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INTRODUÇÃO
     À
ENFERMAGEM
DO TRABALHO

Dra Enf Nara Borges Ferreira
Histórico de Enfermagem do
             Trabalho
 A Enfermagem do Trabalho é um ramo da
  enfermagem de Saúde Pública e, como tal,
  utiliza os mesmos métodos e técnicas
  empregados na Saúde Pública visando a
  promoção da saúde do trabalhador; proteção
  contra riscos decorrentes de suas atividades
  laborais; proteção contra agentes químicos,
  físicos biológicos e psicossocias.
Histórico de Enfermagem do
          Trabalho
 Manutenção de sua saúde no mais alto
 grau do bem estar físico e mental e
 recuperação     de     lesões, doenças
 ocupacionais ou não ocupacionais e sua
 reabilitação para o trabalho.
Histórico de Enfermagem do
          Trabalho
 A enfermagem profissional surgiu na
  Inglaterra no século XIX.
 No Brasil a primeira escola de
  enfermagem foi criada em 1880 no
  Hospício de Pedro II atualmente a
  UNI-RIO.
 O exercício de enfermagem no Brasil foi
  regulamentado em 1931.
Histórico de Enfermagem do
          Trabalho
 Em 1955 foi aprovada a Lei do exercício
  profissional de Enfermagem no Brasil.
 Em 1959 aconteceu uma Conferência
  Internacional do trabalho que conceituou
  a medicina do trabalho, mas limitando-se
  a intervenções médicas.
 Em 1963 foi incluído nos cursos médicos
  o ensino de Medicina do Trabalho.
Histórico de Enfermagem do
          Trabalho
 Em 1964, a Escola de Enfermagem da
  UERJ inclui a disciplina de Saúde
  Ocupacional no curso de graduação.
 O Auxiliar de Enfermagem do Trabalho
  foi incluído na equipe de Saúde
  Ocupacional em 1972 pela portaria n.
  3.237 do Ministério do Trabalho.
 Em 1973 criou-se o COFEN e COREN.
Histórico de Enfermagem do
          Trabalho
 O primeiro curso de Especialização para
  Enfermeiros do Trabalho aconteceu em 1974
  no Rio de Janeiro.
 A inclusão do Enfermeiro do Trabalho na
  equipe de Saúde Ocupacional aconteceu por
  meio da portaria n.3.460 do MTE, em 1975.
  Neste mesmo ano criou o código de
  Deontologia de Enfermagem e no ano
  seguinte, criou-se no Rio Grande do Sul o
  primeiro Sindicato de Enfermagem
A equipe de Enfermagem do
         Trabalho

 A equipe de Enfermagem do Trabalho é
 composta por Técnico de Enfermagem
 do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho.
A equipe de Enfermagem do
         Trabalho
 Enfermeiro do Trabalho é o profissional
 portador de certificado de conclusão de curso
 de Especialização em Enfermagem do
 Trabalho, em nível de Pós-Graduação. Ele
 assiste trabalhadores promovendo e zelando
 pela saúde, fazendo prevenção das doenças
 ocupacional e dos acidentes do trabalho ou
 prestando     cuidados    aos    doentes    e
 acidentados, visando o bem estar físico e
 mental dos clientes.
A equipe de Enfermagem do
         Trabalho
Técnico de Enfermagem do Trabalho é o
Técnico de Enfermagem que após realizar o
curso nos termos da lei 7.498, de 25 de
junho de 1986 e decreto n. 94.406 de 8 de
junho de 1987, e legalmente registrado no
COREN, faz o curso de Enfermagem do
Trabalho conforme NR-4 da portaria n.
3.214 do MTE.
Atribuições da equipe de saúde
    Enfermeiro do Trabalho
 O     Enfermeiro   do    Trabalho,   presta
 assistência e cuidados de Enfermagem a
 empregados, promovendo e zelando pela
 sua saúde contra os riscos ocupacionais,
 atendendo os doentes e acidentados,
 visando o seu bem estar físico e mental,
 como também planeja, organiza, dirige,
 coordena, controla e avalia a atividade de
 assistência de enfermagem, nos termos da
 legislação    reguladora    do     exercício
 profissional.
Atribuições da equipe de saúde
    Enfermeiro do Trabalho
    As atividades do Enfermeiro do Trabalho se
    constituem das atribuições relacionadas:

   Atividades Assistenciais
   Atividades Administrativas
   Atividades Educativas
   Atividades de Integração
   Atividades de Pesquisa
Atribuições da equipe de saúde
  Técnico de Enfermagem do
           Trabalho

As atividades do Técnico de Enfermagem
do Trabalho incluem os aspectos básicos
de formação recebida em seu programa
de estudos profissionalizantes, o qual o
capacita a prestar atendimento de
enfermagem de menor complexidade.
Atribuições da equipe de saúde
      Médico do Trabalho
 Prover assistência médica ao trabalhador com suspeita
  de agravo à saúde causado pelo trabalho,
  encaminhando-o a especialistas ou para a rede
  assistencial de referência (distrito/município/ referência
  regional ou estadual), quando necessário.
 Realizar entrevista laboral e análise clinica (anamnese
  clínico-ocupacional) para estabelecer relação entre o
  trabalho e o agravo que está sendo investigado.
 Programar e realizar ações de assistência básica e de
  vigilância à Saúde do Trabalhador.
 Realizar inquéritos epidemiológicos em ambientes de
  trabalho.
Atribuições da equipe de
              saúde
       Médico do Trabalho
  Realizar vigilância nos ambientes de trabalho com
  outros membros da equipe ou com a equipe municipal e
  de órgãos que atuam no campo da Saúde do
  Trabalhador (DRT/MTE, INSS etc.).
 Notificar acidentes e doenças do trabalho, mediante
  instrumentos de notificação utilizados pelo setor saúde.
  Para os trabalhadores do setor formal, preencher a Ficha
  para Registro de Atividades, Procedimentos e
  Notificações do SIAB
 Colaborar e participar de atividades educativas com
  trabalhadores, entidades sindicais e empresas.
Atividades de Enfermagem nos
 diferentes níveis de atuação

 Prevenção Primária

 Prevenção Secundária

 Prevenção Terciária
Prevenção Primária
 Promoção do ajustamento do trabalhador ao
  trabalho.
 Aquisição de hábitos saudáveis.

  A intervenção se desenvolve de forma mais
  eficaz e evidente, através da identificação e
  classificação dos estressores e da proposição
  de medidas de educação, evitamento dos
  fatores de risco, como por exemplo, impedindo
  ou reduzindo a penetração deles até a linha de
  resistência, fortalecendo a linha de defesa do
  trabalhador.
Prevenção Secundária
 Adequação das condições sanitárias do ambiente de
  trabalho.
 Assistência imediata às doenças e agravos
  produzidos pelas condições prejudiciais do trabalho.
 Assistência continua as conseqüências dos agravos
  e às doenças produzidas pelas condições
  prejudiciais de trabalho.

  A intervenção enfoca as ações corretivas de
  enfermagem              em       relação          à
  sintomatologia/tratamento, no sentido de reduzir os
  efeitos nocivos identificados.
Prevenção Terciária
 Assistência aos portadores de sequelas
  produzidas pelas condições de trabalho.

 A intervenção acontece com a readaptação
 das capacidades funcionais do trabalhador,
 desvio de função, entre outros utilizando-se
 recursos do sistema e do ambiente e
 fortalecendo linha de resistência.
Área Física e
equipamentos necessários
  A área física de um SESMT dependerá
  do tipo e tamanho da organização,
  assim como número de profissionais que
  farão parte do serviço.
Área Física e
equipamentos necessários

 O serviço deve contar com local de
 arquivos,     ambulatório,  local   para
 procedimento de urgência e procedimentos
 de enfermagem, sala para provas
 funcionais e consultórios.
Área Física e
equipamentos necessários
     Os equipamentos básicos para
     funcionamento do Setor de Saúde
     Ocupacional são:
    Balança antropométrica;
    Aparelho de esterilização;
    Nebulizador;
    Esfigmomanômetro;
    Estetoscópio;
    Otóscopio;
    Termômetro.
Elaboração de manuais de
        ocupação
 Os manuais são instrumentos que
 reúnem, de forma sistematizada, normas
 rotinas,   procedimentos     e    outras
 informações necessárias para a execução
 das ações do serviço.
Elaboração de manuais de
        ocupação
 Estas informações podem ser agrupadas
 em um único manual ou ser divididas de
 acordo com sua finalidade: coletânea de
 normas (rotinas, procedimentos, fluxo de
 atendimentos), manual de educação em
 serviço, manual do funcionário.
Elaboração de manuais de
        ocupação
O manual deve esclarecer dúvidas e
orientar    a     execução    de    ações,
constituindo-se em um instrumento de
consulta.
Deve ser constantemente submetido à
análise crítica e ser atualizado, sempre
que necessário. Deve permanecer em
local de fácil acesso e de conhecimento de
todos os usuários.
Elaboração de manuais de
        ocupação
 O manual deve espelhar as diretrizes e
 normas da organização e não determiná-
 las, pois neste caso há limitação do
 crescimento dos usuários e maior
 resistência à mudança.
 Portanto, deve ser elemento facilitador e
 não bloqueador das iniciativas e crítica.
Elaboração de manuais de
        ocupação
 Os manuais podem ser elaborados na
 fase de organização de um serviço, ou
 quando ele já está em funcionamento e
 requer atualização de normas e
 procedimentos.
Elaboração de manuais de
        ocupação
  O fluxo de atendimento deverá fazer
parte do manual do serviço, pois as
particularidades de cada serviço variam de
empresa para empresa.
Organização de arquivos e
       prontuários

Conforme a Portaria n. 24 de 19/12/1994,
que altera a redação da NR7 – Programa
de Controle Médico de Saúde Ocupacional
– PCMSO, os serviços de saúde do
trabalhador devem ter um prontuário
pessoal    e    confidencial  de    cada
trabalhador.
Organização de arquivos e
       prontuários

 Este prontuário é aberto por ocasião do
 exame admissional, no qual deverão ser
 feitos registros sistemáticos de todas as
 ocorrências referentes a saúde do
 trabalhador.
Organização de arquivos e
       prontuários
 Os prontuários devem conter:

  Exames de saúde ocupacional
  Acidente de trabalho e adoecimento no
   trabalho
  Consultas clínicas
  Absenteísmo
  Tratamento e procedimentos executados
Organização de arquivos e
       prontuários
 Os prontuários devem ser organizados por
 ordem numérica ou alfabética, a fim de
 facilitar sua localização e manuseio, e
 devem estar dispostos em arquivo
 fechado, por possuírem informações
 confidenciais. Esses registros deverão ser
 mantidos pelo período mínimo de 20 anos ,
 após desligamento do trabalhador.
NR 4
SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM
 ENGENHARIA DE SEGURANÇA
E EM MEDICINA DO TRABALHO
O     dimensionamento     dos  Serviços
 Especializados     em   Engenharia    de
 Segurança e em Medicina do Trabalho
 vincula-se à gradação do risco da
 atividade principal e ao número total de
 empregados                            do
 estabelecimento,constantes dos Quadros
 I e II, anexos, observadas as exceções
 previstas nesta NR.
Compete aos profissionais integrantes dos
  Serviços Especializados em Engenharia de
    Segurança e em Medicina do Trabalho:

 a) aplicar os conhecimentos de engenharia
  de segurança e de medicina do trabalho ao
  ambiente de trabalho e a todos os seus
  componentes, inclusive máquinas e
  equipamentos, de modo a reduzir até
  eliminar os riscos ali existentes à saúde
  do trabalhador;
Compete aos profissionais integrantes dos
 Serviços Especializados em Engenharia de
   Segurança e em Medicina do Trabalho:


 b) determinar, quando esgotados todos
  os meios conhecidos para a eliminação
  do risco e este persistir, mesmo
  reduzido, a utilização, pelo trabalhador,
  de Equipamentos de Proteção Individual -
  EPI, de acordo com o que determina a
  NR 6, desde que a concentração, a
  intensidade ou característica do agente
  assim o exija;
 c) colaborar, quando solicitado, nos projetos
  e na implantação de novas instalações
  físicas e tecnológicas da          empresa,
  exercendo a competência disposta na alínea
  "a“;
 d) responsabilizar-se tecnicamente, pela
  orientação quanto ao cumprimento do
  disposto nas NR aplicáveis às atividades
  executadas pela empresa e/ou seus
  estabelecimentos;
 e) manter permanente relacionamento com a
  CIPA, valendo-se ao máximo de suas
  observações, além de apoiá-la, treiná-la e atendê-
  la, conforme dispõe a NR 5;

 f) promover a realização de atividades de
  conscientização, educação e orientação dos
  trabalhadores para a prevenção de acidentes do
  trabalho e doenças ocupacionais, tanto através
  de campanhas quanto de programas de duração
  permanente;
 g) esclarecer e conscientizar os empregadores
  sobre acidentes do trabalho e doenças
  ocupacionais, estimulando-     os em favor da
  prevenção;
 h) analisar e registrar em documento(s)
  específico(s) todos os acidentes ocorridos na
  empresa ou       estabelecimento, com ou sem
  vítima, e todos os casos de doença ocupacional,
  descrevendo a história e as características do
  acidente e/ou da doença ocupacional, os fatores
  ambientais, as características do agente e as
  condições do(s) indivíduo(s) portador(es) de
  doença ocupacional ou acidentado(s);
 i)   registrar  mensalmente       os   dados
  atualizados de acidentes do trabalho,
  doenças ocupacionais e agentes de
  insalubridade, preenchendo, no mínimo, os
  quesitos descritos nos modelos de mapas
  constantes nos Quadros       III, IV, V e VI,
  devendo a empresa encaminhar um mapa
  contendo avaliação anual dos mesmos
  dados à        Secretaria de Segurança e
  Medicina do Trabalho até o dia 31 de janeiro,
  através do órgão regional do MTb;
 j) manter os registros de que tratam as alíneas
  "h" e "i" na sede dos Serviços Especializados
  em Engenharia de Segurança e em Medicina
  do Trabalho ou facilmente alcançáveis a partir
  da mesma, sendo de livre escolha             da
  empresa o método de arquivamento e
  recuperação, desde que sejam asseguradas
  condições de acesso aos             registros e
  entendimento de seu conteúdo, devendo ser
  guardados somente os mapas anuais dos
  dados correspondentes às alíneas "h" e "i"
  por um período não inferior a 5 (cinco) anos;
 l) as atividades dos profissionais integrantes
  dos Serviços Especializados em Engenharia
  de Segurança e em Medicina do Trabalho
  são essencialmente prevencionistas, embora
  não seja vedado o atendimento de
  emergência, quando se tornar necessário.
  Entretanto, a elaboração de planos de
  controle de efeitos de        catástrofes, de
  disponibilidade de meios que visem ao
  combate a incêndios e ao salvamento e de
  imediata
Descrição sumária das tarefas
     do Enfermeiro do Trabalho
 Prestar assistência de enfermagem do trabalho ao
  cliente em ambulatórios, em setores de trabalho e
  em domicílio.
 Executar atividades relacionadas com o serviço de
  higiene, medicina e segurança do trabalho,
  integrando equipes de estudos.
 Realizar procedimentos de enfermagem de maior
  complexidade e prescrever ações, adotando
  medidas        de    precaução    universal    de
  biossegurança
Descrição detalhada das tarefas
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   1. Prestar assistência de enfermagem ao cliente, prescrever
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    solicitar exames, prescrever medicamentos, conforme
    protocolo pré-existente, estudar as condições de higiene da
    empresa, analisar a assistência prestada pela equipe de
    enfermagem.
   2. Padronizar normas e procedimentos de enfermagem e
    monitorar o processo de trabalho.
   3. Planejar ações de enfermagem, levantar necessidades e
    problemas, diagnosticar situações, estabelecer prioridades e
    avaliar resultados.
   4. Implementar ações para promoção da saúde, participar
    de trabalhos de equipes multidisciplinares, definir estratégias
    de promoção da saúde para situações e grupos específicos.
   5. Participar, conforme a política interna da Instituição, de
    projetos, cursos, eventos, comissões, convênios e programas
    de ensino, pesquisa e extensão.
 6. Elaborar relatórios e laudos técnicos em sua área
  de especialidade.
 7. Participar de programa de treinamento, quando
  convocado.
 8.    Trabalhar segundo normas técnicas de
  segurança, qualidade, produtividade, higiene e
  preservação ambiental.
 9. Executar tarefas pertinentes à área de atuação,
  utilizando-se de equipamentos e programas de
  informática.
 10. Executar outras tarefas compatíveis com as
  exigências para o exercício da função.
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DO TRABALHO E
      PERSPECTIVAS DE MERCADO


    Empresas   Públicas X Empresas Privadas.

       Regime   Jurídico Estatutário X CLT

                   Autônomo
Perspectivas de Trabalho
 * Empresas públicas em âmbito nacional,
estadual     e municipal;
 * Empresas privadas nacionais e ultinacionais;
 * Empresas mistas (pública e privada)
 * Empresas filantrópicas;
 * ONGs ( Organizações não
Governamentais);
 * Serviços de Consultoria e Assessoria.
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM
 SESMT
 Programas  como: PGRSS,PPRA;PCMSO
 Implantação e implementação da CIPA,
  SIPAT,PCA, educação continuada Realiza
  campanhas de vacinação para      funcionários
  e estudantes e outros.
 1974– Surgiu à Enfermagem do Trabalho.
 Especialização criada pelo Ministério da
 Previdência e Assistência Social no Rio de
 Janeiro.

 1975– Portaria 3.460 do Ministério do
 Trabalho inclui o Enfermeiro do Trabalho
 na equipe de Saúde Ocupacional.
Segundo Guadalupe Scarparo (1997). A
Enfermagem do Trabalho caracteriza-se por um
conjunto de ações educativo-assistenciais, que
visam interferir no processo trabalho-saúde-
adoecimento no sentido de promover e valorizar
o ser humano.
“Assistir ser humano (indivíduo, família e
comunidade), no atendimento de suas
necessidades básicas, em colaboração com
outros profissionais” ( Ivone Bulhões, 1997). Nas
Funções:
A) Assistencial
B) Administrativa
C) Educativa
D) Integração
E) Pesquisa
Aplicação do Processo de Enfermagem,
para a prestação de cuidados que visam
 atender as necessidades de promoção,
  proteção e recuperação da saúde do
              trabalhador.
Atividades próprias da administração:
Prever, organizar, dirigir, coordenar,
controlar e registrar ações de enfermagem.
Atividades relacionadas com a educação
para a saúde dos trabalhadores e, educação
   continuada dos integrantes da equipe.
Compreende a participação conjunta na
 busca de melhores níveis de saúde e
            segurança.
Estudos e investigações permanentes
relacionados com a enfermagem em saúde
              do trabalhador.
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DO
TRABALHO E PERSPECTIVAS DE MERCADO

 Empresas  Públicas: hospitais, escolas e
  órgãos governamentais municipal,
  estadual e federal
 Empresas Privadas: indústria,
  fábricas,comércio,hospitais e outros
 Empresas Mixta: pública e privada como
  CELG
 Empresas   Filantrópicas:hospitais
                     ONGS
     Consultório: assessoria e consultoria
 Instituições de ensino e pesquisa: de nível
        médio,superior e pós graduação
 Participa na realização do Programa
Controle Médico Saúde Ocupacional
(PCMSO, NR-7) e Programa Prevenção
Riscos Ambientais (PPRA, NR-9).

 Realiza consultas de Enfermagem para
cumprimento do PCMSO e
encaminhamentos diversos.
 Atua na creche da UFG.

 Implementa Programa de Hipertensão Arterial.

 Realiza campanhas de vacinação para
funcionários e estudantes.

 Faz visitas técnicas aos locais de trabalho.

 Atua no levantamento dos riscos ocupacionais.
      Orienta e supervisiona alunos e
estagiários de enfermagem e técnicos do
trabalho.
 Participa em reuniões e eventos
relacionados ao trabalho.
 Realiza palestras direcionadas por
setor.

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Introdução à Enfermagem do Trabalho

  • 1. INTRODUÇÃO À ENFERMAGEM DO TRABALHO Dra Enf Nara Borges Ferreira
  • 2. Histórico de Enfermagem do Trabalho  A Enfermagem do Trabalho é um ramo da enfermagem de Saúde Pública e, como tal, utiliza os mesmos métodos e técnicas empregados na Saúde Pública visando a promoção da saúde do trabalhador; proteção contra riscos decorrentes de suas atividades laborais; proteção contra agentes químicos, físicos biológicos e psicossocias.
  • 3. Histórico de Enfermagem do Trabalho Manutenção de sua saúde no mais alto grau do bem estar físico e mental e recuperação de lesões, doenças ocupacionais ou não ocupacionais e sua reabilitação para o trabalho.
  • 4. Histórico de Enfermagem do Trabalho  A enfermagem profissional surgiu na Inglaterra no século XIX.  No Brasil a primeira escola de enfermagem foi criada em 1880 no Hospício de Pedro II atualmente a UNI-RIO.  O exercício de enfermagem no Brasil foi regulamentado em 1931.
  • 5. Histórico de Enfermagem do Trabalho  Em 1955 foi aprovada a Lei do exercício profissional de Enfermagem no Brasil.  Em 1959 aconteceu uma Conferência Internacional do trabalho que conceituou a medicina do trabalho, mas limitando-se a intervenções médicas.  Em 1963 foi incluído nos cursos médicos o ensino de Medicina do Trabalho.
  • 6. Histórico de Enfermagem do Trabalho  Em 1964, a Escola de Enfermagem da UERJ inclui a disciplina de Saúde Ocupacional no curso de graduação.  O Auxiliar de Enfermagem do Trabalho foi incluído na equipe de Saúde Ocupacional em 1972 pela portaria n. 3.237 do Ministério do Trabalho.  Em 1973 criou-se o COFEN e COREN.
  • 7. Histórico de Enfermagem do Trabalho  O primeiro curso de Especialização para Enfermeiros do Trabalho aconteceu em 1974 no Rio de Janeiro.  A inclusão do Enfermeiro do Trabalho na equipe de Saúde Ocupacional aconteceu por meio da portaria n.3.460 do MTE, em 1975. Neste mesmo ano criou o código de Deontologia de Enfermagem e no ano seguinte, criou-se no Rio Grande do Sul o primeiro Sindicato de Enfermagem
  • 8. A equipe de Enfermagem do Trabalho A equipe de Enfermagem do Trabalho é composta por Técnico de Enfermagem do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho.
  • 9. A equipe de Enfermagem do Trabalho Enfermeiro do Trabalho é o profissional portador de certificado de conclusão de curso de Especialização em Enfermagem do Trabalho, em nível de Pós-Graduação. Ele assiste trabalhadores promovendo e zelando pela saúde, fazendo prevenção das doenças ocupacional e dos acidentes do trabalho ou prestando cuidados aos doentes e acidentados, visando o bem estar físico e mental dos clientes.
  • 10. A equipe de Enfermagem do Trabalho Técnico de Enfermagem do Trabalho é o Técnico de Enfermagem que após realizar o curso nos termos da lei 7.498, de 25 de junho de 1986 e decreto n. 94.406 de 8 de junho de 1987, e legalmente registrado no COREN, faz o curso de Enfermagem do Trabalho conforme NR-4 da portaria n. 3.214 do MTE.
  • 11. Atribuições da equipe de saúde Enfermeiro do Trabalho O Enfermeiro do Trabalho, presta assistência e cuidados de Enfermagem a empregados, promovendo e zelando pela sua saúde contra os riscos ocupacionais, atendendo os doentes e acidentados, visando o seu bem estar físico e mental, como também planeja, organiza, dirige, coordena, controla e avalia a atividade de assistência de enfermagem, nos termos da legislação reguladora do exercício profissional.
  • 12. Atribuições da equipe de saúde Enfermeiro do Trabalho As atividades do Enfermeiro do Trabalho se constituem das atribuições relacionadas:  Atividades Assistenciais  Atividades Administrativas  Atividades Educativas  Atividades de Integração  Atividades de Pesquisa
  • 13. Atribuições da equipe de saúde Técnico de Enfermagem do Trabalho As atividades do Técnico de Enfermagem do Trabalho incluem os aspectos básicos de formação recebida em seu programa de estudos profissionalizantes, o qual o capacita a prestar atendimento de enfermagem de menor complexidade.
  • 14. Atribuições da equipe de saúde Médico do Trabalho  Prover assistência médica ao trabalhador com suspeita de agravo à saúde causado pelo trabalho, encaminhando-o a especialistas ou para a rede assistencial de referência (distrito/município/ referência regional ou estadual), quando necessário.  Realizar entrevista laboral e análise clinica (anamnese clínico-ocupacional) para estabelecer relação entre o trabalho e o agravo que está sendo investigado.  Programar e realizar ações de assistência básica e de vigilância à Saúde do Trabalhador.  Realizar inquéritos epidemiológicos em ambientes de trabalho.
  • 15. Atribuições da equipe de saúde Médico do Trabalho  Realizar vigilância nos ambientes de trabalho com outros membros da equipe ou com a equipe municipal e de órgãos que atuam no campo da Saúde do Trabalhador (DRT/MTE, INSS etc.).  Notificar acidentes e doenças do trabalho, mediante instrumentos de notificação utilizados pelo setor saúde. Para os trabalhadores do setor formal, preencher a Ficha para Registro de Atividades, Procedimentos e Notificações do SIAB  Colaborar e participar de atividades educativas com trabalhadores, entidades sindicais e empresas.
  • 16. Atividades de Enfermagem nos diferentes níveis de atuação  Prevenção Primária  Prevenção Secundária  Prevenção Terciária
  • 17. Prevenção Primária  Promoção do ajustamento do trabalhador ao trabalho.  Aquisição de hábitos saudáveis. A intervenção se desenvolve de forma mais eficaz e evidente, através da identificação e classificação dos estressores e da proposição de medidas de educação, evitamento dos fatores de risco, como por exemplo, impedindo ou reduzindo a penetração deles até a linha de resistência, fortalecendo a linha de defesa do trabalhador.
  • 18. Prevenção Secundária  Adequação das condições sanitárias do ambiente de trabalho.  Assistência imediata às doenças e agravos produzidos pelas condições prejudiciais do trabalho.  Assistência continua as conseqüências dos agravos e às doenças produzidas pelas condições prejudiciais de trabalho. A intervenção enfoca as ações corretivas de enfermagem em relação à sintomatologia/tratamento, no sentido de reduzir os efeitos nocivos identificados.
  • 19. Prevenção Terciária  Assistência aos portadores de sequelas produzidas pelas condições de trabalho. A intervenção acontece com a readaptação das capacidades funcionais do trabalhador, desvio de função, entre outros utilizando-se recursos do sistema e do ambiente e fortalecendo linha de resistência.
  • 20. Área Física e equipamentos necessários A área física de um SESMT dependerá do tipo e tamanho da organização, assim como número de profissionais que farão parte do serviço.
  • 21. Área Física e equipamentos necessários O serviço deve contar com local de arquivos, ambulatório, local para procedimento de urgência e procedimentos de enfermagem, sala para provas funcionais e consultórios.
  • 22. Área Física e equipamentos necessários Os equipamentos básicos para funcionamento do Setor de Saúde Ocupacional são:  Balança antropométrica;  Aparelho de esterilização;  Nebulizador;  Esfigmomanômetro;  Estetoscópio;  Otóscopio;  Termômetro.
  • 23. Elaboração de manuais de ocupação Os manuais são instrumentos que reúnem, de forma sistematizada, normas rotinas, procedimentos e outras informações necessárias para a execução das ações do serviço.
  • 24. Elaboração de manuais de ocupação Estas informações podem ser agrupadas em um único manual ou ser divididas de acordo com sua finalidade: coletânea de normas (rotinas, procedimentos, fluxo de atendimentos), manual de educação em serviço, manual do funcionário.
  • 25. Elaboração de manuais de ocupação O manual deve esclarecer dúvidas e orientar a execução de ações, constituindo-se em um instrumento de consulta. Deve ser constantemente submetido à análise crítica e ser atualizado, sempre que necessário. Deve permanecer em local de fácil acesso e de conhecimento de todos os usuários.
  • 26. Elaboração de manuais de ocupação O manual deve espelhar as diretrizes e normas da organização e não determiná- las, pois neste caso há limitação do crescimento dos usuários e maior resistência à mudança. Portanto, deve ser elemento facilitador e não bloqueador das iniciativas e crítica.
  • 27. Elaboração de manuais de ocupação Os manuais podem ser elaborados na fase de organização de um serviço, ou quando ele já está em funcionamento e requer atualização de normas e procedimentos.
  • 28. Elaboração de manuais de ocupação O fluxo de atendimento deverá fazer parte do manual do serviço, pois as particularidades de cada serviço variam de empresa para empresa.
  • 29. Organização de arquivos e prontuários Conforme a Portaria n. 24 de 19/12/1994, que altera a redação da NR7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, os serviços de saúde do trabalhador devem ter um prontuário pessoal e confidencial de cada trabalhador.
  • 30. Organização de arquivos e prontuários Este prontuário é aberto por ocasião do exame admissional, no qual deverão ser feitos registros sistemáticos de todas as ocorrências referentes a saúde do trabalhador.
  • 31. Organização de arquivos e prontuários Os prontuários devem conter:  Exames de saúde ocupacional  Acidente de trabalho e adoecimento no trabalho  Consultas clínicas  Absenteísmo  Tratamento e procedimentos executados
  • 32. Organização de arquivos e prontuários Os prontuários devem ser organizados por ordem numérica ou alfabética, a fim de facilitar sua localização e manuseio, e devem estar dispostos em arquivo fechado, por possuírem informações confidenciais. Esses registros deverão ser mantidos pelo período mínimo de 20 anos , após desligamento do trabalhador.
  • 33. NR 4 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO O dimensionamento dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho vincula-se à gradação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento,constantes dos Quadros I e II, anexos, observadas as exceções previstas nesta NR.
  • 34.
  • 35. Compete aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho:  a) aplicar os conhecimentos de engenharia de segurança e de medicina do trabalho ao ambiente de trabalho e a todos os seus componentes, inclusive máquinas e equipamentos, de modo a reduzir até eliminar os riscos ali existentes à saúde do trabalhador;
  • 36. Compete aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho:  b) determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir, mesmo reduzido, a utilização, pelo trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, de acordo com o que determina a NR 6, desde que a concentração, a intensidade ou característica do agente assim o exija;
  • 37.  c) colaborar, quando solicitado, nos projetos e na implantação de novas instalações físicas e tecnológicas da empresa, exercendo a competência disposta na alínea "a“;  d) responsabilizar-se tecnicamente, pela orientação quanto ao cumprimento do disposto nas NR aplicáveis às atividades executadas pela empresa e/ou seus estabelecimentos;
  • 38.  e) manter permanente relacionamento com a CIPA, valendo-se ao máximo de suas observações, além de apoiá-la, treiná-la e atendê- la, conforme dispõe a NR 5;  f) promover a realização de atividades de conscientização, educação e orientação dos trabalhadores para a prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, tanto através de campanhas quanto de programas de duração permanente;
  • 39.  g) esclarecer e conscientizar os empregadores sobre acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, estimulando- os em favor da prevenção;  h) analisar e registrar em documento(s) específico(s) todos os acidentes ocorridos na empresa ou estabelecimento, com ou sem vítima, e todos os casos de doença ocupacional, descrevendo a história e as características do acidente e/ou da doença ocupacional, os fatores ambientais, as características do agente e as condições do(s) indivíduo(s) portador(es) de doença ocupacional ou acidentado(s);
  • 40.  i) registrar mensalmente os dados atualizados de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais e agentes de insalubridade, preenchendo, no mínimo, os quesitos descritos nos modelos de mapas constantes nos Quadros III, IV, V e VI, devendo a empresa encaminhar um mapa contendo avaliação anual dos mesmos dados à Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho até o dia 31 de janeiro, através do órgão regional do MTb;
  • 41.  j) manter os registros de que tratam as alíneas "h" e "i" na sede dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho ou facilmente alcançáveis a partir da mesma, sendo de livre escolha da empresa o método de arquivamento e recuperação, desde que sejam asseguradas condições de acesso aos registros e entendimento de seu conteúdo, devendo ser guardados somente os mapas anuais dos dados correspondentes às alíneas "h" e "i" por um período não inferior a 5 (cinco) anos;
  • 42.  l) as atividades dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho são essencialmente prevencionistas, embora não seja vedado o atendimento de emergência, quando se tornar necessário. Entretanto, a elaboração de planos de controle de efeitos de catástrofes, de disponibilidade de meios que visem ao combate a incêndios e ao salvamento e de imediata
  • 43. Descrição sumária das tarefas do Enfermeiro do Trabalho  Prestar assistência de enfermagem do trabalho ao cliente em ambulatórios, em setores de trabalho e em domicílio.  Executar atividades relacionadas com o serviço de higiene, medicina e segurança do trabalho, integrando equipes de estudos.  Realizar procedimentos de enfermagem de maior complexidade e prescrever ações, adotando medidas de precaução universal de biossegurança
  • 44. Descrição detalhada das tarefas que compõem a Função  1. Prestar assistência de enfermagem ao cliente, prescrever ações, realizar procedimentos de maior complexidade, solicitar exames, prescrever medicamentos, conforme protocolo pré-existente, estudar as condições de higiene da empresa, analisar a assistência prestada pela equipe de enfermagem.  2. Padronizar normas e procedimentos de enfermagem e monitorar o processo de trabalho.  3. Planejar ações de enfermagem, levantar necessidades e problemas, diagnosticar situações, estabelecer prioridades e avaliar resultados.  4. Implementar ações para promoção da saúde, participar de trabalhos de equipes multidisciplinares, definir estratégias de promoção da saúde para situações e grupos específicos.  5. Participar, conforme a política interna da Instituição, de projetos, cursos, eventos, comissões, convênios e programas de ensino, pesquisa e extensão.
  • 45.  6. Elaborar relatórios e laudos técnicos em sua área de especialidade.  7. Participar de programa de treinamento, quando convocado.  8. Trabalhar segundo normas técnicas de segurança, qualidade, produtividade, higiene e preservação ambiental.  9. Executar tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de equipamentos e programas de informática.  10. Executar outras tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função.
  • 46. ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DO TRABALHO E PERSPECTIVAS DE MERCADO  Empresas Públicas X Empresas Privadas.  Regime Jurídico Estatutário X CLT  Autônomo
  • 47. Perspectivas de Trabalho * Empresas públicas em âmbito nacional, estadual e municipal; * Empresas privadas nacionais e ultinacionais; * Empresas mistas (pública e privada) * Empresas filantrópicas; * ONGs ( Organizações não Governamentais); * Serviços de Consultoria e Assessoria.
  • 48. ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM  SESMT  Programas como: PGRSS,PPRA;PCMSO  Implantação e implementação da CIPA, SIPAT,PCA, educação continuada Realiza campanhas de vacinação para funcionários e estudantes e outros.
  • 49.  1974– Surgiu à Enfermagem do Trabalho. Especialização criada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social no Rio de Janeiro.  1975– Portaria 3.460 do Ministério do Trabalho inclui o Enfermeiro do Trabalho na equipe de Saúde Ocupacional.
  • 50. Segundo Guadalupe Scarparo (1997). A Enfermagem do Trabalho caracteriza-se por um conjunto de ações educativo-assistenciais, que visam interferir no processo trabalho-saúde- adoecimento no sentido de promover e valorizar o ser humano.
  • 51. “Assistir ser humano (indivíduo, família e comunidade), no atendimento de suas necessidades básicas, em colaboração com outros profissionais” ( Ivone Bulhões, 1997). Nas Funções: A) Assistencial B) Administrativa C) Educativa D) Integração E) Pesquisa
  • 52. Aplicação do Processo de Enfermagem, para a prestação de cuidados que visam atender as necessidades de promoção, proteção e recuperação da saúde do trabalhador.
  • 53. Atividades próprias da administração: Prever, organizar, dirigir, coordenar, controlar e registrar ações de enfermagem.
  • 54. Atividades relacionadas com a educação para a saúde dos trabalhadores e, educação continuada dos integrantes da equipe.
  • 55. Compreende a participação conjunta na busca de melhores níveis de saúde e segurança.
  • 56. Estudos e investigações permanentes relacionados com a enfermagem em saúde do trabalhador.
  • 57. ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DO TRABALHO E PERSPECTIVAS DE MERCADO  Empresas Públicas: hospitais, escolas e órgãos governamentais municipal, estadual e federal  Empresas Privadas: indústria, fábricas,comércio,hospitais e outros  Empresas Mixta: pública e privada como CELG
  • 58.  Empresas Filantrópicas:hospitais  ONGS  Consultório: assessoria e consultoria  Instituições de ensino e pesquisa: de nível médio,superior e pós graduação
  • 59.  Participa na realização do Programa Controle Médico Saúde Ocupacional (PCMSO, NR-7) e Programa Prevenção Riscos Ambientais (PPRA, NR-9).  Realiza consultas de Enfermagem para cumprimento do PCMSO e encaminhamentos diversos.
  • 60.  Atua na creche da UFG.  Implementa Programa de Hipertensão Arterial.  Realiza campanhas de vacinação para funcionários e estudantes.  Faz visitas técnicas aos locais de trabalho.  Atua no levantamento dos riscos ocupacionais.
  • 61. Orienta e supervisiona alunos e estagiários de enfermagem e técnicos do trabalho.  Participa em reuniões e eventos relacionados ao trabalho.  Realiza palestras direcionadas por setor.