SlideShare uma empresa Scribd logo
Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. 
Juarez Sabino da Silva Junior 
Técnico de Segurança do Trabalho
Objetivo 
Estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção á segurança e á saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência á saúde em geral.
Quais os maiores riscos nos serviços de saúde. 
Biológico: São microrganismo que, em contato com o homem, podem provocar inúmeras doenças. Algumas atividades profissionais o contato com tais agentes. É o caso das indústrias de alimentação, hospitais, limpeza (coleta de lixo), LABORATÓRIOS, etc. 
Bacilos Parasitas 
Bactéria Vírus 
Fungos 
Protozoários
Regras 
Todo o local onde exista possibilidade de exposição ao agente biológico deve ter lavatório exclusivo para higiene das mãos, providos de água corrente, sabonete líquido, toalha descartável e lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual.
Regras 
Os trabalhadores com feridas ou lesões nos membros superiores só podem iniciar suas atividades após avaliação médica obrigatória com emissão de documento de liberação para o trabalho.
O que não se deve fazer em serviços relacionados a saúde. 
Utilização de pias de trabalho para fins diversos dos previstos. 
O ato de fumar, o uso de adornos e o manuseio de lentes de contato nos postos de trabalhos. 
O consumo de alimentos e bebidas nos postos de trabalho. 
A guarda de alimentos em locais não destinados para este fim. 
O uso de calçados abertos.
Regras 
Todos os trabalhadores com possibilidade de exposição a agentes biológicos devem utilizar vestimenta de trabalho adequada e em condições de conforto. 
Os Trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais.
Capacitação do Trabalhador 
O Empregador deve assegurar capacitação aos trabalhadores, antes do inicio das atividades e de forma continuada, devendo ser ministrada: 
Sempre que ocorra uma mudança das condições de exposição dos trabalhadores aos agentes biológicos. 
Durante a jornada de trabalho 
Por profissionais de saúde familiarizados com os riscos inerentes aos agentes biológicos.
Colchões 
Os colchões, colchonetes e demais almofadados devem ser revestidos de material lavável e impermeável, permitindo desinfecção e fácil higienização. 
O revestimento não pode apresentar furos, rasgos.
Vacinação dos Trabalhadores 
Todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no PCMSO. 
Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes biológicos a que os trabalhadores estão, ou poderão estar, expostos, o empregador deve fornecê-las gratuitamente. 
Deve ser fornecido ao trabalhador comprovante das vacinas recebidas.
Recipientes 
Todo recipiente contendo produto químico manipulado ou fracionado deve ser identificado, de forma legível, por etiqueta com o nome do produto, composição química, sua concentração, data de envâse e de validade, e nome do responsável pela manipulação ou fracionamento. 
É vedado o procedimento de reutilização das embalagens de produtos químicos.
Ficha Descritiva 
Os produtos químicos, inclusive intermediários e resíduos que impliquem riscos á segurança e saúde do trabalhador, devem ter uma ficha descritiva contendo, no mínimo as seguintes informações. 
As características e as formas de utilização do produto. 
Os riscos á segurança e saúde do trabalhador e ao meio ambiente, considerando as formas de utilização. 
As medidas de proteção coletiva, individual e controle médico da saúde dos trabalhadores. 
Condições e local de estocagem 
Procedimentos em situações de emergência.
Medidas de Proteção 
Nos hospitais, laboratórios, postos de saúde,etc, deve se destinar local apropriado para a manipulação ou fracionamento de produtos químicos que impliquem riscos á segurança e saúde do trabalhador, este local deve dispor, no mínimo, de: 
Sinalização gráfica de fácil, visualização para identificação do ambiente, respeitando o disposto na NR-26. 
Equipamentos que garantam a concentração dos produtos químicos no ar abaixo dos limites de tolerância, conforme NR-15,NR-9.
Medidas de Proteção 
Equipamentos que garantam a exaustão dos produtos químicos de forma a não potencializar a exposição de qualquer trabalhador. 
Chuveiros lava olhos, os quais deverão ser acionados e higienizados semanalmente 
Equipamentos de proteção individual adequados aos riscos, á disposição dos trabalhadores 
Sistema adequado de descarte
Esterilização, reesterilização, etc. 
Todos os estabelecimentos que realizam, ou que pretendem realizar, esterilização, reesterilização ou reprocessamento por gás óxido de etileno, deverão atender o disposto na Portaria Inteministerial n° 482/MS/TEM de 16-4-1999.
Cuidados com os gases medicinais ! 
É vedado: 
A utilização de equipamentos do fabricante em que se constate vazamento de gás. Submeter equipamentos a pressões superiores aquelas para as quais foram projetados. A Movimentação dos cilindros sem a utilização dos equipamentos de proteção individual adequado. A Submissão dos cilindros a temperaturas extremas A utilização do oxigênio e do ar comprimido para fins diversos aos que se destinam.
Cuidados com os gases medicinais ! 
É vedado: 
O Contato de óleos, graxas, hidrocarbonetos ou materiais orgânicos similares com gases oxidantes. 
A utilização de cilindros de oxigênio sem a válvula de retenção ou dispositivo apropriado para impedir o fluxo reverso. 
A Transferência de gases e um cilindro para outro, independentemente da capacidade dos cilindros. 
O Transporte de cilindros soltos, em posição horizontal e sem capacetes.
Cilindros de gases 
Os cilindros contendo gases inflamáveis, tais como hidrogênio e acetileno, devem ser armazenados a uma distância mínima de oito metros daqueles contendo gases oxidantes, tais como oxigênio e óxido nitroso, ou através de barreiras vedadas e resistentes ao fogo. 
Hidrogênio 
Oxigênio 
8 Metros
Sistema centralizado de gases medicinais 
Para o sistema centralizado de gases medicinais devem ser fixadas placas, em local visível, com caracteres indeléveis e legíveis, com as seguintes informações: 
Nominação das pessoas autorizadas a terem acesso ao local e treinadas na operação e manutenção do sistema. 
Procedimentos a serem adotados em caso de emergência. 
Sinalização alusiva a perigo
Gases e vapores anestésicos 
Todos os equipamentos utilizados para a administração dos gases ou vapores anestésicos devem ser submetidos á manutenção corretiva e preventiva. 
• Pontos de verificação: 
• Cilindro 
• Conectores 
• Conexões 
• Mangueiras 
• Balões 
• Traquéias 
• Válvulas 
• Aparelhos de anestesia e máscaras faciais para ventilação 
pulmonar
Gases e Vapores anestésicos 
Nos locais onde são utilizados gases ou vapores anestésicos devem ter sistemas de ventilação e exaustão, com o objetivo de manter a concentração ambiental sob controle, conforme previsto na legislação vigente. 
Toda trabalhadora gestante só será liberada para o trabalho em áreas com possibilidade de exposição a gases ou vapores anestésicos após autorização por escrito do médico responsável pelo PCMSO.
Quimioterapia 
A Quimioterapia é o método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
Quimioterápicos antineoplásticos 
Os Quimioterápicos antineoplásticos somente devem ser preparados em área exclusiva e com acesso restrito aos profissionais diretamente envolvidos. 
Esta área deve dispor: 
Vestiário de barreira com dupla câmara 
Sala de preparo dos quimioterápicos 
Local destinado para as atividades administrativas 
Local de armazenamento exclusivo para estocagem
Quimioterápicos antineoplásticos 
Cuidados: 
Proibido fumar, comer ou beber, bem como portar adornos ou maquiar-se. 
Afastar se das atividades as trabalhadores gestantes e nutrizes. 
Proibir que os trabalhadores expostos realizem atividades com possibilidade de exposição. 
Utilizar avental confeccionado de material impermeável, com frente resistente e fechado nas costas, manga comprida e punho.
Kit de derramamento 
Nas áreas de preparação armazenamento e administração dos quimioterapicos deve ser mantido um “Kit” de derramamento identificado e disponível. 
• Luvas de procedimento 
• Avental impermeável 
• Compressas absorventes 
• Proteção respiratória 
• Proteção ocular 
• Sabão 
• Recipiente identificado para recolhimento de resíduos e 
descrição do procedimento. 
Kit Derramamento
Quimioterápicos antineoplásticos 
Os trabalhadores envolvidos devem receber capacitação inicial e continuada que contenha, no mínimo: 
As Principais vias de exposição ocupacional. 
Os efeitos terapêuticos e adversos destes medicamentos e possível risco á saúde,a longo e curto prazo. 
As normas e os procedimentos padronizados relativos ao manuseio, preparo, transporte, administração, distribuição e descarte dos químioterápicos antineoplásticos. 
As Normas e os procedimentos a serem adotados no caso de ocorrência de acidentes 
Obs: A Capacitação deve ser ministrada por profissionais da saúde familiarizados com os riscos inerentes aos químioterápicos antineoplásticos.
Radiação Ionizante 
Os trabalhadores que realize atividade em áreas onde existam fontes de radiações ionizantes deve: 
Permanecer nestas áreas a menor tempo possível para a realização do procedimento. 
Ter conhecimento dos riscos radiológicos associados ao seu trabalho. 
Estar capacitado inicialmente e de forma continuada em proteção radiológica. 
Usar E.P.I adequados para a minimização dos riscos. 
Estar sob monitoração individual de dose de radiação ionizante, nos casos em que a exposição seja ocupacional.
Proteção radiológica 
A Proteção radiológica tem como principal finalidade proteger o ser humano e o meio ambiente dos efeitos nocivos das radiações ionizantes e as substâncias radioativas possibilitando a raça humana desfrutar de todos os benefícios de uso da energia atômica. 
Obs: Toda trabalhadora com gravidez confirmada deve ser afastada das atividades com radiações ionizantes, devendo ser remanejada para atividade compatível com seu nível de formação.
Princípios de Proteção radiológica 
Tempo de irradiação: É o método mais simples de reduzir a exposição a radiação. Quanto menor for o tempo de exposição menor será a dose recebida. 
Blindagem ou Barreira: Para construção dessa barreira geralmente utiliza-se elementos de alta densidade física, como por exemplo o chumbo. Estes biombos são providos de visores feitos de vidro Plumbifero,
Princípios de Proteção radiológica 
Equipamentos de proteção individual: Todos os E.P.I,s possuem em sua composição o chumbo dentre eles podemos citar os aventais de tecidos plumbifero, protetores para tireóide, luvas e também óculos com lentes plumbiferos. 
Calibração do aparelho: Os dosimetros individuais devem obtidos, calibrados e avaliados exclusivamente em laboratórios de monitoração individual acreditados pela CNEN.
Sinalização Áreas de Instalações radiativa 
As áreas da instalação radiativa devem estar devidamente sinalizadas em conformidade com a legislação em vigor, em especial quanto aos seguintes aspectos: 
Utilização do símbolo internacional de presença de radiação nos acessos controlados. 
As fontes presentes nestas áreas e seus rejeitos devem ter suas embalagens, recipientes ou blindagens identificadas em relação ao tipo de elemento, radioativo, atividade e tipo de emissão
Sinalização Áreas de Instalações radiativa 
Identificação de vias de circulação, entrada e saída para condições normais de trabalho e para situações de emergência. 
Localização dos equipamentos de segurança. 
Procedimentos a serem obedecidos em situações de acidentes ou de emergência. 
Sistema de alarme
ATENÇÃO 
Nos locais onde são manipulados e armazenados materiais radioativos ou rejeitos, não é permitido. 
Aplicar cosméticos, alimentar-se, beber, fumar e repousar. 
Guardar alimentos, bebidas e bens pessoais.
Decaimento de rejeitos radioativos 
O local destinado ao decaimento de rejeitos radioativos deve: 
Ser localizado em área de acesso controlado 
Ser sinalizado 
Possuir blindagem adequada 
Ser constituído de compartimentos que possibilitem a segregação dos rejeitos por grupo de radionuclídeos com meia vida física próxima e por estado físico.
Sala de Raio - X 
A sala de raio X deve dispor de: 
Sinalização visível na face exterior das portas de acesso, contendo o símbolo internacional de radiação ionizante, acompanhado das inscrições: “raio X, entrada restrita” ou “raios X, entrada proibida a pessoas não autorizadas.” 
Sinalização luminosa vermelha acima da face externa da porta de acesso, acompanhada do seguinte aviso de advertência. “Quando a luz vermelha estiver acesa, a entrada é proibida.
Sacos Plásticos/Resíduos 
Os sacos plásticos utilizados no acondicionamento dos resíduos de saúde devem atender ao disposto na NBR 9191 e ainda ser: 
•Preenchidos até 2/3 de sua capacidade. 
•Fechados de tal forma que não se permita o seu derramamento,mesmo que virados com a abertura para baixo 
•Retirados imediatamente do local de geração após o preenchimento 
•Mantidos íntegros até o tratamento ou disposição final do resíduo
Resíduos 
Em todo os serviços de saúde deve existir local apropriado para o armazenamento externo dos resíduos, até que sejam recolhidos pelo sistema de coleta externa. 
O Local deve ser dimensionado de forma a permitir a separação dos recipientes conforme o tipo de resíduo.
Refeitório 
Os estabelecimentos com até 300 trabalhadores devem ser dotados de locais para refeição, que atendam os requisitos mínimos: 
•Localização fora da área do posto de trabalho 
•Piso lavável 
•Limpeza, arejamento e boa iluminação 
•Mesas e assentos dimensionados de acordo com o número de trabalhadores por intervalo de descanso e refeição. 
•Lavatórios instalados nas proximidades ou no próprio local. 
•Fornecimento de água potável. 
•Possuir equipamento apropriado e seguro para aquecimento de refeições.
Cozinhas 
As cozinhas devem ser adotadas de sistemas de exaustão e outros equipamentos que reduzam a dispersão de gorduras e vapores.
Lavanderias 
A Lavanderia deve possuir duas áreas distintas, sendo uma considerada suja e outra limpa, devendo ocorrer na primeira o recebimento, classificação, pesagem e lavagem de roupas, e na segunda a manipulação das roupas lavadas.
Limpeza e conservação 
Os trabalhadores que realizam a limpeza dos serviços de saúde devem ser capacitados, inicialmente e de forma continuada, quanto aos seguintes princípios: 
•Higiene Pessoal 
•Risco Biológico 
•Risco Químico 
•Sinalização 
•Rotulagem 
•E.P.I e E.P.C. 
•Procedimentos em situações de emergência.
Obrigado pela atenção 
Juarez Sabino da Silva Junior 
Técnico de Segurança do Trabalho 
juarezsabino@hotmail.com 
(12) 9163 51 63

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de SaúdeSegurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
José Carlos Nascimento
 
Nr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúde
Nr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúdeNr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúde
Nr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúde
Rogério Eustáquio Dos Santos
 
Aula EPI - Apresentação
Aula EPI - ApresentaçãoAula EPI - Apresentação
Aula EPI - Apresentação
Rapha_Carvalho
 
Nr 32
Nr 32Nr 32
Acidente hospitalar - Enfermagem
Acidente hospitalar -  EnfermagemAcidente hospitalar -  Enfermagem
Acidente hospitalar - Enfermagem
Tatiana Cavalcante
 
Riscos ocupacionais estrategias para evita los
Riscos ocupacionais estrategias para evita losRiscos ocupacionais estrategias para evita los
Riscos ocupacionais estrategias para evita los
Acd. Layane -UESPI Nunes de Sousa
 
Riscos Biológicos
Riscos BiológicosRiscos Biológicos
Riscos Biológicos
Renata Araújo
 
Introdução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do TrabalhoIntrodução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do Trabalho
Instituto Consciência GO
 
NR 5
NR 5NR 5
Acidentes com perfurocortantes
Acidentes com perfurocortantesAcidentes com perfurocortantes
Acidentes com perfurocortantes
Ricardo Alanís
 
Cipa apresentação
Cipa   apresentaçãoCipa   apresentação
Cipa apresentação
WEIDER MAIK
 
Riscos Ambientais e Medidas de Controle de Riscos
Riscos Ambientais e Medidas de Controle de RiscosRiscos Ambientais e Medidas de Controle de Riscos
Riscos Ambientais e Medidas de Controle de Riscos
Gerlane Batista
 
Epi e epc
Epi e epcEpi e epc
Epi e epc
Roberto Medina
 
Aula epi epc
Aula epi epcAula epi epc
Aula epi epc
Marcos Figueiredo
 
Saúde e Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Saúde e Segurança no Trabalho em Serviços de SaúdeSaúde e Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Saúde e Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Professor Robson
 
Aula 2 - Normas Regulamentadoras
Aula 2 - Normas RegulamentadorasAula 2 - Normas Regulamentadoras
Aula 2 - Normas Regulamentadoras
Ghiordanno Bruno
 
Aula 01 higiene ocupacional
Aula 01   higiene ocupacionalAula 01   higiene ocupacional
Aula 01 higiene ocupacional
Kelvin Silva
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
Sheilla Sandes
 
Saúde e Segurança do Trabalho
Saúde e Segurança do TrabalhoSaúde e Segurança do Trabalho
Saúde e Segurança do Trabalho
João Vitor Pereira Mendes
 
Aula 6 epc
Aula 6   epcAula 6   epc
Aula 6 epc
Daniel Moura
 

Mais procurados (20)

Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de SaúdeSegurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
 
Nr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúde
Nr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúdeNr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúde
Nr 32 - Resumo da Norma Regulamentadora dos profissionais da saúde
 
Aula EPI - Apresentação
Aula EPI - ApresentaçãoAula EPI - Apresentação
Aula EPI - Apresentação
 
Nr 32
Nr 32Nr 32
Nr 32
 
Acidente hospitalar - Enfermagem
Acidente hospitalar -  EnfermagemAcidente hospitalar -  Enfermagem
Acidente hospitalar - Enfermagem
 
Riscos ocupacionais estrategias para evita los
Riscos ocupacionais estrategias para evita losRiscos ocupacionais estrategias para evita los
Riscos ocupacionais estrategias para evita los
 
Riscos Biológicos
Riscos BiológicosRiscos Biológicos
Riscos Biológicos
 
Introdução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do TrabalhoIntrodução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do Trabalho
 
NR 5
NR 5NR 5
NR 5
 
Acidentes com perfurocortantes
Acidentes com perfurocortantesAcidentes com perfurocortantes
Acidentes com perfurocortantes
 
Cipa apresentação
Cipa   apresentaçãoCipa   apresentação
Cipa apresentação
 
Riscos Ambientais e Medidas de Controle de Riscos
Riscos Ambientais e Medidas de Controle de RiscosRiscos Ambientais e Medidas de Controle de Riscos
Riscos Ambientais e Medidas de Controle de Riscos
 
Epi e epc
Epi e epcEpi e epc
Epi e epc
 
Aula epi epc
Aula epi epcAula epi epc
Aula epi epc
 
Saúde e Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Saúde e Segurança no Trabalho em Serviços de SaúdeSaúde e Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Saúde e Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
 
Aula 2 - Normas Regulamentadoras
Aula 2 - Normas RegulamentadorasAula 2 - Normas Regulamentadoras
Aula 2 - Normas Regulamentadoras
 
Aula 01 higiene ocupacional
Aula 01   higiene ocupacionalAula 01   higiene ocupacional
Aula 01 higiene ocupacional
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Saúde e Segurança do Trabalho
Saúde e Segurança do TrabalhoSaúde e Segurança do Trabalho
Saúde e Segurança do Trabalho
 
Aula 6 epc
Aula 6   epcAula 6   epc
Aula 6 epc
 

Destaque

Norma regulamentadora 32
Norma regulamentadora 32Norma regulamentadora 32
Norma regulamentadora 32
SonynhaRegis
 
Nr32 apresentação URCAMP
Nr32 apresentação URCAMP Nr32 apresentação URCAMP
Nr32 apresentação URCAMP
juliacunhadutra
 
Manual de quimoterapia
Manual de quimoterapiaManual de quimoterapia
Manual de quimoterapia
Laryssasampaio
 
Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32
Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32
Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32
Senac São Paulo
 
Biosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagemBiosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagem
Gabriela Montargil
 
Resumo nr32
Resumo nr32Resumo nr32
Resumo nr32
Lidia Moura
 
Adorno educação para quê
Adorno educação para quêAdorno educação para quê
Adorno educação para quê
Nivaldo Freitas
 
Adorno o fetichismo na musica
Adorno o fetichismo na musicaAdorno o fetichismo na musica
Adorno o fetichismo na musica
Adonai Agni Assis
 
RADIOATIVIDADE
RADIOATIVIDADERADIOATIVIDADE
RADIOATIVIDADE
pibidmarilia
 
Palestra Planos de Saúde Dieese
Palestra Planos de Saúde DieesePalestra Planos de Saúde Dieese
Palestra Planos de Saúde Dieese
IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
 
Apresentacao pl negociacao coletiva e afastamento sindical
Apresentacao pl negociacao coletiva e afastamento  sindicalApresentacao pl negociacao coletiva e afastamento  sindical
Apresentacao pl negociacao coletiva e afastamento sindical
Silvio Corrêa
 
Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade I)
Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade  I)Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade  I)
Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade I)
Dimensson Costa Santos
 
Técnicas de rappel
Técnicas de rappelTécnicas de rappel
Técnicas de rappel
Victor Maulen Maturana
 
Segurança no Rappel
Segurança no RappelSegurança no Rappel
Segurança no Rappel
Denis Carlos Sodré
 
Aula 6 D.TRABALHO
Aula 6 D.TRABALHOAula 6 D.TRABALHO
Aula 6 D.TRABALHO
gsbq
 
Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013
Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013
Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013
acajado
 
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Kayo Alves Figueiredo
 
escalada
escaladaescalada
escalada
Anderson Passos
 
Relações sindicais e trabalhistas formatação
 Relações sindicais e trabalhistas formatação  Relações sindicais e trabalhistas formatação
Relações sindicais e trabalhistas formatação
Janaína Dos Anjos
 

Destaque (19)

Norma regulamentadora 32
Norma regulamentadora 32Norma regulamentadora 32
Norma regulamentadora 32
 
Nr32 apresentação URCAMP
Nr32 apresentação URCAMP Nr32 apresentação URCAMP
Nr32 apresentação URCAMP
 
Manual de quimoterapia
Manual de quimoterapiaManual de quimoterapia
Manual de quimoterapia
 
Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32
Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32
Manutenção e Utilidades Hospitalares NR 32
 
Biosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagemBiosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagem
 
Resumo nr32
Resumo nr32Resumo nr32
Resumo nr32
 
Adorno educação para quê
Adorno educação para quêAdorno educação para quê
Adorno educação para quê
 
Adorno o fetichismo na musica
Adorno o fetichismo na musicaAdorno o fetichismo na musica
Adorno o fetichismo na musica
 
RADIOATIVIDADE
RADIOATIVIDADERADIOATIVIDADE
RADIOATIVIDADE
 
Palestra Planos de Saúde Dieese
Palestra Planos de Saúde DieesePalestra Planos de Saúde Dieese
Palestra Planos de Saúde Dieese
 
Apresentacao pl negociacao coletiva e afastamento sindical
Apresentacao pl negociacao coletiva e afastamento  sindicalApresentacao pl negociacao coletiva e afastamento  sindical
Apresentacao pl negociacao coletiva e afastamento sindical
 
Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade I)
Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade  I)Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade  I)
Direito coletivo do trabalho 2012.1 (unidade I)
 
Técnicas de rappel
Técnicas de rappelTécnicas de rappel
Técnicas de rappel
 
Segurança no Rappel
Segurança no RappelSegurança no Rappel
Segurança no Rappel
 
Aula 6 D.TRABALHO
Aula 6 D.TRABALHOAula 6 D.TRABALHO
Aula 6 D.TRABALHO
 
Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013
Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013
Tcc_acidentes com perfurocortantes 2013
 
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
 
escalada
escaladaescalada
escalada
 
Relações sindicais e trabalhistas formatação
 Relações sindicais e trabalhistas formatação  Relações sindicais e trabalhistas formatação
Relações sindicais e trabalhistas formatação
 

Semelhante a Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude

Manual de virologia
Manual de virologiaManual de virologia
Manual de virologia
Luis Cueto
 
NR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptx
NR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptxNR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptx
NR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptx
RayaneArruda2
 
NR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptx
NR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptxNR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptx
NR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptx
WilliamPratesMoreira
 
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIAAULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
KarineRibeiro57
 
Biosseguranca_ambiente_cirurgico.pptx
Biosseguranca_ambiente_cirurgico.pptxBiosseguranca_ambiente_cirurgico.pptx
Biosseguranca_ambiente_cirurgico.pptx
ssuser87b501
 
Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892
Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892
Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892
saulo montenegro
 
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptxnr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
FlvioSegredo
 
BIOSSEGURANÇA.pptx
BIOSSEGURANÇA.pptxBIOSSEGURANÇA.pptx
BIOSSEGURANÇA.pptx
MaryCosta54
 
biossegurana-230124163146-8728f8f8.pdf
biossegurana-230124163146-8728f8f8.pdfbiossegurana-230124163146-8728f8f8.pdf
biossegurana-230124163146-8728f8f8.pdf
CleitonFernandes29
 
ALUNOS_Biossegurança.pdf
ALUNOS_Biossegurança.pdfALUNOS_Biossegurança.pdf
ALUNOS_Biossegurança.pdf
MarcosAugusto100
 
Aula biossegurança dna
Aula biossegurança   dnaAula biossegurança   dna
Aula biossegurança dna
anadeiva
 
introdução semiologia
introdução semiologiaintrodução semiologia
introdução semiologia
Deniziele Bruna
 
Manual Boas Praticas no Uso de EPIs
Manual Boas Praticas no Uso de EPIsManual Boas Praticas no Uso de EPIs
Manual Boas Praticas no Uso de EPIs
Adeildo Caboclo
 
Biossegurança na CME
Biossegurança na CMEBiossegurança na CME
Biossegurança na CME
Luciane Santana
 
Manual biosseguranca
Manual biossegurancaManual biosseguranca
Manual biosseguranca
ojcn
 
adornos - NR 32.pptx
adornos - NR 32.pptxadornos - NR 32.pptx
adornos - NR 32.pptx
EduardoLima913084
 
Nr32 resumo
Nr32 resumoNr32 resumo
Nr32 resumo
Rodrigo Tofoli
 
Pop manipulação de horm, citostáticos e antib
Pop   manipulação de horm, citostáticos e antibPop   manipulação de horm, citostáticos e antib
Pop manipulação de horm, citostáticos e antib
Juciê Vasconcelos
 
Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...
Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...
Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...
gisa_legal
 
2- biossegurança e higienização das mãos.pdf
2- biossegurança e higienização das mãos.pdf2- biossegurança e higienização das mãos.pdf
2- biossegurança e higienização das mãos.pdf
keyzsilva
 

Semelhante a Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude (20)

Manual de virologia
Manual de virologiaManual de virologia
Manual de virologia
 
NR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptx
NR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptxNR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptx
NR32---Treinamento-Perfurocortantes.pptx
 
NR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptx
NR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptxNR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptx
NR32 - Treinamento Perfurocortantes - 2023.pptx
 
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIAAULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
 
Biosseguranca_ambiente_cirurgico.pptx
Biosseguranca_ambiente_cirurgico.pptxBiosseguranca_ambiente_cirurgico.pptx
Biosseguranca_ambiente_cirurgico.pptx
 
Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892
Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892
Nr32slidecerto123 150827210047-lva1-app6892
 
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptxnr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
nr32slidecerto123-150827210047-lva1-app6892.pptx
 
BIOSSEGURANÇA.pptx
BIOSSEGURANÇA.pptxBIOSSEGURANÇA.pptx
BIOSSEGURANÇA.pptx
 
biossegurana-230124163146-8728f8f8.pdf
biossegurana-230124163146-8728f8f8.pdfbiossegurana-230124163146-8728f8f8.pdf
biossegurana-230124163146-8728f8f8.pdf
 
ALUNOS_Biossegurança.pdf
ALUNOS_Biossegurança.pdfALUNOS_Biossegurança.pdf
ALUNOS_Biossegurança.pdf
 
Aula biossegurança dna
Aula biossegurança   dnaAula biossegurança   dna
Aula biossegurança dna
 
introdução semiologia
introdução semiologiaintrodução semiologia
introdução semiologia
 
Manual Boas Praticas no Uso de EPIs
Manual Boas Praticas no Uso de EPIsManual Boas Praticas no Uso de EPIs
Manual Boas Praticas no Uso de EPIs
 
Biossegurança na CME
Biossegurança na CMEBiossegurança na CME
Biossegurança na CME
 
Manual biosseguranca
Manual biossegurancaManual biosseguranca
Manual biosseguranca
 
adornos - NR 32.pptx
adornos - NR 32.pptxadornos - NR 32.pptx
adornos - NR 32.pptx
 
Nr32 resumo
Nr32 resumoNr32 resumo
Nr32 resumo
 
Pop manipulação de horm, citostáticos e antib
Pop   manipulação de horm, citostáticos e antibPop   manipulação de horm, citostáticos e antib
Pop manipulação de horm, citostáticos e antib
 
Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...
Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...
Cbr recomendacoes gerais-de-prevencao-de-infeccao-pelo-covid-19-para-clinicas...
 
2- biossegurança e higienização das mãos.pdf
2- biossegurança e higienização das mãos.pdf2- biossegurança e higienização das mãos.pdf
2- biossegurança e higienização das mãos.pdf
 

Mais de Veras Reis Reis

Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01
Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01
Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01
Veras Reis Reis
 
Minha cidade-do-oceano-verde
Minha cidade-do-oceano-verdeMinha cidade-do-oceano-verde
Minha cidade-do-oceano-verde
Veras Reis Reis
 
O vaqueiro
O vaqueiroO vaqueiro
O vaqueiro
Veras Reis Reis
 
Rafael kilian-calorias-entram-calorias-saem
Rafael kilian-calorias-entram-calorias-saemRafael kilian-calorias-entram-calorias-saem
Rafael kilian-calorias-entram-calorias-saem
Veras Reis Reis
 
Afonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominal
Afonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominalAfonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominal
Afonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominal
Veras Reis Reis
 
Apostila turismohistoriadoceara
Apostila turismohistoriadocearaApostila turismohistoriadoceara
Apostila turismohistoriadoceara
Veras Reis Reis
 
Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1
Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1
Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1
Veras Reis Reis
 
Dosimetro
DosimetroDosimetro
Dosimetro
Veras Reis Reis
 
Ltcat ii
Ltcat iiLtcat ii
Ltcat ii
Veras Reis Reis
 
Senaisc sao bentodosul2011020416255408.manumec
Senaisc sao bentodosul2011020416255408.manumecSenaisc sao bentodosul2011020416255408.manumec
Senaisc sao bentodosul2011020416255408.manumec
Veras Reis Reis
 
Apresentação nr12-senai-rev.052
Apresentação nr12-senai-rev.052Apresentação nr12-senai-rev.052
Apresentação nr12-senai-rev.052
Veras Reis Reis
 
291012 seg trab_a15
291012 seg trab_a15291012 seg trab_a15
291012 seg trab_a15
Veras Reis Reis
 
Art analise-de-risco-do-trabalho - cópia
Art analise-de-risco-do-trabalho - cópiaArt analise-de-risco-do-trabalho - cópia
Art analise-de-risco-do-trabalho - cópia
Veras Reis Reis
 
Apostila de ergonomia_2
Apostila de ergonomia_2Apostila de ergonomia_2
Apostila de ergonomia_2
Veras Reis Reis
 

Mais de Veras Reis Reis (14)

Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01
Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01
Manualdeseguranadacarpintaria 140108112010-phpapp01
 
Minha cidade-do-oceano-verde
Minha cidade-do-oceano-verdeMinha cidade-do-oceano-verde
Minha cidade-do-oceano-verde
 
O vaqueiro
O vaqueiroO vaqueiro
O vaqueiro
 
Rafael kilian-calorias-entram-calorias-saem
Rafael kilian-calorias-entram-calorias-saemRafael kilian-calorias-entram-calorias-saem
Rafael kilian-calorias-entram-calorias-saem
 
Afonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominal
Afonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominalAfonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominal
Afonso cavaleiro-como-perder-gordura-abdominal
 
Apostila turismohistoriadoceara
Apostila turismohistoriadocearaApostila turismohistoriadoceara
Apostila turismohistoriadoceara
 
Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1
Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1
Resolução 96 2012 - prevenção de acidentes de trabalho-1
 
Dosimetro
DosimetroDosimetro
Dosimetro
 
Ltcat ii
Ltcat iiLtcat ii
Ltcat ii
 
Senaisc sao bentodosul2011020416255408.manumec
Senaisc sao bentodosul2011020416255408.manumecSenaisc sao bentodosul2011020416255408.manumec
Senaisc sao bentodosul2011020416255408.manumec
 
Apresentação nr12-senai-rev.052
Apresentação nr12-senai-rev.052Apresentação nr12-senai-rev.052
Apresentação nr12-senai-rev.052
 
291012 seg trab_a15
291012 seg trab_a15291012 seg trab_a15
291012 seg trab_a15
 
Art analise-de-risco-do-trabalho - cópia
Art analise-de-risco-do-trabalho - cópiaArt analise-de-risco-do-trabalho - cópia
Art analise-de-risco-do-trabalho - cópia
 
Apostila de ergonomia_2
Apostila de ergonomia_2Apostila de ergonomia_2
Apostila de ergonomia_2
 

Último

Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Leonel Morgado
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
marcos oliveira
 

Último (20)

Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p..._jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
_jogo-brinquedo-brincadeira-e-a-e-ducacao-tizuko-morchida-kishimoto-leandro-p...
 

Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude

  • 1. Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho
  • 2. Objetivo Estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção á segurança e á saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência á saúde em geral.
  • 3. Quais os maiores riscos nos serviços de saúde. Biológico: São microrganismo que, em contato com o homem, podem provocar inúmeras doenças. Algumas atividades profissionais o contato com tais agentes. É o caso das indústrias de alimentação, hospitais, limpeza (coleta de lixo), LABORATÓRIOS, etc. Bacilos Parasitas Bactéria Vírus Fungos Protozoários
  • 4. Regras Todo o local onde exista possibilidade de exposição ao agente biológico deve ter lavatório exclusivo para higiene das mãos, providos de água corrente, sabonete líquido, toalha descartável e lixeira provida de sistema de abertura sem contato manual.
  • 5. Regras Os trabalhadores com feridas ou lesões nos membros superiores só podem iniciar suas atividades após avaliação médica obrigatória com emissão de documento de liberação para o trabalho.
  • 6. O que não se deve fazer em serviços relacionados a saúde. Utilização de pias de trabalho para fins diversos dos previstos. O ato de fumar, o uso de adornos e o manuseio de lentes de contato nos postos de trabalhos. O consumo de alimentos e bebidas nos postos de trabalho. A guarda de alimentos em locais não destinados para este fim. O uso de calçados abertos.
  • 7. Regras Todos os trabalhadores com possibilidade de exposição a agentes biológicos devem utilizar vestimenta de trabalho adequada e em condições de conforto. Os Trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais.
  • 8. Capacitação do Trabalhador O Empregador deve assegurar capacitação aos trabalhadores, antes do inicio das atividades e de forma continuada, devendo ser ministrada: Sempre que ocorra uma mudança das condições de exposição dos trabalhadores aos agentes biológicos. Durante a jornada de trabalho Por profissionais de saúde familiarizados com os riscos inerentes aos agentes biológicos.
  • 9. Colchões Os colchões, colchonetes e demais almofadados devem ser revestidos de material lavável e impermeável, permitindo desinfecção e fácil higienização. O revestimento não pode apresentar furos, rasgos.
  • 10. Vacinação dos Trabalhadores Todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no PCMSO. Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes biológicos a que os trabalhadores estão, ou poderão estar, expostos, o empregador deve fornecê-las gratuitamente. Deve ser fornecido ao trabalhador comprovante das vacinas recebidas.
  • 11. Recipientes Todo recipiente contendo produto químico manipulado ou fracionado deve ser identificado, de forma legível, por etiqueta com o nome do produto, composição química, sua concentração, data de envâse e de validade, e nome do responsável pela manipulação ou fracionamento. É vedado o procedimento de reutilização das embalagens de produtos químicos.
  • 12. Ficha Descritiva Os produtos químicos, inclusive intermediários e resíduos que impliquem riscos á segurança e saúde do trabalhador, devem ter uma ficha descritiva contendo, no mínimo as seguintes informações. As características e as formas de utilização do produto. Os riscos á segurança e saúde do trabalhador e ao meio ambiente, considerando as formas de utilização. As medidas de proteção coletiva, individual e controle médico da saúde dos trabalhadores. Condições e local de estocagem Procedimentos em situações de emergência.
  • 13. Medidas de Proteção Nos hospitais, laboratórios, postos de saúde,etc, deve se destinar local apropriado para a manipulação ou fracionamento de produtos químicos que impliquem riscos á segurança e saúde do trabalhador, este local deve dispor, no mínimo, de: Sinalização gráfica de fácil, visualização para identificação do ambiente, respeitando o disposto na NR-26. Equipamentos que garantam a concentração dos produtos químicos no ar abaixo dos limites de tolerância, conforme NR-15,NR-9.
  • 14. Medidas de Proteção Equipamentos que garantam a exaustão dos produtos químicos de forma a não potencializar a exposição de qualquer trabalhador. Chuveiros lava olhos, os quais deverão ser acionados e higienizados semanalmente Equipamentos de proteção individual adequados aos riscos, á disposição dos trabalhadores Sistema adequado de descarte
  • 15. Esterilização, reesterilização, etc. Todos os estabelecimentos que realizam, ou que pretendem realizar, esterilização, reesterilização ou reprocessamento por gás óxido de etileno, deverão atender o disposto na Portaria Inteministerial n° 482/MS/TEM de 16-4-1999.
  • 16. Cuidados com os gases medicinais ! É vedado: A utilização de equipamentos do fabricante em que se constate vazamento de gás. Submeter equipamentos a pressões superiores aquelas para as quais foram projetados. A Movimentação dos cilindros sem a utilização dos equipamentos de proteção individual adequado. A Submissão dos cilindros a temperaturas extremas A utilização do oxigênio e do ar comprimido para fins diversos aos que se destinam.
  • 17. Cuidados com os gases medicinais ! É vedado: O Contato de óleos, graxas, hidrocarbonetos ou materiais orgânicos similares com gases oxidantes. A utilização de cilindros de oxigênio sem a válvula de retenção ou dispositivo apropriado para impedir o fluxo reverso. A Transferência de gases e um cilindro para outro, independentemente da capacidade dos cilindros. O Transporte de cilindros soltos, em posição horizontal e sem capacetes.
  • 18. Cilindros de gases Os cilindros contendo gases inflamáveis, tais como hidrogênio e acetileno, devem ser armazenados a uma distância mínima de oito metros daqueles contendo gases oxidantes, tais como oxigênio e óxido nitroso, ou através de barreiras vedadas e resistentes ao fogo. Hidrogênio Oxigênio 8 Metros
  • 19. Sistema centralizado de gases medicinais Para o sistema centralizado de gases medicinais devem ser fixadas placas, em local visível, com caracteres indeléveis e legíveis, com as seguintes informações: Nominação das pessoas autorizadas a terem acesso ao local e treinadas na operação e manutenção do sistema. Procedimentos a serem adotados em caso de emergência. Sinalização alusiva a perigo
  • 20. Gases e vapores anestésicos Todos os equipamentos utilizados para a administração dos gases ou vapores anestésicos devem ser submetidos á manutenção corretiva e preventiva. • Pontos de verificação: • Cilindro • Conectores • Conexões • Mangueiras • Balões • Traquéias • Válvulas • Aparelhos de anestesia e máscaras faciais para ventilação pulmonar
  • 21. Gases e Vapores anestésicos Nos locais onde são utilizados gases ou vapores anestésicos devem ter sistemas de ventilação e exaustão, com o objetivo de manter a concentração ambiental sob controle, conforme previsto na legislação vigente. Toda trabalhadora gestante só será liberada para o trabalho em áreas com possibilidade de exposição a gases ou vapores anestésicos após autorização por escrito do médico responsável pelo PCMSO.
  • 22. Quimioterapia A Quimioterapia é o método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
  • 23. Quimioterápicos antineoplásticos Os Quimioterápicos antineoplásticos somente devem ser preparados em área exclusiva e com acesso restrito aos profissionais diretamente envolvidos. Esta área deve dispor: Vestiário de barreira com dupla câmara Sala de preparo dos quimioterápicos Local destinado para as atividades administrativas Local de armazenamento exclusivo para estocagem
  • 24. Quimioterápicos antineoplásticos Cuidados: Proibido fumar, comer ou beber, bem como portar adornos ou maquiar-se. Afastar se das atividades as trabalhadores gestantes e nutrizes. Proibir que os trabalhadores expostos realizem atividades com possibilidade de exposição. Utilizar avental confeccionado de material impermeável, com frente resistente e fechado nas costas, manga comprida e punho.
  • 25. Kit de derramamento Nas áreas de preparação armazenamento e administração dos quimioterapicos deve ser mantido um “Kit” de derramamento identificado e disponível. • Luvas de procedimento • Avental impermeável • Compressas absorventes • Proteção respiratória • Proteção ocular • Sabão • Recipiente identificado para recolhimento de resíduos e descrição do procedimento. Kit Derramamento
  • 26. Quimioterápicos antineoplásticos Os trabalhadores envolvidos devem receber capacitação inicial e continuada que contenha, no mínimo: As Principais vias de exposição ocupacional. Os efeitos terapêuticos e adversos destes medicamentos e possível risco á saúde,a longo e curto prazo. As normas e os procedimentos padronizados relativos ao manuseio, preparo, transporte, administração, distribuição e descarte dos químioterápicos antineoplásticos. As Normas e os procedimentos a serem adotados no caso de ocorrência de acidentes Obs: A Capacitação deve ser ministrada por profissionais da saúde familiarizados com os riscos inerentes aos químioterápicos antineoplásticos.
  • 27. Radiação Ionizante Os trabalhadores que realize atividade em áreas onde existam fontes de radiações ionizantes deve: Permanecer nestas áreas a menor tempo possível para a realização do procedimento. Ter conhecimento dos riscos radiológicos associados ao seu trabalho. Estar capacitado inicialmente e de forma continuada em proteção radiológica. Usar E.P.I adequados para a minimização dos riscos. Estar sob monitoração individual de dose de radiação ionizante, nos casos em que a exposição seja ocupacional.
  • 28. Proteção radiológica A Proteção radiológica tem como principal finalidade proteger o ser humano e o meio ambiente dos efeitos nocivos das radiações ionizantes e as substâncias radioativas possibilitando a raça humana desfrutar de todos os benefícios de uso da energia atômica. Obs: Toda trabalhadora com gravidez confirmada deve ser afastada das atividades com radiações ionizantes, devendo ser remanejada para atividade compatível com seu nível de formação.
  • 29. Princípios de Proteção radiológica Tempo de irradiação: É o método mais simples de reduzir a exposição a radiação. Quanto menor for o tempo de exposição menor será a dose recebida. Blindagem ou Barreira: Para construção dessa barreira geralmente utiliza-se elementos de alta densidade física, como por exemplo o chumbo. Estes biombos são providos de visores feitos de vidro Plumbifero,
  • 30. Princípios de Proteção radiológica Equipamentos de proteção individual: Todos os E.P.I,s possuem em sua composição o chumbo dentre eles podemos citar os aventais de tecidos plumbifero, protetores para tireóide, luvas e também óculos com lentes plumbiferos. Calibração do aparelho: Os dosimetros individuais devem obtidos, calibrados e avaliados exclusivamente em laboratórios de monitoração individual acreditados pela CNEN.
  • 31. Sinalização Áreas de Instalações radiativa As áreas da instalação radiativa devem estar devidamente sinalizadas em conformidade com a legislação em vigor, em especial quanto aos seguintes aspectos: Utilização do símbolo internacional de presença de radiação nos acessos controlados. As fontes presentes nestas áreas e seus rejeitos devem ter suas embalagens, recipientes ou blindagens identificadas em relação ao tipo de elemento, radioativo, atividade e tipo de emissão
  • 32. Sinalização Áreas de Instalações radiativa Identificação de vias de circulação, entrada e saída para condições normais de trabalho e para situações de emergência. Localização dos equipamentos de segurança. Procedimentos a serem obedecidos em situações de acidentes ou de emergência. Sistema de alarme
  • 33. ATENÇÃO Nos locais onde são manipulados e armazenados materiais radioativos ou rejeitos, não é permitido. Aplicar cosméticos, alimentar-se, beber, fumar e repousar. Guardar alimentos, bebidas e bens pessoais.
  • 34. Decaimento de rejeitos radioativos O local destinado ao decaimento de rejeitos radioativos deve: Ser localizado em área de acesso controlado Ser sinalizado Possuir blindagem adequada Ser constituído de compartimentos que possibilitem a segregação dos rejeitos por grupo de radionuclídeos com meia vida física próxima e por estado físico.
  • 35. Sala de Raio - X A sala de raio X deve dispor de: Sinalização visível na face exterior das portas de acesso, contendo o símbolo internacional de radiação ionizante, acompanhado das inscrições: “raio X, entrada restrita” ou “raios X, entrada proibida a pessoas não autorizadas.” Sinalização luminosa vermelha acima da face externa da porta de acesso, acompanhada do seguinte aviso de advertência. “Quando a luz vermelha estiver acesa, a entrada é proibida.
  • 36. Sacos Plásticos/Resíduos Os sacos plásticos utilizados no acondicionamento dos resíduos de saúde devem atender ao disposto na NBR 9191 e ainda ser: •Preenchidos até 2/3 de sua capacidade. •Fechados de tal forma que não se permita o seu derramamento,mesmo que virados com a abertura para baixo •Retirados imediatamente do local de geração após o preenchimento •Mantidos íntegros até o tratamento ou disposição final do resíduo
  • 37. Resíduos Em todo os serviços de saúde deve existir local apropriado para o armazenamento externo dos resíduos, até que sejam recolhidos pelo sistema de coleta externa. O Local deve ser dimensionado de forma a permitir a separação dos recipientes conforme o tipo de resíduo.
  • 38. Refeitório Os estabelecimentos com até 300 trabalhadores devem ser dotados de locais para refeição, que atendam os requisitos mínimos: •Localização fora da área do posto de trabalho •Piso lavável •Limpeza, arejamento e boa iluminação •Mesas e assentos dimensionados de acordo com o número de trabalhadores por intervalo de descanso e refeição. •Lavatórios instalados nas proximidades ou no próprio local. •Fornecimento de água potável. •Possuir equipamento apropriado e seguro para aquecimento de refeições.
  • 39. Cozinhas As cozinhas devem ser adotadas de sistemas de exaustão e outros equipamentos que reduzam a dispersão de gorduras e vapores.
  • 40. Lavanderias A Lavanderia deve possuir duas áreas distintas, sendo uma considerada suja e outra limpa, devendo ocorrer na primeira o recebimento, classificação, pesagem e lavagem de roupas, e na segunda a manipulação das roupas lavadas.
  • 41. Limpeza e conservação Os trabalhadores que realizam a limpeza dos serviços de saúde devem ser capacitados, inicialmente e de forma continuada, quanto aos seguintes princípios: •Higiene Pessoal •Risco Biológico •Risco Químico •Sinalização •Rotulagem •E.P.I e E.P.C. •Procedimentos em situações de emergência.
  • 42. Obrigado pela atenção Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho juarezsabino@hotmail.com (12) 9163 51 63