O Conselho Nacional do Café (CNC) e a Fundação Procafé apontam para uma quebra de 18% na produção de café arábica e de 14% na safra total de 2014/2015 no Brasil, devido à prolongada estiagem. Produtores afirmam que os preços elevados não compensam a queda na qualidade e quantidade produzida. Estudos apontam que os efeitos da seca poderão se estender até a safra de 2015.