A Expansão urbana
O crescimento das cidades e o crescimento e a urbanização das zonas rurais são tendências irreversíveis, devido à mudança global das economias baseadas em tecnologia, industria e serviços .
Suburbanização A expansão urbana faz-se à custa das áreas periféricas das cidades , dando origem à ocupação urbana dos subúrbios
Fase centrípeta Para alem do seu crescimento natural as cidades são espaços receptores de populações oriundas dos meios rurais. Exercem também forte poder de atracção sobre as actividades económicas dos sectores secundário e terciário. Ao período de crescimento demográfico e funcional da cidade dá-se o nome de fase centrípeta
Fase centrifuga A continua concentração da população e das actividades económicas no interior do perímetro urbano desencadeia conduz numa fase posterior à desconcentração urbana em direcção ás áreas periféricas , a chamada fase centrifuga.
Movimento de desconcentração urbana O espaço rural é progressivamente  invadido por construções habitacionais , pela industria e outras actividades económicas que lhe conferem um forte carácter urbanizado, densidades de ocupação mais ou menos elevadas e reduzidos vestígios de ocupação rural.
SUBURBANIZAÇÃO Expansão das cidades pela ocupação urbana dos subúrbios. Os subúrbios são zonas periféricas , mais ou menos urbanizadas , das cidades e totalmente dependentes destas.
SUBURBIOS Em termos de paisagem urbana é difícil estabelecer a fronteira entre cidade propriamente dita e os seus subúrbios imediatos , pelo que só os limites administrativos permitem a separação destas duas entidades geográficas.
Factores de expansão dos subúrbios O desenvolvimento dos transportes e vias comunicação A densificação da rede de comunicações A modernização e expansão dos transportes colectivos urbanos
O uso crescente do automóvel permitiu uma rápida ligação entre vários locais da periferia e sobretudo entre esta e a cidade possibilitando uma separação crescente entre os locais de trabalho e a residência.
A crescente intensidade do trânsito automóvel e a degradação ambiental no interior do perímetro urbano
As carências e o elevado custo da habitação nas cidades
A existência de vastas áreas desocupadas nos subúrbios
Esquema da dinâmica urbana
Impactes sociais e territoriais da suburbanização Intensificação dos movimentos pendulares Aumento das despesas com as deslocações quotidianas Falta de equipamentos colectivos e fraca oferta de serviços Proliferação de loteamentos clandestinos e bairros de habitação precária Ocupação de solos florestais
Periurbanização O crescimento da suburbanização origina o aparecimento de áreas periurbanas.
A periurbanização é factor de difusão das características e do ritmo de vida urbana A mão de obra local é absorvida pelas novas actividades económicas que continua muitas vezes a ocupar-se também das tarefas agrícolas. A população adquire novos hábitos de consumo O desenvolvimento dos transportes públicos permite que parte da população trabalhe nos centros urbanos mais próximos.
As áreas metropolitanas A área metropolitana é a designação dada ao conjunto formado por uma grande cidade e todo o espaço mais ou menos urbanizado que a envolve numa estreita relação de interdependências .
Áreas metropolitanas O processo de suburbanização leva devido ás intensas relações de complementaridade que gera com as manchas urbanas envolventes á  passagem de uma estrutura funcional monocêntrica ( centrada numa grande cidade) , para uma estrutura policêntrica onde os diferentes centros urbanos se complementam.
Área metropolitana de Lisboa É constituída por 18 Concelhos, e está dividida em Grande Lisboa e Península de Setúbal. A sua área é de aproximadamente 3128Km2É o maior centro populacional do país, com 2 760 549 habitantes (2004), cerca de um quarto da população portuguesa. Constitui uma região estatística (NUTS II) e uma entidade de nível intermédio da Administração Pública Local, de natureza associativa. Tem natureza associativa e visa a prossecução de interesses comuns dos municípios que a integram.
Área  metropolitana de Lisboa Os concelhos com mais população absoluta são os de Lisboa, Loures, Sintra, Amadora, Cascais , Almada e Oeiras
Dinamismo demográfico O dinamismo demográfico das áreas metropolitanas evidencia-se pelo aumento de população. No entanto na AML Lisboa , Amadora e Barreiro perderam população o que evidencia a tendência de redistribuição da população, excepto Barreiro em que a diminuição da população se relaciona com a desindustrialização e aumento de acessibilidade dos concelhos vizinhos
Mobilidade da população Verifica-se uma tendência para o crescimento das deslocações interconcelhias e dos movimentos de saída e entrada nas duas áreas metropolitanas As deslocações abrangem áreas cada vez mais distantes.
Dinamismo económico As duas áreas apresentam vantagens do ponto de vista físico ( localização litoral, clima ameno , acessibilidade natural) e demográfico e no que diz respeito às estruturas produtivas o que as torna pólos dinamizadores da economia.
Área Metropolitana do Porto Arouca   Espinho   Gondomar   Maia   Matosinhos   Porto   Póvoa do Varzim   Sta . Maria da Feira   Santo Tirso   S. João da Madeira   Trofa   Valongo   Vila do Conde   Vila Nova de Gaia   
Área Metropolitana do Porto Constituem actualmente a  Grande Área Metropolitana do Porto   14 Municípios:  Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia integravam a anterior Área Metropolitana do Porto, tendo-se posteriormente juntado a este grupo os Municípios de Arouca, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira, Trofa e Santo Tirso. A respectiva adesão foi aprovada na reunião da Assembleia Metropolitana do Porto de 28 de Janeiro de 2005, passando a Grande Área Metropolitana do Porto a ser constituída por 14 Municípios.
Área metropolitana do Porto A cidade cresce inicialmente à custa do movimento portuário do Douro que com o comércio leva a grandes transformações urbanas: construção de edifícios públicos, novas ruas  acompanhado de um crescimento demográfico.
Evolução da população na AMP Os concelhos periféricos registavam já nos  princípios do sec.XX um aumento populacional embora lento. Ao longo do século nos concelhos do interior o crescimento populacional foi inferior ao dos concelhos do litoral. Observam-se as maiores densidades nos concelhos do Porto , seguido de Matosinhos , Vila Nova de Gaia , Espinho ,Vila do Conde e Maia.
A população do Concelho do Porto Em termos relativos , a população do concelho do Porto diminuiu entre 1981 e 1991 ,sendo as freguesias da Sé, S. Nicolau e Miragaia as que registaram maiores descidas, enquanto as freguesias na coroa suburbana , registaram crescimento mais acentuado.
O crescimento das freguesias periféricas é consequência da: Expulsão das áreas residenciais do centro urbano Oferta de emprego na industria e serviços na cidade do Porto Densidade de emprego na AMP
A maior percentagem da população activa trabalha no concelho de residência. O concelho de Vila Nova de Gaia é o que apresenta maior mobilidade no sentido da cidade do Porto seguido de Gondomar e Matosinhos. Na AMP registam-se movimentos pendulares da periferia para a cidade do Porto e ainda movimentos entre outros concelhos que atraem trabalhadores pelo aumento de industrias e serviços.
Dinamismo económico das áreas metropolitanas As duas áreas metropolitanas  empregam quase metade dos trabalhadores portugueses por conta de outrem e têm em média ganhos superiores aos do resto do país.
Desigualdades metropolitanas A AML em 1998 concentrava cerca de 60% das 500 maiores empresas do País , contra 15% para AMP. As actividades de comércio a retalho , transportes e comunicações e principalmente os serviços encontram-se mais representados na AML. A AMP evidência maior representação face aos valores médios das maiores empresas de construção civil e da hotelaria e turismo.
A industria nas áreas metropolitanas A localização da industria nas áreas metropolitanas beneficia de algumas vantagens: Complementaridade entre os diferentes ramos industriais. A existência de infra -  estruturas e serviços diversos Disponibilidade de mão de obra qualificada e especializada Acessibilidade aos mercados nacional e internacional
Tecido industrial nas áreas metropolitanas AML A actividade industrial tem maior capacidade de gerar valor acrescentado atingindo níveis de produtividade mais elevados. Maior diversidade do tecido industrial AMP Maior intensidade em trabalho, mas tal como a AML é evidente a sua vocação exportadora.
Actividade industrial A actividade industrial nas duas áreas metropolitanas tem vindo a perder alguma importância no que diz respeito ás funções produtivas.
O processo de urbanização nas AM A partir da década de 60 , os concelhos periféricos das duas cidades atingiram densidades elevadas, ao mesmo tempo que também aumentava nas duas cidades. A AML tem uma população menos homogénea que  a AMP. O Porto é o principal centro polarizador ( sector terciário) enquanto a AML apresenta dois centros  polarizadores ( Lisboa e Setúbal), sendo Lisboa o principal . A taxa de urbanização é maior em Lisboa do que no Porto. As áreas metropolitanas têm vindo a perder peso no emprego industrial , consequência da tendência de desconcentração da industria e actividades terciárias.
Conceitos e noções básicas Acessibilidade Aglomeração urbana Área funcional Área de influência Área  metropolitana Área periurbana Área suburbana CBD/baixa Complementaridade
FIM Trabalho realizado por: Professora Adelaide Pereira

A ExpansãO Urbana

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    O crescimento dascidades e o crescimento e a urbanização das zonas rurais são tendências irreversíveis, devido à mudança global das economias baseadas em tecnologia, industria e serviços .
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    Suburbanização A expansãourbana faz-se à custa das áreas periféricas das cidades , dando origem à ocupação urbana dos subúrbios
  • 4.
    Fase centrípeta Paraalem do seu crescimento natural as cidades são espaços receptores de populações oriundas dos meios rurais. Exercem também forte poder de atracção sobre as actividades económicas dos sectores secundário e terciário. Ao período de crescimento demográfico e funcional da cidade dá-se o nome de fase centrípeta
  • 5.
    Fase centrifuga Acontinua concentração da população e das actividades económicas no interior do perímetro urbano desencadeia conduz numa fase posterior à desconcentração urbana em direcção ás áreas periféricas , a chamada fase centrifuga.
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    Movimento de desconcentraçãourbana O espaço rural é progressivamente invadido por construções habitacionais , pela industria e outras actividades económicas que lhe conferem um forte carácter urbanizado, densidades de ocupação mais ou menos elevadas e reduzidos vestígios de ocupação rural.
  • 7.
    SUBURBANIZAÇÃO Expansão dascidades pela ocupação urbana dos subúrbios. Os subúrbios são zonas periféricas , mais ou menos urbanizadas , das cidades e totalmente dependentes destas.
  • 8.
    SUBURBIOS Em termosde paisagem urbana é difícil estabelecer a fronteira entre cidade propriamente dita e os seus subúrbios imediatos , pelo que só os limites administrativos permitem a separação destas duas entidades geográficas.
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    Factores de expansãodos subúrbios O desenvolvimento dos transportes e vias comunicação A densificação da rede de comunicações A modernização e expansão dos transportes colectivos urbanos
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    O uso crescentedo automóvel permitiu uma rápida ligação entre vários locais da periferia e sobretudo entre esta e a cidade possibilitando uma separação crescente entre os locais de trabalho e a residência.
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    A crescente intensidadedo trânsito automóvel e a degradação ambiental no interior do perímetro urbano
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    As carências eo elevado custo da habitação nas cidades
  • 13.
    A existência devastas áreas desocupadas nos subúrbios
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    Impactes sociais eterritoriais da suburbanização Intensificação dos movimentos pendulares Aumento das despesas com as deslocações quotidianas Falta de equipamentos colectivos e fraca oferta de serviços Proliferação de loteamentos clandestinos e bairros de habitação precária Ocupação de solos florestais
  • 16.
    Periurbanização O crescimentoda suburbanização origina o aparecimento de áreas periurbanas.
  • 17.
    A periurbanização éfactor de difusão das características e do ritmo de vida urbana A mão de obra local é absorvida pelas novas actividades económicas que continua muitas vezes a ocupar-se também das tarefas agrícolas. A população adquire novos hábitos de consumo O desenvolvimento dos transportes públicos permite que parte da população trabalhe nos centros urbanos mais próximos.
  • 18.
    As áreas metropolitanasA área metropolitana é a designação dada ao conjunto formado por uma grande cidade e todo o espaço mais ou menos urbanizado que a envolve numa estreita relação de interdependências .
  • 19.
    Áreas metropolitanas Oprocesso de suburbanização leva devido ás intensas relações de complementaridade que gera com as manchas urbanas envolventes á passagem de uma estrutura funcional monocêntrica ( centrada numa grande cidade) , para uma estrutura policêntrica onde os diferentes centros urbanos se complementam.
  • 20.
    Área metropolitana deLisboa É constituída por 18 Concelhos, e está dividida em Grande Lisboa e Península de Setúbal. A sua área é de aproximadamente 3128Km2É o maior centro populacional do país, com 2 760 549 habitantes (2004), cerca de um quarto da população portuguesa. Constitui uma região estatística (NUTS II) e uma entidade de nível intermédio da Administração Pública Local, de natureza associativa. Tem natureza associativa e visa a prossecução de interesses comuns dos municípios que a integram.
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    Área metropolitanade Lisboa Os concelhos com mais população absoluta são os de Lisboa, Loures, Sintra, Amadora, Cascais , Almada e Oeiras
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    Dinamismo demográfico Odinamismo demográfico das áreas metropolitanas evidencia-se pelo aumento de população. No entanto na AML Lisboa , Amadora e Barreiro perderam população o que evidencia a tendência de redistribuição da população, excepto Barreiro em que a diminuição da população se relaciona com a desindustrialização e aumento de acessibilidade dos concelhos vizinhos
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    Mobilidade da populaçãoVerifica-se uma tendência para o crescimento das deslocações interconcelhias e dos movimentos de saída e entrada nas duas áreas metropolitanas As deslocações abrangem áreas cada vez mais distantes.
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    Dinamismo económico Asduas áreas apresentam vantagens do ponto de vista físico ( localização litoral, clima ameno , acessibilidade natural) e demográfico e no que diz respeito às estruturas produtivas o que as torna pólos dinamizadores da economia.
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    Área Metropolitana doPorto Arouca Espinho Gondomar Maia Matosinhos Porto Póvoa do Varzim Sta . Maria da Feira Santo Tirso S. João da Madeira Trofa Valongo Vila do Conde Vila Nova de Gaia   
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    Área Metropolitana doPorto Constituem actualmente a Grande Área Metropolitana do Porto 14 Municípios: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia integravam a anterior Área Metropolitana do Porto, tendo-se posteriormente juntado a este grupo os Municípios de Arouca, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira, Trofa e Santo Tirso. A respectiva adesão foi aprovada na reunião da Assembleia Metropolitana do Porto de 28 de Janeiro de 2005, passando a Grande Área Metropolitana do Porto a ser constituída por 14 Municípios.
  • 27.
    Área metropolitana doPorto A cidade cresce inicialmente à custa do movimento portuário do Douro que com o comércio leva a grandes transformações urbanas: construção de edifícios públicos, novas ruas acompanhado de um crescimento demográfico.
  • 28.
    Evolução da populaçãona AMP Os concelhos periféricos registavam já nos princípios do sec.XX um aumento populacional embora lento. Ao longo do século nos concelhos do interior o crescimento populacional foi inferior ao dos concelhos do litoral. Observam-se as maiores densidades nos concelhos do Porto , seguido de Matosinhos , Vila Nova de Gaia , Espinho ,Vila do Conde e Maia.
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    A população doConcelho do Porto Em termos relativos , a população do concelho do Porto diminuiu entre 1981 e 1991 ,sendo as freguesias da Sé, S. Nicolau e Miragaia as que registaram maiores descidas, enquanto as freguesias na coroa suburbana , registaram crescimento mais acentuado.
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    O crescimento dasfreguesias periféricas é consequência da: Expulsão das áreas residenciais do centro urbano Oferta de emprego na industria e serviços na cidade do Porto Densidade de emprego na AMP
  • 31.
    A maior percentagemda população activa trabalha no concelho de residência. O concelho de Vila Nova de Gaia é o que apresenta maior mobilidade no sentido da cidade do Porto seguido de Gondomar e Matosinhos. Na AMP registam-se movimentos pendulares da periferia para a cidade do Porto e ainda movimentos entre outros concelhos que atraem trabalhadores pelo aumento de industrias e serviços.
  • 32.
    Dinamismo económico dasáreas metropolitanas As duas áreas metropolitanas empregam quase metade dos trabalhadores portugueses por conta de outrem e têm em média ganhos superiores aos do resto do país.
  • 33.
    Desigualdades metropolitanas AAML em 1998 concentrava cerca de 60% das 500 maiores empresas do País , contra 15% para AMP. As actividades de comércio a retalho , transportes e comunicações e principalmente os serviços encontram-se mais representados na AML. A AMP evidência maior representação face aos valores médios das maiores empresas de construção civil e da hotelaria e turismo.
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    A industria nasáreas metropolitanas A localização da industria nas áreas metropolitanas beneficia de algumas vantagens: Complementaridade entre os diferentes ramos industriais. A existência de infra - estruturas e serviços diversos Disponibilidade de mão de obra qualificada e especializada Acessibilidade aos mercados nacional e internacional
  • 35.
    Tecido industrial nasáreas metropolitanas AML A actividade industrial tem maior capacidade de gerar valor acrescentado atingindo níveis de produtividade mais elevados. Maior diversidade do tecido industrial AMP Maior intensidade em trabalho, mas tal como a AML é evidente a sua vocação exportadora.
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    Actividade industrial Aactividade industrial nas duas áreas metropolitanas tem vindo a perder alguma importância no que diz respeito ás funções produtivas.
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    O processo deurbanização nas AM A partir da década de 60 , os concelhos periféricos das duas cidades atingiram densidades elevadas, ao mesmo tempo que também aumentava nas duas cidades. A AML tem uma população menos homogénea que a AMP. O Porto é o principal centro polarizador ( sector terciário) enquanto a AML apresenta dois centros polarizadores ( Lisboa e Setúbal), sendo Lisboa o principal . A taxa de urbanização é maior em Lisboa do que no Porto. As áreas metropolitanas têm vindo a perder peso no emprego industrial , consequência da tendência de desconcentração da industria e actividades terciárias.
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    Conceitos e noçõesbásicas Acessibilidade Aglomeração urbana Área funcional Área de influência Área metropolitana Área periurbana Área suburbana CBD/baixa Complementaridade
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    FIM Trabalho realizadopor: Professora Adelaide Pereira