organização de cartões - categorização de cartões - card sorting
dimensões da AI Contexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Audiências, tarefas, necessidades, comportamento de busca de informação, experiência, vocabulário Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
dimensões de pesquisa Card sorting Testes de usabilidade Análise dos dados de uso Usuários Análise de conteúdo Inventário de conteúdo Avaliação heurística Conteúdo Infraestrutura tecnológica Entrevistas com stakeholders Reuniões de estratégia Contexto Métodos e técnicas
card sorting Categorização de cartões - é uma técnica de prototipagem rápida utilizada pela arquitetura de informação.
por que categorizar? Categorizar, ou classificar, é agrupar entidades (objetos, idéias, ações, etc.) por semelhança. Categorizar é o processo cognitivo de dividir as experiências do mundo em grupos de entidades, ou categorias, para construir uma ordem dos mundos físico e social em que o individuo participa. Categorização é um mecanismo cognitivo fundamental que simplifica a interação do indivíduo com o ambiente.
quadrados verdes  círculos laranja triângulos azuis blocos oliva caixas sólidas bolinhas de gude esferas pequenas figuras ocas montanhas altas Categorização  é quase sempre um processo inconsciente. Quando definimos categorias, escolhemos quais  atributos  ou  propriedades  a  destacar .
categorização
categorização VINHOS: País Regiões - Ano de produção - Tipo de uva - Preço - Combinações - Vinícolas - Tipo de vinho
categorização
categorização
categorização - Locadora Tijuca - Locadora CAVídeo
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
categorização Você organizaria melhor?
categorização Locadora Tijuca
categorização Locadora Tijuca
categorização Submarino
categorização CA Vídeo Cobal Humaitá
como organizar informações? O mesmo conjunto de informações pode ser organizado de várias formas, seguindo diferentes esquemas de organização.  As notícias de um jornal, por exemplo, podem ser organizadas pelo seu assunto ( política, economia, esportes, etc.), cronologicamente pela data em que foi publicada, ou alfabeticamente pelo nome do repórter.
esquemas de organização - ambíguos - exatos
esquemas ambíguos Por Assunto Divide a informação em diferentes tipos, diferentes modelos ou diferentes perguntas a serem respondidas. Ex: Páginas Amarelas, Editorias do jornal, Supermercado. Por Tarefa Organiza a informação em conjuntos de ações. Usado muito em software transacionais. Raramente utilizado sozinho na Web. Ex: Menu aplicativos Windows (Editar, Exibir, Formatar).
esquemas ambíguos Por Público-Alvo Indicado quando se deseja customizar o conteúdo para diferentes públicos-alvos.  Ex: Lojas de departamento (classifica seus produtos em masculino, feminino e infantil). Por Metáfora Utilizado para orientar o usuário em algo novo baseado-se em algo que lhe é familiar. Normalmente limita a organização.  Ex: Desktop de um computador (utiliza a metáfora de uma mesa de escritório).
esquemas ambíguos Híbrido Reúne 2 ou mais esquemas anteriores. Normalmente causa confusão ao usuário.
esquemas exatos Alfabeto Indicado para grandes conjuntos de Informação e públicos muito diversificado. Ex: Dicionários, Enciclopédias, Listas Telefônicas. Tempo Indicado para mostrar a ordem cronológica de eventos. Ex: Livros de História, Guias de TV, Arquivo de notícias.
esquemas exatos Localização Compara informações vindas de diferentes locais. Ex: Previsão do tempo, pesquisa política, Atlas de anatomia. Seqüência Organiza itens por ordem de grandeza. Indicado para conferir valor ou peso a informação. Ex: Lista de preços, Top musics.
organizando conteúdos Se você quer que as pessoas encontrem as coisas que procuram, você deve organizar os conteúdos com base no que as pessoas conhecem sobre esses conteúdos. A organização de uma loja de roupas deve refletir o modo como as pessoas acham que as roupas são organizadas. As palavras usadas devem refletir as palavras que as pessoas utilizam e o layout do site deve refletir a tarefa de as pessoas comprarem (Wodtke, 2003).
organizando conteúdos As pessoas grandes o suficiente para alcançarem um teclado viveram o suficiente para ter uma idéia sobre como o mundo está organizado. Você - como designer - pode ignorar isso e impor um novo esquema, ou pode aprender sobre como as pessoas percebem o âmago do seu conteúdo e usar isso para ser mais eficaz (Wodtke, 2003).
organizando conteúdos 4 boas maneiras de aprender: Observar os outros: ir a uma loja real. Estudar o inimigo: visitar os sites concorrentes. Olhar os seus logs de busca. Aplicar um Card Sorting: estudar usuários potenciais, através da organização de cartões.
um erro clássico Segundo Nielsen (2004), um erro nos sites e intranets é estruturar a informação baseado em como a empresa enxerga a sua informação. Isso resulta em diferentes subsites para cada um dos departamentos ou para cada provedor interno de informação (espelhamento do organograma).
o que é card sorting É uma técnica para obter dados sobre o modelo mental dos usuários no que diz respeito ao espaço de informação (Nielsen, 2004).  Faz parte de uma abordagem centrada no usuário, onde o objetivo é aumentar a probabilidade do usuário encontrar um nó de informação, quando estiver navegando.
o que é card sorting Segundo Willis (2003), é uma técnica para compreender como o usuário agrupa informações dentro de um domínio. Os participantes organizam cartões representando tipos específicos de informação. Willis, Dan. 2003. Http://www.dswillis.com/tools
quando aplicar No projeto de um novo  sit e;  Na criação de uma nova área do  sit e; No redesign de um  sit e. (Maurer & Warfel)
quando aplicar Segundo Maurer & Warfel, o Card Sorting   não é uma técnica de avaliação e não deve ser usado para que se identifiquem erros. Sua aplicação consiste na exploração do modelo mental do usuário.  E ele é mais eficaz quando já se conhecem: - As necessidades dos usuários; - O inventário do conteúdo;
comparação Testes de usabilidade  - Método de avaliação.  Já partimos de um design. O objetivo é descobrir se este está adequado à natureza humana e quais os seus problemas. Card sorting  - Método de geração.  Não parte de um design. Seu objetivo é descobrir como as pessoas pensam, sobre um tema. Acessar o seu modelo mental e o vocabulário utilizado. Pode-se combinar os dois métodos, utilizando-se protótipos em papel (Nielsen, 2004).
card sorting Robertson (2001) salienta que, ao término de sua aplicação, ainda não está finalizado o design da informação.  Outros aspectos devem ser levados em conta: Requisitos da empresa; Direcionamento estratégico; Limitações e objetivos técnicos; Princípios de usabilidade.
tipos de card sorting Warfel classifica o Card Sorting   segundo o aparato utilizado: Alta fidelidad e: é quando há o uso de um programa de computador para executar o trabalho (exemplos: EZSort,  OptimalSort ) e os dados são tratados automaticamente; Baixa fidelidad e: forma tradicional, onde são distribuídos cartões físicos aos participantes, e os dados são tratados pelo pesquisador.
tipos de card sorting Segundo Montero & Fernandez (2004), há dois tipos de Card Sorting: Aberto : o usuário agrupa livremente os itens criando o número de conjuntos que achar necessário; Fechado : os grupos são previamente criados e rotulados pelo pesquisador, e o usuário apenas agrega itens a grupos pré-existentes.
tipos de card sorting Aberto : quando se lança um novo produto, ou quando é possível uma completa remodelagem de um existente. Os participantes podem nomear suas categorias (Willis, 2003) OBS - Pode-se evitar um número excessivo de categorias, sugerindo uma limitação prévia (ex: oito categorias). Pode-se ainda permitir uma reunião progressiva de categorias em categorias mais abrangentes.
tipos de card sorting Fechado : os participantes organizam os cartões dentro de categorias já existentes. Usado para reorganizar ou aprimorar uma arquitetura existente (Willis, 2003) VARIAÇÕES  - Pode-se considerar não aceitar uma categoria de miscelânea. Pode-se permitir ou não a colocação de um mesmo item em mais de uma categoria.
amostra Robertson (2001) determina que o número mínimo de participantes de uma seção de  Card Sorting  deve ser de 4 pessoas.  O número de seções a serem realizadas será determinado pela quantidade de grupos que forem possíveis de se identificar dentre os usuários finais do sistema.
amostra Gaffney (2000) desaconselha a execução do experimento em grupo, já que existe o risco da percepção individual se perder frente ao consenso do grupo.  Nielsen (2000, 2004) mantém o posicionamento de realizar 1 seção por usuário.
amostra Apesar de defender que para os testes de usabilidade 5 usuários seriam o suficiente, Nielsen (2004) recomenda que o número seja de 15 participantes na aplicação do  Card Sortin g. Porque não existe ainda produto a ser testado. Se existir, ele não é considerado durante o experimento.
amostra O modelo mental e o vocabulário das pessoas podem variar muito.  É necessário usar um número maior de sujeitos na amostra para obter resultado confiável.
procedimentos (fechado) Preparar dois grupos de cartões: coloridos e brancos; Escrever nos coloridos as chamadas principais; Escrever nos brancos os itens (dados ou links) que compõem a interface; Distribuir os cartões coloridos sobre uma mesa;
procedimentos (fechado) Embaralhar os cartões brancos e entregá-los; Solicitar ao usuário que agrupe os cartões brancos de acordo com as chamadas dos cartões coloridos, da maneira mais apropriada; Ao término, registrar (p.ex: fotografar) disposição dos itens em relação às chamadas principais; OBS - Se sobrarem cartões, deve-se pensar na inclusão de uma nova chamada, ou em um novo nome mais abrangente.
procedimentos (aberto) Escrever os nomes (e uma breve descrição opcional) de cada item em um cartão de papel; Misturar os cartões e entregar todos os cartões para o usuário; Solicitar ao participante que agrupe os cartões em pilhas, colocando juntos os que pertencem ao mesmo grupo.  O usuário pode criar tantos grupos quanto ele quiser. Os grupos podem ser pequenos ou grandes;
procedimentos (aberto) Opcionalmente, solicitar que crie grupos maiores e mais genéricos. No final, pode-se pedir ao usuário que nomeie as pilhas (Nielsen). OBS - Ao nomear as pilhas, o usuário fornecerá idéias para palavras e sinônimos, que serão usados em rótulos, links, títulos e otimização de mecanismos de busca.
procedimentos (aberto) O Card Sorting é um exercício tão simples como colocar as coisas juntas: 1 - Pegue seu arquivo de receitas. 2 - Jogue todas as receitas no chão. 3 - Misture-as bem.  4 - Agora, comece a agrupá-las. Quando ver coisas parecidas com outras, coloque-as juntas. 5 - Quando acabar, pegue alguns post-its e dê um nome a cada grupo (Wodtke). Agora você tem um esquema organizacional.
abordagens De cima pra baix o: começa-se das categorias superiores, dividindo-as em subcategorias lógicas; De baixo pra cim a: vão se agrupando os itens em categorias e essas categorias juntam-se para formar outras mais altas  (Garret).
analisando dados (Wodtke) 1 - Olhar qual é o esquema de organização dominante:  Se for um site de receitas, a maior parte de suas categorias são baseadas em ingredientes? Pratos principais? Culturas? Tipicamente, um vai se sobressair.
analisando dados (Wodtke) 2 - Ajustar a consistência da nomenclatura. 3 - Analise as categorias singulares.
analisando dados (Wodtke) 4 - Agora, analisar o todo: - Os rótulos são adequados? - Há mais de um item em cada categoria? - Há categorias muito estensas, precisando ser subdivididas?
taxonomia  (Wodtke) Depois deste refinamento, você terá uma  taxonomia . Ela é simplesmente um sistema de organização hierárquico. Na web muito útil para a busca (browsing).  Se você tiver feito o trabalho a contento, ninguém nunca vai notar que a taxonomia existe.
análise qualitativa A análise dos dados pode ser feita tanto de forma qualitativa quanto de forma quantitativa.  É indicado fazer uma análise qualitativa quando as categorias e os participantes não são numerosos.  É um processo elaborado que envolve um detalhamento maior das circunstâncias. Nela o pesquisador tem um peso maior no resultado, pois dependerá de sua análise subjetiva.
análise quantitativa A outra forma seria a análise quantitativa - baseada em cálculos estatísticos para determinar os resultados.  É mais adequada quando o número de participantes e categorias é elevado.  É comum aqui usar programas de computador para gerar diagramas.  Ferramenta online:  OptimalSort .
análise visual Frisoni & Steil (2005) levam em consideração o modo como os participantes dispuseram os cartões para compor o menu do site (diagramação).  Não há referências sobre isso na revisão de literatura. Trata-se de uma inovação  Card Sortin g.
conclusões Existem muitas formas de aplicar o  Card Sorting .  Cabe ao pesquisador refletir sobre os objetivos de sua pesquisa para extrair o melhor da técnica. No caso da análise qualitativa, os resultados foram explorados de forma mais rica e abrangente. Isso leva a uma arquitetura mais próxima do modelo mental do usuário e a soluções mais criativas e eficazes. PIRAUÁ, J; MOURA, D e PADOVANI, S.  Discutindo o Card Sorting: uma análise da técnica.  6. USIHC
bibliografia PIRAUÁ, J; MOURA, D e PADOVANI, S.  Discutindo o Card Sorting: uma análise da técnica.  6. USIHC – 6. Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade, Design de Interfaces e Interação Humano-Computador. 2006.  FAAC/UNESP. Bauru, SP. Wodkte, Christina.  Information Architecture: Blueprints for the Web.  , 2003. New Riders. Nielsen, Jakob.  Card Sorting: How Many Users to Test.  Alertbox. July, 2004. Site OptimalSort.  http://www.optimalsort.com/
arquitetura de informação Arquitetura invisível

Card Sorting

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    organização de cartões- categorização de cartões - card sorting
  • 2.
    dimensões da AIContexto Usuários Conteúdo ROSENFELD e MORVILLE Objetivos da organização, políticas, cultura, tecnologia e recursos humanos Audiências, tarefas, necessidades, comportamento de busca de informação, experiência, vocabulário Documentos, formatos/tipos, objetos, metadados, estrutura existente
  • 3.
    dimensões de pesquisaCard sorting Testes de usabilidade Análise dos dados de uso Usuários Análise de conteúdo Inventário de conteúdo Avaliação heurística Conteúdo Infraestrutura tecnológica Entrevistas com stakeholders Reuniões de estratégia Contexto Métodos e técnicas
  • 4.
    card sorting Categorizaçãode cartões - é uma técnica de prototipagem rápida utilizada pela arquitetura de informação.
  • 5.
    por que categorizar?Categorizar, ou classificar, é agrupar entidades (objetos, idéias, ações, etc.) por semelhança. Categorizar é o processo cognitivo de dividir as experiências do mundo em grupos de entidades, ou categorias, para construir uma ordem dos mundos físico e social em que o individuo participa. Categorização é um mecanismo cognitivo fundamental que simplifica a interação do indivíduo com o ambiente.
  • 6.
    quadrados verdes círculos laranja triângulos azuis blocos oliva caixas sólidas bolinhas de gude esferas pequenas figuras ocas montanhas altas Categorização é quase sempre um processo inconsciente. Quando definimos categorias, escolhemos quais atributos ou propriedades a destacar .
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  • 8.
    categorização VINHOS: PaísRegiões - Ano de produção - Tipo de uva - Preço - Combinações - Vinícolas - Tipo de vinho
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    categorização - LocadoraTijuca - Locadora CAVídeo
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    como organizar informações?O mesmo conjunto de informações pode ser organizado de várias formas, seguindo diferentes esquemas de organização. As notícias de um jornal, por exemplo, podem ser organizadas pelo seu assunto ( política, economia, esportes, etc.), cronologicamente pela data em que foi publicada, ou alfabeticamente pelo nome do repórter.
  • 25.
    esquemas de organização- ambíguos - exatos
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    esquemas ambíguos PorAssunto Divide a informação em diferentes tipos, diferentes modelos ou diferentes perguntas a serem respondidas. Ex: Páginas Amarelas, Editorias do jornal, Supermercado. Por Tarefa Organiza a informação em conjuntos de ações. Usado muito em software transacionais. Raramente utilizado sozinho na Web. Ex: Menu aplicativos Windows (Editar, Exibir, Formatar).
  • 27.
    esquemas ambíguos PorPúblico-Alvo Indicado quando se deseja customizar o conteúdo para diferentes públicos-alvos. Ex: Lojas de departamento (classifica seus produtos em masculino, feminino e infantil). Por Metáfora Utilizado para orientar o usuário em algo novo baseado-se em algo que lhe é familiar. Normalmente limita a organização. Ex: Desktop de um computador (utiliza a metáfora de uma mesa de escritório).
  • 28.
    esquemas ambíguos HíbridoReúne 2 ou mais esquemas anteriores. Normalmente causa confusão ao usuário.
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    esquemas exatos AlfabetoIndicado para grandes conjuntos de Informação e públicos muito diversificado. Ex: Dicionários, Enciclopédias, Listas Telefônicas. Tempo Indicado para mostrar a ordem cronológica de eventos. Ex: Livros de História, Guias de TV, Arquivo de notícias.
  • 30.
    esquemas exatos LocalizaçãoCompara informações vindas de diferentes locais. Ex: Previsão do tempo, pesquisa política, Atlas de anatomia. Seqüência Organiza itens por ordem de grandeza. Indicado para conferir valor ou peso a informação. Ex: Lista de preços, Top musics.
  • 31.
    organizando conteúdos Sevocê quer que as pessoas encontrem as coisas que procuram, você deve organizar os conteúdos com base no que as pessoas conhecem sobre esses conteúdos. A organização de uma loja de roupas deve refletir o modo como as pessoas acham que as roupas são organizadas. As palavras usadas devem refletir as palavras que as pessoas utilizam e o layout do site deve refletir a tarefa de as pessoas comprarem (Wodtke, 2003).
  • 32.
    organizando conteúdos Aspessoas grandes o suficiente para alcançarem um teclado viveram o suficiente para ter uma idéia sobre como o mundo está organizado. Você - como designer - pode ignorar isso e impor um novo esquema, ou pode aprender sobre como as pessoas percebem o âmago do seu conteúdo e usar isso para ser mais eficaz (Wodtke, 2003).
  • 33.
    organizando conteúdos 4boas maneiras de aprender: Observar os outros: ir a uma loja real. Estudar o inimigo: visitar os sites concorrentes. Olhar os seus logs de busca. Aplicar um Card Sorting: estudar usuários potenciais, através da organização de cartões.
  • 34.
    um erro clássicoSegundo Nielsen (2004), um erro nos sites e intranets é estruturar a informação baseado em como a empresa enxerga a sua informação. Isso resulta em diferentes subsites para cada um dos departamentos ou para cada provedor interno de informação (espelhamento do organograma).
  • 35.
    o que écard sorting É uma técnica para obter dados sobre o modelo mental dos usuários no que diz respeito ao espaço de informação (Nielsen, 2004). Faz parte de uma abordagem centrada no usuário, onde o objetivo é aumentar a probabilidade do usuário encontrar um nó de informação, quando estiver navegando.
  • 36.
    o que écard sorting Segundo Willis (2003), é uma técnica para compreender como o usuário agrupa informações dentro de um domínio. Os participantes organizam cartões representando tipos específicos de informação. Willis, Dan. 2003. Http://www.dswillis.com/tools
  • 37.
    quando aplicar Noprojeto de um novo sit e; Na criação de uma nova área do sit e; No redesign de um sit e. (Maurer & Warfel)
  • 38.
    quando aplicar SegundoMaurer & Warfel, o Card Sorting não é uma técnica de avaliação e não deve ser usado para que se identifiquem erros. Sua aplicação consiste na exploração do modelo mental do usuário. E ele é mais eficaz quando já se conhecem: - As necessidades dos usuários; - O inventário do conteúdo;
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    comparação Testes deusabilidade - Método de avaliação. Já partimos de um design. O objetivo é descobrir se este está adequado à natureza humana e quais os seus problemas. Card sorting - Método de geração. Não parte de um design. Seu objetivo é descobrir como as pessoas pensam, sobre um tema. Acessar o seu modelo mental e o vocabulário utilizado. Pode-se combinar os dois métodos, utilizando-se protótipos em papel (Nielsen, 2004).
  • 40.
    card sorting Robertson(2001) salienta que, ao término de sua aplicação, ainda não está finalizado o design da informação. Outros aspectos devem ser levados em conta: Requisitos da empresa; Direcionamento estratégico; Limitações e objetivos técnicos; Princípios de usabilidade.
  • 41.
    tipos de cardsorting Warfel classifica o Card Sorting segundo o aparato utilizado: Alta fidelidad e: é quando há o uso de um programa de computador para executar o trabalho (exemplos: EZSort, OptimalSort ) e os dados são tratados automaticamente; Baixa fidelidad e: forma tradicional, onde são distribuídos cartões físicos aos participantes, e os dados são tratados pelo pesquisador.
  • 42.
    tipos de cardsorting Segundo Montero & Fernandez (2004), há dois tipos de Card Sorting: Aberto : o usuário agrupa livremente os itens criando o número de conjuntos que achar necessário; Fechado : os grupos são previamente criados e rotulados pelo pesquisador, e o usuário apenas agrega itens a grupos pré-existentes.
  • 43.
    tipos de cardsorting Aberto : quando se lança um novo produto, ou quando é possível uma completa remodelagem de um existente. Os participantes podem nomear suas categorias (Willis, 2003) OBS - Pode-se evitar um número excessivo de categorias, sugerindo uma limitação prévia (ex: oito categorias). Pode-se ainda permitir uma reunião progressiva de categorias em categorias mais abrangentes.
  • 44.
    tipos de cardsorting Fechado : os participantes organizam os cartões dentro de categorias já existentes. Usado para reorganizar ou aprimorar uma arquitetura existente (Willis, 2003) VARIAÇÕES - Pode-se considerar não aceitar uma categoria de miscelânea. Pode-se permitir ou não a colocação de um mesmo item em mais de uma categoria.
  • 45.
    amostra Robertson (2001)determina que o número mínimo de participantes de uma seção de Card Sorting deve ser de 4 pessoas. O número de seções a serem realizadas será determinado pela quantidade de grupos que forem possíveis de se identificar dentre os usuários finais do sistema.
  • 46.
    amostra Gaffney (2000)desaconselha a execução do experimento em grupo, já que existe o risco da percepção individual se perder frente ao consenso do grupo. Nielsen (2000, 2004) mantém o posicionamento de realizar 1 seção por usuário.
  • 47.
    amostra Apesar dedefender que para os testes de usabilidade 5 usuários seriam o suficiente, Nielsen (2004) recomenda que o número seja de 15 participantes na aplicação do Card Sortin g. Porque não existe ainda produto a ser testado. Se existir, ele não é considerado durante o experimento.
  • 48.
    amostra O modelomental e o vocabulário das pessoas podem variar muito. É necessário usar um número maior de sujeitos na amostra para obter resultado confiável.
  • 49.
    procedimentos (fechado) Preparardois grupos de cartões: coloridos e brancos; Escrever nos coloridos as chamadas principais; Escrever nos brancos os itens (dados ou links) que compõem a interface; Distribuir os cartões coloridos sobre uma mesa;
  • 50.
    procedimentos (fechado) Embaralharos cartões brancos e entregá-los; Solicitar ao usuário que agrupe os cartões brancos de acordo com as chamadas dos cartões coloridos, da maneira mais apropriada; Ao término, registrar (p.ex: fotografar) disposição dos itens em relação às chamadas principais; OBS - Se sobrarem cartões, deve-se pensar na inclusão de uma nova chamada, ou em um novo nome mais abrangente.
  • 51.
    procedimentos (aberto) Escreveros nomes (e uma breve descrição opcional) de cada item em um cartão de papel; Misturar os cartões e entregar todos os cartões para o usuário; Solicitar ao participante que agrupe os cartões em pilhas, colocando juntos os que pertencem ao mesmo grupo. O usuário pode criar tantos grupos quanto ele quiser. Os grupos podem ser pequenos ou grandes;
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    procedimentos (aberto) Opcionalmente,solicitar que crie grupos maiores e mais genéricos. No final, pode-se pedir ao usuário que nomeie as pilhas (Nielsen). OBS - Ao nomear as pilhas, o usuário fornecerá idéias para palavras e sinônimos, que serão usados em rótulos, links, títulos e otimização de mecanismos de busca.
  • 53.
    procedimentos (aberto) OCard Sorting é um exercício tão simples como colocar as coisas juntas: 1 - Pegue seu arquivo de receitas. 2 - Jogue todas as receitas no chão. 3 - Misture-as bem. 4 - Agora, comece a agrupá-las. Quando ver coisas parecidas com outras, coloque-as juntas. 5 - Quando acabar, pegue alguns post-its e dê um nome a cada grupo (Wodtke). Agora você tem um esquema organizacional.
  • 54.
    abordagens De cimapra baix o: começa-se das categorias superiores, dividindo-as em subcategorias lógicas; De baixo pra cim a: vão se agrupando os itens em categorias e essas categorias juntam-se para formar outras mais altas (Garret).
  • 55.
    analisando dados (Wodtke)1 - Olhar qual é o esquema de organização dominante: Se for um site de receitas, a maior parte de suas categorias são baseadas em ingredientes? Pratos principais? Culturas? Tipicamente, um vai se sobressair.
  • 56.
    analisando dados (Wodtke)2 - Ajustar a consistência da nomenclatura. 3 - Analise as categorias singulares.
  • 57.
    analisando dados (Wodtke)4 - Agora, analisar o todo: - Os rótulos são adequados? - Há mais de um item em cada categoria? - Há categorias muito estensas, precisando ser subdivididas?
  • 58.
    taxonomia (Wodtke)Depois deste refinamento, você terá uma taxonomia . Ela é simplesmente um sistema de organização hierárquico. Na web muito útil para a busca (browsing). Se você tiver feito o trabalho a contento, ninguém nunca vai notar que a taxonomia existe.
  • 59.
    análise qualitativa Aanálise dos dados pode ser feita tanto de forma qualitativa quanto de forma quantitativa. É indicado fazer uma análise qualitativa quando as categorias e os participantes não são numerosos. É um processo elaborado que envolve um detalhamento maior das circunstâncias. Nela o pesquisador tem um peso maior no resultado, pois dependerá de sua análise subjetiva.
  • 60.
    análise quantitativa Aoutra forma seria a análise quantitativa - baseada em cálculos estatísticos para determinar os resultados. É mais adequada quando o número de participantes e categorias é elevado. É comum aqui usar programas de computador para gerar diagramas. Ferramenta online: OptimalSort .
  • 61.
    análise visual Frisoni& Steil (2005) levam em consideração o modo como os participantes dispuseram os cartões para compor o menu do site (diagramação). Não há referências sobre isso na revisão de literatura. Trata-se de uma inovação Card Sortin g.
  • 62.
    conclusões Existem muitasformas de aplicar o Card Sorting . Cabe ao pesquisador refletir sobre os objetivos de sua pesquisa para extrair o melhor da técnica. No caso da análise qualitativa, os resultados foram explorados de forma mais rica e abrangente. Isso leva a uma arquitetura mais próxima do modelo mental do usuário e a soluções mais criativas e eficazes. PIRAUÁ, J; MOURA, D e PADOVANI, S. Discutindo o Card Sorting: uma análise da técnica. 6. USIHC
  • 63.
    bibliografia PIRAUÁ, J;MOURA, D e PADOVANI, S. Discutindo o Card Sorting: uma análise da técnica. 6. USIHC – 6. Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade, Design de Interfaces e Interação Humano-Computador. 2006. FAAC/UNESP. Bauru, SP. Wodkte, Christina. Information Architecture: Blueprints for the Web. , 2003. New Riders. Nielsen, Jakob. Card Sorting: How Many Users to Test. Alertbox. July, 2004. Site OptimalSort. http://www.optimalsort.com/
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    arquitetura de informaçãoArquitetura invisível