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Metodologias e instrumentos
para participação social
CURSO
Curso EaD
Participação Social
Aula 3
Fazendo acontecer...
 Um planejamento participativo deve estar
baseado no princípio da descentralização, no
desenvolvimento de ações conjuntas. Para
isso, necessita do envolvimento das pessoas.
 Esse trabalho participativo deverá, portanto,
mobilizar a ajuda mútua, o diálogo e a
complementariedade entre os envolvidos,
buscando sempre a mobilização do potencial
humano.
Fazendo acontecer...
 Assim, por meio do enfoque participativo,
disponibiliza-se técnicas e instrumentos apropriados
para mobilizar esse potencial, com o apoio de um
moderador, da visualização móvel, da
problematização, do trabalho em pequenos grupos,
das sessões em plenária, da documentação e da
avaliação progressiva, entre outros.
Vamos recapitular o que é
Metodologia?
Responde à pergunta de Como Fazer!!!
 Deve apresentar Definição de Ações
 Deve haver lógica e sequência entre as ações
 Deve haver coerência entre as atividades
previstas, os objetivos e a justificativa
 Deve apresentar coerência interna entre
a justificativa e as atividades
Metodologia...
PARTICIPAÇÃO DIVERSA
PARTICIPAÇÃO ABERTA
PARTICIPAÇÃO ATIVA
“... metodologia, que constitui o estudo dos métodos,
instrumental, que se refere ao conjunto de instrumentos
disponíveis e utilizados na prática, e instrumento, que é a
ferramenta participativa. Nos instrumentos, diferenciamos:
técnica participativa, uma maneira, uma prática, um jeito de
executar algumas ações que possibilitam a participação em
grupo; e método participativo, um caminho previamente
estruturado que orienta o trabalho em grupo a partir de uma
sequência de etapas, e que muitas vezes envolve a
utilização de diferentes técnicas” (BROSE, 2001).
Lembre-se:
 A participação é um processo, requer
treino e, fundamentalmente, mudança de
comportamento e de atitude.
Assim, demanda uma revisão em nossas
condutas para qualificarmos
as nossas atitudes e posturas, com muita
transparência e total acesso a todas as
informações.
 A participação não pode ser igualitária
e democrática quando a estrutura
de poder concentra as decisões em um
grupo minoritário.
Conhecendo a realidade
a) Delimitação do objeto (município ou comunidade)
Equipe técnica efetua levantamento de dados gerais
e mapas do município.
b) Diagnóstico
Análise do processo de evolução do município.
A história deve ser complementada por uma análise
técnica e reflexão participativa dos atores sociais sobre
a realidade atual e suas principais características.
O diagnóstico deve promover
 O levantamento detalhado de dados e informações
que possam caracterizar as condições de vida dos
potenciais beneficiários
 A identificação e avaliação das iniciativas similares
de caráter público ou privado
 A identificação das percepções, das experiências e
das expectativas dos potenciais beneficiários em
relação à problemática
O diagnóstico deve promover
 O envolvimento genuíno dos atores sociais
e institucionais relevantes no processo
 O levantamento da bibliografia relevante sobre
o tema, tanto do ponto de vista teórico quanto
da análise de experiências similares
Fatores chaves para
um diagnóstico
consistente segundo
Domingos Armani:
 Ter objetivos e resultados
claramente definidos
 Construir um clima
de colaboração e
envolvimento da equipe
 Sempre contar com a
participação de potenciais
beneficiários diretos
do projeto em todas
as principais atividades
planejadas
 Ouvir os integrantes
envolvidos de forma a
harmonizar divergências
O que é o diagnóstico rápido
participativo?
É uma técnica participativa de diagnóstico pela qual
os atores sociais são envolvidos no processo de
forma a provocar uma reflexão sobre sua situação,
suas experiências e seus interesses, estimulando sua
capacidade de reflexão e ação autônoma, como
condição para que possam tornar-se sujeitos da
ação.
Algumas ferramentas/técnicas...
 Mapeamento participativo da paisagem local, a partir
de consulta documental e de caminhadas dirigidas;
 Entrevistas com informantes chave: experiências,
histórias, conhecimentos;
 Organização de grupos focais;
 Dinâmica de grupo;
 Observação participante;
 Enquetes;
 Visão de Futuro.
 Apresente em sua concepção, formas de estimular
o público envolvido a mergulhar numa reflexão crítica
sobre sua realidade para transformá-la;
 Capacite as pessoas em planejar previamente
seu futuro;
 Permita refletir no decorrer da ação e buscar os
resultados, seja com os planos, seja com princípios
ou ideais;
 Estimule a formação da consciência crítica e a
capacidade de agir > refletir > agir sobre a realidade;
Alguns ganhos...
Alguns ganhos...
 Percepção integral do território;
 Construção de alianças;
 Articulação entre as demandas sociais,
e as ofertas das políticas públicas;
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 Enfoque sistêmico.
Cartografia Social
Afinal, o que é um
mapeamento?
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de informações e percepções
sobre determinado território em
que se vive e/ou trabalha.
 Ele se destina a produzir
informações que possam ser
visualizadas de forma rápida,
a partir de um mapa que permita
observar um território e suas
interações, podendo ser
constantemente atualizado.
Cartografia Social
 Para propor ações é preciso
conhecer a fundo a comunidade.
O mapeamento serve para dar as
informações necessárias para
discutir os problemas e recursos
disponíveis, orientar a priorização
de problemas que se pretende
enfrentar e dar base para elaborar
os planos de ação. Serve também
para monitorar a situação da
comunidade e observar
as mudanças.
E para que vamos fazer
esse mapeamento?
Cartografia Social
E para que vamos fazer
esse mapeamento?
 Portanto, o mapeamento é
extremamente necessário para a
proposição de ações na comunidade,
sejam elas vindas de ONGs, seja das
políticas públicas.
Metodologia Geral
Mapeamento
do Território
[cartografia social]
Consulta/Pesquisa
PRIORIZAÇÃO
DE PROBLEMA
Planejamento
da Ação
O que mapear?
Informações gerais: 1) A história da comunidade;
2) A distribuição da população; os tipos
de habitação/áreas de risco;
3) Principais ruas/vias de acesso; tipo de
pavimentação;
5) As características geográficas: topografia
(região montanhosa, plana etc.);
6) Abastecimento de água e esgoto;
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8) Instituições;
9) Outros aspectos considerados relevantes pelo
grupo de trabalho;
10) Número de habitantes e a distribuição por
idade e gênero (pirâmide).
Situação de educação 1) Escolas locais e de referência;
2) Participação comunitária na escola;
3) Existência dos diversos níveis escolares;
4] Creches;
5) Explicadoras;
6) Mães crecheiras.
O que mapear?
1) Equipamentos de saúde
(Programa Saúde da Família (PSF),
Unidades Básica de Saúde (UBS),
Posto de saúde);
2) Recursos comunitários (agentes de
saúde);
3) Recursos religiosos (benzedeiras,
terreiros, igrejas evangélicas etc.).
O que mapear?
Situação da saúde
Situação
socioeconômica
e cultural:
1) As atividades da comunidade
e os recursos locais;
2) A existência de associações, grupos
culturais, políticos, religiosos etc;
3) Universo cultural;
4) Áreas para a prática de
esporte e lazer;
5) A existência de lan houses;
6) A relação com a violência
(as delimitações de território,
tráfico de drogas, violência doméstica);
7) Outros aspectos relevantes.
O que mapear?
1) Conselho Tutelar;
2) CAS (Coordenadoria
de Assistência Social);
3) Como estamos vivendo?
 A comunidade dispõe de
saneamento básico?
 O transporte coletivo atende às
necessidades da comunidade?
 Onde as crianças e os adolescentes
estudam?
 A comunidade dispõe de serviço de
saúde?
O que mapear?
Outros
 Onde se recorre quando alguém
fica doente?
 Quais os espaços de lazer
disponíveis na comunidade?
 Onde as crianças brincam?
 Como é o comércio na comunidade?
 Onde as pessoas trabalham?
 As pessoas são felizes?
E várias outras perguntas...
O que mapear?
Outros
Mapeamento por meio de maquete
(CEDAPS, Iniciativa de Paciência)
Mapeamento por meio de maquete
(CEDAPS, 2009)
O mapeamento
do território permite:
 Identificar e localizar os principais problemas e também
as principais potencialidades da comunidade e seu entorno.
 Identificar aspectos de maior interesse para a realização
de pesquisas quantitativas e qualitativas (buscar dados
secundários; enquetes; pesquisa de opinião/percepção).
 Uma visualização rápida e fácil dos pontos que têm
relevância para fazer um planejamento ajustado ao
território.
 Marcar as ações planejadas e desenvolvidas pela
instituição.
Objetivos da descrição de
um problema
1) reunir suas distintas interpretações possíveis
em um só significado;
2) precisar o que deve ser explicado: definir seu
significado em termos de quantidade e qualidade,
tempo e localização;
3) evidenciar o problema de uma forma monitorável,
isto é, que permita o acompanhamento de sua evolução;
4) permitir que sejam previstas ou definidas fontes de
verificação para a descrição construída.
Análise de Problemas
Passos:
 analisar uma situação
existente;
 identificar os problemas
mais relevantes;
 construir um diagrama
(Árvore de Problemas)
visualizando as relações
de causa – efeito.
Como se faz?
 identificar o problema
inicial (central);
 definir causas relevantes
do problema inicial (central);
 definir os efeitos
(consequências) relevantes;
 construir a Árvore
de Problemas.
A “Árvore de Problemas” permite a visualização:
 de um problema inicial que enuncia e sintetiza a
situação - problema;
 das causas imediatas que determinam os sintomas
(descritores) do problema e que, de um modo geral,
estão dentro do espaço de governabilidade do ator
social que iniciou o processo de planejamento;
 das causas mais distantes da situação - problema,
muitas vezes de pouca ou nenhuma governabilidade
do(s) ator(es) iniciador(es) do processo;
A árvore de problemas
A árvore de problemas
A “Árvore de Problemas” permite a visualização:
 dos efeitos da situação - problema já em curso ou
em potencial;
 de algumas atividades que deverão ser realizadas.
A árvore de problemas
Consequências diretas
e essenciais
Problema Central
Causas diretas
e essenciais
Representação
da problemática
Visão de Futuro
 Usando cartões para construir visão.
 Grupo deve eleger uma das seguintes perguntas
chaves dependendo das necessidades do grupo:
“Qual é sua visão ou seu sonho para sua
comunidade”, “quais as duas ou três coisas que
gostaria de ver modificadas em sua comunidade”.
 Os participantes põem suas respostas em 5-8 cartões
(uma ideia em cada cartão).
 Colocam seus cartões na parede e tratam de agrupá-
las para formar temas e categorias.
Processo pedagógico
participativo de educação popular
 Auto-reflexão: Utilização de perguntas temáticas
geradoras da mesma.
 Escuta: A partir das perguntas temáticas e da análise de
sua própria experiência. Necessita de um processo de
enriquecimento da escuta das experiências dos outros e
dos estudos de caso. Simultaneamente se introduz a
teoria a partir das leituras previamente selecionadas.
 Diálogo: A partir da reflexão grupal, da análise do caso
selecionado ou de uma realidade concreta. Isto permitirá
ao estudante a reflexão e compreensão da realidade.
Processo pedagógico
participativo de educação popular
 Ação: Sobre o caso selecionado, continuando em
trabalho grupal, propor soluções e alternativas à
situação problema (processo comunitário e
reflexão grupal).
 Síntese: Em um novo momento, todos os
presentes (docente e participantes) integram,
perante a reflexão, os temas da realidade e as
propostas para a ação (praxis), avaliam as
alternativas e os argumentos que estão presentes
em cada situação e concluem.
Estratégias para a construção de uma
política pública de forma participativa
 Enuncie 4 barreiras e 4 facilitadores para construir uma
política pública no contexto local.
 Enuncie 3 tendências das políticas e para cada uma delas
identifique os valores que predominam e os atores mais
importantes para torná-las realidade.
 Enuncie 4 estratégias chaves para desenvolver uma política
pública a nível local.
 Identifique, para cada estratégia, os atores principais e o
grau de responsabilidade (em porcentagem) de cada um
deles. Pense na construção, desenvolvimento e avaliação
da estratégia dentro do campo das políticas públicas.
Trabalhando em REDE
Uma REDE é:
 um padrão de organização constituído
por elementos autônomos, que cooperam
entre si de forma horizontal
 é um modo não-hierárquico de
organização da ação colaborativa
 é um fenômeno organizacional, capaz de
auto-regulação produzido por uma
dinâmica de conectividade
Cassio Martinho.
“Redes – uma introdução às dinâmicas da
conectividade e da auto-organização”
Que tipos de redes
estão “na rede”?
 As mídias sociais
 As redes comunitárias
 As redes setoriais
Mapa Social
Resistentes
Competidores
Aliados
Potenciais
Grupos que
gostaríamos
de atingir
Pessoas
mais
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Nossos
Aliados
Grupos com
os quais
trabalhamos
Nosso
Grupo
Capacidade
Comunitária
Redes Sociais
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Sentido de
Comunidade
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Entender a
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Comunitária
Reflexão
Crítica
Valores
Comunitários
Recursos
Habilidades
Liderança
Participaçã
o
Cidadã
Empoderamento e Governança
Participativa como complementares
 “Um processo de ação social de indivíduos e grupos em
comunidades para aumentar o controle sobre a vida e
facilitar transformações ao nível individual, social e das
condições materiais” (Wallerstein, 1992).
 Um processo de diálogo em que sujeitos passivos se
convertem em atores participativos. (Freire, 1970).
 Permitir que as pessoas possam reconhecer e aproveitar as
potencialidades das estruturas locais.
 Requer que se retirem as barreiras formais e informais.
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e da sociedade civil.
O que possibilita...
 Tanto a aquisição da emancipação individual quanto
a consciência coletiva necessária para a superação
da “dependência social e dominação política".
 Favorece a criação e ampliação de espaços e
situações onde a participação ativa dos excluídos
ou dos que tenham acesso limitado a bens sociais
seja crescente e permanente.
 Empoderamento devolve poder e dignidade
a quem desejar o estatuto de cidadania, e
principalmente a liberdade de decidir e controlar
seu próprio destino com responsabilidade e
respeito ao outro.
O que possibilita...
Impactos do Empoderamento no
nível comunitário
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Comunidade
 Aumenta a Liderança da Comunidade
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 São formas de agir que privilegiam os sujeitos.
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maneira integrada, os problemas sociais;
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reciprocidade e aliança, como meios de encontrar
saídas para intervir na realidade social e complexa;
 Viabiliza a participação e a democratização na tomada
de decisão.
Leituras recomendadas:
BORSE, Markus (org) Metodologias participativas. TOMO Editorial.
Amencar. Porto Alegre, 2004.
FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL
http://www.fbb.org.br
MATHIAS, Alvaro. Políticas Públicas Saudáveis Integradas em Rede. Políticas
Integradas em Rede e a Construção de Espaços Saudáveis: boas práticas para a
Iniciativa do Rostos, Vozes e Lugares. Brasília: Organização Pan-Americana da
Saúde, 2010. 187 p.: il. ISBN: 978-85-7967-062-6.
http://www.fec.unicamp.br/~labinur/Arquivos_PDF/Politicas_integradas_esp_saudaveis_RVL.pdf
NEUMANN, Lycia Tramujas Vasconcellos. Desenvolvimento comunitário baseado em
talentos e recursos locais. São Paulo: Global, 2004.
Leituras recomendadas:
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE. Municípios e Comunidades Saudáveis – Guia dos
prefeitos para promover a qualidade de vida.Brasília: OPAS, 2004. Disponível em
http://www.bvsde.paho.org/bvsacd/cd63/MCS_Guiapor/MCS_Guiapor.pdf
REDE DE INFORMAÇÕES DO TERCEIRO SETOR
http://www.ongsbrasil.com.br/default.asp?Pag=2&Destino=InstituicoesTemplate&CodigoInstituicao=1933&Instituicao=Rits
%20Rede%20de%20Informacoes%20Para%20o%20Terceiro%20Setor
REDE DE MUNICÍPIOS POTENCIALMENTE SAUDÁVEIS (Brasil).
www.redemunicipiosps.org.br
Leituras recomendadas:
REDE DE TECNOLOGIA SOCIAL
http://rts.ibict.br
VALLA, Victor Vincent. Educação popular, saúde comunitária
e apoio social numa conjuntura de globalização.
Cadernos de Saúde Pública[online]. 1999, vol.15,
suppl.2 [cited 2010-02-09], pp. S7-S14. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X1999000600002
WESTPHAL, Márcia Faria. O Movimento Cidades/Municípios
Saudáveis: um compromisso com a qualidade de vida.
Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro,5(1):39-51,2000. Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232000000100005&lng=en&nrm=iso
Referências
BAPTISTA, M. Veras. Planejamento Social intencionalidade e
instrumentação. São Paulo: Lisboa, 2007.
BORDENAVE, Juan E. Dias. O que é Participação. (7ª ed.) São
Paulo: Editora Brasiliense, 1992 (Coleção Primeiros Passos, nº
95).
BROSE, M. (Org.) Metodologia Participativa; Uma introdução a 29
instrumentos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001.
Dagnino, E. (2004) Sociedade Civil, Participação e Cidadania: de
que estamos falando? Em D.Mato (coord.), Políticas de
Ciudadania y Sociedad Civil em Tiempos de Globalización (pp.95-
110). Caracas, FACES, Universidad Central de Venezuela.
DEMO, Pedro. Participação é conquista. São Paulo: Cortez, 1999.
Referências
EDMUNDO, Katia; NUNES, Nilza Rogéria de Andrade.
Construção Compartilhada de Soluções Locais: guia de
elaboração de projetos. Rio de Janeiro: CEDAPS, 2014.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido, 17ª. ed. Rio de
Janeiro, Paz e Terra, 1987.
IERVOLINO, SA.; PELICIONI, MCF. A utilização do grupo
focal como metodologia qualitativa na promoção da saúde.
Rev Esc Enf USP, v. 35, n.2, p.115-21, jun, 2001.
Referências
KOGA, Dirce. Cidades entre territórios de vida e territórios
vividos. Revista Serviço Social e Sociedade. no. 72, São
Paulo: Cortez, 2002.
______. Medidas de cidades entre territórios de vida e
territórios vividos. São Paulo: Cortez, 2003.
Le Monde Diplomatique. Brasil, (O Reencantamento da
Cartografia) Junho, 2009-37-38.
MARTINHO, Cassio (org). Redes - uma introdução às
dinâmicas da conectividade e da auto-organização”. WWF-
Brasil, 2003.
Aula 3 Metodologia Instrumentos

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  • 1. Metodologias e instrumentos para participação social CURSO Curso EaD Participação Social Aula 3
  • 2. Fazendo acontecer...  Um planejamento participativo deve estar baseado no princípio da descentralização, no desenvolvimento de ações conjuntas. Para isso, necessita do envolvimento das pessoas.  Esse trabalho participativo deverá, portanto, mobilizar a ajuda mútua, o diálogo e a complementariedade entre os envolvidos, buscando sempre a mobilização do potencial humano.
  • 3. Fazendo acontecer...  Assim, por meio do enfoque participativo, disponibiliza-se técnicas e instrumentos apropriados para mobilizar esse potencial, com o apoio de um moderador, da visualização móvel, da problematização, do trabalho em pequenos grupos, das sessões em plenária, da documentação e da avaliação progressiva, entre outros.
  • 4. Vamos recapitular o que é Metodologia? Responde à pergunta de Como Fazer!!!  Deve apresentar Definição de Ações  Deve haver lógica e sequência entre as ações  Deve haver coerência entre as atividades previstas, os objetivos e a justificativa  Deve apresentar coerência interna entre a justificativa e as atividades
  • 5. Metodologia... PARTICIPAÇÃO DIVERSA PARTICIPAÇÃO ABERTA PARTICIPAÇÃO ATIVA “... metodologia, que constitui o estudo dos métodos, instrumental, que se refere ao conjunto de instrumentos disponíveis e utilizados na prática, e instrumento, que é a ferramenta participativa. Nos instrumentos, diferenciamos: técnica participativa, uma maneira, uma prática, um jeito de executar algumas ações que possibilitam a participação em grupo; e método participativo, um caminho previamente estruturado que orienta o trabalho em grupo a partir de uma sequência de etapas, e que muitas vezes envolve a utilização de diferentes técnicas” (BROSE, 2001).
  • 6. Lembre-se:  A participação é um processo, requer treino e, fundamentalmente, mudança de comportamento e de atitude. Assim, demanda uma revisão em nossas condutas para qualificarmos as nossas atitudes e posturas, com muita transparência e total acesso a todas as informações.  A participação não pode ser igualitária e democrática quando a estrutura de poder concentra as decisões em um grupo minoritário.
  • 7. Conhecendo a realidade a) Delimitação do objeto (município ou comunidade) Equipe técnica efetua levantamento de dados gerais e mapas do município. b) Diagnóstico Análise do processo de evolução do município. A história deve ser complementada por uma análise técnica e reflexão participativa dos atores sociais sobre a realidade atual e suas principais características.
  • 8. O diagnóstico deve promover  O levantamento detalhado de dados e informações que possam caracterizar as condições de vida dos potenciais beneficiários  A identificação e avaliação das iniciativas similares de caráter público ou privado  A identificação das percepções, das experiências e das expectativas dos potenciais beneficiários em relação à problemática
  • 9. O diagnóstico deve promover  O envolvimento genuíno dos atores sociais e institucionais relevantes no processo  O levantamento da bibliografia relevante sobre o tema, tanto do ponto de vista teórico quanto da análise de experiências similares
  • 10. Fatores chaves para um diagnóstico consistente segundo Domingos Armani:  Ter objetivos e resultados claramente definidos  Construir um clima de colaboração e envolvimento da equipe  Sempre contar com a participação de potenciais beneficiários diretos do projeto em todas as principais atividades planejadas  Ouvir os integrantes envolvidos de forma a harmonizar divergências
  • 11. O que é o diagnóstico rápido participativo? É uma técnica participativa de diagnóstico pela qual os atores sociais são envolvidos no processo de forma a provocar uma reflexão sobre sua situação, suas experiências e seus interesses, estimulando sua capacidade de reflexão e ação autônoma, como condição para que possam tornar-se sujeitos da ação.
  • 12. Algumas ferramentas/técnicas...  Mapeamento participativo da paisagem local, a partir de consulta documental e de caminhadas dirigidas;  Entrevistas com informantes chave: experiências, histórias, conhecimentos;  Organização de grupos focais;  Dinâmica de grupo;  Observação participante;  Enquetes;  Visão de Futuro.
  • 13.  Apresente em sua concepção, formas de estimular o público envolvido a mergulhar numa reflexão crítica sobre sua realidade para transformá-la;  Capacite as pessoas em planejar previamente seu futuro;  Permita refletir no decorrer da ação e buscar os resultados, seja com os planos, seja com princípios ou ideais;  Estimule a formação da consciência crítica e a capacidade de agir > refletir > agir sobre a realidade; Alguns ganhos...
  • 14. Alguns ganhos...  Percepção integral do território;  Construção de alianças;  Articulação entre as demandas sociais, e as ofertas das políticas públicas;  Descentralização;  Caráter multidimensional e multisetorial;  Enfoque sistêmico.
  • 15. Cartografia Social Afinal, o que é um mapeamento?  Um processo de coleta e registro de informações e percepções sobre determinado território em que se vive e/ou trabalha.  Ele se destina a produzir informações que possam ser visualizadas de forma rápida, a partir de um mapa que permita observar um território e suas interações, podendo ser constantemente atualizado.
  • 16. Cartografia Social  Para propor ações é preciso conhecer a fundo a comunidade. O mapeamento serve para dar as informações necessárias para discutir os problemas e recursos disponíveis, orientar a priorização de problemas que se pretende enfrentar e dar base para elaborar os planos de ação. Serve também para monitorar a situação da comunidade e observar as mudanças. E para que vamos fazer esse mapeamento?
  • 17. Cartografia Social E para que vamos fazer esse mapeamento?  Portanto, o mapeamento é extremamente necessário para a proposição de ações na comunidade, sejam elas vindas de ONGs, seja das políticas públicas.
  • 18. Metodologia Geral Mapeamento do Território [cartografia social] Consulta/Pesquisa PRIORIZAÇÃO DE PROBLEMA Planejamento da Ação
  • 19. O que mapear? Informações gerais: 1) A história da comunidade; 2) A distribuição da população; os tipos de habitação/áreas de risco; 3) Principais ruas/vias de acesso; tipo de pavimentação; 5) As características geográficas: topografia (região montanhosa, plana etc.); 6) Abastecimento de água e esgoto; 7) Coleta de lixo; 8) Instituições; 9) Outros aspectos considerados relevantes pelo grupo de trabalho; 10) Número de habitantes e a distribuição por idade e gênero (pirâmide).
  • 20. Situação de educação 1) Escolas locais e de referência; 2) Participação comunitária na escola; 3) Existência dos diversos níveis escolares; 4] Creches; 5) Explicadoras; 6) Mães crecheiras. O que mapear?
  • 21. 1) Equipamentos de saúde (Programa Saúde da Família (PSF), Unidades Básica de Saúde (UBS), Posto de saúde); 2) Recursos comunitários (agentes de saúde); 3) Recursos religiosos (benzedeiras, terreiros, igrejas evangélicas etc.). O que mapear? Situação da saúde
  • 22. Situação socioeconômica e cultural: 1) As atividades da comunidade e os recursos locais; 2) A existência de associações, grupos culturais, políticos, religiosos etc; 3) Universo cultural; 4) Áreas para a prática de esporte e lazer; 5) A existência de lan houses; 6) A relação com a violência (as delimitações de território, tráfico de drogas, violência doméstica); 7) Outros aspectos relevantes. O que mapear?
  • 23. 1) Conselho Tutelar; 2) CAS (Coordenadoria de Assistência Social); 3) Como estamos vivendo?  A comunidade dispõe de saneamento básico?  O transporte coletivo atende às necessidades da comunidade?  Onde as crianças e os adolescentes estudam?  A comunidade dispõe de serviço de saúde? O que mapear? Outros
  • 24.  Onde se recorre quando alguém fica doente?  Quais os espaços de lazer disponíveis na comunidade?  Onde as crianças brincam?  Como é o comércio na comunidade?  Onde as pessoas trabalham?  As pessoas são felizes? E várias outras perguntas... O que mapear? Outros
  • 25. Mapeamento por meio de maquete (CEDAPS, Iniciativa de Paciência)
  • 26. Mapeamento por meio de maquete (CEDAPS, 2009)
  • 27. O mapeamento do território permite:  Identificar e localizar os principais problemas e também as principais potencialidades da comunidade e seu entorno.  Identificar aspectos de maior interesse para a realização de pesquisas quantitativas e qualitativas (buscar dados secundários; enquetes; pesquisa de opinião/percepção).  Uma visualização rápida e fácil dos pontos que têm relevância para fazer um planejamento ajustado ao território.  Marcar as ações planejadas e desenvolvidas pela instituição.
  • 28. Objetivos da descrição de um problema 1) reunir suas distintas interpretações possíveis em um só significado; 2) precisar o que deve ser explicado: definir seu significado em termos de quantidade e qualidade, tempo e localização; 3) evidenciar o problema de uma forma monitorável, isto é, que permita o acompanhamento de sua evolução; 4) permitir que sejam previstas ou definidas fontes de verificação para a descrição construída.
  • 29. Análise de Problemas Passos:  analisar uma situação existente;  identificar os problemas mais relevantes;  construir um diagrama (Árvore de Problemas) visualizando as relações de causa – efeito. Como se faz?  identificar o problema inicial (central);  definir causas relevantes do problema inicial (central);  definir os efeitos (consequências) relevantes;  construir a Árvore de Problemas.
  • 30. A “Árvore de Problemas” permite a visualização:  de um problema inicial que enuncia e sintetiza a situação - problema;  das causas imediatas que determinam os sintomas (descritores) do problema e que, de um modo geral, estão dentro do espaço de governabilidade do ator social que iniciou o processo de planejamento;  das causas mais distantes da situação - problema, muitas vezes de pouca ou nenhuma governabilidade do(s) ator(es) iniciador(es) do processo; A árvore de problemas
  • 31. A árvore de problemas A “Árvore de Problemas” permite a visualização:  dos efeitos da situação - problema já em curso ou em potencial;  de algumas atividades que deverão ser realizadas.
  • 32. A árvore de problemas Consequências diretas e essenciais Problema Central Causas diretas e essenciais Representação da problemática
  • 33. Visão de Futuro  Usando cartões para construir visão.  Grupo deve eleger uma das seguintes perguntas chaves dependendo das necessidades do grupo: “Qual é sua visão ou seu sonho para sua comunidade”, “quais as duas ou três coisas que gostaria de ver modificadas em sua comunidade”.  Os participantes põem suas respostas em 5-8 cartões (uma ideia em cada cartão).  Colocam seus cartões na parede e tratam de agrupá- las para formar temas e categorias.
  • 34. Processo pedagógico participativo de educação popular  Auto-reflexão: Utilização de perguntas temáticas geradoras da mesma.  Escuta: A partir das perguntas temáticas e da análise de sua própria experiência. Necessita de um processo de enriquecimento da escuta das experiências dos outros e dos estudos de caso. Simultaneamente se introduz a teoria a partir das leituras previamente selecionadas.  Diálogo: A partir da reflexão grupal, da análise do caso selecionado ou de uma realidade concreta. Isto permitirá ao estudante a reflexão e compreensão da realidade.
  • 35. Processo pedagógico participativo de educação popular  Ação: Sobre o caso selecionado, continuando em trabalho grupal, propor soluções e alternativas à situação problema (processo comunitário e reflexão grupal).  Síntese: Em um novo momento, todos os presentes (docente e participantes) integram, perante a reflexão, os temas da realidade e as propostas para a ação (praxis), avaliam as alternativas e os argumentos que estão presentes em cada situação e concluem.
  • 36. Estratégias para a construção de uma política pública de forma participativa  Enuncie 4 barreiras e 4 facilitadores para construir uma política pública no contexto local.  Enuncie 3 tendências das políticas e para cada uma delas identifique os valores que predominam e os atores mais importantes para torná-las realidade.  Enuncie 4 estratégias chaves para desenvolver uma política pública a nível local.  Identifique, para cada estratégia, os atores principais e o grau de responsabilidade (em porcentagem) de cada um deles. Pense na construção, desenvolvimento e avaliação da estratégia dentro do campo das políticas públicas.
  • 37. Trabalhando em REDE Uma REDE é:  um padrão de organização constituído por elementos autônomos, que cooperam entre si de forma horizontal  é um modo não-hierárquico de organização da ação colaborativa  é um fenômeno organizacional, capaz de auto-regulação produzido por uma dinâmica de conectividade Cassio Martinho. “Redes – uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização”
  • 38. Que tipos de redes estão “na rede”?  As mídias sociais  As redes comunitárias  As redes setoriais
  • 39. Mapa Social Resistentes Competidores Aliados Potenciais Grupos que gostaríamos de atingir Pessoas mais Afetadas Nossos Aliados Grupos com os quais trabalhamos Nosso Grupo
  • 40.
  • 41. Capacidade Comunitária Redes Sociais Multisetoriais Sentido de Comunidade Poder Comunitário Entender a História Comunitária Reflexão Crítica Valores Comunitários Recursos Habilidades Liderança Participaçã o Cidadã
  • 42. Empoderamento e Governança Participativa como complementares  “Um processo de ação social de indivíduos e grupos em comunidades para aumentar o controle sobre a vida e facilitar transformações ao nível individual, social e das condições materiais” (Wallerstein, 1992).  Um processo de diálogo em que sujeitos passivos se convertem em atores participativos. (Freire, 1970).  Permitir que as pessoas possam reconhecer e aproveitar as potencialidades das estruturas locais.  Requer que se retirem as barreiras formais e informais.  Requer o fortalecimento recíproco da inversão pública e da sociedade civil.
  • 43. O que possibilita...  Tanto a aquisição da emancipação individual quanto a consciência coletiva necessária para a superação da “dependência social e dominação política".  Favorece a criação e ampliação de espaços e situações onde a participação ativa dos excluídos ou dos que tenham acesso limitado a bens sociais seja crescente e permanente.
  • 44.  Empoderamento devolve poder e dignidade a quem desejar o estatuto de cidadania, e principalmente a liberdade de decidir e controlar seu próprio destino com responsabilidade e respeito ao outro. O que possibilita...
  • 45. Impactos do Empoderamento no nível comunitário Social:  Aumenta a Participação da Comunidade  Aumenta a Liderança da Comunidade  Aumenta a Coesão Social Política:  Elaboração das Políticas Públicas Material:  Mudanças de Condições  Novos Recursos  Menos Desigualdade
  • 46. Na prática...  São formas de agir que privilegiam os sujeitos. Objetivos são definidos coletivamente;  São atores sociais que se comprometem a superar, de maneira integrada, os problemas sociais;  Cada membro é autônomo, com diferenças entre si;  Estabelecem-se acordos de cooperação, reciprocidade e aliança, como meios de encontrar saídas para intervir na realidade social e complexa;  Viabiliza a participação e a democratização na tomada de decisão.
  • 47. Leituras recomendadas: BORSE, Markus (org) Metodologias participativas. TOMO Editorial. Amencar. Porto Alegre, 2004. FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL http://www.fbb.org.br MATHIAS, Alvaro. Políticas Públicas Saudáveis Integradas em Rede. Políticas Integradas em Rede e a Construção de Espaços Saudáveis: boas práticas para a Iniciativa do Rostos, Vozes e Lugares. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2010. 187 p.: il. ISBN: 978-85-7967-062-6. http://www.fec.unicamp.br/~labinur/Arquivos_PDF/Politicas_integradas_esp_saudaveis_RVL.pdf NEUMANN, Lycia Tramujas Vasconcellos. Desenvolvimento comunitário baseado em talentos e recursos locais. São Paulo: Global, 2004.
  • 48. Leituras recomendadas: ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE. Municípios e Comunidades Saudáveis – Guia dos prefeitos para promover a qualidade de vida.Brasília: OPAS, 2004. Disponível em http://www.bvsde.paho.org/bvsacd/cd63/MCS_Guiapor/MCS_Guiapor.pdf REDE DE INFORMAÇÕES DO TERCEIRO SETOR http://www.ongsbrasil.com.br/default.asp?Pag=2&Destino=InstituicoesTemplate&CodigoInstituicao=1933&Instituicao=Rits %20Rede%20de%20Informacoes%20Para%20o%20Terceiro%20Setor REDE DE MUNICÍPIOS POTENCIALMENTE SAUDÁVEIS (Brasil). www.redemunicipiosps.org.br
  • 49. Leituras recomendadas: REDE DE TECNOLOGIA SOCIAL http://rts.ibict.br VALLA, Victor Vincent. Educação popular, saúde comunitária e apoio social numa conjuntura de globalização. Cadernos de Saúde Pública[online]. 1999, vol.15, suppl.2 [cited 2010-02-09], pp. S7-S14. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X1999000600002 WESTPHAL, Márcia Faria. O Movimento Cidades/Municípios Saudáveis: um compromisso com a qualidade de vida. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro,5(1):39-51,2000. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232000000100005&lng=en&nrm=iso
  • 50. Referências BAPTISTA, M. Veras. Planejamento Social intencionalidade e instrumentação. São Paulo: Lisboa, 2007. BORDENAVE, Juan E. Dias. O que é Participação. (7ª ed.) São Paulo: Editora Brasiliense, 1992 (Coleção Primeiros Passos, nº 95). BROSE, M. (Org.) Metodologia Participativa; Uma introdução a 29 instrumentos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001. Dagnino, E. (2004) Sociedade Civil, Participação e Cidadania: de que estamos falando? Em D.Mato (coord.), Políticas de Ciudadania y Sociedad Civil em Tiempos de Globalización (pp.95- 110). Caracas, FACES, Universidad Central de Venezuela. DEMO, Pedro. Participação é conquista. São Paulo: Cortez, 1999.
  • 51. Referências EDMUNDO, Katia; NUNES, Nilza Rogéria de Andrade. Construção Compartilhada de Soluções Locais: guia de elaboração de projetos. Rio de Janeiro: CEDAPS, 2014. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido, 17ª. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987. IERVOLINO, SA.; PELICIONI, MCF. A utilização do grupo focal como metodologia qualitativa na promoção da saúde. Rev Esc Enf USP, v. 35, n.2, p.115-21, jun, 2001.
  • 52. Referências KOGA, Dirce. Cidades entre territórios de vida e territórios vividos. Revista Serviço Social e Sociedade. no. 72, São Paulo: Cortez, 2002. ______. Medidas de cidades entre territórios de vida e territórios vividos. São Paulo: Cortez, 2003. Le Monde Diplomatique. Brasil, (O Reencantamento da Cartografia) Junho, 2009-37-38. MARTINHO, Cassio (org). Redes - uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização”. WWF- Brasil, 2003.