SlideShare uma empresa Scribd logo
RUA SANTA LUZIA, 735 S. 1101 – RIO DE JANEIRO (21) 2531 2227  www.etcinfofisco.com.br
CONTABILIDADE MODERNA FORNECEDOR RFB EMPRESA DIMOF CT-e CLI CLI SPED
CONTABILIDADE MODERNA RECEPCIONA PROCESSA RFB SPED
SISTEMA DE FISCALIZAÇÃO FEDERAL Termo de início de fiscalização Mandado de Procedimento Fiscal Intimações Termos de verificação fiscal Termo de retenção ou apreensão de documentos Respostas / Declarações do contribuinte Termo de continuação Relatório da Movimentação Financeira Agravamento de multa Representação para fins penais Notificação Eletrônica
SISTEMA DE FISCALIZAÇÃO FEDERAL NOTIFICAÇÃO ELETRÔNICA – DECRETO 70235/ Art. 11. A notificação de lançamento será expedida pelo órgão que administra o tributo e conterá obrigatoriamente:          I - a qualificação do notificado;          II - o valor do crédito tributário e o prazo para recolhimento ou impugnação;          III - a disposição legal infringida, se for o caso;          IV - a assinatura do chefe do órgão expedidor ou de outro servidor autorizado e a indicação de seu cargo ou função e o número de matrícula.          Parágrafo único. Prescinde de assinatura a notificação de lançamento emitida por processo eletrônico.
REVISTA EXAME PIB BRASIL 2007  ARRECADAÇÃO 2,75 Trilhões  0,96 Trilhões  34,7% PIB BRASIL 2008  ARRECADAÇÃO 2,89 Trilhões  1,04 Trilhões  35,8%
LEI 11638/07 AUMENTO DA RESPONSABILIDADE DO CONTADOR; AUMENTO DA RESPONSABILIDADE DO AUDITOR; CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ATIVOS POR PRINCÍPIOS CONTÁBEIS; TRANSPARÊNCIA NAS DF; SEM EFEITOS TRIBUTÁRIOS.
OBRIGAÇÕES LEGAIS NÃO X (-PLR) X PUBLICAÇÃO X (P/M) X X CVM X (-P/M) X (-PLR) X AUDITORIA NÃO NÃO X DVA X (-P/M) X (-PLR) X FLUXO CX X X X BP/DRE/MUT X X X NORMAS CFC LIMITADA S/A fechada S/A aberta FORMA
PLANEJAMENTOS FINANCEIROS LEI DAS S/A   MUDANÇAS 1. A CVM teve a delegação de poder para normatizar a respeito de contabilidade, quanto à avaliação e divulgação de relatórios. 2. Acrescentou critérios para as notas explicativas das demonstrações financeiras. 3. Grupo do Ativo: Circulante e Não-Circulante. 4. Grupo do Passivo: Circulante, Não-Circulante e Patrimônio Líquido. 5. Mudança de Valor de Mercado, para Valor Justo.
PLANEJAMENTOS FINANCEIROS LEI DAS S/A   MUDANÇAS 6. Mudança da definição de coligadas. 7. Mantida no Grupo de PL, Ajustes de Avaliação Patrimonial, sendo excluída para cálculo dos Juros sob o Capital Próprio. 8. Criou a DVA – Demonstração do Valor Adicionado.  9. Criou o RTT. LEI 11941/09
FCONT/IN 949/09 Art. 2º   As alterações introduzidas pela  Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007 , e pelos arts. 37 e 38 da  Lei nº 11.941, de 2009 , não terão efeitos para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) da pessoa jurídica sujeita ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Do Controle Fiscal Contábil de Transição (FCont) Art. 7º  Fica instituído o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) para fins de registros auxiliares previstos no inciso II do § 2º do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, destinado obrigatória e exclusivamente às pessoas jurídicas sujeitas cumulativamente ao lucro real e ao RTT. Art. 8º  O FCONT é uma escrituração, das contas patrimoniais e de resultado, em partidas dobradas, que considera os métodos e critérios contábeis aplicados pela legislação tributária, nos termos do art. 2º. Art. 9º  O FCONT deverá ser apresentado em meio digital até às 24 (vinte e quatro) horas (horário de Brasília) do dia 30 de novembro de 2009 .
OMISSÕES DE RECEITA CRUZAMENTOS Suprimentos de caixa sem comprovação da origem e efetiva entrega; Depósitos bancários não contabilizados;  Passivo Fictício;  Aquisição de bens do Imobilizado sem contabilização regular; Compras não contabilizadas; Vendas não contabilizadas;  Compras à vista registradas como a prazo; Diferenças encontradas por auditoria de produção; Conhecimento de Transporte Eletrônico.
AVALIAÇÃO DO SISTEMA CONTÁBIL Registros Escriturais  consistentes com os documentos que respaldam os lançamentos. Arquivos eletrônicos SPED  cotejados  com as Declarações e Demonstrações Financeiras.  SPED FISCAL/SPED CONTÁBIL PLANEJAMENTO ELETRÔNICO
PLANEJAMENTO ELETRÔNICO APRENDIZADO ROI CLIENTE PROCESSO
SIGEFI - SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO FISCAL INFORMATIZADA SAAD  – Sistema de Análise de Arquivo Digital. SARIP  – Sistema de Análise e Recuperação de Informações de Cadastro de Participantes. SARIM  - Sistema de Análise e Recuperação de Informações de Cadastro de Mercadorias. SARIC  - Sistema de Análise e Recuperação de Informações Contábeis. SICALTI  – Sistema de Cálculo de Tributos Indiretos.  AUDIF  – Reconstituição dos Livros de IPI e ICMS. AUDITORIA DA PRODUÇÃO PLANEJAMENTO ELETRÔNICO
AUDITORIA FISCAL  PREVENTIVA SPED FISCAL SPED CONTÁBIL
OBJETIVO Realizar  Auditoria Fiscal Preventiva   analisando os arquivos digitais contábeis que geram os livros fiscais e as demonstrações financeiras, identificando os  pontos de atenção passíveis de fiscalização e propondo os ajustes necessários, minimizando riscos futuros.
ATIVO CIRCULANTE   DISPONÍVEL  RECEITAS  OMITIDAS CRUZAMENTOS SPED
ATIVO CIRCULANTE DEPÓSITOS BANCÁRIOS CF CTN Lei Complementar 104/2001 Lei Complementar 105/2001 Lei 10174/2001 Lei 4595/64 Lei 9430/96 Lei 10 174/2001 Decreto 3724/2001 Decreto 4489/2002 IN 802/2007 IN 811/2008
APRESENTAÇÃO 1) APURAÇÃO DE TRIBUTOS – NOVO SISTEMA 2) OBJETIVO PRINCIPAL DO SPED 3) NOVAS FERRAMENTAS DE FISCALIZAÇÃO E CRUZAMENTOS DE DADOS 4) NECESSIDADE DE REVISÃO DE INFORMAÇÕES FISCAIS ANTES DA TRANSMISSÃO
FISCALIZAÇÃO ANTES DO SPED  Repressão  Isolamento  Períodos passados Estabelecimentos  Conferência manual  Poucas fontes Amostragem  Documentos impressos  Presencial  Generalização DEPOIS DO SPED Prevenção Integração Tempo real Empresa Informatizada Múltiplas fontes 100% Documentos eletrônicos À distância Especialização
ATIVO CIRCULANTE ESTOQUES
Torreão InfoFisco  |  Gestão Fiscal Informatizada  |  Gestão Fiscal 04 SAÍDA EMISSÃO DAS NOTAS FISCAIS PRÓPRIAS SISTEMA CORPORATIVO DA SUA EMPRESA ENTRADA IMPORTAÇÃO DAS NOTAS EMITIDAS POR TERCEIROS GERAÇÃO DO ARQUIVO MAGNÉTICO SINTEGRA (57/95) AEFD (CONVÊNIO ICMS 143/06) SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO FISCAL INFORMATIZADA SISTEMA DE VERIFICAÇÃO FISCAL SISTEMA DE AUDITORIA FISCAL
Torreão InfoFisco  |  Gestão Fiscal Informatizada  |  Sistema de Verificação Fiscal 15 SARIP SISTEMA DE ANÁLISE DE RECUPERAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE CONTRIBUINTE SAAD SISTEMA DE ANÁLISE DE ARQUIVO DIGITAL SINTEGRA/SPED SARIM SISTEMA DE ANÁLISE E RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÕES DE MERCADORIAS SICALTI SISTEMA DE CALCULO DE TRIBUTOS INDIRETOS VERIFICAÇÃO DE CRÉDITO VERIFICAÇÃO DE DÉBITO SARIC SISTEMA DE ANÁLISE DE RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÕES DE CONTÁBEIS Torreão InfoFisco  |  Gestão Fiscal Informatizada  |  Sistema de Auditoria Fiscal 17 ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE SAÍDA AUDIF ESCRITURAÇÃO FISCAL ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE ENTRADA AUDIF CONTROLE ESTOQUE OPERAÇÕES ESPECIAIS AUDITORIA  DE PRODUÇÃO
SAAD O SAAD critica as informações fiscais contidas nos arquivos digitais (SINTEGRA / SPED / IN 86) de modo a identificar erros que possam prejudicar o correto cálculo dos tributos indiretos (IPI, ICMS – Próprio / Substituição Tributária, PIS e COFINS). Descreve os erros através de uma tabela criada para analisar os documentos sob a ótica dos Registros de Dados de Identificação do Documento Fiscal (Nota Fiscal Modelo 1 e outros) e Registros que contenham informações para cálculo dos tributos indiretos (Base de Cálculo, Alíquota Incidente, Pessoa Jurídica participante na operação fiscal, etc).
SAAD BENEFÍCIOS: Minimizar os riscos de seleção para fiscalização, reduzindo as possibilidades de notificação eletrônica ou autuação por conta de erros ou irregularidades nas informações prestadas. Orientar sobre aprimoramento dos controles fiscais e contábeis da empresa e recomendar estratégias de mudanças relacionamento contribuinte/fisco.
SAAD O  SAAD  trabalha com três sistemas: O SARIP foi criado para a análise e recuperação de informações cadastrais dos participantes. O SARIM foi criado com a finalidade de efetuar a análise das operações fiscais com mercadorias e identificação do perfil dessas operações, com a correta classificação pela Nomenclatura Comum do Mercosul. O SARIC foi criado com a finalidade de analisar os lançamentos dos documentos na Contabilidade da empresa.
SARIP SANEAMENTO DE CADASTRO   A Revisão Cadastral, com o enfoque de auditoria digital, visa suprir a necessidade de emissão correta das Notas Fiscais e principalmente de NF-e, eliminando, com isso, o risco de autuações por parte dos fiscos federal e estadual.
SARIP INFORMAÇÕES A SEREM RECUPERADAS: a) CNPJ / CPF b) OPÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL c) Endereço completo d) Situação cadastral federal (ativo, regular, suspenso, inapto, baixado, optante, não optante, etc) e) Data da situação cadastral federal f) Data da consulta g) Unidade da Federação cadastrada h) Código Nacional de Atividade Econômica - Principal e Secundário i) Inscrição Estadual cadastrada j) Inscrição Estadual informada k) Situação cadastral estadual (habilitado, não habilitado, não cadastrado, baixado, etc) l) Data da situação cadastral estadual m) Data da consulta n) Contribuinte do ICMS / ISS o) Atividade desenvolvida com enquadramento na Lei Complementar 116  p) Espelho da Ficha Cadastral com a indicação da data da consulta
SARIP Imposto de Renda /IPI/ICMS : Verificadas inconsistências cadastrais, será emitido relatório de risco apontando possível glosa de valores contabilizados sem as devidas reservas legais previstas. Os documentos inidôneos emitidos por pessoa jurídica baixada, extinta ou desativada não se prestam para justificar custos ou despesas. O documento emitido por empresa inapta só produzirá efeitos tributários em favor do adquirente quando comprovado o efetivo pagamento e a recepção dos bens ou serviços,  conforme art. 304 do  RIR/99. Relatório de proposta para recompor o custo ou a despesa operacional, estornando créditos e impostos indiretos.
SARIM O  SARIM  foi criado com a finalidade de efetuar a análise das operações fiscais com mercadorias e identificação do perfil dessas operações. É oportuno lembrar que a classificação de mercadorias na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias – Sistema Harmonizado – NBM – SH é de competência da Receita Federal e de responsabilidade do contribuinte. A classificação errônea resultará em enquadramentos inadequados que podem causar contingências fiscais com a aplicação de multas. A adequação das mercadorias ao código NCM gera muitas dúvidas por parte das empresas que recorrem constantemente a Receita Federal para fazer consultas sobre o enquadramento de suas mercadorias.
SARIM
SARIC SIAFI INDÚSTRIAS IMPORTAÇÕES RFB CT-e DIMOF INSUMOS BÁSICOS
SARIC O GRANDE CONTRIBUINTE Com foco nas grandes empresas, o Banco de Dados que essas alimentarão servirá de base para observação da massa de fornecedores e clientes menores para fins de acompanhamento de arrecadação.
SARIC Exemplo de Dossiê:  Empresa ABC, atacadista. Faturamento médio mensal: 15 milhões. Margem Bruta: Rec Líq. / CMV = 30% Liquidez: AC / PC = 1,0
SARIC OMISSÕES Compras: FORNECEDOR  DATA  VALOR IBM  10.09  35 000 Conhecimentos de Transporte-e: PRESTADOR  DATA  Q  VALOR Pai e filhos  11.09  10  32000
SARIC ANÁLISE SPED ESTOQUES 30/09  5 201 000 Parâmetro 1: Vdas / Compras (à vista) < 10% Parâmetro 2: DIMOF –  (Dep. – Pagamentos) > 50 000/dia Parâmetro 3: Depósitos  < vendas à vista
SARIC FONTES DE CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES DIMOF DIRPF DIRPJ DACON DCTF DITR DIPI DIRF RAIS DIMOB
SARIC Recomendações: Fazer levantamento de fluxo de caixa no mês. Verificar comprovantes de pagamentos no mês. Verificar controles de estoques – fazer check list por amostragem. Cotejar os Conhecimentos de Transportes com listagem anexa. Verificar pagamentos de outros prestadores. Cotejar Entradas e Saídas com listagem anexa.  Examinar títulos a pagar – PAFIC  Ver depósitos em contas bancárias da PJ, conforme listagem anexa. Ver depósitos e aplicações financeiras dos sócios PF,  conforme listagem anexa.
SICALTI   Estrutura e descreve os erros que envolvem cálculo através de uma tabela criada para analisar as notas fiscais sob a ótica do IPI/ICMS divididos em entradas e saídas. O sistema gera uma estatística com todas as inconsistências  do arquivo da empresa apresentando a quantidade total de cada erro, grupos de erros e total geral.
AUDIF   Escrituração Fiscal Informatizada  Reconstitui os livros de apuração de IPI / ICMS, conciliando as diversas informações prestadas ao Fiscos verificando a apropriação de crédito e a geração de débito.  Calcula o custo da mercadoria adquirida. Levanta possíveis contingências fiscais. Calcula créditos fiscais em favor do contribuinte.
AUDIF PROCEDIMENTOS: ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE ENTRADA; ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE SAÍDA; RELATÓRIO DE INCONSISTÊNCIAS.
AUDITORIA DE PRODUÇÃO CONCEITO A auditoria de produção é um método de controle que tem por finalidade verificar se a quantidade de matéria-prima e embalagem que foi consumida no processo produtivo de um estabelecimento industrial está em conformidade com a produção desse estabelecimento ou, ainda, é uma metodologia que tem por objeto o estudo da coerência matemática entre consumo e produção. Com o SPED e algumas informações por parâmetros de consumo, o Fisco poderá levantar diferenças para notificações eletrônicas.
SIGEF   e AUDITORIA DE PRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE ESTOQUES NA INDÚSTRIA CUSTO INTEGRADO À CONTABILIDADE
SIGEF   e AUDITORIA DE PRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE ESTOQUES NA INDÚSTRIA CUSTO Não INTEGRADO À CONTABILIDADE DESPESAS

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Apostila escrita fiscal 03
Apostila escrita fiscal 03Apostila escrita fiscal 03
Apostila escrita fiscal 03
profcontabil
 
Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12
Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12
Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12
Wandick Rocha de Aquino
 
Seminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo Spolzino
Seminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo SpolzinoSeminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo Spolzino
Seminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo Spolzino
FecomercioSP
 
eBook WK Sistemas – Escrituração Contábil Fiscal
eBook  WK Sistemas – Escrituração Contábil FiscaleBook  WK Sistemas – Escrituração Contábil Fiscal
eBook WK Sistemas – Escrituração Contábil Fiscal
WK Sistemas
 
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MG
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MGSPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MG
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MG
Professor Edgar Madruga
 
SEF/MG: SPED FISCAL
SEF/MG: SPED FISCALSEF/MG: SPED FISCAL
SEF/MG: SPED FISCAL
Roberto Dias Duarte
 
Oba slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba   slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.comOba   slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.com
Claudio Parra
 
MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...
MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...
MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...
Jose Adriano Pinto
 
SPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas Fiscais
SPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas FiscaisSPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas Fiscais
SPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas Fiscais
Marcelo Ribeiro
 
Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012
Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012
Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012
Roberto Dias Duarte
 
Efd contribuies-junho2012-receita federal
Efd contribuies-junho2012-receita federalEfd contribuies-junho2012-receita federal
Efd contribuies-junho2012-receita federal
Tania Gurgel
 
Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)
Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)
Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)
Infofisco
 
Palestra sped fiscal
Palestra sped fiscalPalestra sped fiscal
Palestra sped fiscal
Danilo Ferreira
 
Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8
Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8
Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8
Wandick Rocha de Aquino
 
Apresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFB
Apresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFBApresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFB
Apresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFB
Roberto Dias Duarte
 
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
Antônio Júnior
 
Os Novos Desafios Do Sped) Jorge Campos
Os Novos Desafios Do Sped)   Jorge CamposOs Novos Desafios Do Sped)   Jorge Campos
Os Novos Desafios Do Sped) Jorge Campos
Jorge Campos
 
Pwc ECF
Pwc ECFPwc ECF
Pwc ECF
Edu Ferreira
 
SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15
SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15
SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15
Jose Adriano Pinto
 

Mais procurados (19)

Apostila escrita fiscal 03
Apostila escrita fiscal 03Apostila escrita fiscal 03
Apostila escrita fiscal 03
 
Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12
Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12
Práticas Tributárias - Aulas 11 e 12
 
Seminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo Spolzino
Seminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo SpolzinoSeminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo Spolzino
Seminário tributário e fiscal, 26/11/2012 - Apresentação de Edmundo Spolzino
 
eBook WK Sistemas – Escrituração Contábil Fiscal
eBook  WK Sistemas – Escrituração Contábil FiscaleBook  WK Sistemas – Escrituração Contábil Fiscal
eBook WK Sistemas – Escrituração Contábil Fiscal
 
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MG
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MGSPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MG
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ MG
 
SEF/MG: SPED FISCAL
SEF/MG: SPED FISCALSEF/MG: SPED FISCAL
SEF/MG: SPED FISCAL
 
Oba slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba   slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.comOba   slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba slides - tc58 n - aula 02 .:. www.tc58n.wordpress.com
 
MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...
MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...
MG - SPED Fiscal e DAPI - Manual de Orientação para o cumprimento das obrigaç...
 
SPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas Fiscais
SPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas FiscaisSPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas Fiscais
SPED - Os Desafios dos Novos Paradigmas Fiscais
 
Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012
Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012
Palestra da RFB sobre EFD-Contribuiçóes - junho 2012
 
Efd contribuies-junho2012-receita federal
Efd contribuies-junho2012-receita federalEfd contribuies-junho2012-receita federal
Efd contribuies-junho2012-receita federal
 
Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)
Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)
Curso Sped Fiscal (ICMS/IPI)
 
Palestra sped fiscal
Palestra sped fiscalPalestra sped fiscal
Palestra sped fiscal
 
Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8
Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8
Práticas Tributárias - Aulas 7 e 8
 
Apresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFB
Apresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFBApresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFB
Apresentação sobre EFD PIS/COFINS - RFB
 
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
10 Dicas para Lançamento de Notas Fiscais
 
Os Novos Desafios Do Sped) Jorge Campos
Os Novos Desafios Do Sped)   Jorge CamposOs Novos Desafios Do Sped)   Jorge Campos
Os Novos Desafios Do Sped) Jorge Campos
 
Pwc ECF
Pwc ECFPwc ECF
Pwc ECF
 
SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15
SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15
SPED - EFD-Contribuições - Novo Guia Prático 1.15
 

Destaque

Auditoria Fiscal e Tributária | IOB e-Store
Auditoria Fiscal e Tributária | IOB e-StoreAuditoria Fiscal e Tributária | IOB e-Store
Auditoria Fiscal e Tributária | IOB e-Store
IOB News
 
Check list para auditoria interna
Check list para auditoria internaCheck list para auditoria interna
Check list para auditoria interna
Miguel
 
Tecnologias para Automação da Auditoria
Tecnologias para Automação da AuditoriaTecnologias para Automação da Auditoria
Tecnologias para Automação da Auditoria
VIXTEAM
 
Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...
Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...
Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...
TECSI FEA USP
 
O que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábil
O que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábilO que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábil
O que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábil
Marlon de Freitas
 
NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor
NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo AuditorNBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor
NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor
Moore Stephens Brasil
 
Check List para ECD (SPED Contábil)
Check List para ECD (SPED Contábil)Check List para ECD (SPED Contábil)
Check List para ECD (SPED Contábil)
Jose Adriano Pinto
 
Palestra Fisco Digital
Palestra Fisco DigitalPalestra Fisco Digital
Palestra Fisco Digital
NadaObvio!
 
Processamento de Dados
Processamento de DadosProcessamento de Dados
Processamento de Dados
marcosvbs
 
Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...
Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...
Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...
Fundação de Economia e Estatística
 
A importância da auditoria no departamento pessoal
A importância da auditoria no departamento pessoalA importância da auditoria no departamento pessoal
A importância da auditoria no departamento pessoal
B&R Consultoria Empresarial
 
Aula 4 - 3 Auditoria Fiscal
Aula 4 - 3 Auditoria FiscalAula 4 - 3 Auditoria Fiscal
Aula 4 - 3 Auditoria Fiscal
Secretaria de Estado da Tributação do RN
 
Auditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresa
Auditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresaAuditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresa
Auditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresa
Marlon de Freitas
 
A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...
A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...
A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...
Ana Paula Mafra Dalmolin
 
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Secretaria de Estado da Tributação do RN
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Check list auditoria
Check list auditoriaCheck list auditoria
Check list auditoria
Ana Paula Valente Da Silva
 

Destaque (17)

Auditoria Fiscal e Tributária | IOB e-Store
Auditoria Fiscal e Tributária | IOB e-StoreAuditoria Fiscal e Tributária | IOB e-Store
Auditoria Fiscal e Tributária | IOB e-Store
 
Check list para auditoria interna
Check list para auditoria internaCheck list para auditoria interna
Check list para auditoria interna
 
Tecnologias para Automação da Auditoria
Tecnologias para Automação da AuditoriaTecnologias para Automação da Auditoria
Tecnologias para Automação da Auditoria
 
Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...
Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...
Auditoria Eletrônica: Automatização de procedimentos de auditoria através do ...
 
O que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábil
O que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábilO que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábil
O que pode ser considerado "documentação hábil" para a escrituração contábil
 
NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor
NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo AuditorNBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor
NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor
 
Check List para ECD (SPED Contábil)
Check List para ECD (SPED Contábil)Check List para ECD (SPED Contábil)
Check List para ECD (SPED Contábil)
 
Palestra Fisco Digital
Palestra Fisco DigitalPalestra Fisco Digital
Palestra Fisco Digital
 
Processamento de Dados
Processamento de DadosProcessamento de Dados
Processamento de Dados
 
Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...
Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...
Prof. Juarez Paulo Tridapalli,Dr Auditor Fiscal-AM Porto Alegre-RS - Gestão d...
 
A importância da auditoria no departamento pessoal
A importância da auditoria no departamento pessoalA importância da auditoria no departamento pessoal
A importância da auditoria no departamento pessoal
 
Aula 4 - 3 Auditoria Fiscal
Aula 4 - 3 Auditoria FiscalAula 4 - 3 Auditoria Fiscal
Aula 4 - 3 Auditoria Fiscal
 
Auditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresa
Auditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresaAuditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresa
Auditoria financeira passo a passo para realizá-la na sua empresa
 
A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...
A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...
A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA NA PREVENÇÃO E COMBATE ÀS FRAUDES NAS ORGA...
 
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
Aula 2 - 1 Conceitos e objetivos da Auditoria.
 
Auditoria
AuditoriaAuditoria
Auditoria
 
Check list auditoria
Check list auditoriaCheck list auditoria
Check list auditoria
 

Semelhante a Auditoria Eletrônica

Curso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MG
Curso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MGCurso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MG
Curso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MG
Infofisco
 
Cruzamento de Obrigações - RFB.pdf
Cruzamento de Obrigações - RFB.pdfCruzamento de Obrigações - RFB.pdf
Cruzamento de Obrigações - RFB.pdf
Miguel Torres
 
EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?
EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?
EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?
Gabriela Bornhausen Branco
 
ApresentaçãO Sped 2009 2
ApresentaçãO Sped 2009 2ApresentaçãO Sped 2009 2
ApresentaçãO Sped 2009 2
Jorge Campos
 
Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12
Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12
Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12
Wandick Rocha de Aquino
 
Apresentação sobre SPED Fiscal
Apresentação sobre SPED FiscalApresentação sobre SPED Fiscal
Apresentação sobre SPED Fiscal
Roberto Dias Duarte
 
Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01
Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01
Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01
Edu Ferreira
 
Apostila escrita fiscal 02
Apostila escrita fiscal 02Apostila escrita fiscal 02
Apostila escrita fiscal 02
profcontabil
 
Apresentação Cicluss SPED Fiscal
Apresentação Cicluss SPED FiscalApresentação Cicluss SPED Fiscal
Apresentação Cicluss SPED Fiscal
Eliton Luiz de Assis
 
Oba slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba   slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.comOba   slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.com
Claudio Parra
 
2 forum sped fabio almeida
2 forum sped   fabio almeida2 forum sped   fabio almeida
2 forum sped fabio almeida
Professor Edgar Madruga
 
Uma visão abrangente e direta sobre o SPED
Uma visão abrangente e direta sobre o SPEDUma visão abrangente e direta sobre o SPED
Uma visão abrangente e direta sobre o SPED
Eliton Luiz de Assis
 
Um importância da contabilidade
Um importância da contabilidadeUm importância da contabilidade
Um importância da contabilidade
Nilton Facci
 
Importância da contabilidade na transparência das fundações
Importância da contabilidade na transparência das fundaçõesImportância da contabilidade na transparência das fundações
Importância da contabilidade na transparência das fundações
apfbr
 
Você está preparado para o REINF?
Você está preparado para o REINF?Você está preparado para o REINF?
Você está preparado para o REINF?
Gabriela Bornhausen Branco
 
Alterações no SPED para 2015
Alterações no SPED para 2015Alterações no SPED para 2015
Alterações no SPED para 2015
Edgar Gonçalves
 
Novidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute Peres
Novidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute PeresNovidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute Peres
Novidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute Peres
decision-it
 
3º Encontro do Conhecimento PCASP
3º Encontro do Conhecimento PCASP3º Encontro do Conhecimento PCASP
3º Encontro do Conhecimento PCASP
Betha Sistemas
 
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PA
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PASPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PA
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PA
Professor Edgar Madruga
 
SISCOSERV
SISCOSERVSISCOSERV
SISCOSERV
Edgar Gonçalves
 

Semelhante a Auditoria Eletrônica (20)

Curso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MG
Curso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MGCurso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MG
Curso Sintegra com o Sistema GAD da SEFAZ MG
 
Cruzamento de Obrigações - RFB.pdf
Cruzamento de Obrigações - RFB.pdfCruzamento de Obrigações - RFB.pdf
Cruzamento de Obrigações - RFB.pdf
 
EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?
EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?
EFD-REINF: Você está preparado para essa obrigatoriedade?
 
ApresentaçãO Sped 2009 2
ApresentaçãO Sped 2009 2ApresentaçãO Sped 2009 2
ApresentaçãO Sped 2009 2
 
Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12
Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12
Práticas Financeiras e Contábeis Aulas 11 e 12
 
Apresentação sobre SPED Fiscal
Apresentação sobre SPED FiscalApresentação sobre SPED Fiscal
Apresentação sobre SPED Fiscal
 
Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01
Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01
Auditoriaeletrnica 100707121347-phpapp01
 
Apostila escrita fiscal 02
Apostila escrita fiscal 02Apostila escrita fiscal 02
Apostila escrita fiscal 02
 
Apresentação Cicluss SPED Fiscal
Apresentação Cicluss SPED FiscalApresentação Cicluss SPED Fiscal
Apresentação Cicluss SPED Fiscal
 
Oba slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba   slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.comOba   slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.com
Oba slides - tc58 n - aula 03 .:. www.tc58n.wordpress.com
 
2 forum sped fabio almeida
2 forum sped   fabio almeida2 forum sped   fabio almeida
2 forum sped fabio almeida
 
Uma visão abrangente e direta sobre o SPED
Uma visão abrangente e direta sobre o SPEDUma visão abrangente e direta sobre o SPED
Uma visão abrangente e direta sobre o SPED
 
Um importância da contabilidade
Um importância da contabilidadeUm importância da contabilidade
Um importância da contabilidade
 
Importância da contabilidade na transparência das fundações
Importância da contabilidade na transparência das fundaçõesImportância da contabilidade na transparência das fundações
Importância da contabilidade na transparência das fundações
 
Você está preparado para o REINF?
Você está preparado para o REINF?Você está preparado para o REINF?
Você está preparado para o REINF?
 
Alterações no SPED para 2015
Alterações no SPED para 2015Alterações no SPED para 2015
Alterações no SPED para 2015
 
Novidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute Peres
Novidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute PeresNovidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute Peres
Novidades e Avanços do SPED - Clóvis Belbute Peres
 
3º Encontro do Conhecimento PCASP
3º Encontro do Conhecimento PCASP3º Encontro do Conhecimento PCASP
3º Encontro do Conhecimento PCASP
 
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PA
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PASPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PA
SPED: APRESENTAÇÃO SPED FISCAL ICMS/IPI SEFAZ PA
 
SISCOSERV
SISCOSERVSISCOSERV
SISCOSERV
 

Mais de Roberto Cavallieri Vommaro

Corpos
CorposCorpos
Apresentação estratégia
Apresentação estratégiaApresentação estratégia
Apresentação estratégia
Roberto Cavallieri Vommaro
 
Apresentação estratégia
Apresentação estratégiaApresentação estratégia
Apresentação estratégia
Roberto Cavallieri Vommaro
 
Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2
Roberto Cavallieri Vommaro
 
Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2
Roberto Cavallieri Vommaro
 
Apresentação estratégia
Apresentação estratégiaApresentação estratégia
Apresentação estratégia
Roberto Cavallieri Vommaro
 
Resumo de aulas de planejamento tributário
Resumo de aulas de planejamento tributárioResumo de aulas de planejamento tributário
Resumo de aulas de planejamento tributário
Roberto Cavallieri Vommaro
 
Lei 11941/2009
Lei 11941/2009Lei 11941/2009
Fotos de arquitetura interessante
Fotos de arquitetura interessanteFotos de arquitetura interessante
Fotos de arquitetura interessante
Roberto Cavallieri Vommaro
 
GestãO EstratéGica De Custos,Ppt
GestãO EstratéGica De Custos,PptGestãO EstratéGica De Custos,Ppt
GestãO EstratéGica De Custos,Ppt
Roberto Cavallieri Vommaro
 

Mais de Roberto Cavallieri Vommaro (10)

Corpos
CorposCorpos
Corpos
 
Apresentação estratégia
Apresentação estratégiaApresentação estratégia
Apresentação estratégia
 
Apresentação estratégia
Apresentação estratégiaApresentação estratégia
Apresentação estratégia
 
Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2
 
Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2Apresentação distribuição lucro 2
Apresentação distribuição lucro 2
 
Apresentação estratégia
Apresentação estratégiaApresentação estratégia
Apresentação estratégia
 
Resumo de aulas de planejamento tributário
Resumo de aulas de planejamento tributárioResumo de aulas de planejamento tributário
Resumo de aulas de planejamento tributário
 
Lei 11941/2009
Lei 11941/2009Lei 11941/2009
Lei 11941/2009
 
Fotos de arquitetura interessante
Fotos de arquitetura interessanteFotos de arquitetura interessante
Fotos de arquitetura interessante
 
GestãO EstratéGica De Custos,Ppt
GestãO EstratéGica De Custos,PptGestãO EstratéGica De Custos,Ppt
GestãO EstratéGica De Custos,Ppt
 

Auditoria Eletrônica

  • 1. RUA SANTA LUZIA, 735 S. 1101 – RIO DE JANEIRO (21) 2531 2227 www.etcinfofisco.com.br
  • 2. CONTABILIDADE MODERNA FORNECEDOR RFB EMPRESA DIMOF CT-e CLI CLI SPED
  • 4. SISTEMA DE FISCALIZAÇÃO FEDERAL Termo de início de fiscalização Mandado de Procedimento Fiscal Intimações Termos de verificação fiscal Termo de retenção ou apreensão de documentos Respostas / Declarações do contribuinte Termo de continuação Relatório da Movimentação Financeira Agravamento de multa Representação para fins penais Notificação Eletrônica
  • 5. SISTEMA DE FISCALIZAÇÃO FEDERAL NOTIFICAÇÃO ELETRÔNICA – DECRETO 70235/ Art. 11. A notificação de lançamento será expedida pelo órgão que administra o tributo e conterá obrigatoriamente:         I - a qualificação do notificado;         II - o valor do crédito tributário e o prazo para recolhimento ou impugnação;         III - a disposição legal infringida, se for o caso;         IV - a assinatura do chefe do órgão expedidor ou de outro servidor autorizado e a indicação de seu cargo ou função e o número de matrícula.         Parágrafo único. Prescinde de assinatura a notificação de lançamento emitida por processo eletrônico.
  • 6. REVISTA EXAME PIB BRASIL 2007 ARRECADAÇÃO 2,75 Trilhões 0,96 Trilhões 34,7% PIB BRASIL 2008 ARRECADAÇÃO 2,89 Trilhões 1,04 Trilhões 35,8%
  • 7. LEI 11638/07 AUMENTO DA RESPONSABILIDADE DO CONTADOR; AUMENTO DA RESPONSABILIDADE DO AUDITOR; CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ATIVOS POR PRINCÍPIOS CONTÁBEIS; TRANSPARÊNCIA NAS DF; SEM EFEITOS TRIBUTÁRIOS.
  • 8. OBRIGAÇÕES LEGAIS NÃO X (-PLR) X PUBLICAÇÃO X (P/M) X X CVM X (-P/M) X (-PLR) X AUDITORIA NÃO NÃO X DVA X (-P/M) X (-PLR) X FLUXO CX X X X BP/DRE/MUT X X X NORMAS CFC LIMITADA S/A fechada S/A aberta FORMA
  • 9. PLANEJAMENTOS FINANCEIROS LEI DAS S/A MUDANÇAS 1. A CVM teve a delegação de poder para normatizar a respeito de contabilidade, quanto à avaliação e divulgação de relatórios. 2. Acrescentou critérios para as notas explicativas das demonstrações financeiras. 3. Grupo do Ativo: Circulante e Não-Circulante. 4. Grupo do Passivo: Circulante, Não-Circulante e Patrimônio Líquido. 5. Mudança de Valor de Mercado, para Valor Justo.
  • 10. PLANEJAMENTOS FINANCEIROS LEI DAS S/A MUDANÇAS 6. Mudança da definição de coligadas. 7. Mantida no Grupo de PL, Ajustes de Avaliação Patrimonial, sendo excluída para cálculo dos Juros sob o Capital Próprio. 8. Criou a DVA – Demonstração do Valor Adicionado. 9. Criou o RTT. LEI 11941/09
  • 11. FCONT/IN 949/09 Art. 2º As alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007 , e pelos arts. 37 e 38 da Lei nº 11.941, de 2009 , não terão efeitos para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) da pessoa jurídica sujeita ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Do Controle Fiscal Contábil de Transição (FCont) Art. 7º Fica instituído o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) para fins de registros auxiliares previstos no inciso II do § 2º do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, destinado obrigatória e exclusivamente às pessoas jurídicas sujeitas cumulativamente ao lucro real e ao RTT. Art. 8º O FCONT é uma escrituração, das contas patrimoniais e de resultado, em partidas dobradas, que considera os métodos e critérios contábeis aplicados pela legislação tributária, nos termos do art. 2º. Art. 9º O FCONT deverá ser apresentado em meio digital até às 24 (vinte e quatro) horas (horário de Brasília) do dia 30 de novembro de 2009 .
  • 12. OMISSÕES DE RECEITA CRUZAMENTOS Suprimentos de caixa sem comprovação da origem e efetiva entrega; Depósitos bancários não contabilizados; Passivo Fictício; Aquisição de bens do Imobilizado sem contabilização regular; Compras não contabilizadas; Vendas não contabilizadas; Compras à vista registradas como a prazo; Diferenças encontradas por auditoria de produção; Conhecimento de Transporte Eletrônico.
  • 13. AVALIAÇÃO DO SISTEMA CONTÁBIL Registros Escriturais consistentes com os documentos que respaldam os lançamentos. Arquivos eletrônicos SPED cotejados com as Declarações e Demonstrações Financeiras. SPED FISCAL/SPED CONTÁBIL PLANEJAMENTO ELETRÔNICO
  • 14. PLANEJAMENTO ELETRÔNICO APRENDIZADO ROI CLIENTE PROCESSO
  • 15. SIGEFI - SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO FISCAL INFORMATIZADA SAAD – Sistema de Análise de Arquivo Digital. SARIP – Sistema de Análise e Recuperação de Informações de Cadastro de Participantes. SARIM - Sistema de Análise e Recuperação de Informações de Cadastro de Mercadorias. SARIC - Sistema de Análise e Recuperação de Informações Contábeis. SICALTI – Sistema de Cálculo de Tributos Indiretos. AUDIF – Reconstituição dos Livros de IPI e ICMS. AUDITORIA DA PRODUÇÃO PLANEJAMENTO ELETRÔNICO
  • 16. AUDITORIA FISCAL PREVENTIVA SPED FISCAL SPED CONTÁBIL
  • 17. OBJETIVO Realizar Auditoria Fiscal Preventiva analisando os arquivos digitais contábeis que geram os livros fiscais e as demonstrações financeiras, identificando os pontos de atenção passíveis de fiscalização e propondo os ajustes necessários, minimizando riscos futuros.
  • 18. ATIVO CIRCULANTE DISPONÍVEL RECEITAS OMITIDAS CRUZAMENTOS SPED
  • 19. ATIVO CIRCULANTE DEPÓSITOS BANCÁRIOS CF CTN Lei Complementar 104/2001 Lei Complementar 105/2001 Lei 10174/2001 Lei 4595/64 Lei 9430/96 Lei 10 174/2001 Decreto 3724/2001 Decreto 4489/2002 IN 802/2007 IN 811/2008
  • 20. APRESENTAÇÃO 1) APURAÇÃO DE TRIBUTOS – NOVO SISTEMA 2) OBJETIVO PRINCIPAL DO SPED 3) NOVAS FERRAMENTAS DE FISCALIZAÇÃO E CRUZAMENTOS DE DADOS 4) NECESSIDADE DE REVISÃO DE INFORMAÇÕES FISCAIS ANTES DA TRANSMISSÃO
  • 21. FISCALIZAÇÃO ANTES DO SPED Repressão Isolamento Períodos passados Estabelecimentos Conferência manual Poucas fontes Amostragem Documentos impressos Presencial Generalização DEPOIS DO SPED Prevenção Integração Tempo real Empresa Informatizada Múltiplas fontes 100% Documentos eletrônicos À distância Especialização
  • 23. Torreão InfoFisco | Gestão Fiscal Informatizada | Gestão Fiscal 04 SAÍDA EMISSÃO DAS NOTAS FISCAIS PRÓPRIAS SISTEMA CORPORATIVO DA SUA EMPRESA ENTRADA IMPORTAÇÃO DAS NOTAS EMITIDAS POR TERCEIROS GERAÇÃO DO ARQUIVO MAGNÉTICO SINTEGRA (57/95) AEFD (CONVÊNIO ICMS 143/06) SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO FISCAL INFORMATIZADA SISTEMA DE VERIFICAÇÃO FISCAL SISTEMA DE AUDITORIA FISCAL
  • 24. Torreão InfoFisco | Gestão Fiscal Informatizada | Sistema de Verificação Fiscal 15 SARIP SISTEMA DE ANÁLISE DE RECUPERAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE CONTRIBUINTE SAAD SISTEMA DE ANÁLISE DE ARQUIVO DIGITAL SINTEGRA/SPED SARIM SISTEMA DE ANÁLISE E RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÕES DE MERCADORIAS SICALTI SISTEMA DE CALCULO DE TRIBUTOS INDIRETOS VERIFICAÇÃO DE CRÉDITO VERIFICAÇÃO DE DÉBITO SARIC SISTEMA DE ANÁLISE DE RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÕES DE CONTÁBEIS Torreão InfoFisco | Gestão Fiscal Informatizada | Sistema de Auditoria Fiscal 17 ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE SAÍDA AUDIF ESCRITURAÇÃO FISCAL ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE ENTRADA AUDIF CONTROLE ESTOQUE OPERAÇÕES ESPECIAIS AUDITORIA DE PRODUÇÃO
  • 25. SAAD O SAAD critica as informações fiscais contidas nos arquivos digitais (SINTEGRA / SPED / IN 86) de modo a identificar erros que possam prejudicar o correto cálculo dos tributos indiretos (IPI, ICMS – Próprio / Substituição Tributária, PIS e COFINS). Descreve os erros através de uma tabela criada para analisar os documentos sob a ótica dos Registros de Dados de Identificação do Documento Fiscal (Nota Fiscal Modelo 1 e outros) e Registros que contenham informações para cálculo dos tributos indiretos (Base de Cálculo, Alíquota Incidente, Pessoa Jurídica participante na operação fiscal, etc).
  • 26. SAAD BENEFÍCIOS: Minimizar os riscos de seleção para fiscalização, reduzindo as possibilidades de notificação eletrônica ou autuação por conta de erros ou irregularidades nas informações prestadas. Orientar sobre aprimoramento dos controles fiscais e contábeis da empresa e recomendar estratégias de mudanças relacionamento contribuinte/fisco.
  • 27. SAAD O SAAD trabalha com três sistemas: O SARIP foi criado para a análise e recuperação de informações cadastrais dos participantes. O SARIM foi criado com a finalidade de efetuar a análise das operações fiscais com mercadorias e identificação do perfil dessas operações, com a correta classificação pela Nomenclatura Comum do Mercosul. O SARIC foi criado com a finalidade de analisar os lançamentos dos documentos na Contabilidade da empresa.
  • 28. SARIP SANEAMENTO DE CADASTRO A Revisão Cadastral, com o enfoque de auditoria digital, visa suprir a necessidade de emissão correta das Notas Fiscais e principalmente de NF-e, eliminando, com isso, o risco de autuações por parte dos fiscos federal e estadual.
  • 29. SARIP INFORMAÇÕES A SEREM RECUPERADAS: a) CNPJ / CPF b) OPÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL c) Endereço completo d) Situação cadastral federal (ativo, regular, suspenso, inapto, baixado, optante, não optante, etc) e) Data da situação cadastral federal f) Data da consulta g) Unidade da Federação cadastrada h) Código Nacional de Atividade Econômica - Principal e Secundário i) Inscrição Estadual cadastrada j) Inscrição Estadual informada k) Situação cadastral estadual (habilitado, não habilitado, não cadastrado, baixado, etc) l) Data da situação cadastral estadual m) Data da consulta n) Contribuinte do ICMS / ISS o) Atividade desenvolvida com enquadramento na Lei Complementar 116 p) Espelho da Ficha Cadastral com a indicação da data da consulta
  • 30. SARIP Imposto de Renda /IPI/ICMS : Verificadas inconsistências cadastrais, será emitido relatório de risco apontando possível glosa de valores contabilizados sem as devidas reservas legais previstas. Os documentos inidôneos emitidos por pessoa jurídica baixada, extinta ou desativada não se prestam para justificar custos ou despesas. O documento emitido por empresa inapta só produzirá efeitos tributários em favor do adquirente quando comprovado o efetivo pagamento e a recepção dos bens ou serviços, conforme art. 304 do RIR/99. Relatório de proposta para recompor o custo ou a despesa operacional, estornando créditos e impostos indiretos.
  • 31. SARIM O SARIM foi criado com a finalidade de efetuar a análise das operações fiscais com mercadorias e identificação do perfil dessas operações. É oportuno lembrar que a classificação de mercadorias na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias – Sistema Harmonizado – NBM – SH é de competência da Receita Federal e de responsabilidade do contribuinte. A classificação errônea resultará em enquadramentos inadequados que podem causar contingências fiscais com a aplicação de multas. A adequação das mercadorias ao código NCM gera muitas dúvidas por parte das empresas que recorrem constantemente a Receita Federal para fazer consultas sobre o enquadramento de suas mercadorias.
  • 32. SARIM
  • 33. SARIC SIAFI INDÚSTRIAS IMPORTAÇÕES RFB CT-e DIMOF INSUMOS BÁSICOS
  • 34. SARIC O GRANDE CONTRIBUINTE Com foco nas grandes empresas, o Banco de Dados que essas alimentarão servirá de base para observação da massa de fornecedores e clientes menores para fins de acompanhamento de arrecadação.
  • 35. SARIC Exemplo de Dossiê: Empresa ABC, atacadista. Faturamento médio mensal: 15 milhões. Margem Bruta: Rec Líq. / CMV = 30% Liquidez: AC / PC = 1,0
  • 36. SARIC OMISSÕES Compras: FORNECEDOR DATA VALOR IBM 10.09 35 000 Conhecimentos de Transporte-e: PRESTADOR DATA Q VALOR Pai e filhos 11.09 10 32000
  • 37. SARIC ANÁLISE SPED ESTOQUES 30/09 5 201 000 Parâmetro 1: Vdas / Compras (à vista) < 10% Parâmetro 2: DIMOF – (Dep. – Pagamentos) > 50 000/dia Parâmetro 3: Depósitos < vendas à vista
  • 38. SARIC FONTES DE CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES DIMOF DIRPF DIRPJ DACON DCTF DITR DIPI DIRF RAIS DIMOB
  • 39. SARIC Recomendações: Fazer levantamento de fluxo de caixa no mês. Verificar comprovantes de pagamentos no mês. Verificar controles de estoques – fazer check list por amostragem. Cotejar os Conhecimentos de Transportes com listagem anexa. Verificar pagamentos de outros prestadores. Cotejar Entradas e Saídas com listagem anexa. Examinar títulos a pagar – PAFIC Ver depósitos em contas bancárias da PJ, conforme listagem anexa. Ver depósitos e aplicações financeiras dos sócios PF, conforme listagem anexa.
  • 40. SICALTI Estrutura e descreve os erros que envolvem cálculo através de uma tabela criada para analisar as notas fiscais sob a ótica do IPI/ICMS divididos em entradas e saídas. O sistema gera uma estatística com todas as inconsistências do arquivo da empresa apresentando a quantidade total de cada erro, grupos de erros e total geral.
  • 41. AUDIF Escrituração Fiscal Informatizada Reconstitui os livros de apuração de IPI / ICMS, conciliando as diversas informações prestadas ao Fiscos verificando a apropriação de crédito e a geração de débito. Calcula o custo da mercadoria adquirida. Levanta possíveis contingências fiscais. Calcula créditos fiscais em favor do contribuinte.
  • 42. AUDIF PROCEDIMENTOS: ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE ENTRADA; ANÁLISE DAS OPERAÇÕES DE SAÍDA; RELATÓRIO DE INCONSISTÊNCIAS.
  • 43. AUDITORIA DE PRODUÇÃO CONCEITO A auditoria de produção é um método de controle que tem por finalidade verificar se a quantidade de matéria-prima e embalagem que foi consumida no processo produtivo de um estabelecimento industrial está em conformidade com a produção desse estabelecimento ou, ainda, é uma metodologia que tem por objeto o estudo da coerência matemática entre consumo e produção. Com o SPED e algumas informações por parâmetros de consumo, o Fisco poderá levantar diferenças para notificações eletrônicas.
  • 44. SIGEF e AUDITORIA DE PRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE ESTOQUES NA INDÚSTRIA CUSTO INTEGRADO À CONTABILIDADE
  • 45. SIGEF e AUDITORIA DE PRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE ESTOQUES NA INDÚSTRIA CUSTO Não INTEGRADO À CONTABILIDADE DESPESAS

Notas do Editor

  1.    PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA AUDIF ESCRITURAÇÃO FISCAL I – ANÁLISE DAS RECEITAS DE VENDAS DE MERCADORIAS E/OU SERVIÇOS 1) DEVOLUÇÃO, CANCELAMENTO E ESTORNO DE VENDAS a) Verificar se há cancelamentos de notas fiscais emitidas, sem justificativa consistente, e se todas as vias estão arquivadas no talonário. b) Verificar se houve registro nos controles de estoque da reintegração dos produtos devolvidos c) Descrição das Infrações: Devolução Não Comprovada de Mercadoria Vendida Cancelamento fictício de Notas Fiscais de Venda Estorno de Venda Não Comprovado 2) DESCONTOS INCONDICIONAIS a) Verificar se os descontos concedidos: Constam de nota fiscal ou fatura; Efetivamente ocorreram; Não dependeram de evento posterior à emissão desses documentos. b) Descrição das Infrações: Abatimentos e Descontos Incondicionais Não Comprovados 3) IMPOSTOS E CONTRIBUIÇOES INCIDENTES SOBRE VENDAS E SERVIÇOS Verificar se os impostos e contribuições incidentes sobre vendas e serviços, tais como ISS, PIS, COFINS e ICMS, correspondem ao resultado da aplicação da alíquota sobre a receita própria respectiva. b) A diferença no resultado indica possível existência de redução indevida do lucro ou omissão de receita. c) Descrição das Infrações: Receitas Não Contabilizadas Omissão de Receitas Custo/Despesa Indedutível I.1 – MARGEM DE LUCRO 1) VERIFICAÇÃO DA MARGEM DE LUCRO a) Verificação de mercadoria cuja venda se deu por importância inferior ao que serviu de base de cálculo na operação de que decorreu sua entrada. b) Descrição das Infrações: Omissão de Receitas Subfaturamento de Vendas II – ANÁLISE DAS COMPRAS 1) CONFRONTO COM LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS a) Confrontar os valores contabilizados das compras com os constantes dos livros fiscais visando apurar: Majoração dos custos em decorrência de: - lançamento em duplicidade; - registro a maior; - não exclusão contábil dos impostos recuperáveis das compras (ICMS das comerciais, IPI e ICMS das comerciais e industriais. Omissão e/ou registro a menor de compras na contabilidade. b) Descrição das Infrações: Mercadorias, Matérias-Primas e Outros Insumos Não Contabilizados Superavaliação de Compras Glosa de Custos II.1 - CUSTO DE AQUISIÇÃO / PRODUÇÃO a) Nas empresas industriais ou comerciais onde os estoques são avaliados pelo custo médio ou pelos bens adquiridos mais recentemente, verificar se os componentes obrigatórios do custo de aquisição, previsto no art. 289 do RIR/99 (transporte, seguro, etc), foram contabilizados como despesa operacional. b) Descrição das Infrações: Subavaliação de Estoque Final de Matérias-Primas e Bens de Revenda. III – CIRCULARIZAÇÃO DE COMPRAS / VENDAS 1) CONFRONTO COM OS LIVROS FISCAIS a) Confrontar os valores contabilizados na escrituração contábil com os constantes dos livros e/ou documentos fiscais, no sentido de detectar valores não oferecidos à tributação. b) Na verificação dos valores declarados pelo Auditado e seus fornecedores, confrontar os valores contabilizados com os constantes dos livros fiscais e/ou documentos, bem como com os valores obtidos mediante circularização ou diligências junto aos principais fornecedores e/ou clientes, visando detectar compras e/ou vendas não contabilizadas. c) Descrição das Infrações: Receitas Não Contabilizadas Omissão de Receitas 2) CIRCULARIZAÇÃO DE VENDA a) Circularizar junto ao(s) adquirente(s) da empresa ou da pessoa jurídica ou da pessoa jurídica contratante do(s) serviço(s) prestado(s) para fazer a verificação da existência de subfaturamento pela ocorrência de emissão de meia-nota e/ou nota calçada: b) Circularizar junto ao(s) adquirente(s) de mercadoria(s) da empresa ou da pessoa jurídica contratante do(s) serviço(s) prestado(s) para fazer a verificação da existência de omissão de receita pela ocorrência de emissão de nota paralela: c) Descrição das Infrações: Omissão de Receitas Subfaturamento de Vendas 3) CIRCULARIZAÇÃO DE COMPRAS a) Confrontar os valores contabilizados com os constantes dos livros fiscais e/ou documentos, bem como com os obtidos mediante circularização aos principais fornecedores, visando detectar compras não contabilizadas. b) Descrição das Infrações: Mercadorias, Matérias-Primas e Outros Insumos Não Contabilizados. 4) LANÇAMENTOS INDEVIDOS NAS COMPRAS a) Examinar documentos, principalmente os valores elevados, bem como circularizar junto aos fornecedores, preferencialmente os não habituais, a fim de apurar: Inidoneidade da documentação, caracterizando compra fictícia; Aquisições não comprovadas; Aquisição de bens e insumos estranhos ao custo. b) Descrição das Infrações: Comprovação Inidônea AUDIF CONTROLE IV - ESTOQUES 1) LEVANTAMENTO DOCUMENTAL DO INVENTÁRIO DE MERCADORIAS a) Efetuar a apuração do estoque, por espécie, a ser efetuada pelo levantamento das notas fiscais de entradas e saídas, as quantidades dos produtos adquiridos e vendidos e computar as devoluções. b) Efetuar a comparação do estoque levantado no item 1.3.1 com o estoque final conforme livro de inventário. c) A diferença corresponderá ás quantidades adquiridas ou vendidas sem a documentação fiscal. d) O montante da diferença a considerar com tributável será: se positiva: omissão de compras; se negativa: omissão de vendas. e) Para quantificar o valor da omissão de vendas ou omissão de compras, deve ser utilizado o resultado da multiplicação das diferenças de quantidades encontradas pelos respectivos preços médios de venda ou de compra, em cada período de apuração abrangido pelo levantamento, conforme disposto no art. 41 da Lei nº 9.430/96. f) Descrição das Infrações: Diferença de Estoque Mercadoria, Matérias-Primas e Outros Insumos Não Contabilizados. 2) DIVERGÊNCIA DE ESCRITURAÇÃO E CÁLCULOS a) Verificar a correspondência entre os valores unitários contabilizados nas compras e os constantes do Livro Registro de Inventário, bem como se estão corretos os cálculos constantes daquele livro (multiplicação, somas e transportes). b) Constatando-se a subavaliação do estoque, poderá ser ocorrido: Redução indevida do lucro, quando o imposto decorrente da subavaliação não foi pago em período-base posterior; Postergação, quando o imposto decorrente da subavaliação foi pago em período-base posterior. c) Descrição das Infrações: Subavaliação de Estoque Final de Matérias-Primas e Bens de Revenda. 3) AVALIAÇÃO DE BENS DE REVENDA E MATÉRIAS-PRIMAS a) Inventário Permanente – Analisar a forma de avaliação dos estoques. a.1) Verificar a compatibilidade dos preços unitários utilizados no inventário com o custo médio ponderado ou com os bens adquiridos mais recentemente (PEPS). b) Inventário Periódico – Se a empresa não possui registro permanente de estoques, deve levantar inventário quantitativo no final do período-base através de contagem física. b.1) Verificar se a valoração do estoque feito com base no custo das aquisições mais recentes. c) Descrição das Infrações: Subavaliação de Estoque Final de Matérias-Primas e Bens de Revenda.