SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 58
 Processo de Produção Químico 1º. Sem./2011 Eng.Produção e Ambiental
2 Processo Químico Na Aula Anterior ... ,[object Object]
Cinética e Equilíbrio dos Processos Químicos
Rendimento e Conversão,[object Object]
 Reações Industriais – Conceitos
Estequiometria Industrial e Cálculos de Rendimentos das Reações
 Exercícios de aplicação – Acido Sulfúrico
 Produção de Anidrido Maléico,[object Object]
5 Indústria Química Introdução Importância do Problemas de Estequiometria Industrial: Balanços de materiais;  Balanços de energias;  Relações de equilíbrio;  Equações de velocidade de processos (reatores). 5
6 Indústria Química Reações Industriais Reações Industrias – Como acontecem ? Reações não são completas (o que é?) Produtos e reagentes “geralmente” não são puros Produtos e reações colaterais Quase sempre se utilizam quantidade em excesso de reagente ! Para que? Resp.: garantir consumo total  do reagente mais valioso. Excesso de reagente pode ser reciclado no processo
7 Indústria Química Reações Industriais Reações completas (irreversíveis): pelo menos um dos reagentes esgota-se ou atinge uma concentração não mensurável, ex.: reações de combustão ,[object Object],Reações incompletas (reversíveis): nenhum dos reagentes se esgota no decorrer da reação. Ex.: maioria das reações em sistemas fechados ,[object Object],[object Object]
Resolução a) Escreva a equação química da reação inversa de cada uma das reações apresentadas. b) Duas destas reações podem considerar-se completas. Quais são?   4 NO(g) + 6 H2O(g)  4 NH3(g) + 5 O2(g);         2 NO2(g)   2 NO(g) + O2(g);        2 HNO3(l) + NO(g)   3NO2(g) + H2O(l) b) As duas primeiras são reações de combustão e, por isso, são praticamente completas.
10 Reações Colaterais Integração das plantas de produção de hidrogênio através do gás metano (GN ou Nafta) e oxigênio (ar) com a produção da amônia.  2 CH4(g) + O2(g) + N2 (g)  2 CO(g) + 4H2 (g) + N2 (g) Este processo é muito útil porque elimina o O2 do ar e permite obter H2 necessário à síntese da amônia
11 Indústria Química Reações Industriais Reações colaterais: reações que envolvem os mesmos reagentes mais originam produtos diferentes. Vejamos a reação de produção de H2 a partir do metano: 2CH4(g) + O2(g) + N2(g) 2CO(g) + 4H2(g) + N2 (g) Neste caso o rendimento desta reação não é 100% devido a existência de reações secundárias como:  CH4(g) + 2O2(g) + N2(g) CO2(g) + 2H2O(g) + N2 (g)
12 Indústria Química Reações Industriais Definições Importantes Reagente limitante e reagente em excesso Grau de pureza (reagentes e produtos)
13 Indústria Química Reações Industriais Reagente limitante: aquele que se esgota, se a reação for completa. Reagente em excesso: o que sobra no final da reação. Reagente limitante Reagente em excesso
14 Indústria Química Reações Industriais ,[object Object]
 Qual a relação com o custo do processo?A utilização de reagentes em excesso justifica-se, por exemplo, quando há diferença significativa de custos entre os vários reagentes.  Na produção de amônia acontece isso mesmo: o nitrogênio, como é mais barato, é usado em excesso, no sentido de esgotar ao máximo o hidrogênio (reagente mais caro) para obter amoníaco.
15 Indústria Química Reações Industriais ,[object Object],Reação Completa: forma 2 mols de NH3 a partir de 1 mol de N2 e 3 de H2. Imagine agora a mistura de 1,5 mol de H2 e 1 mol de N2.  ,[object Object]
O H2, condiciona a produção de amônia, logo é o reagente limitante. O N2, por sua vez, é o reagente em excesso: a sua quantidade é superior à prevista pela estequiometria da reação,[object Object]
 No equilíbrio teremos reagentes não consumidos e produtos;
 As quantidades máximas dos produtos serão determinadas pelo reagente-limite (geralmente o mais caro);
 Os excessos dos outros reagentes deverão ser calculados em relação a quantidade de reagente-limite;
 Mesmo havendo reagentes em excesso geralmente não se chega a esgotar o reagente-limite (estado equilíbrio ou tempo de contato insuficiente entre os reagentes);16
Exercício de Aplicação Na indústria do ácido sulfúrico, o oxigênio, retirado diretamente do ar, é usado em excesso para obter trióxido de enxofre, a partir de dióxido de enxofre (extraído da pirólise), segundo: Uma amostra de ar com 160 g de oxigênio é colocada num reator com 384 g de dióxido de enxofre para produzir trióxido de enxofre. Qual é o reagente em excesso e qual é o reagente limitante? b) Qual a massa máxima de trióxido de enxofre que se poderia obter nestas circunstâncias?
Resolução Ar com 160 g de O2 + 384 g de SO2 para produzir SO3.  Qual é o reagente em excesso e qual é o reagente limitante? 2       :      1                2 a) A estequiometria da reação revela que: 2 mols de SO2 por cada mol de O2: No caso, há 160g / 32g mol–1 = 5 mols de O2 e 384g / 64g mol–1 = 6 mols de SO2. Para consumir 5 mols de O2, seriam necessários 2 × 5 =10 mols de SO2. Como há menos, o SO2 é o reagente limitante e o O2 é o reagente em excesso (apesar de existir no vaso reacional maior massa e maior quantidade de matéria que SO2).
Resolução b) Qual a massa máxima de trióxido de enxofre que se poderia obter nestas circunstâncias? 2       :      1                2 6 mols                          6 mols b) O cálculo deve partir do “reagente limitante”. Já vimos que existem 6 mols de SO2.  De acordo com a reação sabemos que 2 mol SO2 2 mol SO3. Então 6 mols SO26 mols SO3. Como M(SO3) = 80 g/mol, a massa de SO3 é 6 mols × 80 g/mol = 480 g.
20 % Grau pureza = Massa de substância x 100 Massa de amostra Indústria Química Reações Industriais Grau de Pureza Massa de amostra = massa de substância + massa de impureza
Indústria Química Reações Industriais ,[object Object]
 E se tivermos, digamos, 272 kg de matéria-prima? Podemos calcular a massa de impurezas presentes na amostra da seguinte forma:A massa de substância disponível para reagir será:
Indústria Química Reações Industriais Vejamos o caso da produção de hidrogênio a partir do gás metano para ser utilizados na síntese da amônia: 2 CH4(g) + O2(g) + N2(g) 2 CO(g) + 4 H2(g) + N2(g) AR = 79% N2 + 21% O2 (para efeito de cálculos) Quem é a impureza no AR ? O nitrogênio é a impureza !!! Reação com gás metano é muito útil porque elimina o oxigênio da mistura (ar) e permite obter hidrogênio, necessário à síntese da amônia. Sendo o CO posteriormente removido.
Indústria Química Reações Industriais Algumas Conclusões A presença de impurezas na matéria-prima é um fator importante a ser levado em conta. O ar, usado como fonte de N2 na produção de amônia, contém O2, que é indesejável para este processo industrial. O O2 é, nesse caso, uma impureza. A indústria da amônia poderia usar N2 muito mais puro, obtido por destilação do ar, mas esse seria muito mais caro! Tal N2, altamente purificado, é utilizado, por exemplo, na indústria alimentícia ou na indústria farmacêutica, onde o grau de pureza é muito importante.
24 Indústria Química Reações Industriais Como medir a performance das reações químicas e do processo ? Conversão (reagentes) Grau de complementação de uma reação Seletividade (produtos) Rendimento  !!?? (produtos)
25 Indústria Química Reações Industriais Conversão Para que serve? Para apurar a maior ou menor transformação de reagente alimentado no processo em reagente que efetivamente reagiu (se transformou em produto) . % Conv. =                                                               Quantidade reagente reagiu x 100 Quantidade reagente entrada Quant. reag. reagiu = Quant. reag. entrada – Quant. reag. saida
Indústria Química Reações Industriais ,[object Object]
Exemplo:Na reação de 50 mols de N2 com 150 mols de H2 só reagiu 10 mols de N2 (Conv. = 20%), se todo N2 reagisse a Conversão do nitrogênio seria de 100%) ! No início: 50 mols      150 mols        0 mols     No equilíbrio 10 mols        30 mols      20 mols Conv. N2=10/50 = 0,20 Conv. N2=(10/50).100 = 20% 26
Indústria Química Reações Industriais Grau de Complementação Para que serve ? Para apurar a percentagem de reagente-limitante que se transforma em produto no decurso da reação. Como se calcula ? % Grau Compl. =                                                               Quantidade produto desejado x 100 Quantidade reagente entrada  27
Indústria Química Reações Industriais Seletividade Para que serve ? Importante para avaliação de processos que ocorrem com reações paralelas. Esse parâmetro dá a ideia da proporção do produto desejado dentre outros produtos da reação. % Selet. =                                                               Quantidade produto desejado x 100 Quantidade produto totais formados Quant. Prod. Totais = Quant. reag. entrada – Quant. reag. saída Quant. Prod. Totais = Quant. reag. que reagiu 28
29 Indústria Química Reações Industriais
% Rend. =                                                               Quantidade produto obtido (real) x 100 Quant. reag. limitante (alimentação) Indústria Química Reações Industriais Rendimento (baseado reagente limitante alimentado - carga) Para que serve ? Para apurar a maior ou menor transformação da carga de reagente limitante (mais caro) em produtos. Como se calcula? a quantidade obtida (massa ou mols) de produto desejado dividida pela quantidade alimentada do reagente mais importante (limitante 30
% Rend. =                                                               Quantidade produto obtido (real) x 100 Quant. reag. limitante (consumida) Indústria Química Reações Industriais Rendimento (baseado em reagente limitante consumido) Para que serve ? Para apurar a maior ou menor transformação de reagente limitante (mais caro) que realmente reagiu em produtos. ,[object Object],31
Indústria Química Reações Industriais Rendimento(estequiométrico) (baseado no consumo teórico do reagente limitante) Para que serve ? Para apurar a maior ou menor transformação de reagentes em produtos. ,[object Object],% Rend. =                                                               Quantidade produto obtido (real) x 100 Quantidade produto (teórico) 32
Indústria Química Reações Industriais ,[object Object]
O rendimento da reação de síntese da amônia, a 500 ºC e a 150 atm, é frequentemente acima de 98%, enquanto que a conversão é de apenas de (14 a 20%). 50 mols      150 mols     100 mols  (teórico)  -    Rend. = 100% 50 mols      150 mols        98 mols  (processo) – Rend. = 98/100 = 98%    Recirculação – economia do processo – equipamentos necessários 33
Indústria Química Reações Industriais ,[object Object]
CH3OH + ½ O2 CH2O + H2O      (I)
CH3OH + O2 CH2O2+ H2O     (II)
CH3OH + 3/2 O2 CO2+ H2O         (III)
Determine
 Reagente Limitante ?
Reagente em excesso ?
Produto desejado ?
Sub-produtos formados ?34
Indústria Química Reações Industriais ,[object Object]
Descrição Resumida:
No reator entra metanol e ar e sai metanal (formaldeído), os subprodutos gás carbônico e ácido formico e materias primas que não reagiram
Na torre de absorção entra a corrente vinda do reator em contra corrente com água, com objetivo de absorver o metanal
Esta reação pode ocorrer na ausência de catalisador, sendo todo metanol convertido em CO2 e H2O (III) 35

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

introdução ao balanço de massa
introdução ao balanço de massaintrodução ao balanço de massa
introdução ao balanço de massamlbf23
 
Capitulo 2 balanço de massa
Capitulo 2   balanço de massaCapitulo 2   balanço de massa
Capitulo 2 balanço de massaPk Keller
 
Heterogeneidades dos materiais que afetam a corrosão
Heterogeneidades dos materiais que afetam a corrosãoHeterogeneidades dos materiais que afetam a corrosão
Heterogeneidades dos materiais que afetam a corrosãoelizethalves
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDOEzequias Guimaraes
 
Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de EliminaçãoReações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de EliminaçãoJosé Nunes da Silva Jr.
 
Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.
Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.
Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.Dhion Meyg Fernandes
 
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do VinagreRelatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do VinagreDhion Meyg Fernandes
 
Operações unitárias
Operações unitáriasOperações unitárias
Operações unitáriasMarcela Abreu
 
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo IIRelatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo IIErica Souza
 
Trabalho reatores leito fixo e fluidizado
Trabalho   reatores leito fixo e fluidizadoTrabalho   reatores leito fixo e fluidizado
Trabalho reatores leito fixo e fluidizadoWenderson Samuel
 
Aula 2-titulação-ácido-base
Aula 2-titulação-ácido-baseAula 2-titulação-ácido-base
Aula 2-titulação-ácido-baseDaiana Ramos
 
Aula 2 Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)
Aula 2   Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)Aula 2   Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)
Aula 2 Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)José Marcelo Cangemi
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG...
 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG... RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG...
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG...Ezequias Guimaraes
 
Aula 16 19 substituição nucleofílica
Aula 16 19 substituição nucleofílicaAula 16 19 substituição nucleofílica
Aula 16 19 substituição nucleofílicaGustavo Silveira
 
Potenciométrica e Condutimetria
Potenciométrica e CondutimetriaPotenciométrica e Condutimetria
Potenciométrica e CondutimetriaMaria Teixiera
 
Cinetica quimica
Cinetica quimicaCinetica quimica
Cinetica quimicaLiana Maia
 

Mais procurados (20)

introdução ao balanço de massa
introdução ao balanço de massaintrodução ao balanço de massa
introdução ao balanço de massa
 
Capitulo 2 balanço de massa
Capitulo 2   balanço de massaCapitulo 2   balanço de massa
Capitulo 2 balanço de massa
 
Heterogeneidades dos materiais que afetam a corrosão
Heterogeneidades dos materiais que afetam a corrosãoHeterogeneidades dos materiais que afetam a corrosão
Heterogeneidades dos materiais que afetam a corrosão
 
Destilação
DestilaçãoDestilação
Destilação
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: EXTRAÇÃO LÍQUIDO - LÍQUIDO
 
Capítulo 5 balanco com reaccao.pdf tina
Capítulo 5 balanco com reaccao.pdf tinaCapítulo 5 balanco com reaccao.pdf tina
Capítulo 5 balanco com reaccao.pdf tina
 
Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de EliminaçãoReações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
 
Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.
Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.
Relatório - Volumetria de Complexação: determinação de dureza da água.
 
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do VinagreRelatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
Relatorio de Química Analítica II - Determinação da Acidez total do Vinagre
 
Operações unitárias
Operações unitáriasOperações unitárias
Operações unitárias
 
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo IIRelatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
 
Trabalho reatores leito fixo e fluidizado
Trabalho   reatores leito fixo e fluidizadoTrabalho   reatores leito fixo e fluidizado
Trabalho reatores leito fixo e fluidizado
 
Aula 2-titulação-ácido-base
Aula 2-titulação-ácido-baseAula 2-titulação-ácido-base
Aula 2-titulação-ácido-base
 
Aula 2 Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)
Aula 2   Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)Aula 2   Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)
Aula 2 Gases Industriais - 2012 (UNIFEB)
 
Relatório ii calor de neutralização
Relatório ii calor de neutralizaçãoRelatório ii calor de neutralização
Relatório ii calor de neutralização
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG...
 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG... RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG...
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: REAÇÕES DOS METAIS ALCALINOS E OBTENÇÃO DO HIDROG...
 
Lei de lambert beer
Lei de lambert beerLei de lambert beer
Lei de lambert beer
 
Aula 16 19 substituição nucleofílica
Aula 16 19 substituição nucleofílicaAula 16 19 substituição nucleofílica
Aula 16 19 substituição nucleofílica
 
Potenciométrica e Condutimetria
Potenciométrica e CondutimetriaPotenciométrica e Condutimetria
Potenciométrica e Condutimetria
 
Cinetica quimica
Cinetica quimicaCinetica quimica
Cinetica quimica
 

Destaque

4 extracçâo
4 extracçâo4 extracçâo
4 extracçâoFersay
 
Aula 09 tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04
Aula 09   tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04Aula 09   tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04
Aula 09 tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Fersay
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2Fersay
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1Fersay
 
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidosMódulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidosFersay
 
Modulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimicaModulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimicaFersay
 
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimicaFersay
 
3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimica3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimicaFersay
 
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimicaFersay
 
1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimica1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimicaFersay
 
Aula 03 industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11
Aula 03   industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11Aula 03   industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11
Aula 03 industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 14 balanço de energia em processos químicos - 06.05.11
Aula 14   balanço de energia em processos químicos - 06.05.11Aula 14   balanço de energia em processos químicos - 06.05.11
Aula 14 balanço de energia em processos químicos - 06.05.11Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Calculo de Concentrações e Preparação de Soluções
Calculo de Concentrações e Preparação de SoluçõesCalculo de Concentrações e Preparação de Soluções
Calculo de Concentrações e Preparação de SoluçõesFabio Santos Nery
 
Aula 08 tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
Aula 08   tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11Aula 08   tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
Aula 08 tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014Fersay
 
Nova Embalagem para Ovos de Páscoa
Nova Embalagem para Ovos de Páscoa Nova Embalagem para Ovos de Páscoa
Nova Embalagem para Ovos de Páscoa Marco Coghi
 
Trabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplas
Trabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplasTrabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplas
Trabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplasRomário Ewerton
 

Destaque (20)

4 extracçâo
4 extracçâo4 extracçâo
4 extracçâo
 
Aula 09 tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04
Aula 09   tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04Aula 09   tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04
Aula 09 tecnologia da engenharia química - operações unitárias ii - 01.04
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte2
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte1
 
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidosMódulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
Módulo2 ppt-estática-dinâmicadefluidos
 
Modulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimicaModulo1 introduçãoàindústriaquimica
Modulo1 introduçãoàindústriaquimica
 
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
 
3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimica3 evaporação-tecnologia quimica
3 evaporação-tecnologia quimica
 
Abiquim industria quimica-brasileira 2010
Abiquim   industria quimica-brasileira 2010Abiquim   industria quimica-brasileira 2010
Abiquim industria quimica-brasileira 2010
 
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
2 absorçãodegases-tecnologiaquimica
 
1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimica1 destilaçâo-tecnologia quimica
1 destilaçâo-tecnologia quimica
 
Aula 03 industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11
Aula 03   industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11Aula 03   industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11
Aula 03 industria quimica no brasil e no mundo - 18.02.11
 
Aula 14 balanço de energia em processos químicos - 06.05.11
Aula 14   balanço de energia em processos químicos - 06.05.11Aula 14   balanço de energia em processos químicos - 06.05.11
Aula 14 balanço de energia em processos químicos - 06.05.11
 
Calculo de Concentrações e Preparação de Soluções
Calculo de Concentrações e Preparação de SoluçõesCalculo de Concentrações e Preparação de Soluções
Calculo de Concentrações e Preparação de Soluções
 
Aula 08 tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
Aula 08   tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11Aula 08   tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
Aula 08 tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
 
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
Mod 5 transferencia-de-calor-vs 2013-2014
 
Nova Embalagem para Ovos de Páscoa
Nova Embalagem para Ovos de Páscoa Nova Embalagem para Ovos de Páscoa
Nova Embalagem para Ovos de Páscoa
 
Absorption
AbsorptionAbsorption
Absorption
 
Trabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplas
Trabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplasTrabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplas
Trabalho de reatores -Exercicios do fogler - reações multiplas
 

Semelhante a Processo Químico Industrial

Aula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptx
Aula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptxAula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptx
Aula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptxMrcioCardoso30
 
Cálculo do rendimento
Cálculo do rendimentoCálculo do rendimento
Cálculo do rendimentoIsadora Girio
 
Estequiometria conceitos e aplicações
Estequiometria   conceitos e aplicaçõesEstequiometria   conceitos e aplicações
Estequiometria conceitos e aplicaçõesProfª Alda Ernestina
 
estequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdf
estequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdfestequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdf
estequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdfRicardoBrunoFelix
 
REVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANO
REVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANOREVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANO
REVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANOSilvaprado
 
aula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manual
aula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manualaula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manual
aula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manualhensonmateus035
 
1 ficha qumica
1 ficha qumica1 ficha qumica
1 ficha qumicaanacdalves
 
Ficha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometriaFicha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometriaMário Oliveira
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
EstequiometriaDelPadre
 
Cálculos estequiométricos
Cálculos estequiométricosCálculos estequiométricos
Cálculos estequiométricosMarilia Estevao
 
Exercicio reagente limitante
Exercicio reagente limitanteExercicio reagente limitante
Exercicio reagente limitanteRogerio Andrade
 
Aula 07 tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03
Aula 07   tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03Aula 07   tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03
Aula 07 tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 5 progressao semi ext noite 2016
Aula 5   progressao semi ext noite 2016Aula 5   progressao semi ext noite 2016
Aula 5 progressao semi ext noite 2016paulomigoto
 

Semelhante a Processo Químico Industrial (20)

"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria
 
Aula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptx
Aula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptxAula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptx
Aula 14 - Cálculos Estequiométricos II(2).pptx
 
Cálculo do rendimento
Cálculo do rendimentoCálculo do rendimento
Cálculo do rendimento
 
Estequiometria conceitos e aplicações
Estequiometria   conceitos e aplicaçõesEstequiometria   conceitos e aplicações
Estequiometria conceitos e aplicações
 
estequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdf
estequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdfestequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdf
estequiometria-conceitoseaplicaes-140415075418-phpapp02.pdf
 
REVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANO
REVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANOREVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANO
REVISÃO DE QUÍMICA DO 3º ANO
 
aula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manual
aula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manualaula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manual
aula2estequiometria.pdf e mais do que um simples manual
 
1 ficha qumica
1 ficha qumica1 ficha qumica
1 ficha qumica
 
Ficha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometriaFicha de aula estequiometria
Ficha de aula estequiometria
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
 
Calculo
CalculoCalculo
Calculo
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
 
Cálculos estequiométricos
Cálculos estequiométricosCálculos estequiométricos
Cálculos estequiométricos
 
Estequiometria - Apresentação
Estequiometria - ApresentaçãoEstequiometria - Apresentação
Estequiometria - Apresentação
 
Exercicio reagente limitante
Exercicio reagente limitanteExercicio reagente limitante
Exercicio reagente limitante
 
"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria"Somos Físicos" Estequiometria
"Somos Físicos" Estequiometria
 
Apres 01
Apres 01Apres 01
Apres 01
 
Aula 07 tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03
Aula 07   tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03Aula 07   tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03
Aula 07 tecnologias da eng quimica - reatores quimicos - 18.03
 
Aula 5 progressao semi ext noite 2016
Aula 5   progressao semi ext noite 2016Aula 5   progressao semi ext noite 2016
Aula 5 progressao semi ext noite 2016
 
Cálculo estequiométrico
Cálculo estequiométricoCálculo estequiométrico
Cálculo estequiométrico
 

Mais de Nelson Virgilio Carvalho Filho

Aula 12 introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
Aula 12   introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10Aula 12   introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
Aula 12 introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudosAula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudosNelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)Nelson Virgilio Carvalho Filho
 

Mais de Nelson Virgilio Carvalho Filho (20)

Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11
Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11
Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11
 
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
 
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
 
Aula 12 introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
Aula 12   introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10Aula 12   introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
Aula 12 introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
 
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
 
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
 
Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09
Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09
Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09
 
Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09
Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09
Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09
 
Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09
Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09
Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09
 
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
 
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudosAula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
 
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
 
Aula 02 - Caracterização das águas
Aula 02 - Caracterização das águasAula 02 - Caracterização das águas
Aula 02 - Caracterização das águas
 
Aula 01 inicial - apresentação e introdução
Aula 01   inicial - apresentação e introduçãoAula 01   inicial - apresentação e introdução
Aula 01 inicial - apresentação e introdução
 
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
 
Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
 
Aula 09 revisão ap1- quimica aplicada engenharia
Aula 09   revisão ap1- quimica aplicada engenhariaAula 09   revisão ap1- quimica aplicada engenharia
Aula 09 revisão ap1- quimica aplicada engenharia
 
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
 
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
 
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculasAula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
 

Último

Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxBiancaNogueira42
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxfabiolalopesmartins1
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfAdrianaCunha84
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxOsnilReis1
 
Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.
Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.
Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.Susana Stoffel
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniCassio Meira Jr.
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosAntnyoAllysson
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasCassio Meira Jr.
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
 
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
 
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
 
Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.
Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.
Família de palavras.ppt com exemplos e exercícios interativos.
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 

Processo Químico Industrial

  • 1. Processo de Produção Químico 1º. Sem./2011 Eng.Produção e Ambiental
  • 2.
  • 3. Cinética e Equilíbrio dos Processos Químicos
  • 4.
  • 6. Estequiometria Industrial e Cálculos de Rendimentos das Reações
  • 7. Exercícios de aplicação – Acido Sulfúrico
  • 8.
  • 9. 5 Indústria Química Introdução Importância do Problemas de Estequiometria Industrial: Balanços de materiais; Balanços de energias; Relações de equilíbrio; Equações de velocidade de processos (reatores). 5
  • 10. 6 Indústria Química Reações Industriais Reações Industrias – Como acontecem ? Reações não são completas (o que é?) Produtos e reagentes “geralmente” não são puros Produtos e reações colaterais Quase sempre se utilizam quantidade em excesso de reagente ! Para que? Resp.: garantir consumo total do reagente mais valioso. Excesso de reagente pode ser reciclado no processo
  • 11.
  • 12. Resolução a) Escreva a equação química da reação inversa de cada uma das reações apresentadas. b) Duas destas reações podem considerar-se completas. Quais são? 4 NO(g) + 6 H2O(g)  4 NH3(g) + 5 O2(g); 2 NO2(g)  2 NO(g) + O2(g); 2 HNO3(l) + NO(g)  3NO2(g) + H2O(l) b) As duas primeiras são reações de combustão e, por isso, são praticamente completas.
  • 13. 10 Reações Colaterais Integração das plantas de produção de hidrogênio através do gás metano (GN ou Nafta) e oxigênio (ar) com a produção da amônia. 2 CH4(g) + O2(g) + N2 (g)  2 CO(g) + 4H2 (g) + N2 (g) Este processo é muito útil porque elimina o O2 do ar e permite obter H2 necessário à síntese da amônia
  • 14. 11 Indústria Química Reações Industriais Reações colaterais: reações que envolvem os mesmos reagentes mais originam produtos diferentes. Vejamos a reação de produção de H2 a partir do metano: 2CH4(g) + O2(g) + N2(g) 2CO(g) + 4H2(g) + N2 (g) Neste caso o rendimento desta reação não é 100% devido a existência de reações secundárias como: CH4(g) + 2O2(g) + N2(g) CO2(g) + 2H2O(g) + N2 (g)
  • 15. 12 Indústria Química Reações Industriais Definições Importantes Reagente limitante e reagente em excesso Grau de pureza (reagentes e produtos)
  • 16. 13 Indústria Química Reações Industriais Reagente limitante: aquele que se esgota, se a reação for completa. Reagente em excesso: o que sobra no final da reação. Reagente limitante Reagente em excesso
  • 17.
  • 18. Qual a relação com o custo do processo?A utilização de reagentes em excesso justifica-se, por exemplo, quando há diferença significativa de custos entre os vários reagentes. Na produção de amônia acontece isso mesmo: o nitrogênio, como é mais barato, é usado em excesso, no sentido de esgotar ao máximo o hidrogênio (reagente mais caro) para obter amoníaco.
  • 19.
  • 20.
  • 21. No equilíbrio teremos reagentes não consumidos e produtos;
  • 22. As quantidades máximas dos produtos serão determinadas pelo reagente-limite (geralmente o mais caro);
  • 23. Os excessos dos outros reagentes deverão ser calculados em relação a quantidade de reagente-limite;
  • 24. Mesmo havendo reagentes em excesso geralmente não se chega a esgotar o reagente-limite (estado equilíbrio ou tempo de contato insuficiente entre os reagentes);16
  • 25. Exercício de Aplicação Na indústria do ácido sulfúrico, o oxigênio, retirado diretamente do ar, é usado em excesso para obter trióxido de enxofre, a partir de dióxido de enxofre (extraído da pirólise), segundo: Uma amostra de ar com 160 g de oxigênio é colocada num reator com 384 g de dióxido de enxofre para produzir trióxido de enxofre. Qual é o reagente em excesso e qual é o reagente limitante? b) Qual a massa máxima de trióxido de enxofre que se poderia obter nestas circunstâncias?
  • 26. Resolução Ar com 160 g de O2 + 384 g de SO2 para produzir SO3. Qual é o reagente em excesso e qual é o reagente limitante? 2 : 1  2 a) A estequiometria da reação revela que: 2 mols de SO2 por cada mol de O2: No caso, há 160g / 32g mol–1 = 5 mols de O2 e 384g / 64g mol–1 = 6 mols de SO2. Para consumir 5 mols de O2, seriam necessários 2 × 5 =10 mols de SO2. Como há menos, o SO2 é o reagente limitante e o O2 é o reagente em excesso (apesar de existir no vaso reacional maior massa e maior quantidade de matéria que SO2).
  • 27. Resolução b) Qual a massa máxima de trióxido de enxofre que se poderia obter nestas circunstâncias? 2 : 1  2 6 mols  6 mols b) O cálculo deve partir do “reagente limitante”. Já vimos que existem 6 mols de SO2. De acordo com a reação sabemos que 2 mol SO2 2 mol SO3. Então 6 mols SO26 mols SO3. Como M(SO3) = 80 g/mol, a massa de SO3 é 6 mols × 80 g/mol = 480 g.
  • 28. 20 % Grau pureza = Massa de substância x 100 Massa de amostra Indústria Química Reações Industriais Grau de Pureza Massa de amostra = massa de substância + massa de impureza
  • 29.
  • 30. E se tivermos, digamos, 272 kg de matéria-prima? Podemos calcular a massa de impurezas presentes na amostra da seguinte forma:A massa de substância disponível para reagir será:
  • 31. Indústria Química Reações Industriais Vejamos o caso da produção de hidrogênio a partir do gás metano para ser utilizados na síntese da amônia: 2 CH4(g) + O2(g) + N2(g) 2 CO(g) + 4 H2(g) + N2(g) AR = 79% N2 + 21% O2 (para efeito de cálculos) Quem é a impureza no AR ? O nitrogênio é a impureza !!! Reação com gás metano é muito útil porque elimina o oxigênio da mistura (ar) e permite obter hidrogênio, necessário à síntese da amônia. Sendo o CO posteriormente removido.
  • 32. Indústria Química Reações Industriais Algumas Conclusões A presença de impurezas na matéria-prima é um fator importante a ser levado em conta. O ar, usado como fonte de N2 na produção de amônia, contém O2, que é indesejável para este processo industrial. O O2 é, nesse caso, uma impureza. A indústria da amônia poderia usar N2 muito mais puro, obtido por destilação do ar, mas esse seria muito mais caro! Tal N2, altamente purificado, é utilizado, por exemplo, na indústria alimentícia ou na indústria farmacêutica, onde o grau de pureza é muito importante.
  • 33. 24 Indústria Química Reações Industriais Como medir a performance das reações químicas e do processo ? Conversão (reagentes) Grau de complementação de uma reação Seletividade (produtos) Rendimento !!?? (produtos)
  • 34. 25 Indústria Química Reações Industriais Conversão Para que serve? Para apurar a maior ou menor transformação de reagente alimentado no processo em reagente que efetivamente reagiu (se transformou em produto) . % Conv. = Quantidade reagente reagiu x 100 Quantidade reagente entrada Quant. reag. reagiu = Quant. reag. entrada – Quant. reag. saida
  • 35.
  • 36. Exemplo:Na reação de 50 mols de N2 com 150 mols de H2 só reagiu 10 mols de N2 (Conv. = 20%), se todo N2 reagisse a Conversão do nitrogênio seria de 100%) ! No início: 50 mols 150 mols 0 mols No equilíbrio 10 mols 30 mols 20 mols Conv. N2=10/50 = 0,20 Conv. N2=(10/50).100 = 20% 26
  • 37. Indústria Química Reações Industriais Grau de Complementação Para que serve ? Para apurar a percentagem de reagente-limitante que se transforma em produto no decurso da reação. Como se calcula ? % Grau Compl. = Quantidade produto desejado x 100 Quantidade reagente entrada 27
  • 38. Indústria Química Reações Industriais Seletividade Para que serve ? Importante para avaliação de processos que ocorrem com reações paralelas. Esse parâmetro dá a ideia da proporção do produto desejado dentre outros produtos da reação. % Selet. = Quantidade produto desejado x 100 Quantidade produto totais formados Quant. Prod. Totais = Quant. reag. entrada – Quant. reag. saída Quant. Prod. Totais = Quant. reag. que reagiu 28
  • 39. 29 Indústria Química Reações Industriais
  • 40. % Rend. = Quantidade produto obtido (real) x 100 Quant. reag. limitante (alimentação) Indústria Química Reações Industriais Rendimento (baseado reagente limitante alimentado - carga) Para que serve ? Para apurar a maior ou menor transformação da carga de reagente limitante (mais caro) em produtos. Como se calcula? a quantidade obtida (massa ou mols) de produto desejado dividida pela quantidade alimentada do reagente mais importante (limitante 30
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44. O rendimento da reação de síntese da amônia, a 500 ºC e a 150 atm, é frequentemente acima de 98%, enquanto que a conversão é de apenas de (14 a 20%). 50 mols 150 mols 100 mols (teórico) - Rend. = 100% 50 mols 150 mols 98 mols (processo) – Rend. = 98/100 = 98% Recirculação – economia do processo – equipamentos necessários 33
  • 45.
  • 46. CH3OH + ½ O2 CH2O + H2O (I)
  • 47. CH3OH + O2 CH2O2+ H2O (II)
  • 48. CH3OH + 3/2 O2 CO2+ H2O (III)
  • 54.
  • 56. No reator entra metanol e ar e sai metanal (formaldeído), os subprodutos gás carbônico e ácido formico e materias primas que não reagiram
  • 57. Na torre de absorção entra a corrente vinda do reator em contra corrente com água, com objetivo de absorver o metanal
  • 58. Esta reação pode ocorrer na ausência de catalisador, sendo todo metanol convertido em CO2 e H2O (III) 35
  • 59.
  • 60. Catalisador é usado para evitar a conversão total do metanol em CO2 e H2O, graças a possibilidade de conduzir a reação a temperaturas mais baixas
  • 61. Catalisador de Platina (processo ICI)
  • 62. Catalisador de óxido de ferro e molibdênio (processo Perstorp)36
  • 63.
  • 64. 38 Indústria Química Anidrido Maléico C=OCH=CHC=O2
  • 65.
  • 66. Na produção de aditivos para óleos lubrificantes; inseticidas, herbicidas e fungicidas; ácido fumárico; cola para papel.
  • 67. É utilizado na produção de copolímeros, como os copolímeros reativos de metacrilato de metila-anidrido maléico.
  • 68. É utilizado como aditivo em polipropileno visando induzir modificações nas propriedades deste polímero e em materiais onde este é adicionado.
  • 69. Como aditivo em elastômeros do tipo EPDM para melhorar a força de adesão em tintas a base de EVA(Espuma Vinílica Acetinada) e outras aplicações.
  • 70.
  • 71. 41
  • 73. 43 Exercício de Aplicação Exemplo: Processo Orgânico Contínuo em fase Gasosa: Produção de Anidrido Maléico (MAN) por Oxidação Catalítica Parcial do n-Butano “Anidrido maléico era tradicionalmente fabricado pela oxidação do benzeno ou outros compostos aromáticos. Devido as crescentes pressões ambientais e à elevação do preço do benzeno, a maior parte das plantas de anidrido maléico agora usam n-butano como matéria prima, em processo chamado "Produto Refinado II“ através de um catalisador Vanádio-P(Fósforo)-O(Óxido de)-(VPO). O "Produto Refinado II“ é uma parte de uma fração de C4 resultante de craqueamento e essencialmente é uma mistura dos isômeros n-Buteno e n-Butano. Em 2006, somente poucas plantas continuavam a usar benzeno” 43
  • 74. 44 Exercício de Aplicação REAÇÃO PRINCIPAL: H3C-CH2-CH2-CH3 + 3,5O2-> C2H2(CO)2O + 4H2O DADOS: A reação esta Balanceada ? Determinar: % de conversão global % seletividade em MAN % de complementação em MAN Produção kg/h de MAN % de rendimento em MAN DICA para RESOLUÇÃO:Primeiramente determinar a % molar do reagente limitante n-butano 44
  • 75. 45 Exercício de Aplicação Determinar: Quem é o reagente limitante. Por que ? Quem é o reagente em excesso. Por que ? Qual é o produtos desejado ? Quais os produtos colaterais formados ? 45
  • 76. 46 Exercício de Aplicação 46
  • 77.
  • 78. % molar i = Xi . 100%,
  • 79. Xi = ni / n total,
  • 80. Mols n-butano: n1 = 700/58,12 = 12,04 mols
  • 81. Mols Ar: n2= 23.500/29,0 = 810,3 mols
  • 82. Mols total: nt = n1+ n2= 12,04 + 810,3 = 822,38 mols
  • 83. Fração Molar (n-butano): Xi = 12,04/822,38 = 0,01464
  • 84. %molar (n-butano) = Xi . 100 = 1,464 % molar47
  • 85.
  • 88. Entrada – Saída = 1,464 – 0,25 = 1,214
  • 89. % Conv. = (1,214 / 1,464).100 = 82,9%48
  • 90.
  • 91. Quant. Prod. Totais = Quant. n-butano que Reagiu = Quant. n-butano Entrada – Quant. n-butano Saída (não reagiu) = 1,464 – 0,25 = 1,214 (MAN e Colaterias)
  • 92. % selet. = (1,1 / 1,214).100 = 90,6%49
  • 93.
  • 94. Quant. Prod. Obtido = 1,1 (MAN)
  • 95. Quant. Reag. Entrada = 1,464 (n-butano)
  • 96. Logo,
  • 97. % Compl. em MAN = (1,1/1,464).100 = 75,13%
  • 98. Significa que (100 - 75,13)= 24,87% de prod. colaterais50
  • 99.
  • 100. 1 mol n-butano 1 mol MAN
  • 101. 58,12 98,2
  • 103. X = 887,04 kg de Produção de MAN,51
  • 104.
  • 105. 1 mol n-butano 1 mol MAN
  • 106. 58,12 98,2
  • 108. X = 887,04 kg de Produção de MAN, Logo,
  • 109. % rend. em MAN (carga) = (887,04 / 700).100 = 126,75%52
  • 110. 53 Exercício de Aplicação Ácido nítrico é produzido pela oxidação de amônia com excesso de oxigênio, sobre um catalisador de platina, em uma seqüência de reações exotérmicas. Um esquema simplificado desse processo é a) Escreva as equações químicas balanceadas das reações que ocorrem no reator, na torre de oxidação e na torre de absorção. Note que, desta última, sai NO(g), nela gerado. A maior parte desse gás é aproveitada na própria torre, onde há oxigênio em excesso. Duas reações principais ocorrem nessa torre. b) A velocidade da reação que ocorre na torre de oxidação, ao contrário da velocidade da maioria das reações químicas, diminui com o aumento da temperatura. Baseando-se em tal informação, explique o que deve ser o dispositivo A. 53
  • 111. 54 Resolução Ácido nítrico é produzido pela oxidação de amônia com excesso de oxigênio, sobre um catalisador de platina, em uma seqüência de reações exotérmicas. Um esquema simplificado desse processo é (a) No reator: (Pt) 4NH3(g) + 5O2(g) -> 4NO(g) + 6H2O(g) Na torre de oxidação: 2NO(g) + O2(g) -> 2NO2(g) Na torre de absorção: 2NO2(g) + H2O(l) -> HNO3(aq) + HNO2(aq) 3HNO2(aq) -> HNO3(aq) + 2NO(g) + H2O(g) Uma parte do NO(g) é aproveitada na própria torre: 2NO(g) + O2(g) -> 2NO2(g) RESPOSTA (A) 54
  • 112. 55 Resolução Ácido nítrico é produzido pela oxidação de amônia com excesso de oxigênio, sobre um catalisador de platina, em uma seqüência de reações exotérmicas. Um esquema simplificado desse processo é (b) Na torre de oxidação, o NO é convertido a NO2. NO + ½ O2 NO2 De acordo com o enunciado, uma vez que a velocidade dessa conversão diminui com o aumento da temperatura, o dispositivo A deve ser um sistema de refrigeração (trocador de calor), para aumentar a rapidez do processo. RESPOSTA (B) 55
  • 113.
  • 114. Síntese do Ác. Nítrico – Processo Ostewald (Cap. 18)
  • 115. Síntese do Ác. Sulfúrico – Processo de Contato (Cap. 19)
  • 117.