Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 09/06/2015
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Produção de café deve ser de 44,28 milhões de sacas este ano
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
09/06/2015
Cláudia Lafetá
A produção de café no Brasil, de acordo
com a segunda estimativa divulgada nesta
terça-feira (9) pelo Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pela Companhia Nacional de Abastecimento
(Conab), deverá chegar a 44,28 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado. O resultado, que
considera a produção de café arábica e conilon, mostra uma redução de 2,3% em comparação com a
safra passada, de 45,34 milhões de sacas.
A produção de café conilon apresenta recuo de 13%. Segundo o secretário de Política Agrícola do
Mapa, André Nassar, essa redução é decorrente das altas temperaturas na região produtora do
estado do Espírito Santo. A forte estiagem no período de formação e enchimento dos grãos também
contribuiu para esse cenário. Já o café arábica deverá apresentar um acréscimo de 1,9% devido,
principalmente, à evolução da cultura na Zona da Mata mineira e também à produção do Paraná, que
se recupera da forte geada de 2013.
A produção de café arábica, que corresponde a 74,3% do volume produzido no país, está estimada
em 32,91 milhões de sacas. Nassar destacou também a produção em Minas Gerais, com o volume
estimado de 23,30 milhões de sacas. O conilon, cuja produção é estimada em 11,35 milhões de
sacas, representa 25,7% do total nacional, sendo o Espírito Santo o maior destaque, com uma
produção de 7,76 milhões de sacas.
Área – A área em produção é de 1,942 milhão de hectares, com uma queda de 0,2% ou 4,81 mil ha
em relação à safra passada, quando chegou a 1,947 milhão. Minas Gerais concentra a maior área
plantada, de 975,27 mil de hectares, predominando a espécie arábica, com 98,64% do total no
estado. Isso representa 50,2% da área cultivada no país. O estado do Espírito Santo ocupa a
segunda colocação, com 433,27 mil hectares. O conilon capixaba cobre uma área de 283,05 mil ha.
Café: previsão da Conab é coerente, mas Brasil produz segunda safra baixa seguida, diz CNC
Agência Estado
09/06/2015
Tomas Okuda
O presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro (foto: divulgação CNC),
considerou "coerente" a previsão do volume de café da safra 2015, divulgada hoje pela Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab), em seu segundo levantamento. "O Brasil produzirá sua segunda
safra baixa consecutiva (em 2014 foram colhidas 45,3 milhões de sacas)", informou Brasileiro, por
meio de sua assessoria.
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"É interessante observar, apesar do
“massacre especulativo” criado por
players interessados em pressionar os já
aviltados preços pagos ao produtor,
superestimando nossos volumes a serem
colhidos, que a Conab e o IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística), os
órgãos oficiais do Brasil, e a Fundação
Procafé, contratada CNC, projetam
volumes muito coerentes, que giram ao
redor de 44 milhões de sacas",
acrescentou Silas Brasileiro.
Segundo ele, apesar do aperto na oferta, "ainda assim, temos condições para atender às demandas
interna e externa, com a utilização de nossos estoques", garantiu. Ele ponderou, no entanto, que os
volumes de café armazenados no País caminham para níveis reduzidos.
Hoje a Conab estimou que a produção de café da safra 2015, em fase de colheita, deverá alcançar
44,28 milhões de sacas de 60 kg beneficiadas. Esse volume corresponde a uma queda de 2,3% em
comparação com a safra do ano passado. O IBGE, em seu levantamento de abril, estima a safra em
42,4 milhões de sacas. Já Fundação Procafé prevê safra de 43,25 milhões de sacas (máxima do
intervalo projetado em março).
Pressão de colheita limita reação dos preços do café
Revista Globo Rural
09/06/2015
Por Venilson Ferreira
O presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, afirmou que a
estimativa de safra divulgada hoje pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que prevê a
produção de 44,28 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado, está em linha com as expectativas
dos produtores, levando em conta o levantamento de campo realizado pela Fundação Procafé.
Ele observa que a estimava da Conab supera a projeção feita no início do ano pela Fundação
Procafé (entre 40,3 a 43,25 milhões de sacas) e os 42,4 milhões da última previsão do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas está abaixo das empresas privadas, “que pretendem
manipular o mercado”. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu
levantamento mais recente estimou a safra brasileira de café em 52,4 milhões de sacas.
Na avaliação do presidente do CNC - que reúne as associações de produtores, os sindicatos rurais e
as cooperativas de cafeicultores -, a estimativa da Conab sinaliza que o abastecimento do mercado
na safra 2015/2016 será bastante apertado, com a de redução de 2,3% na oferta em relação à safra
passada, estimada em 45,34 milhões de sacas.
Silas Brasileiro afirmou que os preços atuais do mercado, que estão 9% acima de igual período do
ano passado, ainda não refletem a atual situação de mercado, porque os compradores pressionam o
mercado, apostando na falta de liquidez dos produtores, que serão obrigados a vender parte da safra
para cobrir os custos de colheita.
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Ele observa que o atraso na liberação dos recursos pelo governo federal para o custeio da safra
contribui para a pressão sobre os preços, mas acredita que a partir de julho, quando os recursos
começam a chegar aos bancos, a situação tende a normalizar, pois os produtores ganharão fôlego
para segurar a safra.
Em relação à alta da taxa de juros do crédito destinado a financiar a cafeicultura, dos atuais 6,5% ao
ano para entre 8,75% e 10,5% ao ano na próxima safra, Silas Brasileiro afirmou que o aumento é
coerente com o esforço do governo para o equilíbrio das contas públicas e a retomada do
crescimento da economia.
Além da menor produção na safra de café deste ano, Silas Brasileiro diz que a qualidade também
está sendo afetada por conta das chuvas extemporâneas das últimas semanas, que prejudicam o
café já colhido que está no terreiro e provoca a queda dos grãos que ainda estão nas árvores.
Folha Técnica Procafé: roseliniose diferente em cafeeiros
Fundação Procafé
09/06/2015
J.B. Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, Luciano Resende e Hugo V. Siqueira,
engenheiros agrônomos do Programa Bule Cheio do sistema FAERJ, e José Ferreira, técnico
agrícola do MAPA-RJ.
A roseliniose é uma doença do cafeeiro que também é conhecida como mal de 4 anos, pois ela
aparece à medida em que a matéria orgânica de tocos de árvores ou de suas raízes, onde o fungo se
desenvolve, entra em estado de decomposição. Isso era o normal, quando, no passado, se derrubava
a mata para plantar café.
Hoje em dia, a doença ocorre mesmo em cafeeiros novos, nos 2 primeiros anos, basta que exista
matéria orgânica, caracterizando uma forma diferente de ocorrência da doença.
Recentemente observamos esse tipo em uma plantação de café catuai, de menos de 2 anos de
idade, em Porciúncula-RJ. A morte das plantas foi se expandindo ao redor de um toco de abacateiro,
este tendo sido cortado faz 2-3 anos. A ocorrência foi grave, pois já matou mais de 20 plantas.
Verificou-se a ocorrência dos sintomas típicos, iniciando por um amarelecimento geral do cafeeiro,
como se estivesse com carência nutricional. Depois a planta começa a murchar, as folhas secam e a
planta acaba morrendo. Ao arrancar a planta pode-se ver, na região do colo e sobre a parte inicial da
raiz primária, a casca solta, apodrecida e sob ela aparecem rizomorfas, micélios escuros.
Em seguida aparece o ataque de cupins, porém estes são secundários, se alimentando, apenas, da
celulose da madeira morta. Nas plantas onde o ataque é inicial, ao contrário, ao se cortar na região
do colo, pode-se ver a casca e o lenho bem amolecidos e sob a casca aparece um micélio branco.
As espécies de Roselinea mais comuns em cafeeiros são a R. pepo e a R. bunodes. Fungos do
gênero Roselinea causam podridão em várias espécies arbóreas, como o cacaueiro, a erva mate, a
macieira, a videira etc.
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A propagação da doença, a partir de uma fonte de matéria orgânica, para os cafeeiros e destes para
outros sadios ocorre pelas estruturas miceliais do fungo, que caminham sob as camadas superficiais
do solo. Não existem fungicidas para controle químico da doença. Assim, as medidas de controle
devem ser aquelas voltadas para redução do inoculo, arrancando e queimando o toco e os cafeeiros
mortos, aplicando cal dolomitica para acelerar a decomposição da matéria orgânica e fazendo valas,
com cerca de 50 cm de profundidade, em volta da área infectada, isto para interromper a caminhada
do fungo. Após a decomposição da MO pode-se efetuar o replantio, com novas mudas.
No ataque em Porciúncula vimos como as valas são efetivas, pois na parte superior da área atacada,
havia um cordão em contorno e a doença só caminhou lateralmente, não sendo capaz de ultrapassar
o cordão, evidenciando que o fungo caminha nas camadas superficiais do solo.
O pessoal da roça costuma “cercar” a doença com plantio de um renque de plantas de abacaxi,
parecendo ser uma medida efetiva, pois as raízes dessa planta formam uma barreira subterrânea.
Nesse caso, parece que as raízes do abacaxizeiro são resistentes ao fungo Roselinea. Não existem
trabalhos de pesquisa que comprovem isto, mas a sabedoria do pessoal do campo sempre tem fundo
de verdade.
Área onde ocorreu a roseliniose, em Porciúncula-RJ, em lavoura de catuaí com menos de 2 anos de
idade com algumas plantas mortas já arrancadas e colocadas sobre o toco de abacateiro, este o pivô
do crime.
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Planta morta por roseliniose, na linha do lado de baixo de um cordão( na foto do lado direito), o qual
impediu a passagem do fungo para o outro lado.
O ataque inicial da Roselinea se mostra no colo da planta (esq.), logo abaixo do solo e ao se cortar
pode-se encontrar o tecido amolecido e com micélio branco abaixo da casca (dir.).
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Agronegócio tem participação recorde de 51,5% nas exportações brasileiras em maio
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
09/06/2015
Rayane Fernandes
Em maio de 2015, a participação do agronegócio foi recorde nas exportações brasileiras, alcançando
51,5%. O valor atingido foi de US$ 8,64 bilhões, o que representa uma queda de 10,5% em relação a
maio de 2014. Já as importações somaram US$ 1,03 bilhão no período.
Os números constam da balança comercial do agronegócio, divulgada nesta segunda-feira (8) pela
Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa).
“Na composição do superávit obtido na balança comercial do Brasil no mês, que foi de US$ 2,76
bilhões, o setor agropecuário contribuiu com US$ 7,61 bilhões de saldo positivo, enquanto os demais
setores da economia apresentaram mais de US$ 4,85 bilhões de déficit. Ou seja, o agronegócio foi o
responsável pelo superávit da balança comercial brasileira”, afirmou a secretária de Relações
Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo.
Os setores que mais contribuíram para a retração nas exportações foram: complexo soja (menos US$
384,59 milhões); carnes (menos US$ 300,47 milhões) e produtos florestais (menos US$ 127,81
milhões). Já os setores de sucos e bebidas foram os que amenizaram a redução, com crescimento de
US$ 37,8 milhões e US$ 11,79 milhões, respectivamente.
Destaques – Mesmo com a retração, o complexo soja foi o principal setor em termos de valor
exportado. Suas exportações apresentaram crescimento de 20,9% em quantidade em relação a maio
do ano passado. “Em maio de 2015, houve queda, em valor, nas exportações do agronegócio, porém,
em quantidade, a queda foi menor em alguns produtos. A soja em grão, por sua vez, apresentou
aumento significativo, registrando o montante recorde de 9,34 milhões de toneladas. O produto foi
destaque não apenas na balança do agronegócio, mas também na balança como um todo”, assinalou
a secretária.
Na segunda posição no ranking de exportação está o setor de carnes, com US$ 1,2 bilhão. As
vendas de carnes de frango foram responsáveis por 48,1% desse montante, somando US$ 574,92
milhões. O segundo produto do setor foi a carne bovina, com exportações de US$ 453,42 milhões.
Ainda que com menor participação em valor exportado, o desempenho da carne suína merece
destaque, com crescimento de 17,9% na quantidade embarcada em relação ao mesmo período no
ano passado.
Os produtos florestais ficaram na terceira posição, com embarques de US$ 773,53 milhões em maio
deste ano. No setor, o papel e celulose alcançaram o montante de US$ 540,70 milhões.
Na quarta posição está o complexo sucroalcooleiro, que somou US$ 664,5 milhões mês passado. O
valor apresentou queda de 3%, devido à retração nas exportações de álcool (de US$ 98,67 milhões
para US$ 46,61 milhões). Já o açúcar apresentou crescimento tanto em valor (de US$ 585,77
milhões em maio de 2014 para US$ 617,25 milhões em maio de 2015) quanto em quantidade
embarcada (de 1,47 milhão para 1,83 milhão de toneladas).
Em quinto está o café, que somou US$ 483,86 milhões. As vendas externas do grão foram 13,7%
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inferiores, em função da retração na quantidade (161,56 para 157,83 mil toneladas) e do preço médio
(US$ 3.118 para US$ 2.753 por tonelada). Já o café solúvel apresentou crescimento de 1,6% em
valor, em decorrência da ampliação do preço.
Em conjunto, os cinco setores destacados somaram US$ 7,46 bilhões e foram responsáveis por
86,3% das vendas externas do agronegócio brasileiro.
12 meses – Entre junho de 2014 e maio de 2015, as exportações do agronegócio brasileiro
totalizaram US$ 91,38 bilhões, o que significou decréscimo de 7,8% em comparação aos US$ 99,08
bilhões comercializados nos doze meses anteriores.
Nas importações, a queda foi de 9,6%, somando US$ 15,50 bilhões no período. Dessa forma, o saldo
da balança comercial do agronegócio brasileiro foi superavitário em US$ 75,89 bilhões (-7,4%).
Semana Internacional do Café espera gerar R$ 25 milhões em negócios diretos
Revista Globo Rural
09/06/2015
Por Redação Globo Rural
A Semana Internacional do Café, em Belo
Horizonte (MG), deve receber cerca de 10 mil
visitantes e gerar negócios diretos em torno de R$
25 milhões. Esta é a expectativa manifestada pela
organização, que apresentou nesta segunda-feira
(8/6) a programação, a ser cumprida entre os dias
24 e 26 de setembro.
De acordo com o divulgado pela Federação de Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg), estão
previstos cerca de 20 eventos paralelos, entre cursos, seminários, rodadas de negócios e provas de
café. Para o presidente da entidade, Roberto Simões, o diferencial está em agregar a cadeia, do
campo à xícara. “Não dá para trabalhar só um segmento isolado. Cafeicultura é um processo. Não
basta ter um produto muito bom, é preciso contar com um processamento adequado.”
No ano passado, o evento recebeu cerca de 13 mil visitantes, de acordo com a organização. Foram
gerados em negócios diretos R$ 25 milhões, com outros R$ 60 milhões indiretamente, depois da
feira. O resultado representou um crescimento de 15% em relação ao ano anterior.
Produtores vietnamitas acumulam maior estoque de café robusta desde 2010
Bloomberg via UOL Economia
09/06/2015
Por Diep Ng?c Ph?m, para a Bloomberg
Bloomberg – Os produtores do maior fornecedor do café robusta utilizado pela Nestlé SA retinham 35
por cento da produção de 1,56 milhão de toneladas neste ano no fim de maio, a maior quantidade
desde pelo menos 2010, segundo a média de oito estimativas de traders compiladas pela Bloomberg.
Embora o El Niño seja visto como uma ameaça para a próxima safra, que começa em outubro, por
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enquanto ainda se projeta que a produção seja de 1,72 milhão de toneladas, igualando o recorde da
temporada 2013-2014, mostrou a pesquisa.
O crescimento dos estoques poderia manter a pressão sobre os futuros, que caíram 10 por cento em
Londres neste ano, e reduzir o impacto das perdas de produção causadas pelo evento climático El
Niño, que se intensificará, segundo o governo australiano. Os produtores preferiram estocar os grãos
em vez de vendê-los, pois os preços locais caíram para seu menor valor em 16 meses, cortando os
embarques para o menor número desde 2010.
"Existe o risco de uma grande transferência para a próxima safra, já que os produtores não venderão
se os preços continuarem tão baixos assim", disse Phan Hung Anh, vice-diretor da Anh Minh Co.,
com sede em Dak Lak, em 2 de junho. As vendas não vão crescer muito a menos que os preços se
recuperem para cerca de 40.000 dongs (US$ 1,83) por quilo, disse Anh.
Os grãos eram vendidos a 37.200 dongs na semana passada depois de caírem para 34.000 dongs
em 27 de maio, segundo dados do Centro de Comércio e Turismo na província de Dak Lak, que
fornece 30 por cento da colheita. O café robusta na ICE Futures Europe caiu para seu valor mais
baixo em 18 meses no mês passado.
Café do Brasil – As reservas não vendidas eram de 550.000 toneladas no fim de maio, em
comparação a 320.000 toneladas um ano antes, mostrou uma pesquisa. Os produtores mantinham
48 por cento da colheita no fim de abril, disse a Nedcoffee BV em 18 de maio. A cifra se compara
com 42 por cento de uma pesquisa da Bloomberg.
As exportações do Vietnã diminuíram 40 por cento nos cinco meses até maio, segundo o
Departamento de Estatísticas, enquanto que as vendas do Brasil, o segundo maior produtor mundial
de café robusta, cresceram. O país embarcou o recorde de 7,1 milhões de sacas (426.000 toneladas)
nos 12 meses até abril, frente a 4,1 milhões de sacas um ano antes, segundo o Rabobank
International.
"As vendas tímidas dos produtores vietnamitas desde o começo da colheita em outubro marcam um
forte contraste com o muro de café conilon que veio do Brasil", escreveram analistas do Rabobank,
entre eles Carlos Mera, em um relatório enviado por e-mail em 21 de maio, fazendo referência aos
grãos de café robusta do Brasil.
El Niño – Taxas de juros mais baixas para empréstimos bancários e o rendimento obtido com outros
cultivos, como a pimenta e o durian, ajudaram os fazendeiros a reter os grãos, segundo a Sept. 2nd
Import-Export Co., a segunda maior companhia exportadora do Vietnã, conhecida como Simexco.
Pode ser que alguns produtores também apostem em uma safra menor no ano que vem devido ao El
Niño, que pode provocar secas em partes da Ásia. O café do Vietnã é o que corre mais risco devido a
chuvas inconstantes em meio a uma intensificação do El Niño, disse a Commodity Weather Group no
mês passado.
Apesar de as precipitações acumuladas no ano em Dak Lak estarem 30 por cento abaixo do normal,
no mês passado as chuvas foram apenas 5 por cento inferiores à média, mostram dados do governo.
Se o clima melhorar neste mês, a pressão sobre os preços redobrará e o risco de uma grande
transferência será ainda maior, disse Anh, da Anh Minh Co.
Título em inglês: 'Vietnam Coffee Growers Holding Biggest Robusta Hoard Since 2010'

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck "É interessante observar, apesar do “massacre especulativo” criado por players interessados em pressionar os já aviltados preços pagos ao produtor, superestimando nossos volumes a serem colhidos, que a Conab e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os órgãos oficiais do Brasil, e a Fundação Procafé, contratada CNC, projetam volumes muito coerentes, que giram ao redor de 44 milhões de sacas", acrescentou Silas Brasileiro. Segundo ele, apesar do aperto na oferta, "ainda assim, temos condições para atender às demandas interna e externa, com a utilização de nossos estoques", garantiu. Ele ponderou, no entanto, que os volumes de café armazenados no País caminham para níveis reduzidos. Hoje a Conab estimou que a produção de café da safra 2015, em fase de colheita, deverá alcançar 44,28 milhões de sacas de 60 kg beneficiadas. Esse volume corresponde a uma queda de 2,3% em comparação com a safra do ano passado. O IBGE, em seu levantamento de abril, estima a safra em 42,4 milhões de sacas. Já Fundação Procafé prevê safra de 43,25 milhões de sacas (máxima do intervalo projetado em março). Pressão de colheita limita reação dos preços do café Revista Globo Rural 09/06/2015 Por Venilson Ferreira O presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, afirmou que a estimativa de safra divulgada hoje pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que prevê a produção de 44,28 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado, está em linha com as expectativas dos produtores, levando em conta o levantamento de campo realizado pela Fundação Procafé. Ele observa que a estimava da Conab supera a projeção feita no início do ano pela Fundação Procafé (entre 40,3 a 43,25 milhões de sacas) e os 42,4 milhões da última previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas está abaixo das empresas privadas, “que pretendem manipular o mercado”. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu levantamento mais recente estimou a safra brasileira de café em 52,4 milhões de sacas. Na avaliação do presidente do CNC - que reúne as associações de produtores, os sindicatos rurais e as cooperativas de cafeicultores -, a estimativa da Conab sinaliza que o abastecimento do mercado na safra 2015/2016 será bastante apertado, com a de redução de 2,3% na oferta em relação à safra passada, estimada em 45,34 milhões de sacas. Silas Brasileiro afirmou que os preços atuais do mercado, que estão 9% acima de igual período do ano passado, ainda não refletem a atual situação de mercado, porque os compradores pressionam o mercado, apostando na falta de liquidez dos produtores, que serão obrigados a vender parte da safra para cobrir os custos de colheita.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Ele observa que o atraso na liberação dos recursos pelo governo federal para o custeio da safra contribui para a pressão sobre os preços, mas acredita que a partir de julho, quando os recursos começam a chegar aos bancos, a situação tende a normalizar, pois os produtores ganharão fôlego para segurar a safra. Em relação à alta da taxa de juros do crédito destinado a financiar a cafeicultura, dos atuais 6,5% ao ano para entre 8,75% e 10,5% ao ano na próxima safra, Silas Brasileiro afirmou que o aumento é coerente com o esforço do governo para o equilíbrio das contas públicas e a retomada do crescimento da economia. Além da menor produção na safra de café deste ano, Silas Brasileiro diz que a qualidade também está sendo afetada por conta das chuvas extemporâneas das últimas semanas, que prejudicam o café já colhido que está no terreiro e provoca a queda dos grãos que ainda estão nas árvores. Folha Técnica Procafé: roseliniose diferente em cafeeiros Fundação Procafé 09/06/2015 J.B. Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, Luciano Resende e Hugo V. Siqueira, engenheiros agrônomos do Programa Bule Cheio do sistema FAERJ, e José Ferreira, técnico agrícola do MAPA-RJ. A roseliniose é uma doença do cafeeiro que também é conhecida como mal de 4 anos, pois ela aparece à medida em que a matéria orgânica de tocos de árvores ou de suas raízes, onde o fungo se desenvolve, entra em estado de decomposição. Isso era o normal, quando, no passado, se derrubava a mata para plantar café. Hoje em dia, a doença ocorre mesmo em cafeeiros novos, nos 2 primeiros anos, basta que exista matéria orgânica, caracterizando uma forma diferente de ocorrência da doença. Recentemente observamos esse tipo em uma plantação de café catuai, de menos de 2 anos de idade, em Porciúncula-RJ. A morte das plantas foi se expandindo ao redor de um toco de abacateiro, este tendo sido cortado faz 2-3 anos. A ocorrência foi grave, pois já matou mais de 20 plantas. Verificou-se a ocorrência dos sintomas típicos, iniciando por um amarelecimento geral do cafeeiro, como se estivesse com carência nutricional. Depois a planta começa a murchar, as folhas secam e a planta acaba morrendo. Ao arrancar a planta pode-se ver, na região do colo e sobre a parte inicial da raiz primária, a casca solta, apodrecida e sob ela aparecem rizomorfas, micélios escuros. Em seguida aparece o ataque de cupins, porém estes são secundários, se alimentando, apenas, da celulose da madeira morta. Nas plantas onde o ataque é inicial, ao contrário, ao se cortar na região do colo, pode-se ver a casca e o lenho bem amolecidos e sob a casca aparece um micélio branco. As espécies de Roselinea mais comuns em cafeeiros são a R. pepo e a R. bunodes. Fungos do gênero Roselinea causam podridão em várias espécies arbóreas, como o cacaueiro, a erva mate, a macieira, a videira etc.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck A propagação da doença, a partir de uma fonte de matéria orgânica, para os cafeeiros e destes para outros sadios ocorre pelas estruturas miceliais do fungo, que caminham sob as camadas superficiais do solo. Não existem fungicidas para controle químico da doença. Assim, as medidas de controle devem ser aquelas voltadas para redução do inoculo, arrancando e queimando o toco e os cafeeiros mortos, aplicando cal dolomitica para acelerar a decomposição da matéria orgânica e fazendo valas, com cerca de 50 cm de profundidade, em volta da área infectada, isto para interromper a caminhada do fungo. Após a decomposição da MO pode-se efetuar o replantio, com novas mudas. No ataque em Porciúncula vimos como as valas são efetivas, pois na parte superior da área atacada, havia um cordão em contorno e a doença só caminhou lateralmente, não sendo capaz de ultrapassar o cordão, evidenciando que o fungo caminha nas camadas superficiais do solo. O pessoal da roça costuma “cercar” a doença com plantio de um renque de plantas de abacaxi, parecendo ser uma medida efetiva, pois as raízes dessa planta formam uma barreira subterrânea. Nesse caso, parece que as raízes do abacaxizeiro são resistentes ao fungo Roselinea. Não existem trabalhos de pesquisa que comprovem isto, mas a sabedoria do pessoal do campo sempre tem fundo de verdade. Área onde ocorreu a roseliniose, em Porciúncula-RJ, em lavoura de catuaí com menos de 2 anos de idade com algumas plantas mortas já arrancadas e colocadas sobre o toco de abacateiro, este o pivô do crime.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Planta morta por roseliniose, na linha do lado de baixo de um cordão( na foto do lado direito), o qual impediu a passagem do fungo para o outro lado. O ataque inicial da Roselinea se mostra no colo da planta (esq.), logo abaixo do solo e ao se cortar pode-se encontrar o tecido amolecido e com micélio branco abaixo da casca (dir.).
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Agronegócio tem participação recorde de 51,5% nas exportações brasileiras em maio Assessoria de Comunicação Social do Mapa 09/06/2015 Rayane Fernandes Em maio de 2015, a participação do agronegócio foi recorde nas exportações brasileiras, alcançando 51,5%. O valor atingido foi de US$ 8,64 bilhões, o que representa uma queda de 10,5% em relação a maio de 2014. Já as importações somaram US$ 1,03 bilhão no período. Os números constam da balança comercial do agronegócio, divulgada nesta segunda-feira (8) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Na composição do superávit obtido na balança comercial do Brasil no mês, que foi de US$ 2,76 bilhões, o setor agropecuário contribuiu com US$ 7,61 bilhões de saldo positivo, enquanto os demais setores da economia apresentaram mais de US$ 4,85 bilhões de déficit. Ou seja, o agronegócio foi o responsável pelo superávit da balança comercial brasileira”, afirmou a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo. Os setores que mais contribuíram para a retração nas exportações foram: complexo soja (menos US$ 384,59 milhões); carnes (menos US$ 300,47 milhões) e produtos florestais (menos US$ 127,81 milhões). Já os setores de sucos e bebidas foram os que amenizaram a redução, com crescimento de US$ 37,8 milhões e US$ 11,79 milhões, respectivamente. Destaques – Mesmo com a retração, o complexo soja foi o principal setor em termos de valor exportado. Suas exportações apresentaram crescimento de 20,9% em quantidade em relação a maio do ano passado. “Em maio de 2015, houve queda, em valor, nas exportações do agronegócio, porém, em quantidade, a queda foi menor em alguns produtos. A soja em grão, por sua vez, apresentou aumento significativo, registrando o montante recorde de 9,34 milhões de toneladas. O produto foi destaque não apenas na balança do agronegócio, mas também na balança como um todo”, assinalou a secretária. Na segunda posição no ranking de exportação está o setor de carnes, com US$ 1,2 bilhão. As vendas de carnes de frango foram responsáveis por 48,1% desse montante, somando US$ 574,92 milhões. O segundo produto do setor foi a carne bovina, com exportações de US$ 453,42 milhões. Ainda que com menor participação em valor exportado, o desempenho da carne suína merece destaque, com crescimento de 17,9% na quantidade embarcada em relação ao mesmo período no ano passado. Os produtos florestais ficaram na terceira posição, com embarques de US$ 773,53 milhões em maio deste ano. No setor, o papel e celulose alcançaram o montante de US$ 540,70 milhões. Na quarta posição está o complexo sucroalcooleiro, que somou US$ 664,5 milhões mês passado. O valor apresentou queda de 3%, devido à retração nas exportações de álcool (de US$ 98,67 milhões para US$ 46,61 milhões). Já o açúcar apresentou crescimento tanto em valor (de US$ 585,77 milhões em maio de 2014 para US$ 617,25 milhões em maio de 2015) quanto em quantidade embarcada (de 1,47 milhão para 1,83 milhão de toneladas). Em quinto está o café, que somou US$ 483,86 milhões. As vendas externas do grão foram 13,7%
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck inferiores, em função da retração na quantidade (161,56 para 157,83 mil toneladas) e do preço médio (US$ 3.118 para US$ 2.753 por tonelada). Já o café solúvel apresentou crescimento de 1,6% em valor, em decorrência da ampliação do preço. Em conjunto, os cinco setores destacados somaram US$ 7,46 bilhões e foram responsáveis por 86,3% das vendas externas do agronegócio brasileiro. 12 meses – Entre junho de 2014 e maio de 2015, as exportações do agronegócio brasileiro totalizaram US$ 91,38 bilhões, o que significou decréscimo de 7,8% em comparação aos US$ 99,08 bilhões comercializados nos doze meses anteriores. Nas importações, a queda foi de 9,6%, somando US$ 15,50 bilhões no período. Dessa forma, o saldo da balança comercial do agronegócio brasileiro foi superavitário em US$ 75,89 bilhões (-7,4%). Semana Internacional do Café espera gerar R$ 25 milhões em negócios diretos Revista Globo Rural 09/06/2015 Por Redação Globo Rural A Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte (MG), deve receber cerca de 10 mil visitantes e gerar negócios diretos em torno de R$ 25 milhões. Esta é a expectativa manifestada pela organização, que apresentou nesta segunda-feira (8/6) a programação, a ser cumprida entre os dias 24 e 26 de setembro. De acordo com o divulgado pela Federação de Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg), estão previstos cerca de 20 eventos paralelos, entre cursos, seminários, rodadas de negócios e provas de café. Para o presidente da entidade, Roberto Simões, o diferencial está em agregar a cadeia, do campo à xícara. “Não dá para trabalhar só um segmento isolado. Cafeicultura é um processo. Não basta ter um produto muito bom, é preciso contar com um processamento adequado.” No ano passado, o evento recebeu cerca de 13 mil visitantes, de acordo com a organização. Foram gerados em negócios diretos R$ 25 milhões, com outros R$ 60 milhões indiretamente, depois da feira. O resultado representou um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Produtores vietnamitas acumulam maior estoque de café robusta desde 2010 Bloomberg via UOL Economia 09/06/2015 Por Diep Ng?c Ph?m, para a Bloomberg Bloomberg – Os produtores do maior fornecedor do café robusta utilizado pela Nestlé SA retinham 35 por cento da produção de 1,56 milhão de toneladas neste ano no fim de maio, a maior quantidade desde pelo menos 2010, segundo a média de oito estimativas de traders compiladas pela Bloomberg. Embora o El Niño seja visto como uma ameaça para a próxima safra, que começa em outubro, por
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck enquanto ainda se projeta que a produção seja de 1,72 milhão de toneladas, igualando o recorde da temporada 2013-2014, mostrou a pesquisa. O crescimento dos estoques poderia manter a pressão sobre os futuros, que caíram 10 por cento em Londres neste ano, e reduzir o impacto das perdas de produção causadas pelo evento climático El Niño, que se intensificará, segundo o governo australiano. Os produtores preferiram estocar os grãos em vez de vendê-los, pois os preços locais caíram para seu menor valor em 16 meses, cortando os embarques para o menor número desde 2010. "Existe o risco de uma grande transferência para a próxima safra, já que os produtores não venderão se os preços continuarem tão baixos assim", disse Phan Hung Anh, vice-diretor da Anh Minh Co., com sede em Dak Lak, em 2 de junho. As vendas não vão crescer muito a menos que os preços se recuperem para cerca de 40.000 dongs (US$ 1,83) por quilo, disse Anh. Os grãos eram vendidos a 37.200 dongs na semana passada depois de caírem para 34.000 dongs em 27 de maio, segundo dados do Centro de Comércio e Turismo na província de Dak Lak, que fornece 30 por cento da colheita. O café robusta na ICE Futures Europe caiu para seu valor mais baixo em 18 meses no mês passado. Café do Brasil – As reservas não vendidas eram de 550.000 toneladas no fim de maio, em comparação a 320.000 toneladas um ano antes, mostrou uma pesquisa. Os produtores mantinham 48 por cento da colheita no fim de abril, disse a Nedcoffee BV em 18 de maio. A cifra se compara com 42 por cento de uma pesquisa da Bloomberg. As exportações do Vietnã diminuíram 40 por cento nos cinco meses até maio, segundo o Departamento de Estatísticas, enquanto que as vendas do Brasil, o segundo maior produtor mundial de café robusta, cresceram. O país embarcou o recorde de 7,1 milhões de sacas (426.000 toneladas) nos 12 meses até abril, frente a 4,1 milhões de sacas um ano antes, segundo o Rabobank International. "As vendas tímidas dos produtores vietnamitas desde o começo da colheita em outubro marcam um forte contraste com o muro de café conilon que veio do Brasil", escreveram analistas do Rabobank, entre eles Carlos Mera, em um relatório enviado por e-mail em 21 de maio, fazendo referência aos grãos de café robusta do Brasil. El Niño – Taxas de juros mais baixas para empréstimos bancários e o rendimento obtido com outros cultivos, como a pimenta e o durian, ajudaram os fazendeiros a reter os grãos, segundo a Sept. 2nd Import-Export Co., a segunda maior companhia exportadora do Vietnã, conhecida como Simexco. Pode ser que alguns produtores também apostem em uma safra menor no ano que vem devido ao El Niño, que pode provocar secas em partes da Ásia. O café do Vietnã é o que corre mais risco devido a chuvas inconstantes em meio a uma intensificação do El Niño, disse a Commodity Weather Group no mês passado. Apesar de as precipitações acumuladas no ano em Dak Lak estarem 30 por cento abaixo do normal, no mês passado as chuvas foram apenas 5 por cento inferiores à média, mostram dados do governo. Se o clima melhorar neste mês, a pressão sobre os preços redobrará e o risco de uma grande transferência será ainda maior, disse Anh, da Anh Minh Co. Título em inglês: 'Vietnam Coffee Growers Holding Biggest Robusta Hoard Since 2010'