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CLIPPING – 07/02/2018
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BSCA: Programa Destaque Brasil valoriza cafés especiais de colheita tardia
P1 / Ascom BSCA
07/02/2018
O Brasil possui cafés especiais de
colheita tardia excepcionais, com
atributos tão fantásticos quanto os
colhidos anteriormente, mas que
pelo seu timing acabam não
participando do principal concurso
de qualidade do mundo, o Cup of
Excellence. Em função disso, como
ação do projeto setorial “Brazil. The
Coffee Nation”, a Associação
Brasileira de Cafés Especiais
(BSCA), em parceria com a Agência
Brasileira de Promoção de
Exportações e Investimentos (Apex-
Brasil) e a Alliance for Coffee
Excellence (ACE), realizou o inédito Programa Destaque Brasil, que tem o intuito de valorizar
esses frutos junto a importantes compradores mundiais.
No sábado, 3 de fevereiro, no elegante ambiente da Casa Camolese, no Rio de Janeiro (RJ),
foram conhecidos os vencedores do concurso que, como prêmio principal, adquiriram o direito
de participar de um leilão presencial, cuja comercialização dos lotes gerou uma arrecadação
total de *R$ 216.842,78 (US$ 67.457,70), o que implica uma média de *R$ 2.780,04 por saca
de 60 kg negociada. Todas as 78 sacas disponíveis obtiveram notas superiores a 86 pontos
(escala de zero a 100 da competição) e foram arrematadas, com preços que partiram de R$
2.338,50 e chegaram a até R$ 5.102,18 por saca.
Esses cafés de colheita tardia foram cultivados por agricultores familiares em propriedades que
dedicam, em média, 10 hectares à atividade cafeeira. O leilão presencial foi uma iniciativa
inédita, diferenciando-se do processo do Cup of Excellence, quando os vencedores são
disputados através de leilão virtual. Na primeira edição do Programa Destaque Brasil, os lotes
vencedores foram disputados, in loco, por 14 compradores internacionais, vindos de Austrália,
Coreia do Sul, Estados Unidos, Estônia, Grécia, Lituânia, Japão, Polônia e Ucrânia, além de
um comprador do Brasil.
De acordo com a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, a realização da primeira edição do
Programa Destaque Brasil cumpriu com o objetivo de apresentar a grandes compradores
internacionais a qualidade excepcional dos cafés especiais brasileiros de colheita tardia. “Os
importadores ficaram impressionados com o que provaram e se surpreenderam ao ter contato
com uma bebida até então não comum para o seu negócio, já que os cafés preparados após
outubro dificilmente chegavam a seu conhecimento, por isso essa iniciativa tende a render
excelentes resultados aos cafés do Brasil”, comenta.
A diretora explica, ainda, que a parceria com a Apex-Brasil e a ACE foi fundamental para a
estruturação do evneto, trazendo o know-how e a confiabilidade de três instituições que
executam o bem-sucedido Cup of Excellence. “A expertise dos organizadores foi vital para
trazermos grandes compradores mundiais, com a ACE realizando esse processo de
matchmaking. O Destaque Brasil, por sua vez, foi mais enxuto e objetivo que o Cup, com fases
mais curtas e com um júri internacional menor, que veio rapidamente ao País e que pôde
realizar seu trabalho em um descontraído e aconchegante ambiente no Rio de Janeiro”,
completa Vanusia.
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OIC: produção mundial de café em 2017/18 deve crescer 0,8%
Agência Estado
07/02/2018
A produção mundial de café em 2017/18 está
estimada em 158,93 milhões de sacas de 60
kg, o que representa pequeno aumento de
0,8% em comparação com o período anterior
(157,69 milhões de sacas). As informações
são da Organização Internacional do Café (OIC), em relatório mensal, divulgado hoje.
A participação do café arábica no total da produção é de 62,2% em comparação com 64,8%
em 2016/17. Já a participação de robusta representou 35,2% da produção mundial em 2016/17
e 37,8% em 2017/18.
A produção do grão na América do Sul em 2017/18 deve atingir 71,44 milhões de sacas, uma
queda de 4,9% ante a safra 2016/17. "Isso se deve principalmente a uma queda na produção
brasileira para 51,5 milhões de sacas em comparação com 55 milhões de sacas em 2016/17",
informa a OIC. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou sua primeira
estimativa para a produção do Brasil em 2018/19 com um ponto médio de 56,48 milhões de
sacas, o que representa um aumento de 25,6% em relação a 2017/18. "Em 2018/19, o café
arábica no Brasil apresentará em balanço positivo no ciclo bienal", diz a organização.
A produção de café na Colômbia está projetada em 14 milhões de sacas em 2017/18, uma
queda de 4,3% em relação aos 14,63 milhões de sacas do período anterior.
Já a safra africana do grão em 2017/18 deve alcançar 17,93 milhões de sacas, alta de 4,7%
ante o período 2016/17. A safra nos dois maiores produtores da região, Etiópia e Uganda,
deverá aumentar, respectivamente, em 4,8% (7,65 milhões de sacas) e em 2,8% (5,1 milhões
de sacas).
Na região da Ásia e Oceania, a produção em 2017/18 está estimada em 47,64 milhões de saca
de café, aumento de 5,9%. A produção no Vietnã deve ser de 28,5 milhões de sacas, 11,6%
superior à de 2016/17. A produção da Índia deve crescer 12,3%, para 5,84 milhões de sacas.
"Os aumentos na Índia e no Vietnã compensarão um declínio estimado de 6%, para 10,8
milhões de sacas, na produção da Indonésia", informa a OIC.
Na região da América Central e México, a safra de café em 2017/18 deve alcançar 21,92
milhões de sacas, alta de 7,1%, o que representa o maior crescimento entre as diferentes
regiões do planeta. Espera-se que a produção aumente nos três maiores produtores da região.
Honduras, que alcançou produção recorde em 2016/17 (7,46 milhões de sacas) deve superar
essa produção em 12%, totalizando 8,35 milhões de sacas em 2017/18. O volume do México
pode atingir 4 milhões de sacas, 5,8% acima do ano passado, enquanto a produção da
Guatemala deverá aumentar de 3,1%, para 3,8 milhões de sacas.
Preços
Depois de atingir o nível mais baixo em 22 meses em dezembro de 2017, a média mensal do
preço indicador composto da OIC aumentou 1,4% em janeiro passado, para 115,60 centavos
de dólar por libra-peso. "Os preços para todos os tipos de café registraram ganhos em janeiro",
informa a OIC.
Os cafés Suaves Colombianos, Outros Suaves e Naturais Brasileiros registraram aumentos de
1,5%, 1% e 1,8%, respectivamente, apesar de terminar o mês abaixo do que começaram. O
robusta também subiu ao longo do mês passado, atingindo brevemente pouco mais de 90
centavos de dólar por libra-peso, pela primeira vez desde novembro de 2017, antes de se
estabelecer em uma média mensal de 88,65 cents, 1,2% superior ao nível de dezembro de
2017.
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Cepea: precipitações voltam no ES e aliviam produtores de robusta
Cepea/Esalq USP
07/02/2018
As chuvas neste início de fevereiro nas regiões produtoras de robusta do Espírito Santo
aliviaram cafeicultores consultados pelo Cepea, que estavam preocupados com o clima firme e
quente no correr das últimas semanas.
Quanto às negociações envolvendo o robusta, tanto compradores quanto vendedores estão
retraídos do mercado, deixando baixa a liquidez interna. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6
fechou a R$ 318,22/sc de 60 kg nessa terça-feira, 7, avanço de 0,8% em relação à terça
anterior, 30.
Em relação ao arábica, o clima tem se mantido favorável aos cafezais dessa variedade no
País. Segundo colaboradores do Cepea, o enchimento dos grãos segue sem problemas em
todas as regiões acompanhadas.
Na terça-feira, 6, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto
na capital paulista, fechou a R$ 442,67/saca de 60 kg, estável (+0,1%) em relação à terça-feira
anterior, 30. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br.
Embrapa: pesquisadores desenvolvem técnicas para fiscalizar café torrado e moído
Agência Estado
07/02/2018
Cristian Favaro
Órgãos de controle de qualidade devem ter à disposição em breve novas técnicas na
fiscalização do café torrado e moído. Isso porque a Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa) Agroindústria de Alimentos (RJ) e parceiros estão desenvolvendo
técnicas que permitem detectar com mais facilidade a presença de outros materiais vegetais
que não sejam café.
As novas técnicas conseguem detectar os adulterantes mais comuns adicionados ao café
torrado e moído, como milho, arroz e cevada, disseram, em nota, os pesquisadores da
Embrapa Edna Maria Moraes Oliveira e Otniel Freitas Silva, líderes da equipe de cientistas do
projeto. As práticas atuais de fiscalização, baseadas na visualização por microscopia e
macroscopia, complicam a detecção de elementos inapropriados na composição do café, na
medida em que eles são torrados e moídos com o grão.
Um dos novos métodos utiliza a PCR (sigla para reação em cadeia da polimerase), que vem
sendo amplamente utilizada na análise de sequências específicas de DNA de diferentes
matrizes alimentares. Outra nova forma de fiscalização é baseada em Cromatografia Líquida
de Ultra Eficiência e Espectrometria de Massas - ainda em fase de validação qualitativa, mas
que oferece resultados mais rápidos e precisos.
Leilão dos lotes vencedores do Concurso Nacional ABIC termina amanhã
ABIC / Tempo de Comunicação
07/02/2018
O microlote da cafeicultora Letícia Conceição Quintela de Alcântara, produzido na Fazenda
Divino Espírito Santo, em Piatã (BA) foi o campeão do 14º Concurso Nacional ABIC de
Qualidade do Café, com a nota final de 8,62 pontos (em uma escala de 0 a 10). Essa nota é
resultado da somatória da pontuação obtida no Júri Técnico, Júri Popular e no quesito
Sustentabilidade da Propriedade.
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O certame, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), teve 11 lotes
finalistas, todos inscritos pelos organizadores dos concursos estaduais realizados no Paraná,
Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e em São Paulo. Esses cafés poderão ser adquiridos até
dia 8 de fevereiro em leilão que tem lance mínimo equivalente a 70% acima da cotação
BMF/Bovespa do dia 29 de janeiro passado.
O leilão desses cafés extraordinários cria expectativas e gera entusiasmo entre os produtores,
as indústrias e cafeterias que participam. E o melhor é que mais brasileiros vão conhecer e
degustar os Melhores Cafés do Brasil, afirma Nathan Herszkowicz, diretor executivo da
entidade.
Leilão
Podem participar deste leilão as torrefadoras, cafeterias e demais pessoas jurídicas
interessadas, bastando a empresa preencher a Ficha de Lance Comprador que está disponível
no site www.abic.com.br. Os lances poderão ser dados pela ficha ou por e-mail, para
cristiane@abic.com.br.
O pregão poderá ser acompanhado todos os dias diretamente no site da ABIC, o que permite
mais transparência e maior competição entre os participantes, que poderão renovar seus
lances caso tenham sido superados por outra empresa. Os lances podem ser dados para
aquisição de uma única saca ou de todo um lote, ou mesmo para compra de sacas de diversos
lotes. Os microlotes são de 2 sacas de 60 kg, apenas. Nas demais categorias os lotes têm no
mínimo 6 sacas, podendo chegar a até 35 sacas.
No dia 9 de fevereiro serão divulgadas as empresas campeãs do leilão, que são aquelas que
deram os maiores lances. Todos os cafés serão industrializados e poderão ser adquiridos pelos
consumidores em abril, compondo a 14ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil.
Concurso
Em dezembro, na primeira etapa de classificação do concurso, o Júri Técnico, integrado por
provadores e especialistas, já havia apontado o microlote de Letícia Conceição Quintela de
Alcântara, de Piatã, como o melhor, dando a nota de 8,60 pontos (peso de 70% na nota final).
As duas etapas seguintes foram realizadas durante este mês de janeiro, e compreenderam a
nota de Sustentabilidade da Propriedade (15%) e a avaliação do Júri Popular (15%), integrado
por consumidores dos cinco estados participantes. Na avaliação do Júri Popular o café do
produtor Ademir Abreu de Lacerda, de Dores do Rio Preto (ES), foi o preferido pelos
consumidores. Porém a soma de todas estas notas resultou na pontuação final de 8,62 e
confirmou a vitória do café da produtora Letícia Alcântara.
A somatória de notas também confirmou o 2º e o 3º colocados no Concurso: o café cereja
descascado de Antônio Rigno de Oliveira, também de Piatã (BA), com a nota de 8,57 pontos, e
o microlote de Manoel Protázio de Abreu, de Dores do Rio Preto (ES), com a nota de 8,56
pontos.
Produção de café da Colômbia cai 2% nos últimos 12 meses
Notícias Agrícolas
07/02/2018
Jhonatas Simião
A produção de café da Colômbia caiu cerca de 2% nos últimos 12 meses (fevereiro de 2017 a
fevereiro de 2018), totalizando 14,1 milhões de sacas de 60 kg, segundo informações da
Federação Nacional de Cafeicultores (Fedecafe) do país. A queda foi motivada pelas condições
climáticas adversas.
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Até o momento, levando em conta o ano cafeeiro (outubro de 2017 a setembro de 2018), a
queda na produção é de cerca de 10%. Com uma produção totalizando 5,1 milhões de sacas
ante 5,6 milhões de sacas em comparação com o mesmo período anterior.
Em janeiro passado, a colheita de café na Colômbia foi 1,13 milhão de sacas, uma redução de
11% em comparação com as 1,28 milhão de sacas do mesmo mês em 2017.
Exportações
Nos últimos 12 meses (fevereiro de 2017 a janeiro de 2018), as exportações chegaram a 13
milhões de sacas, com uma alta de 1% ante as 12,9 milhões de sacas exportadas no mesmo
período anterior.
Até agora, no ano cafeeiro, as exportações de café da Colômbia superaram 4,6 milhões de
sacas, com uma baixa de 10% entre outubro de 2016 e janeiro 2017.
Organização Internacional do Café quer China como país membro
China Radio International
07/02/2018
Nos últimos anos, o crescimento da produção e do consumo do café entre os chineses tem
despertado a atenção de exportadores e fabricantes de maquinários e insumos de todos os
continentes. De olho nesse mercado em expansão, o diretor-executivo da Organização
Internacional do Café (OIC), o brasileiro José Sette, afirmou que quer trazer a China para os
seus quadros.
Entre o fim de janeiro e começo de fevereiro, a cidade de Pu’er, no sul da China, sediou a 1ª
Expo Internacional de Cafés Especiais de Pu’er. Na ocasião, autoridades e especialistas
participaram de conferências e exposições, de países como a China, Brasil, Colômbia, Etiópia,
Estados Unidos, Japão, Austrália, Alemanha e Inglaterra, entre outros. José Sette proferiu um
discurso temático na exposição, ressaltando o potencial da China no futuro como país
consumidor e produtor, bem como a importância da participação da China na OCI como um
membro.
“Nos últimos 20 anos, a taxa de crescimento anual do consumo doméstico da China têm sido
de 14,7%, já que em 2016 atingiu aproximadamente 2,5 milhões de sacas de café. A escala do
mercado cresceu, passando de US$ 300 milhões em 2002 para US$ 1,2 bilhão em 2017.”
A Ásia, de acordo com os números da organização, possui o mercado cafeeiro de crescimento
mais acelerado na última década, com destaque para a Indonésia e a China. Sette, em seu
discurso na abertura da Expo Pu’er, salientou a importância da China tanto para a produção
quanto para o consumo do café em escala mundial nos próximos anos. Ele se disse
impressionado com a boa qualidade dos grãos especiais produzidos na província de Yunnan,
onde se situa Pu´er, e afirmou que a China será “bem-vinda à família da OIC”.
“Um dos propósitos de todo esse processo de entrada da China na organização é fazer com
que a China se insira dentro do mercado mundial de uma maneira mais efetiva do que vem
sendo feito até agora. A China é um produtor relativamente jovem no mundo cafeeiro. E
certamente se beneficiará do intercâmbio de experiência de ideias, que a organização
internacional de café pode proporcionar.”
O empresário brasileiro Carlos Brando, diretor da consultoria internacional P&A, especialista
em agronegócios, disse concordar com a posição de Sette. Segundo ele, a China deveria
desenvolver diferentes modelos de negócios no setor. Um deles seria seguir os passos do
Brasil, que estimulou o consumo interno nos últimos 15 anos, se tornando o segundo maior
consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
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“Eu gosto de ver ainda a China, um país de uma classe média de 400 milhões de habitantes,
que é duas vezes o tamanho do Brasil, de toda a população do Brasil. Então, acho que o
potencial aqui é imenso. Falta talvez um programa institucional. Existe muito investimento, loja
de café, mas isso sozinho não vai elevar ao consumo. O problema crítico, por exemplo, é a
barreira do café e saúde. O café tem benefícios muito importantes pela saúde, são ignorados
pela população. Em poucas conversas eu já escutei: o café é mau para os ossos, o café deixa
o dente amarelo, o café faz aquilo. Enquanto que o chá tem toda uma lista de benefícios para a
saúde. Esta lista também existe para o café. Só que não é devidamente promovida. Tem que
ter o trabalho de promoção entre as empresas. Além de diferença de preço, entre chá e o café,
que é muito grande ainda.”
A OIC é uma organização intergovernamental, fundada em 1963 em Londres, composta pelos
países importadores e exportadores do café. A produção dos membros da organização
representa atualmente 98% da produção mundial.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 07/02/2018 Acesse: www.cncafe.com.br BSCA: Programa Destaque Brasil valoriza cafés especiais de colheita tardia P1 / Ascom BSCA 07/02/2018 O Brasil possui cafés especiais de colheita tardia excepcionais, com atributos tão fantásticos quanto os colhidos anteriormente, mas que pelo seu timing acabam não participando do principal concurso de qualidade do mundo, o Cup of Excellence. Em função disso, como ação do projeto setorial “Brazil. The Coffee Nation”, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex- Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE), realizou o inédito Programa Destaque Brasil, que tem o intuito de valorizar esses frutos junto a importantes compradores mundiais. No sábado, 3 de fevereiro, no elegante ambiente da Casa Camolese, no Rio de Janeiro (RJ), foram conhecidos os vencedores do concurso que, como prêmio principal, adquiriram o direito de participar de um leilão presencial, cuja comercialização dos lotes gerou uma arrecadação total de *R$ 216.842,78 (US$ 67.457,70), o que implica uma média de *R$ 2.780,04 por saca de 60 kg negociada. Todas as 78 sacas disponíveis obtiveram notas superiores a 86 pontos (escala de zero a 100 da competição) e foram arrematadas, com preços que partiram de R$ 2.338,50 e chegaram a até R$ 5.102,18 por saca. Esses cafés de colheita tardia foram cultivados por agricultores familiares em propriedades que dedicam, em média, 10 hectares à atividade cafeeira. O leilão presencial foi uma iniciativa inédita, diferenciando-se do processo do Cup of Excellence, quando os vencedores são disputados através de leilão virtual. Na primeira edição do Programa Destaque Brasil, os lotes vencedores foram disputados, in loco, por 14 compradores internacionais, vindos de Austrália, Coreia do Sul, Estados Unidos, Estônia, Grécia, Lituânia, Japão, Polônia e Ucrânia, além de um comprador do Brasil. De acordo com a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, a realização da primeira edição do Programa Destaque Brasil cumpriu com o objetivo de apresentar a grandes compradores internacionais a qualidade excepcional dos cafés especiais brasileiros de colheita tardia. “Os importadores ficaram impressionados com o que provaram e se surpreenderam ao ter contato com uma bebida até então não comum para o seu negócio, já que os cafés preparados após outubro dificilmente chegavam a seu conhecimento, por isso essa iniciativa tende a render excelentes resultados aos cafés do Brasil”, comenta. A diretora explica, ainda, que a parceria com a Apex-Brasil e a ACE foi fundamental para a estruturação do evneto, trazendo o know-how e a confiabilidade de três instituições que executam o bem-sucedido Cup of Excellence. “A expertise dos organizadores foi vital para trazermos grandes compradores mundiais, com a ACE realizando esse processo de matchmaking. O Destaque Brasil, por sua vez, foi mais enxuto e objetivo que o Cup, com fases mais curtas e com um júri internacional menor, que veio rapidamente ao País e que pôde realizar seu trabalho em um descontraído e aconchegante ambiente no Rio de Janeiro”, completa Vanusia.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck OIC: produção mundial de café em 2017/18 deve crescer 0,8% Agência Estado 07/02/2018 A produção mundial de café em 2017/18 está estimada em 158,93 milhões de sacas de 60 kg, o que representa pequeno aumento de 0,8% em comparação com o período anterior (157,69 milhões de sacas). As informações são da Organização Internacional do Café (OIC), em relatório mensal, divulgado hoje. A participação do café arábica no total da produção é de 62,2% em comparação com 64,8% em 2016/17. Já a participação de robusta representou 35,2% da produção mundial em 2016/17 e 37,8% em 2017/18. A produção do grão na América do Sul em 2017/18 deve atingir 71,44 milhões de sacas, uma queda de 4,9% ante a safra 2016/17. "Isso se deve principalmente a uma queda na produção brasileira para 51,5 milhões de sacas em comparação com 55 milhões de sacas em 2016/17", informa a OIC. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou sua primeira estimativa para a produção do Brasil em 2018/19 com um ponto médio de 56,48 milhões de sacas, o que representa um aumento de 25,6% em relação a 2017/18. "Em 2018/19, o café arábica no Brasil apresentará em balanço positivo no ciclo bienal", diz a organização. A produção de café na Colômbia está projetada em 14 milhões de sacas em 2017/18, uma queda de 4,3% em relação aos 14,63 milhões de sacas do período anterior. Já a safra africana do grão em 2017/18 deve alcançar 17,93 milhões de sacas, alta de 4,7% ante o período 2016/17. A safra nos dois maiores produtores da região, Etiópia e Uganda, deverá aumentar, respectivamente, em 4,8% (7,65 milhões de sacas) e em 2,8% (5,1 milhões de sacas). Na região da Ásia e Oceania, a produção em 2017/18 está estimada em 47,64 milhões de saca de café, aumento de 5,9%. A produção no Vietnã deve ser de 28,5 milhões de sacas, 11,6% superior à de 2016/17. A produção da Índia deve crescer 12,3%, para 5,84 milhões de sacas. "Os aumentos na Índia e no Vietnã compensarão um declínio estimado de 6%, para 10,8 milhões de sacas, na produção da Indonésia", informa a OIC. Na região da América Central e México, a safra de café em 2017/18 deve alcançar 21,92 milhões de sacas, alta de 7,1%, o que representa o maior crescimento entre as diferentes regiões do planeta. Espera-se que a produção aumente nos três maiores produtores da região. Honduras, que alcançou produção recorde em 2016/17 (7,46 milhões de sacas) deve superar essa produção em 12%, totalizando 8,35 milhões de sacas em 2017/18. O volume do México pode atingir 4 milhões de sacas, 5,8% acima do ano passado, enquanto a produção da Guatemala deverá aumentar de 3,1%, para 3,8 milhões de sacas. Preços Depois de atingir o nível mais baixo em 22 meses em dezembro de 2017, a média mensal do preço indicador composto da OIC aumentou 1,4% em janeiro passado, para 115,60 centavos de dólar por libra-peso. "Os preços para todos os tipos de café registraram ganhos em janeiro", informa a OIC. Os cafés Suaves Colombianos, Outros Suaves e Naturais Brasileiros registraram aumentos de 1,5%, 1% e 1,8%, respectivamente, apesar de terminar o mês abaixo do que começaram. O robusta também subiu ao longo do mês passado, atingindo brevemente pouco mais de 90 centavos de dólar por libra-peso, pela primeira vez desde novembro de 2017, antes de se estabelecer em uma média mensal de 88,65 cents, 1,2% superior ao nível de dezembro de 2017.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Cepea: precipitações voltam no ES e aliviam produtores de robusta Cepea/Esalq USP 07/02/2018 As chuvas neste início de fevereiro nas regiões produtoras de robusta do Espírito Santo aliviaram cafeicultores consultados pelo Cepea, que estavam preocupados com o clima firme e quente no correr das últimas semanas. Quanto às negociações envolvendo o robusta, tanto compradores quanto vendedores estão retraídos do mercado, deixando baixa a liquidez interna. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 fechou a R$ 318,22/sc de 60 kg nessa terça-feira, 7, avanço de 0,8% em relação à terça anterior, 30. Em relação ao arábica, o clima tem se mantido favorável aos cafezais dessa variedade no País. Segundo colaboradores do Cepea, o enchimento dos grãos segue sem problemas em todas as regiões acompanhadas. Na terça-feira, 6, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 442,67/saca de 60 kg, estável (+0,1%) em relação à terça-feira anterior, 30. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br. Embrapa: pesquisadores desenvolvem técnicas para fiscalizar café torrado e moído Agência Estado 07/02/2018 Cristian Favaro Órgãos de controle de qualidade devem ter à disposição em breve novas técnicas na fiscalização do café torrado e moído. Isso porque a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Agroindústria de Alimentos (RJ) e parceiros estão desenvolvendo técnicas que permitem detectar com mais facilidade a presença de outros materiais vegetais que não sejam café. As novas técnicas conseguem detectar os adulterantes mais comuns adicionados ao café torrado e moído, como milho, arroz e cevada, disseram, em nota, os pesquisadores da Embrapa Edna Maria Moraes Oliveira e Otniel Freitas Silva, líderes da equipe de cientistas do projeto. As práticas atuais de fiscalização, baseadas na visualização por microscopia e macroscopia, complicam a detecção de elementos inapropriados na composição do café, na medida em que eles são torrados e moídos com o grão. Um dos novos métodos utiliza a PCR (sigla para reação em cadeia da polimerase), que vem sendo amplamente utilizada na análise de sequências específicas de DNA de diferentes matrizes alimentares. Outra nova forma de fiscalização é baseada em Cromatografia Líquida de Ultra Eficiência e Espectrometria de Massas - ainda em fase de validação qualitativa, mas que oferece resultados mais rápidos e precisos. Leilão dos lotes vencedores do Concurso Nacional ABIC termina amanhã ABIC / Tempo de Comunicação 07/02/2018 O microlote da cafeicultora Letícia Conceição Quintela de Alcântara, produzido na Fazenda Divino Espírito Santo, em Piatã (BA) foi o campeão do 14º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, com a nota final de 8,62 pontos (em uma escala de 0 a 10). Essa nota é resultado da somatória da pontuação obtida no Júri Técnico, Júri Popular e no quesito Sustentabilidade da Propriedade.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck O certame, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), teve 11 lotes finalistas, todos inscritos pelos organizadores dos concursos estaduais realizados no Paraná, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e em São Paulo. Esses cafés poderão ser adquiridos até dia 8 de fevereiro em leilão que tem lance mínimo equivalente a 70% acima da cotação BMF/Bovespa do dia 29 de janeiro passado. O leilão desses cafés extraordinários cria expectativas e gera entusiasmo entre os produtores, as indústrias e cafeterias que participam. E o melhor é que mais brasileiros vão conhecer e degustar os Melhores Cafés do Brasil, afirma Nathan Herszkowicz, diretor executivo da entidade. Leilão Podem participar deste leilão as torrefadoras, cafeterias e demais pessoas jurídicas interessadas, bastando a empresa preencher a Ficha de Lance Comprador que está disponível no site www.abic.com.br. Os lances poderão ser dados pela ficha ou por e-mail, para cristiane@abic.com.br. O pregão poderá ser acompanhado todos os dias diretamente no site da ABIC, o que permite mais transparência e maior competição entre os participantes, que poderão renovar seus lances caso tenham sido superados por outra empresa. Os lances podem ser dados para aquisição de uma única saca ou de todo um lote, ou mesmo para compra de sacas de diversos lotes. Os microlotes são de 2 sacas de 60 kg, apenas. Nas demais categorias os lotes têm no mínimo 6 sacas, podendo chegar a até 35 sacas. No dia 9 de fevereiro serão divulgadas as empresas campeãs do leilão, que são aquelas que deram os maiores lances. Todos os cafés serão industrializados e poderão ser adquiridos pelos consumidores em abril, compondo a 14ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil. Concurso Em dezembro, na primeira etapa de classificação do concurso, o Júri Técnico, integrado por provadores e especialistas, já havia apontado o microlote de Letícia Conceição Quintela de Alcântara, de Piatã, como o melhor, dando a nota de 8,60 pontos (peso de 70% na nota final). As duas etapas seguintes foram realizadas durante este mês de janeiro, e compreenderam a nota de Sustentabilidade da Propriedade (15%) e a avaliação do Júri Popular (15%), integrado por consumidores dos cinco estados participantes. Na avaliação do Júri Popular o café do produtor Ademir Abreu de Lacerda, de Dores do Rio Preto (ES), foi o preferido pelos consumidores. Porém a soma de todas estas notas resultou na pontuação final de 8,62 e confirmou a vitória do café da produtora Letícia Alcântara. A somatória de notas também confirmou o 2º e o 3º colocados no Concurso: o café cereja descascado de Antônio Rigno de Oliveira, também de Piatã (BA), com a nota de 8,57 pontos, e o microlote de Manoel Protázio de Abreu, de Dores do Rio Preto (ES), com a nota de 8,56 pontos. Produção de café da Colômbia cai 2% nos últimos 12 meses Notícias Agrícolas 07/02/2018 Jhonatas Simião A produção de café da Colômbia caiu cerca de 2% nos últimos 12 meses (fevereiro de 2017 a fevereiro de 2018), totalizando 14,1 milhões de sacas de 60 kg, segundo informações da Federação Nacional de Cafeicultores (Fedecafe) do país. A queda foi motivada pelas condições climáticas adversas.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Até o momento, levando em conta o ano cafeeiro (outubro de 2017 a setembro de 2018), a queda na produção é de cerca de 10%. Com uma produção totalizando 5,1 milhões de sacas ante 5,6 milhões de sacas em comparação com o mesmo período anterior. Em janeiro passado, a colheita de café na Colômbia foi 1,13 milhão de sacas, uma redução de 11% em comparação com as 1,28 milhão de sacas do mesmo mês em 2017. Exportações Nos últimos 12 meses (fevereiro de 2017 a janeiro de 2018), as exportações chegaram a 13 milhões de sacas, com uma alta de 1% ante as 12,9 milhões de sacas exportadas no mesmo período anterior. Até agora, no ano cafeeiro, as exportações de café da Colômbia superaram 4,6 milhões de sacas, com uma baixa de 10% entre outubro de 2016 e janeiro 2017. Organização Internacional do Café quer China como país membro China Radio International 07/02/2018 Nos últimos anos, o crescimento da produção e do consumo do café entre os chineses tem despertado a atenção de exportadores e fabricantes de maquinários e insumos de todos os continentes. De olho nesse mercado em expansão, o diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), o brasileiro José Sette, afirmou que quer trazer a China para os seus quadros. Entre o fim de janeiro e começo de fevereiro, a cidade de Pu’er, no sul da China, sediou a 1ª Expo Internacional de Cafés Especiais de Pu’er. Na ocasião, autoridades e especialistas participaram de conferências e exposições, de países como a China, Brasil, Colômbia, Etiópia, Estados Unidos, Japão, Austrália, Alemanha e Inglaterra, entre outros. José Sette proferiu um discurso temático na exposição, ressaltando o potencial da China no futuro como país consumidor e produtor, bem como a importância da participação da China na OCI como um membro. “Nos últimos 20 anos, a taxa de crescimento anual do consumo doméstico da China têm sido de 14,7%, já que em 2016 atingiu aproximadamente 2,5 milhões de sacas de café. A escala do mercado cresceu, passando de US$ 300 milhões em 2002 para US$ 1,2 bilhão em 2017.” A Ásia, de acordo com os números da organização, possui o mercado cafeeiro de crescimento mais acelerado na última década, com destaque para a Indonésia e a China. Sette, em seu discurso na abertura da Expo Pu’er, salientou a importância da China tanto para a produção quanto para o consumo do café em escala mundial nos próximos anos. Ele se disse impressionado com a boa qualidade dos grãos especiais produzidos na província de Yunnan, onde se situa Pu´er, e afirmou que a China será “bem-vinda à família da OIC”. “Um dos propósitos de todo esse processo de entrada da China na organização é fazer com que a China se insira dentro do mercado mundial de uma maneira mais efetiva do que vem sendo feito até agora. A China é um produtor relativamente jovem no mundo cafeeiro. E certamente se beneficiará do intercâmbio de experiência de ideias, que a organização internacional de café pode proporcionar.” O empresário brasileiro Carlos Brando, diretor da consultoria internacional P&A, especialista em agronegócios, disse concordar com a posição de Sette. Segundo ele, a China deveria desenvolver diferentes modelos de negócios no setor. Um deles seria seguir os passos do Brasil, que estimulou o consumo interno nos últimos 15 anos, se tornando o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck “Eu gosto de ver ainda a China, um país de uma classe média de 400 milhões de habitantes, que é duas vezes o tamanho do Brasil, de toda a população do Brasil. Então, acho que o potencial aqui é imenso. Falta talvez um programa institucional. Existe muito investimento, loja de café, mas isso sozinho não vai elevar ao consumo. O problema crítico, por exemplo, é a barreira do café e saúde. O café tem benefícios muito importantes pela saúde, são ignorados pela população. Em poucas conversas eu já escutei: o café é mau para os ossos, o café deixa o dente amarelo, o café faz aquilo. Enquanto que o chá tem toda uma lista de benefícios para a saúde. Esta lista também existe para o café. Só que não é devidamente promovida. Tem que ter o trabalho de promoção entre as empresas. Além de diferença de preço, entre chá e o café, que é muito grande ainda.” A OIC é uma organização intergovernamental, fundada em 1963 em Londres, composta pelos países importadores e exportadores do café. A produção dos membros da organização representa atualmente 98% da produção mundial.