Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 1º/09/2016
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Mapa repassa R$ 4,5 bilhões para a safra de café
Diário do Comércio
01/09/2016
A diretoria de comunicação do Conselho
Nacional do Café (CNC) informa que o
Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa) realizou o repasse de R$
351 milhões dos recursos do Fundo de Defesa
da Economia Cafeeira (Funcafé) para o Banco do Brasil no dia 26 de agosto, elevando o total
encaminhado às instituições financeiras para R$ 4,518 bilhões, ou 97,54% dos R$ 4,632
bilhões previstos para a safra 2016.
Dos repasses feitos até o momento, R$ 1,752 bilhão foram destinados para a linha de
Estocagem; R$ 1 bilhão ao Financiamento para Aquisição de Café (FAC); R$ 890 milhões para
Custeio; e R$ 876 milhões para as linhas de Capital de Giro, sendo R$ 400 milhões para
Cooperativas de Produção, R$ 276 milhões para Torrefadoras e R$ 200 milhões às indústrias
de Solúvel.
Cooxupé – A colheita total de café na área de atuação da Cooperativa Regional de
Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), associada ao Conselho Nacional do Café (CNC),
chegou a 90,88% em todos os municípios da abrangência, demonstrando avanço em relação
aos trabalhos realizados até o mesmo período de 2015, quando 84,42% eram registrados. A
informação foi emitida, ontem, pela entidade.
No que diz respeito à colheita somente dos cooperados da Cooxupé, os trabalhos chegaram a
91,38%, também com evolução frente ao andamento do ano passado, quando os associados
da cooperativa haviam realizado a cata de 85,03%.
Por área de atuação, a Cooxupé informa que a colheita total chegou a 92,84% em São Paulo,
92,44% no Sul de Minas Gerais e a 86,68% no Cerrado Mineiro. Já os cooperados realizaram a
cata, nessas mesmas áreas, de 93,60% (SP), 94,04% (Sul de MG) e 87,06% (Cerrado),
respectivamente. (Com informações do CNC)
SP: 7ª Grande Feira Casul reuniu produtores de toda região
Casul
01/09/2016
A Cooperativa Agrária de Cafeicultores do Sul de São Paulo
(Casul), sediada em Parapuã (SP), na região da Nova Alta
Paulista, realizou, nos dias 18 e 19 de agosto, a 7ª Grande Feira
Casul 56 Anos. O evento demonstrou novas tecnologias e
ofereceu oportunidades de negócio para os cooperados junto aos
fornecedores e parceiros.
Segundo a Cooperativa, as expectativas foram alcançadas com o
objetivo de um público aproximado de 3 mil pessoas. A Feira
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ofereceu ao produtor rural, além de acesso rápido e direto às diversas empresas expositoras, a
oportunidade de acompanhar palestras com especialistas conceituados, que mostraram novas
tecnologias nas culturas mais cultivadas na região e as boas práticas agrícolas de qualidade, a
fim de expandir mercados no agronegócio regional.
A palestra mais esperada da Feira, com Marcelo Prado, foi um sucesso. Ele apresentou os
desafios do agronegócio para administrar melhor uma propriedade rural. “Feira Casul, a cada
ano, cada vez mais forte”, foi essa a conclusão dos organizadores. O evento aconteceu no
Centro de Lazer “José Morales Agudo” (Clube da Casul), que fica na Rua Fortaleza, 1.240, em
Parapuã.
CEPEA: alta internacional impulsiona cotação do café arábica no Brasil
Cepea/Esalq USP
01/09/2016
As altas nas cotações do café arábica no mercado internacional
impulsionaram os preços da variedade no mercado doméstico na última
semana. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto
na capital paulista, avançou 3,1% entre 24 e 31 de agosto, fechando a R$
486,45/saca de 60 kg nessa quarta-feira, 31.
A colheita da temporada 2016/17 se aproxima do final e produtores seguem concentrados nas
entregas de lotes contratados. Segundo colaboradores do Cepea, a qualidade do arábica está
em conformidade com o padrão contratado por exportadores.
Já no mercado de robusta, a oferta reduzida mantém em patamar recorde os preços da
variedade. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito
Santo, caiu ligeiro 0,2% em sete dias, a R$ 422,11/saca de 60 kg nessa quarta. (Fonte: Cepea
– www.cepea.esalq.usp.br)
EUA: mais de 25% das residências possuem máquinas de café em cápsulas
Embrapa Café
01/09/2016
Lucas Tadeu Ferreira
O Bureau de Inteligência Competitiva do Café, no seu
Relatório Internacional de Tendências do Café do mês
de agosto de 2016, traz várias análises da cafeicultura
em nível mundial com destaque de assuntos e temas
relevantes e atuais que sinalizam tendências para o
Brasil. Essas análises fazem parte do projeto ‘Criação
e Difusão de Inteligência Competitiva para
Cafeicultura Brasileira' do Consórcio Pesquisa Café e
visam principalmente monitorar, analisar e difundir
informações e indicadores relevantes para a
cafeicultura.
Entre as análises e destaques, vale transcrever trecho
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do Relatório que salienta que "os americanos têm consumido menos café, ao mesmo tempo
em que gastam mais com o produto. Neste ano, espera-se redução no consumo da bebida nos
Estados Unidos, passando de 24 milhões de sacas de 60kg para 23,7 milhões". E, mais ainda,
que "(...) esta é a primeira queda registrada no consumo da bebida no país desde 2010, sendo
diretamente relacionada à propagação das K-Cups no mercado. Isso porque a popularização
das cápsulas fez com que muitos americanos abandonassem o café torrado e moído
tradicional, passando a consumir monodoses. E, adicionalmente, o Bureau ressalta que a
causa dessa pequena redução do consumo nos EUA se deve também ao fato de que "mais de
um quarto das residências americanas possui máquinas de café em cápsulas".
Complementando essas análises do consumo de café nos EUA, o Relatório Internacional de
Tendências do Café (VOL. 5/Nº 07/30 AGOSTO 2016) menciona que o café extraído nas
residências norte-americanas custa cerca de US$45 ao ano, enquanto que o adquirido em
cafeterias chega a atingir o patamar de US$ 1.200 anuais. O resultado é que os consumidores
só preparam a quantidade da bebida a ser consumida, reduzindo o desperdício de café. Em
contraponto, o Bureau salienta que apesar dessa pequena redução do consumo da bebida no
país, espera-se que em 2016 os americanos gastem em torno de US$ 13,6 bilhões na compra
do produto, em comparação com US$ 12,8 bilhões, em 2015, e US$ 11,9 bilhões, em 2014.
Outro ponto destacado pelo Relatório é que a Associação Brasileira da Indústria de Café -
ABIC certificou a primeira marca de café em cápsulas no seu novo programa voltado para esse
segmento. E, assim, salienta que o Brasil demonstra sinais de avanços importantes no
segmento de café torrado e moído. Além disso, menciona que as empresas já consolidadas no
mercado investem em novas tecnologias, marketing e novos produtos, o que tem provocado o
ingresso de novos concorrentes no mercado interno.
Para ilustrar esse caso, cita como exemplo o lançamento de um novo produto (e nova marca)
de uma grande multinacional de refrigerantes que também passou a atuar no segmento café,
como um fato relevante para incrementar o mercado nacional. Finalizando as análises das
monodoses, destaca que as atenções da indústria estão também voltadas para viabilização de
um mercado de cápsulas mais ecológico, à semelhança do que as companhias que lideram o
setor na Europa e nos EUA vêm fazendo.
O formato padrão das análises das tendências do café adotado pelo Bureau de Inteligência,
nesta Edição de agosto de 2016, VOL. 5 – Nº 7, do Relatório Internacional de Tendências do
Café, contempla quatro seções: PRODUÇÃO, INDÚSTRIA, CAFETERIAS e INSIGHTS. Na
seção PRODUÇÃO, são destacadas análises e tendências de países produtores de café da
América Central, América do Sul e África. Na seção INDÚSTRIA, são feitas análises de
grandes empresas, inclusive multinacionais, que atuam no Brasil, União Européia, Estados
Unidos e outros países. E, com relação a CAFETERIAS, o Relatório também destaca as
grandes empresas que atuam nesses mercados globais, seus portfólios de produtos oferecidos
e as novas tendências de mercado. Os INSIGHTS abordam de forma sucinta cada uma dessas
seções apontadas, que valem a pena serem conferidas na íntegra.
O Relatório Internacional de Tendências do Café do Bureau de Inteligência Competitiva do
Café, da Universidade Federal de Lavras - UFLA, instituição fundadora do Consórcio Pesquisa
Café coordenado pela Embrapa Café, faz parte do projeto "Criação e Difusão de Inteligência
Competitiva para Cafeicultura Brasileira", do Consórcio, o qual é financiado pelo Fundo de
Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento – Mapa. As edições do Relatório estão disponíveis no portal da UFLA e no
Observatório do Café.
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FNC convida cooperativas a fazerem nova política de relacionamento na Colômbia
CaféPoint
01/09/2016
As informações são da FNC/ Tradução por Juliana Santin
Um chamado urgente para que seja desenvolvida conjuntamente uma nova
política de relação entre a Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) da
Colômbia e as cooperativas a favor do bem-estar e da rentabilidade dos
cafeicultores foi feito pelo gerente geral da FNC, Roberto Vélez Vallejo, aos
gerentes dessas.
Esse chamado foi feito durante a instalação do Dialogo Cooperativo, encontro cujo lema é “o
fortalecimento de nossos valores”, que reuniu mais de 180 líderes de 16 departamentos e
cooperativas da Colômbia, englobando uma rede de 530 pontos de compra.
Esse novo esquema, que se distancia do paternalismo, abre a porta a uma relação mais
independente e mais coordenada, na qual as cooperativas que seguem trabalhando com a
FNC o façam velando sempre pelos mais altos interesses dos próprios cafeicultores.
“Tem que haver um novo relacionamento entre a FNC e as cooperativas. Haverá uma relação
de pares. Temos que ter a inteligência – dada em parte pela experiência – para poder fazer
uma nova política de relacionamento. Hoje, mais do que nunca, devemos trabalhar juntos pelo
bem-estar do cafeicultor”.
Após manifestar sua complacência pelo novo encontro e pela renovada capacidade de
interlocução, Vélez recordou que, na última reunião, tinha feito um convite respeitoso para que
todo o dinheiro de lucro das cooperativas se reintegrasse ao cafeicultor, cujo bem-estar é um
fim comum para FNC e as cooperativas, como seus aliados estratégicos.
“Hoje, as cooperativas e a FNC devem ser vistas como duas empresas independentes. Há um
grupo de pessoas que querem trabalhar juntas pelo bem-estar dos cafeicultores. Temos que
oferecer rentabilidade aos cafeicultores, dar a eles a oportunidade de sair à frente. Temos que
ter sempre claro que estamos administrando o patrimônio dos cafeicultores e isso nos exige
muito esforço”.
Ele recordou que há bens supremos, estabelecidos, inclusive, no contrato de administração do
Fundo Nacional de Café (FoNC), que a institucionalidade cafeeira não pode deixar de lado
como Garantia de Compra, independentemente do novo tipo de relação que se estabeleça.
Vallejo convidou as cooperativas a construir um modelo que responda às necessidades reais
da indústria, mas também, baseado na ética, no bom governo e na gestão de risco. “Um
modelo que no final construa valor para o cafeicultor e não destrua seu patrimônio”.
Ele também anunciou que, para velar pelo patrimônio dos cafeicultores, será trabalhado com a
Superintendência de Economia Solidária, entidade com as atribuições necessárias para que
todo o acionar das cooperativas esteja de acordo com a ética, os valores, os requerimentos dos
próprios cafeicultores colombianos.
“Nos interessa manter uma aliança estratégica, pois a FNC hoje comercializa 25% do café da
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Colômbia”, para o qual a rede natural de compra são as cooperativas.
O novo modelo de relacionamento é também uma forma de modernização para fortalecer o
posicionamento do Café da Colômbia na indústria global, com desafios comuns, como mão de
obra para colheita, mudança climática e mudança geracional.
Honduras registra adiantamento de período para colheita de café
Agnocafé
01/09/2016
Os efeitos das mudanças climáticas têm transformado os ciclos de safra do café em muitas
regiões de Honduras.
"Em algumas zonas o tempo em se estendido até junho, quando antes os ciclos de colheita
terminavam em março ou maio. Em outros casos, o que tem se passado é que a safra se
adianta até dois ou três meses. Por exemplo, em Lago de Yojoa, já há muitos produtores que
estão colhendo e no passado isso não ocorria", manifestou Roger Fernándes, encarregado do
departamento de exportação do Ihcafé (Instituto Hondurenho do Café).
Entre as zonas mais afetadas por essa variação climática estão El Paraíso, Santa Bárbara e
Copán.
Fernández explicou que o Ihcafé está oferecendo assistência técnica aos produtores com o
objetivo de que possam manter a qualidade do grão, mesmo com os efeitos da mudança
climática em suas propriedades.
"Hoje, técnicos em todo o país estão assessorando de forma permanente os cafeicultores, com
a finalidade de manter a boa qualidade e a produtividade", indicou.
Muitos produtores estão preocupados por não encontrarem mão-de-obra para poder efetuar a
colheita no período exato e necessário.
"Teremos sérios problemas, já que não temos colhedores. Por anos, os trabalhadores da
colheita, durante os meses de junho, julho, agosto e setembro, se dedicam a realizar outros
cultivos e quando começa a temporada de colheita do café, em outubro, regressam às lavouras
do grão", indicou um produtor estabelecido em Santa Bárbara.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 1º/09/2016 Acesse: www.cncafe.com.br Mapa repassa R$ 4,5 bilhões para a safra de café Diário do Comércio 01/09/2016 A diretoria de comunicação do Conselho Nacional do Café (CNC) informa que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou o repasse de R$ 351 milhões dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para o Banco do Brasil no dia 26 de agosto, elevando o total encaminhado às instituições financeiras para R$ 4,518 bilhões, ou 97,54% dos R$ 4,632 bilhões previstos para a safra 2016. Dos repasses feitos até o momento, R$ 1,752 bilhão foram destinados para a linha de Estocagem; R$ 1 bilhão ao Financiamento para Aquisição de Café (FAC); R$ 890 milhões para Custeio; e R$ 876 milhões para as linhas de Capital de Giro, sendo R$ 400 milhões para Cooperativas de Produção, R$ 276 milhões para Torrefadoras e R$ 200 milhões às indústrias de Solúvel. Cooxupé – A colheita total de café na área de atuação da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), associada ao Conselho Nacional do Café (CNC), chegou a 90,88% em todos os municípios da abrangência, demonstrando avanço em relação aos trabalhos realizados até o mesmo período de 2015, quando 84,42% eram registrados. A informação foi emitida, ontem, pela entidade. No que diz respeito à colheita somente dos cooperados da Cooxupé, os trabalhos chegaram a 91,38%, também com evolução frente ao andamento do ano passado, quando os associados da cooperativa haviam realizado a cata de 85,03%. Por área de atuação, a Cooxupé informa que a colheita total chegou a 92,84% em São Paulo, 92,44% no Sul de Minas Gerais e a 86,68% no Cerrado Mineiro. Já os cooperados realizaram a cata, nessas mesmas áreas, de 93,60% (SP), 94,04% (Sul de MG) e 87,06% (Cerrado), respectivamente. (Com informações do CNC) SP: 7ª Grande Feira Casul reuniu produtores de toda região Casul 01/09/2016 A Cooperativa Agrária de Cafeicultores do Sul de São Paulo (Casul), sediada em Parapuã (SP), na região da Nova Alta Paulista, realizou, nos dias 18 e 19 de agosto, a 7ª Grande Feira Casul 56 Anos. O evento demonstrou novas tecnologias e ofereceu oportunidades de negócio para os cooperados junto aos fornecedores e parceiros. Segundo a Cooperativa, as expectativas foram alcançadas com o objetivo de um público aproximado de 3 mil pessoas. A Feira
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck ofereceu ao produtor rural, além de acesso rápido e direto às diversas empresas expositoras, a oportunidade de acompanhar palestras com especialistas conceituados, que mostraram novas tecnologias nas culturas mais cultivadas na região e as boas práticas agrícolas de qualidade, a fim de expandir mercados no agronegócio regional. A palestra mais esperada da Feira, com Marcelo Prado, foi um sucesso. Ele apresentou os desafios do agronegócio para administrar melhor uma propriedade rural. “Feira Casul, a cada ano, cada vez mais forte”, foi essa a conclusão dos organizadores. O evento aconteceu no Centro de Lazer “José Morales Agudo” (Clube da Casul), que fica na Rua Fortaleza, 1.240, em Parapuã. CEPEA: alta internacional impulsiona cotação do café arábica no Brasil Cepea/Esalq USP 01/09/2016 As altas nas cotações do café arábica no mercado internacional impulsionaram os preços da variedade no mercado doméstico na última semana. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, avançou 3,1% entre 24 e 31 de agosto, fechando a R$ 486,45/saca de 60 kg nessa quarta-feira, 31. A colheita da temporada 2016/17 se aproxima do final e produtores seguem concentrados nas entregas de lotes contratados. Segundo colaboradores do Cepea, a qualidade do arábica está em conformidade com o padrão contratado por exportadores. Já no mercado de robusta, a oferta reduzida mantém em patamar recorde os preços da variedade. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, caiu ligeiro 0,2% em sete dias, a R$ 422,11/saca de 60 kg nessa quarta. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br) EUA: mais de 25% das residências possuem máquinas de café em cápsulas Embrapa Café 01/09/2016 Lucas Tadeu Ferreira O Bureau de Inteligência Competitiva do Café, no seu Relatório Internacional de Tendências do Café do mês de agosto de 2016, traz várias análises da cafeicultura em nível mundial com destaque de assuntos e temas relevantes e atuais que sinalizam tendências para o Brasil. Essas análises fazem parte do projeto ‘Criação e Difusão de Inteligência Competitiva para Cafeicultura Brasileira' do Consórcio Pesquisa Café e visam principalmente monitorar, analisar e difundir informações e indicadores relevantes para a cafeicultura. Entre as análises e destaques, vale transcrever trecho
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck do Relatório que salienta que "os americanos têm consumido menos café, ao mesmo tempo em que gastam mais com o produto. Neste ano, espera-se redução no consumo da bebida nos Estados Unidos, passando de 24 milhões de sacas de 60kg para 23,7 milhões". E, mais ainda, que "(...) esta é a primeira queda registrada no consumo da bebida no país desde 2010, sendo diretamente relacionada à propagação das K-Cups no mercado. Isso porque a popularização das cápsulas fez com que muitos americanos abandonassem o café torrado e moído tradicional, passando a consumir monodoses. E, adicionalmente, o Bureau ressalta que a causa dessa pequena redução do consumo nos EUA se deve também ao fato de que "mais de um quarto das residências americanas possui máquinas de café em cápsulas". Complementando essas análises do consumo de café nos EUA, o Relatório Internacional de Tendências do Café (VOL. 5/Nº 07/30 AGOSTO 2016) menciona que o café extraído nas residências norte-americanas custa cerca de US$45 ao ano, enquanto que o adquirido em cafeterias chega a atingir o patamar de US$ 1.200 anuais. O resultado é que os consumidores só preparam a quantidade da bebida a ser consumida, reduzindo o desperdício de café. Em contraponto, o Bureau salienta que apesar dessa pequena redução do consumo da bebida no país, espera-se que em 2016 os americanos gastem em torno de US$ 13,6 bilhões na compra do produto, em comparação com US$ 12,8 bilhões, em 2015, e US$ 11,9 bilhões, em 2014. Outro ponto destacado pelo Relatório é que a Associação Brasileira da Indústria de Café - ABIC certificou a primeira marca de café em cápsulas no seu novo programa voltado para esse segmento. E, assim, salienta que o Brasil demonstra sinais de avanços importantes no segmento de café torrado e moído. Além disso, menciona que as empresas já consolidadas no mercado investem em novas tecnologias, marketing e novos produtos, o que tem provocado o ingresso de novos concorrentes no mercado interno. Para ilustrar esse caso, cita como exemplo o lançamento de um novo produto (e nova marca) de uma grande multinacional de refrigerantes que também passou a atuar no segmento café, como um fato relevante para incrementar o mercado nacional. Finalizando as análises das monodoses, destaca que as atenções da indústria estão também voltadas para viabilização de um mercado de cápsulas mais ecológico, à semelhança do que as companhias que lideram o setor na Europa e nos EUA vêm fazendo. O formato padrão das análises das tendências do café adotado pelo Bureau de Inteligência, nesta Edição de agosto de 2016, VOL. 5 – Nº 7, do Relatório Internacional de Tendências do Café, contempla quatro seções: PRODUÇÃO, INDÚSTRIA, CAFETERIAS e INSIGHTS. Na seção PRODUÇÃO, são destacadas análises e tendências de países produtores de café da América Central, América do Sul e África. Na seção INDÚSTRIA, são feitas análises de grandes empresas, inclusive multinacionais, que atuam no Brasil, União Européia, Estados Unidos e outros países. E, com relação a CAFETERIAS, o Relatório também destaca as grandes empresas que atuam nesses mercados globais, seus portfólios de produtos oferecidos e as novas tendências de mercado. Os INSIGHTS abordam de forma sucinta cada uma dessas seções apontadas, que valem a pena serem conferidas na íntegra. O Relatório Internacional de Tendências do Café do Bureau de Inteligência Competitiva do Café, da Universidade Federal de Lavras - UFLA, instituição fundadora do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, faz parte do projeto "Criação e Difusão de Inteligência Competitiva para Cafeicultura Brasileira", do Consórcio, o qual é financiado pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa. As edições do Relatório estão disponíveis no portal da UFLA e no Observatório do Café.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck FNC convida cooperativas a fazerem nova política de relacionamento na Colômbia CaféPoint 01/09/2016 As informações são da FNC/ Tradução por Juliana Santin Um chamado urgente para que seja desenvolvida conjuntamente uma nova política de relação entre a Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) da Colômbia e as cooperativas a favor do bem-estar e da rentabilidade dos cafeicultores foi feito pelo gerente geral da FNC, Roberto Vélez Vallejo, aos gerentes dessas. Esse chamado foi feito durante a instalação do Dialogo Cooperativo, encontro cujo lema é “o fortalecimento de nossos valores”, que reuniu mais de 180 líderes de 16 departamentos e cooperativas da Colômbia, englobando uma rede de 530 pontos de compra. Esse novo esquema, que se distancia do paternalismo, abre a porta a uma relação mais independente e mais coordenada, na qual as cooperativas que seguem trabalhando com a FNC o façam velando sempre pelos mais altos interesses dos próprios cafeicultores. “Tem que haver um novo relacionamento entre a FNC e as cooperativas. Haverá uma relação de pares. Temos que ter a inteligência – dada em parte pela experiência – para poder fazer uma nova política de relacionamento. Hoje, mais do que nunca, devemos trabalhar juntos pelo bem-estar do cafeicultor”. Após manifestar sua complacência pelo novo encontro e pela renovada capacidade de interlocução, Vélez recordou que, na última reunião, tinha feito um convite respeitoso para que todo o dinheiro de lucro das cooperativas se reintegrasse ao cafeicultor, cujo bem-estar é um fim comum para FNC e as cooperativas, como seus aliados estratégicos. “Hoje, as cooperativas e a FNC devem ser vistas como duas empresas independentes. Há um grupo de pessoas que querem trabalhar juntas pelo bem-estar dos cafeicultores. Temos que oferecer rentabilidade aos cafeicultores, dar a eles a oportunidade de sair à frente. Temos que ter sempre claro que estamos administrando o patrimônio dos cafeicultores e isso nos exige muito esforço”. Ele recordou que há bens supremos, estabelecidos, inclusive, no contrato de administração do Fundo Nacional de Café (FoNC), que a institucionalidade cafeeira não pode deixar de lado como Garantia de Compra, independentemente do novo tipo de relação que se estabeleça. Vallejo convidou as cooperativas a construir um modelo que responda às necessidades reais da indústria, mas também, baseado na ética, no bom governo e na gestão de risco. “Um modelo que no final construa valor para o cafeicultor e não destrua seu patrimônio”. Ele também anunciou que, para velar pelo patrimônio dos cafeicultores, será trabalhado com a Superintendência de Economia Solidária, entidade com as atribuições necessárias para que todo o acionar das cooperativas esteja de acordo com a ética, os valores, os requerimentos dos próprios cafeicultores colombianos. “Nos interessa manter uma aliança estratégica, pois a FNC hoje comercializa 25% do café da
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Colômbia”, para o qual a rede natural de compra são as cooperativas. O novo modelo de relacionamento é também uma forma de modernização para fortalecer o posicionamento do Café da Colômbia na indústria global, com desafios comuns, como mão de obra para colheita, mudança climática e mudança geracional. Honduras registra adiantamento de período para colheita de café Agnocafé 01/09/2016 Os efeitos das mudanças climáticas têm transformado os ciclos de safra do café em muitas regiões de Honduras. "Em algumas zonas o tempo em se estendido até junho, quando antes os ciclos de colheita terminavam em março ou maio. Em outros casos, o que tem se passado é que a safra se adianta até dois ou três meses. Por exemplo, em Lago de Yojoa, já há muitos produtores que estão colhendo e no passado isso não ocorria", manifestou Roger Fernándes, encarregado do departamento de exportação do Ihcafé (Instituto Hondurenho do Café). Entre as zonas mais afetadas por essa variação climática estão El Paraíso, Santa Bárbara e Copán. Fernández explicou que o Ihcafé está oferecendo assistência técnica aos produtores com o objetivo de que possam manter a qualidade do grão, mesmo com os efeitos da mudança climática em suas propriedades. "Hoje, técnicos em todo o país estão assessorando de forma permanente os cafeicultores, com a finalidade de manter a boa qualidade e a produtividade", indicou. Muitos produtores estão preocupados por não encontrarem mão-de-obra para poder efetuar a colheita no período exato e necessário. "Teremos sérios problemas, já que não temos colhedores. Por anos, os trabalhadores da colheita, durante os meses de junho, julho, agosto e setembro, se dedicam a realizar outros cultivos e quando começa a temporada de colheita do café, em outubro, regressam às lavouras do grão", indicou um produtor estabelecido em Santa Bárbara.