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Estudo dos Dentes
     Inclusos
          Prof. Guilherme Terra
Impactação dental
• A impactação, ou inclusão dental é um problema
  cada vez mais frequente.
  –   Terceiros molares inferiores
  –   Terceiros molares superiores
  –   Caninos superiores
  –   Pré-molares inferiores


   “ os terceiros molares são os últimos dentes a
  erupcionar por isso têm mais possibilidade de não
                  encontrar espaço”.
Evolução
• Um processo lento de adaptação e
  modificação do Homo sapiens já é
  detectada

• Pacientes com agenesia dos terceiros
  molares e incisivos laterais

• Ainda não é detectada de forma decisiva na
  casuística das inclusões dentais
Etiologia
• O crescimento da caixa craniana em detrimento dos
  maxilares;

• Dieta cada vez menos exigente do sistema
  estomatognático;

• Consciência de uma Odontologia preventiva;
   – O paciente não mais sofre mutilações em seu período de
     infância e adolescência.
Etiologia

Geralmente, a impactação é o resultado de uma
obstrução mecânica, que impede a formação e a
migração de um dente ao seu estado normal ou
     posição fisiológica na arcada dental.
Estudo dos dentes inclusos
• É considerado um dente incluso o elemento que,
  chegada a sua época normal de erupção, não
  irrompeu na cavidade oral.

• Todo dente incluso deve ser removido, desde que
  os benefícios sejam maiores que os malefícios.

• Quando não removido deve ser proservado.
  – É um cisto em potencial.
Estudo dos dentes inclusos
• A remoção precoce reduz a morbidade pós-
  operatória e permite melhor cicatrização
  – Pacientes mais jovens toleram melhor a cirurgia
     • Melhor cicatrização periodontal.

• Período ideal para cirurgia, após formação do
  primeiro terço radicular e antes da formação
  do segundo terço
  – Entre 16 e 18 anos
Indicações para remoção de dentes
               inclusos
• Falta de espaço.

• Posicionamento incorreto (sem possibilidade
  de correção ).

• Pericoronarites recorrentes.

• Reabsorções ou cáries (no 2º m irrompido).
Indicações para remoção de dentes
               inclusos
• Indicações protéticas ou ortodônticas.

• Processos patológicos associado ao elemento.

• Sintomas de etiologia indeterminadas (dor na
  atm, cefaléia, zumbidos, Alopécia, etc).
Contra-indicações para remoção de
           dentes inclusos
• Má condição sistêmica do paciente.

• Proximidade com acidentes anatômicos
  importantes.

• Pacientes idosos.

• Pacientes muito jovens.

• Processos infecciosos agudos.
Fatores que complicam a técnica
              operatória.
• Curvatura anormal das raízes.

• Hipercementose.

• Proximidade com o canal mandibular ou seio maxilar.

• Grande densidade óssea (idosos).

• Espaço folicular coberto de osso.
Fatores que complicam a técnica
              operatória.

• Anquilose (união entre dente e osso).

• Músculo orbicular pequeno.

• Abertura de boca limitada.

• Língua grande e incontrolável.
Classificação dos dentes inclusos
• Existem basicamente quatro classificações.

   – Natureza do tecido de recobrimento
       • Avalia o tecido que recobre o elemento dental

   – Classificação de Winter.
       • Avalia o posicionamento do terceiro molar em relação ao longo eixo
         fisiológico do segundo molar inferior.

   – Classificação de Pell & Gregory.
       • Avalia posicionamento do elemento no sentido ocluso-apical e entre a distal
         do segundo molar e o ramo mandibular.

   – Classificação segundo o tipo de inclusão.
       • As inclusões podem ser ósseas, sub-mucosos e semi-inclusões.
Sistemas de
classificação de dentes
  inclusos inferiores
Natureza do tecido de
         recobrimento
• Intra-ósseo

• Semi-incluso

• Submucoso
Intra-ósseo




Totalmente circundado por tecido ósseo
Submucoso




Quando o dente perfura a cortical óssea, permanece
         incluso e coberto com mucosa
Semi-incluso

• Comunicação
  com a cavidade
  bucal


• Não atinge a
  erupção completa
Classificação de Winter
• Avalia o posicionamento do terceiro molar em
  relação ao longo eixo fisiológico do segundo
  molar inferior.

   –   Vertical;
   –   Mésio-angular;
   –   Disto-angular;
   –   Horizontal;
   –   Horizontal vestibular e horizontal lingual;
   –   Invertido.
Impactado Vertical
• O molar incluso está
  paralelo ao longo
  eixo do segundo
  molar.

• De forma geral, são
  essas inclusões as
  mais fáceis de serem
  executadas.
Mésio-angular


• Quando o
  terceiro molar
  está voltado
  para a mesial.
Disto-angular
• O dente está voltado
  para a distal em
  relação ao eixo do
  segundo molar.


• Inclusão mais
  complicada de ser
  resolvida.
Horizontal

• O dente está
  totalmente
  “deitado”, com
  a face oclusal
  voltada para o
  segundo molar.
Horizontal Vestibular ou Lingual

• O dente está
  totalmente
  deitado, com a
  face oclusal
  voltada para
  vestibular ou
  lingual.
Invertido


• O dente
  incluso está
  de “cabeça
  para baixo”.
Classificação de Pell & Gregory

• Avalia posicionamento do elemento no sentido
  ocluso-apical e entre a distal do segundo molar
  e o ramo mandibular.

  – Classificados em Posição A,B e C.
     • Posicionamento do elemento no sentido ocluso-apical.

  – Classificados em Classe I, II, e III.
     • Posicionamento do elemento em relação ao ramo
       mandibular.
Posição A
• A plano oclusal
  do elemento
  incluso está mais
  alta (extruído)
  ou no mesmo
  nível que o
  plano oclusal do
  segundo molar.
Posição B

• A plano oclusal
  do elemento
  incluso está entre
  a oclusal e a
  cervical do
  segundo molar.
Posição C

• A plano oclusal
  do elemento
  incluso está
  abaixo da
  cervical do
  segundo molar.
Classe I


• Posicionado
  completamente
  fora do ramo
  mandibular.
Classe II


• Parcialmente
  dentro do
  ramo
  mandibular.
Classe III


• Completamente
  dentro do ramo
  mandibular.
Sistemas de
classificação de dentes
  inclusos Superiores
Sistemas de classificação de dentes
        inclusos Superiores

• Natureza do tecido de recobrimento

• Quanto à angulação

• Posição A, B e C de Pell & Gregory
Natureza do tecido de
         recobrimento
• Intra-ósseo

• Submucoso

• Semi-incluso
Classificação dos 3ºs molares
      superiores inclusos
• Quanto à angulação Mesio-Distal

  – Vertical
  – Mesioangular
  – Distoangular
Classificação dos 3ºs molares
      superiores inclusos
• Quanto à angulação no sentido Vestibulo-
  Palatino

  – Vestibular
  – Palatino
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       superiores inclusos
• Posição A, B e C de Pell e Gregory
  – Posição A – Plano oclusal do 3º Molar no mesmo nível que
    o do 2º Molar.

  – Posição B – Plano oclusal do 3º Molar entre o plano
    oclusal e a cervical do 2º Molar.

  – Posição C – Plano oclusal do 3º Molar abaixo do plano
    oclusal e a cervical do 2º Molar.
Posição A de Pell e Gregory


– Plano oclusal do 3º
  Molar no mesmo
  nível que o do 2º
  Molar.
Posição A, B e C de Pell e Gregory


– Plano oclusal do 3º
  Molar entre o plano
  oclusal e a cervical do
  2º Molar.
Posição A, B e C de Pell e Gregory


– Plano oclusal do 3º
  Molar entre o plano
  oclusal e a cervical do
  2º Molar.
Dificuldade de remoção de
         outros dentes inclusos
   Caninos superiores
   Caninos inferiores
   PM sup. e inferiores
   Mesiodens

Na avaliação pré-operatória destes elementos, a
     medida mais importante é determinar a
  posição do dente no sentido vestibulopalatino.
Procedimento cirúrgico
            Etapas Básicas:

1- Retalho adequado
2- Remoção do tecido ósseo de revestimento

3- Odontosecção

4- Remoção do dente de seu alvéolo.

5- Toalete da cavidade e síntese.
Procedimento cirúrgico
         Retalho adequado

Dimensão apropriada
Suprimento sanguíneo

 Retalho em envelope
 Retalho em envelope com incisão
  relaxante (Incisão de Newman)
O prolongamento
 Incisão em   distal da incisão deve
               ser vestibularizada
envelope       para evitar danos na
               região lingual
                 Injúria ao nervo
                 Hemorragia
 Retalho em envelope
 Incisão com Relaxante
 Newman
 Incisão para
  terceiro molar
  superior
    Sem relaxante



 Apoio mesial
  do elevador
 Incisão para
  terceiro molar
  superior
    Com relaxante



 Apoio mesial
  do elevador
Procedimento cirúrgico
 Osteotomia 3ºs molares inferiores

 Remover com fresa esférica nº 4, 5 ou 6,
 702, ou zecrya
 Remover o osso até a linha equatoria do
 elemento
 Faces oclusal, vestibular e distal
 Evitar face lingual
Osteotomia realizada com
broca esférica
Procedimento cirúrgico
Osteotomia 3ºs molares superiores

 Remover com cinzel, descoladores, fresa
 esférica nº 4, 5 ou 6, 702, ou zecrya
 Remover o osso até a linha equatoria do
 elemento
 Faces vestibular e mesial
 Raramente faces oclusal e distal
Planejamento
• Odontosecção

  – O dente retido pode e deve ser cortado em detrimento
    do osso do paciente.

  – É preferível cortar o dente a ser removido em 10
    pedaços do que destruir toda uma cortical óssea do
    paciente, de lenta e dolorosa regeneração.


    CORTE O DENTE, PRESERVE O
            PACIENTE
Planejamento da Odontosecção
• O dente sairá seguindo o seu
  longo eixo.

• Se estiver angulado, deve ser
  cortado.

• Realizada com alta rotação e
  fresas cirúrgicas laminadas
  esféricas (Nº 4, 5 ou 6) ou
  Brocas tronco cônicas (702
  ou 703) em peça reta.
Planejamento da Odontosecção
Planejamento da Odontosecção
Planejamento da Odontosecção
Planejamento da Odontosecção
Planejamento da Odontosecção
Procedimento cirúrgico
        Odontosecção

Inclusão mesioangular:
Seccionar e remover primeiro
 a porção distal ou mesial e
 depois o resto do dente.
Inclusão mesioangular
Procedimento cirúrgico
          Odontosecção

Inclusão horizontal:
Seccionar separando a coroa das
raízes ao nível da cervical.
Remover a coroa e depois as raízes.
Se as raízes são divergentes separar
e remover individualmente.
O terceiro molar horizontal
necessita primeiramente a
separação coroa-raiz
A presença de dilaceração dificulta o
deslocamento das raízes
A separação das raízes evita a
fragmentação apical durante a ação do
extrator
Procedimento cirúrgico
          Odontosecção

Inclusão vertical:
Seccionar e remover a metade distal
e depois o resto do dente.
O acesso à volta do 2M é mais difícil
e requer uma remoção maior de osso.
Procedimento cirúrgico
               Odontosecção

Inclusão distoangular:

 Seccionar e remover porção distal da coroa.
  Raízes divergentes devem ser seccionadas.

 Requer grande osteotomia na porção distal
A odontossecção distal cria espaço entre
o terceiro molar e o ramo ascendente
Odontossecção adicional
necessária para permitir o
deslocamento do dente
Técnica do Salaminho
Movimento para distal
Procedimento cirúrgico
          Odontosecção

Dentes superiores:
 Raramente são seccionados.

 Cuidado com o uso de alvancas
  Evitar o deslocamneto do dente para
   dentro de seio maxilar.
Procedimento cirúrgico
Retirada do dente de seu alvéolo.

Uma diferença importante entre a
   remoção de um terceiro molar
 inferior incluso e qualquer outro é
  que quase não existe luxação do
 dente com o propósito de expandir
         as corticais V e L.
Procedimento cirúrgico
Retirada do dente de seu alvéolo.

  Como os dentes inclusos não
   sofrem forças oclusais, seu
 ligamento periodontal é fraco,
permitindo o fácil deslocamento
         de suas raízes.
A remoção é feita por meio de
           alavancas.
Procedimento cirúrgico
 Retirada do dente de seu alvéolo.

A aplicação de forças excessivas
   pode resultar na fratura do
 dente, de uma grande porção da
  cortical vestibular, do 2M ou
    até mesmo da mandíbula.
Procedimento cirúrgico
       Toalete da cavidade

• Remover espículas ósseas e restos
 dentários através de irrigação soro.
• Com cureta e/ou pinça hemostática
     remover remanescentes do saco
                       pericoronário.
Procedimento cirúrgico
         Toalete da cavidade

• Utilizar a lima para regularizar
  espículas ósseas.
• Irrigar novamente.
• Suturar.
• Comprimir com gaze.
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Remoção de caninos inclusos
Tracionamento de Caninos
          superiores inclusos
• Realizado quando o dente não erupcionou por
  motivos diversos.

• Pode estar anquilosado o que indicaria sua
  remoção.
Tracionamento de Caninos
          superiores inclusos
• Exposição do elemento.

• Aplicação de dispositivo no elemento.

• Amarria na aparatologia fixa.
Tipos de dispositivo
Tracionamento de Caninos
   superiores inclusos
Tracionamento de Caninos
   superiores inclusos
Tracionamento de Caninos
   superiores inclusos
Tracionamento de Caninos
   superiores inclusos
Tracionamento de Caninos
   superiores inclusos
Tracionamento de Caninos
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Tracionamento de Caninos
   superiores inclusos
Tracionamento de Caninos
   superiores inclusos
Tracionamento de Caninos
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Estudo dos dentes inclusos 2013

  • 1. Estudo dos Dentes Inclusos Prof. Guilherme Terra
  • 2. Impactação dental • A impactação, ou inclusão dental é um problema cada vez mais frequente. – Terceiros molares inferiores – Terceiros molares superiores – Caninos superiores – Pré-molares inferiores “ os terceiros molares são os últimos dentes a erupcionar por isso têm mais possibilidade de não encontrar espaço”.
  • 3. Evolução • Um processo lento de adaptação e modificação do Homo sapiens já é detectada • Pacientes com agenesia dos terceiros molares e incisivos laterais • Ainda não é detectada de forma decisiva na casuística das inclusões dentais
  • 4. Etiologia • O crescimento da caixa craniana em detrimento dos maxilares; • Dieta cada vez menos exigente do sistema estomatognático; • Consciência de uma Odontologia preventiva; – O paciente não mais sofre mutilações em seu período de infância e adolescência.
  • 5. Etiologia Geralmente, a impactação é o resultado de uma obstrução mecânica, que impede a formação e a migração de um dente ao seu estado normal ou posição fisiológica na arcada dental.
  • 6. Estudo dos dentes inclusos • É considerado um dente incluso o elemento que, chegada a sua época normal de erupção, não irrompeu na cavidade oral. • Todo dente incluso deve ser removido, desde que os benefícios sejam maiores que os malefícios. • Quando não removido deve ser proservado. – É um cisto em potencial.
  • 7. Estudo dos dentes inclusos • A remoção precoce reduz a morbidade pós- operatória e permite melhor cicatrização – Pacientes mais jovens toleram melhor a cirurgia • Melhor cicatrização periodontal. • Período ideal para cirurgia, após formação do primeiro terço radicular e antes da formação do segundo terço – Entre 16 e 18 anos
  • 8. Indicações para remoção de dentes inclusos • Falta de espaço. • Posicionamento incorreto (sem possibilidade de correção ). • Pericoronarites recorrentes. • Reabsorções ou cáries (no 2º m irrompido).
  • 9. Indicações para remoção de dentes inclusos • Indicações protéticas ou ortodônticas. • Processos patológicos associado ao elemento. • Sintomas de etiologia indeterminadas (dor na atm, cefaléia, zumbidos, Alopécia, etc).
  • 10. Contra-indicações para remoção de dentes inclusos • Má condição sistêmica do paciente. • Proximidade com acidentes anatômicos importantes. • Pacientes idosos. • Pacientes muito jovens. • Processos infecciosos agudos.
  • 11. Fatores que complicam a técnica operatória. • Curvatura anormal das raízes. • Hipercementose. • Proximidade com o canal mandibular ou seio maxilar. • Grande densidade óssea (idosos). • Espaço folicular coberto de osso.
  • 12. Fatores que complicam a técnica operatória. • Anquilose (união entre dente e osso). • Músculo orbicular pequeno. • Abertura de boca limitada. • Língua grande e incontrolável.
  • 13. Classificação dos dentes inclusos • Existem basicamente quatro classificações. – Natureza do tecido de recobrimento • Avalia o tecido que recobre o elemento dental – Classificação de Winter. • Avalia o posicionamento do terceiro molar em relação ao longo eixo fisiológico do segundo molar inferior. – Classificação de Pell & Gregory. • Avalia posicionamento do elemento no sentido ocluso-apical e entre a distal do segundo molar e o ramo mandibular. – Classificação segundo o tipo de inclusão. • As inclusões podem ser ósseas, sub-mucosos e semi-inclusões.
  • 14. Sistemas de classificação de dentes inclusos inferiores
  • 15. Natureza do tecido de recobrimento • Intra-ósseo • Semi-incluso • Submucoso
  • 17. Submucoso Quando o dente perfura a cortical óssea, permanece incluso e coberto com mucosa
  • 18. Semi-incluso • Comunicação com a cavidade bucal • Não atinge a erupção completa
  • 19. Classificação de Winter • Avalia o posicionamento do terceiro molar em relação ao longo eixo fisiológico do segundo molar inferior. – Vertical; – Mésio-angular; – Disto-angular; – Horizontal; – Horizontal vestibular e horizontal lingual; – Invertido.
  • 20. Impactado Vertical • O molar incluso está paralelo ao longo eixo do segundo molar. • De forma geral, são essas inclusões as mais fáceis de serem executadas.
  • 21. Mésio-angular • Quando o terceiro molar está voltado para a mesial.
  • 22. Disto-angular • O dente está voltado para a distal em relação ao eixo do segundo molar. • Inclusão mais complicada de ser resolvida.
  • 23. Horizontal • O dente está totalmente “deitado”, com a face oclusal voltada para o segundo molar.
  • 24. Horizontal Vestibular ou Lingual • O dente está totalmente deitado, com a face oclusal voltada para vestibular ou lingual.
  • 25. Invertido • O dente incluso está de “cabeça para baixo”.
  • 26. Classificação de Pell & Gregory • Avalia posicionamento do elemento no sentido ocluso-apical e entre a distal do segundo molar e o ramo mandibular. – Classificados em Posição A,B e C. • Posicionamento do elemento no sentido ocluso-apical. – Classificados em Classe I, II, e III. • Posicionamento do elemento em relação ao ramo mandibular.
  • 27. Posição A • A plano oclusal do elemento incluso está mais alta (extruído) ou no mesmo nível que o plano oclusal do segundo molar.
  • 28. Posição B • A plano oclusal do elemento incluso está entre a oclusal e a cervical do segundo molar.
  • 29. Posição C • A plano oclusal do elemento incluso está abaixo da cervical do segundo molar.
  • 30. Classe I • Posicionado completamente fora do ramo mandibular.
  • 31. Classe II • Parcialmente dentro do ramo mandibular.
  • 32. Classe III • Completamente dentro do ramo mandibular.
  • 33. Sistemas de classificação de dentes inclusos Superiores
  • 34. Sistemas de classificação de dentes inclusos Superiores • Natureza do tecido de recobrimento • Quanto à angulação • Posição A, B e C de Pell & Gregory
  • 35. Natureza do tecido de recobrimento • Intra-ósseo • Submucoso • Semi-incluso
  • 36. Classificação dos 3ºs molares superiores inclusos • Quanto à angulação Mesio-Distal – Vertical – Mesioangular – Distoangular
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 40. Classificação dos 3ºs molares superiores inclusos • Quanto à angulação no sentido Vestibulo- Palatino – Vestibular – Palatino
  • 41. Classificação dos 3ºs molares superiores inclusos • Posição A, B e C de Pell e Gregory – Posição A – Plano oclusal do 3º Molar no mesmo nível que o do 2º Molar. – Posição B – Plano oclusal do 3º Molar entre o plano oclusal e a cervical do 2º Molar. – Posição C – Plano oclusal do 3º Molar abaixo do plano oclusal e a cervical do 2º Molar.
  • 42. Posição A de Pell e Gregory – Plano oclusal do 3º Molar no mesmo nível que o do 2º Molar.
  • 43. Posição A, B e C de Pell e Gregory – Plano oclusal do 3º Molar entre o plano oclusal e a cervical do 2º Molar.
  • 44. Posição A, B e C de Pell e Gregory – Plano oclusal do 3º Molar entre o plano oclusal e a cervical do 2º Molar.
  • 45. Dificuldade de remoção de outros dentes inclusos  Caninos superiores  Caninos inferiores  PM sup. e inferiores  Mesiodens Na avaliação pré-operatória destes elementos, a medida mais importante é determinar a posição do dente no sentido vestibulopalatino.
  • 46. Procedimento cirúrgico Etapas Básicas: 1- Retalho adequado 2- Remoção do tecido ósseo de revestimento 3- Odontosecção 4- Remoção do dente de seu alvéolo. 5- Toalete da cavidade e síntese.
  • 47. Procedimento cirúrgico Retalho adequado Dimensão apropriada Suprimento sanguíneo Retalho em envelope Retalho em envelope com incisão relaxante (Incisão de Newman)
  • 48. O prolongamento  Incisão em distal da incisão deve ser vestibularizada envelope para evitar danos na região lingual Injúria ao nervo Hemorragia
  • 49.  Retalho em envelope
  • 50.  Incisão com Relaxante  Newman
  • 51.  Incisão para terceiro molar superior  Sem relaxante  Apoio mesial do elevador
  • 52.  Incisão para terceiro molar superior  Com relaxante  Apoio mesial do elevador
  • 53. Procedimento cirúrgico Osteotomia 3ºs molares inferiores  Remover com fresa esférica nº 4, 5 ou 6, 702, ou zecrya  Remover o osso até a linha equatoria do elemento  Faces oclusal, vestibular e distal  Evitar face lingual
  • 55.
  • 56.
  • 57. Procedimento cirúrgico Osteotomia 3ºs molares superiores  Remover com cinzel, descoladores, fresa esférica nº 4, 5 ou 6, 702, ou zecrya  Remover o osso até a linha equatoria do elemento  Faces vestibular e mesial  Raramente faces oclusal e distal
  • 58.
  • 59. Planejamento • Odontosecção – O dente retido pode e deve ser cortado em detrimento do osso do paciente. – É preferível cortar o dente a ser removido em 10 pedaços do que destruir toda uma cortical óssea do paciente, de lenta e dolorosa regeneração. CORTE O DENTE, PRESERVE O PACIENTE
  • 60. Planejamento da Odontosecção • O dente sairá seguindo o seu longo eixo. • Se estiver angulado, deve ser cortado. • Realizada com alta rotação e fresas cirúrgicas laminadas esféricas (Nº 4, 5 ou 6) ou Brocas tronco cônicas (702 ou 703) em peça reta.
  • 64.
  • 67. Procedimento cirúrgico Odontosecção Inclusão mesioangular: Seccionar e remover primeiro a porção distal ou mesial e depois o resto do dente.
  • 69.
  • 70. Procedimento cirúrgico Odontosecção Inclusão horizontal: Seccionar separando a coroa das raízes ao nível da cervical. Remover a coroa e depois as raízes. Se as raízes são divergentes separar e remover individualmente.
  • 71. O terceiro molar horizontal necessita primeiramente a separação coroa-raiz
  • 72. A presença de dilaceração dificulta o deslocamento das raízes
  • 73. A separação das raízes evita a fragmentação apical durante a ação do extrator
  • 74. Procedimento cirúrgico Odontosecção Inclusão vertical: Seccionar e remover a metade distal e depois o resto do dente. O acesso à volta do 2M é mais difícil e requer uma remoção maior de osso.
  • 75.
  • 76. Procedimento cirúrgico Odontosecção Inclusão distoangular:  Seccionar e remover porção distal da coroa. Raízes divergentes devem ser seccionadas.  Requer grande osteotomia na porção distal
  • 77. A odontossecção distal cria espaço entre o terceiro molar e o ramo ascendente
  • 78. Odontossecção adicional necessária para permitir o deslocamento do dente Técnica do Salaminho
  • 80. Procedimento cirúrgico Odontosecção Dentes superiores:  Raramente são seccionados.  Cuidado com o uso de alvancas Evitar o deslocamneto do dente para dentro de seio maxilar.
  • 81. Procedimento cirúrgico Retirada do dente de seu alvéolo. Uma diferença importante entre a remoção de um terceiro molar inferior incluso e qualquer outro é que quase não existe luxação do dente com o propósito de expandir as corticais V e L.
  • 82. Procedimento cirúrgico Retirada do dente de seu alvéolo. Como os dentes inclusos não sofrem forças oclusais, seu ligamento periodontal é fraco, permitindo o fácil deslocamento de suas raízes. A remoção é feita por meio de alavancas.
  • 83. Procedimento cirúrgico Retirada do dente de seu alvéolo. A aplicação de forças excessivas pode resultar na fratura do dente, de uma grande porção da cortical vestibular, do 2M ou até mesmo da mandíbula.
  • 84. Procedimento cirúrgico Toalete da cavidade • Remover espículas ósseas e restos dentários através de irrigação soro. • Com cureta e/ou pinça hemostática remover remanescentes do saco pericoronário.
  • 85. Procedimento cirúrgico Toalete da cavidade • Utilizar a lima para regularizar espículas ósseas. • Irrigar novamente. • Suturar. • Comprimir com gaze.
  • 96. Tracionamento de Caninos superiores inclusos • Realizado quando o dente não erupcionou por motivos diversos. • Pode estar anquilosado o que indicaria sua remoção.
  • 97. Tracionamento de Caninos superiores inclusos • Exposição do elemento. • Aplicação de dispositivo no elemento. • Amarria na aparatologia fixa.
  • 99.
  • 100.
  • 101. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 102. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 103. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 104. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 105. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 106. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 107. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 108. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 109. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 110. Tracionamento de Caninos superiores inclusos
  • 111. Prof. Ms. Guilherme Teixeira Coelho Terra drguilhermeterra@yahoo.com.br