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CAPACITAÇÃO CONTINUADA
PARA AGENTES COMUNITÁRIOS DE
SAÚDE
DIANA ZANONI
2017
Sobre o profissional
●Diana Zanoni
●Cirurgiã Dentista
●Coordenadora da Atenção Básica/PACS e
Odontológica
Sobre o tema
● Visão da Atenção Básica do Município de Osório
● Discussão da Atenção Básica
Curso de Educação
Continuada para Agentes
Comunitários de Saúde
ATENÇÃO BÁSICA
Arroio das Pedras/Aguapés
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9 Equipes de ESF Albatroz
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Primavera (2 Equipes)
Borussia
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Básicas de Saúde Santa Luzia
Serra Mar
• 1 Policlínica Posto Médico Central
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Básica
• Arroio das Pedras e Aguapés
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vacina
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• Atlântida Sul/Palmital
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vacina
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atendimento de enfermagem - sala de vacina
atendimento odontológico
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atendimento do ACS
atendimento de nutrição
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Brincando com a Lã
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• Laranjeiras – Baixada
atendimento de enfermagem – sala de vacina
atendimento odontológico – rx odontológico
atendimento médico
atendimento do ACS
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grupo e terapia ocupacional Chitacá
Laranjinha
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grupo de terapia ocupacional Chitacá
Primavera
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grupo de caminhada
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atendimento de enfermagem
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momila
• Santa Luzia
atendimento de enfermagem
atendimento odontológico
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grupo de terapia ocupacional – Chitacá
Arteiras e Grupo Tecendo Alegria (Lã)
• Serra Mar
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atendimento de enfermagem – sala de vacina
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sala 10
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• Marcações cada Posto tem sua rotina
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Primavera – toda sexta de manhã
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Atendimento de urgência
odontológica é de livre
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Odontológicas
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Atenção Básica
Dos Princípios e Diretrizes da
Atenção Básica
PORTARIA Nº 2.488, Outubro/2011
Aprova a Política Nacional de Atenção Básica,
estabelecendo a revisão de diretrizes e normas
para a organização da Atenção Básica para o
Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa
Agentes Comunitários de Saúde (PACS)
DIRETRIZES
. Universalidade
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. Vínculo
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. Integralidade da Atenção
. Responsabilização
. Humanização
. Equidade
. Participação Social
A Atenção Básica caracteriza-se por um
conjunto de ações de saúde, no âmbito
individual e coletivo, que abrange a promoção
e a proteção da saúde, a prevenção de
agravos, o diagnóstico, o tratamento, a
reabilitação, redução de danos e a manutenção
da saúde com o objetivo de desenvolver uma
atenção integral que impacte na situação de
saúde e autonomia das pessoas e nos
determinantes e condicionantes de saúde das
coletividades.
A Atenção Básica tem como
fundamentos e diretrizes:
I - ter território adstrito sobre o mesmo,
de forma a permitir o planejamento, a
programação descentralizada e o
desenvolvimento de ações setoriais e
intersetoriais com impacto na situação, nos
condicionantes e determinantes da saúde
das coletividades que constituem aquele
território sempre em consonância com o
princípio da equidade;
II- possibilitar o acesso universal e contínuo a
serviços de saúde de qualidade e resolutivos,
caracterizados como a porta de entrada aberta e
preferencial da rede de atenção, acolhendo os
usuários e promovendo a vinculação e
corresponsabilização pela atenção às suas
necessidades de saúde; o estabelecimento de
mecanismos que assegurem acessibilidade e
acolhimento pressupõe uma lógica de organização
e funcionamento do serviço de saúde, que parte do
princípio de que a unidade de saúde deva receber e
ouvir todas as pessoas que procuram os seus
serviços, de modo universal e sem diferenciações
excludentes.
O serviço de saúde deve se organizar para assumir
sua função central de acolher, escutar e
oferecer uma resposta positiva, capaz de
resolver a grande maioria dos problemas de saúde
da população e/ou de minorar danos e sofrimentos
desta, ou ainda se responsabilizar pela resposta,
ainda que esta seja ofertada em outros pontos de
atenção da rede. A proximidade e a capacidade de
acolhimento, vinculação, responsabilização e
resolutividade são fundamentais para a efetivação
da atenção básica como contato e porta de
entrada preferencial da rede de atenção;
III - adscrever os usuários e
desenvolver relações de vínculo e
responsabilização entre as equipes e a
população adscrita garantindo a
continuidade das ações de saúde e a
longitudinalidade do cuidado.A adscrição
dos usuários é um processo de vinculação
de pessoas e/ou famílias e grupos a
profissionais/equipes, com o objetivo de
ser referência para o seu cuidado.
O vínculo, por sua vez, consiste na
construção de relações de afetividade e
confiança entre o usuário e o trabalhador
da saúde, permitindo o aprofundamento do
processo de corresponsabilização pela
saúde, construído ao longo do tempo, além
de carregar, em si, um potencial
terapêutico.
.A longitudinalidade do cuidado pressupõe
a continuidade da relação clínica, com
construção de vínculo e responsabilização
entre profissionais e usuários ao longo do
tempo e de modo permanente,
acompanhando os efeitos das intervenções
em saúde e de outros elementos na vida
dos usuários, ajustando condutas quando
necessário, evitando a perda de referências
e diminuindo os riscos de iatrogenia
decorrentes do desconhecimento das
histórias de vida e da coordenação do
cuidado.
IV - Coordenar a integralidade em seus vários
aspectos, a saber: integração de ações
programáticas e demanda espontânea; articulação
das ações de promoção à saúde, prevenção de
agravos, vigilância à saúde, tratamento e
reabilitação e manejo das diversas tecnologias de
cuidado e de gestão necessárias a estes fins e à
ampliação da autonomia dos usuários e
coletividades; trabalhando de forma
multiprofissional, interdisciplinar e em equipe;
realizando a gestão do cuidado integral do usuário
e coordenando-o no conjunto da rede de atenção.
V - estimular a participação dos
usuários como forma de ampliar sua
autonomia e capacidade na construção do
cuidado à sua saúde e das pessoas e
coletividades do território, no
enfrentamento dos determinantes e
condicionantes de saúde, na organização e
orientação dos serviços de saúde a partir
de lógicas mais centradas no usuário e no
exercício do controle social.
A Política Nacional de Atenção Básica tem
na Saúde da Família sua estratégia
prioritária para expansão e consolidação
da atenção básica. A qualificação da
Estratégia de Saúde da Família e de
outras estratégias de organização da
atenção básica deverão seguir as
diretrizes da atenção básica e do SUS
configurando um processo progressivo e
singular que considera e inclui as
especificidades locoregionais.
• UBS
• ESF (parâmetro por equipe e ACS)
• Equipe de Saúde Bucal (1 para cada ESF)
• NASF
• NAAB
• Melhor em Casa
• Academia da Saúde
• Telessaúde
• Outros...
Atenção Primária em Saúde em:
Atribuições da equipe da
Atenção Básica
Cada membro da equipe é responsável em “fazer
a acontecer,” de acordo com as demandas da
comunidade assistida
Atribuições da equipe da
Atenção Básica
•Quais as responsabilidades que
compartilhamos em equipe?
•Quais os desafios do trabalho em equipe?
As Atribuições dos Profissionais da
Atenção Básica
1 - SÃO ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS:
(BRASIL,2011).
I - participar do processo de territorialização e
mapeamento da área de atuação da equipe,
identificando grupos, famílias e indivíduos
expostos a riscos e vulnerabilidades;
II - manter atualizado o cadastramento das famílias
e dos indivíduos no sistema de informação indicado
pelo gestor municipal e utilizar, de forma sistemática,
os dados para a análise da situação de saúde
considerando as características sociais, econômicas,
culturais, demográficas e epidemiológicas do
território, priorizando as situações a serem
acompanhadas no planejamento local;
III - realizar o cuidado da saúde da população adscrita,
prioritariamente no âmbito da unidade de saúde, e
quando necessário no domicílio e nos demais espaços
comunitários (escolas, associações, entre outros);
IV - realizar ações de atenção a saúde conforme a
necessidade de saúde da população local, bem como
as previstas nas prioridades e protocolos da gestão
local;
V - garantir da atenção a saúde buscando a
integralidade por meio da realização de ações de
promoção, proteção e recuperação da saúde e
prevenção de agravos; e da garantia de atendimento
da demanda espontânea, da realização das ações
programáticas, coletivas e de vigilância à saúde;
VI - participar do acolhimento dos usuários
realizando a escuta qualificada das necessidades de
saúde, procedendo a primeira avaliação (classificação
de risco, avaliação de vulnerabilidade, coleta de
informações e sinais clínicos) e identificação das
necessidades de intervenções de cuidado,
proporcionando atendimento humanizado, se
responsabilizando pela continuidade da atenção e
viabilizando o estabelecimento do vínculo;
VII - realizar busca ativa e notificar doenças e
agravos de notificação compulsória e de outros
agravos e situações de importância local;
VIII - responsabilizar-se pela população adscrita,
mantendo a coordenação do cuidado mesmo quando
esta necessita de atenção em outros pontos de
atenção do sistema de saúde;
IX - praticar cuidado familiar e dirigido a coletividades
e grupos sociais que visa propor intervenções que
influenciem os processos de saúde doença dos
indivíduos, das famílias, coletividades e da própria
comunidade;
X - realizar reuniões de equipes a fim de discutir em
conjunto o planejamento e avaliação das ações da
equipe, a partir da utilização dos dados disponíveis;
XI - acompanhar e avaliar sistematicamente as ações
implementadas, visando à readequação do processo
de trabalho;
XII - garantir a qualidade do registro das atividades
nos sistemas de informação na Atenção Básica;
XIII - realizar trabalho interdisciplinar e em equipe,
integrando áreas técnicas e profissionais de diferentes
formações;
XIV - realizar ações de educação em saúde a
população adstrita, conforme planejamento da equipe;
XV - participar das atividades de educação
permanente;
XVI - promover a mobilização e a participação da
comunidade, buscando efetivar o controle social;
XVII - identificar parceiros e recursos na comunidade
que possam potencializar ações intersetoriais; e
XVIII - realizar outras ações e atividades a serem
definidas de acordo com as
prioridades locais.
ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS
•É importante e necessário que cada profissional se
reconheça e reconheça também a atividade do outro,
mesmo que, muitas vezes, façam o trabalho
compartilhado.
Agente Comunitário de Saúde (Vìdeo)
https://www.youtube.com/watch?v=lc_qUXTIj7Q
Atribuições específicas do
Agente Comunitário de Saúde
•O agente comunitário de saúde (ACS) exerce o papel
de “elo” entre a equipe e a comunidade, devendo
residir na área de atuação da equipe, vivenciando o
cotidiano das famílias/indivíduo/comunidade com mais
intensidade em relação aos outros profissionais
(FORTES; SPINETTI, 2004).
•É capacitado para reunir informações de saúde sobre
a comunidade e deve ter condição de dedicar oito
horas por dia ao seu trabalho.
•Realiza visitas domiciliares na área adscrita,
produzindo dados capazes de dimensionar os
principais problemas de saúde de sua
comunidade.
• Estudos identificam que o ACS, no seu dia a dia,
apresenta dificuldade de lidar com o tempo, o excesso
de trabalho, a preservação do espaço familiar, o
tempo de descanso, a desqualificação do seu trabalho
e o cansaço físico (MARTINES; CHAVES, 2007).
• A esses profissionais cabe cadastrar todas as
pessoas do território, mantendo esses cadastros
sempre atualizados, orientando as famílias quanto à
utilização dos serviços de saúde disponíveis.
• Devem acompanhá-las, por meio de visitas
domiciliarias e ações educativas individuais e
coletivas, buscando sempre a integração entre a
equipe de saúde e a população adscrita à UBS.
• Devem desenvolver atividades de promoção da
saúde, de prevenção das doenças e agravos e de
vigilância à saúde, mantendo como referência a
média de uma visita/família/mês ou, considerando os
critérios de risco e vulnerabilidade, em número maior.
A eles cabe “o acompanhamento das
condicionalidades do Programa Bolsa Família ou de
qualquer outro programa similar de transferência de
renda e enfrentamento de vulnerabilidades implantado
pelo Governo Federal, estadual e municipal de acordo
com o planejamento da equipe”
(BRASIL, 2011).
•O ACS também é responsável por cobrir toda a
população cadastrada, com um máximo de 750
pessoas por ACS (BRASIL, 2011).
Como você percebe o trabalho multiprofissional
na Estratégia Saúde da Família ( ESF) ?
Saúde da Família, 100% Manguinhos (vídeo):
https://www.youtube.com/watch?v=-hEdjhkb0eo
Tarefa
Elabore um texto reflexivo sobre as
potencialidades e dificuldades da prática de
trabalho no seu território
Obrigada!!

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Atenção básica no município de Osório

  • 1. CAPACITAÇÃO CONTINUADA PARA AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE DIANA ZANONI 2017
  • 2. Sobre o profissional ●Diana Zanoni ●Cirurgiã Dentista ●Coordenadora da Atenção Básica/PACS e Odontológica
  • 3. Sobre o tema ● Visão da Atenção Básica do Município de Osório ● Discussão da Atenção Básica
  • 4. Curso de Educação Continuada para Agentes Comunitários de Saúde
  • 5. ATENÇÃO BÁSICA Arroio das Pedras/Aguapés 7 Postos de ESF e Atlântida Sul/Palmital 9 Equipes de ESF Albatroz Caravagio (2 Equipes) Glória Laranjeiras – Baixada Primavera (2 Equipes)
  • 6. Borussia 4 Unidades Passinhos Básicas de Saúde Santa Luzia Serra Mar
  • 7. • 1 Policlínica Posto Médico Central • 1 Centro de Especialidades Odontológicas
  • 8. Serviços e programas da Atenção Básica • Arroio das Pedras e Aguapés atendimento de enfermagem – sala de vacina atendimento odontológico atendimento médico atendimento do ACS atividade na escola
  • 9. • Atlântida Sul/Palmital atendimento de enfermagem – sala de vacina atendimento odontológico atendimento médico atendimento do ACS grupo de caminhada grupo de tabagismo atividade na escola
  • 10. • Albatroz atendimento de enfermagem -sala de vacina atendimento odontológico – rx odontológico atendimento médico atendimento do ACS atendimento de nutrição grupo de terapia ocupacional Chitacá Jardim da Alegria saúde na comunidade atividades na escola projeto de ginastica
  • 11. • Caravagio atendimento de enfermagem - sala de vacina atendimento odontológico atendimento médico atendimento do ACS atendimento de nutrição grupo e terapia ocupacional Chitacá Brincando com a Lã
  • 12. • Glória atendimento de enfermagem – sala de vacina atendimento odontológico – rx odontológico atendimento médico atendimento do ACS atendimento de nutrição grupo de terapia ocupacional Chitacá Autoestima grupo da Horta Flor e Horto medicinal GEFITO tarde da autoestima
  • 13. • Laranjeiras – Baixada atendimento de enfermagem – sala de vacina atendimento odontológico – rx odontológico atendimento médico atendimento do ACS atividades na Escola grupo e terapia ocupacional Chitacá Laranjinha
  • 14. • Primavera atendimento de enfermagem – sala de vacina atendimento odontológico – rx odontológico atendimento médico atendimento de ACS atendimento ginecológico atendimento de nutrição grupo de terapia ocupacional Chitacá Primavera grupo de gestantes grupo de caminhada
  • 15. • Borussia atendimento de enfermagem atendimento médico atendimento de ACS grupo de terapia ocupacional - artesanato
  • 16. • Passinhos atendimento de enfermagem atendimento odontológico atendimento médico atendimento de ACS grupo de terapia ocupacional – Chitacá momila
  • 17. • Santa Luzia atendimento de enfermagem atendimento odontológico atendimento médico atendimento de ACS grupo de terapia ocupacional – Chitacá Arteiras e Grupo Tecendo Alegria (Lã)
  • 18. • Serra Mar atendimento de enfermagem atendimento médico atendimento de ACS
  • 19. Posto Médico Central atendimento de enfermagem – sala de vacina atendimento odontológico atendimento médico clinico atendimento ginecológico e obstétrico atendimento pediátrico atendimento cardiológico atendimento neurológico atendimento oftalmológico atendimento pneumológico atendimento neurológico
  • 20. atendimento dermatológico atendimento endocrinologista atendimento de urologista atendimento traumatologista (referência Hospital) atendimento mastologista (referência Hospital) atendimento fonoaudiólogo atendimento de nutrição eletrocardiograma/eletroencefalo sala 10 marcação de especialistas
  • 21. marcação para Porto Alegre marcação de exames vigilância sanitária farmácia do Estado farmácia municipal marcação de transporte epidemiologia/imunizações DTI Assistência Social CEO Secretaria da Saúde
  • 23. • Marcações cada Posto tem sua rotina Aguapés – toda segunda à tarde Albatroz – todo primeiro dia útil do mês pela manhã Arroio das Pedras – toda quinta Atlântida Sul – todos dias, exceto quartas Caravagio – lista de espera CEO – toda primeira segunda mês pela manhã
  • 24. Glória – última sexta do mês pela manhã Laranjeiras – primeira terça do mês pela manhã Palmital – toda quarta Passinhos – todos os dias Primavera – toda sexta de manhã Santa Luzia – toda quarta pela manhã
  • 26. Centro de Especialidades Odontológicas • Clinico geral – marcação na primeira segunda do mês • Protesista – lista de espera • Periodontista – todo dia • Bucomaxilofacial –lista de espera, exceto lesão • Endodontista – lista de espera • Serviço de radiologia – todo dia
  • 27. Dicas Odontológicas • Uso de escova macia
  • 28. • Uso de fio dental
  • 29. • Uso correto de pasta de dente
  • 30. • Higienização da boca do bebê
  • 31. • Limpeza da prótese
  • 32. Disposições gerais sobre a Atenção Básica Dos Princípios e Diretrizes da Atenção Básica
  • 33. PORTARIA Nº 2.488, Outubro/2011 Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS)
  • 34. DIRETRIZES . Universalidade . Acessibilidade . Vínculo . Continuidade do Cuidado . Integralidade da Atenção . Responsabilização . Humanização . Equidade . Participação Social
  • 35. A Atenção Básica caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades.
  • 36. A Atenção Básica tem como fundamentos e diretrizes: I - ter território adstrito sobre o mesmo, de forma a permitir o planejamento, a programação descentralizada e o desenvolvimento de ações setoriais e intersetoriais com impacto na situação, nos condicionantes e determinantes da saúde das coletividades que constituem aquele território sempre em consonância com o princípio da equidade;
  • 37. II- possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada aberta e preferencial da rede de atenção, acolhendo os usuários e promovendo a vinculação e corresponsabilização pela atenção às suas necessidades de saúde; o estabelecimento de mecanismos que assegurem acessibilidade e acolhimento pressupõe uma lógica de organização e funcionamento do serviço de saúde, que parte do princípio de que a unidade de saúde deva receber e ouvir todas as pessoas que procuram os seus serviços, de modo universal e sem diferenciações excludentes.
  • 38. O serviço de saúde deve se organizar para assumir sua função central de acolher, escutar e oferecer uma resposta positiva, capaz de resolver a grande maioria dos problemas de saúde da população e/ou de minorar danos e sofrimentos desta, ou ainda se responsabilizar pela resposta, ainda que esta seja ofertada em outros pontos de atenção da rede. A proximidade e a capacidade de acolhimento, vinculação, responsabilização e resolutividade são fundamentais para a efetivação da atenção básica como contato e porta de entrada preferencial da rede de atenção;
  • 39. III - adscrever os usuários e desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população adscrita garantindo a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado.A adscrição dos usuários é um processo de vinculação de pessoas e/ou famílias e grupos a profissionais/equipes, com o objetivo de ser referência para o seu cuidado.
  • 40. O vínculo, por sua vez, consiste na construção de relações de afetividade e confiança entre o usuário e o trabalhador da saúde, permitindo o aprofundamento do processo de corresponsabilização pela saúde, construído ao longo do tempo, além de carregar, em si, um potencial terapêutico. .A longitudinalidade do cuidado pressupõe a continuidade da relação clínica, com construção de vínculo e responsabilização entre profissionais e usuários ao longo do tempo e de modo permanente,
  • 41. acompanhando os efeitos das intervenções em saúde e de outros elementos na vida dos usuários, ajustando condutas quando necessário, evitando a perda de referências e diminuindo os riscos de iatrogenia decorrentes do desconhecimento das histórias de vida e da coordenação do cuidado.
  • 42. IV - Coordenar a integralidade em seus vários aspectos, a saber: integração de ações programáticas e demanda espontânea; articulação das ações de promoção à saúde, prevenção de agravos, vigilância à saúde, tratamento e reabilitação e manejo das diversas tecnologias de cuidado e de gestão necessárias a estes fins e à ampliação da autonomia dos usuários e coletividades; trabalhando de forma multiprofissional, interdisciplinar e em equipe; realizando a gestão do cuidado integral do usuário e coordenando-o no conjunto da rede de atenção.
  • 43. V - estimular a participação dos usuários como forma de ampliar sua autonomia e capacidade na construção do cuidado à sua saúde e das pessoas e coletividades do território, no enfrentamento dos determinantes e condicionantes de saúde, na organização e orientação dos serviços de saúde a partir de lógicas mais centradas no usuário e no exercício do controle social.
  • 44. A Política Nacional de Atenção Básica tem na Saúde da Família sua estratégia prioritária para expansão e consolidação da atenção básica. A qualificação da Estratégia de Saúde da Família e de outras estratégias de organização da atenção básica deverão seguir as diretrizes da atenção básica e do SUS configurando um processo progressivo e singular que considera e inclui as especificidades locoregionais.
  • 45. • UBS • ESF (parâmetro por equipe e ACS) • Equipe de Saúde Bucal (1 para cada ESF) • NASF • NAAB • Melhor em Casa • Academia da Saúde • Telessaúde • Outros... Atenção Primária em Saúde em:
  • 46. Atribuições da equipe da Atenção Básica Cada membro da equipe é responsável em “fazer a acontecer,” de acordo com as demandas da comunidade assistida
  • 47. Atribuições da equipe da Atenção Básica •Quais as responsabilidades que compartilhamos em equipe? •Quais os desafios do trabalho em equipe?
  • 48. As Atribuições dos Profissionais da Atenção Básica 1 - SÃO ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS: (BRASIL,2011). I - participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidades;
  • 49. II - manter atualizado o cadastramento das famílias e dos indivíduos no sistema de informação indicado pelo gestor municipal e utilizar, de forma sistemática, os dados para a análise da situação de saúde considerando as características sociais, econômicas, culturais, demográficas e epidemiológicas do território, priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local;
  • 50. III - realizar o cuidado da saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito da unidade de saúde, e quando necessário no domicílio e nos demais espaços comunitários (escolas, associações, entre outros); IV - realizar ações de atenção a saúde conforme a necessidade de saúde da população local, bem como as previstas nas prioridades e protocolos da gestão local;
  • 51. V - garantir da atenção a saúde buscando a integralidade por meio da realização de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde e prevenção de agravos; e da garantia de atendimento da demanda espontânea, da realização das ações programáticas, coletivas e de vigilância à saúde;
  • 52. VI - participar do acolhimento dos usuários realizando a escuta qualificada das necessidades de saúde, procedendo a primeira avaliação (classificação de risco, avaliação de vulnerabilidade, coleta de informações e sinais clínicos) e identificação das necessidades de intervenções de cuidado, proporcionando atendimento humanizado, se responsabilizando pela continuidade da atenção e viabilizando o estabelecimento do vínculo; VII - realizar busca ativa e notificar doenças e agravos de notificação compulsória e de outros agravos e situações de importância local;
  • 53. VIII - responsabilizar-se pela população adscrita, mantendo a coordenação do cuidado mesmo quando esta necessita de atenção em outros pontos de atenção do sistema de saúde; IX - praticar cuidado familiar e dirigido a coletividades e grupos sociais que visa propor intervenções que influenciem os processos de saúde doença dos indivíduos, das famílias, coletividades e da própria comunidade;
  • 54. X - realizar reuniões de equipes a fim de discutir em conjunto o planejamento e avaliação das ações da equipe, a partir da utilização dos dados disponíveis; XI - acompanhar e avaliar sistematicamente as ações implementadas, visando à readequação do processo de trabalho; XII - garantir a qualidade do registro das atividades nos sistemas de informação na Atenção Básica;
  • 55. XIII - realizar trabalho interdisciplinar e em equipe, integrando áreas técnicas e profissionais de diferentes formações; XIV - realizar ações de educação em saúde a população adstrita, conforme planejamento da equipe; XV - participar das atividades de educação permanente; XVI - promover a mobilização e a participação da comunidade, buscando efetivar o controle social;
  • 56. XVII - identificar parceiros e recursos na comunidade que possam potencializar ações intersetoriais; e XVIII - realizar outras ações e atividades a serem definidas de acordo com as prioridades locais.
  • 57. ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS •É importante e necessário que cada profissional se reconheça e reconheça também a atividade do outro, mesmo que, muitas vezes, façam o trabalho compartilhado.
  • 58. Agente Comunitário de Saúde (Vìdeo) https://www.youtube.com/watch?v=lc_qUXTIj7Q
  • 59. Atribuições específicas do Agente Comunitário de Saúde •O agente comunitário de saúde (ACS) exerce o papel de “elo” entre a equipe e a comunidade, devendo residir na área de atuação da equipe, vivenciando o cotidiano das famílias/indivíduo/comunidade com mais intensidade em relação aos outros profissionais (FORTES; SPINETTI, 2004). •É capacitado para reunir informações de saúde sobre a comunidade e deve ter condição de dedicar oito horas por dia ao seu trabalho.
  • 60. •Realiza visitas domiciliares na área adscrita, produzindo dados capazes de dimensionar os principais problemas de saúde de sua comunidade. • Estudos identificam que o ACS, no seu dia a dia, apresenta dificuldade de lidar com o tempo, o excesso de trabalho, a preservação do espaço familiar, o tempo de descanso, a desqualificação do seu trabalho e o cansaço físico (MARTINES; CHAVES, 2007). • A esses profissionais cabe cadastrar todas as pessoas do território, mantendo esses cadastros sempre atualizados, orientando as famílias quanto à utilização dos serviços de saúde disponíveis.
  • 61. • Devem acompanhá-las, por meio de visitas domiciliarias e ações educativas individuais e coletivas, buscando sempre a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS. • Devem desenvolver atividades de promoção da saúde, de prevenção das doenças e agravos e de vigilância à saúde, mantendo como referência a média de uma visita/família/mês ou, considerando os critérios de risco e vulnerabilidade, em número maior.
  • 62. A eles cabe “o acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família ou de qualquer outro programa similar de transferência de renda e enfrentamento de vulnerabilidades implantado pelo Governo Federal, estadual e municipal de acordo com o planejamento da equipe” (BRASIL, 2011). •O ACS também é responsável por cobrir toda a população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por ACS (BRASIL, 2011).
  • 63. Como você percebe o trabalho multiprofissional na Estratégia Saúde da Família ( ESF) ?
  • 64. Saúde da Família, 100% Manguinhos (vídeo): https://www.youtube.com/watch?v=-hEdjhkb0eo
  • 65. Tarefa Elabore um texto reflexivo sobre as potencialidades e dificuldades da prática de trabalho no seu território