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MÓDULO 1: A CULTURA DA
ÁGORA
Localização
Espacial
ATENAS: O EXEMPLO
Atenas transformou-se na mais rica e prospera cidade do mundo grego para o qual
contribuíram:
• Situação geográfica, perto do mar Egeu que permitiu aos atenienses dedicarem-se,
predominantemente, ao comércio marítimo;
• O comércio florescente e o uso da
prata na cunhagem de moeda –
dracma – que passou a ser aceite,
no comércio realizado em todo o
Mediterrâneo;
• O assumir a liderança da Liga de
Delos, aliança defensiva, contra as
invasões dos persa.
A PÓLIS GREGA
O relevo montanhoso dificultava o contacto entre as cidades, pelo que as populações
começaram a desenvolver-se isoladamente, formando pólis, cidades com governo, leis e
exército próprios. Era fundamental a existência do território, das leis (Nomos) e do corpo
cívico para que a pólis existisse em pleno. A pólis deveria bastar-se a si própria (ideal de
autarcia).
A Democracia Ateniense
A sociedade ateniense
Proteção à Democracia Ateniense
Era o dom da palavra (oratória) que permitia o sucesso na política. Todavia, o perigo de
manipulação existia, pelo que se decidiram a proteger a democracia:
• Introdução da graphê paranomom;
• Necessidade de prestar contas no fim dos mandatos;
• O ostracismo.
Princípios Inovadores
• Participação direta dos cidadãos nas assembleias;
• Concentração da autoridade nas assembleias;
• Rotatividade dos cargos políticos;
• Decisões colegiais;
• Escolha para o cargo através de eleição ou sorteio;
• Criação de juízes populares (todos os cidadãos eram obrigados a conhecer a lei).
Limites da democracia ateniense
• Limitação à liberdade de expressão: condenação ao
ostracismo;
• Só os cidadãos podiam participar no governo da cidade;
• Segregação de sexos;
• Participação na política vedada aos metecos e mulheres;
• Existência de escravos;
• Imperialismo exercido por Atenas através da Liga de
Delos.
Uma cultura aberta à cidade
Educação para o poder
• Ao chegar aos 20 anos, o jovem tinha que estar pronto para
participar no governo da Polis.
• Até aos sete anos, rapazes e raparigas permaneciam no
Gineceu, a parte da casa onde a mãe ensinava às crianças as
regras de comportamento e os rudimentos (princípios) da
religião e das tradições culturais.
• A partir dos sete anos, os rapazes e as raparigas separavam-
-se, para cada um deles se preparar para o futuro que os
esperava: as mulheres a casa e os homens a vida cívica.
A cultura, elo de ligação
A civilização grega foi também importante pelo legado científico, literário e artísitco que nos
deixou:
• Na Filosofia: Sócrates, Platão e Aristóteles.
• Na Matemática: Pitágoras.
• Na História: Heródoto e Tucídides.
• Na Medicina: Hipócrates.
• Na arte: Calícrates, Fídeas, Ictinos, Policleto.
Manifestações cívico-religiosas
Características da religião grega:
• de toda a sociedade, com raízes nos
Poemas Homéricos.
• Politeísta.
• Antropomorfismo dos deuses.
• Diferentes tipos de culto.
Locais sagrados:
• Oráculos (de consulta, como o de Delfos);
• Santuários (como o de Olímpia).
Mitologia
As panateneias
• Festividades em honra de Atena, deusa
protetora de Atenas, realizavam-se no mês
de Julho.
• Estas celebrações festejavam ainda o
sentimento de orgulho e união dos
atenienses.
• De quatro em quatro anos, realizavam-se as
Grandes Panateneias.
O teatro
O teatro teve suas origens ligadas a Dionísio, divindade da vegetação, da fertilidade e da
vinha, cujos rituais tinham um caráter orgiástico. Por volta do séc. VI Pisístrato transfere o
antigo festival dionisíaco dos frutos, para o coração de Atenas.
No tempo de Péricles, a grande Dionisíaca era uma festividade de sete dias de duração. A
partir do terceiro dia, surgiam as competições de comédias e tragédias.
O teatro: Comédia
• A comédia, parodiando os homens, troça dos
seus costumes e da época. Tem o seu principal
representante em Aristófanes.
• Os atores são sempre homens que fazem, quer
o papel masculino, como o feminino.
• Usavam máscaras que pretendiam exprimir o
carácter da personagem.
O teatro: Tragédia
• Forma de drama, que se caracteriza pela seriedade e dignidade, frequentemente
envolvendo um conflito entre um personagem e algum poder de instância maior, como a
lei, os deuses, o destino ou a sociedade
• Os seus principais autores foram: Sófocles, Ésquilo
e Eurípedes, que viveram no séc. V a.C.
Os heróis e os jogos
• Os gregos praticavam o culto dos heróis: seres
mitológicos: Teseu, Perseu, Belerofonte e Hércules;
• Diversos jogos periódicos eram promovidos pelos
gregos em homenagem aos deuses, como os Jogos
Olímpicos, dedicados a Zeus, na cidade Olímpia.
Durante estes jogos, paravam-se as guerras e
respeitavam-se como pessoas sagradas, os seus
participantes.
A ARTE GREGA
A arte grega é feita à medida do homem. A sua
arquitetura e escultura não têm qualquer
semelhança com a das civilizações anteriores. As
obras de arte são feitas à escala humana. A sua
execução atinge uma perfeição, proporção,
equilíbrio e harmonia que servirá de modelo a
outras civilizações, ao longo dos tempos.
É uma arte antropocêntrica, pois os
artistas preocupavam-se com o realismo
e procuravam exaltar a beleza humana,
destacando a perfeição das suas formas.
É racionalista, pois reflete nas obras
as observações concretas dos elementos
que envolvem o Homem.
A arte grega da época clássica resulta de um conjunto de inspirações das civilizações que a
precederam:
• A cultura minoica (Cnossos);
• A cultura micénica (e as influências orientais);
• Os povos invasores como os Dórios…
A arquitetura
• Inicialmente, a arquitetura grega usou materiais como a madeira, depois substituída pela
pedra calcária (sobretudo o mármore) a partir de finais do séc. VII a.C.;
• Períodos evolutivos:
• período arcaico (séc. VIII a inícios do séc. V a.C.);
• período clássico (segunda metade do séc. V ao séc. IV a.C.);
• período helenístico (séc. III a.C. ao início da era cristã).
• A arquitetura grega possui desde sempre uma forte ligação à matemática e à geometria,
o que conduz às primeiras noções de medida, proporção e ritmo. Estabelece-se o
“número de ouro”.
Criaram normas e regras construtivas, cânones (conjuntos de regras de proporção
métrica) para a realização artística, valores estéticos e modelos, em quais todos os
detalhes, pormenores e aspetos decorativos eram sujeitos ao ritmo do conjunto.
Criaram ainda maquetas, em madeira ou terracota, posteriormente submetidas a
aprovação final, para depois executar a obra.
A arquitetura
• Racionalismo (concordância entre a estrutura e a forma);
• Atenção aos pormenores;
• Harmonia e proporção;
• Simplicidade e elegância;
• Aliança da escultura à arquitetura;
• Obediência a uma das três ordens arquitetónicas.
Esquema de uma ordem arquitetónica
Atena Niké
Os templos
 O templo foi a expressão máxima da arquitetura grega;
 Morada e abrigo do Deus, local onde se colocava a sua imagem, à qual os fiéis
não tinham acesso, pois os rituais eram realizados ao ar livre, ao redor do templo
(Os fiéis apenas subiam ao templo para entregarem oferendas e realizarem
sacrifícios).
 Destinados a ser admirados de fora, havia uma maior preocupação com a
decoração exterior do que com a interior;
 Embora dedicados aos deuses, refletem a mentalidade antropocêntrica e racional
do homem.
A sua forma e estruturas básicas evoluíram a
partir do mégaron micénico, o palácio do rei:
formado por uma sala quadrangular, um
vestíbulo ou pórtico suportado por duas colunas
e com telhado de duas águas.
 Exteriormente, o templo era decorado com majestosas esculturas e pintado com
azuis, vermelhos e dourados;
 - Utilizava o sistema de construção trilítico definido por pilares verticais unidos por
lintéis (arquitrave) horizontais.
 Possui uma aximetria axial, criando fachadas simétricas, duas a duas;
 A planta do templo compreendia três espaços: a pronaos (espécie de pórtico);
a naos ou cella (local onde se encontrava a estátua da divindade) e o opistódomos
(câmara do tesouro onde eram guardados os bens preciosos da cidade, assim com as
oferendas ao Deus).
 Esta estrutura tripartida era rodeada por um peristilo, uma espécie de corredor
coberto e circundante, por onde circulavam os fiéis.
 As colunas e o entablamento eram construídos segundo os diferentes estilos ou
ordens arquitetónicas.
Distribuição das colunas:
Filas de colunas:
Os templos de acordo com…
Outros templos: o Tholos
Correções óticas
Verificam-se em templos dóricos determinadas deformações óticas corrigidas
matematicamente.
• os elementos horizontais do templo são
ligeiramente encurvados para cima e
para fora;
• os elementos verticais, inclinados para
dentro e para cima; toda a colunata é
construída ligeiramente inclinada para
dentro do templo.
• a distância entre as colunas, que aparecem ligeiramente distorcidas ao olho humano;
• o fuste das colunas era ligeiramente engrossado no primeiro terço da sua altura
(êntase) e o intercolúnio era maior entre as colunas das pontas do que nas do meio.
O urbanismo grego
• Inicialmente, as cidades gregas cresceram desordenadas. Todavia, com o
desenvolvimento da Democracia , no período clássico, surgem em torno da ágora, para
além dos templos e das stoa (pórticos), edifícios dedicados às novas funções: o
ecclesiasterion; o bouleuterion ou o pritaneion (sala de reuniões).
• Surgem ainda edifícios ligados ao lazer, como os teatros e os estádios.
• O espaço urbano dividia-se em três grandes zonas: a zona privada; a zona pública e a
área sagrada.
Zona Privada
 Área das casas de habitação: todas elas do mesmo tipo;
 Distribuíam-se por ruas labirínticas e não pavimentadas;
 Não existiam bairros para ricos e pobres.
 A casa grega era construída virada para dentro, em redor de um pátio interno e
constituída por duas zonas distintas:
 O androceu (espaço público masculino);
 O gineceu (espaço privado feminino).
Zona Pública
 Espaço para:
 As reuniões políticas;
 As manifestações de
desporto;
 O comércio;
 O teatro e lazer.
Zona Sagrada
Espaço dos santuários e templos, administrado pelos magistrados do Estado.
O teatro
• O edifício era construído em espaços
abertos, aproveitando as montanhas, para aí
se escavar a bancada.
• É composto por: Orquestra, uma área
circular em torno da qual se organiza o
teatro; Cena, plataforma onde estavam os
atores. Existiam ainda as bancadas e os
párodos (acessos laterais).
A escultura
• Beleza ideal;
• Racionalismo;
• Harmonia e proporção;
• Simplicidade e elegância;
• Aliança à arquitetura.
 Tal como na arquitetura, também existem grandes períodos na evolução da
escultura da Grécia Antiga:
 Arcaico (séc. VIII a VI a.C.);
 Período de transição (Severo);
 Clássico (séc. V a.C.);
 Helenístico (séc. III a.C.).
 A escultura abarca duas características distintas, mas ambas importantes:
 As peças em vulto redondo (a estatuária, propriamente dita);
 Os relevos. Estes enquadravam-se na arquitetura: na ordem dórica, nas
métopas e tímpanos dos frontões; na Jónica, nos frisos contínuos. Os mais
antigos eram de terracota e pintados com cores vibrantes. Estilisticamente, no
entanto, aproximam-se da rigidez da estatuária.
C - clássica - da segunda metade do séc. V e séc. IV a.C. Caracteriza-se:
• pela representação de uma beleza idealizada e perfeita. É a perfeição dos deuses
humanizados. As vestes são suaves, delicadas e transparentes, dando a ideia de
movimento, vida e volume por debaixo delas;
• a anatomia do corpo é atentamente estudada de
modo a ser representada de forma realista. Durante
o século IV, as figuras tornam-se mais delicadas e
graciosas. O artista consegue fazer do material
aquilo que quer, criando obras de uma graça natural
e coesão perfeita.
Discóbolo de Miron 450/440 a.C
Apollo Belvedere (c. 325 a.C.) Leocarés
Poseidon" (ou Zeus), Kalamis (480-460 a.C.)
Amazona ferida
Diadúmeno
Cânone de Praxísteles
Sátiro em repouso Diana de Gabii
Hermes e Dioniso
Praxísteles, c 350-340 a.C.
Afrodite de Cnido Apolo Sauróctono
D - helenística - dos fins do séc. IV ao séc. II a.C.
Tem como características, a expressividade, a
emoção, ação, sentimento, dor, angústia, alegria...
Por outro lado, movimento, teatralidade, realismo,
são o comum deste período. O séc. III é um século
racionalista, onde os deuses olímpicos já não têm
razão de existir. Criou-se uma arte à medida do
homem e virada para a realidade da vida. Agora, os
temas são o homem e a vida na terra, desde o seu
nascimento à sua morte, retratando o sofrimento e a
alegria.
Gal moribundo (cópia romana)
Proporção ideal de Lisipo: o corpo mede 8
vezes a cabeça e a linha é sinuosa, mais do
que em contraposto.
Os cânones gregos fundamentaram o ideal clássico
de beleza, que influenciou o Renascimento (com artistas
como Leonardo da Vinci retomando estudos de
proporção, ex.: Homem Vitruviano ou David, de
Michelangelo). Permaneceram como referência em
períodos académicos da arte ocidental, servindo como
modelo de equilíbrio e perfeição e ao mesmo tempo, a
comparação entre Policleto e Lisipo mostra que os
cânones não eram estáticos, mas acompanhavam
mudanças culturais e conceções de corpo e beleza.
A pintura
Da pintura grega só já nos restam os desenhos que decoram
as peças cerâmicas. Estas peças eram decoradas com temas
inspirados na mitologia e no quotidiano. Até ao séc. VI a.C., o fundo
dos vasos era pintado a vermelho e as figuras a negro. A partir do
séc. V a.C., esta tendência inverteu-se. Agora, as figuras
apresentam-se a vermelho sobre um fundo negro.
A cerâmica
A palavra cerâmica vem do termo grego kéramos, que significa "argila".
Os recipientes de cerâmica mais antigos eram cobertos a negro ou tons muito escuros,
evoluindo depois para cores mais claras. Algum tempo depois, na Tessália, começaram a
aparecer as primeiras pinturas a vermelho com decoração linear (já com espirais e
encurvamentos). São estas cenas tão elaboradas que distinguem a decoração dos vasos
gregos em relação aos vasos produzidos pelas demais civilizações antigas.
Podem considerar-se cinco fases distintas na cerâmica grega:
• Proto Geométrico,
• Geométrico,
• Arcaico (figuras negras sob fundo vermelho),
• Clássico (figuras vermelhas sob fundo preto / branco),
• Helenístico (até ao inicio da era cristã).
Todavia, neste módulo apenas iremos considerar as três mais características.
Evolução da cerâmica grega
Estilo geométrico
Tinha como principal característica o uso de motivos
geométricos numa decoração simples e sóbria. Os motivos eram
dispostos à volta do corpo dos vasos, compondo bandas ou frisos. A
decoração era feita com motivos organizados em combinações e
variações criativas tais como meandros, gregas, triângulos, losangos,
linhas quebradas ou contínuas, axadrezados, entre outros, que eram
realçados a preto sobre o fundo de cor natural do vaso.
Estilo geométrico
No séc. VIII, introduzem-se elementos figurativos (animais e/ou figuras humanas) na
decoração, que compunham cenas descritivas e narrativas, como batalhas ou cerimónias
fúnebre e que eram apresentandos como meras silhuetas a negro, muito esquematizadas e
estilizadas.
Estilo arcaico
Subdividiu-se em:
- Fase orientalizante (até aproximadamente 650 a.C.),
que é profundamente marcada por influências orientais.
Os temas caracterizam-se pelo regresso ao figurativo
(necessidade de narrar e representar) e pelo
aparecimento das cenas de carácter mitológico.
Estilo arcaico
- Fase arcaica (finais do séc. VII até cerca de 480 a.C.) - marcada pelo aparecimento da
cerâmica decorada com a técnica das figuras pintadas a negro. Sobre o fundo vermelho do
barro destacam-se os elementos figurativos, representados como silhuetas estilizadas. Para
além dos relatos mitológicos passam a ser representadas cenas da vida familiar e do
quotidiano.
Estilo clássico
Corresponde ao período do apogeu técnico, estético e conceptual do povo grego. O
desenho e a pintura tiveram um enorme desenvolvimento através da descoberta e aplicação
de inovações técnicas e formais como a criação dos cânones escultóricos ou a posição em
escorço. É desenvolvida a técnica das figuras vermelhas sobre o fundo negro, que
confere um maior realismo e expressividade. Nesta técnica, toda a superfície do vaso era
coberta de verniz negro, à excepção das figuras, que mantinham a cor avermelhada natural;
os pormenores anatómicos e outros eram acrescentados com um pincel mergulhado em
tinta preta.
Nesta fase verifica-se uma grande liberdade criativa: alguns autores misturaram figuras
vermelhas e negras com fundos amarelados ou brancos, figuras negras com brancas… Por
exemplo, nas oficinas da Ática desenvolveu-se uma cerâmica funerária com fundo branco,
cujas figuras se definiam exclusivamente pela linha de contorno, traçada com precisão.
Tipologia dos vasos
• A ânfora era um jarro de armazenagem de
tamanho médio, com alças dos dois lados.
• A hídria tinha três alças e servia para carregar
água; uma das alças, a vertical, ajudava a verter
o líquido.
• A cratera caracterizava-se pela boca muito larga
e corpo fundo. Servia para misturar o vinho e a
água.
• O cálice possuía boca larga e servia como copo.
• O lutróforo, de forma semelhante a uma ânfora de pescoço
fino e alongado, servia para levar a água utilizada no
banho ritual das noivas.
• O lécito era alongado, com pé, alças e gargalo estreito.
Serviam para guardar perfumes e essências, sendo usado
por mulheres. O lécito de fundo branco, era usado para
guardar o óleo oferecido aos mortos.
• A enócoa era uma espécie de jarra e servia para beber
vinho.
• O skýphos era uma taça um tanto funda, semelhante a uma
caneca com duas alças, e era também usado para beber.
• O alabastro era alongado, de fundo ovalado e sem alças. Servia para guardar perfumes
e essências. Era usado pelas mulheres.
• O aríbalo, pequeno e redondo, era utilizado pelos homens para carregar o óleo usado
para a limpeza após exercícios.
Funções da cerâmica
• deposição das cinzas dos defuntos;
• armazenamento de produtos alimentares;
• transporte comercial de produtos;
• conservação e armazenamento de óleos, de perfumes e de cosméticos;
• utilização em rituais religiosos;
• utilização como recipiente para beber.