Teresina-Pi
Faculdade Maurício de
Nassau
Enfermagem-7º Período
Profª: Nauside Pessoa
 Aline Nayra
 Ana Carla
 Camila Beatrice
 Elanny Santos
 Fernanda Sávia
 Flaviana Mutran
 Joana Carolina
 Kamyla Sávia
 Laíz Alves
 Lídia Viana
 A saúde do trabalhador começou a ser alvo de
preocupações já na Antiguidade vindo a se intensificar com
o advento da industrialização, motivada pelo interesse no
crescente aumento da produtividade.
 No Brasil, essa preocupação mais eminente surgiu apenas
em fins do século XIX. Contudo, a enfermagem do trabalho
só teve sua importância junto às empresas reconhecida na
década de 70, tendo em vista os elevados números de
acidentes de trabalho que ocorriam. (AZEVEDO, 2010).
 Dentre essas normas a NR7, diz respeito ao Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) que
estabelece “[...] a obrigatoriedade da elaboração e
implementação de programa para a promoção e
preservação da saúde dos trabalhadores”. (AZEVEDO,
2010, p. 2).
 Até a década de 1960, apenas acidentes de trabalho eram
considerados enfermidades derivadas da profissão.
 Somente na década de 1970 as doenças
ocupacionais passaram a ser vistas com a seriedade que
merecem.
 Uma das razões para essa mudança foi o crescimento
da classe médica e da indústria no País, o que aumentou
consideravelmente distúrbios relacionados a agentes
físicos, químicos e térmicos.
 Começou-se a ver um padrão em trabalhadores que
lidavam com poeira, radiação, solventes ou ruídos, para
citar alguns exemplos.
Lesão por Esforços Repetitivos
(LER) ou Distúrbios Osteomusculares
Relacionados ao Trabalho (DORT):
 São causadas pela repetição excessiva de movimentos ou
postura inadequada, causando uma dor crônica que tende
a piorar ao longo dos anos.
 O grande problema da LER é ser confundida com um mal
estar passageiro, como uma torção ou mau jeito.
 A diferença básica entre LER e DORT, é que a primeira
pode não necessariamente ocorrer em ambiente de
trabalho e a segunda refere-se unicamente ao dia a dia
profissional.
 Pode ser temporária ou definitiva, em trabalhadores expostos
a ruídos constantes.
 É uma doença silenciosa, que caracteriza-se pela perda
auditiva progressiva, levando o trabalhador lentamente
à perda parcial ou total da audição, por desgastar o ouvido de
forma irreversível.
 Comum em operadores de telemarketing, metalúrgicos e
trabalhadores de Construção Civil, especialmente se não há
uma fiscalização rígida e um compromisso do trabalhador
com a utilização de protetores auriculares.
 Responsável por metade dos casos de perda total de
visão no mundo, a Catarata é muito comum no Brasil.
 Mas, assim como o câncer de pele, só é considerada
ocupacional se decorre da atividade profissional do
indivíduo.
 A Catarata é ocasionada pela perda do Cristalino,
normalmente em decorrência de exposição a altas
temperaturas.
 Afeta muitos trabalhadores da metalurgia e da siderurgia.
 Afeta trabalhadores noturnos,
como vigias, médicos, enfermeiros ou operadores de
serviços 24 horas.
 O trabalho noturno desregula a produção de hormônios, que
aconteceria durante o sono, afetando outras funções
corporais, como a visão, por exemplo.
 Se essa situação ocorre de forma prolongada, o desgaste
pode levar à perda parcial ou total da visão.
Depressão, Estresse, Ataques de
ansiedade ou Síndrome do Pânico
 Podem ser causadas por isolamento, pressão
psicológica, ritmo agressivo de trabalho, dificuldades ou
desentendimentos no ambiente de trabalho ou carga horária
excessiva.
 São doenças perigosas por não serem encaradas com a
devida seriedade, podendo ser imperceptíveis quando no início
ou à primeira vista.
 Ao contrário do que pensam, podem se tornar irreversíveis,
afastando definitivamente o trabalhador. Ocorre com
frequência entre policiais, seguranças, bancários, operadores
de telemarketing e profissionais de comunicação.
 O primeiro passo para evitar doenças ocupacionais é estar
atento aos menores sintomas de desconforto físico e/ou
mental durante o trabalho e procurar auxílio médico mesmo
se o desconforto for leve.
 Dependendo do desenrolar da situação, é necessário
pensar em uma mudança de função e, às vezes, até
de profissão.
 A conscientização de empregadores e trabalhadores quanto
à importância do uso do EPI, da possibilidade de redução da
jornada de trabalho e da pressão exercida sobre a equipe
também é fundamental para evitar doenças ocupacionais.
 O papel do enfermeiro do trabalho tem sido considerado
indispensável, uma vez que sua atuação abrange desde a prevenção
de doenças laborais até o acompanhamento dos que precisam no
processo de restabelecimento da saúde.
 O mundo globalizado investe pesadamente no avanço e crescimento
das organizações, compreendendo que estas são fundamentais para
o desenvolvimento da economia.
 Cabe ao enfermeiro do trabalho fazer um levantamento de dados
estatísticos diversos relacionando com as atividades funcionais, a
execução e avaliação de programas de prevenção de acidente, de
doenças profissionais e não profissionais, prestar os primeiros
socorros no ambiente de trabalho.
 Proporcionando ainda o atendimento ambulatorial como aplicação de
medicamentos, aferição de pressão arterial, realização de curativos,
vacinações, inalações ,testes e coleta de amostras para exames.
 Realizar consulta de enfermagem com auxílio do processo
de enfermagem para com os trabalhadores, atentando na
anamnese, minimizando o absenteísmo;
 Diagnosticar as necessidades de enfermagem do trabalho
com auxílio de um plano estratégico de assistência a ser
prestada pela equipe de enfermagem do trabalho para a
proteção, recuperação, preservação e reabilitação da saúde
do trabalhador (ex:fazer levantamento de doenças
ocupacionais, buscando a diminuição das mesmas);
 Promover campanhas de promoção a saúde: hipertensão,
diabete, vacinação, tabagismo,alcoolismo, primeiros
socorros, obesidade;
 Promover treinamento, capacitação com membros da CIPA:
DSTs, primeiros socorros, NRs, entre outros.
Repórter Brasil.Disponível em:<http://reporterbrasil.org.br>
Acesso em: 02.abril.2016
Falando de Proteção. Disponível
em:<http://falandodeprotecao.com.br> Acesso em:
02.abril.2016
Portal da Enfermagem.
Disponível:<http://www.portaldaenfermagem.com.br>
Acesso em: 02.abril.2016
Seminário  doenças ocupacionais

Seminário doenças ocupacionais

  • 1.
  • 2.
     Aline Nayra Ana Carla  Camila Beatrice  Elanny Santos  Fernanda Sávia  Flaviana Mutran  Joana Carolina  Kamyla Sávia  Laíz Alves  Lídia Viana
  • 3.
     A saúdedo trabalhador começou a ser alvo de preocupações já na Antiguidade vindo a se intensificar com o advento da industrialização, motivada pelo interesse no crescente aumento da produtividade.  No Brasil, essa preocupação mais eminente surgiu apenas em fins do século XIX. Contudo, a enfermagem do trabalho só teve sua importância junto às empresas reconhecida na década de 70, tendo em vista os elevados números de acidentes de trabalho que ocorriam. (AZEVEDO, 2010).  Dentre essas normas a NR7, diz respeito ao Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) que estabelece “[...] a obrigatoriedade da elaboração e implementação de programa para a promoção e preservação da saúde dos trabalhadores”. (AZEVEDO, 2010, p. 2).
  • 4.
     Até adécada de 1960, apenas acidentes de trabalho eram considerados enfermidades derivadas da profissão.  Somente na década de 1970 as doenças ocupacionais passaram a ser vistas com a seriedade que merecem.  Uma das razões para essa mudança foi o crescimento da classe médica e da indústria no País, o que aumentou consideravelmente distúrbios relacionados a agentes físicos, químicos e térmicos.  Começou-se a ver um padrão em trabalhadores que lidavam com poeira, radiação, solventes ou ruídos, para citar alguns exemplos.
  • 6.
    Lesão por EsforçosRepetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT):  São causadas pela repetição excessiva de movimentos ou postura inadequada, causando uma dor crônica que tende a piorar ao longo dos anos.  O grande problema da LER é ser confundida com um mal estar passageiro, como uma torção ou mau jeito.  A diferença básica entre LER e DORT, é que a primeira pode não necessariamente ocorrer em ambiente de trabalho e a segunda refere-se unicamente ao dia a dia profissional.
  • 8.
     Pode sertemporária ou definitiva, em trabalhadores expostos a ruídos constantes.  É uma doença silenciosa, que caracteriza-se pela perda auditiva progressiva, levando o trabalhador lentamente à perda parcial ou total da audição, por desgastar o ouvido de forma irreversível.  Comum em operadores de telemarketing, metalúrgicos e trabalhadores de Construção Civil, especialmente se não há uma fiscalização rígida e um compromisso do trabalhador com a utilização de protetores auriculares.
  • 10.
     Responsável pormetade dos casos de perda total de visão no mundo, a Catarata é muito comum no Brasil.  Mas, assim como o câncer de pele, só é considerada ocupacional se decorre da atividade profissional do indivíduo.  A Catarata é ocasionada pela perda do Cristalino, normalmente em decorrência de exposição a altas temperaturas.  Afeta muitos trabalhadores da metalurgia e da siderurgia.
  • 11.
     Afeta trabalhadoresnoturnos, como vigias, médicos, enfermeiros ou operadores de serviços 24 horas.  O trabalho noturno desregula a produção de hormônios, que aconteceria durante o sono, afetando outras funções corporais, como a visão, por exemplo.  Se essa situação ocorre de forma prolongada, o desgaste pode levar à perda parcial ou total da visão.
  • 13.
    Depressão, Estresse, Ataquesde ansiedade ou Síndrome do Pânico  Podem ser causadas por isolamento, pressão psicológica, ritmo agressivo de trabalho, dificuldades ou desentendimentos no ambiente de trabalho ou carga horária excessiva.  São doenças perigosas por não serem encaradas com a devida seriedade, podendo ser imperceptíveis quando no início ou à primeira vista.  Ao contrário do que pensam, podem se tornar irreversíveis, afastando definitivamente o trabalhador. Ocorre com frequência entre policiais, seguranças, bancários, operadores de telemarketing e profissionais de comunicação.
  • 14.
     O primeiropasso para evitar doenças ocupacionais é estar atento aos menores sintomas de desconforto físico e/ou mental durante o trabalho e procurar auxílio médico mesmo se o desconforto for leve.  Dependendo do desenrolar da situação, é necessário pensar em uma mudança de função e, às vezes, até de profissão.  A conscientização de empregadores e trabalhadores quanto à importância do uso do EPI, da possibilidade de redução da jornada de trabalho e da pressão exercida sobre a equipe também é fundamental para evitar doenças ocupacionais.
  • 16.
     O papeldo enfermeiro do trabalho tem sido considerado indispensável, uma vez que sua atuação abrange desde a prevenção de doenças laborais até o acompanhamento dos que precisam no processo de restabelecimento da saúde.  O mundo globalizado investe pesadamente no avanço e crescimento das organizações, compreendendo que estas são fundamentais para o desenvolvimento da economia.  Cabe ao enfermeiro do trabalho fazer um levantamento de dados estatísticos diversos relacionando com as atividades funcionais, a execução e avaliação de programas de prevenção de acidente, de doenças profissionais e não profissionais, prestar os primeiros socorros no ambiente de trabalho.  Proporcionando ainda o atendimento ambulatorial como aplicação de medicamentos, aferição de pressão arterial, realização de curativos, vacinações, inalações ,testes e coleta de amostras para exames.
  • 17.
     Realizar consultade enfermagem com auxílio do processo de enfermagem para com os trabalhadores, atentando na anamnese, minimizando o absenteísmo;  Diagnosticar as necessidades de enfermagem do trabalho com auxílio de um plano estratégico de assistência a ser prestada pela equipe de enfermagem do trabalho para a proteção, recuperação, preservação e reabilitação da saúde do trabalhador (ex:fazer levantamento de doenças ocupacionais, buscando a diminuição das mesmas);  Promover campanhas de promoção a saúde: hipertensão, diabete, vacinação, tabagismo,alcoolismo, primeiros socorros, obesidade;  Promover treinamento, capacitação com membros da CIPA: DSTs, primeiros socorros, NRs, entre outros.
  • 18.
    Repórter Brasil.Disponível em:<http://reporterbrasil.org.br> Acessoem: 02.abril.2016 Falando de Proteção. Disponível em:<http://falandodeprotecao.com.br> Acesso em: 02.abril.2016 Portal da Enfermagem. Disponível:<http://www.portaldaenfermagem.com.br> Acesso em: 02.abril.2016