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1 
CONTABILIDADE E GESTÃO 
ESTRATÉGICA DE CUSTOS 
Fundamentos da Contabilidade 
de Custos e Métodos de Custeio 
1 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Objetivos - Entender a importância dos 
métodos de custeio. 
Conhecer a diferença entre custeio por 
absorção, custeio variável. 
Compreender as vantagens e as 
desvantagens de cada método de 
custeio. 
Distinguir a importância de cada 
método de custeio, do ponto de vista 
Gerencial. 
2
2 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
 A Contabilidade de Custos: É uma técnica 
utilizada para identificar, mensurar e 
informar os custos dos produtos e/ou 
serviços (é utilizada no planejamento, 
controle e informação). 
 Ela possui relevância no âmbito gerencial, 
pois fornece elementos importantes e 
necessários para a decisão da 
administração; 
 Sobretudo, quanto à produção de estoques, 
formação dos preços de venda, e o 
estabelecimento de padrões orçamentários 
de custos. 
3 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Gasto - O termo gasto é usado, 
segundo Leone (1997, p. 46), para 
definir as transações financeiras em 
que há a diminuição do disponível ou 
assunção de um compromisso com 
troca de algum bem de investimento 
ou bem de consumo: 
Material de expediente; matéria-prima; 
consumo de água; serviços 
de fretes, aquisição de máquina etc. 
4
3 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Despesa - é todo o gasto necessário 
para a geração de receitas. 
Não existe uma receita sem que 
antes haja uma despesa: 
 Impostos sobre vendas; 
Propaganda e publicidade; 
Aluguéis; 
Comissões sobre vendas, etc. 
Divide-se em Despesa Fixa e Despesa 
Variável (seguro e impostos de 
vendas). 
5 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
 Custos - são todos aqueles gastos utilizados 
na produção de bens ou na prestação de 
serviços. 
 Para Martins (1990, p. 24), custo é um gasto 
relativo a bem ou ao serviço utilizado na 
produção de outros bens ou serviços. 
 matéria-prima; mão-de-obra direta; 
 encargos sociais do pessoal da fábrica; 
 materiais de embalagem, etc. 
 Divide-se em Custo Variável e Custo Fixo. 
 Custos Variáveis, normalmente são Diretos. 
 Custos Fixos desde que sofram rateios são 
definidos de custos indiretos. 
6
4 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Investimento - Para Martins (2001) 
paginas 25/26, Investimento é o 
gasto com bem ou serviço ativado 
em função de sua vida útil ou de 
benefícios atribuíveis a períodos 
futuros. 
Exemplo: Aquisição de móveis e 
utensílios, aquisição de imóveis, 
maquina e equipamentos etc. 
7 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Perdas na concepção de Martins, é o 
gasto não intencional decorrente de 
fatores externos ou fortuitos ou da 
atividade produtiva normal da 
empresa. 
Exemplo: Perda de matéria prima, 
dias não trabalhados por greve, 
desvios etc. 
8
5 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Custeamento do produto é o 
processo de identificar o custo 
unitário de cada produto produzido 
pela empresa, nas suas diferentes 
versões ou variações. 
É através do método de custeio que 
se busca determinar o custo unitário 
do produto – um dado de alta 
utilização pelos administradores. 
9 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) 
 Este método (técnica da média ponderada 
móvel para valorização de estoques) é o único 
aceito pelo Imposto de Renda (Decreto nº 
3.000 Art. 295 de 26/3/1999). 
 O método do custeio por absorção observa a 
metodologia dos princípios fundamentais da 
Contabilidade. 
 Consiste na apropriação de todos os custos de 
produção (diretos e indiretos, fixos e variáveis) 
aos bens elaborados (todos os gastos relativos 
ao esforço de fabricação são distribuídos para 
todos os produtos fabricados). 
10
6 
Itens 
Volume produzido 
Quantidades vendidas 
Preço de venda unitário 
Unidades R$ 
20.000 u 
18.000 u 
Gastos no mês 
TOTAL DOS GASTOS 210.000,00 
14,00 
Custo total com matéria-prima 
Custo total com a mão-de-obra direta fixa 
Mão-de-obra indireta variável 
Aluguel do prédio do escritório 
Vigilância das lojas comerciais 
Vigilância da fábrica 
Salários e encargos do pessoal administrativo 
Energia elétrica da fábrica 
Salários e comissões de vendedores 
90.000,00 
30.000,00 
25.000,00 
13.000,00 
12.000,00 
10.000,00 
11.000,00 
5.000,00 
14.000,00 
TOTAL DOS GASTOS 
CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) 
1.º Passo: Separação entre custos fixos e variáveis e entre 
Custo de Produção 
Custos variáveis 
Matéria Prima 
Mão-de-obra Indireta Variável 
Energia Elétrica da Fábrica 
160.000,00 
120.000,00 
90.000,00 
25.000,00 
5.000,00 
Custos Fixos 
Mão de Obra Direta Fixa 
Vigilância da Fabrica 
40.000,00 
30.000,00 
10.000,00 
Despesas Fixas 36.000,00 
Aluguel do Prédio do Escritório 
13.000,00 
Vigilância das Lojas Comerciais 
12.000,00 
Salários e Encargos Pessoal Administrativo 
11.000,00 
Despesas Variáveis 
Salários e Comissões dos Vendedores 14.000,00 
14.000,00 
despesas fixas e variáveis:
7 
CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) 
Itens Unidades R$ 
Volume produzido 20.000 u 
Quantidades vendidas 18.000 u 
Preço de venda unitário 14,00 
1.º Passo: Separação entre custos fixos e variáveis e entre 
despesas fixas e variáveis: 
Custo de Produção 
160.000,00 
2.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : 
Custeio por Absorção 
Custo de Produção (Custo Variável + Custo Fixo) 
Quantidade Produzida 
Custo Unitário 
160.000,00 
20.000,00 
8,00 
3.º Passo: Construir o DRE 
Custeio por Absorção 
Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) 
( - ) CPV (18.000u x R$ 8,00) 
( = ) Lucro Bruto 
( - ) Despesas Fixas 
( - ) Despesas Variáveis 
( = ) Lucro Líquido 
252.000,00 
-144.000,00 
108.000,00 
-36.000,00 
-14.000,00 
58.000,00 
CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO)
8 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
VANTAGENS NO USO DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO 
 Por ser o método adotado pela 
contabilidade financeira, é, portanto, válido 
tanto para fins de balanço patrimonial e 
demonstração de resultados como também 
para o imposto de renda na apresentação 
dos lucros fiscais; 
 Sê considerado os rateios dos custos fixos 
na apropriação, possibilita melhores 
informações gerenciais, para o 
estabelecimento dos preços de venda, 
visando a recuperação de todos os custos 
incorridos pela empresa. 
15 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
DESVANTAGENS NO USO DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO 
 Os custos fixos existem independentemente de 
fabricação ou não e acabam presentes no mesmo 
montante, mesmo que oscilações ocorram no 
volume de produção; 
 Por não se relacionarem com este ou aquele 
produto, ou unidade, são quase sempre distribuídos 
(os custos fixos) à base de critérios de rateio, 
quase sempre com grande grau de arbitrariedade; 
 O custo fixo por unidade depende ainda do volume 
de produção, ainda o custo de um produto pode 
variar em função da alteração de volume de outro 
produto, o que se traduz num modelo totalmente 
inadequado para fins de tomada de decisão 
gerenciais. 
16
9 
CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) 
Média de custos variáveis mensais da empresa =  120.000,00 
Supondo-se a produção de apenas ¼ de 20.000 unidades no mês =  5.000 unidades 
Supondo-se a produção de apenas ¼ da capacidade = custo variável = 30.000,00 
Custo Fixo no mês (permanecem inalterado) = 40.000,00 
Custo de Produção (Custo Variável + Custo Fixo) 
Quantidade Produzida 
Custo Unitário 
70.000,00 
5.000,00 
14,00 
Custo de Produção (Custo Variável + Custo Fixo) 
Quantidade Produzida 
Custo Unitário 
160.000,00 
20.000,00 
8,00 
Os Custos aumentaram em 75% = Distorção 
CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) 
Período 1 Período 2 
Concorrentes 
A B C D 
Empresa 
Custo 8,00 14,00 
Margem 75% 75% 
Preço de Venda 14,00 24,50 13,00 15,00 14,00 14,50 
A empresa ficou fora de preço no mercado
10 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Custeio variável (custeio direto) 
 Neste método, segundo Eliseu Martins 
(1988), só são alocados aos produtos os 
custos variáveis, ficando os custos fixos 
separados e considerados como despesas 
do período, indo diretamente para o 
resultado. Para os estoques só vão, como 
consequência, os custos variáveis. 
 Se a empresa produzir ou não, os custos 
fixos ocorrem da mesma forma, 
produzindo mais ou menos unidades, eles 
também ocorrerão da mesma forma. 
19 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Custeio variável (custeio direto) 
 Os custos fixos não são considerados como 
custos de produção e sim como despesas 
para este critério de rateio. 
 Por este método, os custos dos produtos 
vendidos e os estoques finais de produtos em 
elaboração e os produtos acabados só 
conterão custos variáveis. 
 Uma outra diferença deste método de 
custeio variável em relação ao custeio por 
absorção, esta de natureza formal, reside na 
maneira de apresentar a demonstração dos 
resultados. 
20
11 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Custeio variável (custeio direto) 
No custeio variável a diferença entre 
vendas líquidas e a soma de custo de 
produtos vendidos (que só contém 
custos variáveis) e despesas variáveis 
é denominada margem de contribuição. 
Deduzindo as despesas fixas e os 
custos fixos da margem de 
contribuição, obtém-se o lucro 
operacional líquido. 
21 
Itens 
Volume produzido 
Quantidades vendidas 
Preço de venda unitário 
Unidades R$ 
20.000 u 
18.000 u 
Gastos no mês 
TOTAL DOS GASTOS 210.000,00 
14,00 
Custo total com matéria-prima 
Custo total com a mão-de-obra direta fixa 
Mão-de-obra indireta variável 
Aluguel do prédio do escritório 
Vigilância das lojas comerciais 
Vigilância da fábrica 
Salários e encargos do pessoal administrativo 
Energia elétrica da fábrica 
Salários e comissões de vendedores 
90.000,00 
30.000,00 
25.000,00 
13.000,00 
12.000,00 
10.000,00 
11.000,00 
5.000,00 
14.000,00 
CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO)
12 
CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) 
1.º Passo: Separação entre custos fixos e variáveis e entre 
Custo de Produção 
Custos variáveis 
Matéria Prima 
Mão-de-obra Indireta Variável 
Energia Elétrica da Fábrica 
160.000,00 
120.000,00 
90.000,00 
25.000,00 
5.000,00 
Custos Fixos 
Mão de Obra Direta Fixa 
Vigilância da Fabrica 
40.000,00 
30.000,00 
10.000,00 
Despesas Fixas 36.000,00 
Aluguel do Prédio do Escritório 
13.000,00 
Vigilância das Lojas Comerciais 
12.000,00 
Salários e Encargos Pessoal Administrativo 
11.000,00 
Despesas Variáveis 
Salários e Comissões dos Vendedores 14.000,00 
14.000,00 
despesas fixas e variáveis: 
CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) 
2º PASSO 
3.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : 
Custeio variável (custeio direto) 
Custo de Produção (Custos Variáveis) 
Quantidade Produzida 
120.000,00 
20.000,00 
Custo Unitário 6,00
13 
CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) 
Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) 
( - ) CPV (18.000u x R$ 6,00) 
( - ) Despesas Variáveis 
( = ) Margem de Contribuição 
( - ) Custos Fixos 
( - ) Despesas Fixas 
-40.000,00 
-36.000,00 
3.º Passo: Construir o DRE 
Custeio variável (custeio direto) 
252.000,00 
-108.000,00 
-14.000,00 
130.000,00 
( = ) Lucro Líquido 54.000,00 
CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) – SUPONDO ¼ DA PRODUÇÃO = 5.000 UNIDADES 
3.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : 
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Custo de Produção (Custos Variáveis) 
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Média de custos variáveis mensais da empresa =  120.000,00 
Supondo-se a produção de apenas ¼ de 20.000 unidades no mês =  5.000 unidades 
Supondo-se a produção de apenas ¼ da capacidade = custo variável = 30.000,00 
Custo Fixo no mês (permanecem inalterado) = 40.000,00
14 
CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) – SUPONDO ¼ DA PRODUÇÃO = 5.000 UNIDADES 
3.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : 
Custeio variável (custeio direto) 
Receita Operacional Bruta (5.000u x R$ 14,00) 
( - ) CPV (5.000u x R$ 6,00) 
( - ) Despesas Variáveis 
( = ) Margem de Contribuição 
( - ) Custos Fixos 
( - ) Despesas Fixas 
( = ) Lucro Líquido 
-40.000,00 
-36.000,00 
-50.000,00 
3.º Passo: Construir o DRE 
Custeio variável (custeio direto) 
70.000,00 
-30.000,00 
-14.000,00 
26.000,00 
Custo de Produção (Custos Variáveis) 
Quantidade Produzida 
Custo Unitário 
30.000,00 
5.000,00 
6,00 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) 
( - ) CPV (18.000u x R$ 6,00) 
( - ) Despesas Variáveis 
( = ) Margem de Contribuição 
( - ) Custos Fixos 
( - ) Despesas Fixas 
( = ) Lucro Líquido 
28 
-40.000,00 
-36.000,00 
54.000,00 
3.º Passo: Construir o DRE 
Custeio variável (custeio direto) 
252.000,00 
-108.000,00 
-14.000,00 
130.000,00 
Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) 
( - ) CPV (18.000u x R$ 8,00) 
( = ) Lucro Bruto 
( - ) Despesas Fixas 
( - ) Despesas Variáveis 
( = ) Lucro Líquido 
252.000,00 
-144.000,00 
108.000,00 
-36.000,00 
-14.000,00 
58.000,00 
3.º Passo: Construir o DRE 
Custeio por Absorção
15 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
 Quais são as vantagens do método de 
custeio variável? 
 Impede que os aumentos de produção que 
não correspondam ao aumento de venda 
distorçam os resultados; 
 É mais fácil para os gerentes industriais 
entenderem o custeamento dos produtos 
sob o custeio variável (custeio direto); 
 Pois os dados são próximos da fábrica e de 
sua responsabilidade, possibilitando a 
correta avaliação de desempenho setorial. 
29 
Fundamentos da Contabilidade de Custos 
As principais desvantagens do uso do 
método de custeio variável são: 
Dificuldade de separar efetivamente 
alguns custos (se fixos ou se variáveis); 
O custeio variável não é aceito pela 
Legislação do Imposto de Renda, pois 
fere os princípios contábeis geralmente 
aceitos então; 
Os demonstrativos devem conciliar as 
duas metodologias com notas de 
rodapé. 
30

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  • 1. 1 CONTABILIDADE E GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS Fundamentos da Contabilidade de Custos e Métodos de Custeio 1 Fundamentos da Contabilidade de Custos Objetivos - Entender a importância dos métodos de custeio. Conhecer a diferença entre custeio por absorção, custeio variável. Compreender as vantagens e as desvantagens de cada método de custeio. Distinguir a importância de cada método de custeio, do ponto de vista Gerencial. 2
  • 2. 2 Fundamentos da Contabilidade de Custos A Contabilidade de Custos: É uma técnica utilizada para identificar, mensurar e informar os custos dos produtos e/ou serviços (é utilizada no planejamento, controle e informação). Ela possui relevância no âmbito gerencial, pois fornece elementos importantes e necessários para a decisão da administração; Sobretudo, quanto à produção de estoques, formação dos preços de venda, e o estabelecimento de padrões orçamentários de custos. 3 Fundamentos da Contabilidade de Custos Gasto - O termo gasto é usado, segundo Leone (1997, p. 46), para definir as transações financeiras em que há a diminuição do disponível ou assunção de um compromisso com troca de algum bem de investimento ou bem de consumo: Material de expediente; matéria-prima; consumo de água; serviços de fretes, aquisição de máquina etc. 4
  • 3. 3 Fundamentos da Contabilidade de Custos Despesa - é todo o gasto necessário para a geração de receitas. Não existe uma receita sem que antes haja uma despesa: Impostos sobre vendas; Propaganda e publicidade; Aluguéis; Comissões sobre vendas, etc. Divide-se em Despesa Fixa e Despesa Variável (seguro e impostos de vendas). 5 Fundamentos da Contabilidade de Custos Custos - são todos aqueles gastos utilizados na produção de bens ou na prestação de serviços. Para Martins (1990, p. 24), custo é um gasto relativo a bem ou ao serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços. matéria-prima; mão-de-obra direta; encargos sociais do pessoal da fábrica; materiais de embalagem, etc. Divide-se em Custo Variável e Custo Fixo. Custos Variáveis, normalmente são Diretos. Custos Fixos desde que sofram rateios são definidos de custos indiretos. 6
  • 4. 4 Fundamentos da Contabilidade de Custos Investimento - Para Martins (2001) paginas 25/26, Investimento é o gasto com bem ou serviço ativado em função de sua vida útil ou de benefícios atribuíveis a períodos futuros. Exemplo: Aquisição de móveis e utensílios, aquisição de imóveis, maquina e equipamentos etc. 7 Fundamentos da Contabilidade de Custos Perdas na concepção de Martins, é o gasto não intencional decorrente de fatores externos ou fortuitos ou da atividade produtiva normal da empresa. Exemplo: Perda de matéria prima, dias não trabalhados por greve, desvios etc. 8
  • 5. 5 Fundamentos da Contabilidade de Custos Custeamento do produto é o processo de identificar o custo unitário de cada produto produzido pela empresa, nas suas diferentes versões ou variações. É através do método de custeio que se busca determinar o custo unitário do produto – um dado de alta utilização pelos administradores. 9 Fundamentos da Contabilidade de Custos CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) Este método (técnica da média ponderada móvel para valorização de estoques) é o único aceito pelo Imposto de Renda (Decreto nº 3.000 Art. 295 de 26/3/1999). O método do custeio por absorção observa a metodologia dos princípios fundamentais da Contabilidade. Consiste na apropriação de todos os custos de produção (diretos e indiretos, fixos e variáveis) aos bens elaborados (todos os gastos relativos ao esforço de fabricação são distribuídos para todos os produtos fabricados). 10
  • 6. 6 Itens Volume produzido Quantidades vendidas Preço de venda unitário Unidades R$ 20.000 u 18.000 u Gastos no mês TOTAL DOS GASTOS 210.000,00 14,00 Custo total com matéria-prima Custo total com a mão-de-obra direta fixa Mão-de-obra indireta variável Aluguel do prédio do escritório Vigilância das lojas comerciais Vigilância da fábrica Salários e encargos do pessoal administrativo Energia elétrica da fábrica Salários e comissões de vendedores 90.000,00 30.000,00 25.000,00 13.000,00 12.000,00 10.000,00 11.000,00 5.000,00 14.000,00 TOTAL DOS GASTOS CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) 1.º Passo: Separação entre custos fixos e variáveis e entre Custo de Produção Custos variáveis Matéria Prima Mão-de-obra Indireta Variável Energia Elétrica da Fábrica 160.000,00 120.000,00 90.000,00 25.000,00 5.000,00 Custos Fixos Mão de Obra Direta Fixa Vigilância da Fabrica 40.000,00 30.000,00 10.000,00 Despesas Fixas 36.000,00 Aluguel do Prédio do Escritório 13.000,00 Vigilância das Lojas Comerciais 12.000,00 Salários e Encargos Pessoal Administrativo 11.000,00 Despesas Variáveis Salários e Comissões dos Vendedores 14.000,00 14.000,00 despesas fixas e variáveis:
  • 7. 7 CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) Itens Unidades R$ Volume produzido 20.000 u Quantidades vendidas 18.000 u Preço de venda unitário 14,00 1.º Passo: Separação entre custos fixos e variáveis e entre despesas fixas e variáveis: Custo de Produção 160.000,00 2.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : Custeio por Absorção Custo de Produção (Custo Variável + Custo Fixo) Quantidade Produzida Custo Unitário 160.000,00 20.000,00 8,00 3.º Passo: Construir o DRE Custeio por Absorção Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) ( - ) CPV (18.000u x R$ 8,00) ( = ) Lucro Bruto ( - ) Despesas Fixas ( - ) Despesas Variáveis ( = ) Lucro Líquido 252.000,00 -144.000,00 108.000,00 -36.000,00 -14.000,00 58.000,00 CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO)
  • 8. 8 Fundamentos da Contabilidade de Custos VANTAGENS NO USO DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO Por ser o método adotado pela contabilidade financeira, é, portanto, válido tanto para fins de balanço patrimonial e demonstração de resultados como também para o imposto de renda na apresentação dos lucros fiscais; Sê considerado os rateios dos custos fixos na apropriação, possibilita melhores informações gerenciais, para o estabelecimento dos preços de venda, visando a recuperação de todos os custos incorridos pela empresa. 15 Fundamentos da Contabilidade de Custos DESVANTAGENS NO USO DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO Os custos fixos existem independentemente de fabricação ou não e acabam presentes no mesmo montante, mesmo que oscilações ocorram no volume de produção; Por não se relacionarem com este ou aquele produto, ou unidade, são quase sempre distribuídos (os custos fixos) à base de critérios de rateio, quase sempre com grande grau de arbitrariedade; O custo fixo por unidade depende ainda do volume de produção, ainda o custo de um produto pode variar em função da alteração de volume de outro produto, o que se traduz num modelo totalmente inadequado para fins de tomada de decisão gerenciais. 16
  • 9. 9 CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) Média de custos variáveis mensais da empresa = 120.000,00 Supondo-se a produção de apenas ¼ de 20.000 unidades no mês = 5.000 unidades Supondo-se a produção de apenas ¼ da capacidade = custo variável = 30.000,00 Custo Fixo no mês (permanecem inalterado) = 40.000,00 Custo de Produção (Custo Variável + Custo Fixo) Quantidade Produzida Custo Unitário 70.000,00 5.000,00 14,00 Custo de Produção (Custo Variável + Custo Fixo) Quantidade Produzida Custo Unitário 160.000,00 20.000,00 8,00 Os Custos aumentaram em 75% = Distorção CUSTEIO POR ABSORÇÃO (CUSTEIO PLENO) Período 1 Período 2 Concorrentes A B C D Empresa Custo 8,00 14,00 Margem 75% 75% Preço de Venda 14,00 24,50 13,00 15,00 14,00 14,50 A empresa ficou fora de preço no mercado
  • 10. 10 Fundamentos da Contabilidade de Custos Custeio variável (custeio direto) Neste método, segundo Eliseu Martins (1988), só são alocados aos produtos os custos variáveis, ficando os custos fixos separados e considerados como despesas do período, indo diretamente para o resultado. Para os estoques só vão, como consequência, os custos variáveis. Se a empresa produzir ou não, os custos fixos ocorrem da mesma forma, produzindo mais ou menos unidades, eles também ocorrerão da mesma forma. 19 Fundamentos da Contabilidade de Custos Custeio variável (custeio direto) Os custos fixos não são considerados como custos de produção e sim como despesas para este critério de rateio. Por este método, os custos dos produtos vendidos e os estoques finais de produtos em elaboração e os produtos acabados só conterão custos variáveis. Uma outra diferença deste método de custeio variável em relação ao custeio por absorção, esta de natureza formal, reside na maneira de apresentar a demonstração dos resultados. 20
  • 11. 11 Fundamentos da Contabilidade de Custos Custeio variável (custeio direto) No custeio variável a diferença entre vendas líquidas e a soma de custo de produtos vendidos (que só contém custos variáveis) e despesas variáveis é denominada margem de contribuição. Deduzindo as despesas fixas e os custos fixos da margem de contribuição, obtém-se o lucro operacional líquido. 21 Itens Volume produzido Quantidades vendidas Preço de venda unitário Unidades R$ 20.000 u 18.000 u Gastos no mês TOTAL DOS GASTOS 210.000,00 14,00 Custo total com matéria-prima Custo total com a mão-de-obra direta fixa Mão-de-obra indireta variável Aluguel do prédio do escritório Vigilância das lojas comerciais Vigilância da fábrica Salários e encargos do pessoal administrativo Energia elétrica da fábrica Salários e comissões de vendedores 90.000,00 30.000,00 25.000,00 13.000,00 12.000,00 10.000,00 11.000,00 5.000,00 14.000,00 CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO)
  • 12. 12 CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) 1.º Passo: Separação entre custos fixos e variáveis e entre Custo de Produção Custos variáveis Matéria Prima Mão-de-obra Indireta Variável Energia Elétrica da Fábrica 160.000,00 120.000,00 90.000,00 25.000,00 5.000,00 Custos Fixos Mão de Obra Direta Fixa Vigilância da Fabrica 40.000,00 30.000,00 10.000,00 Despesas Fixas 36.000,00 Aluguel do Prédio do Escritório 13.000,00 Vigilância das Lojas Comerciais 12.000,00 Salários e Encargos Pessoal Administrativo 11.000,00 Despesas Variáveis Salários e Comissões dos Vendedores 14.000,00 14.000,00 despesas fixas e variáveis: CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) 2º PASSO 3.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : Custeio variável (custeio direto) Custo de Produção (Custos Variáveis) Quantidade Produzida 120.000,00 20.000,00 Custo Unitário 6,00
  • 13. 13 CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) ( - ) CPV (18.000u x R$ 6,00) ( - ) Despesas Variáveis ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos ( - ) Despesas Fixas -40.000,00 -36.000,00 3.º Passo: Construir o DRE Custeio variável (custeio direto) 252.000,00 -108.000,00 -14.000,00 130.000,00 ( = ) Lucro Líquido 54.000,00 CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) – SUPONDO ¼ DA PRODUÇÃO = 5.000 UNIDADES 3.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : Custeio variável (custeio direto) Custo de Produção (Custos Variáveis) Quantidade Produzida Custo Unitário 30.000,00 5.000,00 6,00 Média de custos variáveis mensais da empresa = 120.000,00 Supondo-se a produção de apenas ¼ de 20.000 unidades no mês = 5.000 unidades Supondo-se a produção de apenas ¼ da capacidade = custo variável = 30.000,00 Custo Fixo no mês (permanecem inalterado) = 40.000,00
  • 14. 14 CUSTEIO VÁRIAVEL (DIRETO) – SUPONDO ¼ DA PRODUÇÃO = 5.000 UNIDADES 3.º Passo: Cálculo do custo unitário por método : Custeio variável (custeio direto) Receita Operacional Bruta (5.000u x R$ 14,00) ( - ) CPV (5.000u x R$ 6,00) ( - ) Despesas Variáveis ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos ( - ) Despesas Fixas ( = ) Lucro Líquido -40.000,00 -36.000,00 -50.000,00 3.º Passo: Construir o DRE Custeio variável (custeio direto) 70.000,00 -30.000,00 -14.000,00 26.000,00 Custo de Produção (Custos Variáveis) Quantidade Produzida Custo Unitário 30.000,00 5.000,00 6,00 Fundamentos da Contabilidade de Custos Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) ( - ) CPV (18.000u x R$ 6,00) ( - ) Despesas Variáveis ( = ) Margem de Contribuição ( - ) Custos Fixos ( - ) Despesas Fixas ( = ) Lucro Líquido 28 -40.000,00 -36.000,00 54.000,00 3.º Passo: Construir o DRE Custeio variável (custeio direto) 252.000,00 -108.000,00 -14.000,00 130.000,00 Receita Operacional Bruta (18.000u x R$ 14,00) ( - ) CPV (18.000u x R$ 8,00) ( = ) Lucro Bruto ( - ) Despesas Fixas ( - ) Despesas Variáveis ( = ) Lucro Líquido 252.000,00 -144.000,00 108.000,00 -36.000,00 -14.000,00 58.000,00 3.º Passo: Construir o DRE Custeio por Absorção
  • 15. 15 Fundamentos da Contabilidade de Custos Quais são as vantagens do método de custeio variável? Impede que os aumentos de produção que não correspondam ao aumento de venda distorçam os resultados; É mais fácil para os gerentes industriais entenderem o custeamento dos produtos sob o custeio variável (custeio direto); Pois os dados são próximos da fábrica e de sua responsabilidade, possibilitando a correta avaliação de desempenho setorial. 29 Fundamentos da Contabilidade de Custos As principais desvantagens do uso do método de custeio variável são: Dificuldade de separar efetivamente alguns custos (se fixos ou se variáveis); O custeio variável não é aceito pela Legislação do Imposto de Renda, pois fere os princípios contábeis geralmente aceitos então; Os demonstrativos devem conciliar as duas metodologias com notas de rodapé. 30