O documento discute a relação entre tecnologia, aprendizagem e alfabetização no Brasil, destacando a alta taxa de analfabetismo funcional. O autor aponta para a necessidade de adaptar as práticas educativas e metodológicas na escola, considerando as novas formas de aprendizado proporcionadas pelos dispositivos tecnológicos. A reflexão final sugere que a escola deve promover uma aprendizagem significativa e crítica, capacitando os alunos a lidarem com as transformações culturais e tecnológicas.