UMC
Universidade de
Mogi das cruzes
Jonathan Cardoso
CIRURGIAS DO PERIAPICE
APICETOMIA( com obturação retrograda ou sem obturação retrograda)
INDICAÇÕES:
 pericementite aguda = causada por trauma na movimentação, trauma oclusal,
produtos químicos que lesarão a área, etc... Faz esta quando depois do tratamento
conservador não houve efeito.
 Dilaceração apical com dificuldade de selamento = ocorre contaminação ou não há
descontaminação completa de todo canal radicular. Então para evitar nova
infecção ou problemas futuros, tira o ápice desta raiz onde não se fez a
descontaminação.
 Reabsorção externa do ápice radicular = em casos de reabsorção apical, tira o
ápice da raiz para tentar parar esta reabsorção para que a mesma não evolua e
acometa todo o dente
 Cisto raducilar = remove-se o cisto mais a porção apical da raiz, se depois de um
tratamento endodôntico não teve boa resposta em questão do cisto.
 Fraturas traumáticas = quando acontece fratura na porção apical da raiz. Em
dentes vivos faz-se o tratamento endodôntico primeiro no dente antes da cirurgia.
 Fraturas de tratamento endodônticos = quando fica um pedaço de lima ou outro
material no ápice radicular, e este material promove resposta inflamatória.
 Calcificação do canal radicular com lesão= quando uma calcificação impede o
completo selamento radicular durante o tratamento endodôntico
 Trepanação endodôntica no ápice da raiz = quando durante instrumentação você
acaba perfurando a raiz ou trepanando para fora da raiz, abrindo comunicação com
o meio externo
 Canais acessórios apicais= quando se tem canais deltaapicais impossíveis de se
fazer a descontaminação dos mesmos, tira estes pela apicectomia.
CURETAGEM APICAL(menos indicado)
Indicações:
 Extravasamento material endodôntico = quando extravasa material endodôntico.
 Lesões patogicas justapostas ao ápice = patologia que não foi causada pelo dente,
mas esta justaposta ao ápice da raiz.
INOPORTUNIDADES CIRURGICAS:
Momentâneas:
 Condições de saúde local e geral do paciente
 Gengivite marginal = primeiro se trata a gengivite para depois operar, evitando
contaminar o ápice da raiz, levando a contaminação.
 Presença de estomatites = por causa do encomodo que estas podem provocar no
paciente durante a operação
 Qualquer processos infeccioso na cavidade bucal
Definitivas:
 Dente envolto de lesão neoplásica – presença de tumor, encaminhar ao buco
 Necessidade de ressecção radicular extensa – se a ressecção tiver que ser muito
extensa, faz a exodontia ao invés de apicectomia
 Retração avançada cista óssea alveolar= o braço de alavanca não pode ser maior
que o braço de resistência.
UMC
Universidade de
Mogi das cruzes
Jonathan Cardoso
TECNICA CIRURGICA:
1. Anti-sepsia
2. Anestesia (opção por anestesia infiltrativa terminal para maior controle da
hemostasia)
3. Incisão (Neuman ou Novak Peeter para rebordo baixo e Partsh ou Wassmund para
rebordo pequeno)
4. Divulsão com espátulas ou descolador de Molt.
OSTEOTOMIA:
1. Ressecção do ápice radicular(fazer um corte com visualização do conduto
radicular)
2. Arredondar bordos da raiz que foram cortados
3. Limpeza da cavidade onde estava o cisto, para evitar restos de patologia no local
4. Tratamento da loja cirúrgica
5. Sutura
6. Entra com anti-inflamatório e antibiótico (somente em imunossuprimidos )

Cirurgias do periapice resumo

  • 1.
    UMC Universidade de Mogi dascruzes Jonathan Cardoso CIRURGIAS DO PERIAPICE APICETOMIA( com obturação retrograda ou sem obturação retrograda) INDICAÇÕES:  pericementite aguda = causada por trauma na movimentação, trauma oclusal, produtos químicos que lesarão a área, etc... Faz esta quando depois do tratamento conservador não houve efeito.  Dilaceração apical com dificuldade de selamento = ocorre contaminação ou não há descontaminação completa de todo canal radicular. Então para evitar nova infecção ou problemas futuros, tira o ápice desta raiz onde não se fez a descontaminação.  Reabsorção externa do ápice radicular = em casos de reabsorção apical, tira o ápice da raiz para tentar parar esta reabsorção para que a mesma não evolua e acometa todo o dente  Cisto raducilar = remove-se o cisto mais a porção apical da raiz, se depois de um tratamento endodôntico não teve boa resposta em questão do cisto.  Fraturas traumáticas = quando acontece fratura na porção apical da raiz. Em dentes vivos faz-se o tratamento endodôntico primeiro no dente antes da cirurgia.  Fraturas de tratamento endodônticos = quando fica um pedaço de lima ou outro material no ápice radicular, e este material promove resposta inflamatória.  Calcificação do canal radicular com lesão= quando uma calcificação impede o completo selamento radicular durante o tratamento endodôntico  Trepanação endodôntica no ápice da raiz = quando durante instrumentação você acaba perfurando a raiz ou trepanando para fora da raiz, abrindo comunicação com o meio externo  Canais acessórios apicais= quando se tem canais deltaapicais impossíveis de se fazer a descontaminação dos mesmos, tira estes pela apicectomia. CURETAGEM APICAL(menos indicado) Indicações:  Extravasamento material endodôntico = quando extravasa material endodôntico.  Lesões patogicas justapostas ao ápice = patologia que não foi causada pelo dente, mas esta justaposta ao ápice da raiz. INOPORTUNIDADES CIRURGICAS: Momentâneas:  Condições de saúde local e geral do paciente  Gengivite marginal = primeiro se trata a gengivite para depois operar, evitando contaminar o ápice da raiz, levando a contaminação.  Presença de estomatites = por causa do encomodo que estas podem provocar no paciente durante a operação  Qualquer processos infeccioso na cavidade bucal Definitivas:  Dente envolto de lesão neoplásica – presença de tumor, encaminhar ao buco  Necessidade de ressecção radicular extensa – se a ressecção tiver que ser muito extensa, faz a exodontia ao invés de apicectomia  Retração avançada cista óssea alveolar= o braço de alavanca não pode ser maior que o braço de resistência.
  • 2.
    UMC Universidade de Mogi dascruzes Jonathan Cardoso TECNICA CIRURGICA: 1. Anti-sepsia 2. Anestesia (opção por anestesia infiltrativa terminal para maior controle da hemostasia) 3. Incisão (Neuman ou Novak Peeter para rebordo baixo e Partsh ou Wassmund para rebordo pequeno) 4. Divulsão com espátulas ou descolador de Molt. OSTEOTOMIA: 1. Ressecção do ápice radicular(fazer um corte com visualização do conduto radicular) 2. Arredondar bordos da raiz que foram cortados 3. Limpeza da cavidade onde estava o cisto, para evitar restos de patologia no local 4. Tratamento da loja cirúrgica 5. Sutura 6. Entra com anti-inflamatório e antibiótico (somente em imunossuprimidos )