SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 28
Paulo Alexandre Barbosa
Prefeito
Fábio Ferraz
Secretário de Saúde
CURSO INTRODUTÓRIO
AGENTES CONTROLE DE
ENDEMIAS
Edital nº 01/2017 – SEGES-PMS
Outubro de 2017
BEM VINDOS
CANDIDATOS AO CARGO DE
AGENTES CONTROLE DE
ENDEMIAS
DA SECRETARIA DE SAÚDE DE
SANTOS
Edital nº
01/2017 -
SEGES-PMS
Temas Bibliografia
Controle de
Vetores e
Pragas
Urbanas:
controle
mecânico,
biológico,
químico.
Controle de vetores - Procedimentos de Segurança, 1º Edição- Brasília: Ministério da
Saúde:
FUNASA,2001.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/funasa/controle_vetores.pdf
Doenças
Endêmicas e
Epidêmicas:
Dengue,
Zika,
Chikungunya
,
Febre
Amarela,
Raiva,
Leptospirose,
Leishmanios
e.
Conceito,
Sinais,
sintomas,
Transmissão,
Vetores.
Manual de vigilância, prevençãoe controlede zoonoses:normas técnicas e
operacionais [recurso
eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de
Vigilância
das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
https://www.researchgate.net/publication/305221538_MANUAL_DE_VIGILANCIA_PRE
VENCAO_E_
CONTROLE_DE_ZOONOSES_NORMAS_TECNICAS_E_OPERACIONAIS
Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia
de
bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de
Vigilância
Epidemiológica. – 3ª ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Guia_volume1.pdf
ANEXOVII – CONTEÚDOPROGRAMÁTICODO CURSO INTRODUTÓRIODE FORMAÇÃOINICIAL –
EDITALNº 01/2017- SEGES
Algumas observações:
Cada tema será desenvolvido em aproximadamente 60 à 120
minutos, sendo contemplado com:
• Apresentação;
• Desenvolvimento do conteúdo;
• Consolidação da aprendizagem.
ATENÇÃO: NÃO HAVERÁ DEBATE DO CONTEÚDO APRESENTADO
EM AULA.
Leishmaniose Tegumentar
Americana ( LTA )
• Doença infecciosa não contagiosa causada por protozoários do
gênero Leishmania, que acomete pele e mucosas;
 Cutânea: apresenta pápulas que evoluem para úlceras (feridas
de difícil cicatrização);
 Mucosas: são placas verrucosas, papulosas ou nodulares que
atingem principalmente cavidade nasal, faringe ou laringe.
Sinonímia
• Úlcera de Bauru;
• Nariz de Tapir;
• Botão do Oriente
Sinonímia
Agente Etiológico
• Existem várias espécies de Leishmanias envolvidas na
transmissão.
• No Brasil as mais importantes são:
 Leishmania Viannia braziliensis;
 Leishmania Leishmania amazonensis;
 Leishmania Viannia guyanensis.
Agente Etiológico
Forma promastigota
Forma amastigota
Hospedeiros e Reservatórios
• Marsupiais;
• Roedores;
• Preguiça;
• Tamanduá;
• Cão
Hospedeiros e Reservatórios
Modo de Transmissão
• Através da picada da fêmea de insetos flebotomíneos, de diferentes
espécies de Lutzomya, e são conhecidos popularmente como:
 Mosquito palha;
 Birigui;
 Tatuquira;
Modo de Transmissão
Diagnóstico
• O diagnóstico é feito através do Intradermorreação de Montenegro
(IDRM);
• Presença do parasita direto em esfregaço de raspado da borda da
lesão;
• Diagnóstico diferencial
 Forma cutânea: úlceras traumáticas, úlceras vasculares, neoplasias
cutâneas, sífilis e tuberculose cutânea.
 Forma mucosa: hanseníase, sífilis terciária, neoplasias.
Tratamentos
• Humano
 Antimonial: 20mg/kg por 30 dias consecutivos para forma mucosa;
 Pentamidina: mesmo esquema para forma cutânea;
 Anfotericina B: 2 a 3g de dose total para forma cutânea.
• Canino
 Não recomendado tratamento com medicação de uso humano.*
Medidas de Controle
• Preventivas - dirigidas ao homem
 Estimular a proteção individual tais como: uso de repelentes, mosqueteiros
de malha fina, telas de portas e janelas, evitar se expor em horários de
maior atividade do vetor (crepúsculo e anoitecer).
• Preventivas - dirigidas ao vetor
 Saneamento ambiental por meio de limpeza de quintais e terrenos, limpeza
periódica de abrigos de animais domésticos, eliminação de resíduos
sólidos orgânicos e destino adequado do mesmo, poda de árvore para
redução da umidade com a redução de sombreamento.
• Educativas
 Divulgação à população sobre a ocorrência da doença para adoção de
medidas de prevenção;
 O controle químico só é indicado nas áreas de transmissão, segundo
critérios epidemiológicos e entomológicos;
 Não são recomendadas ações objetivando o controle de animais silvestres
e domésticos.
Leishmaniose Visceral
• É uma zoonose que afeta o homem além de outros animais;
• Apresenta-se sob a forma de doença crônica, sistêmica, caracterizada por febre
de longa duração, perda de peso, astenia.
• Apresenta três formas de manifestação clínica:
 Inaparente, onde se observa apenas sorologia positiva, sem sintomatologia
clínica.
 Óligossintomática, tem um quadro intermitente com febre baixa, com
hepatomegalia discreta.
 Clássica, ocorre febre, astenia, anorexia, perda de peso e caquexia, como
principal característica, hepatomegalia acentuada.
Sinonímia
• Calazar;
• Febre Dundun;
• Doença do cachorro
Agente Etiológico
• No Brasil é causada por um protozoário da família Tripanossomatidae,
gênero Leishmania, espécie Leishmania chagasi.
• Apresenta duas formas:
 Amastigota intracelular no vertebrado;
 Promastigota (tubo digestivo) nos vetores invertebrados;
Hospedeiros e Reservatórios
• Na área urbana, o cão é o principal reservatório;
• No ambiente silvestre, as raposas, marsupais, roedores e preguiças;
Transmissão
• O modo de transmissão se dá pela picada do hematófago flebótomo
Lutzomya longipalpis;
• Não há transmissão de pessoa-pessoa, nem animal-animal;
• O período de incubação varia de 10 dias a 2 anos (média de 4 meses);
• A principal transmissão se faz a partir de reservatórios animais.
Transmissão
Diagnóstico
• Pode ser clínico, epidemiológico e laboratorial
 Clínico: observa-se os sintomas, tais como febre de longa duração,
perda de peso, anorexia, astenia, caquexia, hepatomegalia,
esplenomegalia, diarreia, vômitos, sangramentos difusos.
 Epidemiológico: histórico de procedência local da ocorrência, viagens
recentes a locais com transmissão.
 Laboratorial: imunofluorescência, ELISA e parasitológico.
• Diagnóstico diferencial
 Malária;
 Febre tifóide;
 Forma aguda da doença de Chagas;
 Linfoma;
 Mieloma;
 Anemia falsiforme.
Tratamento Humano
 Antimonial: 20mg/kg de 20 a 40 dias consecutivos;
 Anfotericina B: 2 a 3g de dose total;
 Anfotericina lipossomal: 3mg/kg/dia durante 7 dias ou 4mg/kg/dia
durante 5 dias em infusão venosa, em uma dose diária.
*Tratamento Canino
• Não recomendado pelo Ministério da Saúde uma vez que, não há cura
completa do animal, permanecendo transmissor mesmo após o
tratamento.
• Recentemente foi liberado pelo Ministério da Agricultura medicamentos
a base de Miltefozina (Milteforan®) recomendado para proteção animal,
porém não eficaz para o controle da doença em seres humanos.
Medidas de Controle
• Investigação epidemiológica: definir se a área é endêmica, verificar se
as medidas de controle estão sendo adotadas, fazer acompanhamento
dos dados sobre a população canina infectada, existência de
reservatórios silvestres.
• Educação em saúde: ações educativas devem ser desenvolvidas para
que se aprendam a se proteger e participem ativamente das ações de
controle do calazar.
• Luta antivetorial: borrifação com inseticidas químicos.
• Tratamento: fator importante para redução da letalidade da doença e
conseqüentemente na luta contra esse tipo de leishmaniose.
BIBLIOGRAFIA
Guia de bolso/ MINISTÉRIO DA SAÚDE - Secretaria de Vigilância em
Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica, 2ª Ed, Editora: MS,
Brasília –DF, 2008.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Aula Leishmaniose tambem conhecida .pptx

Semninário Febre Amarela
Semninário Febre AmarelaSemninário Febre Amarela
Semninário Febre AmarelaNathy Oliveira
 
Febre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rjFebre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rjHosana maniero
 
Microbiologia 26.11.2022.pptx
Microbiologia 26.11.2022.pptxMicrobiologia 26.11.2022.pptx
Microbiologia 26.11.2022.pptxKarolynNunes
 
Trabalho biologia
Trabalho biologiaTrabalho biologia
Trabalho biologia2° PD
 
Trabalho biologia
Trabalho biologiaTrabalho biologia
Trabalho biologia2° PD
 
Caso Clínico de Leishmaniose
Caso Clínico de LeishmanioseCaso Clínico de Leishmaniose
Caso Clínico de LeishmanioseKarina Pereira
 
Dst apresentacao [salvo automaticamente]
Dst apresentacao [salvo automaticamente]Dst apresentacao [salvo automaticamente]
Dst apresentacao [salvo automaticamente]paulinhavelten
 
Curso de bacharelado em enfermagem
Curso de bacharelado em enfermagemCurso de bacharelado em enfermagem
Curso de bacharelado em enfermagemNathy Oliveira
 
Aula sobre Leishmaniose visceral.ppt
Aula sobre Leishmaniose visceral.pptAula sobre Leishmaniose visceral.ppt
Aula sobre Leishmaniose visceral.pptGabrielMartinsCabral
 
Aula n° 3 tripanossoma
Aula n° 3   tripanossomaAula n° 3   tripanossoma
Aula n° 3 tripanossomaGildo Crispim
 
PoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTO
PoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTOPoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTO
PoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTOTailane Alvim
 

Semelhante a Aula Leishmaniose tambem conhecida .pptx (20)

Leishmaniose visceral
Leishmaniose visceralLeishmaniose visceral
Leishmaniose visceral
 
Semninário Febre Amarela
Semninário Febre AmarelaSemninário Febre Amarela
Semninário Febre Amarela
 
Febre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rjFebre maculosa jun 2013 ses rj
Febre maculosa jun 2013 ses rj
 
Microbiologia 26.11.2022.pptx
Microbiologia 26.11.2022.pptxMicrobiologia 26.11.2022.pptx
Microbiologia 26.11.2022.pptx
 
Leptospirose
LeptospiroseLeptospirose
Leptospirose
 
Trabalho biologia
Trabalho biologiaTrabalho biologia
Trabalho biologia
 
Trabalho biologia
Trabalho biologiaTrabalho biologia
Trabalho biologia
 
Caso Clínico de Leishmaniose
Caso Clínico de LeishmanioseCaso Clínico de Leishmaniose
Caso Clínico de Leishmaniose
 
Doença de chagas
Doença de chagas   Doença de chagas
Doença de chagas
 
Leptospirose
LeptospiroseLeptospirose
Leptospirose
 
Leishmaniose tegumentar e visceral
Leishmaniose tegumentar e visceral Leishmaniose tegumentar e visceral
Leishmaniose tegumentar e visceral
 
Doença de chagas
Doença de chagasDoença de chagas
Doença de chagas
 
Dst apresentacao [salvo automaticamente]
Dst apresentacao [salvo automaticamente]Dst apresentacao [salvo automaticamente]
Dst apresentacao [salvo automaticamente]
 
Curso de bacharelado em enfermagem
Curso de bacharelado em enfermagemCurso de bacharelado em enfermagem
Curso de bacharelado em enfermagem
 
Aula sobre Leishmaniose visceral.ppt
Aula sobre Leishmaniose visceral.pptAula sobre Leishmaniose visceral.ppt
Aula sobre Leishmaniose visceral.ppt
 
Sessão jose carlos
Sessão  jose carlosSessão  jose carlos
Sessão jose carlos
 
Aula n° 3 tripanossoma
Aula n° 3   tripanossomaAula n° 3   tripanossoma
Aula n° 3 tripanossoma
 
Esquistossomose
EsquistossomoseEsquistossomose
Esquistossomose
 
PoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTO
PoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTOPoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTO
PoluiçaoDOENÇAS CAUSADAS PELO DESMATAMENTO
 
Pse hanseniase
Pse hanseniasePse hanseniase
Pse hanseniase
 

Mais de LinoReisLino

[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptx
[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptx[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptx
[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptxLinoReisLino
 
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptxLinoReisLino
 
parte diversificada, conteudo maranhense, educação integral
parte diversificada, conteudo maranhense, educação integralparte diversificada, conteudo maranhense, educação integral
parte diversificada, conteudo maranhense, educação integralLinoReisLino
 
010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.ppt
010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.ppt010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.ppt
010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.pptLinoReisLino
 
_aula 2 - 8 ano bio.ppt
_aula 2 - 8 ano bio.ppt_aula 2 - 8 ano bio.ppt
_aula 2 - 8 ano bio.pptLinoReisLino
 
apresentaçao eletiva feira.pptx
apresentaçao eletiva feira.pptxapresentaçao eletiva feira.pptx
apresentaçao eletiva feira.pptxLinoReisLino
 
biologia_2ªsérie_slides_virus.pptx
biologia_2ªsérie_slides_virus.pptxbiologia_2ªsérie_slides_virus.pptx
biologia_2ªsérie_slides_virus.pptxLinoReisLino
 
material prova 1 bimestre.pptx
material prova 1 bimestre.pptxmaterial prova 1 bimestre.pptx
material prova 1 bimestre.pptxLinoReisLino
 
biologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptxbiologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptxLinoReisLino
 
biologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptxbiologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptxLinoReisLino
 
AULA REDAÇÃO - 11-02.pptx
AULA REDAÇÃO - 11-02.pptxAULA REDAÇÃO - 11-02.pptx
AULA REDAÇÃO - 11-02.pptxLinoReisLino
 
GENETICA - Bioterrorismo.ppt
GENETICA - Bioterrorismo.pptGENETICA - Bioterrorismo.ppt
GENETICA - Bioterrorismo.pptLinoReisLino
 
Aula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.ppt
Aula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.pptAula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.ppt
Aula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.pptLinoReisLino
 
2 ano médio monera.pptx
2 ano médio monera.pptx2 ano médio monera.pptx
2 ano médio monera.pptxLinoReisLino
 
aula --- ANTINUTRIENTE.pptx
aula --- ANTINUTRIENTE.pptxaula --- ANTINUTRIENTE.pptx
aula --- ANTINUTRIENTE.pptxLinoReisLino
 

Mais de LinoReisLino (20)

[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptx
[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptx[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptx
[Bloco 8.1] Oficina Guia de Aprendizagem.pptx
 
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
 
parte diversificada, conteudo maranhense, educação integral
parte diversificada, conteudo maranhense, educação integralparte diversificada, conteudo maranhense, educação integral
parte diversificada, conteudo maranhense, educação integral
 
010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.ppt
010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.ppt010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.ppt
010520221459476. Doenças causadas por Nematóides.ppt
 
PROV 1 BM.pptx
PROV 1 BM.pptxPROV 1 BM.pptx
PROV 1 BM.pptx
 
_aula 2 - 8 ano bio.ppt
_aula 2 - 8 ano bio.ppt_aula 2 - 8 ano bio.ppt
_aula 2 - 8 ano bio.ppt
 
apresentaçao eletiva feira.pptx
apresentaçao eletiva feira.pptxapresentaçao eletiva feira.pptx
apresentaçao eletiva feira.pptx
 
bacteria.ppt
bacteria.pptbacteria.ppt
bacteria.ppt
 
biologia_2ªsérie_slides_virus.pptx
biologia_2ªsérie_slides_virus.pptxbiologia_2ªsérie_slides_virus.pptx
biologia_2ªsérie_slides_virus.pptx
 
material prova 1 bimestre.pptx
material prova 1 bimestre.pptxmaterial prova 1 bimestre.pptx
material prova 1 bimestre.pptx
 
biologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptxbiologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula02_origem da vida.pptx
 
biologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptxbiologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptx
biologia_1ªSérie_slides_aula01_origem da vida.pptx
 
AULA REDAÇÃO - 11-02.pptx
AULA REDAÇÃO - 11-02.pptxAULA REDAÇÃO - 11-02.pptx
AULA REDAÇÃO - 11-02.pptx
 
GENETICA - Bioterrorismo.ppt
GENETICA - Bioterrorismo.pptGENETICA - Bioterrorismo.ppt
GENETICA - Bioterrorismo.ppt
 
Aula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.ppt
Aula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.pptAula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.ppt
Aula Genética Heredogramas, Codominância e Dominância incompleta.ppt
 
2 ano médio monera.pptx
2 ano médio monera.pptx2 ano médio monera.pptx
2 ano médio monera.pptx
 
Virus.ppt
Virus.pptVirus.ppt
Virus.ppt
 
Virus-aula.ppt
Virus-aula.pptVirus-aula.ppt
Virus-aula.ppt
 
aula --- ANTINUTRIENTE.pptx
aula --- ANTINUTRIENTE.pptxaula --- ANTINUTRIENTE.pptx
aula --- ANTINUTRIENTE.pptx
 
Fungos.ppt
Fungos.pptFungos.ppt
Fungos.ppt
 

Último

os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptfernandoalvescosta3
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999vanessa270433
 
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOCCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOTHIALYMARIASILVADACU
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdfHELLEN CRISTINA
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfMarceloMonteiro213738
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALCarlosLinsJr
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfanalucia839701
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoPamelaMariaMoreiraFo
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinajarlianezootecnista
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemCarlosLinsJr
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obrasosnikobus1
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfEduardoSilva185439
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdfHELLEN CRISTINA
 

Último (14)

os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
 
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOCCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdf
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
 

Aula Leishmaniose tambem conhecida .pptx

  • 1. Paulo Alexandre Barbosa Prefeito Fábio Ferraz Secretário de Saúde
  • 2. CURSO INTRODUTÓRIO AGENTES CONTROLE DE ENDEMIAS Edital nº 01/2017 – SEGES-PMS Outubro de 2017
  • 3. BEM VINDOS CANDIDATOS AO CARGO DE AGENTES CONTROLE DE ENDEMIAS DA SECRETARIA DE SAÚDE DE SANTOS
  • 4. Edital nº 01/2017 - SEGES-PMS Temas Bibliografia Controle de Vetores e Pragas Urbanas: controle mecânico, biológico, químico. Controle de vetores - Procedimentos de Segurança, 1º Edição- Brasília: Ministério da Saúde: FUNASA,2001. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/funasa/controle_vetores.pdf Doenças Endêmicas e Epidêmicas: Dengue, Zika, Chikungunya , Febre Amarela, Raiva, Leptospirose, Leishmanios e. Conceito, Sinais, sintomas, Transmissão, Vetores. Manual de vigilância, prevençãoe controlede zoonoses:normas técnicas e operacionais [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. https://www.researchgate.net/publication/305221538_MANUAL_DE_VIGILANCIA_PRE VENCAO_E_ CONTROLE_DE_ZOONOSES_NORMAS_TECNICAS_E_OPERACIONAIS Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – 3ª ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Guia_volume1.pdf ANEXOVII – CONTEÚDOPROGRAMÁTICODO CURSO INTRODUTÓRIODE FORMAÇÃOINICIAL – EDITALNº 01/2017- SEGES
  • 5. Algumas observações: Cada tema será desenvolvido em aproximadamente 60 à 120 minutos, sendo contemplado com: • Apresentação; • Desenvolvimento do conteúdo; • Consolidação da aprendizagem. ATENÇÃO: NÃO HAVERÁ DEBATE DO CONTEÚDO APRESENTADO EM AULA.
  • 6. Leishmaniose Tegumentar Americana ( LTA ) • Doença infecciosa não contagiosa causada por protozoários do gênero Leishmania, que acomete pele e mucosas;  Cutânea: apresenta pápulas que evoluem para úlceras (feridas de difícil cicatrização);  Mucosas: são placas verrucosas, papulosas ou nodulares que atingem principalmente cavidade nasal, faringe ou laringe.
  • 7. Sinonímia • Úlcera de Bauru; • Nariz de Tapir; • Botão do Oriente
  • 9. Agente Etiológico • Existem várias espécies de Leishmanias envolvidas na transmissão. • No Brasil as mais importantes são:  Leishmania Viannia braziliensis;  Leishmania Leishmania amazonensis;  Leishmania Viannia guyanensis.
  • 11. Hospedeiros e Reservatórios • Marsupiais; • Roedores; • Preguiça; • Tamanduá; • Cão
  • 13. Modo de Transmissão • Através da picada da fêmea de insetos flebotomíneos, de diferentes espécies de Lutzomya, e são conhecidos popularmente como:  Mosquito palha;  Birigui;  Tatuquira;
  • 15. Diagnóstico • O diagnóstico é feito através do Intradermorreação de Montenegro (IDRM); • Presença do parasita direto em esfregaço de raspado da borda da lesão; • Diagnóstico diferencial  Forma cutânea: úlceras traumáticas, úlceras vasculares, neoplasias cutâneas, sífilis e tuberculose cutânea.  Forma mucosa: hanseníase, sífilis terciária, neoplasias.
  • 16. Tratamentos • Humano  Antimonial: 20mg/kg por 30 dias consecutivos para forma mucosa;  Pentamidina: mesmo esquema para forma cutânea;  Anfotericina B: 2 a 3g de dose total para forma cutânea. • Canino  Não recomendado tratamento com medicação de uso humano.*
  • 17. Medidas de Controle • Preventivas - dirigidas ao homem  Estimular a proteção individual tais como: uso de repelentes, mosqueteiros de malha fina, telas de portas e janelas, evitar se expor em horários de maior atividade do vetor (crepúsculo e anoitecer). • Preventivas - dirigidas ao vetor  Saneamento ambiental por meio de limpeza de quintais e terrenos, limpeza periódica de abrigos de animais domésticos, eliminação de resíduos sólidos orgânicos e destino adequado do mesmo, poda de árvore para redução da umidade com a redução de sombreamento. • Educativas  Divulgação à população sobre a ocorrência da doença para adoção de medidas de prevenção;  O controle químico só é indicado nas áreas de transmissão, segundo critérios epidemiológicos e entomológicos;  Não são recomendadas ações objetivando o controle de animais silvestres e domésticos.
  • 18. Leishmaniose Visceral • É uma zoonose que afeta o homem além de outros animais; • Apresenta-se sob a forma de doença crônica, sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, astenia. • Apresenta três formas de manifestação clínica:  Inaparente, onde se observa apenas sorologia positiva, sem sintomatologia clínica.  Óligossintomática, tem um quadro intermitente com febre baixa, com hepatomegalia discreta.  Clássica, ocorre febre, astenia, anorexia, perda de peso e caquexia, como principal característica, hepatomegalia acentuada.
  • 19. Sinonímia • Calazar; • Febre Dundun; • Doença do cachorro
  • 20. Agente Etiológico • No Brasil é causada por um protozoário da família Tripanossomatidae, gênero Leishmania, espécie Leishmania chagasi. • Apresenta duas formas:  Amastigota intracelular no vertebrado;  Promastigota (tubo digestivo) nos vetores invertebrados;
  • 21. Hospedeiros e Reservatórios • Na área urbana, o cão é o principal reservatório; • No ambiente silvestre, as raposas, marsupais, roedores e preguiças;
  • 22. Transmissão • O modo de transmissão se dá pela picada do hematófago flebótomo Lutzomya longipalpis; • Não há transmissão de pessoa-pessoa, nem animal-animal; • O período de incubação varia de 10 dias a 2 anos (média de 4 meses); • A principal transmissão se faz a partir de reservatórios animais.
  • 24. Diagnóstico • Pode ser clínico, epidemiológico e laboratorial  Clínico: observa-se os sintomas, tais como febre de longa duração, perda de peso, anorexia, astenia, caquexia, hepatomegalia, esplenomegalia, diarreia, vômitos, sangramentos difusos.  Epidemiológico: histórico de procedência local da ocorrência, viagens recentes a locais com transmissão.  Laboratorial: imunofluorescência, ELISA e parasitológico. • Diagnóstico diferencial  Malária;  Febre tifóide;  Forma aguda da doença de Chagas;  Linfoma;  Mieloma;  Anemia falsiforme.
  • 25. Tratamento Humano  Antimonial: 20mg/kg de 20 a 40 dias consecutivos;  Anfotericina B: 2 a 3g de dose total;  Anfotericina lipossomal: 3mg/kg/dia durante 7 dias ou 4mg/kg/dia durante 5 dias em infusão venosa, em uma dose diária.
  • 26. *Tratamento Canino • Não recomendado pelo Ministério da Saúde uma vez que, não há cura completa do animal, permanecendo transmissor mesmo após o tratamento. • Recentemente foi liberado pelo Ministério da Agricultura medicamentos a base de Miltefozina (Milteforan®) recomendado para proteção animal, porém não eficaz para o controle da doença em seres humanos.
  • 27. Medidas de Controle • Investigação epidemiológica: definir se a área é endêmica, verificar se as medidas de controle estão sendo adotadas, fazer acompanhamento dos dados sobre a população canina infectada, existência de reservatórios silvestres. • Educação em saúde: ações educativas devem ser desenvolvidas para que se aprendam a se proteger e participem ativamente das ações de controle do calazar. • Luta antivetorial: borrifação com inseticidas químicos. • Tratamento: fator importante para redução da letalidade da doença e conseqüentemente na luta contra esse tipo de leishmaniose.
  • 28. BIBLIOGRAFIA Guia de bolso/ MINISTÉRIO DA SAÚDE - Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica, 2ª Ed, Editora: MS, Brasília –DF, 2008.