SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 48
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Roberto Rodrigues - GV Agro
24 de março de 2014
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Agenda
1. Cenário Internacional
2. Cenário Nacional
3. Perspectivas para o Agronegócio
4. O Café
5. O Brasil e o Mundo
6. Desafios
7. Conclusões
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Perspectivas 2014
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Perspectivas - Cenário Internacional
EUA
• Maior contribuição
do governo e do
consumo para o
crescimento;
• Debate sobre o
aumento de juros no
segundo semestre;
• Eleições
parlamentares em
novembro;
• Menor atrito entre
Democratas e
Republicanos?
Am. Latina
Europa
ÁSIA
• Melhora no curto prazo (França e
Itália ainda piorando);
• Dúvidas ao médio prazo: a decisão
alemã;
• Eleições parlamentares em maio;
• Risco da deflação ainda permanece;
• China: crescimento no
ritmo de 2013;
realização de reformas
propostas; atenção
com o endividamento.
• Japão: política
monetária mostra
eficácia; aumento de
impostos sobre o
consumo poderá
abortar a retomada?
Oriente
Médio
• Acordo com o Irã
(menor preço para
o petróleo?)
• Aprofundamento das
diferenças entre os blocos
comerciais do Pacífico e
Mercosul;
• Deterioração adicional na
Argentina.
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
1 2 3 4 5 6 7 9
1800 1920 1960 1975 1987 1999 2012 2050
Crescimento da População Mundial
Fonte: ONU (Nov/2013). (Variant: Instant-replacement)
Bilhões de
pessoas
Anos
47
66 70
76
1950 2000 2013 2050
Expectativa de vida
1.1
2.2
4
Países
Desenvolvidos
Países
Subdesenvolvidos
África Subsaariana
Taxa de Natalidade
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
46%
54%
35%
40%
45%
50%
55%
60%
65%
2000
2002
2004
2006
2008
2010
2012
2014
2016
2018
Aumento da Renda
Fonte: FMI (Out./2013).
PIB - Variação % a.a. Part. PIB Mundial (PPP)
Países
Desenvolvidos
Países em
Desenvolvimento
Perspectivas 2014 - Cenário Internacional
3.7
2.9
3.6
4.0
1.8
1.2
2.0
2.6
6.2
4.5
5.1
5.4
Média 2000-2012 2013 2014 Média 2015-2018
Mundo P.Desenvolvidos P. em Desenvolvimento
Centro de Agronegócio da FGV – GV AgroFonte: USDA (Mar.2014).
Estoques Mundiais - (Dias de Consumo)
Perspectivas 2014 - Cenário Mundial
107
116
105
133
64
131
205
289
73
56
80
84
75
106
251
66
68
52
94
86
78
92
298
85
Grãos Milho Açúcar Arroz Soja Trigo Algodão Café
2000/2001
2012/2013
2013/2014*
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Perspectivas
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
8
10 / 15%
10 / 15%
4%
26%
26%
40%
17%
Mapa da população subnutrida (em % da pop total)
% de aumento da produção
Legenda:
OCDE – projeção da produção de alimentos até 2020
A OCDE projeta que o mundo deverá aumentar em 20% a produção de alimentos para atender o
crescimento demanda até 2020. O Brasil é o país que mais ampliará a produção, com previsão de
aumento de 40% no período. (OCDE, Ag. Outlook, 2011)
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
2. CENÁRIO NACIONAL
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Vantagens Comparativas
Brasil - Vantagens Comparativas
1. Tecnologia Tropical
2. Disponibilidade de Terra
3. Qualidade dos Produtores
4. Disponibilidade de Água
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Tecnologia Tropical – Produção Brasileira de Grãos
Fonte: Conab . Nota: * 6º Levantamento – Safra 13/14 – Mar./2014
Produção (milhões ton.)
Área (milhões ha)
Foram poupados
68 Milhões de hectares
Produção + 223%
Área + 41%
38
53
55
58
187
188.7
90/91
91/92
92/93
93/94
94/95
95/96
96/97
97/98
98/99
99/00
00/01
01/02
02/03
03/04
04/05
05/06
06/07
07/08
08/09
09/10
10/11
11/12
12/13
13/14*
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Tecnologia Tropical - Produção Brasileira de Carnes
Fontes: ABIEC, UBABEF, ABIPECS, USDA.
Em milhões de toneladas
5.0
10.2
2.3
12.3
1.1
3.4
90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13
Frango (+ 447 %)
Bovino (+ 104 %)
Suíno (+ 227%)
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Tecnologia Tropical - Produção Brasileira de Cana
Fontes: UNICA, MAPA e Conab. Nota: Safra 2013/14 – 3º Levantamento Conab (Dez/13).
Cana de Açúcar (milhões ton.)
Açúcar (milhões ton.)
2000/01: 16,0
2013/14e: 38,8
Etanol (bilhões litros)
2000/01: 10,5
2013/14e: 27,6
Desde 1975, já foram preservados
mais de 6 milhões de ha
431
475
571 571
605 624
561 589
659
05/06
06/07
07/08
08/09
09/10
10/11
11/12
12/13
13/14e
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Recomendações Escritas em Pedra no
Império Romano
• Agricultor
• Sábio
• Continua
• Executar
• Rotação
Rotação de Culturas
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Visa difundir uma nova
agricultura sustentável, que
reduza o aquecimento global e
a liberação de gás carbônico
na atmosfera. O Programa
ABC incentiva seis
iniciativas, com metas até
2020.
PAP 2013/14: foram disponibilizados R$ 4,5 bi, com limite de R$ 1 milhão por
produtor, taxas de juros de 5,5% ao ano, carência de 6 anos e prazo máximo de
15 anos.
Fonte: MAPA
Plano ABC - Agricultura de Baixo Carbono
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Disponibilidade de terra/ Brasil
Fontes: IBGE (Pesq. Agrícola Municipal), Conab (Levantamento Safra de Cana) e Abraf (2012), Icone.
% Área Total % Área Agricultável
Brasil 851 100% ---
Área Agricultável 329,9 38,8% 100,0%
Área Plantada (anual e perene) 75,9 8,9% 23,0%
Grãos 53,3 6,3% 16,1%
Soja 27,7 3,3% 8,4%
Milho 15,8 1,9% 4,8%
Feijão 3,1 0,4% 0,9%
Arroz 2,4 0,3% 0,7%
Algodão 0,9 0,1% 0,3%
Cana-de-açúcar 8,5 1,0% 2,6%
Café 2,0 0,2% 0,6%
Laranja 0,8 0,1% 0,2%
Floresta Plantada 6,7 0,8% 2,0%
Pastagem 171,0 20,1% 51,8%
83,0 9,8% 25,2%
Divisão Territorial (milhões de ha)
Área Disponível
» agricultável - (plantada + pastagem)
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Qualidade dos Produtores Rurais
Os Planos de Estabilização Econômica, desde a década de 80, levaram a uma
grande queda na renda rural, gerando 2 consequências:
• A exclusão de milhares de produtores rurais que não conseguiram se adaptar a
um cenário global de alta competitividade econômica e um economia
doméstica estável;
• Competitividade: os agricultores que continuaram na atividade tiveram que se
profissionalizar rapidamente, incorporando novas tecnologias e novas
ferramentas de gestão comercial, financeira, tributária e ambiental. Isso atraiu
uma geração de jovens produtores profissionais
extremamente bem treinados para as áreas rurais
no Brasil
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Disponilidade de Água
O Brasil tem as maiores
reservas de água doce
do mundo, e a América
do Sul possui um dos
mais altos índices de
disponibilidade de água
vs. população.
Este é um indicador
essencial para qualquer
produtor mundial de
alimentos
e, especialmente, para os
exportadores de
alimentos.
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Matriz Energética (2012) – Brasil: exemplo
Renovável:
42,4%
Não-
Renovável:
57,6%
Mundo* Brasil
OCDE
Não-
Renovável
Renovável
87%
13%
Renovável
42,4%
Não-Renovável
57,6%
Petróleo:
39,2%
Cana:
15,4%
Hidro:
13,8%
Não-
Renovável
Renovável
91,5%
8,5%
Fontes: IEA - RENEWABLES INFORMATION (2013 Ed.), e MME (BEN 2013).
Nota: * Estimativa GV Agro (base dados IEA)
Outros:
13,2%
Outros:
18,4%
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
tons petróleo equivalente Fonte: BPStatistical Review of World Energy Elaboração: GV Agro
Uma Nova Geopolítica Mundial
Consumo per capita de Energia no Mundo (2012)
Trópico de Câncer
Trópico de Capricórnio
Equador
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
30,9%
Distribuição
A Importância do Agronegócio para o Brasil
Fontes: CEPEA/USP, CNA, IPEA, MAPA e MDIC.
22,15% (US$ 549 bi )
30% 39% (US$ 95,8 bi)
Empregos (2012) Exportações (2012)
11,8%
Insumos
28,8%
Agro-
pecuária
28,5%
Agro-
indústria
Distribuição do PIB no Sistema Agroindustrial
PIB (2012)
Outros Setores
Outros Setores Outros Setores
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Desempenho do Comércio Exterior Brasileiro (US$ bilhões)
Fontes: MAPA e MDIC. Nota: 2014 – acumulado Mar.2013 a Fev. 2014
Balança Comercial do Agronegócio Saldo Comercial Brasileiro
30.6
100 99.3
-4.7
-17 -17
82.9 82.2
03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14*
Exportações
Importações
Saldo
25.9
82.9 82.2
-1.0
-80.3 -80.5
2.6 1.7
03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14*
Agronegócio
Outros Setores
Saldo Total Brasil
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
3. Perspectivas para
o Agronegócio
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Cenário Nacional
Crescimento Economia Mundial: 3,6%
Dólar: em torno de R$ 2,50/USD para o fim do ano
Crescimento Economia Brasileira: 1,7%
Fonte: FMI e BC (Focus) – Mar.2014
Selic: estimada em 11 a 11,25% no final do período
IPCA: estimada em 6% no final do período
Indicadores Macroeconômicos
Sendo 2%
provenientes das
economias avançadas
e
5,1% gerados pelos
países de mercado
emergentes
Balança Comercial –US$ 6,4 bilhões de superávit
A expectativa é de que a balança comercial registre alguma recuperação em 2014, apesar do fraco
desempenho em 2013 - superávit de apenas US$ 2,56 bilhões, queda de 86% em relação a 2012.
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
4. O Café
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
 As expectativas são de uma safra menor que a inicialmente esperada, devido a
estiagem, intensa poda e de um estresse das árvores depois de duas grandes
colheitas consecutivas.
 Segundo pesquisa da Reuters com analistas, agentes de mercado e
produtores, a seca no início do ano pode ter reduzido o potencial da colheita total
do país em quase 11%.
 A possibilidade de queda no volume de café a ser disponibilizado ao longo de
2014 e 2015 alavancou os preços externos e domésticos do café.
 O CeCafé estima as exportações em torno de 33 milhões de sacas este
ano, aumento de quase 6% em relação a 2012
Perspectivas 2014 - CAFÉ
CAFÉ
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Perspectivas 2014 - CAFÉ
OFERTA E DEMANDA GLOBAL DE CAFÉ
Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais)
-5
6
-6
11
-4
12
-9
7 2
11
6
153 150.5
142 144
(30)
(10)
10
30
50
70
90
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14*
Diferença: Produção x Consumo Produção Consumo
(Milhões sacas de 60Kg)
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Produção Mundial Café
Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais)
(1000 sacas de 60Kg)
53,100
28,500
9,500
10,000
6,350
0
10,000
20,000
30,000
40,000
50,000
60,000
Brasil Vietnam Indonesia Colombia Etiopia
Status Países Produção Participação
World 150.465 100%
1º Brazil 53.100 35%
2º Vietnam 28.500 19%
3º Colombia 10.000 7%
4º Indonésia 9.500 6%
5º Ethiopia 6.350 4%
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Produção Mundial Café
Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais)
(1000 sacas de 60Kg)
13,900
7,850
3,475
2,8000
5000
10000
15000
20000
25000
30000 Vietnam Brasil Indonesia Índia Uganda
Café Robusta
39,200
10,000
6,350
5,000
3,6000
5,000
10,000
15,000
20,000
25,000
30,000
35,000
40,000
45,000
Brasil Colômbia Etiopia Honduras México
Café Arábica
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Exportações Mundiais Café – 2013/14
Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais)
116,739
31,040
25,100
9,775
7,800
5,1550
20,000
40,000
60,000
80,000
100,000
120,000
1989/1990
1990/1991
1991/1992
1992/1993
1993/1994
1994/1995
1995/1996
1996/1997
1997/1998
1998/1999
1999/2000
2000/2001
2001/2002
2002/2003
2003/2004
2004/2005
2005/2006
2006/2007
2007/2008
2008/2009
2009/2010
2010/2011
2011/2012
2012/2013
2013/2014e
Mundo Brasil Vietnam
Colômbia Indonésia Índia
(1000 sacas de 60Kg)
Brasil
27%
Vietnam
22%
Colômbia
8%
Indonesia
7%
Índia
4%
Outros
32%
Brasil e Vietnam são
responsáveis por 50%
do das exportações
mundiais de café
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Exportações Brasileiras de Café
Fonte: MAPA, Agrostat
(em sacas de 60Kg)
-
5,000,000
10,000,000
15,000,000
20,000,000
25,000,000
30,000,000
35,000,000
Solúvel
Torrado
Arábica
Robusta
4.2%
85%
0.1% 10.7%
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Consumo Mundial Café – 2013/14
Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais)
(1000 sacas de 60Kg)
144,423
44,950
23,850
21,150
7,550
4,4000
20,000
40,000
60,000
80,000
100,000
120,000
140,000
160,000
Mundo União Europeia EUA Brasil Japão Russia
Europa
31%
EUA
17%Brasil
15%
Japão
5%
Russia
3%
Canada
2%
Outros
27%U. Europeia, EUA e Brasil são
responsáveis por 62% do
consumo mundial de café
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Importações Mundiais Café – 2013/14
Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais)
(1000 sacas de 60Kg)
113,238
45,500
23,900
7,450
4,400
3,6000
20,000
40,000
60,000
80,000
100,000
120,000
Mundo União Europeia EUA Japão Russia Canadá
Europa
40%
Estados
Unidos
21%
Japão
7%
Russia
4%
Canadá
3%
Outros
25%
União Europeia e EUA
importam mais de 60%
do café do mundo
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Perspectivas 2014 - CAFÉ – Longo Prazo
Para os próximos dez anos, o estudo da Fiesp/Deagro estima que a produção brasileira
atinja 57,1 milhões de sacas em 2023/2024.
Fonte: Outlook FIESP 2023
O aumento esperado na
produção brasileira virá dos
ganhos de
produtividade, enquanto a área
plantada tende a continuar
decrescendo gradativamente.
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Perspectivas 2014 - CAFÉ – Longo Prazo
O consumo global de café tem sustentado um bom ritmo de crescimento, com
evolução média de 2,8% a.a. entre 2007 e 2012. O aumento tem sido maior nos
países em desenvolvimento.
Para os próximos 10 anos, a FIESP estima um crescimento médio anual de
2,0% a.a. no consumo mundial – chegando a 175 milhões de sacas.
Fonte: Outlook FIESP 2023
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Complexo Soja - 31%
Carnes - 16,8%
Açúcar e Etanol - 13,7%
Produtos Florestais - 9,6%
Cereais - 7,3%
Café - 5,3%
Fumo e Produtos - 3,3%
Couros e Peleteria - 3%
Demais - 10%
Exportações do Agronegócio - Produtos
Fonte: MAPA.
2003
(US$ 30,6 bi)
2013
(US$ 99,9 bi)
Complexo Soja - 26,5%
Produtos Florestais - 17,8%
Carnes - 13,7%
Couros e Peleteria - 8%
Açúcar e Etanol - 9,1%
Café - 5%
Fumo e Produtos - 3,6%
Cereais - 1,6%
Demais - 16,5%
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
China - 22,9%
U.E 27 - 21,9%
Ásia (-China, -Or. Médio) - 17,6%
Oriente Médio - 8,3%
África (-Or. Médio) - 7,5%
EUA - 7,1%
Aladi (-Mercosul) - 5,7%
Europa Oriental - 4%
Mercosul - 2,3%
Demais - 2,8%
U.E 27 - 37,9%
EUA - 15,7%
Ásia (-China, -Or. Médio) - 10,7%
China - 7,4%
Oriente Médio - 6,8%
Europa Oriental - 5,5%
África (-Or. Médio) - 4,8%
Aladi (-Mercosul) - 3,8%
Mercosul - 3,1%
Demais - 4,4%
Fonte: MAPA.
2003
54%
2013
29%
Exportações do Agronegócio - Destinos
Centro de Agronegócio da FGV – GV AgroFonte: Outlook 2023 – FIESP (MAPA/Agrostat e MDIC)
Exportações Brasileiras do Agronegócio
A Importância dos Países em Desenvolvimento
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Produtos Agrícolas | 10 Maiores Saldos Comerciais
Fonte: OMC
5.1
5.2
5.8
7.1
7.2
8.2
9.1
12.9
13.3
19.4
Malasia
N.Zelâ…
Dinam…
Brasil (7º)
Argenti…
França
Austrália
Holanda
Canadá
EUA
1990
5.0
5.1
6.5
6.8
7.7
10.3
10.7
12.2
15.6
19.5
Chile
Dinamarca
N.Zelândia
França
Tailândia
Argentina
Brasil (4º)
Austrália
Holanda
Canadá
2000
103
73
41
31
25
25
24
24
20
18
EUA
Brasil (2º)
Argentina
Holanda
Tailândia
Canadá
Austrália
Indonésia
N.Zelândia
Ucrânia
2012
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
Liderança do Brasil no Ranking Mundial - 2012
Fonte: USDA (Dez/13). Nota: safra 2013/14 e 2013 para as carnes.
1º 1º 1º1º 1º 1º 2º 4º
80% 46% 34%27% 20% 40% 18% 9%
1º 1º 3º1º 2º 2º 3º 4º
53% 22% 15%35% 16% 31% 7% 3%
ExportaçãoProdução
Suco Laranja Açúcar C. FrangoCafé C. Bovina Comp. Soja Milho C. Suína
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
5. Desafios
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
1. Infraestrutura e Logística:
Armazenagem, Rodovias, Ferrovias e Portos.
PPP (Parceria Público-Privada)
2. Renda: Crédito Rural e Seguro;
Preços mínimos (PGPM)
3. Política Comercial: Acordos Bilaterais e Regionais
4. Tecnologia: Valorização dos Centros de Pesquisa, Defesa Sanitária e
Fitossanitária, Inovação e Produtividade
5. Questões Institucionais: Código Florestal, Terra para Índios, Questões
Trabalhistas, Tributação, Terras para Estrangeiros, Multiplicidade de
Organismos, etc.
6. Organização
7. Comunicação: Eleições
Desafios – Falta de Estratégia
Dados da ABMR&A informam que dos R$ 57 bilhões
investidos em publicidade no País no primeiro semestre
de 2013, somente R$ 94 milhões foram dedicados ao
marketing da agropecuária, aproximadamente 0,2%.
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
6. Conclusões
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
1 – Segurança alimentar é condição essencial
para a manutenção da Paz Universal.
2 – O Brasil tem condições para ser um player
muito importante na missão de garantir
segurança alimentar e segurança energética
com sustentabilidade.
3 – Para isso, precisa montar estratégia
adequada.
Conclusões
Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
4 – Em uma democracia, políticas
públicas são estabelecidas se assim o
desejar a maioria da sociedade: opinião
pública.
5 – A busca da comunicação eficiente:
organização do setor rural.
Conclusões

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...
Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...
Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...Paulo Henrique Leme
 
Cenários Para Agronegócio 2016-2026
Cenários Para Agronegócio 2016-2026Cenários Para Agronegócio 2016-2026
Cenários Para Agronegócio 2016-2026Sistema FARSUL
 
2 o agronegócio 11 03
2 o agronegócio 11 032 o agronegócio 11 03
2 o agronegócio 11 03Agronegócios
 
Políticas Públicas que Impactam o Agronegócio
Políticas Públicas que Impactam o AgronegócioPolíticas Públicas que Impactam o Agronegócio
Políticas Públicas que Impactam o AgronegócioANCP Ribeirão Preto
 
Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010
Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010
Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010iicabrasil
 
Inserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio BrasileiroInserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio BrasileiroVerônica Muccini
 
Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...
Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...
Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...24x7 COMUNICAÇÃO
 
As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado
As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizadoAs perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado
As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizadoAgriculturaSustentavel
 
1 introdução ao agronegócio 04 03
1 introdução ao agronegócio 04 031 introdução ao agronegócio 04 03
1 introdução ao agronegócio 04 03Agronegócios
 
28. sustentabilidade da soja brasileira ufv
28. sustentabilidade da soja brasileira ufv28. sustentabilidade da soja brasileira ufv
28. sustentabilidade da soja brasileira ufvequipeagroplus
 
Pet desafios agronegócio_2016.05.30
Pet desafios agronegócio_2016.05.30Pet desafios agronegócio_2016.05.30
Pet desafios agronegócio_2016.05.30equipeagroplus
 
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.Revista Cafeicultura
 
Banco do Brasil - Crédito Rural
Banco do Brasil - Crédito RuralBanco do Brasil - Crédito Rural
Banco do Brasil - Crédito Ruralequipeagroplus
 
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiroOutlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiroAgroTalento
 
Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp
Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp
Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp AgroTalento
 

Mais procurados (19)

Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...
Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...
Marketing no Agronegócio - estratégia e comprometimento para o futuro - Paulo...
 
Ministério da Agricultura
Ministério da AgriculturaMinistério da Agricultura
Ministério da Agricultura
 
Indicadores Econômicos do Agronegócio (02/2016)
Indicadores Econômicos do Agronegócio (02/2016)Indicadores Econômicos do Agronegócio (02/2016)
Indicadores Econômicos do Agronegócio (02/2016)
 
Cenários Para Agronegócio 2016-2026
Cenários Para Agronegócio 2016-2026Cenários Para Agronegócio 2016-2026
Cenários Para Agronegócio 2016-2026
 
2 o agronegócio 11 03
2 o agronegócio 11 032 o agronegócio 11 03
2 o agronegócio 11 03
 
Políticas Públicas que Impactam o Agronegócio
Políticas Públicas que Impactam o AgronegócioPolíticas Públicas que Impactam o Agronegócio
Políticas Públicas que Impactam o Agronegócio
 
Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010
Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010
Situação em 2009 e Perspectivas da Agricultura no Brasil para 2010
 
Inserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio BrasileiroInserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
 
Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...
Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...
Painel 4 - Mercado de capitais e os instrumentos de financiamento para o agro...
 
As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado
As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizadoAs perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado
As perspectivas das commodities agrícolas no mercado globalizado
 
1 introdução ao agronegócio 04 03
1 introdução ao agronegócio 04 031 introdução ao agronegócio 04 03
1 introdução ao agronegócio 04 03
 
28. sustentabilidade da soja brasileira ufv
28. sustentabilidade da soja brasileira ufv28. sustentabilidade da soja brasileira ufv
28. sustentabilidade da soja brasileira ufv
 
Pet desafios agronegócio_2016.05.30
Pet desafios agronegócio_2016.05.30Pet desafios agronegócio_2016.05.30
Pet desafios agronegócio_2016.05.30
 
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
 
Clipping cnc 22012018 versão de impressão
Clipping cnc 22012018   versão de impressãoClipping cnc 22012018   versão de impressão
Clipping cnc 22012018 versão de impressão
 
Aula 2 cenario_nacional
Aula 2 cenario_nacionalAula 2 cenario_nacional
Aula 2 cenario_nacional
 
Banco do Brasil - Crédito Rural
Banco do Brasil - Crédito RuralBanco do Brasil - Crédito Rural
Banco do Brasil - Crédito Rural
 
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiroOutlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
 
Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp
Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp
Projeções para o Agronegócio Brasileiro - Fiesp
 

Destaque

Marketing e qualidade - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...
Marketing e qualidade  - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...Marketing e qualidade  - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...
Marketing e qualidade - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...Paulo Henrique Leme
 
Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...
Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...
Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...Instituto Brasileiro de Ética nos Negocios
 
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.Revista Cafeicultura
 
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradoresGestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradoresÉrlei José de Araújo
 
Levantamento do conhecimento organicos
Levantamento do conhecimento organicosLevantamento do conhecimento organicos
Levantamento do conhecimento organicosFonte Comunicação
 
Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...
Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...
Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...Portal Canal Rural
 
Agência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica Rural
Agência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica RuralAgência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica Rural
Agência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica RuralPalácio do Planalto
 
Agronegócio.
Agronegócio.Agronegócio.
Agronegócio.Zeca B.
 
Agroenergia
AgroenergiaAgroenergia
AgroenergiaZeca B.
 
Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12
Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12
Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12Juliano Hoffmann
 
Gestão profissional AgroNégocios
Gestão profissional AgroNégociosGestão profissional AgroNégocios
Gestão profissional AgroNégociosCompanyWeb
 
Apresentação prodix BI Agro
Apresentação prodix BI AgroApresentação prodix BI Agro
Apresentação prodix BI AgroClaudecir Santos
 
Inovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do Leite
Inovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do LeiteInovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do Leite
Inovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do LeiteInovatec JF
 
“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...
“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...
“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...Instituto Brasileiro de Ética nos Negocios
 

Destaque (20)

Marketing e qualidade - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...
Marketing e qualidade  - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...Marketing e qualidade  - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...
Marketing e qualidade - os desafios do novo agronegócio para o século XXI - ...
 
Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...
Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...
Brasil: “Celeiro do mundo” (?!?!). As Virtudes, os Entraves e as Oportunidade...
 
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
Roberto Rodrigues - UMA AGENDA PARA O AGRONEGÓCIO NO SÉCULO XXI.
 
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradoresGestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
 
Levantamento do conhecimento organicos
Levantamento do conhecimento organicosLevantamento do conhecimento organicos
Levantamento do conhecimento organicos
 
Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...
Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...
Apresentação do Ministro Antônio Andrade na solenidade de lançamento do Plano...
 
Agência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica Rural
Agência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica RuralAgência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica Rural
Agência Nacional de Tecnologia e Assistência Técnica Rural
 
Agronegócio.
Agronegócio.Agronegócio.
Agronegócio.
 
Canal Rural C2 Rural Road show 2014
Canal Rural C2 Rural Road show 2014Canal Rural C2 Rural Road show 2014
Canal Rural C2 Rural Road show 2014
 
Agroenergia
AgroenergiaAgroenergia
Agroenergia
 
Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12
Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12
Apres sen katia_mma_demandas_cna_agronegocio_08_11_12
 
Gestão profissional AgroNégocios
Gestão profissional AgroNégociosGestão profissional AgroNégocios
Gestão profissional AgroNégocios
 
Apresentação prodix BI Agro
Apresentação prodix BI AgroApresentação prodix BI Agro
Apresentação prodix BI Agro
 
Revista andef 3
Revista andef 3Revista andef 3
Revista andef 3
 
Gestão de agronegócios
Gestão de agronegóciosGestão de agronegócios
Gestão de agronegócios
 
Responsabilidade Social no Agronegôcio
Responsabilidade Social no AgronegôcioResponsabilidade Social no Agronegôcio
Responsabilidade Social no Agronegôcio
 
Inovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do Leite
Inovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do LeiteInovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do Leite
Inovação Tecnológica Sustentável no Agronegócio do Leite
 
“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...
“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...
“Melhores Práticas” na cadeia produtiva do Agronegócio. Tendências globais pa...
 
6ª Aula do Curso de Administração Empresarial
6ª Aula do Curso de Administração Empresarial6ª Aula do Curso de Administração Empresarial
6ª Aula do Curso de Administração Empresarial
 
Solubilidade 2014
Solubilidade 2014Solubilidade 2014
Solubilidade 2014
 

Semelhante a Agrocafé Runos do Agronegócio Brasileiro - palestra Roberto Rodrigues

Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008
Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008
Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008Revista Cafeicultura
 
Agrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXI
Agrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXIAgrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXI
Agrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXInataliafernandes
 
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiroOutlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiroAgroTalento
 
Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015
Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015
Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015Rural Pecuária
 
Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015
Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015
Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015Palácio do Planalto
 
Emater mg encontro_regional_pecuaria_leiteira
Emater mg encontro_regional_pecuaria_leiteiraEmater mg encontro_regional_pecuaria_leiteira
Emater mg encontro_regional_pecuaria_leiteiraEmbrapa Milho e Sorgo
 
Estudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da Agricultura
Estudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da AgriculturaEstudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da Agricultura
Estudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da AgriculturaRevista Cafeicultura
 
MAPA - Comércio Exterior - dez/12
MAPA - Comércio Exterior - dez/12MAPA - Comércio Exterior - dez/12
MAPA - Comércio Exterior - dez/12AgroTalento
 
eco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADO
eco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADOeco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADO
eco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADOCarol Castro
 
O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...
O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...
O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...UFPB
 

Semelhante a Agrocafé Runos do Agronegócio Brasileiro - palestra Roberto Rodrigues (20)

AGRO FESCAFÉ 2014
AGRO FESCAFÉ 2014AGRO FESCAFÉ 2014
AGRO FESCAFÉ 2014
 
Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008
Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008
Celso Vegro Apresentação 9º Agrocafé 2008
 
Agrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXI
Agrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXIAgrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXI
Agrocafé_Roberto Rodrigues_Uma agenda para o agronegócio no século XXI
 
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiroOutlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
Outlook Fiesp 2023 - Projeções para o agronegócio brasileiro
 
Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015
Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015
Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015
 
Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015
Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015
Neri Geller apresenta Plano Agricola e Pecuário 2014/2015
 
Clipping cnc 04062014 versao de impressao
Clipping cnc 04062014   versao de impressaoClipping cnc 04062014   versao de impressao
Clipping cnc 04062014 versao de impressao
 
Analise do mercado de citrus no utimos 4 anos e mercado futuro
Analise do mercado de citrus no utimos 4 anos e mercado  futuroAnalise do mercado de citrus no utimos 4 anos e mercado  futuro
Analise do mercado de citrus no utimos 4 anos e mercado futuro
 
Perfil do Produtor Agropecuário Brasileiro
Perfil do Produtor Agropecuário BrasileiroPerfil do Produtor Agropecuário Brasileiro
Perfil do Produtor Agropecuário Brasileiro
 
Clipping cnc 22052014 versao de impressao
Clipping cnc 22052014   versao de impressaoClipping cnc 22052014   versao de impressao
Clipping cnc 22052014 versao de impressao
 
Emater mg encontro_regional_pecuaria_leiteira
Emater mg encontro_regional_pecuaria_leiteiraEmater mg encontro_regional_pecuaria_leiteira
Emater mg encontro_regional_pecuaria_leiteira
 
Conilon estressado
Conilon estressadoConilon estressado
Conilon estressado
 
Clipping cnc 17062015 versão de impressão
Clipping cnc 17062015   versão de impressãoClipping cnc 17062015   versão de impressão
Clipping cnc 17062015 versão de impressão
 
Estudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da Agricultura
Estudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da AgriculturaEstudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da Agricultura
Estudo sobre comércio exterior do agronegócio 2012 - Ministerio da Agricultura
 
MAPA - Comércio Exterior - dez/12
MAPA - Comércio Exterior - dez/12MAPA - Comércio Exterior - dez/12
MAPA - Comércio Exterior - dez/12
 
eco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADO
eco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADOeco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADO
eco aula 3 - TEORIA DA DEMANDA DO CONSUMIDOR E FUNCIONAMENTO DE MERCADO
 
Lacteos Mc 2011 V Envio
Lacteos Mc 2011 V EnvioLacteos Mc 2011 V Envio
Lacteos Mc 2011 V Envio
 
O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...
O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...
O PLANO SAFRA 2012/2013 PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA AS DESIGUALDA...
 
Clipping cnc 23042014 versao de impressao
Clipping cnc 23042014   versao de impressaoClipping cnc 23042014   versao de impressao
Clipping cnc 23042014 versao de impressao
 
Clipping cnc 18032014 versao de impressao
Clipping cnc 18032014   versao de impressaoClipping cnc 18032014   versao de impressao
Clipping cnc 18032014 versao de impressao
 

Mais de Revista Cafeicultura

Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)
Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)
Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)Revista Cafeicultura
 
Gotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagens
Gotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagensGotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagens
Gotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagensRevista Cafeicultura
 
CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...
CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...
CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...Revista Cafeicultura
 
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...Revista Cafeicultura
 
Adubação do cafeeiro: Nitrogênio Heitor Cantarella IAC
Adubação do cafeeiro: Nitrogênio  Heitor Cantarella  IACAdubação do cafeeiro: Nitrogênio  Heitor Cantarella  IAC
Adubação do cafeeiro: Nitrogênio Heitor Cantarella IACRevista Cafeicultura
 
Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico Eng Agr José Br...
Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico  Eng Agr José Br...Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico  Eng Agr José Br...
Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico Eng Agr José Br...Revista Cafeicultura
 
Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...
Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...
Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...Revista Cafeicultura
 
Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...
Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...
Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...Revista Cafeicultura
 
Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...
Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...
Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...Revista Cafeicultura
 
Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...
Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...
Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...Revista Cafeicultura
 
Fernando cunha Palestra fale melhor e venda mais
Fernando cunha  Palestra fale melhor e venda maisFernando cunha  Palestra fale melhor e venda mais
Fernando cunha Palestra fale melhor e venda maisRevista Cafeicultura
 
Cecafé Relatório das Exportações de café mensal-janeiro-2019
Cecafé Relatório das  Exportações de café mensal-janeiro-2019Cecafé Relatório das  Exportações de café mensal-janeiro-2019
Cecafé Relatório das Exportações de café mensal-janeiro-2019Revista Cafeicultura
 
Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...
Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...
Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...Revista Cafeicultura
 
Regulamento Cup of Excellence 2018
Regulamento Cup of Excellence 2018Regulamento Cup of Excellence 2018
Regulamento Cup of Excellence 2018Revista Cafeicultura
 
Uso racional da água na agricultura
Uso racional da água na agriculturaUso racional da água na agricultura
Uso racional da água na agriculturaRevista Cafeicultura
 
Campanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-café
Campanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-caféCampanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-café
Campanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-caféRevista Cafeicultura
 
Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017
Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017
Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017Revista Cafeicultura
 
Roberto Felicor Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...
Roberto Felicor  Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...Roberto Felicor  Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...
Roberto Felicor Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...Revista Cafeicultura
 
Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca Adubação no cafeeiro: Teorias...
Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca  Adubação no cafeeiro: Teorias...Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca  Adubação no cafeeiro: Teorias...
Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca Adubação no cafeeiro: Teorias...Revista Cafeicultura
 

Mais de Revista Cafeicultura (20)

Acb denuncia tc e mm 2019
Acb denuncia  tc e mm 2019Acb denuncia  tc e mm 2019
Acb denuncia tc e mm 2019
 
Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)
Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)
Cup of Excellence - 2019 resultado-final (1)
 
Gotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagens
Gotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagensGotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagens
Gotejo enterrado na cafeicultura, vantagens e desvantagens
 
CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...
CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...
CIRCULAR SUP/ADIG N° 41/2019-BNDES Programa BNDES para Composição de Dívidas ...
 
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
 
Adubação do cafeeiro: Nitrogênio Heitor Cantarella IAC
Adubação do cafeeiro: Nitrogênio  Heitor Cantarella  IACAdubação do cafeeiro: Nitrogênio  Heitor Cantarella  IAC
Adubação do cafeeiro: Nitrogênio Heitor Cantarella IAC
 
Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico Eng Agr José Br...
Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico  Eng Agr José Br...Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico  Eng Agr José Br...
Ferrugem do Cafeeiro no Brasil - Evolução e controle químico Eng Agr José Br...
 
Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...
Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...
Técnicas para melhorar a fração biológica do solo para a utilização na cafeic...
 
Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...
Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...
Como construir o perfil do solo e os benefícios fisiológicos na planta ng. ag...
 
Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...
Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...
Tecnologia: Modernidade operacional da cafeicultura do Futuro Dr. rouverson p...
 
Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...
Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...
Do viveiro ao campo: Manejo e identificação dos principais nematoides do cafe...
 
Fernando cunha Palestra fale melhor e venda mais
Fernando cunha  Palestra fale melhor e venda maisFernando cunha  Palestra fale melhor e venda mais
Fernando cunha Palestra fale melhor e venda mais
 
Cecafé Relatório das Exportações de café mensal-janeiro-2019
Cecafé Relatório das  Exportações de café mensal-janeiro-2019Cecafé Relatório das  Exportações de café mensal-janeiro-2019
Cecafé Relatório das Exportações de café mensal-janeiro-2019
 
Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...
Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...
Resultado da fase da Pré-Seleção do Cup of Excellence - Brazil Excellence - B...
 
Regulamento Cup of Excellence 2018
Regulamento Cup of Excellence 2018Regulamento Cup of Excellence 2018
Regulamento Cup of Excellence 2018
 
Uso racional da água na agricultura
Uso racional da água na agriculturaUso racional da água na agricultura
Uso racional da água na agricultura
 
Campanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-café
Campanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-caféCampanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-café
Campanha de combate a Broca-do-café - Vazio Sanitário da broca-do-café
 
Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017
Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017
Panorama macroeconômico do Brasil em Outubro de 2017
 
Roberto Felicor Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...
Roberto Felicor  Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...Roberto Felicor  Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...
Roberto Felicor Coocatrel Estratégias para um manejo sustentável da Broca-do...
 
Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca Adubação no cafeeiro: Teorias...
Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca  Adubação no cafeeiro: Teorias...Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca  Adubação no cafeeiro: Teorias...
Marcelo Jordão da Silva Filho – Procafé Franca Adubação no cafeeiro: Teorias...
 

Último

Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasCassio Meira Jr.
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino FundamentalCartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamentalgeone480617
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfdio7ff
 
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A  galinha ruiva sequencia didatica 3 anoA  galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A galinha ruiva sequencia didatica 3 anoandrealeitetorres
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfIedaGoethe
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESpatriciasofiacunha18
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOBiatrizGomes1
 

Último (20)

Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino FundamentalCartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
Cartilha 1º Ano Alfabetização _ 1º Ano Ensino Fundamental
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
 
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A  galinha ruiva sequencia didatica 3 anoA  galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
A galinha ruiva sequencia didatica 3 ano
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
 

Agrocafé Runos do Agronegócio Brasileiro - palestra Roberto Rodrigues

  • 1. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Roberto Rodrigues - GV Agro 24 de março de 2014
  • 2. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Agenda 1. Cenário Internacional 2. Cenário Nacional 3. Perspectivas para o Agronegócio 4. O Café 5. O Brasil e o Mundo 6. Desafios 7. Conclusões
  • 3. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Perspectivas 2014
  • 4. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Perspectivas - Cenário Internacional EUA • Maior contribuição do governo e do consumo para o crescimento; • Debate sobre o aumento de juros no segundo semestre; • Eleições parlamentares em novembro; • Menor atrito entre Democratas e Republicanos? Am. Latina Europa ÁSIA • Melhora no curto prazo (França e Itália ainda piorando); • Dúvidas ao médio prazo: a decisão alemã; • Eleições parlamentares em maio; • Risco da deflação ainda permanece; • China: crescimento no ritmo de 2013; realização de reformas propostas; atenção com o endividamento. • Japão: política monetária mostra eficácia; aumento de impostos sobre o consumo poderá abortar a retomada? Oriente Médio • Acordo com o Irã (menor preço para o petróleo?) • Aprofundamento das diferenças entre os blocos comerciais do Pacífico e Mercosul; • Deterioração adicional na Argentina.
  • 5. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 1 2 3 4 5 6 7 9 1800 1920 1960 1975 1987 1999 2012 2050 Crescimento da População Mundial Fonte: ONU (Nov/2013). (Variant: Instant-replacement) Bilhões de pessoas Anos 47 66 70 76 1950 2000 2013 2050 Expectativa de vida 1.1 2.2 4 Países Desenvolvidos Países Subdesenvolvidos África Subsaariana Taxa de Natalidade
  • 6. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 46% 54% 35% 40% 45% 50% 55% 60% 65% 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 Aumento da Renda Fonte: FMI (Out./2013). PIB - Variação % a.a. Part. PIB Mundial (PPP) Países Desenvolvidos Países em Desenvolvimento Perspectivas 2014 - Cenário Internacional 3.7 2.9 3.6 4.0 1.8 1.2 2.0 2.6 6.2 4.5 5.1 5.4 Média 2000-2012 2013 2014 Média 2015-2018 Mundo P.Desenvolvidos P. em Desenvolvimento
  • 7. Centro de Agronegócio da FGV – GV AgroFonte: USDA (Mar.2014). Estoques Mundiais - (Dias de Consumo) Perspectivas 2014 - Cenário Mundial 107 116 105 133 64 131 205 289 73 56 80 84 75 106 251 66 68 52 94 86 78 92 298 85 Grãos Milho Açúcar Arroz Soja Trigo Algodão Café 2000/2001 2012/2013 2013/2014*
  • 8. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Perspectivas
  • 9. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 8 10 / 15% 10 / 15% 4% 26% 26% 40% 17% Mapa da população subnutrida (em % da pop total) % de aumento da produção Legenda: OCDE – projeção da produção de alimentos até 2020 A OCDE projeta que o mundo deverá aumentar em 20% a produção de alimentos para atender o crescimento demanda até 2020. O Brasil é o país que mais ampliará a produção, com previsão de aumento de 40% no período. (OCDE, Ag. Outlook, 2011)
  • 10. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
  • 11. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 2. CENÁRIO NACIONAL
  • 12. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Vantagens Comparativas Brasil - Vantagens Comparativas 1. Tecnologia Tropical 2. Disponibilidade de Terra 3. Qualidade dos Produtores 4. Disponibilidade de Água
  • 13. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Tecnologia Tropical – Produção Brasileira de Grãos Fonte: Conab . Nota: * 6º Levantamento – Safra 13/14 – Mar./2014 Produção (milhões ton.) Área (milhões ha) Foram poupados 68 Milhões de hectares Produção + 223% Área + 41% 38 53 55 58 187 188.7 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14*
  • 14. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Tecnologia Tropical - Produção Brasileira de Carnes Fontes: ABIEC, UBABEF, ABIPECS, USDA. Em milhões de toneladas 5.0 10.2 2.3 12.3 1.1 3.4 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 Frango (+ 447 %) Bovino (+ 104 %) Suíno (+ 227%)
  • 15. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Tecnologia Tropical - Produção Brasileira de Cana Fontes: UNICA, MAPA e Conab. Nota: Safra 2013/14 – 3º Levantamento Conab (Dez/13). Cana de Açúcar (milhões ton.) Açúcar (milhões ton.) 2000/01: 16,0 2013/14e: 38,8 Etanol (bilhões litros) 2000/01: 10,5 2013/14e: 27,6 Desde 1975, já foram preservados mais de 6 milhões de ha 431 475 571 571 605 624 561 589 659 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14e
  • 16. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Recomendações Escritas em Pedra no Império Romano • Agricultor • Sábio • Continua • Executar • Rotação Rotação de Culturas
  • 17. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Visa difundir uma nova agricultura sustentável, que reduza o aquecimento global e a liberação de gás carbônico na atmosfera. O Programa ABC incentiva seis iniciativas, com metas até 2020. PAP 2013/14: foram disponibilizados R$ 4,5 bi, com limite de R$ 1 milhão por produtor, taxas de juros de 5,5% ao ano, carência de 6 anos e prazo máximo de 15 anos. Fonte: MAPA Plano ABC - Agricultura de Baixo Carbono
  • 18. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Disponibilidade de terra/ Brasil Fontes: IBGE (Pesq. Agrícola Municipal), Conab (Levantamento Safra de Cana) e Abraf (2012), Icone. % Área Total % Área Agricultável Brasil 851 100% --- Área Agricultável 329,9 38,8% 100,0% Área Plantada (anual e perene) 75,9 8,9% 23,0% Grãos 53,3 6,3% 16,1% Soja 27,7 3,3% 8,4% Milho 15,8 1,9% 4,8% Feijão 3,1 0,4% 0,9% Arroz 2,4 0,3% 0,7% Algodão 0,9 0,1% 0,3% Cana-de-açúcar 8,5 1,0% 2,6% Café 2,0 0,2% 0,6% Laranja 0,8 0,1% 0,2% Floresta Plantada 6,7 0,8% 2,0% Pastagem 171,0 20,1% 51,8% 83,0 9,8% 25,2% Divisão Territorial (milhões de ha) Área Disponível » agricultável - (plantada + pastagem)
  • 19. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Qualidade dos Produtores Rurais Os Planos de Estabilização Econômica, desde a década de 80, levaram a uma grande queda na renda rural, gerando 2 consequências: • A exclusão de milhares de produtores rurais que não conseguiram se adaptar a um cenário global de alta competitividade econômica e um economia doméstica estável; • Competitividade: os agricultores que continuaram na atividade tiveram que se profissionalizar rapidamente, incorporando novas tecnologias e novas ferramentas de gestão comercial, financeira, tributária e ambiental. Isso atraiu uma geração de jovens produtores profissionais extremamente bem treinados para as áreas rurais no Brasil
  • 20. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Disponilidade de Água O Brasil tem as maiores reservas de água doce do mundo, e a América do Sul possui um dos mais altos índices de disponibilidade de água vs. população. Este é um indicador essencial para qualquer produtor mundial de alimentos e, especialmente, para os exportadores de alimentos.
  • 21. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Matriz Energética (2012) – Brasil: exemplo Renovável: 42,4% Não- Renovável: 57,6% Mundo* Brasil OCDE Não- Renovável Renovável 87% 13% Renovável 42,4% Não-Renovável 57,6% Petróleo: 39,2% Cana: 15,4% Hidro: 13,8% Não- Renovável Renovável 91,5% 8,5% Fontes: IEA - RENEWABLES INFORMATION (2013 Ed.), e MME (BEN 2013). Nota: * Estimativa GV Agro (base dados IEA) Outros: 13,2% Outros: 18,4%
  • 22. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro tons petróleo equivalente Fonte: BPStatistical Review of World Energy Elaboração: GV Agro Uma Nova Geopolítica Mundial Consumo per capita de Energia no Mundo (2012) Trópico de Câncer Trópico de Capricórnio Equador
  • 23. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 30,9% Distribuição A Importância do Agronegócio para o Brasil Fontes: CEPEA/USP, CNA, IPEA, MAPA e MDIC. 22,15% (US$ 549 bi ) 30% 39% (US$ 95,8 bi) Empregos (2012) Exportações (2012) 11,8% Insumos 28,8% Agro- pecuária 28,5% Agro- indústria Distribuição do PIB no Sistema Agroindustrial PIB (2012) Outros Setores Outros Setores Outros Setores
  • 24. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Desempenho do Comércio Exterior Brasileiro (US$ bilhões) Fontes: MAPA e MDIC. Nota: 2014 – acumulado Mar.2013 a Fev. 2014 Balança Comercial do Agronegócio Saldo Comercial Brasileiro 30.6 100 99.3 -4.7 -17 -17 82.9 82.2 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14* Exportações Importações Saldo 25.9 82.9 82.2 -1.0 -80.3 -80.5 2.6 1.7 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14* Agronegócio Outros Setores Saldo Total Brasil
  • 25. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 3. Perspectivas para o Agronegócio
  • 26. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Cenário Nacional Crescimento Economia Mundial: 3,6% Dólar: em torno de R$ 2,50/USD para o fim do ano Crescimento Economia Brasileira: 1,7% Fonte: FMI e BC (Focus) – Mar.2014 Selic: estimada em 11 a 11,25% no final do período IPCA: estimada em 6% no final do período Indicadores Macroeconômicos Sendo 2% provenientes das economias avançadas e 5,1% gerados pelos países de mercado emergentes Balança Comercial –US$ 6,4 bilhões de superávit A expectativa é de que a balança comercial registre alguma recuperação em 2014, apesar do fraco desempenho em 2013 - superávit de apenas US$ 2,56 bilhões, queda de 86% em relação a 2012.
  • 27. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 4. O Café
  • 28. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro  As expectativas são de uma safra menor que a inicialmente esperada, devido a estiagem, intensa poda e de um estresse das árvores depois de duas grandes colheitas consecutivas.  Segundo pesquisa da Reuters com analistas, agentes de mercado e produtores, a seca no início do ano pode ter reduzido o potencial da colheita total do país em quase 11%.  A possibilidade de queda no volume de café a ser disponibilizado ao longo de 2014 e 2015 alavancou os preços externos e domésticos do café.  O CeCafé estima as exportações em torno de 33 milhões de sacas este ano, aumento de quase 6% em relação a 2012 Perspectivas 2014 - CAFÉ CAFÉ
  • 29. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Perspectivas 2014 - CAFÉ OFERTA E DEMANDA GLOBAL DE CAFÉ Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais) -5 6 -6 11 -4 12 -9 7 2 11 6 153 150.5 142 144 (30) (10) 10 30 50 70 90 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14* Diferença: Produção x Consumo Produção Consumo (Milhões sacas de 60Kg)
  • 30. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Produção Mundial Café Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais) (1000 sacas de 60Kg) 53,100 28,500 9,500 10,000 6,350 0 10,000 20,000 30,000 40,000 50,000 60,000 Brasil Vietnam Indonesia Colombia Etiopia Status Países Produção Participação World 150.465 100% 1º Brazil 53.100 35% 2º Vietnam 28.500 19% 3º Colombia 10.000 7% 4º Indonésia 9.500 6% 5º Ethiopia 6.350 4%
  • 31. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Produção Mundial Café Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais) (1000 sacas de 60Kg) 13,900 7,850 3,475 2,8000 5000 10000 15000 20000 25000 30000 Vietnam Brasil Indonesia Índia Uganda Café Robusta 39,200 10,000 6,350 5,000 3,6000 5,000 10,000 15,000 20,000 25,000 30,000 35,000 40,000 45,000 Brasil Colômbia Etiopia Honduras México Café Arábica
  • 32. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Exportações Mundiais Café – 2013/14 Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais) 116,739 31,040 25,100 9,775 7,800 5,1550 20,000 40,000 60,000 80,000 100,000 120,000 1989/1990 1990/1991 1991/1992 1992/1993 1993/1994 1994/1995 1995/1996 1996/1997 1997/1998 1998/1999 1999/2000 2000/2001 2001/2002 2002/2003 2003/2004 2004/2005 2005/2006 2006/2007 2007/2008 2008/2009 2009/2010 2010/2011 2011/2012 2012/2013 2013/2014e Mundo Brasil Vietnam Colômbia Indonésia Índia (1000 sacas de 60Kg) Brasil 27% Vietnam 22% Colômbia 8% Indonesia 7% Índia 4% Outros 32% Brasil e Vietnam são responsáveis por 50% do das exportações mundiais de café
  • 33. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Exportações Brasileiras de Café Fonte: MAPA, Agrostat (em sacas de 60Kg) - 5,000,000 10,000,000 15,000,000 20,000,000 25,000,000 30,000,000 35,000,000 Solúvel Torrado Arábica Robusta 4.2% 85% 0.1% 10.7%
  • 34. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Consumo Mundial Café – 2013/14 Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais) (1000 sacas de 60Kg) 144,423 44,950 23,850 21,150 7,550 4,4000 20,000 40,000 60,000 80,000 100,000 120,000 140,000 160,000 Mundo União Europeia EUA Brasil Japão Russia Europa 31% EUA 17%Brasil 15% Japão 5% Russia 3% Canada 2% Outros 27%U. Europeia, EUA e Brasil são responsáveis por 62% do consumo mundial de café
  • 35. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Importações Mundiais Café – 2013/14 Fonte: USDA (Mar.2014, agregados de anos safra locais) (1000 sacas de 60Kg) 113,238 45,500 23,900 7,450 4,400 3,6000 20,000 40,000 60,000 80,000 100,000 120,000 Mundo União Europeia EUA Japão Russia Canadá Europa 40% Estados Unidos 21% Japão 7% Russia 4% Canadá 3% Outros 25% União Europeia e EUA importam mais de 60% do café do mundo
  • 36. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Perspectivas 2014 - CAFÉ – Longo Prazo Para os próximos dez anos, o estudo da Fiesp/Deagro estima que a produção brasileira atinja 57,1 milhões de sacas em 2023/2024. Fonte: Outlook FIESP 2023 O aumento esperado na produção brasileira virá dos ganhos de produtividade, enquanto a área plantada tende a continuar decrescendo gradativamente.
  • 37. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Perspectivas 2014 - CAFÉ – Longo Prazo O consumo global de café tem sustentado um bom ritmo de crescimento, com evolução média de 2,8% a.a. entre 2007 e 2012. O aumento tem sido maior nos países em desenvolvimento. Para os próximos 10 anos, a FIESP estima um crescimento médio anual de 2,0% a.a. no consumo mundial – chegando a 175 milhões de sacas. Fonte: Outlook FIESP 2023
  • 38. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro
  • 39. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Complexo Soja - 31% Carnes - 16,8% Açúcar e Etanol - 13,7% Produtos Florestais - 9,6% Cereais - 7,3% Café - 5,3% Fumo e Produtos - 3,3% Couros e Peleteria - 3% Demais - 10% Exportações do Agronegócio - Produtos Fonte: MAPA. 2003 (US$ 30,6 bi) 2013 (US$ 99,9 bi) Complexo Soja - 26,5% Produtos Florestais - 17,8% Carnes - 13,7% Couros e Peleteria - 8% Açúcar e Etanol - 9,1% Café - 5% Fumo e Produtos - 3,6% Cereais - 1,6% Demais - 16,5%
  • 40. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro China - 22,9% U.E 27 - 21,9% Ásia (-China, -Or. Médio) - 17,6% Oriente Médio - 8,3% África (-Or. Médio) - 7,5% EUA - 7,1% Aladi (-Mercosul) - 5,7% Europa Oriental - 4% Mercosul - 2,3% Demais - 2,8% U.E 27 - 37,9% EUA - 15,7% Ásia (-China, -Or. Médio) - 10,7% China - 7,4% Oriente Médio - 6,8% Europa Oriental - 5,5% África (-Or. Médio) - 4,8% Aladi (-Mercosul) - 3,8% Mercosul - 3,1% Demais - 4,4% Fonte: MAPA. 2003 54% 2013 29% Exportações do Agronegócio - Destinos
  • 41. Centro de Agronegócio da FGV – GV AgroFonte: Outlook 2023 – FIESP (MAPA/Agrostat e MDIC) Exportações Brasileiras do Agronegócio A Importância dos Países em Desenvolvimento
  • 42. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Produtos Agrícolas | 10 Maiores Saldos Comerciais Fonte: OMC 5.1 5.2 5.8 7.1 7.2 8.2 9.1 12.9 13.3 19.4 Malasia N.Zelâ… Dinam… Brasil (7º) Argenti… França Austrália Holanda Canadá EUA 1990 5.0 5.1 6.5 6.8 7.7 10.3 10.7 12.2 15.6 19.5 Chile Dinamarca N.Zelândia França Tailândia Argentina Brasil (4º) Austrália Holanda Canadá 2000 103 73 41 31 25 25 24 24 20 18 EUA Brasil (2º) Argentina Holanda Tailândia Canadá Austrália Indonésia N.Zelândia Ucrânia 2012
  • 43. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro Liderança do Brasil no Ranking Mundial - 2012 Fonte: USDA (Dez/13). Nota: safra 2013/14 e 2013 para as carnes. 1º 1º 1º1º 1º 1º 2º 4º 80% 46% 34%27% 20% 40% 18% 9% 1º 1º 3º1º 2º 2º 3º 4º 53% 22% 15%35% 16% 31% 7% 3% ExportaçãoProdução Suco Laranja Açúcar C. FrangoCafé C. Bovina Comp. Soja Milho C. Suína
  • 44. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 5. Desafios
  • 45. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 1. Infraestrutura e Logística: Armazenagem, Rodovias, Ferrovias e Portos. PPP (Parceria Público-Privada) 2. Renda: Crédito Rural e Seguro; Preços mínimos (PGPM) 3. Política Comercial: Acordos Bilaterais e Regionais 4. Tecnologia: Valorização dos Centros de Pesquisa, Defesa Sanitária e Fitossanitária, Inovação e Produtividade 5. Questões Institucionais: Código Florestal, Terra para Índios, Questões Trabalhistas, Tributação, Terras para Estrangeiros, Multiplicidade de Organismos, etc. 6. Organização 7. Comunicação: Eleições Desafios – Falta de Estratégia Dados da ABMR&A informam que dos R$ 57 bilhões investidos em publicidade no País no primeiro semestre de 2013, somente R$ 94 milhões foram dedicados ao marketing da agropecuária, aproximadamente 0,2%.
  • 46. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 6. Conclusões
  • 47. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 1 – Segurança alimentar é condição essencial para a manutenção da Paz Universal. 2 – O Brasil tem condições para ser um player muito importante na missão de garantir segurança alimentar e segurança energética com sustentabilidade. 3 – Para isso, precisa montar estratégia adequada. Conclusões
  • 48. Centro de Agronegócio da FGV – GV Agro 4 – Em uma democracia, políticas públicas são estabelecidas se assim o desejar a maioria da sociedade: opinião pública. 5 – A busca da comunicação eficiente: organização do setor rural. Conclusões