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IDENTIFICAÇÃO DE
NECESSIDADES DOS
USUÁRIOS E
REQUISITOS IHC
Na atividade de análise devemos coletar requisitos de uma
variedade de fontes e utilizar essas informações para
determinar:
As funcionalidades que devem ser
incluídas;
As tecnologias que devem ser utilizadas;
Os fatores que devem ser privilegiados;
As tarefas que devem ser apoiadas.
OBJETIVO DA ANÁLISE
Identificar os requisitos dos
usuários e as metas de
design de IHC.
Requisitos do Usuário
PRODUTO
Objetivos do
usuário que o
produto deve
apoiar;
De que
maneiras o
produto deve
se comportar.
Características
e atributos que
o produto deve
ter;
identificar os requisitos dos usuários e as
metas de design de
POR QUE
IHC
Sharp e coautoras destacam quatro pontos principais
envolvidos na coleta de dados:
 Definição dos Objetivos: Identificar as razões do porque coletarmos
dados;
 Relacionamento profissional: O esclarecimento ajuda a formar um
relacionamento entre as partes, bem como assegurar aos participantes
o uso adequado das informações que eles forneçam.
 Triangulação: Estratégia de utilizar mais de uma técnica de coleta de
dados para obter diferentes perspectivas.
 Estudo Piloto: Uma previa do estudo principal, com o objetivo de
assegurar que o estudo é viável e permitirá coletar os dados desejados
e realizar as análises planejadas.
QUE DADOS
COLETAR?
A atividade mais essencial no desenvolvimento de um
produto de qualidade é entender quem são seus usuários
e de que eles precisam.
No geral, são coletados dados os
seguintes tipos de dados:Dados demográficos
Experiência profissional
Informações sobre a empresa
Educação
Experiência em computadores
Experiência com um produto
especifico
Tecnologia disponível
Treinamento
Atitudes e valores
Conhecimento do domínio
Objetivos
Tarefas
Gravidade dos erros
Motivação para o trabalho
Idiomas e jargões
DE QUEM COLETAR
OS DADOS?
?
É importante traçar o perfil de:
Usuários primários: utilizam constantemente o
produto;
Usuários secundários: utilizam ocasionalmente
o produto;
Outras partes interessadas: são afetadas pelo
uso do produto.
QUEM?
Devemos descobrir:
utilizará o
sistema?
definiu os
processos
a serem apoiados
pelo sistema?
será afetado
pelo produto?
É o responsável por decidir
quais os objetivos que o
sistema deve apoiar?
Quais funcionalidades o sistema deve ter?
Podemos buscar dados que nos ajudem a aprender
sobre o produto através de diferentes fontes, tais
como:
Feedback dos usuários:;
Arquivos de log:
Análise competitiva:
Pesquisa:
ASPECTOS ÉTICOS DE PESQUISA
ENVOLVENDO PESSOAS
É de responsabilidade da equipe de design proteger o bem-
estar físico e psicológico dos participantes de qualquer
estudo, pesquisa ou analise realizada (Johnson, 2001).
Confidencialidade
e a privacidade.
Explicar os objetivos;
O Pesquisador deve:
Garantir o anonimato.
 O avaliador deve obter permissão para gravar a voz ou
imagem de qualquer pessoa, antes de começar a gravação;
 A participação na pesquisa deve ocorres apenas com
consentimento livre e esclarecido dos participantes;
 O conforto dos participantes deve ser cuidadosamente
considerado;
 O participante tem o direito e a liberdade de se recusar a
participar em qualquer fase da pesquisa;
Os participantes devem ter autonomia plena para
decidir participar ou não do estudo;
O pesquisador tem que combinar com o participante
formas de incentivo à participação da avalização;
O participante deve assinar um acordo de
confidencialidade.
COMO COLETAR DADOS?
Dentre as técnicas utilizadas frequentemente para coletar
dados e levantar os requisitos dos usuários, destacam-se:
Entrevistas;
Grupos de foco;
Questionários;
Brainstorming de necessidades e desejos dos usuários;
Classificação de cartões;
Estudos de campo;
Investigação contextual.
ENTREVISTAS
Coleta de dados e levantamento de
requisitos
Individual ou em grupo ( grupo de foco
)
As perguntas podem ser: abertas ou
fechadas
Classificação de entrevistas :
Estruturadas :
Segue fielmente o roteiro
Sem liberdade para explorar
tópicos novos
Normalmente as perguntas são
fechadas
Classificação de entrevistas :
Não estruturadas:
Perguntas flexíveis e abertas
Aprofundamento de tópicos
Semiestruturadas:
Normalmente perguntas abertas
Liberdade para explorar as respostas
Sempre montar o foco nos objetos
da entrevistas
Classificação de entrevistas :
Tipos
Face a face
Chat comunicação
Videoconferência
sincronia
E-mail assíncrona
Analise das entrevistas
Inter participante:
Para cada pergunta individual, todas as respostas
de todos os entrevistados são analisados
sistematicamente e rigorosamente.
Intra participação:
Para cada entrevistado individual, todas as
respostas de todos os entrevistados são
analisadas, buscando identificar possíveis conflitos
de opiniões.
QUESTIONÁRIOS
Formulário impresso ou on-line com
perguntas que deverão ser
respondidas pelos usuários
Coleta de dados de um grande
número de pessoas
Poder ser abertos ou fechados
Tipos de perguntas e respostas
Múltipla escolha
Faixa de valores
Escalas
Perguntas abertas
GRUPO DE FOCO
Nos grupos de foco os participantes ( entre três e dez
) são reunidos por uma ou duas horas.
Coleta de informações, sobre um publico alvo
Consegue-se obter, em pouco tempo, múltiplos
pontos de vista
É necessária a presença de um moderador (Função:
integração e controle)
BRAINSTORMING DE
NECESSIDADES E
DESEJOS
Coleta de dados sobre os tipos de
conteúdo e características que usuários
querem e desejam
Funciona com qualquer serviço e produto
8 a 12 usuários finais
CLASSIFICAÇÃO DE
CARTÕES
O que é?
Classificação de
cartões é uma
técnica para
explorar como
as pessoas
agrupam itens
de informação.
Pra que serve?
A classificação de cartões nos permite aprender
sobre como as pessoas pesam em categorias e
conceitos, como os descrevem e quais informações
pertencem a quais categorias.
Segundo Courage e Baxter (2005), essa técnica nos
diz como as características de um produto podem
ser estruturadas para se encaixarem nas
expectativas dos usuários sobre de que maneira
essas características estão relacionadas.
Método
Um conjunto de cartões ou fichas são
preparados com amostras ou
descrições de conteúdo e fornecidos
a um grupo de pessoas que devem
organiza-los em grupos, de acordo
com a similaridade entre os cartões.
O critério de similaridade é definido
pelos próprios participantes. A
classificação de cartões pode ser
conduzida com indivíduos ou com um
grupo de usuários trabalhando
individualmente.
Categorias principais
Itens
Procedimentos
Spencer (2009) enumera os seguintes passos para
a condução de uma classificação de cartões:
1. Decidir o que queremos descobrir;
2. Selecionar o método;
3. Selecionar o conteúdo;
4. Selecionar e convidar os participantes;
5. Conduzir a sessão de classificação de cartões e registrar os dados;
6. Analisar os resultados;
7. Utilizar os resultados no projeto.
Definição dos Objetivos
O primeiro passo é definir o objetivo do estudo. Spencer
(2009) enumera os seguintes objetivos típicos:
 1. Aprender sobre como as pessoas pesam sobre o conteúdo e seus
principais agrupamentos e utilizar essa informação para criar categorias
de alto nível e subcategorias;
 2. Aprender se há conceitos de alto nível nesse conteúdo e utilizar essa
informação para aprender melhor os relacionamentos entre os itens de
conteúdo;
 3. Envolver autores de um Web site como forma de mostrar-lhes que as
pessoas pensam de diferentes maneiras, e em particular como elas
pensam sobre o seu próprio conteúdo;
Definição dos Objetivos
 4. Explorar se há um esquema principal de classificação para
o conteúdo ou se há mais de um esquema. Utilizar essa
informação para definir se as informações devem ser
oferecidas de mais de uma maneira;
 5. Descobrir por que uma pequena seção do Web site não
está funcionando ao explorar diferentes métodos de
categorização. Utilizar essa informação para decidir se e
como o conteúdo deve ser reorganizado;
 6. Coletar termos e expressões a serem utilizados para
rotular grupos e categorias de conteúdo.
Tipo de Classificação
A classificação de cartões possui duas variantes
básicas: as formas aberta e fechada.
 Classificação Aberta – Os participantes descrevem os
grupos de cartões que eles criaram. Devemos ter em mente
que a classificação aberta permite aprender mais sobre os
esquemas de classificação dos usuários.
 Classificação Fechada – São fornecidos cartões que
representam categorias predefinidas.
Seleção do Tipo de Classificação
 A classificação aberta permite aprender mais
sobre os esquemas de classificação dos
usuários;
 Mas existem casos, no entanto, em que uma
classificação fechada é preferencial como, por
exemplo, quando temos um conjunto de
categorias que não pode ser modificado.
Classificação de Cartões em Grupo
O principal risco de
conduzirmos uma
classificação de cartões em
grupo é haver um membro
dominante que force sua
opinião sobre as opiniões
dos outros. Quando isso não
acontece os participantes
fornecem insumos preciosos
para o estudo.
Seleção de Conteúdo
Uma das principais causas para o insucesso de uma sessão
de classificação de cartões é a seleção de conteúdo
inadequado.
Ao selecionarmos o conteúdo, devemos assegurar que os
itens selecionados sejam:
 Representativos;
 Relevantes;
 Passiveis de agrupamento.
Cuidados:
Não incluir conteúdos que parecem
categorias;
Não abusar de termos que induzam o
participante a classificação;
Manter todos os itens num nível
semelhante de abstração.
Condução da Sessão
Estudo- piloto / visa avaliar instruções e todo o material gerado
No inicio da sessão, devemos informar/instruir aos participantes:
 Objetivo do estudo;
 Conteúdo dos cartões;
 Agrupamento dos cartões.
Ao término da atividade deve-se pedir a opinião dos participantes sobre
os grupos formados para avaliar o quanto estão satisfeitos e confiantes
com o resultado.
Análise de resultados
A fase de análise se inicia com a observação das similaridades
e diferenças entre as várias estruturas criadas e consiste em
verificar:
 Quais grupos foram formados;
 Qual esquema de classificação as pessoas utilizaram;
 Quais itens de conteúdo foram classificados em cada grupo;
 Quais termos e expressões foram utilizados para descrever os grupos.
O resultado da classificação de cartões não
fornece uma resposta direta sobre como
organizar as informações, mas sim ideias para a
elaboração da arquitetura de informação.
Segundo ela, o principal valor da classificação
de cartões é aprender sobre o seu usuário
coisas que não saberíamos de outro jeito.
Análise de resultados
ESTUDO DE CAMPO
Durante um estudo de campo , um pesquisador visita usuários finais no
seu próprio ambiente e os observa enquanto desempenham uma
atividade.
Duração
Podem durar desde algumas poucas horas até diversos dias
Objetivo
Entender o comportamento natural do usuário final no contexto do seu
próprio ambiente de atuação.
Por quê?
Ao observarmos o usuário em seu próprio
ambiente, podemos capturar informações
que afetam o uso de um produto. O
resultado é tornar explícitos os aspectos e
processos implícitos do ambiente do
usuário.
Quando Utilizar?
Estudos de campo podem ser utilizados em
qualquer momento durante o ciclo de vida de
desenvolvimento de um produto, mas
geralmente são mais proveitosos durante as
atividades iniciais de levantamento.
Cuidados
Anotações
demasiado
simplificadas;
Comportamento
dos participantes.
Formas
 Observação pura, sem interação do observador com os
participantes;
 Observação guiada por um conjunto de tópicos de interesse;
 Áudio e vídeo no ambiente de atuação dos participantes;
 Coleta ou cópia dos artefatos utilizados pelos participantes;
 Diários mantidos pelos participantes;
 Registros de vídeo por câmeras instaladas no ambiente;
 Investigação contextual.
Investigação Contextual
É uma das formas mais comuns de
estudo de campo. Trata-se de um
estudo de campo com o envolvimento
intenso do investigador como um
participante aprendiz, incluindo
entrevistas e observações.
Objetivo
Revelar todos os aspectos da pratica do trabalho.
Obter dados sobre a estrutura do trabalho na
prática;
Tornar explícito o conhecimento tácito e não
articulado sobre o trabalho;
Conhecer os detalhes do trabalho que se tornaram
habituais e visíveis.
Modelo
Modelo mestre-aprendiz – o entrevistador exerce o papel de
aprendiz do trabalho do usuário. O usuário, no seu papel de
mestre, ensina o seu trabalho enquanto o trabalho é
realizado.
Esse modelo facilita:
 Tornar os usuários cientes do que fazem, ao fazê-lo;
 Interromper o trabalho para pensar sobre ele;
 Revelar todos os detalhes de uma prática de trabalho;
 Apontar e explicar as diferenças entre o essencial e o irrelevante;
 Revelar padrões ou princípios atuantes, que influenciam ou
determinam a forma como trabalham.
Princípios
A investigação contextual se baseia nos seguintes
princípios:
 Contexto – o investigador deve ir ao local dos seus usuários e observá-
los realizando seu trabalho.
 Parceria – a parceria com os usuários é firmada através de conversas
sobre o trabalho deles, com o objetivo de nos tornarmos seu
colaborador no entendimento da prática de trabalho.
 Interpretação – consiste em desenvolver um entendimento
compartilhado com o usuário sobre os aspectos relevantes do
trabalho.
 Foco – a investigação deve ser guiada por um entendimento claro do
seu objetivo, para atribuir significado ao trabalho.
Entrevistas
Uma investigação
contextual geralmente
envolve, para cada
papel, 6 a 10
entrevistas de três
horas com pessoas que
trabalham de formas
bem diferentes, e
segue a seguinte
estrutura:
Entrevista convencional – um membro da equipe
de design faz:
 Apresentação
 Descrição do foco
 Importância (participante e trabalho)
 Correção de erros (do designer)
 Coleta de opinião (ferramentas)
Transição – fornece informações ao
participante sobre o que vai acontecer quando
passarem da parte da conversa para a
observação.
Entrevista contextual – o usuário
começa a fazer o seu trabalho enquanto o
entrevistador observa e interpreta.
Ao final da entrevista:
Repassar os dados com o usuário;
Correção de interpretação.
FIM
Este capítulo descreveu:
Os tipos de dados coletados durante a análise;
 As fontes de informação que fornecem esses dados;
 Os cuidados éticos envolvidos na captura dos dados;
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Com o objetivo de entender as necessidades dos
usuários e de definir os requisitos de IHC de um
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Identificação de Necessidades dos Usuários e Requisitos IHC

  • 2. Na atividade de análise devemos coletar requisitos de uma variedade de fontes e utilizar essas informações para determinar: As funcionalidades que devem ser incluídas; As tecnologias que devem ser utilizadas; Os fatores que devem ser privilegiados; As tarefas que devem ser apoiadas.
  • 3. OBJETIVO DA ANÁLISE Identificar os requisitos dos usuários e as metas de design de IHC.
  • 4. Requisitos do Usuário PRODUTO Objetivos do usuário que o produto deve apoiar; De que maneiras o produto deve se comportar. Características e atributos que o produto deve ter;
  • 5. identificar os requisitos dos usuários e as metas de design de POR QUE IHC
  • 6. Sharp e coautoras destacam quatro pontos principais envolvidos na coleta de dados:  Definição dos Objetivos: Identificar as razões do porque coletarmos dados;  Relacionamento profissional: O esclarecimento ajuda a formar um relacionamento entre as partes, bem como assegurar aos participantes o uso adequado das informações que eles forneçam.  Triangulação: Estratégia de utilizar mais de uma técnica de coleta de dados para obter diferentes perspectivas.  Estudo Piloto: Uma previa do estudo principal, com o objetivo de assegurar que o estudo é viável e permitirá coletar os dados desejados e realizar as análises planejadas.
  • 7. QUE DADOS COLETAR? A atividade mais essencial no desenvolvimento de um produto de qualidade é entender quem são seus usuários e de que eles precisam.
  • 8. No geral, são coletados dados os seguintes tipos de dados:Dados demográficos Experiência profissional Informações sobre a empresa Educação Experiência em computadores Experiência com um produto especifico Tecnologia disponível Treinamento Atitudes e valores Conhecimento do domínio Objetivos Tarefas Gravidade dos erros Motivação para o trabalho Idiomas e jargões
  • 10. É importante traçar o perfil de: Usuários primários: utilizam constantemente o produto; Usuários secundários: utilizam ocasionalmente o produto; Outras partes interessadas: são afetadas pelo uso do produto.
  • 11. QUEM? Devemos descobrir: utilizará o sistema? definiu os processos a serem apoiados pelo sistema? será afetado pelo produto? É o responsável por decidir quais os objetivos que o sistema deve apoiar? Quais funcionalidades o sistema deve ter?
  • 12. Podemos buscar dados que nos ajudem a aprender sobre o produto através de diferentes fontes, tais como: Feedback dos usuários:; Arquivos de log: Análise competitiva: Pesquisa:
  • 13. ASPECTOS ÉTICOS DE PESQUISA ENVOLVENDO PESSOAS É de responsabilidade da equipe de design proteger o bem- estar físico e psicológico dos participantes de qualquer estudo, pesquisa ou analise realizada (Johnson, 2001).
  • 14. Confidencialidade e a privacidade. Explicar os objetivos; O Pesquisador deve: Garantir o anonimato.
  • 15.  O avaliador deve obter permissão para gravar a voz ou imagem de qualquer pessoa, antes de começar a gravação;  A participação na pesquisa deve ocorres apenas com consentimento livre e esclarecido dos participantes;  O conforto dos participantes deve ser cuidadosamente considerado;  O participante tem o direito e a liberdade de se recusar a participar em qualquer fase da pesquisa; Os participantes devem ter autonomia plena para decidir participar ou não do estudo; O pesquisador tem que combinar com o participante formas de incentivo à participação da avalização; O participante deve assinar um acordo de confidencialidade.
  • 17. Dentre as técnicas utilizadas frequentemente para coletar dados e levantar os requisitos dos usuários, destacam-se: Entrevistas; Grupos de foco; Questionários; Brainstorming de necessidades e desejos dos usuários; Classificação de cartões; Estudos de campo; Investigação contextual.
  • 19. Coleta de dados e levantamento de requisitos Individual ou em grupo ( grupo de foco ) As perguntas podem ser: abertas ou fechadas
  • 20. Classificação de entrevistas : Estruturadas : Segue fielmente o roteiro Sem liberdade para explorar tópicos novos Normalmente as perguntas são fechadas
  • 21. Classificação de entrevistas : Não estruturadas: Perguntas flexíveis e abertas Aprofundamento de tópicos
  • 22. Semiestruturadas: Normalmente perguntas abertas Liberdade para explorar as respostas Sempre montar o foco nos objetos da entrevistas Classificação de entrevistas :
  • 23. Tipos Face a face Chat comunicação Videoconferência sincronia E-mail assíncrona
  • 24. Analise das entrevistas Inter participante: Para cada pergunta individual, todas as respostas de todos os entrevistados são analisados sistematicamente e rigorosamente. Intra participação: Para cada entrevistado individual, todas as respostas de todos os entrevistados são analisadas, buscando identificar possíveis conflitos de opiniões.
  • 26. Formulário impresso ou on-line com perguntas que deverão ser respondidas pelos usuários Coleta de dados de um grande número de pessoas Poder ser abertos ou fechados
  • 27. Tipos de perguntas e respostas Múltipla escolha Faixa de valores Escalas Perguntas abertas
  • 29. Nos grupos de foco os participantes ( entre três e dez ) são reunidos por uma ou duas horas. Coleta de informações, sobre um publico alvo Consegue-se obter, em pouco tempo, múltiplos pontos de vista É necessária a presença de um moderador (Função: integração e controle)
  • 31. Coleta de dados sobre os tipos de conteúdo e características que usuários querem e desejam Funciona com qualquer serviço e produto 8 a 12 usuários finais
  • 33. O que é? Classificação de cartões é uma técnica para explorar como as pessoas agrupam itens de informação.
  • 34. Pra que serve? A classificação de cartões nos permite aprender sobre como as pessoas pesam em categorias e conceitos, como os descrevem e quais informações pertencem a quais categorias. Segundo Courage e Baxter (2005), essa técnica nos diz como as características de um produto podem ser estruturadas para se encaixarem nas expectativas dos usuários sobre de que maneira essas características estão relacionadas.
  • 35. Método Um conjunto de cartões ou fichas são preparados com amostras ou descrições de conteúdo e fornecidos a um grupo de pessoas que devem organiza-los em grupos, de acordo com a similaridade entre os cartões. O critério de similaridade é definido pelos próprios participantes. A classificação de cartões pode ser conduzida com indivíduos ou com um grupo de usuários trabalhando individualmente.
  • 37. Procedimentos Spencer (2009) enumera os seguintes passos para a condução de uma classificação de cartões: 1. Decidir o que queremos descobrir; 2. Selecionar o método; 3. Selecionar o conteúdo; 4. Selecionar e convidar os participantes; 5. Conduzir a sessão de classificação de cartões e registrar os dados; 6. Analisar os resultados; 7. Utilizar os resultados no projeto.
  • 38. Definição dos Objetivos O primeiro passo é definir o objetivo do estudo. Spencer (2009) enumera os seguintes objetivos típicos:  1. Aprender sobre como as pessoas pesam sobre o conteúdo e seus principais agrupamentos e utilizar essa informação para criar categorias de alto nível e subcategorias;  2. Aprender se há conceitos de alto nível nesse conteúdo e utilizar essa informação para aprender melhor os relacionamentos entre os itens de conteúdo;  3. Envolver autores de um Web site como forma de mostrar-lhes que as pessoas pensam de diferentes maneiras, e em particular como elas pensam sobre o seu próprio conteúdo;
  • 39. Definição dos Objetivos  4. Explorar se há um esquema principal de classificação para o conteúdo ou se há mais de um esquema. Utilizar essa informação para definir se as informações devem ser oferecidas de mais de uma maneira;  5. Descobrir por que uma pequena seção do Web site não está funcionando ao explorar diferentes métodos de categorização. Utilizar essa informação para decidir se e como o conteúdo deve ser reorganizado;  6. Coletar termos e expressões a serem utilizados para rotular grupos e categorias de conteúdo.
  • 40. Tipo de Classificação A classificação de cartões possui duas variantes básicas: as formas aberta e fechada.  Classificação Aberta – Os participantes descrevem os grupos de cartões que eles criaram. Devemos ter em mente que a classificação aberta permite aprender mais sobre os esquemas de classificação dos usuários.  Classificação Fechada – São fornecidos cartões que representam categorias predefinidas.
  • 41. Seleção do Tipo de Classificação  A classificação aberta permite aprender mais sobre os esquemas de classificação dos usuários;  Mas existem casos, no entanto, em que uma classificação fechada é preferencial como, por exemplo, quando temos um conjunto de categorias que não pode ser modificado.
  • 42. Classificação de Cartões em Grupo O principal risco de conduzirmos uma classificação de cartões em grupo é haver um membro dominante que force sua opinião sobre as opiniões dos outros. Quando isso não acontece os participantes fornecem insumos preciosos para o estudo.
  • 43. Seleção de Conteúdo Uma das principais causas para o insucesso de uma sessão de classificação de cartões é a seleção de conteúdo inadequado. Ao selecionarmos o conteúdo, devemos assegurar que os itens selecionados sejam:  Representativos;  Relevantes;  Passiveis de agrupamento.
  • 44. Cuidados: Não incluir conteúdos que parecem categorias; Não abusar de termos que induzam o participante a classificação; Manter todos os itens num nível semelhante de abstração.
  • 45. Condução da Sessão Estudo- piloto / visa avaliar instruções e todo o material gerado No inicio da sessão, devemos informar/instruir aos participantes:  Objetivo do estudo;  Conteúdo dos cartões;  Agrupamento dos cartões. Ao término da atividade deve-se pedir a opinião dos participantes sobre os grupos formados para avaliar o quanto estão satisfeitos e confiantes com o resultado.
  • 46. Análise de resultados A fase de análise se inicia com a observação das similaridades e diferenças entre as várias estruturas criadas e consiste em verificar:  Quais grupos foram formados;  Qual esquema de classificação as pessoas utilizaram;  Quais itens de conteúdo foram classificados em cada grupo;  Quais termos e expressões foram utilizados para descrever os grupos.
  • 47. O resultado da classificação de cartões não fornece uma resposta direta sobre como organizar as informações, mas sim ideias para a elaboração da arquitetura de informação. Segundo ela, o principal valor da classificação de cartões é aprender sobre o seu usuário coisas que não saberíamos de outro jeito. Análise de resultados
  • 49. Durante um estudo de campo , um pesquisador visita usuários finais no seu próprio ambiente e os observa enquanto desempenham uma atividade. Duração Podem durar desde algumas poucas horas até diversos dias Objetivo Entender o comportamento natural do usuário final no contexto do seu próprio ambiente de atuação.
  • 50. Por quê? Ao observarmos o usuário em seu próprio ambiente, podemos capturar informações que afetam o uso de um produto. O resultado é tornar explícitos os aspectos e processos implícitos do ambiente do usuário.
  • 51. Quando Utilizar? Estudos de campo podem ser utilizados em qualquer momento durante o ciclo de vida de desenvolvimento de um produto, mas geralmente são mais proveitosos durante as atividades iniciais de levantamento.
  • 53. Formas  Observação pura, sem interação do observador com os participantes;  Observação guiada por um conjunto de tópicos de interesse;  Áudio e vídeo no ambiente de atuação dos participantes;  Coleta ou cópia dos artefatos utilizados pelos participantes;  Diários mantidos pelos participantes;  Registros de vídeo por câmeras instaladas no ambiente;  Investigação contextual.
  • 54. Investigação Contextual É uma das formas mais comuns de estudo de campo. Trata-se de um estudo de campo com o envolvimento intenso do investigador como um participante aprendiz, incluindo entrevistas e observações.
  • 55. Objetivo Revelar todos os aspectos da pratica do trabalho. Obter dados sobre a estrutura do trabalho na prática; Tornar explícito o conhecimento tácito e não articulado sobre o trabalho; Conhecer os detalhes do trabalho que se tornaram habituais e visíveis.
  • 56. Modelo Modelo mestre-aprendiz – o entrevistador exerce o papel de aprendiz do trabalho do usuário. O usuário, no seu papel de mestre, ensina o seu trabalho enquanto o trabalho é realizado. Esse modelo facilita:  Tornar os usuários cientes do que fazem, ao fazê-lo;  Interromper o trabalho para pensar sobre ele;  Revelar todos os detalhes de uma prática de trabalho;  Apontar e explicar as diferenças entre o essencial e o irrelevante;  Revelar padrões ou princípios atuantes, que influenciam ou determinam a forma como trabalham.
  • 57. Princípios A investigação contextual se baseia nos seguintes princípios:  Contexto – o investigador deve ir ao local dos seus usuários e observá- los realizando seu trabalho.  Parceria – a parceria com os usuários é firmada através de conversas sobre o trabalho deles, com o objetivo de nos tornarmos seu colaborador no entendimento da prática de trabalho.  Interpretação – consiste em desenvolver um entendimento compartilhado com o usuário sobre os aspectos relevantes do trabalho.  Foco – a investigação deve ser guiada por um entendimento claro do seu objetivo, para atribuir significado ao trabalho.
  • 58. Entrevistas Uma investigação contextual geralmente envolve, para cada papel, 6 a 10 entrevistas de três horas com pessoas que trabalham de formas bem diferentes, e segue a seguinte estrutura:
  • 59. Entrevista convencional – um membro da equipe de design faz:  Apresentação  Descrição do foco  Importância (participante e trabalho)  Correção de erros (do designer)  Coleta de opinião (ferramentas)
  • 60. Transição – fornece informações ao participante sobre o que vai acontecer quando passarem da parte da conversa para a observação. Entrevista contextual – o usuário começa a fazer o seu trabalho enquanto o entrevistador observa e interpreta.
  • 61. Ao final da entrevista: Repassar os dados com o usuário; Correção de interpretação.
  • 62. FIM
  • 63. Este capítulo descreveu: Os tipos de dados coletados durante a análise;  As fontes de informação que fornecem esses dados;  Os cuidados éticos envolvidos na captura dos dados;  Algumas técnicas de investigação e analise. Com o objetivo de entender as necessidades dos usuários e de definir os requisitos de IHC de um sistema interativo.