Conselho Nacional do Café – CNC
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Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
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CLIPPING – 28/04/2014
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Denominação de origem do café do cerrado mineiro é lançada nos EUA
G1 Triângulo Mineiro
28/04/2014
Foi lançado internacionalmente nesta sexta-feira (25), durante a Feira da
Associação Americana de Cafés Especiais, realizada na cidade de Seattle,
nos Estados Unidos, a denominação de origem do café do cerrado mineiro,
que conquistou, este ano, a primeira certificação de origem do café no Brasil,
devido às características somadas ao saber fazer dos produtores. A
conquista deve valorizar ainda mais o produto, principalmente no mercado
externo.
A região do cerrado mineiro, que abrange 55 municípios localizados no Triângulo, Alto Paranaíba e
Noroeste de Minas, conta com 4.500 produtores de café. Eles colocam no mercado mais de cinco
milhões de sacas de café por ano. O cerrado mineiro é a primeira região produtora de café no país a
receber a denominação de origem, que é concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade
Industrial (Inpi).
O café que for produzido na região poderá ser vendido como um produto com indicação geográfica.
Isto significa que ele tem garantia de origem, de procedência, quem comprar terá certeza de que vai
receber um café com determinadas características próprias do clima, do solo e do manejo da região.
Segundo o superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, existem
seis passos para o produtor conseguir o selo de origem. Primeiro ele tem que estar na área
demarcada dos 55 municípios que abrangem o cerrado mineiro. O segundo passo é que ele tem
que ser cooperado de uma das nove cooperativas filiadas e preencher um cadastro, com os dados
de rastreabilidade. Outra necessidade é que ele tem que ser produtor da espécie arábica e a
lavoura deve estar no mínimo a 800 metros de altitude. O quarto passo: é preciso ter um termo de
responsabilidade, dizendo que respeita leis sociais, ambientais e trabalhistas da legislação
brasileira. O café deve, ainda, estar armazenado em um dos armazéns credenciados pela
Federação. E, por último, o produtor tem que enviar uma amostra para uma análise sensorial.
O selo com a denominação de origem é emitido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, que
reúne nove cooperativas, sete associações e uma fundação. Ainda de acordo com o
superintendente, o produtor mineiro terá mais garantia. “Assim como os produtores de vinho, de
queijo, de presunto na Europa, que tem as suas origens preservadas, o produtor do cerrado mineiro
também tem essa garantia de origem e qualidade”, afirmou Juliano Tarabal.
A agricultora Érica Cristina Ruiz, de Patrocínio, conquistou o selo de denominação de origem. Com
o selo, ela ganhou novos mercados e preços melhores. Segundo ela, a saca do café está sendo
vendida para o exterior por R$ 510. “Foi muito vantajoso, porque nós estamos levando o nome da
nossa fazenda, da nossa história pra todo o mundo. Um café de qualidade. E hoje estamos
vendendo café para a Coreia e para o Japão. Financeiramente também já deu um retorno”, contou.
Café: colheita na região da Cocapec começa daqui a 10 dias
Agência Safras
28/04/2014
Cândida Schaedler
A colheita de café na região da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas
(Cocapec), localizada em Franca (SP), começa daqui a aproximadamente 10
dias, no início do mês de maio. Segundo o analista técnico Fabrício David, o
clima não é favorável nas lavouras, pois está chovendo e esfriando bastante nos
últimos dias. "Isso é bem prejudicial porque o grão perde qualidade", explica.
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Em relação a projeções de quebra de safra por conta da estiagem em janeiro e fevereiro deste ano,
David afirma que não há números precisos para a Cocapec. Os dados exatos só serão conhecidos
no beneficiamento dos grãos, que será completado em meados de outubro.
Segundo o relatório do Conselho Nacional do Café (CNC), encomendado junto à Fundação Procafé,
a região da Mogiana paulista deve registrar corte em torno de 10% - o maior índice entre o Estado
de São Paulo, mas, ainda assim, significativamente inferior ao sul e oeste de Minas Gerais, por
exemplo, onde a expectativa de diminuição fica em torno de 30%.
Café: colheita na Bahia ainda é muito incipiente
Agência Safras
28/04/2014
Cândida Schaedler
A colheita de café conilon e arábica na Bahia ainda está muito incipiente,
segundo o presidente da Associação de Produtores de Café da Bahia
(Assocafé), João Lopes de Araújo. "Os produtores de conilon colheram alguma
coisa essa semana (passada), mas só vão começar mesmo semana que vem
(esta)", afirma. Quando ao grão de maior qualidade, a colheita é igualmente
pequena e só ganhará força no fim de maio.
Lopes explica que, sobretudo na região do Cerrado, que cultiva o arábica, não é necessário
antecipar o processo porque as lavouras são irrigadas. Mesmo assim, isso não impede que sejam
prejudicadas pela estiagem que afeta a Bahia há quatro anos e se agravou em janeiro e fevereiro
deste ano. As temperaturas, segundo ele, ainda estão muito elevadas, o que continua danificando
as plantações.
A nova estimativa de produção baiana para 2014 gira em torno de 1,8 milhão de sacas. Em janeiro,
a quebra não era tão significativa: Lopes estimava colheita de duas milhões de sacas, ainda 100 mil
sacas a mais do que em 2013.
Exportações de café pelo Porto de Santos aumentam 18% no ano
Agência Safras
28/04/2014
Fábio Rübenich
As exportações de café em grãos pelo Porto de Santos cresceram 17,7 por cento em março
comparado ao mesmo mês do ano de 2013. Conforme informações da
assessoria de comunicação social da Codesp (Companhia Docas do Estado de
São Paulo), os embarques de café no mês de março de 2014 totalizaram
123.976 toneladas, contra 105.339 toneladas no mesmo mês de 2013.
No acumulado do ano até março, foram exportadas 306.661 toneladas de café pelo Porto de
Santos, alta de 17,7% ante as 260.645 toneladas embarcadas no primeiro trimestre de 2013.
Beber de 2 a 4 cafés por dia pode reduzir risco de diabetes
Portal Terra
28/04/2014
Uma nova pesquisa, feita pela Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, aponta que
aumentar o consumo de café pode resultar na redução “imediata” da diabetes tipo 2. Segundo os
pesquisadores, a ingestão de mais de uma xícara da bebida por dia pode estar associada a um
risco 11% menor de desenvolver a doença nos próximos quatro anos. As informações são do
Huffington Post.
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De acordo com o estudo, as pessoas que bebem três xícaras ou mais de café por dia estão 37%
menos propensas a sofrer de diabetes tipo 2 do que as que consomem uma xícara ou menos. Já
reduzir a ingestão da bebida em, no mínimo, uma xícara aumentou as chances de ter a doença em
17%.
Para chegar a estes resultados, os pesquisadores contaram com dados de cerca de 124 mil
homens e mulheres, além de informações de pesquisas anteriores, que já apontavam a ligação
entre a maior ingestão de café e o menor risco de desenvolver diabetes tipo 2. No entanto, ao
contrário dos estudos mais antigos, este só encontrou esta relação com o café tradicional, e não
com o descafeinado. O consumo de chá também não teria efeito similar sobre os riscos de ter a
doença.
“As descobertas do estudo demonstram que a mudança no consumo de café está associada aos
riscos de diabetes a longo e curto prazo”, disse Frank Hu, líder da pesquisa. Richard Elliot, oficial de
comunicações de pesquisa da Diabetes UK, no entanto, alertou para a forma como os novos dados
são interpretados. “A relação entre o consumo de café e o risco da diabetes tipo 2 não significa
necessariamente que aumentar a ingestão da bebida irá reduzir as chances de ter a doença. O que
realmente sabemos é que a melhor forma de diminuir os riscos de desenvolver a diabetes tipo 2 é
manter uma dieta equilibrada e fazer atividades físicas”, disse.
Ribeirão Preto (SP) já é polo regional do cafezinho em cápsulas
Jornal A Cidade
28/04/2014
Mariana Lucera
Mais do que moda, saborear o cafezinho em cápsulas tem se tornado uma tendência cada vez mais
presente na casa do ribeirão-pretano.
Até dois anos atrás, o produto que podia ser encontrado em dez locais da cidade, hoje é vendido,
em média, em 300 pontos diferentes.
Como Ribeirão Preto é polo regional de varejo e de serviços, atrai também as grandes marcas do
segmento, de olho no consumidor local e nos demais 2 milhões de moradores de localidades de até
100 quilômetros de distância.
Entre as marcas de cápsulas ou monodoses mais disputadas, com presença física na cidade, está a
Nespresso, com loja aberta no RibeirãoShopping.
O boom do costume atraiu também a tradicional produtora de café Utam, de Ribeirão Preto. Ela
acaba de estrear no segmento.
“Tem crescido a quantidade de empresas entrando nesse segmento para oferecer variedade e
sabores diferentes, porque, hoje, saborear um café é como saborear um vinho”, diz Ana Carolina
Soares de Carvalho, diretora da Utam.
“Cada cápsula tem sua característica e as pessoas cada vez mais buscam essa variedade de
conforto em casa.”
A monodose conquista quem está em casa e também serve como estratégia de marketing. A
esteticista Adriana Aldruei Costa Dias não abre mão de um bom café e resolveu investir em uma
máquina monodose (que faz uma única dose da bebida), na hora de servir o cafezinho para as
clientes que chegam ao salão.
“É uma comodidade, muitas vezes quando o cliente chega você não tem aquele tempo de ir até a
cozinha e passar um café na hora, essa é uma vantagem que a máquina oferece, porque o café sai
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na hora e no gosto da pessoa”, explica Adriana.
“Tanto as máquinas, quanto os cafés em monodoses, garantem a praticidade para apreciadores do
café gourmet”, emenda a diretora da Utam.
Preços – As máquinas de fazer café monodose são encontradas no mercado por preços que
variam de R$ 390 a valores promocionais de R$ 250.
Diversas marcas e modelos podem ser encontradas no varejo de Ribeirão, e algumas delas só
trabalham com as cápsulas da mesma marca de café correspondente.
Já a Uno da Utam aceita cápsulas de diferentes marcas, desde que sejam no mesmo formato.
Com custo em média de R$ 1,60 a cápsula, o consumidor que quiser se aventurar pela tendência
pode encontrar o produto com desconto de até R$ 0,20 por cápsula em lojas na Internet.
Os preços das caixas com dez cápsulas variam de R$ 19,90 em lojas físicas para R$ 14 na rede
mundial de computadores.
Exportações de café do Peru crescerão 10% esse ano
CaféPoint
28/04/2014
As exportações de café do Peru crescerão 10% esse ano, para cerca de US$ 800
milhões, devido aos melhores preços internacionais e à recuperação do volume de
produção, projetou o Ministério de Comércio Exterior e Turismo do país (Mincetur). A
ministra de Comércio Exterior e Turismo, Magali Silva, disse que no ano passado as
exportações de café totalizaram US$ 700 milhões, após terem alcançado US$ 1 bilhão
em 2012, devido ao impacto da ferrugem amarela nos cafezais peruanos. “No ano
passado, os envios caíram por uma redução no preço internacional e pela ferrugem. Esse ano,
esperamos nos recuperar, tanto pelo preço, como por uma recuperação do volume pela ação
imediata do Ministério da Agricultura e Irrigação (Minagri)”, afirmou.
Ela disse que os envios também se recuperariam, já que a seca que tem afetado o Brasil gera uma
janela de oportunidades. Além disso, disse que o café orgânico representa de 11 a 12% do total de
exportações peruanas de café.
A ministra Silva deu estas declarações durante a apresentação da delegação peruana que
participou da 26a edição da feira internacional da Associação Americana de Cafés Especiais
(SCAA), de 24 a 27 de abril em Seattle, Estados Unidos.
Disse que os produtores peruanos promoveram seu café diante de mais de 9.000 visitantes da feira
organizada pela SCAA, formada por mais de 3.000 empresas. “Por isso, é de grande importância
promover esse tipo de encontro. Temos conseguido ser líderes nos cafés especiais e nossa
participação em feiras como a SCAA dá ao produtor a possibilidade de ampliar sua presença no
mercado”.
Ela disse que mais de um milhão de pessoas em 13 regiões do Peru vivem do cultivo de café, de
forma que é uma atividade de interesse do Governo. “No Peru, falar de café é falar de mais de 220
mil famílias. São um milhão de pessoas que vivem do café”. A reportagem é do
http://www.andina.com.pe.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 28/04/2014 Acesse: www.cncafe.com.br Denominação de origem do café do cerrado mineiro é lançada nos EUA G1 Triângulo Mineiro 28/04/2014 Foi lançado internacionalmente nesta sexta-feira (25), durante a Feira da Associação Americana de Cafés Especiais, realizada na cidade de Seattle, nos Estados Unidos, a denominação de origem do café do cerrado mineiro, que conquistou, este ano, a primeira certificação de origem do café no Brasil, devido às características somadas ao saber fazer dos produtores. A conquista deve valorizar ainda mais o produto, principalmente no mercado externo. A região do cerrado mineiro, que abrange 55 municípios localizados no Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, conta com 4.500 produtores de café. Eles colocam no mercado mais de cinco milhões de sacas de café por ano. O cerrado mineiro é a primeira região produtora de café no país a receber a denominação de origem, que é concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). O café que for produzido na região poderá ser vendido como um produto com indicação geográfica. Isto significa que ele tem garantia de origem, de procedência, quem comprar terá certeza de que vai receber um café com determinadas características próprias do clima, do solo e do manejo da região. Segundo o superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, existem seis passos para o produtor conseguir o selo de origem. Primeiro ele tem que estar na área demarcada dos 55 municípios que abrangem o cerrado mineiro. O segundo passo é que ele tem que ser cooperado de uma das nove cooperativas filiadas e preencher um cadastro, com os dados de rastreabilidade. Outra necessidade é que ele tem que ser produtor da espécie arábica e a lavoura deve estar no mínimo a 800 metros de altitude. O quarto passo: é preciso ter um termo de responsabilidade, dizendo que respeita leis sociais, ambientais e trabalhistas da legislação brasileira. O café deve, ainda, estar armazenado em um dos armazéns credenciados pela Federação. E, por último, o produtor tem que enviar uma amostra para uma análise sensorial. O selo com a denominação de origem é emitido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado, que reúne nove cooperativas, sete associações e uma fundação. Ainda de acordo com o superintendente, o produtor mineiro terá mais garantia. “Assim como os produtores de vinho, de queijo, de presunto na Europa, que tem as suas origens preservadas, o produtor do cerrado mineiro também tem essa garantia de origem e qualidade”, afirmou Juliano Tarabal. A agricultora Érica Cristina Ruiz, de Patrocínio, conquistou o selo de denominação de origem. Com o selo, ela ganhou novos mercados e preços melhores. Segundo ela, a saca do café está sendo vendida para o exterior por R$ 510. “Foi muito vantajoso, porque nós estamos levando o nome da nossa fazenda, da nossa história pra todo o mundo. Um café de qualidade. E hoje estamos vendendo café para a Coreia e para o Japão. Financeiramente também já deu um retorno”, contou. Café: colheita na região da Cocapec começa daqui a 10 dias Agência Safras 28/04/2014 Cândida Schaedler A colheita de café na região da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), localizada em Franca (SP), começa daqui a aproximadamente 10 dias, no início do mês de maio. Segundo o analista técnico Fabrício David, o clima não é favorável nas lavouras, pois está chovendo e esfriando bastante nos últimos dias. "Isso é bem prejudicial porque o grão perde qualidade", explica.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Em relação a projeções de quebra de safra por conta da estiagem em janeiro e fevereiro deste ano, David afirma que não há números precisos para a Cocapec. Os dados exatos só serão conhecidos no beneficiamento dos grãos, que será completado em meados de outubro. Segundo o relatório do Conselho Nacional do Café (CNC), encomendado junto à Fundação Procafé, a região da Mogiana paulista deve registrar corte em torno de 10% - o maior índice entre o Estado de São Paulo, mas, ainda assim, significativamente inferior ao sul e oeste de Minas Gerais, por exemplo, onde a expectativa de diminuição fica em torno de 30%. Café: colheita na Bahia ainda é muito incipiente Agência Safras 28/04/2014 Cândida Schaedler A colheita de café conilon e arábica na Bahia ainda está muito incipiente, segundo o presidente da Associação de Produtores de Café da Bahia (Assocafé), João Lopes de Araújo. "Os produtores de conilon colheram alguma coisa essa semana (passada), mas só vão começar mesmo semana que vem (esta)", afirma. Quando ao grão de maior qualidade, a colheita é igualmente pequena e só ganhará força no fim de maio. Lopes explica que, sobretudo na região do Cerrado, que cultiva o arábica, não é necessário antecipar o processo porque as lavouras são irrigadas. Mesmo assim, isso não impede que sejam prejudicadas pela estiagem que afeta a Bahia há quatro anos e se agravou em janeiro e fevereiro deste ano. As temperaturas, segundo ele, ainda estão muito elevadas, o que continua danificando as plantações. A nova estimativa de produção baiana para 2014 gira em torno de 1,8 milhão de sacas. Em janeiro, a quebra não era tão significativa: Lopes estimava colheita de duas milhões de sacas, ainda 100 mil sacas a mais do que em 2013. Exportações de café pelo Porto de Santos aumentam 18% no ano Agência Safras 28/04/2014 Fábio Rübenich As exportações de café em grãos pelo Porto de Santos cresceram 17,7 por cento em março comparado ao mesmo mês do ano de 2013. Conforme informações da assessoria de comunicação social da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), os embarques de café no mês de março de 2014 totalizaram 123.976 toneladas, contra 105.339 toneladas no mesmo mês de 2013. No acumulado do ano até março, foram exportadas 306.661 toneladas de café pelo Porto de Santos, alta de 17,7% ante as 260.645 toneladas embarcadas no primeiro trimestre de 2013. Beber de 2 a 4 cafés por dia pode reduzir risco de diabetes Portal Terra 28/04/2014 Uma nova pesquisa, feita pela Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, aponta que aumentar o consumo de café pode resultar na redução “imediata” da diabetes tipo 2. Segundo os pesquisadores, a ingestão de mais de uma xícara da bebida por dia pode estar associada a um risco 11% menor de desenvolver a doença nos próximos quatro anos. As informações são do Huffington Post.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck De acordo com o estudo, as pessoas que bebem três xícaras ou mais de café por dia estão 37% menos propensas a sofrer de diabetes tipo 2 do que as que consomem uma xícara ou menos. Já reduzir a ingestão da bebida em, no mínimo, uma xícara aumentou as chances de ter a doença em 17%. Para chegar a estes resultados, os pesquisadores contaram com dados de cerca de 124 mil homens e mulheres, além de informações de pesquisas anteriores, que já apontavam a ligação entre a maior ingestão de café e o menor risco de desenvolver diabetes tipo 2. No entanto, ao contrário dos estudos mais antigos, este só encontrou esta relação com o café tradicional, e não com o descafeinado. O consumo de chá também não teria efeito similar sobre os riscos de ter a doença. “As descobertas do estudo demonstram que a mudança no consumo de café está associada aos riscos de diabetes a longo e curto prazo”, disse Frank Hu, líder da pesquisa. Richard Elliot, oficial de comunicações de pesquisa da Diabetes UK, no entanto, alertou para a forma como os novos dados são interpretados. “A relação entre o consumo de café e o risco da diabetes tipo 2 não significa necessariamente que aumentar a ingestão da bebida irá reduzir as chances de ter a doença. O que realmente sabemos é que a melhor forma de diminuir os riscos de desenvolver a diabetes tipo 2 é manter uma dieta equilibrada e fazer atividades físicas”, disse. Ribeirão Preto (SP) já é polo regional do cafezinho em cápsulas Jornal A Cidade 28/04/2014 Mariana Lucera Mais do que moda, saborear o cafezinho em cápsulas tem se tornado uma tendência cada vez mais presente na casa do ribeirão-pretano. Até dois anos atrás, o produto que podia ser encontrado em dez locais da cidade, hoje é vendido, em média, em 300 pontos diferentes. Como Ribeirão Preto é polo regional de varejo e de serviços, atrai também as grandes marcas do segmento, de olho no consumidor local e nos demais 2 milhões de moradores de localidades de até 100 quilômetros de distância. Entre as marcas de cápsulas ou monodoses mais disputadas, com presença física na cidade, está a Nespresso, com loja aberta no RibeirãoShopping. O boom do costume atraiu também a tradicional produtora de café Utam, de Ribeirão Preto. Ela acaba de estrear no segmento. “Tem crescido a quantidade de empresas entrando nesse segmento para oferecer variedade e sabores diferentes, porque, hoje, saborear um café é como saborear um vinho”, diz Ana Carolina Soares de Carvalho, diretora da Utam. “Cada cápsula tem sua característica e as pessoas cada vez mais buscam essa variedade de conforto em casa.” A monodose conquista quem está em casa e também serve como estratégia de marketing. A esteticista Adriana Aldruei Costa Dias não abre mão de um bom café e resolveu investir em uma máquina monodose (que faz uma única dose da bebida), na hora de servir o cafezinho para as clientes que chegam ao salão. “É uma comodidade, muitas vezes quando o cliente chega você não tem aquele tempo de ir até a cozinha e passar um café na hora, essa é uma vantagem que a máquina oferece, porque o café sai
  • 4.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck na hora e no gosto da pessoa”, explica Adriana. “Tanto as máquinas, quanto os cafés em monodoses, garantem a praticidade para apreciadores do café gourmet”, emenda a diretora da Utam. Preços – As máquinas de fazer café monodose são encontradas no mercado por preços que variam de R$ 390 a valores promocionais de R$ 250. Diversas marcas e modelos podem ser encontradas no varejo de Ribeirão, e algumas delas só trabalham com as cápsulas da mesma marca de café correspondente. Já a Uno da Utam aceita cápsulas de diferentes marcas, desde que sejam no mesmo formato. Com custo em média de R$ 1,60 a cápsula, o consumidor que quiser se aventurar pela tendência pode encontrar o produto com desconto de até R$ 0,20 por cápsula em lojas na Internet. Os preços das caixas com dez cápsulas variam de R$ 19,90 em lojas físicas para R$ 14 na rede mundial de computadores. Exportações de café do Peru crescerão 10% esse ano CaféPoint 28/04/2014 As exportações de café do Peru crescerão 10% esse ano, para cerca de US$ 800 milhões, devido aos melhores preços internacionais e à recuperação do volume de produção, projetou o Ministério de Comércio Exterior e Turismo do país (Mincetur). A ministra de Comércio Exterior e Turismo, Magali Silva, disse que no ano passado as exportações de café totalizaram US$ 700 milhões, após terem alcançado US$ 1 bilhão em 2012, devido ao impacto da ferrugem amarela nos cafezais peruanos. “No ano passado, os envios caíram por uma redução no preço internacional e pela ferrugem. Esse ano, esperamos nos recuperar, tanto pelo preço, como por uma recuperação do volume pela ação imediata do Ministério da Agricultura e Irrigação (Minagri)”, afirmou. Ela disse que os envios também se recuperariam, já que a seca que tem afetado o Brasil gera uma janela de oportunidades. Além disso, disse que o café orgânico representa de 11 a 12% do total de exportações peruanas de café. A ministra Silva deu estas declarações durante a apresentação da delegação peruana que participou da 26a edição da feira internacional da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA), de 24 a 27 de abril em Seattle, Estados Unidos. Disse que os produtores peruanos promoveram seu café diante de mais de 9.000 visitantes da feira organizada pela SCAA, formada por mais de 3.000 empresas. “Por isso, é de grande importância promover esse tipo de encontro. Temos conseguido ser líderes nos cafés especiais e nossa participação em feiras como a SCAA dá ao produtor a possibilidade de ampliar sua presença no mercado”. Ela disse que mais de um milhão de pessoas em 13 regiões do Peru vivem do cultivo de café, de forma que é uma atividade de interesse do Governo. “No Peru, falar de café é falar de mais de 220 mil famílias. São um milhão de pessoas que vivem do café”. A reportagem é do http://www.andina.com.pe.