Sessão jose carlos

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Sessão jose carlos

  1. 1. Leishmaniose Tegumentar Americana Jose Carlos Junior Médico Residente
  2. 2. LTA - Definição  Doença infecciosa,não contagiosa,causada por protozoários do gênero Leishmania e transmitida entre os hospedeiros mamíferos pela picada de flebotomíneos(Lutzomyia) infectados.
  3. 3. LTA - Epidemiologia  Endêmica em diversos países latino- americanos(80% no Brasil).  Brasil: 70% dos casos nas regiões Nordeste e Norte.  Agente:principalmente Leishmania braziliensis.Outros:L.guyanensis,L.amazonen sis.  Vetor:Lutzomyia(mosquito palha).  Reservatório:marsupias,raposa,cão,homem
  4. 4. Ciclo Evolutivo
  5. 5. LTA - Fisiopatologia Forma amastigota(reservatório) Forma promastigota(vetor) Forma amastigota(hospedeiro)
  6. 6. LTA – Evolução Pápula Eritematosa Ulcera Nódulo Lesao Vegetante Cura Cronificação  Periodo de incubaçao:10 dias a 2 anos(media de 2 a 3 meses)  Parasitismo dos linfocitos mononucleares na pele (macrófagos e monócitos)  Surgimento de resposta imune celular
  7. 7. LTA-Clínica  Leishmaniose cutânea localizada  Áreas expostas da pele(sítio de inoculacao)  Lesão única  Pcte com boa resposta imune celular  Exame direto com poucos parasitos na lesão;testes sorológicos positvos  Leishmaniose cutânea disseminada(2%)  Várias lesões ulceradas  Disseminacao hematogênica  Boa resposta imune celular
  8. 8. LTA – Clínica  Leishmaniose cutânea difusa  Lesões elevadas(nódulos) e múltiplas.  Sem ulceração.  Quando presente em face se confunde com hanseníase virchowiana.  Resposta imune celular ruim(imunodeficientes).  Exame direto com muitos parasito.  Testes sorológicos geralmente negativos;R. de Montenegro negativa.  Tratamento difícil(lesões tendem a recidivar)
  9. 9. LTA – Clínica  Leishmaniose Mucosa(3 a 5%)  Lesões destrutivas em nariz,boca,faringe ou laringe secundários a lesão cutânea.  Disseminação por contiguidade ou hematogênica.
  10. 10. LTA – Diagnóstico Diferencial  Paracoccidioidomicose  Tuberculose cutânea  Esporotricose  Carcinoma baso e espinocelular  Sífilis  Sarcoidose
  11. 11. LTA - Diagnóstico
  12. 12. LTA - Diagnóstico  Teste intradérmico de Montenegro  >5mm:teste positivo  Sensibilidade e especificidade alta  Podem ter reação negativa  Exame direto  Cultura:positiva em 40%  Histopatologia:granuloma linfo-hitiocitário  Sorologia(IFI e Elisa):sensibilidade 75%
  13. 13. LTA-Tratamento 1- Antimonial pentavalente(N-metil-glucamina): 20mg/Kg/dia IV ou IM por 20 a 30 dias. Efeitos adversos: maialgias,artralgias cardiotoxidade(aumento do intervalo QT) pancreatite aguda hepatotoxidade 2- Anfotericina B desoxicolato:0,5 a 1mg/Kg(até 50mg)IV 1x/dia em dose acumulativa até 1 a 2g em caso de falência do antimonial primeira escolha para gestantes , co-infecção com HIV, desnutridos graves, <6meses e >65 anos. nefrotoxicidade
  14. 14. LTA-Tratamento 3- Anfotericina B lipossomal :3mg/Kg 1x/dia IV por 7 dias  Alto custo  Pacientes com insuficiência renal  Pacientes com toxicidade a Anfo B desoxicolato 4-Pentamidina:4mg/Kg IV a cada 2 dias  droga de segunda linha  mais eficaz contra a L. Guyanensis.
  15. 15. LTA – Referências Up to Date-Clinical manifestations and diagnosis of cutaneous eishmaniasis. Up to Date-Epidemiology and control of cutaneous leishmaniasis Up to Date-Treatment of cutaneous leishmaniasis. Ministerio da Saúde-Leishmaniose Tegumentar Americana.
  16. 16. OBRIGADO!

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