Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 05/05/2015
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CNC: Boletim Conjuntural do Mercado de Café - Abril de 2015
CNC – Assessoria Técnica
05/05/2015
- Diante da proximidade da colheita brasileira, futuros do café reagem timidamente ante a
desvalorização do dólar.
O mercado futuro do café arábica acumulou discreta valorização em abril, motivada principalmente
pela tendência de queda do dólar. A proximidade da colheita nacional e o aumento das especulações
devido à divulgação de estimativas internacionais sem embasamento de campo para a temporada
2015/16 do Brasil impediram maior reação dos preços futuros diante da recuperação do real ante a
divisa norte-americana.
As sucessivas divulgações de indicadores negativos relativos ao desempenho da economia dos
Estados Unidos levaram o dólar a perder força no mercado externo, tendência internalizada no Brasil.
A fraca criação de empregos, a queda na produção industrial norte-americana, registradas em março,
e a decepcionante expansão de apenas 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de
2015 reforçaram a percepção de que o início da subida dos juros dos EUA não será iminente,
acentuando a desvalorização do dólar em abril.
Outro fato que merece atenção, pois influencia o mercado cambial, é o movimento de recuperação no
preço do petróleo. Nos últimos 30 dias, o petróleo WTI apresentou valorização de aproximadamente
17%, sendo a commodity com maiores ganhos na Bolsa de Nova York. Essa tendência, em um
cenário de baixa probabilidade de elevação dos juros da economia norte-americana, cria um
ambiente favorável ao fortalecimento das moedas dos países exportadores de commodities, a
exemplo do real brasileiro.
Os fatores externos, mais o fluxo positivo de divisas no Brasil em abril e a melhora da confiança dos
investidores na economia nacional, frente às articulações para a consecução do ajuste fiscal,
resultaram na recuperação do real frente à moeda norte-americana. Assim, o dólar comercial
encerrou abril a R$ 3,0131, com queda de 5,6% no mês.
Em relação ao comportamento dos fundos que operam no mercado futuro e de opções de café
arábica da ICE Futures US, o saldo líquido de posições vendidas apresentou certa redução, mas
ainda se encontra elevado na comparação com o histórico dos últimos doze meses, dificultando uma
maior reação dos preços futuros do arábica.
O vencimento julho do Contrato C da Bolsa de Nova York acumulou discreta alta de 135 pontos,
sendo cotado a US$ 1,3745 por libra-peso no último dia de abril. A cotação média mensal, de US$
1,4, foi 29,6% inferior à do mesmo período de 2014. Os estoques certificados de café arábica da ICE
Futures US apresentaram redução de 48.513 sacas, encerrando o mês em 2,26 milhões de sacas. O
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volume estocado encontra-se em patamar 12% inferior ao observado no mesmo período do ano
anterior, de 2,57 milhões de sacas.
O mercado futuro da variedade robusta também encerrou o mês com pequena variação positiva. O
vencimento julho/2015 negociado na ICE Futures Europe acumulou alta de US$ 34, sendo cotado a
US$ 1.792 por tonelada no último dia de abril. A cotação média mensal, de US$ 1.812/t, foi 14,5%
inferior à de abril de 2014. Os estoques certificados de conilon monitorados pela Bolsa mantiveram a
tendência de alta e atingiram aproximadamente 2,33 milhões de sacas em abril, volume
aproximadamente dez vezes superior ao contabilizado no mesmo período do ano passado.
No mercado físico brasileiro, os preços do café encerraram abril acumulando queda. Os indicadores
do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e
conilon foram cotados, no final do mês, a R$ 435,70/saca e a R$ 294,19/saca, com perdas de,
respectivamente, 1,9% e 2,8% no mês. Segundo o Cepea, a queda mais acentuada nos preços do
café conilon se deveu à entrada no mercado de lotes da safra 2015/16. Levantamento realizado pela
instituição indicou que, em meados de abril, ainda restavam cerca de 20% dos grãos da safra
2014/15 capixaba para serem negociados. Esse café apresenta qualidade superior à dos primeiros
lotes da nova safra, que foi prejudicada pela estiagem. Em Rondônia, praticamente todo o volume
colhido no ano anterior já foi comercializado e a nova safra (2015/16) tem sido prejudicada por
chuvas e elevado número de grãos verdes nos pés.
Em relação à variedade arábica, as pesquisas realizadas em abril pelo Cepea indicaram ritmo lento
nas negociações para entrega futura da safra 2015/16, com valores variando entre R$ 460,00 e R$
550,00 por saca nos contratos firmados para realização em setembro e outubro de 2015. Em meados
de abril, apenas no Cerrado Mineiro, na Zona da Mata de Minas e na Mogiana Paulista o porcentual
comercializado do volume a ser colhido em 2015 superava os 10%. No mesmo período do ano
anterior, a comercialização ultrapassava os 30% em muitas praças, devido à forte valorização dos
preços observada no primeiro trimestre de 2014 (* Material elaborado pela assessoria técnica do
CNC).
MDIC: Brasil embarca 2,815 milhões de sacas de café em abril
Agência Estado
05/05/2015
Tomas Okuda
A exportação brasileira de café em abril passado (20 dias úteis) alcançou 2,815 milhões de sacas de
60 kg, o que corresponde uma queda de 1,7% em relação ao mesmo mês do ano passado (2,864
milhões de sacas). Em termos de receita cambial, houve diminuição de 6,4% no período, para US$
468,8 milhões em comparação com US$ 500,8 milhões em abril de 2014. Os dados foram divulgados
há pouco pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior (MDIC).
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Quando comparada com o mês anterior, a exportação de café em abril apresenta redução de 1,6%
em termos de volume, pois em março passado o País embarcou 2,860 milhões de sacas. A receita
cambial foi 9,8% menor, considerando faturamento de US$ 519,7 milhões em março.
No acumulado dos quatro primeiros meses de 2015, houve aumento de 25,9% na receita cambial
com exportação de café em grão. O Brasil faturou US$ 2,029 bilhões em comparação com US$ 1,612
bilhão no mesmo período de 2014. O volume embarcado avançou 11,8%, de 9,411 milhões de sacas
para 10,520 milhões de sacas entre janeiro e abril deste ano.
Café: colheita da safra 2015 do Paraná alcança índice de 2%, aponta Deral
Agência SAFRAS
05/05/2015
Fábio Rübenich
O Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Agricultura e
Abastecimento do Estado do Paraná, acompanha a colheita da safra 2015 de
café. Segundo levantamento semanal do Deral, o índice de produção de café já
colhido no estado alcançava 2% até 04 de maio.
As lavouras de café paranaenses estão com condições consideradas boas em maioria, com um
índice de 87%, e as demais 13% estão com condições consideradas médias. Um índice de 52% das
lavouras está na fase de maturação, pronta para ser colhida, e 48% ainda estão formando frutos, em
frutificação.
O Deral indica que serão colhidas 61.857 toneladas (1,03 milhão sacas de 60 quilos) de café em
2015, com elevação de cerca de 83% em comparação à safra anterior, em uma área de 42.455
hectares (crescimento de 27%). A produtividade dos cafezais está estimada em 1.457 quilos de por
hectare cultivado, 45% a mais que em 2014 (1.008 quilos por hectare).
Associação lança Novo Código de Conduta 4C
Ascom 4C Association
05/05/2015
Verónica Pérez
Hoje a Associação 4C lançou seu novo
Código de Conduta, o parâmetro de
sustentabilidade de padrão de entrada
para o setor cafeeiro. Concebido para
atender as necessidades dos produtores,
o Código novo está preparado para
tornar-se uma ferramenta de primeira
linha idealizada para gerar um impacto
positivo sobre um número de
comunidades de produção de café
crescente, possibilitando-lhes a dar o primeiro passo em direção da sustentabilidade.
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O Código de Conduta anterior 4C já está sendo usado por mais de 415.000 produtores e 1.1 milhão
de trabalhadores em 24 países produtores. Em 2014, foram produzidos 41 milhões de sacas de Café
Conforme 4C, quase 29% da produção mundial de café. Com o Código novo, a ambição é expandir
ainda mais esta abrangência, atingindo todos os produtores de café ao redor do mundo com os
critérios de nível básico de sustentabilidade.
Para tanto, o Código novo está focado em fortalecer sua natureza inclusiva e de padrão de entrada,
melhorando sua aplicabilidade na prática e aumentando sua clareza e consistência. Os produtores
que trabalharem com o Código novo beneficiar-se-ão com:
Ênfase da Agricultura como um Negócio – O Código novo auxilia os produtores a fazer melhores
negócios com suas produções de café através da aplicação de princípios de rentabilidade e
produtividade (A Agricultura como um negócio), e, também, dando ênfase aos registros de despesas
e receitas. Isto proporcionará que os produtores tenham um melhor entendimento econômico para
que possam trabalhar rumo à melhoria de seus sustentos.
Mudanças para orientar melhor os pequenos produtores – A organização do Código mudou;
agora, começa com foco na dimensão econômica, para identificar o que é mais importante para os
produtores. Faz, também, menções específicas aos pequenos produtores para torná-lo mais
relevante para a maioria dos produtores e melhorar o entendimento em geral.
Uma abordagem melhorada sobre pesticidas – A nova Lista de Pesticidas está totalmente
alinhada com as listas de outros padrões de sustentabilidade, e foca nos pesticidas que são
relevantes para os produtores de café e por eles utilizados. O Código novo assegura que pelo menos
um nível mínimo de proteção individual esteja disponível para quando os pesticidas forem
manipulados, e aumenta o conhecimento interno sobre o uso de pesticidas e orientação sobre o
sistema de manejo integrado de pragas (MIP) nas Unidades de nível 4C.
Fusão e maior concentração de documentos e requisitos explícitos – Anteriormente, os
requisitos aplicáveis às unidades 4C espalhavam-se em documentos diferentes. Agora, estão todos
disponíveis no Código. Houve uma melhoria na terminologia para aumentar a transparência sobre o
que está sendo proposto.
O Código revisado é o resultado de uma minuciosa consulta ao redor do mundo e de um processo de
revisão de mais de um ano. Este processo envolveu mais de 240 organizações em 15 países, como
produtores de café, comerciantes, indústria, sociedade civil, governo, academia, instituições de
pesquisa, e de verificação. Além das consultas formais, a Associação 4C reuniu, durante os últimos
cinco anos, experiências das Unidades 4C, das verificadoras e avaliadoras externas a respeito da
aplicabilidade do Código. Este extenso retorno permitiu a Associação 4C identificar e reconhecer os
desafios enfrentados pelos produtores, especialmente pelos pequenos produtores, e iniciar o
processo de revisão com o objetivo claro de desenhar um Código de Conduta de padrão de entrada
verdadeiramente impactante.
“O Código revisado é o resultado do depoimento de centenas das partes interessadas. O foco era
olhar para o que estava acontecendo na prática, ouvir as vozes dos produtores de café e descobrir
formas de ajudá-los a superar os desafios que eles enfrentam. Estamos confiantes de que o novo
Código possibilitará que mais produtores reúnam-se e deem os primeiros passos rumo às suas
jornadas de sustentabilidade.” declara John Schluter, Presidente do Comitê Técnico da Associação
4C, organização de governança responsável pela supervisão do processo de revisão.
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As Unidades 4C podem começar a usar a nova versão do Código (v2.0) a partir de 1º de julho de
2015. A versão anterior v1.3 permanecerá, paralelamente, válida até 30 de junho de 2016. Portanto,
as Unidades 4C que forem verificadas a partir de 1º de julho de 2015 poderão optar por implementar
a nova versão v2.0 e serem verificadas de acordo com ela, ou continuar com a versão atual v1.3, pois
haverá um um período de transição de um ano. A partir de 1º de julho de 2016, a versão 2.0 será
obrigatória, com todos os seus requisitos aplicáveis, para todas as Unidades 4C.
Para saber mais sobre o processo de revisão e sobre as mudanças no Código, você poderá ler o
documento “Resumo das Principais Mudanças” acessando http://goo.gl/MHjGam.
Para baixar o novo Código de Conduta, acesse http://goo.gl/5aYNqI.
Agronegócio: saldo da balança comercial de São Paulo é de US$ 2,47 bilhões
IEA - Assessoria de Imprensa
05/05/2015
Nara Guimarães
As exportações do estado de São Paulo, no primeiro trimestre de 2015, somaram US$10,74 bilhões
(25,1% do total nacional) e as importações, US$17,52 bilhões (36,3% do total nacional), registrando
déficit de US$6,78 bilhões. Em relação ao primeiro trimestre do ano de 2014, o valor das exportações
paulistas caiu 7,7%, e o das importações 14,8%, reduzindo em 24,0% o déficit comercial, informa o
Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de
São Paulo.
O agronegócio paulista apresentou exportações decrescentes (-8,9%), atingindo US$3,91 bilhões. As
importações setoriais também diminuíram (-7,7%), somando US$1,44 bilhão, e o saldo, de US$2,47
bilhões, foi 9,5% menor que o do primeiro trimestre do ano de 2014. Mesmo assim, “o comércio
exterior paulista seria mais deficitário não fosse o desempenho do agronegócio estadual”, afirma José
Roberto Vicente, pesquisador do IEA. Os cinco principais grupos exportados no início de 2015 foram:
complexo sucroalcooleiro (US$1,37 bilhão); sucos (US$561,39 milhões, dos quais 99,2% referentes a
sucos de laranja); carnes (US$500,69 milhões, em que a carne bovina respondeu por 79,6%);
produtos florestais (US$400,18 milhões) e complexo soja (US$218,95 milhões). Esses cinco
agregados representaram 78,1% das vendas externas setoriais paulistas. A participação das
exportações do agronegócio paulista no total do estado diminuiu 0,5%, enquanto a participação das
importações aumentou 0,6%, no período analisado.
A balança comercial brasileira registrou déficit de US$5,55 bilhões no primeiro trimestre de 2015, com
exportações de US$42,78 bilhões e importações de US$48,33 bilhões. Ocorreram decréscimos no
déficit comercial (-8,7%), nas exportações (-13,7%) e nas importações (-13,2%). Os cinco principais
grupos do agronegócio brasileiro nas exportações foram: complexo soja (US$4,05 bilhões), carnes
(US$3,27 bilhões), produtos florestais (US$2,45 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$2,18 bilhões)
e café (US$1,70 bilhão). Esses cinco agregados responderam por 74,1% das vendas externas do
agronegócio nacional.
A participação do agronegócio paulista no agronegócio nacional, no primeiro trimestre de 2015,
destacou-se nos grupos de sucos (91,4%), produtos alimentícios diversos (73,1%), complexo
sucroalcooleiro (62,9%), plantas vivas e produtos de floricultura (53,5%), demais produtos de origem
vegetal (49,3%), demais produtos de origem animal (42,3%), rações para animais (41,7%), lácteos
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(34,0%), produtos oleaginosos (29,5%), produtos apícolas (25,9%) e bebidas (25,8%).
Para ler o artigo na íntegra e consultar as tabelas e gráficos, acesse http://goo.gl/Axj7SE.
IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil recebe mais de 250 trabalhos técnico-científicos
Embrapa Café
05/05/15
Flávia Bessa
Pesquisadores e estudantes das principais instituições de pesquisa e
ensino que estudam a cultura cafeeira irão apresentar resultados de
pesquisas durante o IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil. São
256 trabalhos técnico-científicos relacionados aos seguintes focos
temáticos: agregação de qualidade ao café; agroclimatologia e fisiologia;
aperfeiçoamento dos processos industriais e novos produtos à base de
café; aprimoramento dos sistemas de cultivo; benefícios do café à saúde
humana; desenvolvimento econômico e social das regiões produtoras de
café; genética, melhoramento e biotecnologia; manejo de pragas e
doenças dos cafeeiros; mecanização do cultivo e da colheita do café em
áreas planas e de montanhas; melhoria dos processos de colheita e pós-
colheita; transferência de tecnologia e comunicação; e uso racional de
água na cafeicultura.
Para o gerente-geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, é tradição, a cada dois anos, a realização
do evento e as instituições participantes do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa
Café, sempre prestigiam e dão apoio. "O Consórcio - cuja essência é a própria da parceria entre as
instituições consorciadas de pesquisa, ensino e extensão – estará bem representado nesta edição do
Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil. Praticamente todas elas enviaram resultados de seus
estudos, fortalecendo o arranjo institucional do Consórcio e a cafeicultura brasileira".
O objetivo principal do evento é apresentar resultados das pesquisas realizadas no âmbito do
Consórcio Pesquisa Café e ainda promover ampla discussão da comunidade científica com os
diversos setores da cadeia produtiva do café para garantir aumento da competitividade, melhoria da
qualidade do produto e sustentabilidade do setor. "É uma oportunidade de promovermos amplo
diálogo da comunidade científica com o setor produtivo e também de avaliarmos as pesquisas e as
tecnologias que vêm sendo desenvolvidas pelo Consórcio, em sintonia com as demandas do
agronegócio café", completa Bartholo.
As inscrições para todos os participantes do evento são gratuitas e darão acesso total ao evento:
coquetel de abertura, palestras, mesas-redondas e painéis de discussão. Para se inscrever, acesse o
site do evento (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br).
Sobre o evento – Os Simpósios de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizados pelo Consórcio
Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, fazem parte da agenda nacional de desenvolvimento
científico e tecnológico. Desde 2000, foram realizadas oito edições do evento.
Esta IX edição será realizada no Centro de Convenções de Curitiba, no Paraná, de 24 a 26 de junho
e conta com o Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR como anfitrião e apoio do Instituto
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Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural -Emater-PR. São esperados aproximadamente
1000 participantes entre os diversos representantes dos setores que compõem o agronegócio café:
pesquisadores, técnicos da extensão rural, professores, estudantes universitários, lideranças dos
diversos segmentos da cafeicultura, produtores de café, empresários do setor, imprensa
especializada e demais interessados nos avanços da ciência e da tecnologia cafeeira.
Consórcio Pesquisa Café – Criado em 1997, congrega instituições de pesquisa, ensino e extensão
localizadas nas principais regiões produtoras do País. O modelo de gestão do Consórcio incentiva a
interação das instituições e a otimização de recursos humanos, financeiros e materiais. As
instituições fundadoras são: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola -EBDA, Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
-Epamig, Instituto Agronômico - IAC, Instituto Agronômico do Paraná - Iapar, Instituto Capixaba de
Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento - Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro - Pesagro-
Rio, Universidade Federal de Lavras - Ufla e Universidade Federal de Viçosa - UFV.
Mais informações do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil pelo site
http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br.
Exportações de café do Vietnã podem atingir até 120 mil t em maio, diz mercado
© Thomson Reuters
05/05/2015
Reportagem de Ho Binh Minh
Reuters - O Vietnã, maior produtor de café robusta do mundo, pode exportar entre 100 mil e 120 mil
toneladas de café (1,67-2,0 milhões de sacas) em maio, contra um volume estimado de 120 mil
toneladas da exportação do mês passado, disseram operadores nesta terça-feira.
"O volume mensal não poderá ser inferior, dada a demanda mundial de café vietnamita", disse um
operador em Ho Chi Minh City.
As exportações de café da nação asiática em abril caíram 40,4 por cento ante um ano atrás, para 120
mil toneladas, em linha com as expectativas do mercado.
O Vietnã exportou 137,5 mil toneladas de café em maio de 2014, segundo dados alfandegários.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 05/05/2015 Acesse: www.cncafe.com.br CNC: Boletim Conjuntural do Mercado de Café - Abril de 2015 CNC – Assessoria Técnica 05/05/2015 - Diante da proximidade da colheita brasileira, futuros do café reagem timidamente ante a desvalorização do dólar. O mercado futuro do café arábica acumulou discreta valorização em abril, motivada principalmente pela tendência de queda do dólar. A proximidade da colheita nacional e o aumento das especulações devido à divulgação de estimativas internacionais sem embasamento de campo para a temporada 2015/16 do Brasil impediram maior reação dos preços futuros diante da recuperação do real ante a divisa norte-americana. As sucessivas divulgações de indicadores negativos relativos ao desempenho da economia dos Estados Unidos levaram o dólar a perder força no mercado externo, tendência internalizada no Brasil. A fraca criação de empregos, a queda na produção industrial norte-americana, registradas em março, e a decepcionante expansão de apenas 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2015 reforçaram a percepção de que o início da subida dos juros dos EUA não será iminente, acentuando a desvalorização do dólar em abril. Outro fato que merece atenção, pois influencia o mercado cambial, é o movimento de recuperação no preço do petróleo. Nos últimos 30 dias, o petróleo WTI apresentou valorização de aproximadamente 17%, sendo a commodity com maiores ganhos na Bolsa de Nova York. Essa tendência, em um cenário de baixa probabilidade de elevação dos juros da economia norte-americana, cria um ambiente favorável ao fortalecimento das moedas dos países exportadores de commodities, a exemplo do real brasileiro. Os fatores externos, mais o fluxo positivo de divisas no Brasil em abril e a melhora da confiança dos investidores na economia nacional, frente às articulações para a consecução do ajuste fiscal, resultaram na recuperação do real frente à moeda norte-americana. Assim, o dólar comercial encerrou abril a R$ 3,0131, com queda de 5,6% no mês. Em relação ao comportamento dos fundos que operam no mercado futuro e de opções de café arábica da ICE Futures US, o saldo líquido de posições vendidas apresentou certa redução, mas ainda se encontra elevado na comparação com o histórico dos últimos doze meses, dificultando uma maior reação dos preços futuros do arábica. O vencimento julho do Contrato C da Bolsa de Nova York acumulou discreta alta de 135 pontos, sendo cotado a US$ 1,3745 por libra-peso no último dia de abril. A cotação média mensal, de US$ 1,4, foi 29,6% inferior à do mesmo período de 2014. Os estoques certificados de café arábica da ICE Futures US apresentaram redução de 48.513 sacas, encerrando o mês em 2,26 milhões de sacas. O
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck volume estocado encontra-se em patamar 12% inferior ao observado no mesmo período do ano anterior, de 2,57 milhões de sacas. O mercado futuro da variedade robusta também encerrou o mês com pequena variação positiva. O vencimento julho/2015 negociado na ICE Futures Europe acumulou alta de US$ 34, sendo cotado a US$ 1.792 por tonelada no último dia de abril. A cotação média mensal, de US$ 1.812/t, foi 14,5% inferior à de abril de 2014. Os estoques certificados de conilon monitorados pela Bolsa mantiveram a tendência de alta e atingiram aproximadamente 2,33 milhões de sacas em abril, volume aproximadamente dez vezes superior ao contabilizado no mesmo período do ano passado. No mercado físico brasileiro, os preços do café encerraram abril acumulando queda. Os indicadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon foram cotados, no final do mês, a R$ 435,70/saca e a R$ 294,19/saca, com perdas de, respectivamente, 1,9% e 2,8% no mês. Segundo o Cepea, a queda mais acentuada nos preços do café conilon se deveu à entrada no mercado de lotes da safra 2015/16. Levantamento realizado pela instituição indicou que, em meados de abril, ainda restavam cerca de 20% dos grãos da safra 2014/15 capixaba para serem negociados. Esse café apresenta qualidade superior à dos primeiros lotes da nova safra, que foi prejudicada pela estiagem. Em Rondônia, praticamente todo o volume colhido no ano anterior já foi comercializado e a nova safra (2015/16) tem sido prejudicada por chuvas e elevado número de grãos verdes nos pés. Em relação à variedade arábica, as pesquisas realizadas em abril pelo Cepea indicaram ritmo lento nas negociações para entrega futura da safra 2015/16, com valores variando entre R$ 460,00 e R$ 550,00 por saca nos contratos firmados para realização em setembro e outubro de 2015. Em meados de abril, apenas no Cerrado Mineiro, na Zona da Mata de Minas e na Mogiana Paulista o porcentual comercializado do volume a ser colhido em 2015 superava os 10%. No mesmo período do ano anterior, a comercialização ultrapassava os 30% em muitas praças, devido à forte valorização dos preços observada no primeiro trimestre de 2014 (* Material elaborado pela assessoria técnica do CNC). MDIC: Brasil embarca 2,815 milhões de sacas de café em abril Agência Estado 05/05/2015 Tomas Okuda A exportação brasileira de café em abril passado (20 dias úteis) alcançou 2,815 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde uma queda de 1,7% em relação ao mesmo mês do ano passado (2,864 milhões de sacas). Em termos de receita cambial, houve diminuição de 6,4% no período, para US$ 468,8 milhões em comparação com US$ 500,8 milhões em abril de 2014. Os dados foram divulgados há pouco pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Quando comparada com o mês anterior, a exportação de café em abril apresenta redução de 1,6% em termos de volume, pois em março passado o País embarcou 2,860 milhões de sacas. A receita cambial foi 9,8% menor, considerando faturamento de US$ 519,7 milhões em março. No acumulado dos quatro primeiros meses de 2015, houve aumento de 25,9% na receita cambial com exportação de café em grão. O Brasil faturou US$ 2,029 bilhões em comparação com US$ 1,612 bilhão no mesmo período de 2014. O volume embarcado avançou 11,8%, de 9,411 milhões de sacas para 10,520 milhões de sacas entre janeiro e abril deste ano. Café: colheita da safra 2015 do Paraná alcança índice de 2%, aponta Deral Agência SAFRAS 05/05/2015 Fábio Rübenich O Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, acompanha a colheita da safra 2015 de café. Segundo levantamento semanal do Deral, o índice de produção de café já colhido no estado alcançava 2% até 04 de maio. As lavouras de café paranaenses estão com condições consideradas boas em maioria, com um índice de 87%, e as demais 13% estão com condições consideradas médias. Um índice de 52% das lavouras está na fase de maturação, pronta para ser colhida, e 48% ainda estão formando frutos, em frutificação. O Deral indica que serão colhidas 61.857 toneladas (1,03 milhão sacas de 60 quilos) de café em 2015, com elevação de cerca de 83% em comparação à safra anterior, em uma área de 42.455 hectares (crescimento de 27%). A produtividade dos cafezais está estimada em 1.457 quilos de por hectare cultivado, 45% a mais que em 2014 (1.008 quilos por hectare). Associação lança Novo Código de Conduta 4C Ascom 4C Association 05/05/2015 Verónica Pérez Hoje a Associação 4C lançou seu novo Código de Conduta, o parâmetro de sustentabilidade de padrão de entrada para o setor cafeeiro. Concebido para atender as necessidades dos produtores, o Código novo está preparado para tornar-se uma ferramenta de primeira linha idealizada para gerar um impacto positivo sobre um número de comunidades de produção de café crescente, possibilitando-lhes a dar o primeiro passo em direção da sustentabilidade.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck O Código de Conduta anterior 4C já está sendo usado por mais de 415.000 produtores e 1.1 milhão de trabalhadores em 24 países produtores. Em 2014, foram produzidos 41 milhões de sacas de Café Conforme 4C, quase 29% da produção mundial de café. Com o Código novo, a ambição é expandir ainda mais esta abrangência, atingindo todos os produtores de café ao redor do mundo com os critérios de nível básico de sustentabilidade. Para tanto, o Código novo está focado em fortalecer sua natureza inclusiva e de padrão de entrada, melhorando sua aplicabilidade na prática e aumentando sua clareza e consistência. Os produtores que trabalharem com o Código novo beneficiar-se-ão com: Ênfase da Agricultura como um Negócio – O Código novo auxilia os produtores a fazer melhores negócios com suas produções de café através da aplicação de princípios de rentabilidade e produtividade (A Agricultura como um negócio), e, também, dando ênfase aos registros de despesas e receitas. Isto proporcionará que os produtores tenham um melhor entendimento econômico para que possam trabalhar rumo à melhoria de seus sustentos. Mudanças para orientar melhor os pequenos produtores – A organização do Código mudou; agora, começa com foco na dimensão econômica, para identificar o que é mais importante para os produtores. Faz, também, menções específicas aos pequenos produtores para torná-lo mais relevante para a maioria dos produtores e melhorar o entendimento em geral. Uma abordagem melhorada sobre pesticidas – A nova Lista de Pesticidas está totalmente alinhada com as listas de outros padrões de sustentabilidade, e foca nos pesticidas que são relevantes para os produtores de café e por eles utilizados. O Código novo assegura que pelo menos um nível mínimo de proteção individual esteja disponível para quando os pesticidas forem manipulados, e aumenta o conhecimento interno sobre o uso de pesticidas e orientação sobre o sistema de manejo integrado de pragas (MIP) nas Unidades de nível 4C. Fusão e maior concentração de documentos e requisitos explícitos – Anteriormente, os requisitos aplicáveis às unidades 4C espalhavam-se em documentos diferentes. Agora, estão todos disponíveis no Código. Houve uma melhoria na terminologia para aumentar a transparência sobre o que está sendo proposto. O Código revisado é o resultado de uma minuciosa consulta ao redor do mundo e de um processo de revisão de mais de um ano. Este processo envolveu mais de 240 organizações em 15 países, como produtores de café, comerciantes, indústria, sociedade civil, governo, academia, instituições de pesquisa, e de verificação. Além das consultas formais, a Associação 4C reuniu, durante os últimos cinco anos, experiências das Unidades 4C, das verificadoras e avaliadoras externas a respeito da aplicabilidade do Código. Este extenso retorno permitiu a Associação 4C identificar e reconhecer os desafios enfrentados pelos produtores, especialmente pelos pequenos produtores, e iniciar o processo de revisão com o objetivo claro de desenhar um Código de Conduta de padrão de entrada verdadeiramente impactante. “O Código revisado é o resultado do depoimento de centenas das partes interessadas. O foco era olhar para o que estava acontecendo na prática, ouvir as vozes dos produtores de café e descobrir formas de ajudá-los a superar os desafios que eles enfrentam. Estamos confiantes de que o novo Código possibilitará que mais produtores reúnam-se e deem os primeiros passos rumo às suas jornadas de sustentabilidade.” declara John Schluter, Presidente do Comitê Técnico da Associação 4C, organização de governança responsável pela supervisão do processo de revisão.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck As Unidades 4C podem começar a usar a nova versão do Código (v2.0) a partir de 1º de julho de 2015. A versão anterior v1.3 permanecerá, paralelamente, válida até 30 de junho de 2016. Portanto, as Unidades 4C que forem verificadas a partir de 1º de julho de 2015 poderão optar por implementar a nova versão v2.0 e serem verificadas de acordo com ela, ou continuar com a versão atual v1.3, pois haverá um um período de transição de um ano. A partir de 1º de julho de 2016, a versão 2.0 será obrigatória, com todos os seus requisitos aplicáveis, para todas as Unidades 4C. Para saber mais sobre o processo de revisão e sobre as mudanças no Código, você poderá ler o documento “Resumo das Principais Mudanças” acessando http://goo.gl/MHjGam. Para baixar o novo Código de Conduta, acesse http://goo.gl/5aYNqI. Agronegócio: saldo da balança comercial de São Paulo é de US$ 2,47 bilhões IEA - Assessoria de Imprensa 05/05/2015 Nara Guimarães As exportações do estado de São Paulo, no primeiro trimestre de 2015, somaram US$10,74 bilhões (25,1% do total nacional) e as importações, US$17,52 bilhões (36,3% do total nacional), registrando déficit de US$6,78 bilhões. Em relação ao primeiro trimestre do ano de 2014, o valor das exportações paulistas caiu 7,7%, e o das importações 14,8%, reduzindo em 24,0% o déficit comercial, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O agronegócio paulista apresentou exportações decrescentes (-8,9%), atingindo US$3,91 bilhões. As importações setoriais também diminuíram (-7,7%), somando US$1,44 bilhão, e o saldo, de US$2,47 bilhões, foi 9,5% menor que o do primeiro trimestre do ano de 2014. Mesmo assim, “o comércio exterior paulista seria mais deficitário não fosse o desempenho do agronegócio estadual”, afirma José Roberto Vicente, pesquisador do IEA. Os cinco principais grupos exportados no início de 2015 foram: complexo sucroalcooleiro (US$1,37 bilhão); sucos (US$561,39 milhões, dos quais 99,2% referentes a sucos de laranja); carnes (US$500,69 milhões, em que a carne bovina respondeu por 79,6%); produtos florestais (US$400,18 milhões) e complexo soja (US$218,95 milhões). Esses cinco agregados representaram 78,1% das vendas externas setoriais paulistas. A participação das exportações do agronegócio paulista no total do estado diminuiu 0,5%, enquanto a participação das importações aumentou 0,6%, no período analisado. A balança comercial brasileira registrou déficit de US$5,55 bilhões no primeiro trimestre de 2015, com exportações de US$42,78 bilhões e importações de US$48,33 bilhões. Ocorreram decréscimos no déficit comercial (-8,7%), nas exportações (-13,7%) e nas importações (-13,2%). Os cinco principais grupos do agronegócio brasileiro nas exportações foram: complexo soja (US$4,05 bilhões), carnes (US$3,27 bilhões), produtos florestais (US$2,45 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$2,18 bilhões) e café (US$1,70 bilhão). Esses cinco agregados responderam por 74,1% das vendas externas do agronegócio nacional. A participação do agronegócio paulista no agronegócio nacional, no primeiro trimestre de 2015, destacou-se nos grupos de sucos (91,4%), produtos alimentícios diversos (73,1%), complexo sucroalcooleiro (62,9%), plantas vivas e produtos de floricultura (53,5%), demais produtos de origem vegetal (49,3%), demais produtos de origem animal (42,3%), rações para animais (41,7%), lácteos
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck (34,0%), produtos oleaginosos (29,5%), produtos apícolas (25,9%) e bebidas (25,8%). Para ler o artigo na íntegra e consultar as tabelas e gráficos, acesse http://goo.gl/Axj7SE. IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil recebe mais de 250 trabalhos técnico-científicos Embrapa Café 05/05/15 Flávia Bessa Pesquisadores e estudantes das principais instituições de pesquisa e ensino que estudam a cultura cafeeira irão apresentar resultados de pesquisas durante o IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil. São 256 trabalhos técnico-científicos relacionados aos seguintes focos temáticos: agregação de qualidade ao café; agroclimatologia e fisiologia; aperfeiçoamento dos processos industriais e novos produtos à base de café; aprimoramento dos sistemas de cultivo; benefícios do café à saúde humana; desenvolvimento econômico e social das regiões produtoras de café; genética, melhoramento e biotecnologia; manejo de pragas e doenças dos cafeeiros; mecanização do cultivo e da colheita do café em áreas planas e de montanhas; melhoria dos processos de colheita e pós- colheita; transferência de tecnologia e comunicação; e uso racional de água na cafeicultura. Para o gerente-geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, é tradição, a cada dois anos, a realização do evento e as instituições participantes do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, sempre prestigiam e dão apoio. "O Consórcio - cuja essência é a própria da parceria entre as instituições consorciadas de pesquisa, ensino e extensão – estará bem representado nesta edição do Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil. Praticamente todas elas enviaram resultados de seus estudos, fortalecendo o arranjo institucional do Consórcio e a cafeicultura brasileira". O objetivo principal do evento é apresentar resultados das pesquisas realizadas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café e ainda promover ampla discussão da comunidade científica com os diversos setores da cadeia produtiva do café para garantir aumento da competitividade, melhoria da qualidade do produto e sustentabilidade do setor. "É uma oportunidade de promovermos amplo diálogo da comunidade científica com o setor produtivo e também de avaliarmos as pesquisas e as tecnologias que vêm sendo desenvolvidas pelo Consórcio, em sintonia com as demandas do agronegócio café", completa Bartholo. As inscrições para todos os participantes do evento são gratuitas e darão acesso total ao evento: coquetel de abertura, palestras, mesas-redondas e painéis de discussão. Para se inscrever, acesse o site do evento (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br). Sobre o evento – Os Simpósios de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizados pelo Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, fazem parte da agenda nacional de desenvolvimento científico e tecnológico. Desde 2000, foram realizadas oito edições do evento. Esta IX edição será realizada no Centro de Convenções de Curitiba, no Paraná, de 24 a 26 de junho e conta com o Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR como anfitrião e apoio do Instituto
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural -Emater-PR. São esperados aproximadamente 1000 participantes entre os diversos representantes dos setores que compõem o agronegócio café: pesquisadores, técnicos da extensão rural, professores, estudantes universitários, lideranças dos diversos segmentos da cafeicultura, produtores de café, empresários do setor, imprensa especializada e demais interessados nos avanços da ciência e da tecnologia cafeeira. Consórcio Pesquisa Café – Criado em 1997, congrega instituições de pesquisa, ensino e extensão localizadas nas principais regiões produtoras do País. O modelo de gestão do Consórcio incentiva a interação das instituições e a otimização de recursos humanos, financeiros e materiais. As instituições fundadoras são: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola -EBDA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais -Epamig, Instituto Agronômico - IAC, Instituto Agronômico do Paraná - Iapar, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro - Pesagro- Rio, Universidade Federal de Lavras - Ufla e Universidade Federal de Viçosa - UFV. Mais informações do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil pelo site http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br. Exportações de café do Vietnã podem atingir até 120 mil t em maio, diz mercado © Thomson Reuters 05/05/2015 Reportagem de Ho Binh Minh Reuters - O Vietnã, maior produtor de café robusta do mundo, pode exportar entre 100 mil e 120 mil toneladas de café (1,67-2,0 milhões de sacas) em maio, contra um volume estimado de 120 mil toneladas da exportação do mês passado, disseram operadores nesta terça-feira. "O volume mensal não poderá ser inferior, dada a demanda mundial de café vietnamita", disse um operador em Ho Chi Minh City. As exportações de café da nação asiática em abril caíram 40,4 por cento ante um ano atrás, para 120 mil toneladas, em linha com as expectativas do mercado. O Vietnã exportou 137,5 mil toneladas de café em maio de 2014, segundo dados alfandegários.