Doenças em geral Neste site você vai encontrar algumas doenças mais comuns como contagio e prenvenções
Esclerodermia <ul><li>Esclerodermia O que é? </li></ul><ul><li>É uma doença auto-imune (o próprio organismo agredindo suas...
Hepatite <ul><li>O sintoma mais peculiar da hepatite é a icterícia, sinal clínico que consiste na coloração amarelada da p...
Leucemia em adultos <ul><li>Leucemia é a denominação que se dá para diversos tipos de câncer originados nos tecidos que pr...
Diabetes <ul><li>O diagnóstico da diabetes é fácil. Basta uma simples análise ao sangue. Porém, e por não sentirem sintoma...
Gonorreia <ul><li>A Gonorreia é uma Doença Sexual Transmissível causada por uma bactéria (Neisseria gonorroheae). A Gonorr...
Sífilis <ul><li>A Sífilis é uma Doença Sexualmente Transmissível causada por uma bactéria (Teponema pallidum). Pode afecta...
Escabiose e Pediculose Pubiana <ul><li>A Escabiose é originada por um ácaro (Sarcoptes scabiei na variedade Hominis) que p...
Doença Inflamatória Pélvica <ul><li>A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção grave usualmente originada pela Gon...
Cancro Mole ou Canroide <ul><li>O Cancro Mole (tambem conhecido como Cancroide ou Cancro Venéreo) é uma Doença Sexualmente...
HIV/SIDA <ul><li>A Síndroma da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) sendo a fase...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Doencas em geral

2.048 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.048
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
13
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Doencas em geral

  1. 1. Doenças em geral Neste site você vai encontrar algumas doenças mais comuns como contagio e prenvenções
  2. 2. Esclerodermia <ul><li>Esclerodermia O que é? </li></ul><ul><li>É uma doença auto-imune (o próprio organismo agredindo suas estruturas) na qual ocorre o endurecimento da pele, que se torna espessada, lisa e sem elasticidade. O nome esclerodermia deriva-se do grego, que significa “pele dura”. Existem variedades que acometem somente a pele e uma forma que acomete a pele, vasos sanguíneos e órgãos internos. </li></ul><ul><li>Manifestações clínicas </li></ul><ul><li>A esclerodermia pode se manifestar de mais de uma forma. Os tipos que apresentam somente alterações cutâneas recebem denominações de acordo com o formato e extensão das lesões. As lesões formam áreas de pele endurecida, de superfície lisa, sem pêlos e cor de marfim. Localizam-se no tronco, nos membros superiores ou nos membros inferiores. Podem se manifestar das seguintes formas: </li></ul><ul><li>* em gotas: as lesões são bem pequenas, do tamanho de gotas. * em placas ou morfea: as lesões são maiores, arredondadas ou ovais. * linear ou em faixa: as lesões são alongadas e unilaterais. A esclerodermia linear que ocorre na fronte e couro cabeludo é conhecida como esclerodermia “em golpe de sabre” devido à descrição histórica da semelhança com a cicatriz de um ferimento provocado por um sabre. * segmentar: também é unilateral, porém áreas maiores são acometidas. A pele fica aderida às estruturas profundas, com comprometimento do músculo, provocando deformidade na região afetada, que pode ser a face, membros superiores ou inferiores. * generalizada: cursa com diversas lesões distríbuidas pela pele. </li></ul><ul><li>O tipo que acomete a pele e órgãos internos é conhecido como Esclerose Sistêmica Progressiva. Além do endurecimento difuso da pele ocorrem alterações dos vasos sanguíneos, dos músculos, das articulações, do tubo gastro-intestinal, do coração, dos pulmões e dos rins. O endurecimento progressivo da pele pode levar à dificuldade de realizar movimentos simples, como fechar as mãos ou dobrar os braços. </li></ul><ul><li>Uma manifestação clínica bastante característica desse tipo é a coloração violácea que ocorre nas mãos e nos pés, devido a diminuição da irrigação sanguínea, conhecida como Fenômeno de Raynaud. </li></ul><ul><li>Tratamento </li></ul><ul><li>O tratamento das formas restritas à pele é realizado com a aplicação de medicamentos locais através de massagens ou infiltrações. Nas formas que apresentam deformidades é importante a fisioterapia para evitar o comprometimento dos movimentos. Nas formas generalizadas são necessários medicamentos orais. </li></ul><ul><li>A Esclerose Sistêmica Progressiva geralmente é tratada pelo reumatologista ou clínico geral devido ao envolvimento dos órgãos internos. São empregados medicamentos de uso interno, que podem acarretar efeitos colaterais importantes e que exigem um médico com experiência no seu uso. </li></ul>
  3. 3. Hepatite <ul><li>O sintoma mais peculiar da hepatite é a icterícia, sinal clínico que consiste na coloração amarelada da pele, mucosas e escleróticas. </li></ul><ul><li>Hepatite é o termo genérico que designa a inflamação do fígado, seja ela conseqüente de agressão direta ou parte de um processo sistêmico. As hepatites mais comuns são as virais — causadas por vírus — e as tóxicas. Dentre os processos tóxicos distinguem-se a hepatite medicamentosa, causada por ingestão excessiva ou inadequada de medicamentos; a hepatite decorrente de uso de drogas e a hepatite alcoólica. Esta última, que pode ser aguda ou crônica, se dá por lesão direta à célula hepática e é a causa mais freqüente de cirrose. Entende-se por hepatite crônica a inflamação do fígado por um período superior a seis meses, seja ela viral, tóxica ou crônico-idiopática, isto é, de origem desconhecida. Hepatites virais agudas. São conhecidos os seguintes tipos de hepatites virais agudas, identificados por seus agentes causadores: </li></ul><ul><li>(1) Hepatite A (HVA), de transmissão fecal-oral, por contaminação de água e alimentos. Não se transmite pelo sangue, a não ser durante o período agudo. A taxa de mortalidade é muito baixa e não há relato de hepatite crônica por HVA. </li></ul><ul><li>(2) Hepatite B (HVB), que se transmite por contato com sangue ou produtos sangüíneos infectados, por via sexual ou pela chamada transmissão vertical, isto é, da mãe infectada para o recém-nascido, no momento do parto. Os grupos de risco incluem homossexuais, usuários de drogas intravenosas, pacientes em hemodiálise e profissionais da saúde. A hepatite B pode evoluir para a cura completa, para uma hepatite fulminante ou, mais tardiamente, para câncer de fígado (hepatocarcinoma). </li></ul><ul><li>(3) Hepatite C (HVC), de alta incidência entre usuários de drogas intravenosas. São desse tipo oitenta por cento dos casos de hepatite contraída por transfusão de sangue. Sabe-se hoje que a maior parte dos casos da chamada hepatite não A-não B são de hepatite C, que evolui, na maior parte dos casos, para a hepatite crônica. </li></ul><ul><li>(4) Hepatite D, causada pelo agente delta, somente se desenvolve em associação com hepatite B. É endêmica em algumas áreas, especialmente a Amazônia, e geralmente complica a evolução da doença. </li></ul><ul><li>(5) Hepatite E (HVE), transmitida pela água contaminada, é epidêmica na Ásia, no norte da África e no México. Corresponde provavelmente às hepatites anteriormente descritas como não A-não B de transmissão fecal-oral. </li></ul><ul><li>(6) Hepatite F, causada por partícula viral detectada em pacientes submetidos a transplante hepático. </li></ul><ul><li>Outros tipos de hepatites virais agudas são causados por vírus como o Epstein-Barr, o citomegalovírus e o vírus do herpes, responsáveis por 15 a 20% dos casos de hepatite pós-transfusão diferentes da HVC, principalmente em pacientes imunocomprometidos. </li></ul><ul><li>Diagnóstico e quadro clínico. A identificação dos diferentes tipos de hepatite viral aguda se faz pela detecção, no sangue do paciente, do próprio vírus ou pela dosagem de imunoglobulinas, que são a resposta imunológica do paciente à agressão viral. O quadro clínico é extremamente variável: há desde casos completamente sem sintomas, só detectados por exames de laboratório, até quadros de morte em poucos dias (hepatites fulminantes). </li></ul><ul><li>O período de incubação varia de duas a seis semanas, na HVA, até de seis semanas a seis meses, na HVB. A doença se manifesta por sintomas gerais de mal-estar, fadiga intensa, perda de apetite, náuseas e vômitos, febre e dor na região do fígado, que se apresenta de tamanho aumentado, fezes esbranquiçadas e urina escura. Cinco a dez dias depois do aparecimento dos sintomas tem início uma fase ictérica, em que a pele e as conjuntivas se apresentam amareladas. A doença aguda regride geralmente em duas a três semanas, mas os exames de laboratório que monitoram a evolução da doença (dosagem de bilirrubina, transaminases etc.) só revelam resultados normais após nove semanas (HVA) ou 16 semanas (HVB e HVC). A hepatite fulminante só se verifica em um por cento dos casos. </li></ul><ul><li>Tratamento e prevenção. O tratamento das hepatites virais consiste basicamente em repouso no leito na fase inicial de aparecimento dos sintomas. É dispensável o repouso absoluto, com retorno gradual das atividades à medida que a doença regride. A dieta deve ser leve para evitar as náuseas, com progressiva normalização acompanhando a melhora clínica. Recomenda-se a abstinência total de álcool e outras drogas que possam lesar o fígado já comprometido. </li></ul><ul><li>Para evitar contágio, dispensa-se o isolamento estrito do doente. Bastam os cuidados higiênicos normais, como lavar as mãos após as evacuações ou após contato com material contaminado. Exige-se cuidadosa manipulação de agulhas e seringas contaminadas. A pesquisa sistemática de vírus em sangue doado e seus subprodutos evita a propagação por transfusão. São importantes as campanhas que previnem a contaminação por via sexual e os cuidados especiais com gestantes portadoras dos vírus a fim de evitar transmissão durante o parto. Para bloquear o desenvolvimento da doença em pessoas suspeitas de contaminação recente pelos vírus A e B usa-se globulina hiperimune. Aos grupos de alto risco recomenda-se a vacina contra hepatite B, que protege aproximadamente por nove anos. </li></ul>
  4. 4. Leucemia em adultos <ul><li>Leucemia é a denominação que se dá para diversos tipos de câncer originados nos tecidos que produzem o sangue, na medula óssea. </li></ul><ul><li>Na leucemia, a produção normal de glóbulos brancos é afetada (os glóbulos não amadurecem para desempenharem suas funções). </li></ul><ul><li>Estes glóbulos doentes passam a se multiplicar, tomando também o lugar dos glóbulos vermelhos e das plaquetas. </li></ul><ul><li>A leucemia pode ser aguda ou crônica, dividindo-se ainda entre mielóide (ou mielógena) ou linfóide (ou linfocítica ou linfoblástica) </li></ul><ul><li>Veja mais detalhes sobre cada tipo, suas características e tratamentos: </li></ul><ul><li>O que é a leucemia linfóide aguda? </li></ul><ul><li>A leucemia linfóide aguda em adultos (chamada também leucemia linfocítica aguda ou LLA) é uma doença na qual encontra-se excesso de glóbulos brancos no sangue e na medula óssea. Os glóbulos brancos, também conhecidos com o nome de linfócitos, são os responsáveis pelo combate às infecções. Os linfócitos provêm da medula óssea, um tecido esponjoso encontrado dentro de grandes ossos do corpo, e de outros órgãos do sistema linfático. A medula óssea fabrica glóbulos vermelhos (os quais transportam oxigênio e outras substâncias a todos os tecidos do corpo), glóbulos brancos (os quais combatem as infecções) e plaquetas (as quais fazem com que o sangue se coagule). Normalmente, a medula óssea produz células chamadas blastos, as quais se transformam (quando maduras) em vários tipos de glóbulos que por sua vez possuem funções específicas no corpo. </li></ul><ul><li>A substância que transporta os linfócitos é chamada linfa, um fluido incolor e aquoso presente nos vasos linfáticos. Estes, por sua vez, formam parte do sistema linfático, o qual é constituído por tubos delgados que se ramificam, como os vasos sanguíneos, por todas as partes do corpo. Ao longo da rede de vasos se encontram grupos de pequenos órgãos em formato de feijão chamados nódulos linfáticos. Existem conglomerados de nódulos linfáticos nas axilas, pélvis, cólon e abdômen. O baço (um órgão situado na parte superior do abdômen que fabrica linfócitos e filtra os glóbulos deteriorados do sangue), o timo e as amídalas também formam parte do sistema linfático. </li></ul><ul><li>Os linfócitos combatem as infecções mediante a fabricação de substâncias chamadas anticorpos, as quais atacam germes e outras bactérias nocivas presentes no corpo. Nos casos de LLA, os linfócitos em desenvolvimento não amadurecem e se multiplicam em excesso. Estes linfócitos imaturos se encontram no sangue e na medula óssea, se acumulando nos tecidos linfáticos, fazendo com que estes se inflamem e tomando o lugar de outros glóbulos. </li></ul><ul><li>Se a medula óssea não pode produzir suficientes glóbulos vermelhos para transportar oxigênio, o paciente pode sofrer de anemia. Se não puder produzir plaquetas suficientes para que o sangue se coagule normalmente, o paciente pode facilmente sofrer de hemorragias ou contusões. Os linfócitos cancerosos também podem invadir outros órgãos, a medula espinal e o cérebro. </li></ul><ul><li>A leucemia pode ser aguda (que avança rapidamente com muitas células cancerosas imaturas) ou crônica (que avança lentamente com células leucêmicas de aspecto mais maduro). A LLA avança rapidamente e pode ocorrer tanto em crianças como em adultos. Os tratamentos administrados para crianças e adultos são diferentes. </li></ul><ul><li>A princípio é difícil diagnosticar a LLA. Os primeiros sintomas podem ser similares aos da gripe ou outras enfermidades comuns. Você deverá consultar o médico se sofrer os seguintes sintomas por tempo maior que o normal: febre, debilidade ou cansaço constantes, dores nos ossos ou nas articulações, ou inflamações dos nódulos linfáticos. Se possuir estes sintomas, o médico poderá recomendar exames de sangue para contagem do número de glóbulos de cada tipo. Se os resultados das análises de sangue forem anormais, o médico pode requerer uma biopsia de medula óssea. Durante este exame, uma agulha é inserida em um osso e uma pequena quantidade de medula óssea é extraída. Esta é então analisada em microscópio. O médico pode também proceder a uma punção lombar, na qual se insere uma agulha através da espinha para colher uma amostra do líquido que permeia o cérebro e a espinha dorsal. O líquido é então examinado no microscópio para determinar a presença de células leucêmicas. O médico poderá então determinar o tipo de leucemia e planejar o melhor tratamento. </li></ul><ul><li>Sua probabilidade de recuperação (prognóstico) dependerá do aspecto das células leucêmicas analisadas, de até que ponto a leucemia se disseminou, de sua idade e estado geral de saúde. </li></ul><ul><li>Explicação das etapas </li></ul><ul><li>Etapas da leucemia linfóide aguda em adultos </li></ul><ul><li>Não existe classificação por etapas para a leucemia linfóide aguda (LLA) em adultos. O tipo de tratamento selecionado dependerá de se o paciente já passou por tratamento anteriormente. </li></ul><ul><li>Não tratada </li></ul><ul><li>LLA não tratada significa que ainda não foi administrado nenhum tipo de tratamento, exceto aqueles para aliviar os sintomas. Existem glóbulos brancos em excesso no sangue e na medula óssea, podendo também existir outros sinais e sintomas da doença. </li></ul><ul><li>Em remissão </li></ul><ul><li>Remissão significa que foi administrado tratamento e que o número de glóbulos brancos e outros glóbulos no sangue e na medula óssea é normal. Não há mais sinais ou sintomas de leucemia. </li></ul><ul><li>Recorrente / refratária </li></ul><ul><li>Enfermidade recorrente significa que a leucemia voltou a aparecer depois da haver passado a fase de remissão. Refratária significa que a leucemia não passou para remissão mesmo após o tratamento. </li></ul><ul><li>ASpectos gerais das opções de tratamento </li></ul><ul><li>Tratamento da leucemia linfóide aguda em adultos </li></ul><ul><li>Existem tratamentos para todos os pacientes com leucemia linfóide aguda (LLA) em adultos. O tratamento principal para esta doença é a quimioterapia, ainda que pode ser também empregada a radioterapia em certos casos. O transplante de medula óssea está sendo avaliado em estudos clínicos. </li></ul><ul><li>A quimioterapia consiste no uso de medicamentos para destruir as células cancerosas. Pode ser administrada via oral ou injetada por via intravenosa ou muscular. A quimioterapia é considerada um tratamento sistêmico, pois o medicamento é introduzido na corrente sanguínea, viaja a través do corpo e pode eliminar células cancerosas por todo o organismo. Os medicamentos algumas vezes são administrados no líquido que rodeia o cérebro e a espinha, inserindo-se uma agulha na espinha (quimioterapia intratecal). </li></ul><ul><li>A radioterapia consiste no uso de raios X ou outros raios de alta energia para eliminar células cancerosas e reduzir tumores. A radiação para a LLA em geral provém de uma máquina situada fora do corpo (radioterapia externa). </li></ul><ul><li>O tratamento da LLA consiste de duas fases. A primeira se chama terapia de indução e seu propósito é o de destruir a maior quantidade possível de células leucêmicas e fazer com que o paciente passe à remissão. Uma vez em remissão e sem sinais de leucemia, se aplica uma segunda fase do tratamento (chamada de terapia de continuação) na qual se destroem as células leucêmicas restantes. Os pacientes podem receber quimioterapia durante vários anos com a finalidade de manter-se em remissão. </li></ul><ul><li>Se as células leucêmicas se disseminaram para o cérebro, o paciente pode receber radiação ou quimioterapia no cérebro. Também se pode submeter a profilaxias do sistema nervoso central (SNC), outro tipo de terapia, para impedir que células leucêmicas se desenvolvam no cérebro durante as terapias de indução e remissão. </li></ul><ul><li>O transplante de medula óssea é utilizado para substituir a medula óssea com medula óssea sã. Primeira toda a medula óssea do corpo é destruída com doses elevadas de quimioterapia com ou sem radioterapia. Depois, retira-se parte da medula óssea de um doador são, cujo tecido seja igual ou muito semelhante ao do paciente. O doador pode ser um gêmeo (a melhor opção), um irmão ou irmã compatível ou mesmo uma pessoa que não tenha parentesco com o paciente, mas tenha compatibilidade. </li></ul><ul><li>Finalmente, a medula sã do doador é injetada no paciente por meio de uma agulha em uma veia, substituindo assim a medula destruída. Um transplante de medula óssea no qual se usa medula de outra pessoa (parente ou não) é denominado transplante de medula óssea alogênico. </li></ul><ul><li>Outro tipo de transplante de medula óssea, chamado transplante de medula óssea autólogo, poderia ser usado. Neste tipo de procedimento, retira-se medula óssea do paciente, a qual é submetida a tratamentos com medicamentos para eliminar as células cancerosas. A medula é então congelada e guardada. O paciente então recebe quimioterapia em doses elevadas, acompanhada ou não de radioterapia, para destruir toda a medula restante. Finalmente, a medula que foi guardada é descongelada e reinjetada no paciente, substituindo a que foi destruída. </li></ul><ul><li>Tratamento por etapas </li></ul><ul><li>O tratamento para a LLA em adultos dependerá do tipo de enfermidade, da idade do paciente e seu estado geral. </li></ul><ul><li>O paciente pode receber o tratamento considerado padrão, baseado em sua eficácia em estudos prévios ou pode fazer parte de experiências clínicas. Nem todos os pacientes são curados com terapias padrão e alguns destes tratamentos podem acarretar mais efeitos colaterais do que o desejado. Por estas razões, as experiências clínicas são idealizadas a fim de encontrar-se maneiras melhores de tratar os pacientes com câncer, estando baseadas nas mais atualizadas informações. </li></ul><ul><li>Leucemia linfóide aguda em adultos – não tratada </li></ul><ul><li>O tratamento, na maioria das vezes, é de quimioterapia sistêmica. Esta pode consistir em quimioterapia intratecal sozinha ou combinada ou com radioterapia no cérebro ou doses adicionais e elevadas de quimioterapia sistêmica para tratar ou prevenir a aparição de leucemia no cérebro. O tratamento também pode incluir transfusões sanguíneas, antibióticos e instruções para manter o corpo e os dentes especialmente limpos. Novos medicamentos estão sendo testados em experiências clínicas. </li></ul><ul><li>Leucemia linfóide aguda em adultos – em remissão </li></ul><ul><li>O paciente pode ser submetido a um dos seguintes tratamentos: </li></ul><ul><li>1. Doses elevadas de quimioterapia de curto prazo, seguidas de doses baixas de quimioterapia em longo prazo. </li></ul><ul><li>2. Transplante de medula óssea alogênico. </li></ul><ul><li>3. Transplante de medula óssea autólogo. </li></ul><ul><li>4. Quimioterapia intratecal sozinha ou combinada com radioterapia no cérebro ou com quimioterapia sistêmica em doses elevadas, para impedir o (profilaxia do SNC - sistema nervoso central). </li></ul><ul><li>Leucemia linfóide aguda em adultos – recorrente </li></ul><ul><li>O paciente pode receber radioterapia para aliviar os sintomas ou pode haver indicação para transplante de medula óssea. </li></ul>
  5. 5. Diabetes <ul><li>O diagnóstico da diabetes é fácil. Basta uma simples análise ao sangue. Porém, e por não sentirem sintomas, no caso das pessoas com diabetes tipo 2, o diagnóstico não é feito precocemente. As consequências? Podem ser várias, entre elas a disfunção eréctil como resultado de uma diabetes mal controlada. </li></ul><ul><li>Quando somos estudantes, é da praxe recorrermos a uns chocolates para nos mantermos enérgicos enquanto estudamos. Outras vezes, quando nos sentimos mais em baixo, afogamos as mágoas numa bela caixa de bombons. A explicação é até científica: o açúcar, ou a glucose, é a principal fonte de energia utilizada pelo nosso organismo. </li></ul><ul><li>Para as pessoas diabéticas, esta fonte de energia é mal utilizada pela insuficiente produção de insulina. Frequente na nossa sociedade, a diabetes é conhecida como sendo uma doença crónica que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue. A essa quantidade de glucose elevada no sangue designamos por hiperglicemia. </li></ul><ul><li>Essas formas de alteração da glicemia são, hoje em dia, designadas por «pré-diabetes», o que inclui situações intermédias entre os valores normais e os que definem a diabetes. </li></ul><ul><li>Pessoas que se encontrem nesta situação já apresentam factores de risco, nomeadamente cardiovascular e de desenvolvimento da própria diabetes. </li></ul><ul><li>O aumento da diabetes e desta situação de pré-diabetes está muito relacionada, para além da carga hereditária que existe, com os actuais hábitos das sociedades. </li></ul><ul><li>«É uma verdadeira pandemia global que atinge todo o mundo e que está associada com um estilo de vida mais sedentária e de alimentação errada, o que origina níveis de obesidade, nomeadamente a obesidade abdominal, conhecida vulgarmente pela barriguinha», salienta Rui Duarte. </li></ul><ul><li>A grande evolução da diabetes tipo 2 está bem definida, quer pela Organização Mundial de Saúde, quer pela IDF – Federação Internacional da Diabetes. </li></ul><ul><li>«Curiosamente, esse grande aumento, que nos próximos anos se vai traduzir por centenas de milhões de diabéticos no mundo, está a acontecer em países como a China, a Índia e a África do Sul», sublinha o nosso interlocutor. </li></ul><ul><li>O grande problema neste aumento é principalmente o facto de a diabetes ser cada vez mais precoce, isto é, «surge em grupos etários mais baixos, nos jovens e crianças, o que traz outras implicações, uma vez que 80% dos diabéticos tipo 2 tem algum grau de obesidade». </li></ul><ul><li>A diabetes tipo 1, embora também esteja a aumentar, é mais rara, caracterizando-se por ser uma doença auto-imune. </li></ul>
  6. 6. Gonorreia <ul><li>A Gonorreia é uma Doença Sexual Transmissível causada por uma bactéria (Neisseria gonorroheae). A Gonorreia pode afectar homens e mulheres. É transmitida de pessoa para pessoa durante sexo vaginal, anal ou oral. Pode ser encontrada na faringe, vagina, uretra e anus. Os recem-nascidos podem ser infectados à nascença com possíveis danos oculares. </li></ul><ul><li>Quais os sintomas da gonorreia? </li></ul><ul><li>Os sintomas aparecem normalmente 10 dias após a exposição. </li></ul><ul><li>Pénis: Uretrite purulenta no pénis ou no anus. Dor ou comichão na glande. Ocasionalmente inchacho no pénis. Dor ao urinar. Ocasionalmente a uretrite pode desaparecer sem tratamento mas a infecção mantem-se. </li></ul><ul><li>Vagina: Cervicite. Dor na parte inferior do abdomem principalmente durante sexo. Hemorragia. Dor ao urinar. Cerca de 50% das mulheres nesta situação não têm sintomas e estes podem ser confundidos com outras DSTs. </li></ul><ul><li>Faringe Se existe infecção na faringe usualmente não existe sintomas mas pode causa “garganta seca”. A gonorreia é mais transmissível para a faringe em sexo penis/boca do sexo vagina/boca. Estudos demonstraram que a gonorreia na faringe desaparece sem necessidade de tratamento até 3 meses depois da infecção. </li></ul><ul><li>Recto: Se existe infecção no recto pode haver libertação de pus on stools, dor espasmos e comichão no recto. Como noutros casos de gonorreia podem não haver sintomas. </li></ul><ul><li>A gonorreia é perigosa? </li></ul><ul><li>Sim! # O homem pode desenvolver infecções nos testículos que podem ser dolorosas e causar esterilidade. # No caso da mulher também pode originar estirilidade. A Doença Inflamatória Pelvica , uma infecção grave da mulher, é um resultado comum de uma infecção da gonorreia não tratada, esta infecção pode causar danos no aparelho reprodutor e aumentar as probabilidades de uma gravidez tópica. </li></ul><ul><li>Como se trata a gonorreia? # Normalmente resolve-se através de medicação diária (duas a quatro vezes ao dia) durante uma semana. Tome todas as doses indicadas mesmo depois de se sentir melhor. # Evite sexo pelo durante o tratamento e após uma semana do mesmo estar completo. # Os seus parceiros deve ser examinado e tratado. Caso contrário poderá reinfectá-lo ou infectar outras pessoas. </li></ul><ul><li>Como posso evitar o contágio pela gonorreia? # Antes de mais proteja-se. # Se está a pensar ter sexo com um novo parceiro: fale sobre as DSTs; fale acerca da suas intenções de ter sexo protegido (preservativo masculino ou feminino); sugira um teste a várias DSTs para ambos antes de terem relações sexuais. </li></ul>
  7. 7. Sífilis <ul><li>A Sífilis é uma Doença Sexualmente Transmissível causada por uma bactéria (Teponema pallidum). Pode afectar qualquer pessoa. Pode ser transmitida durante sexo vaginal, oral ou anal. Pode também ser transmitida durante o parto. </li></ul><ul><li>Quais os sintomas da sífilis? </li></ul><ul><li>Fase 1: Incubação Quando ocorre a primeira infecção. Não existem sintomas nesta fase. Podem decorrer entre 10 a 90 dias até que um teste de sangue revele a doença. </li></ul><ul><li>Fase 2: Sífilis Primária Aparece uma lesão rosada ou ulcerada, geralmente indolor, no pénis, vagina, boca ou anús que pode passar desprecebida. Esta lesão pode desaparecer sem tratamento mas a bactéria permanece no corpo. Pode tambem ter os gânglios linfáticos inchados. A doença pode ser transmitida nesta fase. </li></ul><ul><li>Fase 3: Sífilis Secundária Podem aparecer mais lesões generalizadas, especialmente nas mãos e pés. Estas lesões podem ter diferentes aspectos variando desde manchas a pápulas eventualmente com escamação. Sem tratamento estes sintomas também podem deseaparecer. A doença pode ser transmitida facilmente nesta fase e é detectável num teste de sangue. </li></ul><ul><li>Fase 4: Sífilis Latente Esta fase pode durar 5 a 20 anos sem sintomas específicos, mas um teste sanguínio detecta a doença. A bactéria permanece no corpo e pode causar diversos problemas de saúde sérios. No entanto a doença não é transmissível nesta fase. </li></ul><ul><li>Fase 5: Sífilis Terciária Nesa fase são finalmente visíveis os danos causados pela sífilis no organismo, podem revelar-se problemas na pele, cérebro, coração ou articulações. </li></ul><ul><li>A sífilis é perigosa? </li></ul><ul><li>Sim! Se não for tratada pode causar danos permanentes no cérebro, no coração e outros problemas de saúde a longo prazo. No caso da grávida pode causar sérios problemas ao recem-nascido incluindo a morte. A presença de úlceras pode facilitar a transmissão de outros vírus como o VIH e Hepatites. </li></ul><ul><li>Como é tratada a sífilis? </li></ul><ul><li>Dependendo da fase pode ser necessária uma ou mais injecções de antibióticos (normalmente penicilina) para eliminar a bactéria. Em alguns doentes podem ser tomados medicamentos via oral. Para controlar a evolução do tratamento, é necessário fazer testes de sangue regulares até ao completo desaparecimento da mesma. Todos os parceiros sexuais (até 12 meses antes dependendo da fase em que a doença foi diagnosticada) devem ser tratados a título profilático </li></ul><ul><li>Como evitar o contágio da Sífilis? * O uso de preservativo é aconselhável mas não oferece uma protecção completa. * Se o seu parceiro tem sífilis, não tenham sexo enquanto os sintomas estiverem presentes e se possível até ambos terminarem o tratamento </li></ul>
  8. 8. Escabiose e Pediculose Pubiana <ul><li>A Escabiose é originada por um ácaro (Sarcoptes scabiei na variedade Hominis) que penetra na pele e aí deposita os seus ovos. </li></ul><ul><li>A Pediculose Pubiana (vulgarmente conhecida por “Chatos”) foi identificada à séculos sendo originada por pequenos piolhos (Phithirus pubis) e respectivas lêndias. Para alguns autores é a mais contagiosa das doenças sexualmente transmissíveis. </li></ul><ul><li>Ambas as doenças s causam comichão tanto nos homens como nas mulheres. </li></ul><ul><li>Como se transmitem? </li></ul><ul><li>São normalmente transmitidos durante as relações sexuais. Podem tambem ser apanhados ao partilhar roupa, cama, mobília antiga forrada ou acolchoada, almofadas ou toalhas que tenham sido usados por uma pessoa infectada. </li></ul><ul><li>O que procurar? </li></ul><ul><li>Escabiose Pediculose Pubiana - (c)2003 PortugalGay.PTPicadas na pele ou sulcos que contêm os ácaros e seus ovos que podem originar comichão. A comichão é de intensidade variável geralmente mais intensa à noite ou ao amanhecer. No homem particularmente nos espaços interdigitais, na face anterior dos pulsos e cotovelos, na parte interior das axilas, cintura, coxas e orgãos genitais externos. Na mulher nos bicos dos seios, no abdomen e na parte inferior das nádegas. </li></ul><ul><li>Pediculose Pubiana: Tanto mulheres como os homens podem ter os sintomas seguintes: comichão intensa na zona púbica com pelos. Podem ser observados pequenos insectos rastejando ou minúsculos ovos nos pelos púbicos. </li></ul><ul><li>Em qualquer um dos casos os primeiros sintomas podem aparecer 1 a 2 semanas para a Pedicose Pubiana e 4 a 5 semanas para a Escabiose, no caso de reinfestação os sitemos podem aparecer desde as 24 horas após a reinfestação. </li></ul><ul><li>Como se tratam? </li></ul><ul><li>O tratamento usual consiste em loções que podem ser compradas numa farmácia. Siga cuidadosamente as intruções do farmaceutico ou médico. Caso esteja grávida informe a pessoa que lhe receita a loção. Durante alguns destes tratamentos não é recomendada a ingestão de bebidas alcoólicas. Lave toda a roupa incluindo roupa de cama com água quente para evitar a reinfecção. Pode continuar a ter comichão durante mais quinze dias após o tratamento mas não deve ter novas picadas. Informe todas as pessoas com quem teve sexo, partilhou cama ou roupa de forma a poderem ser examinadas e tratadas caso contrário podem reinfectá-lo. Se tem peças de roupa que não podem ser lavadas (como por exemplo um casaco de couro) mande-os lavar a seco ou feche-os num saco hermético e não o abra durante duas semanas. </li></ul><ul><li>Como posso evitar o contágio? </li></ul><ul><li>Se compra roupa em segunda mão ou tem roupa de outra pessoa, tenha a certeza que a lava em água quente antes da utilizar. Pode também selá-la num saco de plástico hermético durante duas semanas. Não partilhe a cama ou tenha sexo com alguém que tenha marcas de alergias ou problemas de comichão. Em caso de infecção de alguém que viva consigo faça com que todas os indivíduos do agregado familiar sejam tratados. </li></ul>
  9. 9. Doença Inflamatória Pélvica <ul><li>A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção grave usualmente originada pela Gonorreia, Clamídia ou outra batéria sexualmente transmissível. A bactéria é transmitida durante sexo vaginal e afectar progressivamente todo o aparelho reprodutor feminino. Pode originar infecções, lesões e dor. É a principal causa de infertilidade nas mulheres. </li></ul><ul><li>Como se transmite? </li></ul><ul><li>A bactéria é transmitida do homem para a mulher durante sexo vaginal. O homem pode estar infectado mas não o saber pois pode não ter sintomas (corrimento ou ardor ao urinar). A mulher pode estar infectada durante muitos meses e até anos sem ter sintomas. </li></ul><ul><li>Como sei se tenho DIP? </li></ul><ul><li>A mulher pode ter alguns dos seguintes sintomas: dores abdominais durante o sexo. Dor suave ou intensa na parte inferior do abdomen. Sangramento incomum ou corrimento na vagina. Dor na parte inferior das costas. Febre, arrepios e vómitos. Também é possível não ter nenhuns sintomas.´ </li></ul><ul><li>A DIP é um problema sério? </li></ul><ul><li>Sim! Após estar infectada na vagina a bactéria pode subir para o útero, trompas e ovários originando vários problemas a longo prazo: # Lesões e bloqueamento das trompas (impossibilidade de engravidar naturalmente) # Lesões em vários pontos do aparelho reprodutor (o sexo vaginal pode ser doloroso) # Gravidez ectópica, ou seja numa das trompas em vez do útero. Se acontecer é necessária uma intervenção cirúrgica de emergência e pode ser necessário remover a trompa afectada. # Cada vez que ocorre um caso do DIP as probabilidades da mulher ter uma gravidez normal diminuem de 15 a 30%. </li></ul><ul><li>Como se trata a DIP? # Utilizando antibióticos para eliminar as bactérias em causa dependendo da gravidade da situação. # Pode ser necessário internamento hospitalar e em casos muito graves intervenção cirúrgica. # Garantir a presença em todas as consultas marcadas para garantir o completo tratamento da infecção. # Não ter relações durante pelo menos 15 dias para permitir a cicratização e evitar a propagação da infecção no corpo. # Evitar exercícios violentos por 15 dias. # Cumprir a medicação durante todo o período indicado pelo seu médico mesmo após sentir-se melhor # Os seus parceiros sexuais devem ser consultados e tratados para evitar reinfecções. </li></ul><ul><li>Como posso evitar o contágio? # Faça um teste a DST se teve relações sexuais sem preservativo. De preferência este teste deve ser feito antes do seu período menstrual pois existem indícios que a infecção se propaga mais facilmente nessa altura. # Use preservativos sempre que tiver sexo vaginal, mesmo quando toma a pílula anticoncepcional. A pílula não a protege de DSTs. # Tipos de planeamento familiar através de barramento como esponja, presenvativos (feminio e masculino), diafragma podem evitar o contágio pois não permitem que o semen e as bactérias cheguem á entrada do útero. # Fale sobre as DSTs com o seu novo parceiro sexual e as suas intenções de ter sexo protegido (preservativo masculino ou feminino) </li></ul>
  10. 10. Cancro Mole ou Canroide <ul><li>O Cancro Mole (tambem conhecido como Cancroide ou Cancro Venéreo) é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) causada pela bactéria Hemophilus Ducreyi. Podendo afectar homens e mulheres. </li></ul><ul><li>Como se transmite? </li></ul><ul><li>O Cancro Mole transmite-se de pessoa para pessoa durante sexo anal, oral ou vaginal. </li></ul><ul><li>O que procurar? </li></ul><ul><li>Homens: Úlceras dolorosas ou não no pénis, à volta dos testiculos ou no recto. Dor ou inchaço nos testículos. Dor ao executar movimentos de grande aplitude com as pernas. </li></ul><ul><li>Mulher: Úlceras dolorosas ou não á volta ou no interior da vagina ou recto. Dor ao urinar. Dor ao executar movimentos de grande aplitude com as pernas. Raramente podem ser encontradas lesões nos seios, dedos, coxas ou na boca. </li></ul><ul><li>O Canco Mole e perigoso? </li></ul><ul><li>Sim! Se não forem tratadas as lesões podem crescer e tornar-se muito difíceis de tratar. As lesões também podem ser uma porta de entrada mais fácil para outras DSTs. Como tal o diagnóstico e tratamento atempado são importantes. </li></ul><ul><li>Qual o tratamento? O tratamento consiste em antibióticos indicados pelo seu médico variando entre dose única até tratamento diário durante 10 dias, existe tratamento específico para o caso de estar grávida. No caso de tratamento prolongado não termine o mesmo antes da data indicada pelo seu médico mesmo que os sintomas passem. Os seus parceiros sexuais devem ser examinados e tratados, caso contrário podem reinfectá-lo ou transmitir a doença a outros. Evite relações sexuais até ambos terem terminado o tratamento. </li></ul><ul><li>Como posso evitar o contágio? </li></ul><ul><li>Use preservativo sempre que tiver relações sexuais. Questione o seu parceiro sobre ocorrencias de feridas, corrimento ou dor na zona genital. Fale com o seu parceiro acerca do Cancro Mole e outras DSTs antes da primeira relação sexual e usem preservativos. </li></ul>
  11. 11. HIV/SIDA <ul><li>A Síndroma da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) sendo a fase final da infecção pelo Vírus da Imunodeficiencia Humana (VIH). Este virús ataca as células responsáveis pela protecção do corpo a infecções destruindo o sistema imunológico. É esta falta de protecção que leva à morte devido a doenças oportunistas. </li></ul><ul><li>Como se transmite? </li></ul><ul><li>O VIH pode ser transmitido pelo sangue, sémen e outros fluidos humanos. Normalmente a via de transmissão é o sexo anal ou vaginal e a partilha de utensílios infectados com sangue. Também é possível o contágio durante o sexo oral. Um número importante dos casos iniciais de infecção foram devidos a sangue e produtos derivados (principalmente os hemofílicos) mas os testes actuais diminuiram drasticamente as infecções por esta via. Se bem que inicialmente fosse considerada uma doença dos homossexuais actualmente o maior número de infecções é devido a sexo entre homem e mulher. O vírus não se transmite através do contacto social do dia a dia incluindo o beijo. </li></ul><ul><li>No caso de uma picada (pessoal de saúde) os riscos de infecção são aproximadamente de 30% para a hepatite B, 3% para a hepatite C e 0,3% para o VIH. Quais os sintomas? </li></ul><ul><li>Embora a infecção seja muitas vezes acompanhada de sintomas como febre ligeira e dores de cabeça os mesmos são normalmente demasiado suaves para serem tomados em conta. Alguns sintomas (que podem só aparecer passados vários anos da infecção inicial) possíveis são perda de peso sem explicação aparente, infecções recorrentes, nauseas, problemas intestinais, aumento presistente dos gânglios linfáticos. </li></ul><ul><li>O VIH é diagnosticado através de testes que detectam a presença de anticorpos no sangue. A detecção de anticorpos no sangue pode não ser possível mesmo após 6 meses da infecção. Este teste pode ser pedido pelo médico assistente mas também já existem centros de testes anónimos. </li></ul><ul><li>O VIH é um problema grave? </li></ul><ul><li>Sim. Se não for iniciado atempadamente o tratamento adequado o indivíduo infectado costuma morrer passados alguns anos devido a infecções oportunistas ou cancros que atacam devido à inexistência de defesas do organismo na fase avançada da doença. Os tratamentos actualmente existentes não são, mesmo assim, uma garantia de isenção de problemas além de originarem em muitos casos graves efeitos secundários. </li></ul><ul><li>Como se trata o VIH/SIDA? </li></ul><ul><li>Neste momento o tratamento comunamente aceite consiste numa combinação de três elementos antiretorvíricos de forma a atacar o VIH em diferentes fases da sua replicação. As terapias com apenas dois ou um elemento não são recomendadas pois levam rapidamente ao desenvolvimento de resistência à medicação por parte do vírus. É essencial manter a regularidade do regime selecionado e não falhar as tomas de forma a evitar o desenvolvimento de resistência do VIH e consequente falha no tratamento. </li></ul><ul><li>A evolução da infecção é controlado testando não só o estado do sistema imunulógico como também a presença de virus no sangue. Se bem que os tratamentos actuais consigam limitar o número de particulas víricas no sangue a valores quase indetectáveis isto não significa que o VIH não se encontre em grandes quantidades em outros locais do corpo. Mesmo com uma óptima resposta ao tratamento continuam a existir partículas do VIH no sangue e no sémen obrigando portanto a medidas de forma a evitar o contágio. </li></ul><ul><li>De acordo com o estado do sistema imunulógico do paciente podem ser recomendados tratamentos e vacinas adicionais de forma a evitar outras infecções que podem ser por si perigosas ou potenciar o desenvolvimento do VIH. </li></ul><ul><li>É também importante evitar a re-infecção pois facilita a evolução da infecção e pode originar novas variantes do virus resistentes ao tratamentos actuais. Assim mesmo quando os dois parceiros são VIH positivos devem ter comportamentos que evitem a transmissão do virus. </li></ul><ul><li>Como evitar o contágio? </li></ul><ul><li>* o uso de preservativo (feminino ou masculino) é uma forma, mas não 100% segura (devido a quebra no preservativo), de evitar o contágio * no caso de sexo oral, evitar o mesmo quando existam lesões na boca e a ejaculação para a boca do parceiro. O uso de preservativo nesta situação é uma segurança adicional. * tenha cuidado com a partilha de utensílios que possam estar contaminados com sangue ou sémen infectado * fale sobre as DSTs com o seu parceiro * fale acerca da suas intenções de ter sexo protegido (preservativo masculino ou feminino) * sugira um teste a várias DSTs para ambos antes de terem relações sexuais (lembre-se, no entanto, que existe um período que varia de dias até 6 meses em que muitas DSTs não são indentificáveis num teste embora estejam presentes) </li></ul>

×