Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Ciências da Educação
Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica
Polo: Caçador
Pós-graduando: Eliane T. Pellizzaro
Ao falarmos sobre leitura ou formação de leitores a primeira ideia que nos vem é
que a o tema diz respeito apenas a escola e ao ato pedagógico. De certa forma isso é até
compreensível pois é a escola que oferece as possibilidades maiores desenvolver
tais habilidades.
Porém se lançarmos um olhar ao nosso redor podemos perceber que o inúmeras
mudanças vem ocorrendo e que hoje há muitas possibilidades de inserir no aluno na
leitura e ao hábito fora da escola as inúmeras transformações, pelas quais passa a
sociedade as amplas possibilidades de comunicação são fatores que facilitam esse
processo. Além disso a leitura hoje passa a ter uma função na vida da criança.
A própria escola já percebe a necessidade de inovação quando coloca o conceito de
letramento que exige algo além dos livros fazendo com que cada leitor lance mão das
mais diversas estratégias de leitura, diante dos mais diversos materiais escritos.
Nestes textos, portanto, estamos considerando a complexidade que é para a escola e
para as gerações mais antigas inseri - se nestes novos tipos de leituras e aceita-las como
inovações pois exigem segundo os autores reavaliarmos as condições atuais da
produção do saber .
Acreditamos que aceitar essa realidade exige bem mais que boa vontade, exige
uma competência que não temos pois as novidades surgem rapidamente e a escola esta
longe de alcançar este ritmo acelerado de atualização seja por falta de condições
econômicas seja por questões culturais que distanciam o professor dos alunos .
Procurando discutir essas questões, o texto apresentar algumas reflexões sobre a
formação escolar e formação de leitores, apontando para a necessidade de a escola
atentar situação de fascino e risco ou seja as consequências que a tecnologia traz para o
progresso da humanidade .
Entendemos que a tecnologia como o texto coloca é evidentemente positiva, a
preocupação entretanto é que é preciso que a criança leia e use a leitura na vida.
É preciso perceber que estamos formando leitores para o futuro embora conforme o
texto, nascemos antes da revolução eletrônica ainda não sabemos com agir na sala de
aula sem o quadro, não sabemos ensinar usando o celular, ainda não sabemos ensinar
aprendendo com nossos alunos que são jovens e podem ser mais a autores do próprio
conhecimento.
Nesse sentido, a leitura passa a ser mais que um desafio, pedagógico, ao qual estão
atentas as autoridade públicas como exemplo o MEC e PNL, entre outros programas
que preocupam-se com o pleno acesso ao livro e a leitura formação de mediadores.
Entre tanto cabe a nós professores questionamentos sobre aonde as práticas de
leitura, utilizadas na escola ou nos espaços culturais, estarão levando os leitores que
pretendemos formar? Estarão os alunos vivenciando conseguindo usufruir da sua
cultura, construída e acumulada ao longo dos séculos? Essas práticas estariam sendo
úteis para a vida, melhorando sua qualidade, as chances de enfrentar desafios,
atendendo as suas múltiplas inteligências, em suas necessidades cognitivas, afetivas,
emocionais, sociais?
Cabe ainda a noss perguntarmos se mediante a necessidade de desenvolver estratégia
para formação de leitores, quais são as estratégias, os objetivos implícitos e explícitos -
das ações pensadas por entidades e instituições, ou, e além disso o que planejamos em
termos de ações futuras para o estabelecimento de prática? Onde estariam as práticas
leitoras desses sujeitos? Que outras produções culturais chamam sua atenção? Para onde
se inclinam seus interesses e seus desejos?
Diante destes questionamentos que nos remetem a uma nova realidade e diante da
realidade em que vivemos, a era tecnológica, na sua vertiginosa evolução onde os
próprios especialistas encontram dificuldade para acompanhar os avanços o texto refere
que estamos diante de outra cultura, temos grandes desafios pela frente, muitas
mudanças exigem do professor um trabalho que prepare leitores para esta nova fase que
estamos vivendo. Para tanto o maior desafio está na própria formação do professor que
conforme apontamos no inicio , vive um momento presente que não é seu e prepara para
um futuro que não conhece e que tem em suas mãos um educando que já nasce inserido
na tecnologia e precisa mais do que conhecimento, precisa de orientação formação para
transformar estes conhecimentos em sabedorias para viver e transformar sua vida de
modo a lhe trazer satisfação e plenitude ,desta forma sabemos que esta realidade esta ai
não há como ser modificada.
Concluímos então num primeiro momento que o avanço tecnológico modifica
significativamente o modo de produção do conhecimento, surgindo assim, um novo
leitor, com necessidades e desejos diferentes aos do passado.
A escola não pode ficar a parte diante desta revolução tecnológica, é preciso que o
professor adquira uma nova postura diante deste contexto sedo o autor desta mudança é
necessário um olhar crítico, ao selecionar planejar pensar a ação pedagógica usando
adequadamente os recursos e os assuntos a serem explorados dentro da escola, fazendo
da tecnologia sua grande aliada no processo de formação de leitores, pois só assim,
estaremos desempenhando com competência a nossa função de educadores , além de
tornar as aulas mais interessantes estará desenvolvendo um trabalho sintonizado com as
necessidades e desafios impostos e propostos pela sociedade moderna, que exigem do
professor o papel de agente de transformação e esta exigência transforma-se em
cobrança a medida que o professor vai ficando excluído quando não acompanha estas
inovações, a própria dinâmica social encarrega-se deste papel. Podemos observar de um
forma mais clara no cotidiano quando inúmeras vezes o professor encontra-se perdido
atordoado pela própria indisciplina que gerada pela incompetência de alguns
profissionais que resistem ainda a tais mudanças.
Portanto é imprescindível que o professor esteja preparado para ser o mediador
uma vez que é ele um profissional que deve acompanhar a evolução de conhecimentos
e está inserido no mundo que passa por essa transformação a todo momento. Torna-se
então necessário o acompanhar as mudanças das tecnológicas, da mídia,. Na prática,
isso hoje se dá inserindo em suas atividade o celular, a lousa digital, a internet na sala
de aula, entre outros uma vez que todos esses já estão sendo usados a todo momento
como ferramentas no dia-a-dia das pessoas no trabalho ou no lazer nada mais coerente
do que ensinar os alunos também com esses meios inserindo-os assim na sociedade com
cidadãos capazes fazer uma verdadeira leitura do seu mundo , para tenha nas mãos o
poder de direcionar da maneira que melhor lhe convir.

Trabalho leitura

  • 1.
    Universidade Federal deSanta Catarina Centro de Ciências da Educação Curso de Especialização em Coordenação Pedagógica Polo: Caçador Pós-graduando: Eliane T. Pellizzaro Ao falarmos sobre leitura ou formação de leitores a primeira ideia que nos vem é que a o tema diz respeito apenas a escola e ao ato pedagógico. De certa forma isso é até compreensível pois é a escola que oferece as possibilidades maiores desenvolver tais habilidades. Porém se lançarmos um olhar ao nosso redor podemos perceber que o inúmeras mudanças vem ocorrendo e que hoje há muitas possibilidades de inserir no aluno na leitura e ao hábito fora da escola as inúmeras transformações, pelas quais passa a sociedade as amplas possibilidades de comunicação são fatores que facilitam esse processo. Além disso a leitura hoje passa a ter uma função na vida da criança. A própria escola já percebe a necessidade de inovação quando coloca o conceito de letramento que exige algo além dos livros fazendo com que cada leitor lance mão das mais diversas estratégias de leitura, diante dos mais diversos materiais escritos. Nestes textos, portanto, estamos considerando a complexidade que é para a escola e para as gerações mais antigas inseri - se nestes novos tipos de leituras e aceita-las como inovações pois exigem segundo os autores reavaliarmos as condições atuais da produção do saber . Acreditamos que aceitar essa realidade exige bem mais que boa vontade, exige uma competência que não temos pois as novidades surgem rapidamente e a escola esta longe de alcançar este ritmo acelerado de atualização seja por falta de condições econômicas seja por questões culturais que distanciam o professor dos alunos . Procurando discutir essas questões, o texto apresentar algumas reflexões sobre a formação escolar e formação de leitores, apontando para a necessidade de a escola atentar situação de fascino e risco ou seja as consequências que a tecnologia traz para o progresso da humanidade . Entendemos que a tecnologia como o texto coloca é evidentemente positiva, a preocupação entretanto é que é preciso que a criança leia e use a leitura na vida. É preciso perceber que estamos formando leitores para o futuro embora conforme o texto, nascemos antes da revolução eletrônica ainda não sabemos com agir na sala de aula sem o quadro, não sabemos ensinar usando o celular, ainda não sabemos ensinar
  • 2.
    aprendendo com nossosalunos que são jovens e podem ser mais a autores do próprio conhecimento. Nesse sentido, a leitura passa a ser mais que um desafio, pedagógico, ao qual estão atentas as autoridade públicas como exemplo o MEC e PNL, entre outros programas que preocupam-se com o pleno acesso ao livro e a leitura formação de mediadores. Entre tanto cabe a nós professores questionamentos sobre aonde as práticas de leitura, utilizadas na escola ou nos espaços culturais, estarão levando os leitores que pretendemos formar? Estarão os alunos vivenciando conseguindo usufruir da sua cultura, construída e acumulada ao longo dos séculos? Essas práticas estariam sendo úteis para a vida, melhorando sua qualidade, as chances de enfrentar desafios, atendendo as suas múltiplas inteligências, em suas necessidades cognitivas, afetivas, emocionais, sociais? Cabe ainda a noss perguntarmos se mediante a necessidade de desenvolver estratégia para formação de leitores, quais são as estratégias, os objetivos implícitos e explícitos - das ações pensadas por entidades e instituições, ou, e além disso o que planejamos em termos de ações futuras para o estabelecimento de prática? Onde estariam as práticas leitoras desses sujeitos? Que outras produções culturais chamam sua atenção? Para onde se inclinam seus interesses e seus desejos? Diante destes questionamentos que nos remetem a uma nova realidade e diante da realidade em que vivemos, a era tecnológica, na sua vertiginosa evolução onde os próprios especialistas encontram dificuldade para acompanhar os avanços o texto refere que estamos diante de outra cultura, temos grandes desafios pela frente, muitas mudanças exigem do professor um trabalho que prepare leitores para esta nova fase que estamos vivendo. Para tanto o maior desafio está na própria formação do professor que conforme apontamos no inicio , vive um momento presente que não é seu e prepara para um futuro que não conhece e que tem em suas mãos um educando que já nasce inserido na tecnologia e precisa mais do que conhecimento, precisa de orientação formação para transformar estes conhecimentos em sabedorias para viver e transformar sua vida de modo a lhe trazer satisfação e plenitude ,desta forma sabemos que esta realidade esta ai não há como ser modificada. Concluímos então num primeiro momento que o avanço tecnológico modifica significativamente o modo de produção do conhecimento, surgindo assim, um novo leitor, com necessidades e desejos diferentes aos do passado. A escola não pode ficar a parte diante desta revolução tecnológica, é preciso que o professor adquira uma nova postura diante deste contexto sedo o autor desta mudança é necessário um olhar crítico, ao selecionar planejar pensar a ação pedagógica usando adequadamente os recursos e os assuntos a serem explorados dentro da escola, fazendo da tecnologia sua grande aliada no processo de formação de leitores, pois só assim, estaremos desempenhando com competência a nossa função de educadores , além de tornar as aulas mais interessantes estará desenvolvendo um trabalho sintonizado com as
  • 3.
    necessidades e desafiosimpostos e propostos pela sociedade moderna, que exigem do professor o papel de agente de transformação e esta exigência transforma-se em cobrança a medida que o professor vai ficando excluído quando não acompanha estas inovações, a própria dinâmica social encarrega-se deste papel. Podemos observar de um forma mais clara no cotidiano quando inúmeras vezes o professor encontra-se perdido atordoado pela própria indisciplina que gerada pela incompetência de alguns profissionais que resistem ainda a tais mudanças. Portanto é imprescindível que o professor esteja preparado para ser o mediador uma vez que é ele um profissional que deve acompanhar a evolução de conhecimentos e está inserido no mundo que passa por essa transformação a todo momento. Torna-se então necessário o acompanhar as mudanças das tecnológicas, da mídia,. Na prática, isso hoje se dá inserindo em suas atividade o celular, a lousa digital, a internet na sala de aula, entre outros uma vez que todos esses já estão sendo usados a todo momento como ferramentas no dia-a-dia das pessoas no trabalho ou no lazer nada mais coerente do que ensinar os alunos também com esses meios inserindo-os assim na sociedade com cidadãos capazes fazer uma verdadeira leitura do seu mundo , para tenha nas mãos o poder de direcionar da maneira que melhor lhe convir.