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ENFRENTAMENTO DO HIV/AIDS EM IDOSOS:
PERSPECTIVA DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE
SAÚDE E DE MÉDICOS DA SAÚDE DA FAMÍLIA,
CAMPO GRANDE, MS
Valdirene Silva Pires Macena1; Maurício Antonio Pompilio2
1 Bióloga. Pesquisadora. Mestra em Saúde da Família
2 Médico. Infectologista. Orientador. Docente na UFMS
CAMPO GRANDE-MS
2016
O mundo está envelhecendo e o envelhecimento populacional é
visível na sociedade.
INTRODUÇÃO
Fonte: BRASIL, 2015a
BRASIL até 2030 - 41,5 milhões de pessoas idosas
e estima-se que em 2060 - 73,5 milhões de idosos
(IBGE, 2015);
MATO GROSSO DO SUL (MATO GROSSO DO SUL, 2015):
• 1991→ 104.852 idosos (5,9% habitantes);
• 2010 → 239.270 idosos (9,8% habitantes).
CAUSAS DO AUMENTO DE PESSOAS IDOSAS:
 Aumento da expectativa de vida para 75,44 anos;
 Conquista social com melhoria das condições de vida;
 Ampliação do acesso a serviços médicos preventivos e curativos;
Aumento da escolaridade e da renda;
Ampliação da cobertura de saneamento básico;
Avanço da tecnologia médica;
Redução dos níveis da fecundidade e mortalidade.
(BRASIL, 2010; BRASIL, 2016)
NO MUNDO (até 2014) = 36,9 milhões;
NO BRASIL (de 1980 a junho de 2015) = 798. 366;
EM MATO GROSSO DO SUL (1980 a 2014) = 8.608;
 6º estado brasileiro com maior índice da doença
(2010 a 2014);
MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE, MS (2011 a 2015)
= 1.035 casos de AIDS.
(UNAIDS, 2015; BRASIL, 2015b; CAMPO GRANDE, 2015; MATO GROSSO DO SUL, 2015)
A EPIDEMIOLOGIA DO HIV/AIDS
A TRAJETORIA DA Aids NO BRASIL
(SANTOS; ASSIS, 2011; SOUZA, 2008)
Aids
Pauperização
Heterossexualização
Juventudilização
Interiorização
Feminização
Envelhecimento
Retrovírus - família Lentiviridae (COSTA, 2009);
FORMAS DE TRANSMISSÃO (BRASIL, 2013):
 Relação sexual desprotegida;
 Uso de drogas por agulhas/seringas compartilhadas;
 Acidentes ocupacionais com instrumentos perfurocortantes;
 Transfusão de hemocomponentes contaminados;
 Via vertical (gravidez, parto e amamentação).
HIV: Vírus da Imunodeficiência Humana
HIV - infecta os linfócitos T CD4+ e causa
imunodepressão favorecendo as doenças oportunistas
(BRASIL, 2013);
A Aids - interfere nas relações sociais, na vida
profissional, na vida afetiva, na sexualidade e na vida
reprodutiva (SOUZA, 2008).
AS CONSEQUÊNCIAS DO HIV/Aids
1. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DO HIV - deve
ser feito após o segundo mês da infecção pelo HIV
(ELISA; Imunocromatográfico; outros métodos de
triagem) (BRASIL, 2013);
2. RESULTADOS POSITIVOS - confirmar pelos
métodos de Imunofluorescência e o Western Blot
(BRASIL, 2013);
A IDENTIFICAÇÃO DO HIV E
O DIAGNÓSTICO DA Aids
3. DEFINIÇÃO DOS CASOS DE Aids - CDC
Adaptado, Critério Rio de Janeiro/Caracas e o Critério
excepcional de óbito (BRASIL, 2013);
4. MONITORAMENTO DA DOENÇA - deverá ser
monitorada clinicamente e laboratorialmente (dosagem
da carga viral e das células T CD4+) (STEPHENS et al., 2014).
A IDENTIFICAÇÃO DO HIV E
O DIAGNÓSTICO DA Aids
HÁ TRÊS GRUPOS DE PESSOAS MAIS VELHAS -
Idosos jovens (65 a 74 anos de idade), Idosos velhos (75
a 84 anos) e Idosos mais velhos (85 anos a mais)
(SCHENEIDER; IRIGARAY, 2008);
Os idosos estão cada vez mais adquirindo DST sendo
uma delas - a Aids (KLEBER; QUEIROZ; MOTA, 2013);
IDOSOS E A VULNERABILIDADE PELO HIV/Aids
BRASIL (de 1980 a 2014) → 23.271 casos de Aids em pessoas com
60 e mais, sendo 14.756 em homens idosos e 8.515 em mulheres
idosas (BRASIL, 2015b);
CAMPO GRANDE, MS (de 2010 a 2014) ocorreram 33 casos de Aids
em idosos, sendo 16 casos em homem e 17 casos de AIDS em
mulheres (CAMPO GRANDE, 2014).
IDOSOS E A VULNERABILIDADE PELO HIV/Aids
Falta de ações em saúde para orientar a população
idosa sobre a prevenção do HIV;
Preconceito do uso de preservativos;
Associação à ampliação do acesso a medicamentos
para distúrbios eréteis;
A participação de idosos em grupos de convivência;
A maior vulnerabilidade de contrair DST.
(BRASIL, 2007; GLINA, 2004; LIMA-COSTA; VERAS, 2003; SANTOS; ASSIS, 2011)
FATORES QUE COLABORAM PARA A
EPIDEMIA DO HIV/AIDS EM IDOSOS:
FINAL DA DÉCADA DE 90 – Envelhecimento Ativo e a Saúde do
Idoso passou ser uma das prioridades no Pacto pela Vida (BRASIL,
2010).
ATENÇÃO À SAÙDE DA PESSOA IDOSA NA ESF OCORRE POR
(BRASIL, 2007):
Demanda espontânea e busca ativa dos ACS;
Atribuições dos médicos em realizar: consulta, prescrição de
medicamentos, solicitação de exames complementares,
encaminhamento a serviços de referência de média e alta
complexidade.
ESF COMO POLÍTICA PÚBLICA
A SAÚDE DO IDOSOS
Integra os serviços de saúde da Atenção Básica e
fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2009);
ACS – realiza atividades educativas para adesão ao
tratamento e prevenção das DST e Aids (HILDEBRAND;
SHIMIZU, 2008).
O ACS E SUAS ATRIBUIÇÕES
A ACELERAÇÃO DA RESPOSTA PELO FIM DA
EPIDEMIA DE AIDS
BRASIL (até 2020) tem a expectativa de atingir a meta
90-90-90 estabelecida pelo país, perante a ONU;
A meta consiste em ter 90% das pessoas com HIV
diagnosticadas; deste grupo, 90% seguindo o
tratamento; e, dentre as pessoas tratadas, 90% com
carga viral indetectável;
A meta mundial prevê novas infecções limitadas a
500 mil ao ano e zero discriminação.
(BRASIL, 2015)
OS NÓS-CRÍTICOS PARA PREVENÇÃO DAS
DST/AIDS EM IDOSOS NAS ESF
As campanhas, as ações de promoção de saúde e prevenção
HIV/Aids do Programa Nacional de DST e AIDS estão voltadas aos
jovens (ZORNITTA, 2008);
Quando os Programas estão voltados a terceira idade, ainda há a
dificuldade dos organizadores e participantes abordar o tema
sexualidade e isso dificulta que as informações sobre a prevenção
atinja esta população (AFFELDT; SILVEIRA; BARCELOS, 2015);
Percebe-se que as atuais políticas públicas não estão sendo
suficientes para suprir as necessidades da educação e saúde sexual
da população idosa (MOREIRA et al., 2015).
 Identificar ações de enfrentamento ao HIV/Aids em
idosos na perspectiva dos Agentes Comunitários de
Saúde (ACS) e Médicos de Saúde da Família no
Município de Campo Grande, MS.
OBJETIVO
TIPO DE PESQUISA - estudo descritivo, seccional,
quantitativo.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
8 UBSF
3 UBSF11 UBSF
10 UBSF
 O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em
Pesquisa da UFMS no dia 16 de julho de 2015
(Parecer nº 1.151.462).
 Todos os participantes assinaram o Termo de
Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).
ASPECTOS ÉTICOS DA PESQUISA
RESULTADOS
Tabela 2 – Capacitações e treinamentos em DST/Aids e percepção da
necessidade, Campo Grande, MS (n=140)
ACS e as ações de enfrentamento da epidemia da Aids na
terceira idade
ACS
Os idosos possuem poucas
informações sobre DST/Aids
(CEZAR; AIRES; PAZ, 2012)
A falta de informações leva
tratamento tardio da doença
(MATO GROSSO DO SUL, 2015b)
A capacitação dos ACS
favorece a ampliação de
conhecimentos
(DINIZ; SALDANHA, 2008)
Quadrilátero da formação: a
gestão, atenção, ensino e
controle social
(CECCIM; FEUERWERKER, 2004)
RESULTADOS
Tabela 3 – Campanhas educativas e ações de prevenção das DST/Aids e fornecimento de
preservativos nas unidades de saúde, Campo Grande, MS (n=140)
UBSF e o contexto das DST/Aids
ACS
Os idosos são sexualmente ativos,
expostos às DST.
A questão do uso de preservativos,
deve ser assunto natural durante as
consultas
(LAROQUE et al., 2011)
Importante investir em ações de prevenção e capacitação
de profissionais da saúde para melhorar a qualidade de
vida do idoso e reduzir esses índices
(GIRONDI et al., 2012)
Disponibilizar às pessoas idosas:
preservativo masculino e
feminino e gel lubrificante para
práticas sexuais mais seguras
(BRASIL, 2007)
ACS e idosos
RESULTADOS
Tabela 4 – Vulnerabilidade do idoso a infecção pelo HIV e dificuldade de abordar a
sexualidade, Campo Grande, MS (n=140)
ACS
Crenças equivocadas sobre a
prevenção do HIV em idosos e
isso contribui para aumentar a
sua vulnerabilidade à infecção
(BITTENCOURT et al., 2015)
Os idosos acreditam que picada
de mosquito (79,9%),
compartilhamento de sabonetes
e toalhas (62,1%), talheres,
copos e pratos (62,3%) podem
transmitir o vírus
(PEREIRA; BORGES, 2010)
ACS, enquanto veículos de
informações colaboram para que
as famílias sejam orientadas a se
prevenir de inúmeras doenças e
pensar em ter saúde
(DINIZ; SALDANHA, 2008)
É recomendável incentivar o uso
de preservativos durante a
relação sexual e realizar
atividades para ampliar a
procura do teste anti-HIV
(ANDRADE; SILVA; SANTOS, 2010)
Médicos da estratégia de saúde da família e idosos
RESULTADOS
Tabela 5 – Diagnóstico de DST em idosos, oferta de testagem e medicamentos para
disfunção erétil e orientação para uso de preservativos, Campo Grande,
MS (n=48)
MÉDICOS
56% dos idosos dos CCI
são vulneráveis a Aids por
manterem relação sexual
desprotegidas
(DRIEMEIER, 2010)
Existem ideias conflitantes sobre o
uso de preservativos
(RODRIGUES; PRAÇA, 2010)
Os idosos são
sexualmente ativos, mas
não dialogam com os
profissionais de saúde.
(LAROQUE et al., 2011)
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os ACS tem o conhecimento da vulnerabilidade dos idosos ao risco de
infecção do HIV;
Parte dos ACS não receberam capacitação para esta temática, encontram
dificuldades para abordar a sexualidade nas visitas domiciliares e
necessitam de treinamento específico;
Os ACS referem que há distribuição regular de preservativos, entretanto,
não identificam estratégias e ações para enfrentamento da epidemia neste
grupo etário.
A Educação Permanente em Saúde pode ser uma grande oportunidade
dos ACS e outros profissionais da ESF aprofundar seus conhecimentos
como metodologia crítico-reflexiva sobre seu processo de trabalho.
REFERÊNCIAS
AFFELDT, A. B.; SILVEIRA, M. F.; BARCELOS, R. S. Perfil de pessoas idosas vivendo com HIV/AIDS em Pelotas, sul
do Brasil, 1998 a 2013. Epidemiologia de Serviços de Saúde, Brasília, v. 24, n. 1, p. 79-86, jan./mar. 2015.
BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da
pessoa idosa. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.
______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia prático do
agente comunitário de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas.
Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Boletim Epidemiológico HIV/AIDS Ano III, n. 1. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
______. Guia de Políticas, Programas e Projetos do Governo Federal: Compromisso Nacional para o
Envelhecimento Ativo, Brasil. Neusa Pivatto Müller (Org.). Brasília: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República, 2015.
______. IBGE. Projeções e estimativas da população do Brasil e das Unidades da Federação. [Acesso
em 2016 abr 30]. Disponível em: URL: http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/index.html
BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO. Programa Municipal de DST/AIDS. Campo Grande: SESAU, 2014. Anual.
COSTA, I. B. Epidemiologia molecular do vírus da imunodeficiência humana 1 (HIV-1) em mulheres (mães e
grávidas) dos Estados do Acre e Tocantins, Brasil. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará,
Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários,
Belém, 2009.
FIOCHI, P. I. C. Q. De posição em posição: os giros de discurso e a questão do saber na Educação em Saúde a
partir de uma experiência junto a equipes da Estratégia Saúde da Família. Dissertação (Mestrado em Psicologia) -
Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, Assis, 2009.
GOMES, R. S. O trabalho no programa saúde da família do ponto de vista da atividade: a potência, os dilemas e
os riscos de ser responsável pela transformação do modelo assistencial. Tese (Doutorado) - Escola Nacional de
Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de janeiro, 2009.
GLINA, S. Aids também atinge os idosos. Diário de São Paulo, 2004. Disponível em:<
http://www.aids.gov.br/noticia/aids-tambem-atinge-os-idosos>. Acesso em: 18 fev. 2016.
HILDEBRAND, S. M.; SHIMIZU, H. E. Percepção do agente comunitário sobre o Programa Família Saudável. Revista
Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 61, n. 3, p. 319-24, maio/jun. 2008.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Mudança Demográfica no Brasil no Início do Século
XXI Subsídios para as projeções da população. Rio de Janeiro: IBGE, 2015.
KEIBER, R.; QUEIROZ, T. B.; MOTA, M. M. A. Incidência de HIV/AIDS na Terceira Idade Atendidos de 2006 a 2011
no Serviço de Assistência Especializada da Policlínica de Gurupi – Tocantins, São Paulo, v. 1, n. 6, p. 269-869,
2013. Disponível em: <http://ojs.unirg.edu.br/files/journals/6/articles/269/supp/269-869-1-SP.pdf>. Acesso em: 16 nov.
2014.
LIMA-COSTA, M. F.; VERAS, R. Saúde pública e envelhecimento. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.
19, n. 3, p. 700-701, maio/jun. 2003.
MOREIRA, W. C. LAGO, E. C. VIANA, M. R. P. CARVALHO, A. R. B. FROTA, B. C. PEREIRA, P. S. L.
Sexualidade e prevenção de IST e HIV/aids entre idosos usuários da estratégia saúde da família. Revista
Prevenção de Infecção e Saúde - REPIS, v. 1, n. 3, p.76-82, 2015.
SANTOS, A. F. M.; ASSIS, M. Vulnerabilidade das idosas ao HIV/AIDS: despertar das políticas públicas e
profissionais de saúde no contexto da atenção integral: revisão de literatura. Revista Brasileira de Geriatria e
Gerontologia, v. 14, n. 1, p. 147-157, jan. 2011.
SCHNEIDER, R. H.; IRIGARAY, T. Q. O envelhecimento na atualidade: aspectos cronológicos, biológicos,
psicológicos e sociais. Estudos de Psicologia, Campinas, v. 25, n. 4, p. 585-593, out./dez. 2008.
SOUZA, T. R. C. Impacto Psicossocial da Aids: enfrentando perdas...ressignificando a vida. São Paulo: Centro
de Referência e Treinamento DST/Aids, 2008.
STEPHENS, P. R. S.; OLIVEIRA, M. B. S. C.; RIBEIRO, F. C.; CARNEIRO, L. A. D. Virologia: Conceitos e
Métodos para a Formação de Profissionais em Laboratórios de Saúde. Capítulo 2, Rio de Janeiro, 2014.
Disponível em: < http://www.epsjv.fiocruz.br/upload/d/cap2.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2014.
UNAIDS - Joint United Nations Programme on HIV/AIDS. People living with HIV. july/ sept., 2014. Disponível
em: http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/01_PeoplelivingwithHIV.pdf. Acesso em: 20 dez. 2015.
ZORNITTA, M. Os novos idosos com aids e desigualdade à luz da bioética. 2008. 100 p., tab., graf.
Dissertação (Mestrado) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de Janeiro, 2008.
OBRIGADA!!!
“Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la”.
(Bertolt Brecht)

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ENFRENTAMENTO DO HIV E Aids EM IDOSOS

  • 1. ENFRENTAMENTO DO HIV/AIDS EM IDOSOS: PERSPECTIVA DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE E DE MÉDICOS DA SAÚDE DA FAMÍLIA, CAMPO GRANDE, MS Valdirene Silva Pires Macena1; Maurício Antonio Pompilio2 1 Bióloga. Pesquisadora. Mestra em Saúde da Família 2 Médico. Infectologista. Orientador. Docente na UFMS CAMPO GRANDE-MS 2016
  • 2. O mundo está envelhecendo e o envelhecimento populacional é visível na sociedade. INTRODUÇÃO Fonte: BRASIL, 2015a
  • 3. BRASIL até 2030 - 41,5 milhões de pessoas idosas e estima-se que em 2060 - 73,5 milhões de idosos (IBGE, 2015); MATO GROSSO DO SUL (MATO GROSSO DO SUL, 2015): • 1991→ 104.852 idosos (5,9% habitantes); • 2010 → 239.270 idosos (9,8% habitantes).
  • 4. CAUSAS DO AUMENTO DE PESSOAS IDOSAS:  Aumento da expectativa de vida para 75,44 anos;  Conquista social com melhoria das condições de vida;  Ampliação do acesso a serviços médicos preventivos e curativos; Aumento da escolaridade e da renda; Ampliação da cobertura de saneamento básico; Avanço da tecnologia médica; Redução dos níveis da fecundidade e mortalidade. (BRASIL, 2010; BRASIL, 2016)
  • 5. NO MUNDO (até 2014) = 36,9 milhões; NO BRASIL (de 1980 a junho de 2015) = 798. 366; EM MATO GROSSO DO SUL (1980 a 2014) = 8.608;  6º estado brasileiro com maior índice da doença (2010 a 2014); MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE, MS (2011 a 2015) = 1.035 casos de AIDS. (UNAIDS, 2015; BRASIL, 2015b; CAMPO GRANDE, 2015; MATO GROSSO DO SUL, 2015) A EPIDEMIOLOGIA DO HIV/AIDS
  • 6. A TRAJETORIA DA Aids NO BRASIL (SANTOS; ASSIS, 2011; SOUZA, 2008) Aids Pauperização Heterossexualização Juventudilização Interiorização Feminização Envelhecimento
  • 7. Retrovírus - família Lentiviridae (COSTA, 2009); FORMAS DE TRANSMISSÃO (BRASIL, 2013):  Relação sexual desprotegida;  Uso de drogas por agulhas/seringas compartilhadas;  Acidentes ocupacionais com instrumentos perfurocortantes;  Transfusão de hemocomponentes contaminados;  Via vertical (gravidez, parto e amamentação). HIV: Vírus da Imunodeficiência Humana
  • 8. HIV - infecta os linfócitos T CD4+ e causa imunodepressão favorecendo as doenças oportunistas (BRASIL, 2013); A Aids - interfere nas relações sociais, na vida profissional, na vida afetiva, na sexualidade e na vida reprodutiva (SOUZA, 2008). AS CONSEQUÊNCIAS DO HIV/Aids
  • 9. 1. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DO HIV - deve ser feito após o segundo mês da infecção pelo HIV (ELISA; Imunocromatográfico; outros métodos de triagem) (BRASIL, 2013); 2. RESULTADOS POSITIVOS - confirmar pelos métodos de Imunofluorescência e o Western Blot (BRASIL, 2013); A IDENTIFICAÇÃO DO HIV E O DIAGNÓSTICO DA Aids
  • 10. 3. DEFINIÇÃO DOS CASOS DE Aids - CDC Adaptado, Critério Rio de Janeiro/Caracas e o Critério excepcional de óbito (BRASIL, 2013); 4. MONITORAMENTO DA DOENÇA - deverá ser monitorada clinicamente e laboratorialmente (dosagem da carga viral e das células T CD4+) (STEPHENS et al., 2014). A IDENTIFICAÇÃO DO HIV E O DIAGNÓSTICO DA Aids
  • 11. HÁ TRÊS GRUPOS DE PESSOAS MAIS VELHAS - Idosos jovens (65 a 74 anos de idade), Idosos velhos (75 a 84 anos) e Idosos mais velhos (85 anos a mais) (SCHENEIDER; IRIGARAY, 2008); Os idosos estão cada vez mais adquirindo DST sendo uma delas - a Aids (KLEBER; QUEIROZ; MOTA, 2013); IDOSOS E A VULNERABILIDADE PELO HIV/Aids
  • 12. BRASIL (de 1980 a 2014) → 23.271 casos de Aids em pessoas com 60 e mais, sendo 14.756 em homens idosos e 8.515 em mulheres idosas (BRASIL, 2015b); CAMPO GRANDE, MS (de 2010 a 2014) ocorreram 33 casos de Aids em idosos, sendo 16 casos em homem e 17 casos de AIDS em mulheres (CAMPO GRANDE, 2014). IDOSOS E A VULNERABILIDADE PELO HIV/Aids
  • 13. Falta de ações em saúde para orientar a população idosa sobre a prevenção do HIV; Preconceito do uso de preservativos; Associação à ampliação do acesso a medicamentos para distúrbios eréteis; A participação de idosos em grupos de convivência; A maior vulnerabilidade de contrair DST. (BRASIL, 2007; GLINA, 2004; LIMA-COSTA; VERAS, 2003; SANTOS; ASSIS, 2011) FATORES QUE COLABORAM PARA A EPIDEMIA DO HIV/AIDS EM IDOSOS:
  • 14. FINAL DA DÉCADA DE 90 – Envelhecimento Ativo e a Saúde do Idoso passou ser uma das prioridades no Pacto pela Vida (BRASIL, 2010). ATENÇÃO À SAÙDE DA PESSOA IDOSA NA ESF OCORRE POR (BRASIL, 2007): Demanda espontânea e busca ativa dos ACS; Atribuições dos médicos em realizar: consulta, prescrição de medicamentos, solicitação de exames complementares, encaminhamento a serviços de referência de média e alta complexidade. ESF COMO POLÍTICA PÚBLICA A SAÚDE DO IDOSOS
  • 15. Integra os serviços de saúde da Atenção Básica e fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2009); ACS – realiza atividades educativas para adesão ao tratamento e prevenção das DST e Aids (HILDEBRAND; SHIMIZU, 2008). O ACS E SUAS ATRIBUIÇÕES
  • 16. A ACELERAÇÃO DA RESPOSTA PELO FIM DA EPIDEMIA DE AIDS BRASIL (até 2020) tem a expectativa de atingir a meta 90-90-90 estabelecida pelo país, perante a ONU; A meta consiste em ter 90% das pessoas com HIV diagnosticadas; deste grupo, 90% seguindo o tratamento; e, dentre as pessoas tratadas, 90% com carga viral indetectável; A meta mundial prevê novas infecções limitadas a 500 mil ao ano e zero discriminação. (BRASIL, 2015)
  • 17. OS NÓS-CRÍTICOS PARA PREVENÇÃO DAS DST/AIDS EM IDOSOS NAS ESF As campanhas, as ações de promoção de saúde e prevenção HIV/Aids do Programa Nacional de DST e AIDS estão voltadas aos jovens (ZORNITTA, 2008); Quando os Programas estão voltados a terceira idade, ainda há a dificuldade dos organizadores e participantes abordar o tema sexualidade e isso dificulta que as informações sobre a prevenção atinja esta população (AFFELDT; SILVEIRA; BARCELOS, 2015); Percebe-se que as atuais políticas públicas não estão sendo suficientes para suprir as necessidades da educação e saúde sexual da população idosa (MOREIRA et al., 2015).
  • 18.  Identificar ações de enfrentamento ao HIV/Aids em idosos na perspectiva dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Médicos de Saúde da Família no Município de Campo Grande, MS. OBJETIVO
  • 19. TIPO DE PESQUISA - estudo descritivo, seccional, quantitativo. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
  • 20. 8 UBSF 3 UBSF11 UBSF 10 UBSF
  • 21.  O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS no dia 16 de julho de 2015 (Parecer nº 1.151.462).  Todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). ASPECTOS ÉTICOS DA PESQUISA
  • 22. RESULTADOS Tabela 2 – Capacitações e treinamentos em DST/Aids e percepção da necessidade, Campo Grande, MS (n=140) ACS e as ações de enfrentamento da epidemia da Aids na terceira idade
  • 23. ACS Os idosos possuem poucas informações sobre DST/Aids (CEZAR; AIRES; PAZ, 2012) A falta de informações leva tratamento tardio da doença (MATO GROSSO DO SUL, 2015b) A capacitação dos ACS favorece a ampliação de conhecimentos (DINIZ; SALDANHA, 2008) Quadrilátero da formação: a gestão, atenção, ensino e controle social (CECCIM; FEUERWERKER, 2004)
  • 24. RESULTADOS Tabela 3 – Campanhas educativas e ações de prevenção das DST/Aids e fornecimento de preservativos nas unidades de saúde, Campo Grande, MS (n=140) UBSF e o contexto das DST/Aids
  • 25. ACS Os idosos são sexualmente ativos, expostos às DST. A questão do uso de preservativos, deve ser assunto natural durante as consultas (LAROQUE et al., 2011) Importante investir em ações de prevenção e capacitação de profissionais da saúde para melhorar a qualidade de vida do idoso e reduzir esses índices (GIRONDI et al., 2012) Disponibilizar às pessoas idosas: preservativo masculino e feminino e gel lubrificante para práticas sexuais mais seguras (BRASIL, 2007)
  • 26. ACS e idosos RESULTADOS Tabela 4 – Vulnerabilidade do idoso a infecção pelo HIV e dificuldade de abordar a sexualidade, Campo Grande, MS (n=140)
  • 27. ACS Crenças equivocadas sobre a prevenção do HIV em idosos e isso contribui para aumentar a sua vulnerabilidade à infecção (BITTENCOURT et al., 2015) Os idosos acreditam que picada de mosquito (79,9%), compartilhamento de sabonetes e toalhas (62,1%), talheres, copos e pratos (62,3%) podem transmitir o vírus (PEREIRA; BORGES, 2010) ACS, enquanto veículos de informações colaboram para que as famílias sejam orientadas a se prevenir de inúmeras doenças e pensar em ter saúde (DINIZ; SALDANHA, 2008) É recomendável incentivar o uso de preservativos durante a relação sexual e realizar atividades para ampliar a procura do teste anti-HIV (ANDRADE; SILVA; SANTOS, 2010)
  • 28. Médicos da estratégia de saúde da família e idosos RESULTADOS Tabela 5 – Diagnóstico de DST em idosos, oferta de testagem e medicamentos para disfunção erétil e orientação para uso de preservativos, Campo Grande, MS (n=48)
  • 29. MÉDICOS 56% dos idosos dos CCI são vulneráveis a Aids por manterem relação sexual desprotegidas (DRIEMEIER, 2010) Existem ideias conflitantes sobre o uso de preservativos (RODRIGUES; PRAÇA, 2010) Os idosos são sexualmente ativos, mas não dialogam com os profissionais de saúde. (LAROQUE et al., 2011)
  • 30. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os ACS tem o conhecimento da vulnerabilidade dos idosos ao risco de infecção do HIV; Parte dos ACS não receberam capacitação para esta temática, encontram dificuldades para abordar a sexualidade nas visitas domiciliares e necessitam de treinamento específico; Os ACS referem que há distribuição regular de preservativos, entretanto, não identificam estratégias e ações para enfrentamento da epidemia neste grupo etário. A Educação Permanente em Saúde pode ser uma grande oportunidade dos ACS e outros profissionais da ESF aprofundar seus conhecimentos como metodologia crítico-reflexiva sobre seu processo de trabalho.
  • 31. REFERÊNCIAS AFFELDT, A. B.; SILVEIRA, M. F.; BARCELOS, R. S. Perfil de pessoas idosas vivendo com HIV/AIDS em Pelotas, sul do Brasil, 1998 a 2013. Epidemiologia de Serviços de Saúde, Brasília, v. 24, n. 1, p. 79-86, jan./mar. 2015. BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia prático do agente comunitário de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde da pessoa idosa e envelhecimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Boletim Epidemiológico HIV/AIDS Ano III, n. 1. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. ______. Guia de Políticas, Programas e Projetos do Governo Federal: Compromisso Nacional para o Envelhecimento Ativo, Brasil. Neusa Pivatto Müller (Org.). Brasília: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, 2015. ______. IBGE. Projeções e estimativas da população do Brasil e das Unidades da Federação. [Acesso em 2016 abr 30]. Disponível em: URL: http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/index.html BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO. Programa Municipal de DST/AIDS. Campo Grande: SESAU, 2014. Anual.
  • 32. COSTA, I. B. Epidemiologia molecular do vírus da imunodeficiência humana 1 (HIV-1) em mulheres (mães e grávidas) dos Estados do Acre e Tocantins, Brasil. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários, Belém, 2009. FIOCHI, P. I. C. Q. De posição em posição: os giros de discurso e a questão do saber na Educação em Saúde a partir de uma experiência junto a equipes da Estratégia Saúde da Família. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, Assis, 2009. GOMES, R. S. O trabalho no programa saúde da família do ponto de vista da atividade: a potência, os dilemas e os riscos de ser responsável pela transformação do modelo assistencial. Tese (Doutorado) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de janeiro, 2009. GLINA, S. Aids também atinge os idosos. Diário de São Paulo, 2004. Disponível em:< http://www.aids.gov.br/noticia/aids-tambem-atinge-os-idosos>. Acesso em: 18 fev. 2016. HILDEBRAND, S. M.; SHIMIZU, H. E. Percepção do agente comunitário sobre o Programa Família Saudável. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 61, n. 3, p. 319-24, maio/jun. 2008. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Mudança Demográfica no Brasil no Início do Século XXI Subsídios para as projeções da população. Rio de Janeiro: IBGE, 2015. KEIBER, R.; QUEIROZ, T. B.; MOTA, M. M. A. Incidência de HIV/AIDS na Terceira Idade Atendidos de 2006 a 2011 no Serviço de Assistência Especializada da Policlínica de Gurupi – Tocantins, São Paulo, v. 1, n. 6, p. 269-869, 2013. Disponível em: <http://ojs.unirg.edu.br/files/journals/6/articles/269/supp/269-869-1-SP.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2014.
  • 33. LIMA-COSTA, M. F.; VERAS, R. Saúde pública e envelhecimento. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p. 700-701, maio/jun. 2003. MOREIRA, W. C. LAGO, E. C. VIANA, M. R. P. CARVALHO, A. R. B. FROTA, B. C. PEREIRA, P. S. L. Sexualidade e prevenção de IST e HIV/aids entre idosos usuários da estratégia saúde da família. Revista Prevenção de Infecção e Saúde - REPIS, v. 1, n. 3, p.76-82, 2015. SANTOS, A. F. M.; ASSIS, M. Vulnerabilidade das idosas ao HIV/AIDS: despertar das políticas públicas e profissionais de saúde no contexto da atenção integral: revisão de literatura. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 14, n. 1, p. 147-157, jan. 2011. SCHNEIDER, R. H.; IRIGARAY, T. Q. O envelhecimento na atualidade: aspectos cronológicos, biológicos, psicológicos e sociais. Estudos de Psicologia, Campinas, v. 25, n. 4, p. 585-593, out./dez. 2008. SOUZA, T. R. C. Impacto Psicossocial da Aids: enfrentando perdas...ressignificando a vida. São Paulo: Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, 2008. STEPHENS, P. R. S.; OLIVEIRA, M. B. S. C.; RIBEIRO, F. C.; CARNEIRO, L. A. D. Virologia: Conceitos e Métodos para a Formação de Profissionais em Laboratórios de Saúde. Capítulo 2, Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: < http://www.epsjv.fiocruz.br/upload/d/cap2.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2014.
  • 34. UNAIDS - Joint United Nations Programme on HIV/AIDS. People living with HIV. july/ sept., 2014. Disponível em: http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/01_PeoplelivingwithHIV.pdf. Acesso em: 20 dez. 2015. ZORNITTA, M. Os novos idosos com aids e desigualdade à luz da bioética. 2008. 100 p., tab., graf. Dissertação (Mestrado) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de Janeiro, 2008.
  • 35. OBRIGADA!!! “Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la”. (Bertolt Brecht)