SlideShare uma empresa Scribd logo
Cárie Dentária

 Prof. Ms. Guilherme Terra
Dentística Operatória Aplicada
Cárie Dentária

 É um processo de destruição localizada,
  dos tecidos dos dentes, causado por
  microorganismos.

 Envolve a dissolução da fase mineral,
  principalmente os de cristais de
  Hidroxiapatita, por ácidos produzidos
  pela fermentação bacteriana.
                                  (NEWBRUN, 1982)
Cárie Dentária

 Doença infecto-              Sacarose dependente
  contagiosa; multifatorial    Considerada uma
 Difícil de controlar          epidemia

 Ocorre em função dos         Perda de minerais
  ácidos da bactérias

                                              (LOESCHE, 1993)
Cárie Dentária

 Nem a dieta nem os microorganismos, atuando
  como fatores individuais podem provocar o
  aparecimento da cárie.


 É necessária a presença desses fatores,
  simultaneamente, na superfície dentária, para que
  ocorra a doença.

                                    (THYLSTRUP;FEJERSKOV, 1988)
Cárie Dentária

 A cárie é considerada um desequilíbrio no
  processo Des-Re (desmineralização e
  remineralização) dos tecidos duros do dente.

 Este processo ocorre constantemente na
  cavidade bucal.

 A velocidade na progressão das perdas de
  mineral decorrentes desse desequilíbrio é que
  determinará o surgimento ou não de cavidades
  cariosas.
                                  (GONÇALVES; PEREIRA, 2003)
PARÂMETROS ENVOLVIDOS NO
       PROCESSO CARIOSO


             MICROORGANISMOS
                                      CÁRIE




HOSPEDEIRO                     SUBSTRATO




                                      NEWBRUN, 1988


                  TEMPO
Cárie Dentária

 Substrato

     Tipo de carboidrato.
     Frequência de ingestão.
     Difícil de controlar (mudar o hábito do paciente)
Cárie Dentária

 Microbiologia

     Diversos tipos de bactérias.
     Microbiota em equilíbrio.
     O tratamento mais eficiente é a prevenção.
Cárie Dentária

 Microbiota

     Higiene oral.
     Transmissão de pais para filhos.
Cárie Dentária

 Microbiota

     Streptococus mutans (início do
      desenvolvimento).
     Lactobacillus (desenvolvimento tardio).
     Actinomyces (cárie radicular).
Cárie Dentária

 Saliva

     Pacientes com xerostomia ou hiposalivação têm
      maiores chances de desenvolver cárie.

     Capacidade tampão.
         Processo des-re e neutralização dos ácidos (modulação
          do Ph).
Evolução

 Película Adquirida.

 Biofilme Dental.

 “Amadurecimento” do Biofilme.

 Cárie dentária.
Película Adquirida

 Camada acelular.

 Formação instantânea por processo iônico.

 Adesão bacteriana.

 Presença de proteínas salivares.
Película Adquirida.

   Filme orgânico derivado principalmente da
    saliva e aderido ao esmalte dentário.

   Espessura 0,1 a 0,3 mm.

   Não causa danos ao elemento dental.
Película Adquirida
          Características da Película Adquirida

 Proteção do esmalte               Lado positivo

 Reservatório de flúor             Lado positivo

 Aderência de MO                   Lado negativo
Biofilme dental

 É formado quando as bactérias são capazes
  de colonizar e crescer na superfície do dente.

 Agregados bacterianos que estão aderidos
  aos dentes ou próteses.

 Formada após 8 horas.
“Amadurecimento” do
              Biofilme
 Adsorção contínua de bactérias específicas
  da saliva ao biofilme.

 Após 7 dias ocorre a dissolução do esmalte
  superficial.

 Se não removido evolui para a cárie.
Processo Des-Re
 Ph crítico             Início da desmineralização
     Necessário a presença de sacarose.
     Ph  5,5; Perda de Cálcio e Potássio.


 Ph Neutro               Remineralização
     Capacidade Tampão e ausência da sacarose.
     Ganho de Cálcio e Potássio.
     Flúor ajuda na remineralização.
Lesão de cárie

 Dependente do tempo.

     Perda de mineral inicial.

     Aparecimento da manha branca.


     Cavitação
Lesão de cárie

           Cárie ativa                     Cárie inativa

 Aspecto em esmalte:             Aspecto em esmalte:
      Mancha branca, rugosa e         Mancha branca, lisa e
       opaca.                           brilhante ou pigmentada.


 Aspecto em dentina:             Aspecto em dentina:
      Tecido amolecido de cor         Tecido duro e escurecido.
       marrom clara.
Mancha branca

 Não é cárie ainda. Não há cavidade.

 É uma desmineralização superficial do
  esmalte.

 Higienização e aplicação de flúor.
Mancha branca
Classificação da cárie

 Quanto à evolução do processo.

 Quanto à sua localização no dente.

 Quanto ao tipo de processo carioso.
Quanto à evolução

 Aguda
     Segue um curso clínico de desenvolvimento rápido, e,
      muitas vezes resulta em comprometimento precoce
      da polpa dental.

     Ocorre mais freqüentemente em crianças e adultos
      jovens, porque os canalículos dentinários possuem maior
      diâmetro, sem esclerose, tornando a dentina altamente
      permeável aos ácidos.
Quanto à evolução

 Aguda
     Em razão da rápida evolução do processo carioso, não há
      formação de dentina de reação por parte da polpa dental.
     Freqüentemente promove dor.
     Possui coloração clara.
     Consistência macia, friável.
Cárie aguda
Quanto à evolução

 Crônica
     É de evolução lenta, permitindo a esclerose dos
      canalículos dentinários, com consequente menor
      permeabilidade dentinária.

     Promove formação de dentina de reação (dentina
      reacionária).
Quanto à evolução

 Crônica
     Possui coloração castanho-escuro.

     A dor não é característica comum da cárie crônica, ao
      contrário da cárie aguda.

     Consistência dura à remoção.
Cárie crônica
Cárie aguda e crônica


CÁRIE         ASPECTO         SINTOMATOLOGIA

AGUDA         LESÃO ÚMIDA E   HÁ DOR
              AMOLECIDA


CRÔNICA       LESÃO SECA      NÃO HÁ DOR
              AMARELADA E
              ENDURECIDA
Quanto à sua localização

 Cárie de fóssulas e fissuras.
     Localizadas nas superfícies oclusais
      de molares e pré-molares e nos sulcos das
      superfícies linguais dos dentes anteriores.


 Cárie de superfícies lisas
     Localizados no terço cervical das superfícies
      vestibulares e lingual de todos os dentes.
Cárie de fóssulas e fissuras
Quanto ao tipo de processo

 Primária
     Que têm seu início nas cicatrículas, fissuras e superfícies
      lisas do dente hígido.


 Secundária
     As cáries secundárias (recidivantes ou recorrentes),
      detectadas ao redor das margens das restaurações.
Método de diagnóstico

 Clínico.
 Radiológico.
 Transiluminação.
 Medição da resistência elétrica.
 Separação temporária de dentes posteriores.
 Corantes detectores de cárie.
 Aparelhos específicos para diagnóstico.
Clínico

 Exame visual e táctil.

 Auxílio de uma sonda exploradora.

 Utiliza-se, preferencialmente, as “costas” da
  sonda.
Clínico
Radiológico

 Avaliação por meio de radiografias intra
  orais.

 A radiografia de eleição para o diagnóstico
  de cárie é a radiografia interproximal.
Radiológico
Transiluminação

 Utilização de uma fonte de luz por palatino /
  lingual.

 Quando há a presença de lesão a intensidade
  da luz fica modificada.
Transiluminação
Medição da resistência elétrica

 Explora a propriedade do tecido cariado de
  apresentar uma condutividade elétrica maior
  que o tecido são.
Separação temporária

 Para possibilitar o exame direto de
  superfícies ”escondidas” nas proximais dos
  elementos.

 Utiliza-se um separador ortodôntico.
Corantes
 Pode ser empregados para auxiliar na
  visualização de lesões iniciais de esmalte e
  para delimitar a existências e extensão de
  lesões dentinárias.
Aparelhos específicos

 DIAGNOdent - Laser de diodo fluorescente.

     As perdas minerais são detectadas em relação ao
      tecido hígido.

     Apresenta grande incidência de diagnósticos
      falsos-positivos.
Tipos de dentina


 Primária - é a dentina original ,normal e
  regular, a maior parte formada antes da
  erupção do dente.
Tipos de dentina

 Secundária - é a que se forma devido aos
  estímulos de baixa intensidade, decorrente de
  função biológica normal durante a vida
  clínica do dente.

     Apresenta túbulos dentinários estreitos e
      tortuosos.
Dentina secundária
Tipos de dentina

 Terciária ou reparativa - Desenvolve-se quando
  existem irritações pulpares mais intensas, como
  cárie aguda, preparo cavitário, erosão, abrasão,
  irritações mecânicas, térmicas, químicas, elétricas e
  outras.

      Apresenta seus túbulos mais irregulares, tortuosos,
       reduzidos em número ou mesmo ausentes.
Tipos de dentina

 Dentina esclerótica

     Se caracteriza pela presença de túbulos
      dentinários obliterados com material calcificado.
     Ocorre devido a estímulos crônicos como cárie
      crônica, abrasão, atrição, etc...
Cárie dentária 2012 1

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Exodontia simples
Exodontia simplesExodontia simples
Exodontia simples
Adriana Mércia
 
Proteção complexo dentino pulpar- camilla bringel
Proteção complexo dentino pulpar- camilla bringelProteção complexo dentino pulpar- camilla bringel
Proteção complexo dentino pulpar- camilla bringel
Camilla Bringel
 
Materiais odontologicos
Materiais odontologicosMateriais odontologicos
Materiais odontologicos
Regis Valentim
 
Controle de biofilme 2 blog
Controle de biofilme  2 blogControle de biofilme  2 blog
Controle de biofilme 2 blog
Lucas Almeida Sá
 
Cimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidroCimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidro
profguilhermeterra
 
Art graduação
Art graduaçãoArt graduação
Art graduação
Conceição Sales
 
Flúor na Odontopediatria
Flúor na OdontopediatriaFlúor na Odontopediatria
Flúor na Odontopediatria
Mariana Cademartori
 
Protocolo medicamentoso em odontologia
Protocolo medicamentoso em odontologiaProtocolo medicamentoso em odontologia
Protocolo medicamentoso em odontologia
Jose Gerardo
 
Periodontia
PeriodontiaPeriodontia
Periodontia
Oyara Mello
 
Cirurgia Odontológica - apostila
Cirurgia Odontológica - apostilaCirurgia Odontológica - apostila
Cirurgia Odontológica - apostila
Jonathan Cardoso Gomes Rodrigues
 
Como deve ser feita a profilaxia
Como deve ser feita a profilaxiaComo deve ser feita a profilaxia
Como deve ser feita a profilaxia
JP ABNT
 
Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...
Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...
Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...
André Milioli Martins
 
Aula desenvolvimento da oclusa opdf
Aula desenvolvimento da oclusa opdfAula desenvolvimento da oclusa opdf
Aula desenvolvimento da oclusa opdf
suzana cardoso moreira
 
Cimento de ionômero de vidro civ
Cimento de ionômero de vidro  civCimento de ionômero de vidro  civ
Cimento de ionômero de vidro civ
Dr.João Calais.:
 
Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente
Flavio Salomao-Miranda
 
Desvendando o Tratamento Restaurador Atraumático
Desvendando o Tratamento Restaurador AtraumáticoDesvendando o Tratamento Restaurador Atraumático
Desvendando o Tratamento Restaurador Atraumático
Flavio Salomao-Miranda
 
TÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILA
TÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILATÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILA
TÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILA
Camilla Bringel
 
Cárie x Dieta
Cárie x Dieta Cárie x Dieta
Revisão anatômica dental
Revisão anatômica dentalRevisão anatômica dental
Revisão anatômica dental
profguilhermeterra
 
Erupção Dentária
Erupção DentáriaErupção Dentária
Erupção Dentária
Rômulo Augusto
 

Mais procurados (20)

Exodontia simples
Exodontia simplesExodontia simples
Exodontia simples
 
Proteção complexo dentino pulpar- camilla bringel
Proteção complexo dentino pulpar- camilla bringelProteção complexo dentino pulpar- camilla bringel
Proteção complexo dentino pulpar- camilla bringel
 
Materiais odontologicos
Materiais odontologicosMateriais odontologicos
Materiais odontologicos
 
Controle de biofilme 2 blog
Controle de biofilme  2 blogControle de biofilme  2 blog
Controle de biofilme 2 blog
 
Cimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidroCimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidro
 
Art graduação
Art graduaçãoArt graduação
Art graduação
 
Flúor na Odontopediatria
Flúor na OdontopediatriaFlúor na Odontopediatria
Flúor na Odontopediatria
 
Protocolo medicamentoso em odontologia
Protocolo medicamentoso em odontologiaProtocolo medicamentoso em odontologia
Protocolo medicamentoso em odontologia
 
Periodontia
PeriodontiaPeriodontia
Periodontia
 
Cirurgia Odontológica - apostila
Cirurgia Odontológica - apostilaCirurgia Odontológica - apostila
Cirurgia Odontológica - apostila
 
Como deve ser feita a profilaxia
Como deve ser feita a profilaxiaComo deve ser feita a profilaxia
Como deve ser feita a profilaxia
 
Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...
Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...
Resumo de Endodontia - Medicação Intracanal - Hidróxido de Cálcio, Otosporin,...
 
Aula desenvolvimento da oclusa opdf
Aula desenvolvimento da oclusa opdfAula desenvolvimento da oclusa opdf
Aula desenvolvimento da oclusa opdf
 
Cimento de ionômero de vidro civ
Cimento de ionômero de vidro  civCimento de ionômero de vidro  civ
Cimento de ionômero de vidro civ
 
Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente
 
Desvendando o Tratamento Restaurador Atraumático
Desvendando o Tratamento Restaurador AtraumáticoDesvendando o Tratamento Restaurador Atraumático
Desvendando o Tratamento Restaurador Atraumático
 
TÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILA
TÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILATÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILA
TÉCNICAS ANESTÉSICAS DA MAXILA
 
Cárie x Dieta
Cárie x Dieta Cárie x Dieta
Cárie x Dieta
 
Revisão anatômica dental
Revisão anatômica dentalRevisão anatômica dental
Revisão anatômica dental
 
Erupção Dentária
Erupção DentáriaErupção Dentária
Erupção Dentária
 

Semelhante a Cárie dentária 2012 1

Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02
Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02
Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02
Elizangela Zago
 
4 cárie e doenças da polpa-analise
4 cárie e doenças da polpa-analise4 cárie e doenças da polpa-analise
4 cárie e doenças da polpa-analise
Cristiane Santos
 
Cárie dentaria.ppt
Cárie dentaria.pptCárie dentaria.ppt
Cárie dentaria.ppt
Basilio4
 
Histologia Oral
Histologia Oral Histologia Oral
Histologia Oral
MarianaKurodaPazGona
 
Patologia odontogenese
Patologia odontogenesePatologia odontogenese
Patologia odontogenese
Eduardo Solimeo
 
Trauma dental
Trauma dentalTrauma dental
Trauma dental
Rayssa Mendonça
 
Etiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusõesEtiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusões
edmarchristovam
 
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Daniel Ferro
 
Trabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontiteTrabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontite
Michely Santos
 
histologia dentina (pdf)
histologia dentina (pdf)histologia dentina (pdf)
histologia dentina (pdf)
Stefano Moreira Loriato
 
Cariologia.pptx
Cariologia.pptxCariologia.pptx
Cariologia.pptx
GiovannaBeteto1
 
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefeaula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
AirexTV
 
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptxAPRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
ceciliamonteiro12
 
Cistos odontogênicos e não odontogênicos
Cistos odontogênicos e não odontogênicosCistos odontogênicos e não odontogênicos
Cistos odontogênicos e não odontogênicos
Nadia Morais Tonussi
 
Saúde bucal do adulto
Saúde bucal do adultoSaúde bucal do adulto
Saúde bucal do adulto
Cms Nunes
 
Anomalias dos órgãos dentários
Anomalias dos órgãos dentários Anomalias dos órgãos dentários
Anomalias dos órgãos dentários
BRENORIBEIRO49
 
Odontogênese e Anormalidades dentárias.pptx
Odontogênese e Anormalidades dentárias.pptxOdontogênese e Anormalidades dentárias.pptx
Odontogênese e Anormalidades dentárias.pptx
KilvioMenesesCosta
 
Introdução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicasIntrodução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicas
Ana Araujo
 
Dentição canina e felina
Dentição canina e felinaDentição canina e felina
Dentição canina e felina
Harumicham Nishi
 
Saúde bucal do adulto
Saúde bucal do adultoSaúde bucal do adulto
Saúde bucal do adulto
Dessa Reis
 

Semelhante a Cárie dentária 2012 1 (20)

Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02
Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02
Criecominteressedentstica 111115154555-phpapp02
 
4 cárie e doenças da polpa-analise
4 cárie e doenças da polpa-analise4 cárie e doenças da polpa-analise
4 cárie e doenças da polpa-analise
 
Cárie dentaria.ppt
Cárie dentaria.pptCárie dentaria.ppt
Cárie dentaria.ppt
 
Histologia Oral
Histologia Oral Histologia Oral
Histologia Oral
 
Patologia odontogenese
Patologia odontogenesePatologia odontogenese
Patologia odontogenese
 
Trauma dental
Trauma dentalTrauma dental
Trauma dental
 
Etiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusõesEtiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusões
 
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
 
Trabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontiteTrabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontite
 
histologia dentina (pdf)
histologia dentina (pdf)histologia dentina (pdf)
histologia dentina (pdf)
 
Cariologia.pptx
Cariologia.pptxCariologia.pptx
Cariologia.pptx
 
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefeaula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
 
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptxAPRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
 
Cistos odontogênicos e não odontogênicos
Cistos odontogênicos e não odontogênicosCistos odontogênicos e não odontogênicos
Cistos odontogênicos e não odontogênicos
 
Saúde bucal do adulto
Saúde bucal do adultoSaúde bucal do adulto
Saúde bucal do adulto
 
Anomalias dos órgãos dentários
Anomalias dos órgãos dentários Anomalias dos órgãos dentários
Anomalias dos órgãos dentários
 
Odontogênese e Anormalidades dentárias.pptx
Odontogênese e Anormalidades dentárias.pptxOdontogênese e Anormalidades dentárias.pptx
Odontogênese e Anormalidades dentárias.pptx
 
Introdução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicasIntrodução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicas
 
Dentição canina e felina
Dentição canina e felinaDentição canina e felina
Dentição canina e felina
 
Saúde bucal do adulto
Saúde bucal do adultoSaúde bucal do adulto
Saúde bucal do adulto
 

Mais de Guilherme Terra

Tutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blogTutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blog
Guilherme Terra
 
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Guilherme Terra
 
Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013
Guilherme Terra
 
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Guilherme Terra
 
Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013
Guilherme Terra
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013
Guilherme Terra
 
Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013
Guilherme Terra
 
Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013
Guilherme Terra
 
Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013
Guilherme Terra
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Guilherme Terra
 
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Guilherme Terra
 
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013
Guilherme Terra
 
Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013
Guilherme Terra
 
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Guilherme Terra
 
Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013
Guilherme Terra
 
Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Guilherme Terra
 
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Guilherme Terra
 
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Guilherme Terra
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Guilherme Terra
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Guilherme Terra
 

Mais de Guilherme Terra (20)

Tutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blogTutorial para baixar os arquivos do blog
Tutorial para baixar os arquivos do blog
 
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
Traumatologia Buco Maxilo Facial 2013
 
Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013Anestesia geral e sedação consciente 2013
Anestesia geral e sedação consciente 2013
 
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
Tratamento das comunicações buco sinusais 2013
 
Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013Infecções odontogênicas 2013
Infecções odontogênicas 2013
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013
 
Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013Cirurgia pré protética 2013
Cirurgia pré protética 2013
 
Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013Aula interação estrutural 2013
Aula interação estrutural 2013
 
Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013Lista de material cbmf 2013
Lista de material cbmf 2013
 
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais 2013
 
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
Acidentes e complicações em cirurgia BMF 2013
 
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf   2013
Terapêutica medicamentosa e prescrição em cbmf 2013
 
Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013Controle de infecção e biossegurança 2013
Controle de infecção e biossegurança 2013
 
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
Paramentação cirúrgica em Cirurgia BMF 2013
 
Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013Síntese e técnicas sutura 2013
Síntese e técnicas sutura 2013
 
Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013Exodontia com normalidade de forma e função 2013
Exodontia com normalidade de forma e função 2013
 
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
 
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
Apresentação disciplina dentística operatória aplicada 2012 1
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
 
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmfDiretrizes da disciplina de cirurgia bmf
Diretrizes da disciplina de cirurgia bmf
 

Último

347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Danielle Fernandes Amaro dos Santos
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
Suzy De Abreu Santana
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
enpfilosofiaufu
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 

Último (20)

347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 

Cárie dentária 2012 1

  • 1. Cárie Dentária Prof. Ms. Guilherme Terra Dentística Operatória Aplicada
  • 2. Cárie Dentária  É um processo de destruição localizada, dos tecidos dos dentes, causado por microorganismos.  Envolve a dissolução da fase mineral, principalmente os de cristais de Hidroxiapatita, por ácidos produzidos pela fermentação bacteriana. (NEWBRUN, 1982)
  • 3. Cárie Dentária  Doença infecto-  Sacarose dependente contagiosa; multifatorial  Considerada uma  Difícil de controlar epidemia  Ocorre em função dos  Perda de minerais ácidos da bactérias (LOESCHE, 1993)
  • 4. Cárie Dentária  Nem a dieta nem os microorganismos, atuando como fatores individuais podem provocar o aparecimento da cárie.  É necessária a presença desses fatores, simultaneamente, na superfície dentária, para que ocorra a doença. (THYLSTRUP;FEJERSKOV, 1988)
  • 5. Cárie Dentária  A cárie é considerada um desequilíbrio no processo Des-Re (desmineralização e remineralização) dos tecidos duros do dente.  Este processo ocorre constantemente na cavidade bucal.  A velocidade na progressão das perdas de mineral decorrentes desse desequilíbrio é que determinará o surgimento ou não de cavidades cariosas. (GONÇALVES; PEREIRA, 2003)
  • 6. PARÂMETROS ENVOLVIDOS NO PROCESSO CARIOSO MICROORGANISMOS CÁRIE HOSPEDEIRO SUBSTRATO NEWBRUN, 1988 TEMPO
  • 7. Cárie Dentária  Substrato  Tipo de carboidrato.  Frequência de ingestão.  Difícil de controlar (mudar o hábito do paciente)
  • 8. Cárie Dentária  Microbiologia  Diversos tipos de bactérias.  Microbiota em equilíbrio.  O tratamento mais eficiente é a prevenção.
  • 9. Cárie Dentária  Microbiota  Higiene oral.  Transmissão de pais para filhos.
  • 10. Cárie Dentária  Microbiota  Streptococus mutans (início do desenvolvimento).  Lactobacillus (desenvolvimento tardio).  Actinomyces (cárie radicular).
  • 11. Cárie Dentária  Saliva  Pacientes com xerostomia ou hiposalivação têm maiores chances de desenvolver cárie.  Capacidade tampão.  Processo des-re e neutralização dos ácidos (modulação do Ph).
  • 12. Evolução  Película Adquirida.  Biofilme Dental.  “Amadurecimento” do Biofilme.  Cárie dentária.
  • 13. Película Adquirida  Camada acelular.  Formação instantânea por processo iônico.  Adesão bacteriana.  Presença de proteínas salivares.
  • 14. Película Adquirida.  Filme orgânico derivado principalmente da saliva e aderido ao esmalte dentário.  Espessura 0,1 a 0,3 mm.  Não causa danos ao elemento dental.
  • 15. Película Adquirida Características da Película Adquirida  Proteção do esmalte Lado positivo  Reservatório de flúor Lado positivo  Aderência de MO Lado negativo
  • 16. Biofilme dental  É formado quando as bactérias são capazes de colonizar e crescer na superfície do dente.  Agregados bacterianos que estão aderidos aos dentes ou próteses.  Formada após 8 horas.
  • 17. “Amadurecimento” do Biofilme  Adsorção contínua de bactérias específicas da saliva ao biofilme.  Após 7 dias ocorre a dissolução do esmalte superficial.  Se não removido evolui para a cárie.
  • 18. Processo Des-Re  Ph crítico Início da desmineralização  Necessário a presença de sacarose.  Ph  5,5; Perda de Cálcio e Potássio.  Ph Neutro Remineralização  Capacidade Tampão e ausência da sacarose.  Ganho de Cálcio e Potássio.  Flúor ajuda na remineralização.
  • 19. Lesão de cárie  Dependente do tempo.  Perda de mineral inicial.  Aparecimento da manha branca.  Cavitação
  • 20. Lesão de cárie Cárie ativa Cárie inativa  Aspecto em esmalte:  Aspecto em esmalte:  Mancha branca, rugosa e  Mancha branca, lisa e opaca. brilhante ou pigmentada.  Aspecto em dentina:  Aspecto em dentina:  Tecido amolecido de cor  Tecido duro e escurecido. marrom clara.
  • 21. Mancha branca  Não é cárie ainda. Não há cavidade.  É uma desmineralização superficial do esmalte.  Higienização e aplicação de flúor.
  • 23. Classificação da cárie  Quanto à evolução do processo.  Quanto à sua localização no dente.  Quanto ao tipo de processo carioso.
  • 24. Quanto à evolução  Aguda  Segue um curso clínico de desenvolvimento rápido, e, muitas vezes resulta em comprometimento precoce da polpa dental.  Ocorre mais freqüentemente em crianças e adultos jovens, porque os canalículos dentinários possuem maior diâmetro, sem esclerose, tornando a dentina altamente permeável aos ácidos.
  • 25. Quanto à evolução  Aguda  Em razão da rápida evolução do processo carioso, não há formação de dentina de reação por parte da polpa dental.  Freqüentemente promove dor.  Possui coloração clara.  Consistência macia, friável.
  • 27. Quanto à evolução  Crônica  É de evolução lenta, permitindo a esclerose dos canalículos dentinários, com consequente menor permeabilidade dentinária.  Promove formação de dentina de reação (dentina reacionária).
  • 28. Quanto à evolução  Crônica  Possui coloração castanho-escuro.  A dor não é característica comum da cárie crônica, ao contrário da cárie aguda.  Consistência dura à remoção.
  • 30. Cárie aguda e crônica CÁRIE ASPECTO SINTOMATOLOGIA AGUDA LESÃO ÚMIDA E HÁ DOR AMOLECIDA CRÔNICA LESÃO SECA NÃO HÁ DOR AMARELADA E ENDURECIDA
  • 31. Quanto à sua localização  Cárie de fóssulas e fissuras.  Localizadas nas superfícies oclusais de molares e pré-molares e nos sulcos das superfícies linguais dos dentes anteriores.  Cárie de superfícies lisas  Localizados no terço cervical das superfícies vestibulares e lingual de todos os dentes.
  • 32. Cárie de fóssulas e fissuras
  • 33. Quanto ao tipo de processo  Primária  Que têm seu início nas cicatrículas, fissuras e superfícies lisas do dente hígido.  Secundária  As cáries secundárias (recidivantes ou recorrentes), detectadas ao redor das margens das restaurações.
  • 34. Método de diagnóstico  Clínico.  Radiológico.  Transiluminação.  Medição da resistência elétrica.  Separação temporária de dentes posteriores.  Corantes detectores de cárie.  Aparelhos específicos para diagnóstico.
  • 35. Clínico  Exame visual e táctil.  Auxílio de uma sonda exploradora.  Utiliza-se, preferencialmente, as “costas” da sonda.
  • 37. Radiológico  Avaliação por meio de radiografias intra orais.  A radiografia de eleição para o diagnóstico de cárie é a radiografia interproximal.
  • 39. Transiluminação  Utilização de uma fonte de luz por palatino / lingual.  Quando há a presença de lesão a intensidade da luz fica modificada.
  • 41. Medição da resistência elétrica  Explora a propriedade do tecido cariado de apresentar uma condutividade elétrica maior que o tecido são.
  • 42. Separação temporária  Para possibilitar o exame direto de superfícies ”escondidas” nas proximais dos elementos.  Utiliza-se um separador ortodôntico.
  • 43. Corantes  Pode ser empregados para auxiliar na visualização de lesões iniciais de esmalte e para delimitar a existências e extensão de lesões dentinárias.
  • 44. Aparelhos específicos  DIAGNOdent - Laser de diodo fluorescente.  As perdas minerais são detectadas em relação ao tecido hígido.  Apresenta grande incidência de diagnósticos falsos-positivos.
  • 45. Tipos de dentina  Primária - é a dentina original ,normal e regular, a maior parte formada antes da erupção do dente.
  • 46. Tipos de dentina  Secundária - é a que se forma devido aos estímulos de baixa intensidade, decorrente de função biológica normal durante a vida clínica do dente.  Apresenta túbulos dentinários estreitos e tortuosos.
  • 48. Tipos de dentina  Terciária ou reparativa - Desenvolve-se quando existem irritações pulpares mais intensas, como cárie aguda, preparo cavitário, erosão, abrasão, irritações mecânicas, térmicas, químicas, elétricas e outras.  Apresenta seus túbulos mais irregulares, tortuosos, reduzidos em número ou mesmo ausentes.
  • 49. Tipos de dentina  Dentina esclerótica  Se caracteriza pela presença de túbulos dentinários obliterados com material calcificado.  Ocorre devido a estímulos crônicos como cárie crônica, abrasão, atrição, etc...