Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 11/03/2014
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Estiagem e calor podem afetar safras de café até 2016
Rede Social do Café
11/03/2014
Fonte: Assessoria de Imprensa Cooxupé
A estiagem e as altas temperaturas que
surpreenderam as lavouras de café no início do ano
foram alvos de discussão em palestra realizada na
Cooxupé, no último dia 28, com a presença do
agrônomo e professor Alemar Braga Rena (foto:
reportagem EPTV Sul de MG). O evento aconteceu
no auditório da cooperativa, reunindo técnicos, agrônomos e,
também, produtores.
Um dos pontos da discussão foi o comprometimento da safra de 2014. Segundo o Professor Rena, a
produção brasileira de café esperada para este ano seria cerca de 50 milhões de sacas, mas a falta
de chuva aliada à alta temperatura comprometeu a produção estimada. Questionado sobre as
próximas safras, o especialista afirma que no momento é difícil prever, “mas a perda será grande
também”, enfatiza.
Lavouras do Sul de Minas, da Zona da Mata mineira, do Cerrado Mineiro e da região de Franca,
segundo o Prof. Rena, foram bastante atingidas por conta da situação climática. “No Sul de Minas
algumas lavouras estão até bonitas, mas afetadas. Parte das lavouras do Espírito Santo e da Bahia
também estão com problemas. Em suma, todo o parque cafeeiro do Brasil foi, de certa forma,
afetado”, pontua.
De acordo com o especialista, o que mais percebemos são frutos com mau desenvolvimento do
endosperma, ou seja, a má formação da semente, do grão do café. “Trata-se do pior efeito da seca e
da alta temperatura”, aponta. Rena ainda complementa os efeitos gerados pelo clima. “Eu diria que
neste ano a temperatura (radiações infravermelhas) e as radiações ultravioletas tiveram um efeito
muito grande, determinando fortes inibições (foto-inibições) e ações degenerativas (foto-oxidações)
do sistema fotossintético. A cada 11 anos, o sol entra em erupção superficial emitindo massas
coronais, das quais somos protegidos, até certo ponto, pela magnetosfera. Este ano, por alguma
razão, esse pico está entre os maiores em décadas. Fica até difícil dizer o que foi mais prejudicial às
plantas, se foram as radiações eletromagnéticas, as temperaturas muito altas ou sua consequência, a
seca”, completa.
Especialista em fisiologia vegetal, Prof. Rena também apontou as consequências geradas pelo calor
excessivo e pela estiagem ao sistema radicular das plantações. A morte do sistema radicular, ou seja,
os danos nas raízes das plantações cafeeiras é o principal motivo que também afetará as próximas
duas safras, conforme Rena. “Se não for por demais afetada, a parte aérea acaba voltando a brotar
bem (efeito pós-traumático), mas o sistema radicular é lento. Mesmo se a parte aérea tiver brotando
bem, o sistema radicular fica para trás quando há deficiência de energia. Ele recebe por último, pois é
o dreno ou importador mais fraco do cafeeiro. Infelizmente, o sistema radicular é algo como o cérebro
do vegetal e o que comanda boa parcela das atividades fisiológicas da parte aérea, especialmente o
equilíbrio hormonal. Tanto é que se essa planta em 2016 estiver aparentemente recuperada e possuir
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boa carga, caso haja nova adversidade biótica ou abiótica, parecida com a que vivemos no início
deste ano, as consequências poderão também ser graves”, prevê o palestrante.
O especialista ainda alerta para outra consequência da estiagem e da alta temperatura: o aumento da
bienalidade. “A planta que sofrer morte em seu sistema radicular estrutural dificilmente será normal
outra vez. No entanto, plantas jovens, de até 4 ou 5 anos, poderão se recuperar bastante. Porém,
qualquer ameaça futura de desvio do clima comprometerá as lavouras adultas ainda mais”, declara
Rena, apontando que essas alterações climáticas também podem gerar outra mudança na
cafeicultura: a bienalidade dando lugar à trienalidade de produção.
Questionado sobre possíveis alternativas para os cafeicultores tentarem reduzir os prejuízos em
futuras lavouras, Rena indicou o gesso como uma forma de prevenção. “Durante o plantio é adicionar
gesso à cova. Foi um experimento feito pela Epamig em São Sebastião do Paraíso e em Patrocínio
na década de 70 e que terminou nos anos 80. Sem calcário, as raízes das plantas chegaram a 30 cm.
Com calcário, de 60 a 70 cm. Já com o gesso (sulfato de cálcio), as raízes atingiram 2 metros de
profundidade” revela o especialista, alertando que essa medida não se trata de irrigação branca, que
também parece ser uma boa alternativa.
Rena ainda complementa: “na hipótese de chover bem até o período da colheita e a temperatura não
cair muito, as plantas que não sofreram em demasia poderão ainda crescer 1,5 a 2,0 nós. Mas,
chover significa salvar o que se tem e não o que já foi comprometido em 2014. Essa opinião é
também compartilhada por outros especialistas”, conclui.
Cerrado Mineiro fará lançamento internacional da Denominação de Origem na 26ª SCAA
Ascom Federação dos Cafeicultores do Cerrado
11/03/2014
Sônia Lopes
Acontece entre os dias 24 e 27 de abril em Seattle, estado de Washington,
Estados Unidos, a maior feira de cafés especiais do mundo, a SCAA Event.
Promovida pela Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA sigla em
inglês), a feira reúne todos os segmentos ligados a cafés especiais, desde
regiões produtoras até baristas e torrefadores.
Durante estes 4 dias o mundo do café estará atento a Seattle e por isso, a Região do Cerrado Mineiro
escolheu este grande evento para realizar o Lançamento Internacional da Denominação de Origem
Região do Cerrado Mineiro - DOC, primeira e única no Brasil a possuir tal título. O lançamento conta
com forte apoio do Sebrae, parceiro da Região em seus projetos e ações.
Buscando atingir torrefadores e todos os membros da cadeia café que trabalham com Origem e alta
qualidade, a Região do Cerrado Mineiro atuará em diversas frentes no evento, como conta o
Superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Organização que controla a DOC
Cerrado Mineiro, Juliano Tarabal. “Nosso grande objetivo é apresentar para um público seleto que
estará presente na SCAA o propósito da Região do Cerrado Mineiro. Entendemos que o mercado
mundial de café esta em crescimento e transformação, influenciado diretamente por novos
consumidores mais exigentes e conscientes. Um novo mundo do café esta surgindo, um novo
mercado que demanda uma nova atitude, novas maneiras de pensar e agir, de produzir e se fazer
negócio, para conquistar valorização e reconhecimento. Nós acreditamos que a Região do Cerrado
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Mineiro tem este potencial, e estamos nos preparando para este novo desafio: tornar a Região do
Cerrado Mineiro uma referencia de ‘atitude’ para o novo mundo do café, em termos de produtores,
região e produtos.”
Para apresentar este propósito, a Região do Cerrado Mineiro irá contar com uma sequência de ações
como estratégia para lançar a DOC tão valorizada e reconhecida no mercado mundial.
Lançamento Oficial – O dia 25 de abril será especial para a Região. É quando acontece o
lançamento oficial da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro – DOC feito em um
almoço para convidados especiais como torrefadores, imprensa internacional, baristas, autoridades
produtores e representantes de cooperativas da Região, encontro que acontecerá no mesmo
Pavilhão de Eventos da SCAA. Esse encontro tem como objetivo principal apresentar aos
participantes a Região bem como demonstrar os benefícios e garantias em se trabalhar com cafés
com Origem e Qualidade Cerrado Mineiro, garantidas pelo Selo de Origem da Região.
“O lançamento da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro na feira da Associação
Americana de Cafés Especiais – SCAA representa uma fundamental etapa no propósito do Sebrae
para Internacionalização da Marca. A aproximação dos produtores e cooperativas da Região junto a
mercados diferenciados criam condições para desenvolvimento de novos relacionamentos e
parcerias, viabilizando o chamado direct trade (venda direta), preservando e valorizando a Origem e
Qualidade dos Cafés produzidos pelos Cafeicultores da Região do Cerrado Mineiro” – explicou
Marcos Alves, Analista do Sebrae na Região do Cerrado Mineiro.
Stand Região do Cerrado Mineiro - Outras ações também marcarão a participação da Região na
Feira. A Região do Cerrado Mineiro participará da Feira como um dos expositores. Um stand próprio
dentro da Feira será o ponto de referência para aqueles que desejarem conhecer mais sobre a única
região cafeeira do Brasil a possuir uma Denominação de Origem. No Stand da Região, a Federação
dos Cafeicultores do Cerrado estará apresentando aos visitantes da feira toda a plataforma de
rastreabilidade, controle de Origem e Qualidade que o Cerrado Mineiro tem para oferecer como
garantia e diferencial para quem adquire cafés como Selo de Origem e Qualidade Cerrado Mineiro.
Cupping – Outra ação que será desenvolvida no evento da SCAA é o Cupping (prova de café) com
os cafés da Região do Cerrado Mineiro. Nesta rodada de provas os torrefadores e compradores terão
a oportunidade de conhecerem mais sobre as nuances do café da Região.
Exportação de café do Brasil cresce 24,2% ante fevereiro de 2013, diz CeCafé
Communicação Assessoria Empresarial
11/03/2014
As exportações brasileiras de café em volume de sacas embarcadas
registraram um incremento de 24,2% em fevereiro em relação ao mesmo
mês do ano passado. Foram exportadas 2.745.541 sacas (verde, torrado &
moído e solúvel), contra 2.210.600 em fevereiro de 2014. Já a receita
apresentou queda de 9,7% se comparada ao mesmo mês do ano
passado, fechando em US$ 386,447 milhões. As informações são do
Balanço das Exportações divulgado pelo CeCafé (Conselho dos
Exportadores de Café do Brasil).
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Em relação ao ano-safra, foram comercializadas 21.968.811 sacas de café entre julho de 2013 e
fevereiro de 2014, quantidade 7,5% superior à registrada no mesmo período da safra anterior. A
receita apontada foi de US$ 3,211 bilhões.
Considerando a qualidade do café, o levantamento mostra que a variedade arábica respondeu por
86,0% das vendas do país no mês de fevereiro, o solúvel por 9,3%, o robusta, por 4,7% das
exportações e o torrado & moído por 0,1%. Os cafés diferenciados (arábica e conillon) tiveram
participação de 17,2% nas exportações em termos de volume e de 22,0% na receita cambial.
O relatório aponta ainda que, entre os mercados importadores a Europa foi responsável pela
importação de 55% do total embarcado do produto brasileiro no segundo mês de 2014, enquanto
América do Norte respondeu pela compra de 25% do total de sacas exportadas, a Ásia por 17% e a
América do Sul por 2%.
As exportações brasileiras para os chamados Países Importadores Emergentes tiveram um aumento
de 34,2% nesse mesmo período. O Brasil também registrou crescimento 11,2% nas exportações para
os Países Importadores Tradicionais, considerando a mesma base comparativa.
Segundo o Balanço das Exportações, a lista de países importadores em fevereiro de 2014 segue
liderada pelos Estados Unidos, que adquiriram 1.168.020 sacas (21% do total exportado), seguido
pela Alemanha, com 1.011.089 (18% do total). A Itália ocupou a terceira colocação, importando
485.968 sacas do produto brasileiro (9%). No quarto está o Japão, com 357.563 sacas (6% do total).
Os embarques de café no segundo mês deste ano foram realizados em grande parte pelo porto de
Santos, por onde foram escoados 76,6% do produto exportado (4.216.448 sacas), pelos portos do
Rio de Janeiro, que embarcaram 19,2% do total (1.057.219 sacas), e pelo porto de Vitória, de onde
saíram 1,9% do total (104.593 sacas).
Confira o resumo das exportações brasileiras de café em fevereiro de 2014 no site do CNC:
http://www.cncafe.com.br/site/conteudo.asp?id=23
Cursos de máquinas despertam interesse dos cafeicultores
Ascom SENAR Minas
11/03/2014
As regiões Sul e Sudoeste de Minas representam 50% da produção
cafeeira de Minas Gerais. Em 2013, o SENAR MINAS disponibilizou
aos produtores e trabalhadores rurais destas regiões 60 cursos de
Operação e Manutenção de Máquinas de Beneficiamento de Café
(foto: SENAR Minas).
De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Guaranésia, Antônio Carlos Pitondo, durante o
período de safra é necessário ter alguns cuidados na colheita. “A manutenção prévia dos
equipamentos ajuda a evitar erros que podem ocasionar danos futuros para a safra.”
Segundo o mobilizador, José Carlos da Silva, o curso envolve toda a comunidade local. “A maior
parte do café é produzido pela família e, desta forma, o treinamento contribui para que possam obter
uma safra mais lucrativa”, afirma Luiz Carlos.
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Certificação – O SENAR MINAS tem auxiliado o produtor a obter a certificação do “Certifica Minas
Café”, segundo o gerente regional de Passos, Rodrigo Diniz. O “Certifica Minas Café”, que neste ano
deve atender 1.300 propriedades, estimula os produtores a adotarem uma gestão moderna da
propriedade, boas práticas de produção e incentiva a preservação ambiental.
Cerca de 420 propriedades do Sul e Sudoeste já possuem certificações. Segundo o fiscal
agropecuário do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Valderi Alderman Leite, “a certificação é
uma garantia para o consumidor de que as propriedades adotam boas práticas agrícolas em todos os
estágios da produção, atendendo às normas ambientais e trabalhistas.”
Um exemplo de sucesso na região é o produtor rural Nelson Lacotice, de Guaranésia. Segundo ele, a
safra de café aumentou depois que adotou as orientações sugeridas pelo SENAR. “A manutenção
dos equipamentos da fazenda previne problemas futuros, como perda de produtividade e,
principalmente, acidentes de trabalho”, enfatiza.
Café: produtores do Paraná comercializaram 75% da safra 2013
Agência Safras
11/03/2014
Fábio Rübenich
Conforme o relatório semanal de acompanhamento das culturas do Departamento
de Economia Rural (Deral), do Paraná, o índice de produção de café da safra
2013 já comercializada alcança 75% até 10 de março, contra 70% em 24 de
fevereiro.
Segundo o Deral, a produção de café na safra 2013 atingiu 99.747 toneladas (1,662 milhão de sacas
de 60 quilos), crescimento de 9% contra as 91.897 toneladas (1,531 milhão de sacas de 60 quilos)
colhidas em 2012. A área de café colhida foi de 65.146 hectares em 2013, recuo de 3% contra os
67.070 hectares de 2012. A produtividade média obtida atingiu 1.531 quilogramas por hectare,
elevação de 12% ante os 1.370 quilogramas/hectare de 2012.
Produção cairá quase pela metade em 2014 – A produção de café sofrerá uma queda muito
acentuada no Paraná em 2014, devido principalmente às geadas registradas durante o mês de julho
do ano passado e à estiagem de janeiro e fevereiro.
O Deral indica preliminarmente que serão colhidas apenas 32.997 toneladas (550 mil sacas de 60
quilos), com queda de 47% em comparação à safra 2013, em uma área de 34.763 hectares (recuo de
77%). A produtividade dos cafezais também será menor, com previsão de 949 quilos de café por
hectare cultivado, 38% a menos que em 2013 (1.531 quilos por hectare).
Café: entre 70% e 80% da safra 2013 já foram negociados na região de Marília (SP)
Agência Safras
11/03/2014
Cândida Schaedler
Na Cooperativa de Cafeicultores de Marília (Coopemar), localizada na Alta
Mogiana paulista, entre 70% e 80% da safra de 2013 já foi comercializada. Da
safra de 2014, ainda não foi colocado nada à venda de forma antecipada,
segundo o Departamento Comercial da cooperativa.
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Em relação ao clima da região, o engenheiro agrônomo Aurélio Giroto pontua que está chovendo
mais constantemente, embora seja uma chuva fina. Durante este mês, os pluviômetros r
milímetros. A temperatura também está mais amena até as 8h30 da manhã. Ao longo do dia, porém,
costuma ficar mais quente, mas não ultrapassando os 27 graus.
"Não tem como prejudicar mais ainda as lavouras, mas a chuva deu uma amenizada, pois
não vai se agravar. As perdas giram em torno de 20%, em média", contabiliza Giroto.
IWCA Brasil: Aliança Internacional das Mulheres d
Rede Social do Café
11/03/2014
Daniela Novaes
A nova página da IWCA Brasil
comunicação direta entre a aliança e todo o sistema agroindustrial café. A
página foi criada a fim de dar visibilidade às ações das mulheres em toda a
cadeia produtiva dentro do território brasileiro.
Débora Fortini, preside
a mulher como público alvo: “Somos um capítulo recente da Aliança. Nossa
página está dando os primeiros passos e, como a própria IWCA, pretende criar
e desenvolver conexões que possibilitem a troca d
conhecimento e tornem visível o papel das mulheres ligadas ao café, desde as
produtoras até as degustadoras, as baristas, as classificadoras e empresárias. A aliança pretende
seguir o exemplo da Rede Social do Café, página que tem gerado n
relacionamento e promovido, com competência, a integração digital de todos aqueles envolvidos com
o café, do grão à xícara.”
O que é a IWCA? – A IWCA Brasil é um capítulo da IWCA (International Women´s Coffee Alliance,
em inglês), uma organização sem fins lucrativos, presente em 16 países produtores de todo o mundo
e tem como missão fortalecer as mulheres que atuam em toda a cadeia do negócio de café. O
capítulo brasileiro foi criado em 2012 e desde então vem consolidando
promove institucionalmente o café e as mulheres envolvidas nesse negócio.
Nova direção da IWCA Brasil
cargo caiu naturalmente em suas mãos, já que era vice
transição da presidência passada por Josiane Cotrim foi harmoniosa. “Eu me sinto privilegiada em
poder contribuir para o fortalecimento da mulher como profissional na cadeia produtiva cafeeira, o que
certamente acrescenta aos diversos setor
abrangente” contou a empresária. Atualmente, Josiane é representante da IWCA Internacional e
também da IWCA Brasil na OIC –
Estratégias para 2014 – Segundo Débora, seu
participação das mulheres nas decisões das políticas cafeeiras, contribuição para a criação de ações
que priorizem o respeito à mulher e ao homem do campo, assim como ao meio ambiente, além da
divulgação e a valorização dos cafés de qualidade.
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711
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Em relação ao clima da região, o engenheiro agrônomo Aurélio Giroto pontua que está chovendo
mais constantemente, embora seja uma chuva fina. Durante este mês, os pluviômetros r
milímetros. A temperatura também está mais amena até as 8h30 da manhã. Ao longo do dia, porém,
costuma ficar mais quente, mas não ultrapassando os 27 graus.
"Não tem como prejudicar mais ainda as lavouras, mas a chuva deu uma amenizada, pois
não vai se agravar. As perdas giram em torno de 20%, em média", contabiliza Giroto.
IWCA Brasil: Aliança Internacional das Mulheres do Café lança página na internet
A nova página da IWCA Brasil que está no ar na internet é um canal de
comunicação direta entre a aliança e todo o sistema agroindustrial café. A
página foi criada a fim de dar visibilidade às ações das mulheres em toda a
cadeia produtiva dentro do território brasileiro.
Débora Fortini, presidente da IWCA – Brasil falou sobre o novo site e enfatizou
a mulher como público alvo: “Somos um capítulo recente da Aliança. Nossa
página está dando os primeiros passos e, como a própria IWCA, pretende criar
e desenvolver conexões que possibilitem a troca d
conhecimento e tornem visível o papel das mulheres ligadas ao café, desde as
produtoras até as degustadoras, as baristas, as classificadoras e empresárias. A aliança pretende
seguir o exemplo da Rede Social do Café, página que tem gerado novas arquiteturas de
relacionamento e promovido, com competência, a integração digital de todos aqueles envolvidos com
IWCA Brasil é um capítulo da IWCA (International Women´s Coffee Alliance,
organização sem fins lucrativos, presente em 16 países produtores de todo o mundo
e tem como missão fortalecer as mulheres que atuam em toda a cadeia do negócio de café. O
capítulo brasileiro foi criado em 2012 e desde então vem consolidando-se como entid
promove institucionalmente o café e as mulheres envolvidas nesse negócio.
Nova direção da IWCA Brasil – Débora Fortini, atual presidente aliança brasileira, contou que o
cargo caiu naturalmente em suas mãos, já que era vice-presidente na gestão an
transição da presidência passada por Josiane Cotrim foi harmoniosa. “Eu me sinto privilegiada em
poder contribuir para o fortalecimento da mulher como profissional na cadeia produtiva cafeeira, o que
certamente acrescenta aos diversos setores do café uma nova visão, geralmente mais humana e
abrangente” contou a empresária. Atualmente, Josiane é representante da IWCA Internacional e
– Organização Internacional do Café.
Segundo Débora, seu maior objetivo na presidência é a promoção e
participação das mulheres nas decisões das políticas cafeeiras, contribuição para a criação de ações
que priorizem o respeito à mulher e ao homem do campo, assim como ao meio ambiente, além da
orização dos cafés de qualidade.
CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Em relação ao clima da região, o engenheiro agrônomo Aurélio Giroto pontua que está chovendo
mais constantemente, embora seja uma chuva fina. Durante este mês, os pluviômetros registraram 24
milímetros. A temperatura também está mais amena até as 8h30 da manhã. Ao longo do dia, porém,
"Não tem como prejudicar mais ainda as lavouras, mas a chuva deu uma amenizada, pois a situação
não vai se agravar. As perdas giram em torno de 20%, em média", contabiliza Giroto.
o Café lança página na internet
o ar na internet é um canal de
comunicação direta entre a aliança e todo o sistema agroindustrial café. A
página foi criada a fim de dar visibilidade às ações das mulheres em toda a
Brasil falou sobre o novo site e enfatizou
a mulher como público alvo: “Somos um capítulo recente da Aliança. Nossa
página está dando os primeiros passos e, como a própria IWCA, pretende criar
e desenvolver conexões que possibilitem a troca de experiências e
conhecimento e tornem visível o papel das mulheres ligadas ao café, desde as
produtoras até as degustadoras, as baristas, as classificadoras e empresárias. A aliança pretende
ovas arquiteturas de
relacionamento e promovido, com competência, a integração digital de todos aqueles envolvidos com
IWCA Brasil é um capítulo da IWCA (International Women´s Coffee Alliance,
organização sem fins lucrativos, presente em 16 países produtores de todo o mundo
e tem como missão fortalecer as mulheres que atuam em toda a cadeia do negócio de café. O
se como entidade que
Débora Fortini, atual presidente aliança brasileira, contou que o
presidente na gestão anterior e que, a
transição da presidência passada por Josiane Cotrim foi harmoniosa. “Eu me sinto privilegiada em
poder contribuir para o fortalecimento da mulher como profissional na cadeia produtiva cafeeira, o que
es do café uma nova visão, geralmente mais humana e
abrangente” contou a empresária. Atualmente, Josiane é representante da IWCA Internacional e
maior objetivo na presidência é a promoção e
participação das mulheres nas decisões das políticas cafeeiras, contribuição para a criação de ações
que priorizem o respeito à mulher e ao homem do campo, assim como ao meio ambiente, além da
Conselho Nacional do Café – CNC
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“O trabalho básico é de integrar as representantes das diversas regiões e setores da cadeia do café;
observar e acompanhar os passos de implementação do planejamento decidido e utilizá-lo como uma
ferramenta para manter a IWCA Brasil em melhoria contínua. A comercialização nacional e
internacional do café produzido com a participação da mulher e com diferencial de preço é também
uma das nossas metas. Este projeto já esta em andamento” explicou Débora.
A empresária falou também da estiagem que assola os cafezais de todo o país: “O Brasil, primeiro
produtor e exportador mundial de café, viveu em janeiro sua pior seca em décadas, o que deve
provocar o primeiro déficit de produção em cinco anos no mercado mundial de café. O pior é que a
escassez deve coincidir com um período de expansão da demanda. Nossa união é nesse momento
imprescindível”.
Brasil exporta mais café ao mundo árabe
ANBA
11/03/2014
O Brasil exportou 280.638 sacas de 60 quilos de café aos países árabes no primeiro bimestre, um
aumento de 46% sobre o mesmo período do ano passado, Com isso, a participação deste mercado
nas vendas externas do produto passou se 4% para 5%, segundo dados divulgados nesta segunda-
feira (10) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Isso ocorreu porque os embarques para a região cresceram acima da média. No total, o País
exportou 5,505 milhões de sacas nos dois primeiros meses do ano, um acréscimo de 15,6% em
relação a janeiro e fevereiro de 2013.
A receita com as exportações ao mundo árabe, porém, recuou 2,7% na mesma comparação e ficou
em US$ 32,4 milhões no primeiro bimestre de 2014. O faturamento com as vendas externas totais
teve queda ainda maior, de 17,9%, para US$ 768,7 milhões no mesmo período.
Os principais destinos do café brasileiro no primeiro bimestre foram a Europa, seguida da América do
Norte e Ásia. Entre os países, os maiores mercados foram os Estados Unidos, Alemanha, Itália,
Japão e Bélgica.
Café: seca no cinturão produtor vietnamita coloca safra em risco
Agência Safras
11/03/2014
Condições mais secas do que o normal vistas esta semana no Planalto Central
vietnamita, região produtora chave do país asiático que é o maior produtor e
exportador mundial de grão robusta, pode colocar a colheita do país em risco.
A área recebeu apenas 10% do nível pluviométrico normal nos últimos 30 dias,
prejudicando o desenvolvimento da safra, segundo a consultoria meteorológica MDA. O norte do
país, por sua vez, recebeu níveis adequados de precipitação. As informações são da Bloomberg.

Clipping cnc 11032014 versao de impressao

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 11/03/2014 Acesse: www.cncafe.com.br Estiagem e calor podem afetar safras de café até 2016 Rede Social do Café 11/03/2014 Fonte: Assessoria de Imprensa Cooxupé A estiagem e as altas temperaturas que surpreenderam as lavouras de café no início do ano foram alvos de discussão em palestra realizada na Cooxupé, no último dia 28, com a presença do agrônomo e professor Alemar Braga Rena (foto: reportagem EPTV Sul de MG). O evento aconteceu no auditório da cooperativa, reunindo técnicos, agrônomos e, também, produtores. Um dos pontos da discussão foi o comprometimento da safra de 2014. Segundo o Professor Rena, a produção brasileira de café esperada para este ano seria cerca de 50 milhões de sacas, mas a falta de chuva aliada à alta temperatura comprometeu a produção estimada. Questionado sobre as próximas safras, o especialista afirma que no momento é difícil prever, “mas a perda será grande também”, enfatiza. Lavouras do Sul de Minas, da Zona da Mata mineira, do Cerrado Mineiro e da região de Franca, segundo o Prof. Rena, foram bastante atingidas por conta da situação climática. “No Sul de Minas algumas lavouras estão até bonitas, mas afetadas. Parte das lavouras do Espírito Santo e da Bahia também estão com problemas. Em suma, todo o parque cafeeiro do Brasil foi, de certa forma, afetado”, pontua. De acordo com o especialista, o que mais percebemos são frutos com mau desenvolvimento do endosperma, ou seja, a má formação da semente, do grão do café. “Trata-se do pior efeito da seca e da alta temperatura”, aponta. Rena ainda complementa os efeitos gerados pelo clima. “Eu diria que neste ano a temperatura (radiações infravermelhas) e as radiações ultravioletas tiveram um efeito muito grande, determinando fortes inibições (foto-inibições) e ações degenerativas (foto-oxidações) do sistema fotossintético. A cada 11 anos, o sol entra em erupção superficial emitindo massas coronais, das quais somos protegidos, até certo ponto, pela magnetosfera. Este ano, por alguma razão, esse pico está entre os maiores em décadas. Fica até difícil dizer o que foi mais prejudicial às plantas, se foram as radiações eletromagnéticas, as temperaturas muito altas ou sua consequência, a seca”, completa. Especialista em fisiologia vegetal, Prof. Rena também apontou as consequências geradas pelo calor excessivo e pela estiagem ao sistema radicular das plantações. A morte do sistema radicular, ou seja, os danos nas raízes das plantações cafeeiras é o principal motivo que também afetará as próximas duas safras, conforme Rena. “Se não for por demais afetada, a parte aérea acaba voltando a brotar bem (efeito pós-traumático), mas o sistema radicular é lento. Mesmo se a parte aérea tiver brotando bem, o sistema radicular fica para trás quando há deficiência de energia. Ele recebe por último, pois é o dreno ou importador mais fraco do cafeeiro. Infelizmente, o sistema radicular é algo como o cérebro do vegetal e o que comanda boa parcela das atividades fisiológicas da parte aérea, especialmente o equilíbrio hormonal. Tanto é que se essa planta em 2016 estiver aparentemente recuperada e possuir
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck boa carga, caso haja nova adversidade biótica ou abiótica, parecida com a que vivemos no início deste ano, as consequências poderão também ser graves”, prevê o palestrante. O especialista ainda alerta para outra consequência da estiagem e da alta temperatura: o aumento da bienalidade. “A planta que sofrer morte em seu sistema radicular estrutural dificilmente será normal outra vez. No entanto, plantas jovens, de até 4 ou 5 anos, poderão se recuperar bastante. Porém, qualquer ameaça futura de desvio do clima comprometerá as lavouras adultas ainda mais”, declara Rena, apontando que essas alterações climáticas também podem gerar outra mudança na cafeicultura: a bienalidade dando lugar à trienalidade de produção. Questionado sobre possíveis alternativas para os cafeicultores tentarem reduzir os prejuízos em futuras lavouras, Rena indicou o gesso como uma forma de prevenção. “Durante o plantio é adicionar gesso à cova. Foi um experimento feito pela Epamig em São Sebastião do Paraíso e em Patrocínio na década de 70 e que terminou nos anos 80. Sem calcário, as raízes das plantas chegaram a 30 cm. Com calcário, de 60 a 70 cm. Já com o gesso (sulfato de cálcio), as raízes atingiram 2 metros de profundidade” revela o especialista, alertando que essa medida não se trata de irrigação branca, que também parece ser uma boa alternativa. Rena ainda complementa: “na hipótese de chover bem até o período da colheita e a temperatura não cair muito, as plantas que não sofreram em demasia poderão ainda crescer 1,5 a 2,0 nós. Mas, chover significa salvar o que se tem e não o que já foi comprometido em 2014. Essa opinião é também compartilhada por outros especialistas”, conclui. Cerrado Mineiro fará lançamento internacional da Denominação de Origem na 26ª SCAA Ascom Federação dos Cafeicultores do Cerrado 11/03/2014 Sônia Lopes Acontece entre os dias 24 e 27 de abril em Seattle, estado de Washington, Estados Unidos, a maior feira de cafés especiais do mundo, a SCAA Event. Promovida pela Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA sigla em inglês), a feira reúne todos os segmentos ligados a cafés especiais, desde regiões produtoras até baristas e torrefadores. Durante estes 4 dias o mundo do café estará atento a Seattle e por isso, a Região do Cerrado Mineiro escolheu este grande evento para realizar o Lançamento Internacional da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro - DOC, primeira e única no Brasil a possuir tal título. O lançamento conta com forte apoio do Sebrae, parceiro da Região em seus projetos e ações. Buscando atingir torrefadores e todos os membros da cadeia café que trabalham com Origem e alta qualidade, a Região do Cerrado Mineiro atuará em diversas frentes no evento, como conta o Superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Organização que controla a DOC Cerrado Mineiro, Juliano Tarabal. “Nosso grande objetivo é apresentar para um público seleto que estará presente na SCAA o propósito da Região do Cerrado Mineiro. Entendemos que o mercado mundial de café esta em crescimento e transformação, influenciado diretamente por novos consumidores mais exigentes e conscientes. Um novo mundo do café esta surgindo, um novo mercado que demanda uma nova atitude, novas maneiras de pensar e agir, de produzir e se fazer negócio, para conquistar valorização e reconhecimento. Nós acreditamos que a Região do Cerrado
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Mineiro tem este potencial, e estamos nos preparando para este novo desafio: tornar a Região do Cerrado Mineiro uma referencia de ‘atitude’ para o novo mundo do café, em termos de produtores, região e produtos.” Para apresentar este propósito, a Região do Cerrado Mineiro irá contar com uma sequência de ações como estratégia para lançar a DOC tão valorizada e reconhecida no mercado mundial. Lançamento Oficial – O dia 25 de abril será especial para a Região. É quando acontece o lançamento oficial da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro – DOC feito em um almoço para convidados especiais como torrefadores, imprensa internacional, baristas, autoridades produtores e representantes de cooperativas da Região, encontro que acontecerá no mesmo Pavilhão de Eventos da SCAA. Esse encontro tem como objetivo principal apresentar aos participantes a Região bem como demonstrar os benefícios e garantias em se trabalhar com cafés com Origem e Qualidade Cerrado Mineiro, garantidas pelo Selo de Origem da Região. “O lançamento da Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro na feira da Associação Americana de Cafés Especiais – SCAA representa uma fundamental etapa no propósito do Sebrae para Internacionalização da Marca. A aproximação dos produtores e cooperativas da Região junto a mercados diferenciados criam condições para desenvolvimento de novos relacionamentos e parcerias, viabilizando o chamado direct trade (venda direta), preservando e valorizando a Origem e Qualidade dos Cafés produzidos pelos Cafeicultores da Região do Cerrado Mineiro” – explicou Marcos Alves, Analista do Sebrae na Região do Cerrado Mineiro. Stand Região do Cerrado Mineiro - Outras ações também marcarão a participação da Região na Feira. A Região do Cerrado Mineiro participará da Feira como um dos expositores. Um stand próprio dentro da Feira será o ponto de referência para aqueles que desejarem conhecer mais sobre a única região cafeeira do Brasil a possuir uma Denominação de Origem. No Stand da Região, a Federação dos Cafeicultores do Cerrado estará apresentando aos visitantes da feira toda a plataforma de rastreabilidade, controle de Origem e Qualidade que o Cerrado Mineiro tem para oferecer como garantia e diferencial para quem adquire cafés como Selo de Origem e Qualidade Cerrado Mineiro. Cupping – Outra ação que será desenvolvida no evento da SCAA é o Cupping (prova de café) com os cafés da Região do Cerrado Mineiro. Nesta rodada de provas os torrefadores e compradores terão a oportunidade de conhecerem mais sobre as nuances do café da Região. Exportação de café do Brasil cresce 24,2% ante fevereiro de 2013, diz CeCafé Communicação Assessoria Empresarial 11/03/2014 As exportações brasileiras de café em volume de sacas embarcadas registraram um incremento de 24,2% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram exportadas 2.745.541 sacas (verde, torrado & moído e solúvel), contra 2.210.600 em fevereiro de 2014. Já a receita apresentou queda de 9,7% se comparada ao mesmo mês do ano passado, fechando em US$ 386,447 milhões. As informações são do Balanço das Exportações divulgado pelo CeCafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Em relação ao ano-safra, foram comercializadas 21.968.811 sacas de café entre julho de 2013 e fevereiro de 2014, quantidade 7,5% superior à registrada no mesmo período da safra anterior. A receita apontada foi de US$ 3,211 bilhões. Considerando a qualidade do café, o levantamento mostra que a variedade arábica respondeu por 86,0% das vendas do país no mês de fevereiro, o solúvel por 9,3%, o robusta, por 4,7% das exportações e o torrado & moído por 0,1%. Os cafés diferenciados (arábica e conillon) tiveram participação de 17,2% nas exportações em termos de volume e de 22,0% na receita cambial. O relatório aponta ainda que, entre os mercados importadores a Europa foi responsável pela importação de 55% do total embarcado do produto brasileiro no segundo mês de 2014, enquanto América do Norte respondeu pela compra de 25% do total de sacas exportadas, a Ásia por 17% e a América do Sul por 2%. As exportações brasileiras para os chamados Países Importadores Emergentes tiveram um aumento de 34,2% nesse mesmo período. O Brasil também registrou crescimento 11,2% nas exportações para os Países Importadores Tradicionais, considerando a mesma base comparativa. Segundo o Balanço das Exportações, a lista de países importadores em fevereiro de 2014 segue liderada pelos Estados Unidos, que adquiriram 1.168.020 sacas (21% do total exportado), seguido pela Alemanha, com 1.011.089 (18% do total). A Itália ocupou a terceira colocação, importando 485.968 sacas do produto brasileiro (9%). No quarto está o Japão, com 357.563 sacas (6% do total). Os embarques de café no segundo mês deste ano foram realizados em grande parte pelo porto de Santos, por onde foram escoados 76,6% do produto exportado (4.216.448 sacas), pelos portos do Rio de Janeiro, que embarcaram 19,2% do total (1.057.219 sacas), e pelo porto de Vitória, de onde saíram 1,9% do total (104.593 sacas). Confira o resumo das exportações brasileiras de café em fevereiro de 2014 no site do CNC: http://www.cncafe.com.br/site/conteudo.asp?id=23 Cursos de máquinas despertam interesse dos cafeicultores Ascom SENAR Minas 11/03/2014 As regiões Sul e Sudoeste de Minas representam 50% da produção cafeeira de Minas Gerais. Em 2013, o SENAR MINAS disponibilizou aos produtores e trabalhadores rurais destas regiões 60 cursos de Operação e Manutenção de Máquinas de Beneficiamento de Café (foto: SENAR Minas). De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Guaranésia, Antônio Carlos Pitondo, durante o período de safra é necessário ter alguns cuidados na colheita. “A manutenção prévia dos equipamentos ajuda a evitar erros que podem ocasionar danos futuros para a safra.” Segundo o mobilizador, José Carlos da Silva, o curso envolve toda a comunidade local. “A maior parte do café é produzido pela família e, desta forma, o treinamento contribui para que possam obter uma safra mais lucrativa”, afirma Luiz Carlos.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Certificação – O SENAR MINAS tem auxiliado o produtor a obter a certificação do “Certifica Minas Café”, segundo o gerente regional de Passos, Rodrigo Diniz. O “Certifica Minas Café”, que neste ano deve atender 1.300 propriedades, estimula os produtores a adotarem uma gestão moderna da propriedade, boas práticas de produção e incentiva a preservação ambiental. Cerca de 420 propriedades do Sul e Sudoeste já possuem certificações. Segundo o fiscal agropecuário do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Valderi Alderman Leite, “a certificação é uma garantia para o consumidor de que as propriedades adotam boas práticas agrícolas em todos os estágios da produção, atendendo às normas ambientais e trabalhistas.” Um exemplo de sucesso na região é o produtor rural Nelson Lacotice, de Guaranésia. Segundo ele, a safra de café aumentou depois que adotou as orientações sugeridas pelo SENAR. “A manutenção dos equipamentos da fazenda previne problemas futuros, como perda de produtividade e, principalmente, acidentes de trabalho”, enfatiza. Café: produtores do Paraná comercializaram 75% da safra 2013 Agência Safras 11/03/2014 Fábio Rübenich Conforme o relatório semanal de acompanhamento das culturas do Departamento de Economia Rural (Deral), do Paraná, o índice de produção de café da safra 2013 já comercializada alcança 75% até 10 de março, contra 70% em 24 de fevereiro. Segundo o Deral, a produção de café na safra 2013 atingiu 99.747 toneladas (1,662 milhão de sacas de 60 quilos), crescimento de 9% contra as 91.897 toneladas (1,531 milhão de sacas de 60 quilos) colhidas em 2012. A área de café colhida foi de 65.146 hectares em 2013, recuo de 3% contra os 67.070 hectares de 2012. A produtividade média obtida atingiu 1.531 quilogramas por hectare, elevação de 12% ante os 1.370 quilogramas/hectare de 2012. Produção cairá quase pela metade em 2014 – A produção de café sofrerá uma queda muito acentuada no Paraná em 2014, devido principalmente às geadas registradas durante o mês de julho do ano passado e à estiagem de janeiro e fevereiro. O Deral indica preliminarmente que serão colhidas apenas 32.997 toneladas (550 mil sacas de 60 quilos), com queda de 47% em comparação à safra 2013, em uma área de 34.763 hectares (recuo de 77%). A produtividade dos cafezais também será menor, com previsão de 949 quilos de café por hectare cultivado, 38% a menos que em 2013 (1.531 quilos por hectare). Café: entre 70% e 80% da safra 2013 já foram negociados na região de Marília (SP) Agência Safras 11/03/2014 Cândida Schaedler Na Cooperativa de Cafeicultores de Marília (Coopemar), localizada na Alta Mogiana paulista, entre 70% e 80% da safra de 2013 já foi comercializada. Da safra de 2014, ainda não foi colocado nada à venda de forma antecipada, segundo o Departamento Comercial da cooperativa.
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    SCN Quadra 01,Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 Assessoria de Comunicação: (61) 3 E-mail: imprensa@cncafe.com.br Em relação ao clima da região, o engenheiro agrônomo Aurélio Giroto pontua que está chovendo mais constantemente, embora seja uma chuva fina. Durante este mês, os pluviômetros r milímetros. A temperatura também está mais amena até as 8h30 da manhã. Ao longo do dia, porém, costuma ficar mais quente, mas não ultrapassando os 27 graus. "Não tem como prejudicar mais ainda as lavouras, mas a chuva deu uma amenizada, pois não vai se agravar. As perdas giram em torno de 20%, em média", contabiliza Giroto. IWCA Brasil: Aliança Internacional das Mulheres d Rede Social do Café 11/03/2014 Daniela Novaes A nova página da IWCA Brasil comunicação direta entre a aliança e todo o sistema agroindustrial café. A página foi criada a fim de dar visibilidade às ações das mulheres em toda a cadeia produtiva dentro do território brasileiro. Débora Fortini, preside a mulher como público alvo: “Somos um capítulo recente da Aliança. Nossa página está dando os primeiros passos e, como a própria IWCA, pretende criar e desenvolver conexões que possibilitem a troca d conhecimento e tornem visível o papel das mulheres ligadas ao café, desde as produtoras até as degustadoras, as baristas, as classificadoras e empresárias. A aliança pretende seguir o exemplo da Rede Social do Café, página que tem gerado n relacionamento e promovido, com competência, a integração digital de todos aqueles envolvidos com o café, do grão à xícara.” O que é a IWCA? – A IWCA Brasil é um capítulo da IWCA (International Women´s Coffee Alliance, em inglês), uma organização sem fins lucrativos, presente em 16 países produtores de todo o mundo e tem como missão fortalecer as mulheres que atuam em toda a cadeia do negócio de café. O capítulo brasileiro foi criado em 2012 e desde então vem consolidando promove institucionalmente o café e as mulheres envolvidas nesse negócio. Nova direção da IWCA Brasil cargo caiu naturalmente em suas mãos, já que era vice transição da presidência passada por Josiane Cotrim foi harmoniosa. “Eu me sinto privilegiada em poder contribuir para o fortalecimento da mulher como profissional na cadeia produtiva cafeeira, o que certamente acrescenta aos diversos setor abrangente” contou a empresária. Atualmente, Josiane é representante da IWCA Internacional e também da IWCA Brasil na OIC – Estratégias para 2014 – Segundo Débora, seu participação das mulheres nas decisões das políticas cafeeiras, contribuição para a criação de ações que priorizem o respeito à mulher e ao homem do campo, assim como ao meio ambiente, além da divulgação e a valorização dos cafés de qualidade. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711 Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Em relação ao clima da região, o engenheiro agrônomo Aurélio Giroto pontua que está chovendo mais constantemente, embora seja uma chuva fina. Durante este mês, os pluviômetros r milímetros. A temperatura também está mais amena até as 8h30 da manhã. Ao longo do dia, porém, costuma ficar mais quente, mas não ultrapassando os 27 graus. "Não tem como prejudicar mais ainda as lavouras, mas a chuva deu uma amenizada, pois não vai se agravar. As perdas giram em torno de 20%, em média", contabiliza Giroto. IWCA Brasil: Aliança Internacional das Mulheres do Café lança página na internet A nova página da IWCA Brasil que está no ar na internet é um canal de comunicação direta entre a aliança e todo o sistema agroindustrial café. A página foi criada a fim de dar visibilidade às ações das mulheres em toda a cadeia produtiva dentro do território brasileiro. Débora Fortini, presidente da IWCA – Brasil falou sobre o novo site e enfatizou a mulher como público alvo: “Somos um capítulo recente da Aliança. Nossa página está dando os primeiros passos e, como a própria IWCA, pretende criar e desenvolver conexões que possibilitem a troca d conhecimento e tornem visível o papel das mulheres ligadas ao café, desde as produtoras até as degustadoras, as baristas, as classificadoras e empresárias. A aliança pretende seguir o exemplo da Rede Social do Café, página que tem gerado novas arquiteturas de relacionamento e promovido, com competência, a integração digital de todos aqueles envolvidos com IWCA Brasil é um capítulo da IWCA (International Women´s Coffee Alliance, organização sem fins lucrativos, presente em 16 países produtores de todo o mundo e tem como missão fortalecer as mulheres que atuam em toda a cadeia do negócio de café. O capítulo brasileiro foi criado em 2012 e desde então vem consolidando-se como entid promove institucionalmente o café e as mulheres envolvidas nesse negócio. Nova direção da IWCA Brasil – Débora Fortini, atual presidente aliança brasileira, contou que o cargo caiu naturalmente em suas mãos, já que era vice-presidente na gestão an transição da presidência passada por Josiane Cotrim foi harmoniosa. “Eu me sinto privilegiada em poder contribuir para o fortalecimento da mulher como profissional na cadeia produtiva cafeeira, o que certamente acrescenta aos diversos setores do café uma nova visão, geralmente mais humana e abrangente” contou a empresária. Atualmente, Josiane é representante da IWCA Internacional e – Organização Internacional do Café. Segundo Débora, seu maior objetivo na presidência é a promoção e participação das mulheres nas decisões das políticas cafeeiras, contribuição para a criação de ações que priorizem o respeito à mulher e ao homem do campo, assim como ao meio ambiente, além da orização dos cafés de qualidade. CEP 70711-902 – Brasília (DF) Em relação ao clima da região, o engenheiro agrônomo Aurélio Giroto pontua que está chovendo mais constantemente, embora seja uma chuva fina. Durante este mês, os pluviômetros registraram 24 milímetros. A temperatura também está mais amena até as 8h30 da manhã. Ao longo do dia, porém, "Não tem como prejudicar mais ainda as lavouras, mas a chuva deu uma amenizada, pois a situação não vai se agravar. As perdas giram em torno de 20%, em média", contabiliza Giroto. o Café lança página na internet o ar na internet é um canal de comunicação direta entre a aliança e todo o sistema agroindustrial café. A página foi criada a fim de dar visibilidade às ações das mulheres em toda a Brasil falou sobre o novo site e enfatizou a mulher como público alvo: “Somos um capítulo recente da Aliança. Nossa página está dando os primeiros passos e, como a própria IWCA, pretende criar e desenvolver conexões que possibilitem a troca de experiências e conhecimento e tornem visível o papel das mulheres ligadas ao café, desde as produtoras até as degustadoras, as baristas, as classificadoras e empresárias. A aliança pretende ovas arquiteturas de relacionamento e promovido, com competência, a integração digital de todos aqueles envolvidos com IWCA Brasil é um capítulo da IWCA (International Women´s Coffee Alliance, organização sem fins lucrativos, presente em 16 países produtores de todo o mundo e tem como missão fortalecer as mulheres que atuam em toda a cadeia do negócio de café. O se como entidade que Débora Fortini, atual presidente aliança brasileira, contou que o presidente na gestão anterior e que, a transição da presidência passada por Josiane Cotrim foi harmoniosa. “Eu me sinto privilegiada em poder contribuir para o fortalecimento da mulher como profissional na cadeia produtiva cafeeira, o que es do café uma nova visão, geralmente mais humana e abrangente” contou a empresária. Atualmente, Josiane é representante da IWCA Internacional e maior objetivo na presidência é a promoção e participação das mulheres nas decisões das políticas cafeeiras, contribuição para a criação de ações que priorizem o respeito à mulher e ao homem do campo, assim como ao meio ambiente, além da
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck “O trabalho básico é de integrar as representantes das diversas regiões e setores da cadeia do café; observar e acompanhar os passos de implementação do planejamento decidido e utilizá-lo como uma ferramenta para manter a IWCA Brasil em melhoria contínua. A comercialização nacional e internacional do café produzido com a participação da mulher e com diferencial de preço é também uma das nossas metas. Este projeto já esta em andamento” explicou Débora. A empresária falou também da estiagem que assola os cafezais de todo o país: “O Brasil, primeiro produtor e exportador mundial de café, viveu em janeiro sua pior seca em décadas, o que deve provocar o primeiro déficit de produção em cinco anos no mercado mundial de café. O pior é que a escassez deve coincidir com um período de expansão da demanda. Nossa união é nesse momento imprescindível”. Brasil exporta mais café ao mundo árabe ANBA 11/03/2014 O Brasil exportou 280.638 sacas de 60 quilos de café aos países árabes no primeiro bimestre, um aumento de 46% sobre o mesmo período do ano passado, Com isso, a participação deste mercado nas vendas externas do produto passou se 4% para 5%, segundo dados divulgados nesta segunda- feira (10) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Isso ocorreu porque os embarques para a região cresceram acima da média. No total, o País exportou 5,505 milhões de sacas nos dois primeiros meses do ano, um acréscimo de 15,6% em relação a janeiro e fevereiro de 2013. A receita com as exportações ao mundo árabe, porém, recuou 2,7% na mesma comparação e ficou em US$ 32,4 milhões no primeiro bimestre de 2014. O faturamento com as vendas externas totais teve queda ainda maior, de 17,9%, para US$ 768,7 milhões no mesmo período. Os principais destinos do café brasileiro no primeiro bimestre foram a Europa, seguida da América do Norte e Ásia. Entre os países, os maiores mercados foram os Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Bélgica. Café: seca no cinturão produtor vietnamita coloca safra em risco Agência Safras 11/03/2014 Condições mais secas do que o normal vistas esta semana no Planalto Central vietnamita, região produtora chave do país asiático que é o maior produtor e exportador mundial de grão robusta, pode colocar a colheita do país em risco. A área recebeu apenas 10% do nível pluviométrico normal nos últimos 30 dias, prejudicando o desenvolvimento da safra, segundo a consultoria meteorológica MDA. O norte do país, por sua vez, recebeu níveis adequados de precipitação. As informações são da Bloomberg.