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Aplicações da psicanálise à
educação
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
Freud Mostrou, ainda, que não
comunga com o papel repressor da
educação, via repressão dos
instintos. Evidente que, dependendo
de como o professor e a escola
trabalham, a educação poderá ser
repressora ou libertadora. É um
ponto a se refletir.
Sua teoria teve origem no “anormal”, na
“doença”, no patológico; a partir daí,
resultou uma teoria de caráter geral.
Embora o professor não seja um
terapeuta, o fato de trabalhar com a
criança durante seu período de
formação, certamente impõe a este
profissional uma responsabilidade muito
grande.
A criança aprende melhor
com o professor do qual ela
gosta.
Teoria Psicossocial: Erikson
Erikson enveredou pela docência, tornando-se
professor numa escola que se distinguia por um estilo
muito progressivo. Teve a oportunidade de ensinar
não apenas as matérias convencionais, mas também
algo que muito lhe agradava como a pintura, o
desenho e a história de diferentes culturas como da
Índia e dos esquimós.
Erikson começou a relacionar-se com a família Freud,
muito especialmente com Anna Freud, com quem
iniciou psicanálise e com quem ganhou o gosto do
estudo da infância.
 Iniciou a prática da psicanálise infantil.
 O Ego ou a consciência operam de
forma criativa em indivíduos considerados
sãos.
 Estudou sobre as influências culturais
no desenvolvimento psicológico.
A Personalidade
para Erikson
A teoria de Erikson dá mais atenção aos
aspectos sociais, ressaltando a importância das
experiências sociais, vividas nas diferentes
etapas do desenvolvimento.
o crescimento psicológico ocorre por meio de
fases, depende da interação da pessoa com o
meio em que vive. Cada fase é atravessada por
uma crise psicossocial, entre uma vertente
positiva e uma vertente negativa. É essencial
que a positiva se sobreponha.
Fases da
personalidade,
segundo Erikson
1. confiança/desconfiança – ocorre
aproximadamente durante o primeiro ano de
vida. A criança adquire ou não segurança e
confiança em relação a si própria e em relação
ao mundo que a rodeia, por meio da relação
que tem com a mãe.
2. autonomia/dúvida e vergonha - é
caracterizada por uma contradição entre
a vontade própria (impulsos) e as normas
sociais.
Afirmar uma vontade é um passo
importante na construção de uma
identidade.
3. iniciativa/culpa – A criança deve ser capaz de
distinguir o que pode e o que não pode fazer.
4. indústria/inferioridade – decorre na idade escolar,
antes da adolescência. A criança percebe-se como
pessoa trabalhadora, capaz de produzir, sente-se
competente.
uma vez que, sem confiança, sem autonomia e sem
iniciativa, a criança não poderá se sentir capaz. O
sentimento de inferioridade poderá levar a
bloqueios e atitudes regressivas.
5. identidade/confusão de identidade – período da
adolescência. Adquire-se a identidade psicossocial: o
adolescente precisa entender o seu papel no mundo
e tem consciência da sua singularidade.
“crise da adolescência”. Fatores que contribuem para
a confusão de identidade são: perda de laços
familiares e falta de apoio durante a vida;
expectativas familiares e sociais divergentes do grupo
de amigos; falta de laços exteriores à família.
6. intimidade/isolamento –entre os vinte e 30
anos, aproximadamente. É o estabelecimento
de relações íntimas com outras pessoas. O lado
negativo é o isolamento dos que não
conseguem estabelecer relações de intimidade.
7. generatividade/estagnação – é uma fase de
afirmação pessoal, no trabalho e na família.
Ocorre o desejo de realizar algo que sobreviva
a nós próprios e contribua para bem-estar das
gerações futuras.
8. integridade/desespero – é a última fase,
ocorre a partir dos sessenta anos, consiste
numa retrospectiva da vida, período em que
revemos escolhas, opções, realizações e
fracassos. A integridade advém do sentimento
de que a vida teve sentido; existe uma
satisfação pessoal. O desespero é a avaliação
negativa do que fizemos e a tomada de
consciência de que não há tempo para
recomeçar.
Consolidação da personalidade na
adolescência
As mudanças que ocorrem nos
diversos aspectos (físico, cognitivo,
social), durante a puberdade são
muito profundas para que a
personalidade não seja
estremecida.
DESENVOLVIMENTO
DO AUTOCONCEITO
O aspecto físico representa uma das
principais preocupações do adolescente,
influenciando na definição que faz de si
próprio. Contudo, essa preocupação vai
diminuindo paulatinamente, sendo
substituida por preocupações com
crenças, filosofia de vida e expectativas
com relação ao próprio futuro.
Os pais podem pedir obediência, respeito
e amabilidade; os amigos, lealdade e
amizade; seu par, ternura e compromisso;
na escola, esforço e disciplina. Essas
situações podem levar o adolescente a
uma falso eu, com a intensão de agradar
e ser aceito, expresando coisas que não
sente.
Eu real (forma como se percebe) e seu eu
ideal (como gostaria de se ver) pode
supor uma autoestima mais baixa, porém,
em outros casos, pode levar cobranças
pelo próprio sujeito, tornando-se
estímulo para uma mudança.
AUTOESTIMA
NA
ADOLESCÊNCIA
Pode ser responsável tanto pelo sucesso como
pelo fracasso nas mais diversas áreas da vida:
familiar, pessoal, afetiva, profissional e
estudantil.
Autoestima é elevada, o sujeito sente-se
adequado à vida, competente e merecedor de
coisas boas. Ao contrário, na baixa autoestima,
sente-se errado como pessoa, inadequado à
vida, podendo apresentar sentimento de
culpa, dúvidas e medos exagerados.
A adolescência caracteriza-se por
transformações orgânicas, emocionais,
intelectuais e sociais inerentes ao processo de
desenvolvimento humano. As transformações do
corpo geram intensa angústia no jovem, porque
não sabe como irá ficar e também pelas pressões
da mídia quanto ao "corpo ideal". É uma fase em
que a autoimagem se modifica tanto ou mais
que o corpo, o que pode levar à queda da
autoestima.
Ser popular e líder depende,
sobretudo, de boa aparência física
e a dificuldade nos
relacionamentos é, muitas vezes,
derivada deste conflito. O jovem
sente-se feio, desajeitado, muito
gordo ou muito magro, muito alto
ou muito baixo e, com isso, afasta-
se do grupo.
Se a autoestima
estiver baixa,
será mais difícil
para o jovem
dizer "não" aos
colegas, pois a
necessidade de
aprovação torna-
o suscetível às
influências.
Ao final da adolescência, o sistema de valores dos adultos
é incorporado e o jovem está emocionalmente mais
estável, buscando a independência econômica e vínculos
afetivos mais estreitos.
Nesta fase, predominam os conflitos relacionados à
escolha da profissão e à aquisição de maiores
responsabilidades. Dúvidas e medos com relação ao
futuro, bem como o sentimento de incapacidade podem
dificultar e até mesmo impedir que o jovem consiga o
sucesso profissional. Nesta fase, a autoestima pode ser o
diferencial que o levará ou não a uma boa escolha
profissional e ao sucesso.
Tente não criticar: mesmo que não goste do piercing na
barriga ou do corte de cabelo estilo Ronaldinho, lembre-se
que, para o adolescente, isso é elemento importante de
identificação dentro do seu grupo.
Elogie as boas ações: saiba apreciar as boas ações do
adolescente, valorizá-lo sempre que cumpre as
responsabilidades, isso é motivante e desenvolve uma boa
autoimagem.
Nunca poupe os elogios: não tenha medo de elogiar o
adolescente, ele não vai ficar mais vaidoso por isso, pelo
contrário estará ajudando-o a compreender-se melhor.
Aceite-o como é: aceite o adolescente como é, com as suas
características próprias, saiba respeitar os interesses dele
mesmo que não os compartilhe.
Lembre-se de que o adolescente é sensível: a ofensa, o humor
inapropriado, a piada que magoa são vividos intensamente
pelo adolescente, mesmo que a intenção não seja magoar.
Lembre-se de que a puberdade é um momento de muitas
inseguranças e, por isso, não devemos humilhar o
adolescente, ao contrário, devemos valorizá-lo para seja
competente e se aceite como é.
Encoraje-o a defender que opiniões e ideais: não subestime o
pensamento do adolescente. Converse e aprenda a escutar
opiniões dele. Quanto mais compreender o adolescente, melhor
pai e/ou educador será, porque saberá como responder
adequadamente às suas necessidades.
Leve a sério as preocupações do adolescente: ofereça ajuda
prática para ultrapassar as preocupações do jovem. Não
considere que são preocupações disparatadas, lembre-se de que
são as dúvidas dele, provavelmente, típicas desta fase de
desenvolvimento, e que nunca devem ser comparadas à dos
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Aplicações da psicanálise à educação

  • 1. Aplicações da psicanálise à educação PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
  • 2. Freud Mostrou, ainda, que não comunga com o papel repressor da educação, via repressão dos instintos. Evidente que, dependendo de como o professor e a escola trabalham, a educação poderá ser repressora ou libertadora. É um ponto a se refletir.
  • 3. Sua teoria teve origem no “anormal”, na “doença”, no patológico; a partir daí, resultou uma teoria de caráter geral. Embora o professor não seja um terapeuta, o fato de trabalhar com a criança durante seu período de formação, certamente impõe a este profissional uma responsabilidade muito grande.
  • 4. A criança aprende melhor com o professor do qual ela gosta.
  • 6. Erikson enveredou pela docência, tornando-se professor numa escola que se distinguia por um estilo muito progressivo. Teve a oportunidade de ensinar não apenas as matérias convencionais, mas também algo que muito lhe agradava como a pintura, o desenho e a história de diferentes culturas como da Índia e dos esquimós. Erikson começou a relacionar-se com a família Freud, muito especialmente com Anna Freud, com quem iniciou psicanálise e com quem ganhou o gosto do estudo da infância.
  • 7.  Iniciou a prática da psicanálise infantil.  O Ego ou a consciência operam de forma criativa em indivíduos considerados sãos.  Estudou sobre as influências culturais no desenvolvimento psicológico.
  • 9. A teoria de Erikson dá mais atenção aos aspectos sociais, ressaltando a importância das experiências sociais, vividas nas diferentes etapas do desenvolvimento. o crescimento psicológico ocorre por meio de fases, depende da interação da pessoa com o meio em que vive. Cada fase é atravessada por uma crise psicossocial, entre uma vertente positiva e uma vertente negativa. É essencial que a positiva se sobreponha.
  • 11. 1. confiança/desconfiança – ocorre aproximadamente durante o primeiro ano de vida. A criança adquire ou não segurança e confiança em relação a si própria e em relação ao mundo que a rodeia, por meio da relação que tem com a mãe.
  • 12. 2. autonomia/dúvida e vergonha - é caracterizada por uma contradição entre a vontade própria (impulsos) e as normas sociais. Afirmar uma vontade é um passo importante na construção de uma identidade.
  • 13. 3. iniciativa/culpa – A criança deve ser capaz de distinguir o que pode e o que não pode fazer. 4. indústria/inferioridade – decorre na idade escolar, antes da adolescência. A criança percebe-se como pessoa trabalhadora, capaz de produzir, sente-se competente. uma vez que, sem confiança, sem autonomia e sem iniciativa, a criança não poderá se sentir capaz. O sentimento de inferioridade poderá levar a bloqueios e atitudes regressivas.
  • 14. 5. identidade/confusão de identidade – período da adolescência. Adquire-se a identidade psicossocial: o adolescente precisa entender o seu papel no mundo e tem consciência da sua singularidade. “crise da adolescência”. Fatores que contribuem para a confusão de identidade são: perda de laços familiares e falta de apoio durante a vida; expectativas familiares e sociais divergentes do grupo de amigos; falta de laços exteriores à família.
  • 15. 6. intimidade/isolamento –entre os vinte e 30 anos, aproximadamente. É o estabelecimento de relações íntimas com outras pessoas. O lado negativo é o isolamento dos que não conseguem estabelecer relações de intimidade.
  • 16. 7. generatividade/estagnação – é uma fase de afirmação pessoal, no trabalho e na família. Ocorre o desejo de realizar algo que sobreviva a nós próprios e contribua para bem-estar das gerações futuras.
  • 17. 8. integridade/desespero – é a última fase, ocorre a partir dos sessenta anos, consiste numa retrospectiva da vida, período em que revemos escolhas, opções, realizações e fracassos. A integridade advém do sentimento de que a vida teve sentido; existe uma satisfação pessoal. O desespero é a avaliação negativa do que fizemos e a tomada de consciência de que não há tempo para recomeçar.
  • 19. As mudanças que ocorrem nos diversos aspectos (físico, cognitivo, social), durante a puberdade são muito profundas para que a personalidade não seja estremecida.
  • 21. O aspecto físico representa uma das principais preocupações do adolescente, influenciando na definição que faz de si próprio. Contudo, essa preocupação vai diminuindo paulatinamente, sendo substituida por preocupações com crenças, filosofia de vida e expectativas com relação ao próprio futuro.
  • 22. Os pais podem pedir obediência, respeito e amabilidade; os amigos, lealdade e amizade; seu par, ternura e compromisso; na escola, esforço e disciplina. Essas situações podem levar o adolescente a uma falso eu, com a intensão de agradar e ser aceito, expresando coisas que não sente.
  • 23. Eu real (forma como se percebe) e seu eu ideal (como gostaria de se ver) pode supor uma autoestima mais baixa, porém, em outros casos, pode levar cobranças pelo próprio sujeito, tornando-se estímulo para uma mudança.
  • 25. Pode ser responsável tanto pelo sucesso como pelo fracasso nas mais diversas áreas da vida: familiar, pessoal, afetiva, profissional e estudantil. Autoestima é elevada, o sujeito sente-se adequado à vida, competente e merecedor de coisas boas. Ao contrário, na baixa autoestima, sente-se errado como pessoa, inadequado à vida, podendo apresentar sentimento de culpa, dúvidas e medos exagerados.
  • 26. A adolescência caracteriza-se por transformações orgânicas, emocionais, intelectuais e sociais inerentes ao processo de desenvolvimento humano. As transformações do corpo geram intensa angústia no jovem, porque não sabe como irá ficar e também pelas pressões da mídia quanto ao "corpo ideal". É uma fase em que a autoimagem se modifica tanto ou mais que o corpo, o que pode levar à queda da autoestima.
  • 27. Ser popular e líder depende, sobretudo, de boa aparência física e a dificuldade nos relacionamentos é, muitas vezes, derivada deste conflito. O jovem sente-se feio, desajeitado, muito gordo ou muito magro, muito alto ou muito baixo e, com isso, afasta- se do grupo.
  • 28. Se a autoestima estiver baixa, será mais difícil para o jovem dizer "não" aos colegas, pois a necessidade de aprovação torna- o suscetível às influências.
  • 29. Ao final da adolescência, o sistema de valores dos adultos é incorporado e o jovem está emocionalmente mais estável, buscando a independência econômica e vínculos afetivos mais estreitos. Nesta fase, predominam os conflitos relacionados à escolha da profissão e à aquisição de maiores responsabilidades. Dúvidas e medos com relação ao futuro, bem como o sentimento de incapacidade podem dificultar e até mesmo impedir que o jovem consiga o sucesso profissional. Nesta fase, a autoestima pode ser o diferencial que o levará ou não a uma boa escolha profissional e ao sucesso.
  • 30. Tente não criticar: mesmo que não goste do piercing na barriga ou do corte de cabelo estilo Ronaldinho, lembre-se que, para o adolescente, isso é elemento importante de identificação dentro do seu grupo. Elogie as boas ações: saiba apreciar as boas ações do adolescente, valorizá-lo sempre que cumpre as responsabilidades, isso é motivante e desenvolve uma boa autoimagem. Nunca poupe os elogios: não tenha medo de elogiar o adolescente, ele não vai ficar mais vaidoso por isso, pelo contrário estará ajudando-o a compreender-se melhor.
  • 31. Aceite-o como é: aceite o adolescente como é, com as suas características próprias, saiba respeitar os interesses dele mesmo que não os compartilhe. Lembre-se de que o adolescente é sensível: a ofensa, o humor inapropriado, a piada que magoa são vividos intensamente pelo adolescente, mesmo que a intenção não seja magoar. Lembre-se de que a puberdade é um momento de muitas inseguranças e, por isso, não devemos humilhar o adolescente, ao contrário, devemos valorizá-lo para seja competente e se aceite como é.
  • 32. Encoraje-o a defender que opiniões e ideais: não subestime o pensamento do adolescente. Converse e aprenda a escutar opiniões dele. Quanto mais compreender o adolescente, melhor pai e/ou educador será, porque saberá como responder adequadamente às suas necessidades. Leve a sério as preocupações do adolescente: ofereça ajuda prática para ultrapassar as preocupações do jovem. Não considere que são preocupações disparatadas, lembre-se de que são as dúvidas dele, provavelmente, típicas desta fase de desenvolvimento, e que nunca devem ser comparadas à dos adultos.