronegócio. O Termo de Cooperação prevê, por exemplo, a ampliação do uso de Indicações Geográficas e de marcas coletivas, além da difusão de técnicas de Agricultura de Baixo Carbono. A fim de fomentar a parceria sustentável e melhorar a competitividade, as micro e pequenas empresas rurais deverão ser inseridas em cadeias de produção capitaneadas por grandes empresas, alinhadas à perspectiva de encadeamento produtivo. Para isso, o Sebrae desenvolve uma metodologia de trabalho que passa por cinco etapas: mapeamento da demanda de bens e serviços e requisitos; diagnóstico da situação atual da pequena empresa; plano de ação; consultoria e capacitação e avaliação da evolução das pequenas empresas. Essas etapas são desenvolvidas após a grande empresa assumir compromisso junto ao Sebrae para a estruturação da cadeia produtiva. Mapa e Sebrae pretendem ainda capacitar pequenos produtores rurais e empresários disponibilizando consultorias tecnológicas e de gestão. O objetivo é elevar o nível de competitividade, promovendo ascensão à classe média rural. A cooperação entre os dois órgãos também visa a preparar os pequenos produtores para acesso a mercados diferenciados e a oportunidades em grandes eventos, como as Olimpíadas de 2016. Para isso, serão traçadas estratégias de mercado a fim de promover acesso ao comércio exterior e à internacionalização dos pequenos negócios rurais. Mapa fará busca ativa de produtores que podem ascender à classe média Assessoria de Comunicação Social do Mapa 31/03/2015 Priscilla Mendes A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta segunda-feira (30) que o governo fará uma busca ativa dos produtores rurais que têm potencial de ascender à classe média. Esses agricultores serão atendidos por um programa que está em elaboração no Mapa. O objetivo é aumentar a renda das pequenas propriedades por meio de assistência técnica e extensão. O Termo de Cooperação Técnica entre o Sebrae e o Mapa foi assinado, nesta segunda-feira (30), pela ministra e pelo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Barretto. Para Kátia Abreu, este é o primeiro passo para o programa de mobilidade social no campo anunciado em seu discurso de posse.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Pesquisa e inovação democratizadas – O Ministério, em parceria com a Fundação Cesgranrio, está mapeando as 557 microrregiões do país para encontrar, inicialmente, 100 mil produtores rurais aptos a receberem assistência do programa. “Com ajuda das entidades de classe, das cooperativas e das associações, não teremos dificuldade para encontrar aquele que está com faturamento baixo e precisa melhorar sua renda”, afirmou a ministra. “Vamos começar com aqueles que já estão próximos desse alcance de renda média para darmos um empurrão com os instrumentos e oportunidades que estão no mercado, democratizando a pesquisa e a inovação. Essas técnicas já são utilizadas pelos grandes, mas ainda não chegaram aos pequenos”, disse. O presidente do Sebrae disse que a agropecuária é um dos setores mais pujantes da economia, mas ainda apresenta lacunas. “Pequenos produtores precisam de apoio para entrarem no mercado, o que podemos e temos obrigação de oferecer”, afirmou Luiz Barretto. “Este é o início de um processo que terá grandes resultados concretos”, concluiu.